CNBB anuncia oficialmente apoio a veto parcial.

Por CNBB – Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, representou a Conferência em audiência na última quarta-feira, 17 de julho, com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e o ministro-chefe da secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tendo também a participação de outras entidades religiosas e movimentos em defesa da vida, para pedir veto de dois incisos do artigo terceiro do PLC 3/2013.O secretário considera a importância do Projeto de Lei, no entanto, ele afirma que a CNBB “apoia o veto dos incisos IV e VII do artigo terceiro que trata sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. A Presidente da República tem até o próximo dia 1º de agosto para a sancionar a Nova Lei.Veja quais são os dois incisos: IV – profilaxia da gravidez. VII – fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis.

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21 Responses to “CNBB anuncia oficialmente apoio a veto parcial.”

  1. Destaco o que escrevi no apelo que fiz a Dom Damasceno sobre o PLC3/2013: “reafirmo baseado em estudos e farta documentação — um grande equívoco.”

  2. Informações não oficiais dão conta de que um carregamento extraordinário contendo 30 moedas de prata saíram dos cofres do Tesouro Nacional e foram entregues na sede da CNB do B em Brasília na manhã de hoje.

  3. E os Bispos que apóiam o aborto estão excomungados latae sententiae? Não se preocupam nem com a salvação própria, imagina do povo…

  4. A esquerdopatia na Igreja no Bom Brasil é digna de revolta, pena, asco e lamento. A CNBB precisa acabar. O povo católico do Brasil não tem medo da Cruz, da imprensa, das heresias e apostasias do mundo. Chega! Chega de ser obrigado a ver cismáticos imorais usando as mitras e báculos que são sinal do Bom Pastor!

  5. Link do anúncio no Facebook pra quem quiser se manifestar:

  6. E quem não sabia levanta a mão?!!!
    Alguém?
    Mais alguém?

  7. Aproveitem a JMJ quem puder ir para protestar contra esta decisão maligna que abre brecha para a implementação do ASSASSINATO DE INDEFESOS PARA CONVENIÊNCIA DE PESSOAS SEM DEUS! Eu não posso ir, moro muito longe do Rio de Janeiro, mas quem puder ir e não admite que uma conferência episcopal trate de manter, ainda que modificado em partes, um projeto que nasceu para permitir o aborto, tem que protestar, respeitosamente e com os fundamentos já esclarecidos pelo padre Paulo Ricardo, porque é dever de um cristão não concordar com isto de aborto e militar para que este crime não seja cometido!

  8. A CNBB é mole mesmo!

  9. O mínimo, por respeito e ordem, que a CNBB deveria fazer diante dessas graves denúncia feitas contra o “veto parcial”, deveria fazê-los explicar melhor. Se um sacerdote como o Pe. Paulo Ricardo, mestre em Direito e culto no que diz, afirma algo, não deveria eles ouvirem??

  10. Eu já tinha falando e volto a falar

    Se a CNBB não se pronunciar em alto e em bom tom, contra o total veto da PLC 3/2013 se tornará mais responsável do que nossos governantes.

    E se o Papa também não falar terá sua culpa

    Mais o Papa como sempre irão falar que ele não estava bem informado…

  11. Não são esses dois incisos que vão impedir o aborto e sim a definição vaga de “qualquer relação sexual não consentida”. Realizar o aborto em caso de estupro é ok no país (não estou defendendo). Se o estupro é relativizado então qualquer adolescente bêbada que transe por aí vai ser estupro, assim como qualquer caso de mulher que transe com o marido ou namorado mas alegue 1 mês depois que não estava com vontade e por isso foi estupro.

  12. Uma vergonha esse tipo de (não)reação da CNBB. Leigos são obrigados a defender a doutrina que deveria ser missão dos bispos. A respeito veja: “Como nossos Pastores não nos atendem, apelemos ao Pastor dos Pastores”, em http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/

  13. Por mais doloroso que seja, não é surpresa pra ninguém..

  14. É bom lembrar que caso a Presidente mantenha silencio, implica em sançao ao PLC ou parte dele. Apenas o veto deve ser manifestado. Assim, para haver veto, a Presidente nao pode silenciar.

  15. Se o PL como um todo traz risco de abrir o caminho para o aborto, pior ainda sem os vetos. O que alguns movimentos e a CNBB estão tentando evitar é isto. Olhando a estratégia da defesa da vida como um todo, é bom que existam uns detonando o projeto como um todo e outros grupos mais institucionais tentando detonar os piores incisos e garantir o veto parcial. Que ninguém se iluda. A presidente jamais iria vetar um projeto em pretensa defesa das vítimas de violência sexual.

  16. “A presidente jamais iria vetar um projeto em pretensa defesa das vítimas de violência sexual.”

    Sr. Sérgio Mendonça,

    De fato, diante deste tipo de reação, é certo que ela não vetará coisa alguma. Mas se um grupelho de “estudantes” foi capaz de fazer a prefeitura de S. Paulo recuar do aumento de uma tarifa de ônibus – coisa que está na ordem do dia -, que não poderia conseguir o POVO CATÓLICO BRASILEIRO, APOIADO POR SEUS PASTORES, bradando contra a virtual liberação de uma forma de HOMICÍDIO? O ponto é precisamente este.

  17. O Sr. Sérgio acredita mesmo que a “estratégia das tesouras” faz algum sentido na luta pela vida. Estratégia das tesouras só usa quem tem o privilégio de estar errado muitas vezes, quem luta pela vida, para que o desastre aconteça, basta errar uma vez.

  18. Das duas, uma: ou a CNBB tá fazendo o jogo do PT (o que é relativamente provável) ou seus burocratas perderam o juízo de vez. O veto parcial deixa ESCANCARADO a possibilidade de liberar o aborto pela surdina, uma vez que não exige do médico que faz o atendimento um exame detalhado para verificar se, de fato, houve um estupro que justificasse o aborto.

    É bem verdade que, como eu conheço relativamente bem o serviço de saúde pública no país, é bem capaz de essa sandice homicida não pegar, ante a grande precariedade estrutural dos hospitais. Nenhum médico em sã consciência vai gastar energia, esforço, estrutura e material humano para matar nascituros, enquanto há uma penca de pessoas ao redor dele morrendo. Mas o grande problema do veto parcial é esse: para que ele, de fato, não seja uma aberta tácita para a legalização “prática” do aborto, depende justamente do bom senso dos médicos – e, se não for exigir demais – da consciência cristã dele. E quanto aos médicos desprovidos de bom senso? Esses certamente vão se aproveitar para trucidar milhões de vidas!

    Francisco, nos tempos de Buenos Aires, era um defensor aguerrido pela vida e nunca hesitou criticar o discurso abortista. Tomara a Deus que ele fale em suas homilias sobre o tema com o mesmo vigor com que ele o abordava em Buenos Aires. Primeiro que calaria a boca da CNBB. E segundo que pressionaria o governo a vetar o projeto integralmente.

    Espero que os lobos da CNBB deixem o papa a par dessa situação. Ou, ao menos, dom Orani, que já se posicionou claramente contra o aborto em várias ocasiões.

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