Bogotá, Colombia, 11 de junho de 2013
A presidência da CLAR lamenta profundamente a publicação de um texto que se refere à conversação tida com o Santo Padre Francisco durante o encontro do último 6 de junho. Conversação que se desenvolveu a partir das perguntas feitas ao Papa pelos presentes.
Em tal ocasião, não se fez nenhuma gravação da conversação, mas pouco depois se elaborou uma síntese da mesma com base nas lembranças dos participantes. Esta síntese, que não contém as perguntas feitas ao Santo Padre, estava destinada à memória pessoal dos mesmos participantes e, de modo algum, à publicação, para a qual, de fato, não foi pedida autorização alguma.
É claro que, sobre esta base, não se pode atribuir ao Santo Padre, com segurança, as expressões singulares contidas no texto, mas apenas o seu sentido geral.
A presidência da CLAR lamenta profundamente o que ocorreu e a confusão se isso pôde criar.
Hna. Mercedes Leticia Casas Sánchez, FSpS
Presidenta
P. Gabriel Naranjo Salazar, CM
Secretário Geral
Destaques nossos – Fonte: CLAR | créditos: Rorate-Caeli







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey