Os progressistas piram.

Ela já foi defenestrada da PUCPR pelos leitores do Fratres. Desta vez, Gebara está chateada com o Papa Francisco. 

Papa Francisco e a teologia da mulher: algumas inquietações

Papa Francisco, por favor, informe-se no Google sobre alguns aspectos da teologia feminista, pelo menos no mundo católico. Talvez seu possível interesse possa abrir a outros caminhos para perceberem o pluralismo de gênero na produção teológica!

Por Ivone Gebara – Diante da aclamação geral e da apreciação positiva da primeira visita do Papa Francisco ao Brasil por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), qualquer ensaio crítico pode não ser bem-vindo. Mas, depois de tantos anos de luta, “ai de mim se eu me calar!”. Por isso, vão aqui algumas poucas linhas e breves reflexões, só para partilhar algumas percepções a partir do lugar das mulheres.

Gebara: chateada.

Gebara: chateada.

Não quero comentar os discursos do papa Francisco e nem a alegria que muitos de nós tivemos ao sentir a simpatia, o carinho e a proximidade de Francisco. Não quero falar de algumas posições coerentes anunciadas em relação às estruturas da Cúria Romana. Quero apenas tecer dois breves comentários. O primeiro é em relação à entrevista do papa no avião de volta a Roma, quando perguntado sobre a ordenação das mulheres e respondeu que a questão estava fechada, portanto NÃO. E acrescentou que uma “teologia da mulher” precisava ser feita e que a Virgem Maria era superior aos apóstolos, portanto nada de almejar um lugar diferente para as mulheres.

O segundo comentário tem a ver com a identificação do novo catolicismo juvenil com certa tendência carismática muito em voga na Igreja Católica hoje. Isto deveria nos levar a perguntas bastante sérias para além de nossa sede de ter líderes inspirados que falem ao nosso coração e dispensem os discursos teológicos racionalistas e dogmáticos do passado.

Como pode o papa Francisco simplesmente ignorar a força do movimento feminista e sua expressão na teologia feminista católica há mais de trinta e/ou quarenta décadas dependendo dos lugares? Espantou-me também o fato que tenha afirmado que poderíamos até ter mais espaços na pastoral, quando, na realidade, em todas as paróquias católicas, são as mulheres em sua maioria que levam adiante os muitos projetos missionários. Tenho consciência que essas palavras em relação às mulheres, poucas palavras sem dúvida, limitadas a uma viagem de volta a casa, não possam e não devam criar sombras a uma visita tão exitosa. Entretanto, são os tropeços que fazemos, os nossos atos falhos que revelam a face escondida, a face sombria que também está em nós. São esses pequenos atos que abrem as portas da reflexão para tentarmos ir um pouco mais adiante em relação às primeiras impressões.

A teologia feminista tem uma longa história em muitos países do mundo e uma longa e marginalizada história nas instituições católicas, sobretudo, latino-americanas. Publicações em Bíblia, Teologia, Liturgia, Ética, História da Igreja têm povoado as bibliotecas de muitas escolas de Teologia em diferentes países. Têm circulado igualmente em muitos ambientes leigos interessados pela novidade tão cheia de novos sentidos. E estes textos não são estudados nas principais faculdades de teologia, sobretudo, pelo futuro clero em formação e nos institutos de vida consagrada. A oficialidade da Igreja não lhes deu direito de cidadania porque a produção intelectual das mulheres continua sendo considerada inadequada para a racionalidade teológica masculina. E, além disso, se constitui em uma ameaça ao poder masculino vigente nas igrejas. A maioria não sabe o que existe como publicação e como formação alternativa organizada, assim como desconhece os paradigmas novos propostos por essas teologias plurais e contextuais. Desconhece sua força inclusiva e o apelo à responsabilidade histórica por nossos atos. A maioria dos homens de Igreja e dos fiéis continua vivendo como se a teologia fosse uma ciência eterna baseada em verdades eternas e ensinada prioritariamente por homens e, secundariamente, por mulheres segundo a ciência masculina estabelecida. Negam a historicidade dos textos, a contextualidade de posições e de razões. Desconhecem as novas filosofias que informam o pensamento teológico feminista, as hermenêuticas bíblicas e as novas aproximações éticas.

Papa Francisco, por favor, informe-se no Google sobre alguns aspectos da teologia feminista, pelo menos no mundo católico. Talvez seu possível interesse possa abrir a outros caminhos para perceberem o pluralismo de gênero na produção teológica!

Quanto a dizer, talvez em forma de consolo, que a Virgem Maria é maior do que os apóstolos é, mais uma vez, uma expressão da teologia masculina do consolo abstrato. Ama-se a Virgem distante e próxima da intimidade pessoal, mas não se escutam os clamores de mulheres de carne e osso. É mais fácil fazer poemas à Virgem e ajoelhar-se diante de sua imagem do que estar atentos ao que se passa com as mulheres nos muitos rincões de nosso mundo. Entretanto, se os homens querem afirmar a excelência da Virgem Maria terão que lutar para que os direitos das mulheres sejam respeitados através da extirpação das muitas formas de violência contra elas. Terão, inclusive, que estar atentos às instituições religiosas e aos conteúdos teológicos e morais veiculados que podem não apenas reforçar, mas gerar outras formas de violência contra as mulheres.

Temo que muitos fiéis e pastoralistas necessitados da figura do bom papa, do pai espiritual, do papa que ama a todos se rendam à simpática e amorosa figura de Francisco e reforcem um novo clericalismo masculino e uma nova forma de adulação do papado. O papa Ratzinger nos levou a uma crítica do clericalismo e da instituição papado através de suas posturas rígidas. Mas, agora com Francisco, parece que voltam nossos fantasmas do passado, agora adocicados com a singela e forte figura de um papa capaz de renunciar ao luxo dos palácios e aos privilégios de sua condição. Um papa que parece introduzir um novo rosto público a essa instituição que fez história e nem sempre uma bela história no passado. O momento exige prudência e uma crítica alerta, não para desautorizar o papa, mas para ajudá-lo a ser cada vez mais conosco, Igreja, uma Igreja plural e respeitosa de seus muitos rostos.

Meu segundo breve comentário é em relação à necessidade de identificar a maioria dos grupos de jovens presentes na Jornada e aclamando calorosamente o papa. Em que Evangelho e em que teologia estão sendo formados? De onde vêm eles? O que buscam? Não tenho respostas claras. Apenas suspeitas e intuições em relação à presença marcante de uma tendência mais carismática conservadora e mais celebrativa na linha Gospel. Manifestações de paixão pelo papa, de intenso e repentino amor que leva às lágrimas, a querer tocá-lo, a viver milagres repentinos, a dançar e agitar o corpo têm sido comuns também nos movimentos neopentecostais nas suas muitas manifestações. Sem querer fazer sociologia da religião, creio que sabemos que esses movimentos buscam uma estabilidade social para além das transformações políticas em vista do direito e da justiça para todos os cidadãos e cidadãs. Creio que correspondem, sem dúvida, ao momento atual que estamos vivendo e respondem a algumas necessidades imediatas do povo. Entretanto, há outro rosto do cristianismo que quase não pode se manifestar na Jornada. O cristianismo que ainda inspira a luta dos movimentos sociais por moradia, pela terra, pelos direitos LGBT, pelos direitos das mulheres, das crianças, dos idosos etc. O cristianismo das comunidades de base (CEBs), das iniciativas inspiradas pela Teologia da Libertação e pela teologia feminista da libertação. Estes, embora presentes, foram quase sufocados pela força daquilo que a imprensa queria fortalecer e, por conseguinte, era de seu interesse. Isso tudo nos convida ao pensamento.

Não faz uma semana que o papa viajou e já os jornais e as redes de televisão pouco falam dele. E o que acontece nas comunidades católicas depois dessa apoteose? Como vamos continuar nossas jornadas cotidianas?

Para além da visita do Papa e de uma possível nova forma do papado de Francisco, estamos sendo convidadas/os a pensar a vida, a pensar os rumos atuais de nossa história e a resgatar o que há de mais forte e precioso na tradição ética libertária dos Evangelhos. Não basta dizer que Jesus nos ama. É preciso que descubramos como nós nos amamos e o que estamos fazendo para crescer na construção de relações mais justas e solidárias.

52 Comentários to “Os progressistas piram.”

  1. “Como pode o papa Francisco simplesmente ignorar a força do movimento feminista e sua expressão na teologia feminista católica há mais de trinta e/ou quarenta décadas dependendo dos lugares?”

    Essa maluca não sabe escrever? 30 e/ou 40 décadas? 40 décadas são 400 anos. De feminismo… hahahaha
    Graças a Deus que não foi assim!

  2. Como já ouvi da boca de um bispo do estado de Goiás.
    “Só pode ser dessa desgraça da Teologia da Libertação.”

  3. “O cristianismo que ainda inspira a luta dos movimentos sociais por moradia, pela terra, pelos direitos LGBT, pelos direitos das mulheres, das crianças, dos idosos etc.”

    Meu Deus de minha alma…
    Parece um sonho infernal que uma mulher que se diz “religiosa”, escreva uma coisa assim. Ela pode se candidatar a ser a líder do tal grupo das vadias, se essas aceitarem-na, pois um bicho desse tipo, até aos próprios animais irracionais faz mal…

  4. É a versão Feminilizada (pq feminina não é) do Plínio de Arruda Sampaio?

  5. O Cardeal brasileiro Aviz fez um estardalhaço contra os franciscanos da imaculada que seguem as leis e as tradições da igreja, mas com os hereges ele pouco se importa.

  6. Querendo ou não, isso é mais um fruto do Concilio Vat II.

  7. Só podia ser da “teologia da libertação” para falar tanta asneira. Ridícula esta senhora…

  8. Texto pobre, só clichês e chavões. Se espremermos, não sai nada além de lixo. Católica, essa senhora não é.
    Pergunto a ela: quantos/as jovens/jóvenas arregimentaram para Cristo os adeptos/as da teologia marxista?

  9. Gerbara, acho que o Papa Francisco falou isso pensando em você:

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/05/papa-pede-que-freiras-evitem-pensar-como-solteironas.html

    Olha Gerbara, pensando pragmaticamente, não sei seria melhor que Francisco se “informasse” sobre a “teologia feminista” não, hein… Se ele soubesse que a quantidade de lixo que a senhora escreve, é arriscado rolar um silêncio obsequioso para suas sandices pseudo-católicas. A essa altura de uma vida plena de heresias, levar um cala boca do Papa seria realmente uma glória para suas hordas, mas lhe traria algumas dificuldades práticas para a sua militância solteirona dentro da Igreja. Talvez aceitem que vc lidere a próxima Marcha das Vadias…

    p.s. Quem tem Santa Hildegard, Santa Teresa D’Ávila, Santa Catarina de Siena e Santa Teresinha não precisa de “teologia feminista”.

  10. O título está errado. O certo é “Os progressistas pira”.

  11. Arre!

    Valei-nos, Santíssima Virgem!

    Como pode alguém introduzir o sexismo na Santa Igreja?!?!

    Que direitos das mulheres é sonegado pelo Cristianismo?

    Fala sério!

    É hora de as Autoridades Eclesiásticas agirem com mais rigor, a fim de que, principalmente, os novos católicos não sejam malformados ou desinformados.

    Este tipo de religião prêt-à-porter não se encaixa à Igreja Católica. Simples assim!

  12. “Negam a historicidade dos textos, a contextualidade de posições e de razões. Desconhecem as novas filosofias que informam o pensamento teológico feminista, as hermenêuticas bíblicas e as novas aproximações éticas.”

    Quanta baboseira marxista, meu Deus!

    Atualmente há uma invasão de militantes marxistas e relativistas em todas as áreas de atividade humana e essa é a tal tática de corrosão e subversão moral de dentro para fora. Se for preciso destruir a Igreja, como defendem essa gente, então que seja feita lentamente e imperceptivelmente (para a grande massa), plantando gente com discurso ideológico afinado para atuar dentro do Magistério. Uma vez dentro da instituição, passam a questionar o inquestionável e trazem confusão às mentes dos desavisados.

    Se ainda houvesse grandes líderes na Igreja como antigamente, rapidamente tomariam uma atitude. Os remanescentes demoram a agir, e cada vez mais ir contra esses novos princípios torna-se um crime perante a sociedade militante e politicamente correta.

    Eu não vejo mais saída, a não ser converter-me à Igreja Católica, confessar meus pecados e rezar pela salvação das almas desse mundo.

    Um abraço.

  13. Esta senhora é católica? Se for, por que ninguém a excomunga? Não entendo.

  14. Essa tiazinha super feminina é a famosa Ivone liturgista, produção?

  15. É uma injustiça com o ex-padre Beto excomungarem ele e deixarem esta senhora “dentro” da Igreja falando asneiras! Bem podiamos enveredar uma campanha como a do pe. Beto, posta aí os contatos das autoridades Ferreti!

  16. “Ama-se a Virgem distante e próxima da intimidade pessoal, mas não se escutam os clamores de mulheres de carne e osso.”

    Então a Virgem Puríssima é só feita de Espírito?

    “Mas Deus quis excetuar dessa lei geral a bem-aventurada virgem Maria. Por um privilégio inteiramente singular ela venceu o pecado com a sua concepção imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro, nem teve de esperar a redenção do corpo até ao fim dos tempos.”

    http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus_po.html

    Ou então os clamores dela são mais importantes que o da Santíssima Mãe de Deus?

    Virgem distante? Será mesmo? Esse senhora tem ciúme da Virgem Maria; pode-se ver pelas palavras. Assim como um ateu não aceita haver um Deus que seja maior que ele e acaba idolatrando-se.

  17. Tá boa nessa idade é pra rezar o terço!!!!!

  18. Essa mulher tinha que se olhar no espelho e repensar sua vida. Todos caminhamos em direção à morte, mas a partir de certa idade o que era duvidoso (quando será) vai ficando cada vez mais claro e próximo.
    Quanto ao feminismo e ao grupo que essa mulher faz parte (“católicas pelo direito de decidir”), estavam na “marcha das vadias” no Rio de Janeiro quando profanaram as imagens de Nossa Senhora e a cruz, e não era para catequizarem as ditas vadias. Já diz a sabedoria popular, “dizes com quem andas e te direi quem és”.

  19. Não, Leonardo, esse bicho aí não é a dona Ione Buchooooooo liuturgista não, as duas se rivalizam em mostrar quem escreve e propaga mais excrementos pela boca a fora…

    Bem lembrado acima: o cardeal trapalhão que foi promovido para ser removido de Brasília não faz nada contra esse tipo de irracionais, só sabe infernizar e investir contra uma Missa veneranda, sem tirar a beleza da Missa atual bem celebrada, como é celebrada por pouquíssimos Bispos do Brasil, que ele nunca celebrou, ou melhor, nem saberia, porque sua curtuuuuuura é grande demais….

    Alguém poderia mandar esse lixo escrito por esse animal feroz irracional para D. Trapalhão cardeal Aviz, mesmo sabendo que ele colocará numa moldura e a exporá na sua sala no Vaticano…

  20. Quando ela escreve que MARIA é maior que os apóstolos , sem dúvida é mesmo, por isso ELA se colocou na posição de mulher junto a JESUS fazendo a vontade PAI…

  21. Imaginem essa esssa velha “gagá” como “bispa” ou como cardeal em feminino ?
    Uma “Igreja Católica” feminista, seria o caos e voltariamos aos ritos pagãos de Era, Afrodite, Artemis, Gaya (Boff que o diga…).
    Por isso Nossos Senhor não escolheu as sacerdotizas, que em sua época, só não tinham os judeos, por que o resto das religiões, todas tinham.
    Cada vez mais vejo a demência, heresia e ódio da TL pela doutrina Sã da Igreja.
    Heresia do Inferno.

  22. Impressionante! Esta gente não se manca. Em luta aberta contra o Dogma, contra a Verdade, contra a Tradição Apostólica… e dizem-se católicos. Porque razão não se afastam da Igreja e não fundam uma qualquer seita ou se juntam a protestantes? Porque servem o demónio no intuito de destruir a Igreja. Esta gente é um exército de Mordor a querer desvastar a Terra Média.

  23. Acho que um texto podre como esse não merecia espaço no Frates.

  24. Ao dizer que teologia não deveria se basear em verdades eternas esta mulher admite sua falta de fé e agressão à Igreja. Deveria ser excomungada para poder fundar uma nova seita com seus colegas LGBTs e chamar o padre Beto para um papo. Fora !

  25. e a fonte da carta é o CEBI (que deveria ser lido como Centro de Estudos Bíblicos)

    http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=1&noticiaId=4155

    e a vaquinha vai andando….

  26. Somente colocações sexistas e revolustóides, cheias de ranço esquerdista. Apenas emporcalham a dignidade da mulher segundo o plano de Deus. Calada essa senhora já está errada.

    Dona Ivone é muito ignorante sobre a santidade nas mulheres da Igreja… Santa Tekla, Santa Maria do Egito, Santa Mônica (mãe de Santo Agostinho), Santas Perpétua e Felicidade, Santa Catarina de Alexandria, Santa Olga de Kiev, Santa Joana D’Arc, Santa Tereza d’Ávila, Santa Rafka, Santa Clara, Santa Gianna Beretta Molla, etc, etc, etc…

    Somente um ser estúpido (ou, uma ESTÚPIDA) seria incapaz de admitir a diferença que essas mulheres fizeram e fazem para a Igreja.

    Para ajudá-la a refletir, façamos assim…

    Vou arrumar para ela um terço e uma enxada… Com o terço ela “gasta” as pontas dos dedos enquanto reza àquela que é o exemplo a ser seguido (a Virgem Maria, Mãe de Deus). Com a enxada ela realiza “igualitariamente” um bruto trabalho masculino e descarrega na terra sua raivinha revolucionária, antes que essa raiva vire uma úlcera.

    Entre cada Ave Maria e uma enxadada e outra, sugiro que ela repita:

    “… Eu não desvendarei os teus mistérios aos teus inimigos, nem te darei um beijo como Judas;
    mas como o ladrão arrependido, te peço: lembra-te de mim, Senhor, no teu reino…”
    [da Divina Liturgia de São João Crisóstomo]

    Quem sabe assim, essa amargura se dissipa…

  27. “O papa Ratzinger nos levou a uma crítica do clericalismo e da instituição papado através de suas posturas rígidas. Mas, agora com Francisco, parece que voltam nossos fantasmas do passado, agora adocicados com a singela e forte figura de um papa capaz de renunciar ao luxo dos palácios e aos privilégios de sua condição. Um papa que parece introduzir um novo rosto público a essa instituição que fez história e nem sempre uma bela história no passado.”

    Voilà! Apesar da visão completamente deformada ela me parece a primeira pessoa que percebeu que apesar do rosto bondoso e sorriso fácil Francisco não vai negar a Bento e nem aos seus antecessores!!!

  28. Leonardo
    7 agosto, 2013 às 1:50 pm
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    Essa tiazinha super feminina é a famosa Ivone liturgista, produção?

    Não, aquela é a Ione Buyst!

  29. Bem, aqui vai mais um comentário de mulher, pra fazer frente a essa pobre senhora.

    Não pobre no sentido evangélico mas de carência de Evangelho. O Evangelho, senhora, é a única novidade filosófico-teológica que nós mulheres, bem como todos os homens, precisam. Nós queremos ser como a virgem Maria: orante, silente, caridosa, cheia de fé, obediente a Deus e inteiras para Jesus.

    Por favor, senhora, deixa a Igreja Católica em paz, deixa as católicas em paz, deixa a fé católica em paz, ela não é mais a sua fé, será que não percebe isso? ao invés de tentar mudar a Igreja bi-milenar, mude de Igreja, é mais fácil, encomoda menos e é mais respeitoso com os que pensam diferente da senhora. Não acha? Quanto a releitura bíblica, a re-interpretação histórica, faz assim, ó: vê quem gosta dessa porcaria e funda uma nova Igreja, quem sabe “Igreja Feminina da Libertação”?

    Repetindo, reforçando e completando o Fernando: “Quem tem santa Joana D’Arc, Santa Hildegard, Santa Teresa D’Ávila, Santa Isabel da Hungria, Santa Rita de Cassia, Santa Madre Teresa de Calcutá, Santa Catarina de Siena e Santa Teresinha do Menino Jesus, não precisa de “teologia feminista” nem da exemplos como os seus.

    Uma ultima tirada filosófica: “A maquina de lavar fez mais pelas mulheres que o feminismo” (João Paulo II)

  30. Olha só, a esposa de Mun-rá, a Mun-rana Gebara voltou das catacumbas mais frustrada e mais mal amada rsrsrs.
    Ela quer uma estola a todo custo.
    Só Deus com dó…

  31. É preciso que se diga a essa coitada. Que o Divino Redentor colocou o comando da Santa Igreja aos homens. E não as mulheres. Caso as mulheres fossem as melhores no comando da Igreja. Nosso Senhor; que é a sabedoria infinita, teria colocado. São Paulo diz: as mulheres na Igreja calam.
    Só agora que essa pobre coitada descobriu a “pólvora”?

  32. A velha ta com o pé na cova e a meio caminho do inferno e nem assim se emenda.

  33. Quando ela diz que as mulheres são a maioria nas pastorais, ela está certa. E vejam o estado das pastorais: briguinhas, fofocas, intrigas…. Deus me livre mulher padre, já pensou na tpm? Afff se a caminho de uma missa rasgar a meia calça , descerá pelas mãos dela à terra o sangue do primeiro que aparecer kkkkkkkkkkkkk

    Mas, a culpa de certas mulheres quererem posição na hierarquia da Igreja é de quem teve a IMBECIL ideia de tornar santas sérias em doutoras da Igreja. Agora aguenta!

    No mais: o que me enche de esperança é a idade dela. se n se converter e confessar, vai queimar no fogo inferno.

  34. Conheço esta Ivone Guebara.Ela andou por aqui, ligada à TL, propagando que, para uma criança que vai nascer, os maiores valores são aprender o b-a-ba , para poder ler propaganda política, ter sapatos tênis, poder ir à balada e que, se uma mãe não pode dar isto, deve matar o bebê, cruelmente, e sem perguntar a ele se prefere ser analfabeto vivo ou analfabeto morto( sim, porque bebê defunto não aprender a ler, nem votar, nem “optar”, nem “combater a burguesia”).Ou numa leitura mais profunda, ela ensinava a grande verdade da “teologia feminina”: quem é mulher tem uma vontade soberana e independente.Qualquer coisa que esteja no seu corpo( um vestido ou um piolho, por exemplo) É seu corpo, e ela pode dispor dela( da coisa) a seu bel prazer.Se a aborrece, deve ser cortada e jogada fora, como uma verruga.A isto ela chamava “direito reprodutivo”( reproduzia-se o que, matando bebês? O herodianismo?A revolta invejosa de Satanás?) Esta pessoa passava dez meses em favelas nordestinas ensinando a matar fetos( depis, viajava para o Canadá e Roma, para “refazer-se”) e também, com um certo brilho no olhar, a vestir camisas de vênus em cabos de vassoura e cenouras. Infelizmente, tal alienada cruel e desumana expressa uma esperança de um grupo de desvairadas( algumas vezes me parecem de endemoniadas) que expressões do Sr.Bergoglio estimulou. Quando ele, perguntado( era o contexto da pergunta) se a Igreja dizia que homossexualismo é pecado, que não se pode aceitar como comungante um doente mental homossexual que quer manter-se assim e pecar contra a castidade( e contra a natureza) e ao mesmo tempo comungar, bater palmas em igrejas( quem mandou começar com isto de showmissas?), pendurar fitinhas no pescoço, não respondeu a pergunta mas, pela tangente, a um caso hipotético individual, e disse, sibilinamente,”se um homossexual quer procurar Deus- e não evidenciou que, SE quer, então QUER não continuar praticando homossexualismo-, e se aproxima de boa vontade – de real e reta boa vontade, entende-se-, quem sou EU para julga-lo?” Ora, ninguém estava pedindo para ELE julgar um caso individual, mas para definir, explicitar mais uma vez, princípios sobre a doutrina católica da castidade, ou seja, do amor a Deus e do respeito à sua vontade integral.Ele bem que poderia ter dito: sexo é muito bom.Vive-lo dentro da configuração divina é ótimo.E isto quer dizer vive-lo entre um homem e uma mulher casados sacramentalmente, com a reta intenção de vivenciar a possibilidade da reprodução, o incremento do amor mutuo e a sedação da concupiscência, algo totalmente impossível entre duas pessoas do mesmo sexo, necessariamente não casadas sacramentalmente, egoistas, alienadas, perversas, doentes mentais graves, duma doença psicodinâmica adquirida e curável.Quando ele não respondeu e tergiversou, estava servindo a uma causa que, seguramente, não era do Evangelho.E indicava algo seríssimo: que uma capa de revista é mais importante que o pastoreio das almas.Com isto, animou o pobre excomungado padre Beto, a alienada e emperdenida incentivadora do ódio às criancinhas, esta Guebara, e muitos outros, a acreditarem que existe um algo bem confuso, parecido com os partidos políticos, e que este algo chama-se igreja católica, à qual se pertence por procedimentos burocráticos, bulas e decretos que se modificam conforme os caprichos episcopais e papais, e que dependem de consensos transitórios e episódicos.Ou seja, são adeptos de uma “teologia do nem sim nem não, quanto mais principalmente”, onde as bolotinhas da loteria federal ou da mega sena são os transdemiurgos, os integrantes de um obscuro Olimpo os quais, por capricho, mudam leis eternas, que são eternas somente enquanto duram. Nossas troca de ideias, aqui no Fratres não são, infelizmente, mero diletantismo intelectual. Eu vou morrer dentro de algum tempo( Minutos? Horas? Semanas?Anos?) e vou enfrentar estas coisas eternamente.Como um cidadão desta louca democracia, exijo os meus direitos.Se é para ser uma “igreja igualitária republicana democrática”, eu exijo que os pastores “eleitos pelo povo” me deem o que é meu: uma orientacão segura, certa, verdadeira, para a minha e a nossa eternidade. Não estamos brincando.Eu não estou brincando. Alguns de vocês podem pensar que estão. Mas não estão. Guebara, Beto, Bergoglio, eu, você, vamos morrer. E logo. É preciso ter sins que sejam sins. É preciso resistir face a face, como fez Paulo diante de Pedro. São Bernardino de Siena disse uma vez, em um sermão: Sabes do que precisas, Siena( a diocese/cidade)? De cacete, e muito cacete”.

  35. Chateada é Gebara? (Com sotaque nordestino.) Que foi? A sua vassoura quebrou na viagem e você ficou a pé foi? “Tô morrendo de peninha de você”…

  36. Não vou entrar no mérito dos argumentos desse artigo. Mas quero ressaltar que a Igreja Católica está perdendo muito terreno frente aos evangélicos ao não dar maior participação para as mulheres. A catequese na maioria das paróquias nem existiria se não fossem as mulheres. A Igreja teria muito a ganhar nas atividades evangelizadoras e missionárias se as mulheres também pudessem ter acesso ao sacramento da ordem.
    Porque não começar pelo diaconato de mulheres? Seria um primeiro passo para depois quem sabe chegarmos ao sacerdócio exercido pelas mulheres. Diante da escassez de vocações masculinas o sacerdócio porque não contar com a disponibilidade e boa vontade das mulheres? Além do mais na maioria das paróquias as mulheres participam bem mais que os homens.

  37. Roque,

    A Papa já falou que a questão já está fechada, ou vc quer poder mais que o vigário de Cristo? Se não concorda se dirija a qualquer seita protestante que o serviço é selfservice.

  38. Roque Tartas,
    Antes que alguem mais nervoso te responda, deixa eu responder:
    Olha, se voce não desanimar e continuar lendo o Fratres e também os comentários feitos aqui, e continuar lendo, lendo, lendo, outras pessoas e coisas nessa linha mais tradicional, voce mesmo retirará tudo que disse, corrigirá tudo que falou.
    Mas vai com calma, não desanima não, não se ofenda se alguem te agredir, continua pesquisando voce vai entender tudo.
    Mas olha, agora, assim nesse momento, eu só vou te corrigir um pedacinho:
    Voce disse “A catequese na maioria das paróquias nem existiria se não fossem as mulheres”, e eu te respondo: “A catequese não existe. Voce não percebeu?” Embora não seja por culpa das mulheres pois elas até que se disponibilizam, que se doam, mas é que o problema é outro… bem mais profundo.
    Voce também disse:
    “Diante da escassez de vocações masculinas ao sacerdócio, porque não contar com a disponibilidade e boa vontade das mulheres?” E eu te respondo: O sacerdócio se esvaziou de sentido, perdeu a identidade e a razão de ser, por isso muitos vocacionados se afastaram. Chamar mulheres para ocupar um espaço que Cristo não deu nem a virgem Maria (daí se ver que não é a grandeza da pessoa que merece a vocação, mas a vontade de quem chama) não ia adiantar. Até porque as mulheres amigas de Deus fariam o mesmo (aliás já o fizeram se afastando das congregações religiosas que pululam por aí em franca decadência, com raras exceções). A questão não é essa, amigo, é muito mais profunda… Nos poucos lugares em que foi conservado o sentido e a fidelidade a doutrina e à Liturgia, as vocações são abundantes, e jovens.
    Vai lendo, vai, voce vai aprender muito. Vai ficar muito triste também. Vai chorar bastante. Mas depois perceberá que está na Verdade, no Deus que é a Verdade, a Verdade que liberta (não a teologia, viu, a Verdade). Persevere na busca.
    Sugestão: comece lendo o blog de dom Henrique Soares da Costa e vá alternando com o Frates pro choque não ser muito forte.

  39. Vou transcrever a Carta de João Paulo II mencionada por Francisco. Ela é, definitivamente, esclarecedora.

    “1. A ordenação sacerdotal, pela qual se transmite a missão, que Cristo confiou aos seus Apóstolos, de ensinar, santificar e governar os fiéis, foi na Igreja Católica, desde o início e sempre, exclusivamente reservada aos homens. Esta tradição foi fielmente mantida também pelas Igrejas Orientais.

    Quando surgiu a questão da ordenação das mulheres na Comunhão Anglicana, o Sumo Pontífice Paulo VI, em nome da sua fidelidade o encargo de salvaguardar a Tradição apostólica, e também com o objetivo de remover um novo obstáculo criado no caminho para a unidade dos cristãos, teve o cuidado de recordar aos irmãos anglicanos qual era a posição da Igreja Católica: “Ela defende que não é admissível ordenar mulheres para o sacerdócio, por razões verdadeiramente fundamentais. Estas razões compreendem: o exemplo – registado na Sagrada Escritura – de Cristo, que escolheu os seus Apóstolos só de entre os homens; a prática constante da Igreja, que imitou Cristo ao escolher só homens; e o seu magistério vivo, o qual coerentemente estabeleceu que a exclusão das mulheres do sacerdócio está em harmonia com o plano de Deus para a sua Igreja”.

    Mas, dado que também entre teólogos e em certos ambientes católicos o problema fora posto em discussão, Paulo VI deu à Congregação para a Doutrina da Fé mandato de expor e ilustrar a este propósito a doutrina da Igreja. Isso mesmo foi realizado pela Declaração Inter Insigniores, que o mesmo Sumo Pontífice aprovou e ordenou publicar.

    2. A Declaração retoma e explica as razões fundamentais de tal doutrina, expostas por Paulo VI, concluindo que a Igreja «não se considera autorizada a admitir as mulheres à ordenação sacerdotal». A tais razões fundamentais, o mesmo documento junta outras razões teológicas que ilustram a conveniência daquela disposição divina, e mostra claramente como o modo de agir de Cristo não fora ditado por motivos sociológicos ou culturais próprios do seu tempo. Como sucessivamente precisou o Papa Paulo VI, «a verdadeira razão é que Cristo, ao dar à Igreja a Sua fundamental constituição, a sua antropologia teológica, depois sempre seguida pela Tradição da mesma Igreja, assim o estabeleceu».

    Na Carta Apostólica Mulieris dignitatem, eu mesmo escrevi a este respeito: «Chamando só homens como seus apóstolos, Cristo agiu de maneira totalmente livre e soberana. Fez isto com a mesma liberdade com que, em todo o seu comportamento, pôs em destaque a dignidade e a vocação da mulher, sem se conformar ao costume dominante e à tradição sancionada também pela legislação do tempo».

    De fato, os Evangelhos e os Atos dos Apóstolos atestam que este chamamento foi feito segundo o eterno desígnio de Deus: Cristo escolheu os que Ele quis (cfr Mc 3,13-14; Jo 15,16) e fê-lo em união com o Pai, «pelo Espírito Santo» (Act 1,2), depois de passar a noite em oração (cfr Lc 6,12). Portanto, na admissão ao sacerdócio ministerial, a Igreja sempre reconheceu como norma perene o modo de agir do seu Senhor na escolha dos doze homens que Ele colocou como fundamento da sua Igreja (cfr Ap 21,14). Eles, na verdade, não receberam apenas uma função, que poderia depois ser exercida por qualquer membro da Igreja, mas foram especial e intimamente associados à missão do próprio Verbo encarnado (cfr Mt 10,1.7-8; 28,16-20; Mc 3,13-16; 16,14-15). O mesmo fizeram os Apóstolos, quando escolheram os seus colaboradores que lhes sucederiam no ministério. Nessa escolha, estavam incluídos também aqueles que, ao longo da história da Igreja, haveriam de prosseguir a missão dos Apóstolos de representar Cristo Senhor e Redentor.

    3. De resto, o fato de Maria Santíssima, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, não ter recebido a missão própria dos Apóstolos nem o sacerdócio ministerial, mostra claramente que a não admissão das mulheres à ordenação sacerdotal não pode significar uma sua menor dignidade nem uma discriminação a seu respeito, mas a observância fiel de uma disposição que se deve atribuir à sabedoria do Senhor do universo.

    A presença e o papel da mulher na vida e na missão da Igreja, mesmo não estando ligados ao sacerdócio ministerial, permanecem, no entanto, absolutamente necessários e insubstituíveis. Como foi sublinhado pela mesma Declaração Inter Insigniores, “a Santa Madre Igreja auspicia que as mulheres cristãs tomem plena consciência da grandeza da sua missão: o seu papel será de capital importância nos dias de hoje, tanto para o renovamento e humanização da sociedade, quanto para a redescoberta, entre os fiéis, da verdadeira face da Igreja”. Os Livros do Novo Testamento e toda a história da Igreja mostram amplamente a presença na Igreja de mulheres, verdadeiras discípulas e testemunhas de Cristo na família e na profissão civil, para além da total consagração ao serviço de Deus e do Evangelho. “A Igreja defendendo a dignidade da mulher e a sua vocação, expressou honra e gratidão por aquelas que – fiéis ao Evangelho – em todo o tempo participaram na missão apostólica de todo o Povo de Deus. Trata-se de santas mártires, de virgens, de mães de família, que corajosamente deram testemunho da sua fé e, educando os próprios filhos no espírito do Evangelho, transmitiram a mesma fé e a tradição da Igreja”.

    Por outro lado, é à santidade dos fiéis que está totalmente ordenada a estrutura hierárquica da Igreja. Por isso, lembra a Declaração Inter Insigniores, “o único carisma superior, a que se pode e deve aspirar, é a caridade (cfr 1 Cor 12-13). Os maiores no Reino dos céus não são os ministros, mas os santos”.

    4. Embora a doutrina sobre a ordenação sacerdotal que deve reservar-se somente aos homens, se mantenha na Tradição constante e universal da Igreja e seja firmemente ensinada pelo Magistério nos documentos mais recentes, todavia actualmente em diversos lugares continua-se a retê-la como discutível, ou atribui-se um valor meramente disciplinar à decisão da Igreja de não admitir as mulheres à ordenação sacerdotal.

    Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.” [1]

  40. O comentário de Tereza foi ótimo. PALMAS PARA TEREZA.

  41. Usar o texto dessa senhora pode ser uma excelente oportunidade para se explicar em poucas palavras (de forma resumida) o que é a Religião católica para aqueles que a desconhecem.

    Difícil de compreender? Explico:

    Basta ler tudo o que essa senhora escreveu e então considerar todo o contrário como católico.

  42. Parece que a Igreja se tornou uma autentica luta de classes.

  43. “As bases”…”as bases”…não suporta mais essa briguinha boba de muitos que na verdade querem o poder dentro da Igreja. Cada um devia serenamente se colocar no seu devido lugar. O que chamamos de espírito que conduz a Igreja, não é o Espírito Santo, mas tem sido na verdade o espírito das ideologias que entraram com força na Igreja e por inúmeros caminhos, inclusive por esta ideologia ai.

  44. Que velhinha horrorosa! Feia e comunista desse jeito, não sei como ainda não virou ministra da Dilma.

  45. Sinal do fim dos tempos: a humildade e a sabedoria desaparecerão das almas dos anciãos.

    A partir de certa idade, toda pessoa passa pelo seguinte questionamento:

    1. ou você abandona as ilusões juvenis e trilha os caminhos da Sabedoria;
    2. ou você abandona de vez os caminhos da Sabedoria e prossegue iludido e imbecil como um adolescente grisalho.

    Os gagás da TL escolheram a opção 2…

    Geração maldita!

  46. “Apenas suspeitas e intuições em relação à presença marcante de uma tendência mais carismática conservadora e mais celebrativa na linha Gospel.”

    Gostaria de fazer uma pergunta a esta senhora. Em que país a senhora vive?

    Porque sejamos sinceros, se esta senhora visitasse os grupos de jovens de nossas paróquia saberia que a juventude católica hoje em dia é bastante diversificada.

    Daqui da paróquia em que sou pároco foram 50 jovens para a Jornada. Destes, alguns são da RCC, outros da PJ, outros do Segue-me (Encontro de Jovens com Cristo) e outros que não se identificam com nenhum dos grupos citados aqui. Se olharmos para outros lugares encontraremos jovens focolarinos, neo-catecunais, dos grupos de jovens conservadores que sonham com o esplendor da uma Liturgia bem celebrada e tantos outros movimentos juvenis.

    Acredito que a senhora perdeu uma boa oportunidade de ficar de boca fechada!!! Só acho!!!