Rock in Rio.

Por Dom Adair José Guimarães, bispo diocesano de Rubiataba, GO.

Depois das cenas de culto ao demônio no Rock In Rio de ontem [19 de setembro], ficamos a imaginar até que ponto chega a criatura humana na sua degradação espiritual e renúncia à imagem de Deus que ostentamos em nós. Fomos criados por Deus para “sermos elevados à sua glória”, como nos ensinou Santo Irineu no início do Cristianismo. É assustador o crescimento do culto satânico em nossos tempos que produz o caminho inverso no coração da pessoa humana.Há muito tenho alertado nossos jovens do perigo de se contaminarem espiritualmente com este mundo tenebroso de certas bandas de rock que fazem apologia ao satanismo e o praticam de forma ostensiva como vimos na festa do rock no Rio de Janeiro.

Satanás odeia a Cristo e sua Igreja. Desta feita não é de se espantar que seus agentes humanos, nesta terra, usem nossos símbolos católicos às avessas para veicular o “die irae” que é da essência do demônio, o ódio a Deus e ao seu Cristo e, consequentemente à sua Igreja.

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A Sagrada Escritura e a prática da piedade cristã nos advertem do perigo do contágio dos crentes com estas realidades obscuras e carregadas de perigos para a alma. Quanto mal o rock satânico faz aos nossos jovens que, na falta de discernimento espiritual, acabam mergulhando nesse fosso. É fácil entrar, o difícil é sair e voltar à saúde espiritual de antes. Infelizmente muita gente que está nisso nunca conheceu a luz de Deus.

Esses satânicos são afigurados à covardia de quem eles servem. Abusam e escarnecem da Igreja Católica, dos nossos símbolos e das pessoas consagradas. Trata-se de um deboche que nos dói a alma, nos machuca nossa estima de pessoas de fé, pois desejamos a salvação dos jovens e nos custa ver a destruição de tantos que se tornaram presas do mal.

Uma vez conversei, no Rio de Janeiro, com um jovem de uma banda deste perfil, a pedido de sua mãe. Nunca antes e nem depois encontrei uma pessoa tão fria e distante. A realidade desses grupos é muito diferente da nossa, seja na linguagem, na compreensão e nos afetos. É um mundo distante da luz. É um mundo simplesmente tenebroso que causa pavor.

São Miguel Arcanjo e todas as Milícias Celestes, vinde em nosso auxílio e auxilia-nos no combate ao mal.

39 Comentários to “Rock in Rio.”

  1. Esse sim é um bispo de valor!
    O conheço pessoalmente um santo bispo, sempre atento pelo zelo liturgico.

  2. CATÓLICOS COMPARTILHANDO DOS “PONTOS DE ENCONTRO COM O DIABO”?
    As pessoas e os locais em que se concentram esses roqueiros doidões os mais diversos, cujas roupas, gestos e desenhos de tatuagens representam mensagens subliminares satanistas, bem explícitas em meio a uma parafernália de som e agito totais, embalando-se à base de drogas, álcool, sexo e todo tipo de perversão e alienação possíveis no ambiente, faz parte de um plano satânico globalista encabeçado pelas ideologias comunistas de desagregar as pessoas por meio de promiscuidades gerais, fragmentá-las, desfamiliarizando-as, destruindo todas as referências ético-morais cristãs, especialmente da Igreja católica, pois estando totalmente divididas e alienadas, sem referencias cristãs garantidoras de uma vida harmoniosa, mas de pessoas alienadas e envolvidas entre si em apoio a todo tipo de perversões, como movimentos gays, glbts, aborto etc., facilitará em breve sua dominação por um Estado totalitário e ateu, sendo esses os projetos da globalista Nova (Des)Ordem Mundial.
    Apenas o pagamento de ingressos prestigiando e incentivando novas apresentações de imediato faz ser comparsa dessas iniquidades!
    Os locais das festinhas desses roqueiros alucinados, todos praticamente consagrados a Satanás, provando-o por meio de músicas apologizadoras desse ente infernal, algumas tatuagens específicas de cunho esotérico e outras indicando pertença ao diabo, como de cobras, escorpiões, lagartos etc., sem dúvida alguma, são ‘PONTOS DE ENCONTRO COMO O DIABO’!
    Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. Pv 24:1.
    Não tenhas afeição às veredas dos ímpios, nem te agrade o caminho dos maus. Pv 4,14

  3. Jamais um católico fiel a Tradição frequentaria um ambiente desses, como é o rock in rio. Mas caso, mero exercício fantasioso, fosse cair por acidente em local tão pecaminoso e diabólico, não seria difícil se deparar com um neo-conservador. Não estou sendo ranzinza… eles mesmos fazem questão de propagar suas predileções na rede e de nos chamar de puritanos.

    Um fez questão de anunciar seu amor por um ex beatles e mostrar fotos de sua participação no show… porque um beatles é um beatles é um beatles…

    Outro site, que diz ter o foco na Tradição e se orgulha da ‘plena’ comunhão com Roma (como se nós não a tivéssemos não só com Roma, mas com a Igreja de 20 séculos) escreve um artigo nos dizendo para ‘curtir’ o rock tranquilamente, assim, numa boa.

    Esses são os novos conservadores tupiniquim. Lendo um livro aqui do Pe. Grou, ele dizia que a santidade da Igreja nascente, dos primeiros séculos, era não apenas abrangente, mas eminente, para logo após os costumes irem se afrouxando, até o ponto do pecado se tornar irrelevante para alguns.

    Nossos conservadores levam esse afrouxamento ao extremo, até ao ponto de fazerem apologia a essa música, que é expressão das paixões mais elementares (primitivas diria eu) segundo o cardeal Ratzinger, chegando ao ponto de se transformar num contra culto oposto ao culto católico… ou seja, dedução minha, culta para Satanás contra o culto do verdadeiro Deus. Já que o rock, tem muito pouco a ver com a música em si, sendo muito mais a expressão de um estilo de vida. É expressão e condutor a esse estilo.

    Enfim, para finalizar, eu entendo a paixão dos nossos neo-cons para como esse estilo. Eu mesmo apreciava um período histórico do rock, de 1968 a 1973, fase denominada hard-rock… Meu hd já foi entupido com as centenas de milhões de banda surgidas nessa faze. Apaguei tudo já faz tempo. E há anos não ouço mais esse estilo.

    Não que os meus instintos mais elementares não pudesse mais apreciar esse ‘estilo’ musical.

    Mas agora para mim música tem a ver com a beleza objetiva. O método e a forma da composição fazem toda diferença.. verdade e arte devem andar lado a lado e nos trazer paz de espírito e nos conduzir ao alto… diferente dessa barulheira diabólica.

    • Concordo plenamente com o ditado que diz:”Toda generalização é burra”,pois eu não posso comparar artistas que fazem rock de verdade com consciência e criatividade com lixos como esse da foto, cuja única finalidade é causar polêmica. Sou católico praticante, cursilhista e não vejo problema algum em gostar do bom rock e ser católico, aliás nem a Igreja vê, pois recentemente saiu no jornal do vaticano, um elogio aos Beatles e além disso , existem vários padres que apreciam o gênero. Basta prestar atenção no que vc escuta.É simples: se ofende a Deus e aos princípios ensinados pela Igreja, eu não escuto; se não, qual o problema? Se for para analisar o estilo de vida de quem canta, teremos que fazer um estudo minucioso sobre o modo de vida de todos os artistas da idade média, para saber se podemos apreciar a obra deles ou não; isso é uma grande bobagem! Além do mais temos bons exemplos de roqueiros cristãos que levam vidas exemplares, por exemplo: Bono Vox do U2, que faz muito mais pela humanidade do que vcs que ficam aqui só criticando e querendo criar cismas dentro da Igreja. E só pra deixar claro: detesto o estilo Heavy metal e seus adjascentes, achei ridículo e blasfemo esse idiota da foto, reconheço que existe satanismo em alguns tipos de rock e repudio isso totalmente, mas por favor não misturem isso com o rock honesto e com conteúdo que eu e a maioria dos ouvintes gostam!

  4. Amén senhor bispo. Leve o artigo às últimas consequências e condene o estilo de música rock n’roll. Claro, sempre seguindo a linha de odiar o pecado e distingui-lo do pecador, mas o rock n’roll em si é ruim, e mais perigoso quanto mais ofensivo se parece. Ainda que use letras aparentemente inofensivas ou quiçá elevadas.
    É uma guerra também cultural: somos católicos, iluminados pela graça, nossa santa religião ergeu uma civilização inteira, esta manifestação que se diz musical não é produto de verdadeira cultura, mas de sub-cultura luciferina. Peço que permaneça com este pensamento e o desenvolva!

  5. Recomendo verem dois programas do Padre Paulo Ricardo: “Rock in Rio e o orgulho dos porcos” e “Rock in Rio – Pe. Paulo Ricardo responde às críticas”. São videos sobre a cultura de morte desse tipo de evento.

  6. Prezados, recomendo fortemente a leitura de um extraordinário texto a respeito do Rock. Segue o link:

    Rock: revolução e satanismo
    http://www.montfort.org.br/old/index.php?artigo=rock&lang=bra&secao=cadernos&subsecao=arte

  7. Taí um tema prum belo debate. O que o católico de fato deveria escutar??? É licito escutar musicas que contenham mensagens que vão contra a nossa doutrina, mesmo que a gente não acompanhe ou assimile isso?

    • Se houvesse uma banda cujo som da música lhe agradasse muito aos ouvidos, mas que só escrevesse letras ofendendo sua família, você ouviria essa banda? Iria a um show?

      O mesmo serve para quem ama Cristo e a Igreja. Esses jamais suportariam que alguém os ofendesse, e jamais consentiriam com tal desprezo.

    • Que tal polifonia renascentista (Tomás Luís de Victoria, Palestrina), canto gregoriano, música barroca, concertos de alaúde (barrocos e renascentistas)?

  8. Parabéns ao Bispo, mas só uma obs: O Bispo manda tomar cuidado com o rock satânico, como se existisse rock não satânico. “Quem não está comigo está contra mim”.

  9. E apesar desta cenas horripilantes a grande maioria dos católicos ainda continuarão a defender a não existência do inferno porque Deus sendo misericordioso jamais permitiria que uma alma fosse para la eternamente e, que inferno e demônios são criações medievais para assustar as criancinhas como o lobo mau dos contos de fadas.

  10. Este bispo não está sendo nada ecumênico… :( [ironic mode]

  11. Mas esses são os jovens a quem Bergoglio pediu: “”joguem sempre no ataque” e que “saiam às ruas como fez Jesus”, “Não sejam covardes”. “Hoje tenho certeza que a semente está caindo numa terra boa, sei que vocês querem ser um terreno bom, não querem ser cristãos pela metade, nem engomadinhos, nem cristãos de fachada, mas sim autênticos”.
    Na verdade eu não me preocupo com eventos de rock em ambientes mundanos. Quem vai lá sabe exatamente o que está procurando e o que vai encontrar. Me preocupo sim com esse embuste chamado “rock cristão” na liturgia. Isso sim que é outra abominação no lugar onde não deveria estar.
    Quanto “aos que abusam e escarnecem da Igreja Católica, dos nossos símbolos e das pessoas consagradas”, não precisamos ir a eventos mundanos promovidos por fantoches do demônio para nos tornar vitimas e alvo de deboches que nos dói a alma e nos machuca nossa estima de pessoas de fé!
    Basta entrar numa paróquia modernista onde somos diariamente aviltados com imagens de crucifixos retorcidos, música mundana substituindo musica sacra, somos alvos de chacota tanto por parte de leigos como religiosos que há muito perderam a fé mas ocupam as estruturas Católicas como se fossem seus donos.
    Sem falar que constantemente somos obrigados a presenciar abusos litúrgicos que são um escárnio não só a Jesus Cristo como a qualquer pessoa com um mínimo de bom senso.
    Enfim, os demônios que me preocupam não são aqueles que estão no mundo mas sim aqueles que ocuparam a estrutura da Igreja e ali fizeram sua morada.
    Parafraseando Padre Amin Maria da Ordem dos Cónegos Regrantes da Santa Cruz: “Não é a Igreja que vai mal por causa do mundo. É o mundo que está mal por causa da demolição da Igreja”.

  12. E o castigo desses infelizes veio rápido. O show desses sujeitos foi execrado pela crítica e até um colega de trabalho hoje de manhã estava criticando essa apresentação.

    E as críticas nem foram quanto à profanação (se fossem não apareceriam na mídia), mas à “qualidade” mesmo. Uma vez conversando com um “apreciador” de rock, este me informou que muitos sem talento apelam a essas bizarrices para aparecer, compensando a mediocridade, e esse show confirmou a teoria dele.

  13. Que é isso, Excelência? Estamos na “Civilização do Amor”, estamos na época do Concílio Vaticano II, o grande pentecostes que removeu as rugas de uma Igreja velha e carmomida. Sob os auspícios do CVII, a Igreja falhou muito no ecumenismo; a revolta dos satanistas é justamente porque não dialogaram com eles, cadê o secretariado para o diálogo com os satanistas? Por isso eles estão revoltados. Precisamos esquecer o que nos separa e promover o que nos une, não é mesmo? O Concílio Vaticano II ainda não foi promovido como devia, ainda há muito o que avançar. A revolta dos adoradores de satã é justamente porque foram excluídos do diálogo.

  14. O Bispo está certíssimo. Muitos jovens se perdem por pura rebeldia, para provocar, debochar dos que buscam a salvação, por tentação do maligno. É o espírito da revolução, que pode ser para melhorar tudo ou deixar caminho para melhorar, como Jesus e os santos da Igreja; ou para destruir tudo, derrubar, mudar para pior, como na maioria das revoluções do século passado, que o povão vermelho adora, venera, idolatra. Muitos acham uma vitória ir contra o que é velho, acham que é sinônimo de inteligência ir contra a moral que os mais velhos seguem(os cristãos católicos tradicionais!), e inventam novas coisas como rock e etc. O ruim é que muitos ficam presos eternamente por conta desse espírito e endurecem seu coração para a Verdade que é Jesus; e ficam velhos assim, rebeldes.
    O mundo precisa de muita oração, principalmente a Igreja para conseguir ser sempre instrumento de salvação!

  15. Interessante é um “pastor” que detém o recorde de tatuagens do Iron Maiden, e que foi ao Rock in Rio. E muitos criticam a Igreja Católica! Vai entender?

    http://noticias.gospelmais.com.br/iron-maiden-rock-rio-pastor-tatuagens-show-banda-60750.html

  16. Notícia sobre a apresentação da banda:
    http://www.tribunahoje.com/noticia/76200/entretenimento/2013/09/19/show-do-ghost-bc-no-rock-in-rio-tem-provocaces-a-igreja.html

    Comentários de “católicos” tolerantes e respeitosos na notícia:

    “ignorantes ,eu sou católico ,e nao deixo a religião interferir no que eu escuto e eu acho que deveriam fazer o mesmo em vez de ficar desmoralizando a banda”

    “seus trocha parem de misturar musica com religião ,sou católico e nem por isso sai xingando a banda por ae aprendam a tomar vergonha na cara ,uma banda vem para fazer o show e vocês fazem isso”

    Deus tenha piedade de nós.

    • Religião, para tais “católicos tolerantes”, é o catolicismo liberal maçônico de adular um parente poderoso para recorrer a Ele quando as coisas estiverem fora de controle. Pura falsa devoção.

  17. O mundo jaz no maligno, dizem as sagradas escrituras. É preciso, portanto, rogar a proteção divina (Santíssima Trindade, Nossa Senhora e S. Miguel arcanjo), sob pena de entrarmos pela “porta larga” que nos conduzirá à perdição eterna. Lamentavelmente, há políticos satanistas (inclusive brasileiros), artistas satanistas, empresários e banqueiros satanistas e, pior, altos religiosos católicos (cardeais, arcebispos…), conf. nos revelou o famoso exorcista da diocese de Roma: padre Gabriele Amorth (veja sua obra: “O último exorcista”). Estamos vivendo na batalha final entre os “filhos da antiga serpente” e os “filhos da Mulher vestida de Sol” (Ap 12). O joio ainda encontra-se misturado com o trigo. Parabéns ao bispo de Rubiataba-GO, D. Adair. Que o Altíssimo o conserve sempre na sã doutrina cristã, pois os dias são maus. “No fim, o meu imaculado coração triunfará”. Alguém ainda tem dúvidas de quem vencerá a batalha?!?

  18. Eu poderia fazer uma lista de canções satânicas no Rock. Aqui no Brasil a Rita Lee, nos anos 70, compôs uma canção chamada “Ave, Lúcifer”, que foi regravada pelo Lulu Santos. Aquela banda Evanescence também compôs canções com letras satânicas. A Lady Gagá tem uma canção chamada Judas. No videoclipe dessa canção nefasta, ela entra numa banheira com Nosso Senhor Jesus Cristo e com Judas.
    Agora faço uma pergunta: quem são os donos das gravadoras nos EUA, que investem pesado na divulgação desses artistas ? Depois alguns católicos bobinhos dizem que Os Protocolos dos Sábios do Sião são falsos.

  19. Isso me lembra o que aconteceu na França com a exposição “”””artìstica”””” da foto de um Crucifixo num recipiente cheio de urina humana, a ignòbil exposição Piss Christ (Mije o Cristo). A França tem 93 dioceses, mas o ùnico bispo a se manifestar contra a hediondìssima blasfêmia foi o bispo de Avignon. Um jovem Catòlico (nem precisa dizer que ele freqüenta a missa de sempre) teve a grande prudência e coragem de entrar no recinto e destruir a “obra de arte”. Eu o conheci. Depois de ser procurado pela policia, ele ficou uma semana na casa de um padre amigo meu. E no caso desses coroinhas de Satanàs, o que fazer? Em tempos catòlicos isso lhes valeria um belo julgamento e talvez até a forca!

  20. Quero ver este bando de babacas fazer esta palhaçada com a figura de Maomé. Estes metaleiros só são “hard” na hora de esbofetear Jesus, que nos ensinou a ser manso e humilde de coração (Mateus 11,29). Com o corão e a espada do Islã, estes metaleiros largam a fantasia de diabo e viram verdadeiros anjinhos inocentes sem asas…

  21. Obrigado, Reverendíssimo, suas palavras confortam o coração de todos os católicos que se esforçam para viver sua fé em um mundo cada vez mais hostil à ela. Deus lhe pague !

  22. Cara Ana Maria,

    Pesquise na internet a letra e a tradução das seguintes canções : “Sympathy For The Devil”, dos Rolling Stones, “Tourniquet”, do Evanescence, “Judas”, da Lady Gagá, “Umbrella”, da Rihanna ( não é uma inocente canção sobre um guarda-chuva, mas sobre uma “entidade” que jurou protegê-la até mesmo debaixo de chuva ) , “London Calling”, do The Clash, entre outras.
    Depois de ler as letras e traduções dessa canções, se você tem filhos, tenho certeza de que os impedirá de ver a MTV ou MULTISHOW.
    Música é pura metafísica. Serve para elevar o espírito, mas também para atormentá-lo. Por isso, nós católicos devemos evitar esse tipo de música e ouvir música sacra. No entanto, estamos no mundo e devemos ora e vigiar. Não podemos fechar os olhos para esse tipo de perigo que entra em nossas casas quando ligamos o rádio ou a TV. Não é uma simples coincidência que esse tipo de música seja divulgado, premiado e exibido ininterruptamente. Não tenho nenhuma dúvida de que a indústria da música nos EUA busca deliberadamente corromper os jovens do Ocidente e expô-los ao satanismo.
    E, sim, a corrupção dos “goyim” está prevista nos Protocolos dos Sábios de Sião, que o NYT disse serem falsos. Por isso, deve ser só uma “coincidência” que os donos das gravadoras norte-americanas sejam, em sua maioria, judeus.

    • Francisco, obrigada por responder.
      Já entrei em vários debates sobre rock mas n tinha nomes de certas músicas.
      Tenho um menino de 7 anos (as portas dos 8 anos!), quando eu cuidava somente dele, ele só ouvia canto gregoriano mas agora fica com o meu marido e ouvi cada lixo. Só para vc ter uma ideia: dia desses cheguei do trabalho e eles ouviam o lixo vomitado pela banda cidade negra e exaltavam um guia do espiritismo citando o nome

  23. Larguem de ignorancia, sou católico e roqueiro,algumas bandas abusam do marketing para criar produtos, proibirem seus filhos de ver show de rock mas rebolar e dançar funk pode?Fui em todas edições do Rock n Rio, vi coisas que gostei e e outras que não, porem é um ambiente muito tranquilo, com pessoas de todas as idades, por essas e por outras que cada vez tem menos católicos no mundo, por causa da ignorancia de uns, da represália e do radicalismo!Faz o seguinte!Vira Crente!

    • Meu caro, onde vistes qualquer apologia ao funk? O sr. Francisco, pelo contrário, fê-la à música sacra. Eu, por minha vez, acrescento a essa: Beethoven, Bach, Bruckner e Haydn.

      A propósito: ” por essas e por outras que cada vez tem menos católicos no mundo, por causa da ignorancia de uns, da represália e do radicalismo!”; francamente, e o sr. ainda se diz CATÓLICO? Será que, por um enorme acaso, está em sono letárgico desde 1962, quando se iniciou o CVII (Concilio Vaticano II), ou em seu catolicismo ferrenho nunca sequer ouviu falar algo sobre?

      De qualquer maneira, tomo seu (sic) conselho, e devolvo-lhe: faz o seguinte: converta-se ao Catolicismo, ou, como é possível notar em seu comentário, “vire crente” ou mussulmano, pois a quantidade (estou tomando como base o seu comentário, veja só) é bem mais importante que a qualidade.

    • por essas e por outras que cada vez tem menos católicos no mundo, por causa da ignorancia de uns, da represália e do radicalismo

      R- Que sejam cada vez menos esses católicos seguidores de um concílio nefasto, feito por membros excomungados (ver concílios anteriores). Que o catolicismo DE SEMPRE prevaleça, por todos os séculos dos séculos.

      Que São Miguel possa ser nosso protetor contra aqueles que nos acusam de ignorância, represália e radicalismo. Antes meia dúzia de defensores da Santa Doutrina do que bilhões de “católicos” mornos self-service.

  24. “Por isso, nós católicos devemos evitar esse tipo de música e ouvir música sacra.”
    Francisco va dizer isso para os “ministérios de música” dessas milhares de comunidades carismáticas que “abrilhantam” a liturgia nas paróquias modernistas. Isso quando não são os mesmos atabaques que convidam as entidades nos terreiros de candomblé soando alto nas paróquias TL do Nordeste.
    Estou falando do que eu presenciei enquanto vivia no Brasil e por aqui não é diferente. Tem música da Lady Gaga com versão “cristã” e com direito a “dancinha” em eventos patrocinados pela Igreja, como encontros de jovens…etc.
    Música clássica? É o que o Católico deveria escutar? Temos um Papa que deixou uma cadeira vazia durante um Concerto de Música Clássica em Roma dizendo que não é chegado nesse tipo de evento.
    Enquanto isso bandas de rock abrem assembléias plenárias no Vaticano:
    http://ncronline.org/news/vatican/italian-rock-band-opens-vatican-culture-councils-plenary

    • Gercione,

      O que você relatou é verdade, mas você não está impedido de ouvir música sacra na sua casa nem de assistir a uma missa no rito tridentino. Eu escrevi sobre o que deveríamos fazer, e não sobre o que os católicos efetivamente fazem. A leitora Ana Maria me pediu mais informações sobre o satanismo no Rock.
      A música serve, sim, para elevar o espírito. Eu tenho uma coleção de CDs de canto gregoriano e me sinto extremamente contente quando os ouço.

  25. Francisco,

    Seu comentário foi bem pertinente. Ainda mais quando comparo as músicas ‘pastorais’ de minha paróquia com a sacra.

  26. Deixo aqui minha saudação a Dom Adair.

    Fiquem com Deus.

  27. Bem, na verdade acho uma ignorância todo e qualquer tipo de generalização! Eu ouço rock sim, e sou temente a Deus sim! Minha filha também gosta do estilo. O que faço é sempre me atentar às letras e também oriento minha filha para que o faça. Letras “satanistas” não são ouvidas na minha casa, o que não significa que deixamos de ouvir rock. Por favor, antes de criticar, conheçam melhor o assunto. Há muitas musicas desse estilo que falam de amor. Além do mais eu acho esse “satanismo” todo, um estereótipo, uma jogada de marketing, que só visa atrair os adolescentes na fase do “proibido é mais gostoso”. No fundo, a grande maioria daqueles jovens também amam a Deus, e olham aquele teatro todo feito por algumas bandas apenas como um teatro mesmo, e não como uma “religião”.

  28. Dom Adair, depois de ler tantas acusações sem méritos nesse texto e nesses comentários, tive de comentar. Eu escuto a música que vocês dizem ser demoníaca à anos, não sou drogada e nunca me envolvi com drogas, sou uma pessoa de princípios e tenho minha moral intacta. Fui ao Rock in Rio no dia 19 de setembro, assim como fui no ano de 2011. Não faço culto ao Diabo, e não sou uma pessoa fria e distante. Vocês como “verdadeiros cristãos” como se intitulam, com suas Bíblias embaixo do braço deveriam ser menos egoístas e se julgarem melhores do que as pessoas que estavam no evento e pessoas que escutam esse estilo musical. Deveriam ter consciência que pessoas desvirtuadas existem em todos os lugares, inclusive debaixo do teto das Igrejas. Generalizar e rotular as pessoas pelo estilo musical que ouvem ou local que frequentam é um grande erro, ainda mais com essa visão errada que vocês tem sobre o Rock, ele não é demoníaco, não torna as pessoas drogadas e muito menos é “um mundo de trevas” como vocês dizem.
    Ser católico não te faz melhor do qualquer outra pessoa no mundo, e nem te dá o direito de julgar as escolhas dos outros. Da mesma forma que infelizmente alguns se drogam, existem padres pedófilos. No Rock in Rio pude ver famílias unidas indo passar um dia juntas e se divertindo. Vocês como católicos deviam amar a todos, em vez de julgar e se julgarem melhores, não foi mesmo Jesus que disse quem se humilha se eleva? Eu que não sou católica tenho um coração mais humilde e honesto que o de vocês.