“É o que continua a acontecer no tempo presente: subsiste um resto, segundo a eleição da graça”. (Rm, 11,5)

O leitor Fernando Gomes da Silva Vieira envia suas imagens de um pequeno, mas valoroso grupo de Católicos que rezava em frente à Catedral da Sé durante a manifestação, no último sábado, de algumas centenas de protestantes contra o Estatuto do Nascituro.
Informações do Estadão: “Durante o ato, havia cerca de 10 pessoas contrárias ao aborto em pé na entrada da Cadetral da Sé rezando. Uma discussão se formou depois que um homem que estava rezando colocou a mão sobre a cabeça de uma mulher. “Ele parecia querer me exorcizar. Foi uma agressão simbólica”, disse Giselle dos Anjos Santos, de 27 anos, historiadora. Lucas de Carvalho, de 33 anos, disse que estava apenas rezando por ela. “Não exorcizei porque não tenho esse poder. Estava rezando para que ela tivesse a paz de Cristo no coração dela”, disse Lucas, que estava com o filho. Ao perceber a discussão, ainda que pacífica, entre Lucas e algumas amigas de Giselle, a maioria dos manifestantes – que se espalhava pela praça da Sé – resolveu se aproximar mais da igreja. “Vem, vem, vem para a escada, vem contra o estatuto”, gritaram os manifestantes. Algumas pessoas ficaram tensas, mas não houve agressão. Depois de algum tempo dividindo as escadas, as pessoas que rezavam na entrada da igreja se uniram em uma roda de oração, ao final da qual se retiraram sob fortes vaias e mais cantos”.

E conclui a matéria: “Uma das pessoas que se posicionavam contra o aborto era a escritora Mônica Lopes, de 47 anos. Ela carregava um banner com uma imagem de rosto de Jesus Cristo, com 1,5 m de altura. “Sou radicalmente contra o aborto. Eles vieram protestar na frente da igreja e eu vim proteger a minha fé”, disse Mônica, católica, que assistiu à missa que terminou ao meio-dia e resolveu ficar no local”.
Caros Lucas e filhinho, Mônica e demais católicos que corajosamente defenderam, na pequenez de um grupo de 10 pessoas, mas com a grandeza de alma de verdadeiros cruzados, a Catedral da Sé: Deus lhes pague. Que o seu exemplo mova muitos e muitos católicos a fazer o mesmo!
E a vocês, infames abortistas, só podemos dizer: adianta rezar sim, adianta! Nossa Senhora, Terror dos Demônios, livrai o Brasil da maldição do aborto!







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey