Apontamentos sobre os artigos “A inquisição, o Papa e o suspiro de alguns católicos conservadores” e “Um ativista pró-vida pode defender a inquisição?”, de Julio Severo – Parte I.

E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mateus 16:18)

Por Teresa Maria Freixinho * 

Primeiramente, gostaria de enfatizar que respeito e admiro Julio Severo por sua incansável luta em defesa da vida e da família, e escrevo esses apontamentos em espírito de caridade cristã, motivada tão somente pelo desejo de esclarecer vários equívocos nos textos supracitados. Rezo para que Nosso Senhor ilumine seu intelecto e seu coração, e que, ao final e ao cabo, ele consiga perceber a grande malícia e o estrago das heresias nas almas, buscando e, com a graça de Deus, encontrando a Verdade que salva e liberta.

Sobre a Inquisição

São Bernardo de Claraval O.Cist, santo e Doutor da Igreja (1090 - 1153). Uma das personalidades mais influentes do século XII, São Bernardo foi pregador de grande relevância em tempos da heresia albigense. Fundou 72 mosteiros cistercienses. Foi canonizado em 18 de junho de 1174 por Alexandre III e declarado Doutor da Igreja por Pio VIII, em 1830.

São Bernardo de Claraval O.Cist, santo e Doutor da Igreja (1090 – 1153). Uma das personalidades mais influentes do século XII, São Bernardo foi pregador de grande relevância em tempos da heresia albigense. Fundou 72 mosteiros cistercienses. Foi canonizado em 18 de junho de 1174 por Alexandre III e declarado Doutor da Igreja por Pio VIII, em 1830.

No artigo acima mencionado, Julio Severo afirma: “Católicos que elogiam ou desculpam a Inquisição entram em choque com João Paulo II, envergonham o verdadeiro Evangelho e evidenciam que desconhecem as posições de seus próprios líderes. Querem ser mais católicos do que o papa e no final acabam defendendo o crime, a tortura e o assassinato de inocentes. Acabam pecando e defendendo o pecado.”

A tortura sempre esteve presente em diversos lugares e épocas. A Igreja Católica é a instituição que mais tem lutado para eliminá-la do planeta. Tomemos o caso dos povos nativos na época do descobrimento da América Hispânica. Fala-se a torto e a direito que os religiosos que acompanharam os conquistadores espanhóis eram coniventes com a matança de povos indígenas. Porém, a bem da verdade, esses povos se matavam em guerras tribais, comiam-se literalmente e ainda ofereciam bebezinhos a falsos deuses. Foram justamente os religiosos católicos, através de catequeses sólidas e educação progressiva, que lutaram para acabar com esses costumes bárbaros. Eu mesma quando estive no México pude ver os altares onde esses povos levavam os bebês para serem assassinados.

Sinceramente, não consigo imaginar católicos tendo prazer sádico de elogiar a tortura. A esmagadora maioria de católicos pouco conhece sobre a Inquisição e apenas repete os mesmos jargões propalados pela mídia anticatólica e professores marxistas. O que podemos afirmar com segurança, ao estudarmos minimamente o assunto de fontes confiáveis, é que, longe de acreditarmos cegamente nas críticas superficiais, devemos entender em que consistiu a Inquisição e como as pessoas da época pensavam. Isso não significa justificar ou elogiar a tortura, mas buscar uma reta e honesta compreensão dos fatos. Assim, chegamos às seguintes conclusões:

1) Tal como acontece com os abortistas, que, para avançar a cultura da morte, apregoam aleatoriamente um número de mortes maternas decorrentes de aborto extremamente superior ao de mortes maternas decorrentes de causas diversas registradas nos sistemas oficiais de saúde, o número de execuções reais de hereges pelo braço eclesiástico foi MUITÍSSIMO inferior ao que se apregoa nos meios de comunicação anticatólicos . [1]

2) Para o homem medieval, ao contrário do homem contemporâneo, a vida eterna era o bem mais precioso que se podia almejar e a heresia era simplesmente um mal intolerável.

Se, hoje em dia, os hereges ocupam as cátedras das melhores universidades católicas, permanecem em paróquias durante anos, vandalizando a doutrina e a liturgia sob a complacência e o pleno conhecimento das autoridades eclesiásticas, têm seus nomes citados honrosamente em folhetos da missa dominical e são best-sellers nas livrarias ditas católicas, naquela época, o elogio público da heresia em ambientes eclesiásticos era algo impensável, pois, além de ser uma doença espiritualmente contagiosa, a heresia também destruía o tecido social.

3) Muitos inquisidores eram homens bem-intencionados, piedosos e até santos, que queriam preservar a saúde espiritual da comunidade e se esforçavam ao máximo para lograr a conversão dos hereges. As punições aos recalcitrantes, de fato, existiram e variavam do exílio, castigos físicos e, em alguns casos, morte. O braço secular, ao contrário dos inquisidores eclesiásticos, não tinha dó nem piedade, muito menos preocupação com as almas, e eliminava hereges encrenqueiros facilmente. Digo encrenqueiros, porque, em geral, o problema da heresia conflitava também com os interesses da sociedade.[2]

4) Algumas heresias eram perigosíssimas não apenas do ponto de vista espiritual, mas também do físico e social. Tomemos, por exemplo, o caso dos cátaros. Eles pregavam o rechaço pelo matrimônio, a insubordinação às leis civis e, em alguns casos, até mesmo a inanição, para que o iniciado atingisse um estado de vida que julgavam mais perfeito. Como eram dualistas, a procriação era um mal, pois só servia para replicar a matéria, e as mulheres eram desprezadas, visto que desviavam os homens de seu nobre ideal contemplativo. Além disso, elas geravam outros homens, o que acabava emperrando o processo de purificação tão almejado.

Julio afirma categoricamente que ele, Silas Malafaia e Marco Feliciano são vistos como ““cátaros” modernos — dignos de tortura e morte na fogueira”. Essa frase não tem o menor cabimento, porque ninguém que conheça um pouco sobre os cátaros vai olhar para eles e pensar em um cátaro. E também não há porque dizer que os católicos os quereriam na fogueira. Católicos verdadeiros rezam pela conversão de não católicos e tentam apresentar-lhes em que realmente consiste a Fé Católica.

5) Inegavelmente, houve abusos e injustiças por parte de clérigos inescrupulosos e pessoas más, que usaram de seus cargos para fins não cristãos. Observe que naquele tempo não havia Internet nem Instagram. Hoje em dia, qualquer abuso é logo gravado, fotografado e em poucos minutos postado no Youtube. Naquela época as coisas eram lentas e até as notícias chegarem a Roma, muita coisa já tinha acontecido.

Nenhum católico pode “elogiar” a tortura, mas deve elogiar o esforço de preservar a fé do erro. Além disso, devemos tentar compreender, estudar e ver o evento sob os seus vários aspectos e a dimensão que realmente teve. Para isso, precisamos buscar fontes confiáveis, historiadores medievalistas de primeira linha. Se quisermos estudar a Inquisição com mais profundidade, o ideal é que leiamos esses autores. Régine Pernoud dedicou sua vida inteira a explicar a Idade Média; seu nome é aclamado mundialmente como historiadora medievalista de primeira grandeza, embora, lamentavelmente, apenas uma parte de suas obras tenha sido traduzida para o português. Seus textos são formidáveis! Por que não começar por ela? A Enciclopédia Britânica pode ser ótima para dados gerais e para muita coisa, mas o fato de uma enciclopédia ser “ponto de referência de próvida americanos” não a torna a fonte por excelência de pesquisas sobre a Idade Média.

A heresia é algo horrível! Ela é uma doença que ataca o intelecto, o coração e a alma das pessoas. A heresia é feia, muito feia! Cada uma em particular dissemina uma mentira, destrói o depósito da fé e propaga o odium ecclesiae.  Como toda doença, ela precisa ser tratada e curada, com oração e exposição clara da verdade.

A pergunta correta a fazer

No artigo de hoje, Julio indaga “Como querem combater a cultura da morte do socialismo, homossexualismo e feminismo quando se sentem à vontade com a cultura da tortura e morte da Inquisição?

Creio que o articulista desvia grandemente o foco da questão. A pergunta correta a fazer é: “Como combater a cultura da morte, do socialismo, homossexualismo e feminismo estando à vontade com a heresia?” Será que Julio já parou para pensar que, em grande parte, o liberalismo religioso, que chamamos na Igreja Católica de modernismo – “a síntese das heresias” -, como dizia São Pio X, nada mais foi do que produto de teólogos protestantes liberais, cujas obras influenciaram grandemente os teólogos do Concílio Vaticano II e, desde então, vêm sendo amplamente utilizados nos seminários diocesanos?

A Fé Católica íntegra é o único exército verdadeiramente capaz de combater as mazelas morais em nível institucional. Contudo, um exército se faz de soldados, se faz com bravura e armas adequadas. Se os comandantes fogem ou se aliam às hostes inimigas, se os soldados não estão preparados e se não há armas adequadas, perde-se a batalha. E não é esse exatamente o cenário de nossos dias, em que a verdadeira evangelização foi substituída pela cultura do relativismo, cujas sementes foram plantadas pelos Deformadores no fim da Idade Média?

Antes de enveredar pela crítica a um suposto apoio da tortura por parte de católicos atuais como causa de insucesso nas iniciativas dos grupos pró-vida, Julio deveria sinceramente envidar esforços para ver o quanto foi ludibriado pela heresia protestante.

Achei interessante ler trechos de discursos do padre Malachias Martin sobre a crise na Igreja em seu segundo artigo, mas por que não ir mais a fundo nessa busca? Por que descontextualizar as afirmações do padre Martin? Duvido muito que o referido padre fizesse tal ilação com a opinião de alguns católicos sobre a Inquisição.  A preocupação dele certamente era bem outra. E se é para citar o padre Martin em trechos que incluíam a mensagem de Fátima, por que não investigar também esse tópico?

Todavia, quando o instigamos a pesquisar a Verdade, Julio refugia-se em um castelo de meias verdades, em um Jesus desconexo de seu Corpo, em uma Bíblia incompleta, independente da Tradição que a gerou e do Magistério que a validou, e em ideias bastante equivocadas sobre a Virgem Maria, os santos e outras coisas mais.

O falso ecumenismo, a tibieza na promoção das verdades da Fé e o bom-mocismo das últimas décadas podem explicar em parte porque hoje em dia não apenas Julio, mas até mesmo muitos católicos, têm impressões equivocadas sobre a Inquisição e a necessidade do empenho missionário. Julio foi roubado, roubado no que há de mais precioso, de mais santo e mais sublime, e não sabe. Só o tempo dirá se ele terá a coragem, a inteligência e o esforço de buscar a verdade, ainda que ela seja extremamente dolorosa. A nós cabe a oração e o trabalho, para que cada vez mais Julios descubram o beleza e o esplendor da Fé Católica.

Como recomenda o reverendíssimo Padre Michael Rodríguez, grande promotor do catolicismo, nesses tempos de crise urge mais do que nunca rezar, frequentar os sacramentos e estudar a nossa Fé.

Salus infirmorum, ora pro nobis!

Teresa Maria Freixinho é tradutora e assistente de edição do Fratres in Unum.

* * *


[1] Um desses mitos, espalhados por escritores protestantes ingleses, se refere às torturas sádicas supostamente praticadas pelos inquisidores espanhóis. Descobriu-se que a tortura foi raramente utilizada e, mesmo quando se recorreu a ela, isso se deu de maneira limitada. Em um grupo de 7 mil pessoas apresentadas à Inquisição em Valência, por exemplo, apenas 2% foram torturados, e não por mais de 15 minutos. Execuções eram igualmente raras. Até mesmo as prisões da Inquisição estão muito longe das masmorras representadas em sua mitologia. Conta-se que os prisioneiros prestes a serem julgados nos tribunais seculares deliberadamente faziam algo que os transferisse para a Inquisição, a fim de receber o tratamento menos severo das prisões eclesiásticas. Deve-se mencionar também que se permitia a apelação nos julgamentos dos tribunais da Inquisição, e que se punha os indivíduos que apresentavam falsas acusações …”

Somente no começo do século XIV os elementos sobreviventes do catarismo foram eliminados da região, em grande parte por causa do esforço de Bernard Gui, famoso inquisidor. Ele interrogou centenas de suspeitos, dos quais se puniram 636: quarenta com a morte, trezentos com prisão e o resto com punições leves.”

“Nos países que registraram estatísticas a execução foi rara. Na Inglaterra, entre 1401 e 1485, por exemplo, queimaram-se 11 hereges. É possível que outras execuções por traição tenham ocorrido: o tema da traição confunde os arquivos em todo lugar; em algumas áreas não se fazia distinção entre rebelião contra ordem espiritual e revolta contra a ordem temporal.” (“As Sete Mentiras sobre a Igreja Católica” de Diane Moskar, Editora Castela).

[2] A Inquisição adquiriu a sua deplorável reputação devido a uma ação semelhante dos poderes laicos, desviando esse instrumento em seu favor, para fazer das medidas da Igreja um instrumento de dominação – por vezes, entende-se, com a cumplicidade de certos eclesiásticos isolados. Contudo, ela só teve um caráter verdadeiramente sangrento e feroz na Espanha imperial do início do século XVI. Durante toda a Idade Média, é apenas um tribunal eclesiástico destinado a “exterminar” a heresia, quer dizer, expulsá-la para fora dos limites (ex terminis) do reino. As penitências que impõe não saem do âmbito das penitências eclesiásticas, ordenadas em confissão: esmolas, peregrinações, jejuns. Somente nos casos graves o culpado é entregue ao braço secular, o que significa que incorre em penas civis, como a prisão ou a morte, pois o tribunal eclesiástico não tem o direito de pronunciar ele próprio semelhantes penas.

Segundo declaração de autores que estudaram a Inquisição pelos seus autos — não importa quais sejam as suas tendências — ela apenas fez “poucas vítimas”. Esta é a expressão de Lea, escritor protestante traduzido em francês por Salomon Reinach (Histoire de l’inquisition, t. 1, p. 489). Em 930 condenações produzidas pelo inquisidor Bernard Gui durante a sua carreira, apenas 42 conduziram à pena de morte. Quanto à tortura, em toda a história da Inquisição no Languedoc apenas se assinalam três casos confirmados em que ela foi aplicada, indicando um uso muito longe de ser generalizado. Por outro lado, para que ela fosse aplicada era preciso que houvesse começo de prova, só podia servir para fazer completar confissões já feitas. Acrescentemos que, como todos os tribunais eclesiásticos, o da Inquisição ignora a prisão preventiva e deixa os acusados em liberdade até à apresentação de provas da sua culpabilidade. (“Luz sobre a Idade Média”, Régine Pernoud)

41 Comentários to “Apontamentos sobre os artigos “A inquisição, o Papa e o suspiro de alguns católicos conservadores” e “Um ativista pró-vida pode defender a inquisição?”, de Julio Severo – Parte I.”

  1. O Olavo de Carvalho respondeu duramente ao Júlio Severo, dando argumentos contra os detratores da Inquisição e o princípio da sola scriptura.

    Se não fosse a Inquisição, muita gente teria morrido, sido roubada, saqueada, sofrido a danação eterna no inferno, entre outros males.

    Há que se quebrar de vez o mito de que a Inquisição perseguida e matava pessoas inermes por ”delito de opinião”. Na verdade, foi uma reação TARDIA contra criminosos em rebelião.

    A Inquisição foi uma bênção!

    • Júlio Severo é um herege protestante e inimigo da Igreja, não podendo ser confundido com um autêntico conservador por conta de algumas posições que coincidem com a Verdade.

  2. Qualquer historiador sério, ilibado e intelectualmente honesto poderá discordar – isso é uma coisa -, mas não pode negar que a inquisição deve ser compreendia à luz da época, que era uma luz infinitamente diferente da nossa. Diria até incompreensível.

    Mesmo no século XVIII e XIX, com protestantes de melhor envergadura intelectual, não entendiam a inquisição.Esperar que Julio Severo, Malafaia e pastores modernos entendam é querer demais.

  3. Parabéns, pelo artigo, Sra. Teresa. O sr. Júlio Severo mereceu ser confrontado e desmentido. Esses evangélicos são boçais, arrogantes e ignorantes. Desconhecem a fé católica, ofendem a Virgem Maria e os santos católicos e, ao mesmo tempo, se dizem os verdadeiros cristãos. A inquisição cometeu injustiças, como no caso de Santa Joana D’Arc, mas a própria Igreja anulou o processo contra a padroeira da França e reconheceu seu erro.
    O Sr. Júlio Severo teria a humildade de reconhecer que errou ?

  4. A internet católica, 99% podre, ainda produz 1% de clareza.

  5. Há quinhentos anos a Igreja vem refutando com argumentos lógicos e teológicos todos os erros protestantes, mas prega para surdos. Não adianta. A raiz da heresia é o orgulho, do qual o herege nunca abre mão.
    O orgulho impede-lhe aprender que a legenda negra da inquisição esconde os grandes morticínios perpetrados pelos protestantes e seus sucessores contra os católicos desde o século XVI, sem a formalidades de tribunais e julgamentos.
    Nunca um protestante, sem que se converta, entenderá que a raiz de todos os males modernos é a grande apostasia luterana. Lutero gerou Kant, que gerou Hegel, que gerou Darwin, que gerou Marx, , que gerou Freud. Todo o resto é conseqüência.
    Tentar defender a família e combater o aborto sem restaurar a integridade da fé católica é como enxugar gelo no Saara.

  6. Sou um estudioso amador da História Universal. Fico pensando às vezes, como teria sido a história do Ocidente, SEM Henrique VIII, Calvino e Lutero. Acho que bem melhor… A inquisição deve ser censurada, pelo que deixou de fazer, não por aquilo que fez…

  7. Que as pessoas aumentam os feitos da Inquisição, disso não temos dúvida.
    Mas não vejo conciliação entre tortura (seja pelo motivo que for) e o amor de Cristo.

    • Meu caro, a tortura era um instrumento Jurídico da época e a Igreja Católica foi a primeira instituição a contestar esse instrumento juridico- isso ninguém fala- prisioneiros preferiam cair nas mãos da Santa Inquisição do que cair nas mãos dos tribunais civis.

      Henry Charles Lea, historiador protestante :
      Os tribunais civis eram muito mais cruéis.

      Prisioneiros acusados perante tribunais seculares, ocasionalmente preferiam cometer crimes que caíam na jurisdição
      da Igreja e serem entregues à Inquisição

      Henry Kamen: prisões da Inquisição eram mais confortáveis que as prisões seculares

      Como pode vê caro Ricardo, a Santa Inquisição não é esse monstro pintado pelos inimigos da Igreja Católica.O Tribunal da Santa Inquisição foi um avanço civilizacional para o Ocidente.Os erros que foram cometidos não foram cometidos pela Igreja Católica e sim por católicos apostatas que desobedeceram a Santa Mãe Igreja.Condenar a Igreja Católica pelos erros dos católicos que apostaram e a desobedeceu é o mesmo que acusar à Medicina pelos erros cometidos por médicos (não tem lógica).

      Todas essas calunias e difamações que a Santa Inquisição sofre nada mais é que fruto dos hereges que se associaram com os iluministas.

      Um alerta para os católicos água com açucar, onde tiver reunidos hereges, pagãos e ateus a Santa Igreja Católica Apóstolica Romana será caluniada e difamada.

      Já que a maioria esmagadora do cléro hodierno (pós-conciliar) se acovarda e deixa de defender a Santa Mãe Igreja Católica, cabe a nós leigos defender Nossa Mãe.

      In Corde Jesu, semper.

    • *apostataram

  8. Toda vez que o Júlio afronta a Igreja, alguém o coloca em seu lugar: o banco dos hereges e dos reis da contradição. Já levou lições em seu próprio blog mas insiste em dizer asneiras e hostilizar a Igreja. Esses crentes são adestrados para nos chamarem do que são: de idólatras e servos do diabo.

    Tivéssemos a Inquisição a toda, a maldita maçonaria, os protestantes e os marxistas já seriam fósseis.

    Malditas pátrias protestantes, berços da usura e da impiedade: Grã-Bretanha (e sua colônia americana), Holanda, Escandinávia, Alemanha luterana, Suíça calvinista. Terras de piratas, marxistas, liberais, assassinos, fraudadores, gananciosos, ladrões, banqueiros, drogados, prostitutas, pornográficos, satanistas, pervertidos e de pervertores.

    Quanto menos católico nosso país se torna, mais parecidos com eles nos tornamos.

    Parabéns pelo ótimo texto! A moça escreveu muito bem! Ótima equipe!

  9. QUEM COMBATE A IGREJA CATÓLICA ODEIA A CRISTO! Cl 1,18; Cl 1,24; Ef 1, 22-23; 1 Cor 12.12+.
    O QUE HÁ DE PONTOS COMUNS ENTRE MAÇONS-COMUNISTAS-PROTESTANTES E JUDEUS (DE TEL AVIV)…
    HOUVE ERROS GRÁFICOS: ALGUMAS VEZES EM SEU BESTEIROL, O JULIO REDIGIU “CATÓLICO” POR “CAÓTICO”! Vejam suas frases:
    … Muitos dos abusos envolviam enriquecimento do clero católico à custa de temores religiosos do povo. – E OS PASTORES QUE ENGANAM MULTIDÕES COM DOUTRINA HERÉTICA E FALSOS MILAGRES, E AINDA APOIAM MARXISTAS, HEM?
    Lutero ficaria espantado com a existência hoje de uma igreja luterana, ou até mesmo com a influência que ele teve no mundo ocidental. Durante toda a sua vida, Lutero se opôs à criação de uma igreja independente. Ele viveu e morreu basicamente como “católico,” apesar da excomunhão. CLASSIFICO-O COMO MAOMÉ II – TROCOU CAÓTICO POR CATÓLICO.
    A vasta maioria dos evangélicos do Brasil não veria nada de evangélico em Lutero ao ler os livros que ele escreveu. Em contraste, a maioria dos católicos veria nele um “católico.” DE EVANGÉLICO DE FATO NADA POSSUI, MAS HEREGE; DE NOVO TROCOU A PALAVRA CAÓTICO POR CATÓLICO.
    Os evangélicos hoje que apoiam a terra de Israel como herança divina dos judeus entendem que Lutero e a Reforma não são a palavra final para nossa vida com Deus. Nem sempre a Reforma e Lutero estavam em harmonia com a Palavra de Deus: TODO REINO DIVIDIDO CONTRA SI MESMO NÃO SUBSISTE. Mc 3,24
    Em seu artigo “Lutero, os Reformadores, e Nossa Senhora,” o estudioso católico Felipe Aquino, ligado à televisão católica Canção Nova (REDE PENTECOSTALISTA PROTESTANTE CANÇÃO NOVA) mencionou Madre Basiléia, freira luterana da Irmandade Evangélica de Maria que o confirmou. POR SEREM RELATIVISTAS, CADA UM TEM SEU PONTO DE VISTA EXEGÉTICO; ESSA COINCIDIU NESSE CASO.
    … Mas nem igrejas nem grandes personalidades devem ser a palavra final para nossa relação com Deus. QUE AMOR FRATERNAL E CONFIANÇA UNS PARA COM OS OUTROS, HEM? CADA QUAL TEM SEU “MAGISTERIO” PARTICULAR…
    Apesar de ver Maria como “Mãe de Deus,” Lutero, até onde sua caminhada espiritual conseguiu chegar, já não a via mais como “mediadora” para “ajudar” na intercessão dos cristãos. Lutero e outros reformadores eram exemplos de homens que estavam buscando. Mas se cometermos o erro de os imitarmos em tudo, cairemos em graves pecados, inclusive sobre os judeus e Maria… COMO TEM FÉ NO PAI DE SUA SEITA, LUTERO, HEM? POR O ACUSAR DE INFIEL, FAZ-SE DE JUIZ!
    AO JULIO SEVERO E AOS SEUS RELATIVISTAS IRMÃOS DE FÉ PROTESTANTES QUE TANTO SE “AMAM”:
    Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Gl 5:15
    E, se Satanás expulsa a Satanás, está dividido contra si mesmo; como subsistirá, pois, o seu reino? Mt 12:26
    Quanto ao mais, na II Grande Guerra, 99% dos pastores protestantes alemães eram espiões do nazi-comuno-marxista Hitler e sua vitória nas urnas deveu-se aos Estados protestantes, tá?

  10. Quem usar as redes sociais, divulgue este artigo de todo esclarecedor! Talvez pelo menos uma alma perdida nas mentiras modernas pode, ao conhecer pelo menos a verdade sobre a Inquisição e as justificações da Igreja, se converter e se salvar.

  11. Sugiro o livro “A Inquisição em seu Mundo”, de João Bernardino Gonzaga.

    Usemos um pouco de lógica. Os inquisidores não estavam a caça de hereges pra queimar. Relaxar um herege para o braço secular (pois a Inquisição poderia perdoar ou relaxar um herege, depois passando-o para o tribunal laico para ser novamente perdoado ou condenado) era, no fundo, um fracasso na missão de converter o herege à verdadeira Religião. Por isso, o número de penitenciados é imensamente maior que o de relaxados.

    Mas, pensemos, mesmo aqueles que foram condenados a morte não devem ser para nós motivo de aflição. A mentalidade é bem diferente, e não cabe a nós dizer se foi bom ou ruim, porque simplesmente FOI. A melhor opção é entender como algumas pessoas sentiram a necessidade de instituir um tribunal como este. Lembremo-nos que “foro privado” é invenção recente. Um cristão tinha o âmbito doméstico, mas não era o privado que conhecemos hoje; daí, regulamentar o que é certo e errado pensar ou fazer dentro do Matrimônio.

    Em uma sociedade corporativa como a medieval e, em parte, a moderna, os pecados de um trazem prejuízo ao todo, assim como o exemplo de um edifica a todos. Daí a necessidade do auto-de-fé ser uma cerimônia pública, que era levada a sério a ponto de autoridades civis e religiosas terem que se despojar de suas insígnias antes de receberem a pena. Não foi, enfim, como alguns querem dizer, uma perseguição terrorista e impulsiva que poderia matar qualquer um, a qualquer momento. O processo que poderia chegar à condenação à morte era devidamente regularizado, tinha um procedimento a ser seguido, tal qual a pena de morte de hoje.

  12. Quanto ao uso da tortura, não faz sentido exigir daquelas pessoas a compreensão negativíssima do uso da dor e da violência tal qual temos hoje, que é muito, muito recente. É anacrônico. O uso de violência, em maior ou menor nível, tá aí há muito tempo e só há relativamente pouco tempo é que frearam mais isso. Mas com certeza isso não era tão chocante como é hoje. É claro que ninguém gostava de ser torturado, mas ninguém gosta de ficar na prisão, ou de castigo, etc. O importante é que era considerado legítimo.

  13. É engraçado quando as pessoas criticam a Inquisição e os padres pedófilos num mesmo comentário. Com certeza uma Inquisição hoje teria métodos diferentes (afinal, a tortura não era “monopólio” da Inquisição; na verdade, ela foi só mais uma a usá-la em um mundo em que isso não era violação de direitos) e esse problema de padre pedófilos talvez nem sequer existisse.

  14. Se Júlio tivesse o minimo de honestidade intelectual saberia que a Inquisição foi um grande ato pró-vida. Cátaros também eram conhecidos como a seitas dos abafadores, pois faziam sufucamento por meio de travesseiros. Achavam que a mulher grávida estava em estado de posssessão diabólica e por isso deveria ser morta e faziam jejuns tão severos que maioria morria de inanição. E tudo isso partiu da onde?! Adivinha! Da SOLA SCRIPTURA. Agora também deveriamos lembrar da existência da Inquisição Protestante, das mortes vindas da espadas dos ingleses anglicanos. Da morte de Miguel Cervet by John Calvino, em 1553 e do saque de Roma em 1527. Bem que Pe Pio dizia que o protestantismo tem dois pais Lutero e Lúcifer e seus filhos são iguaizinhos aos pais, só dão para mentir.

  15. “… o número de execuções reais de hereges pelo braço eclesiástico foi MUITÍSSIMO inferior ao que se apregoa nos meios de comunicação anticatólicos ” – posso estar errado, mas até onde aprendi, não houve execuções pelo braço eclesiástico. Quem executava a pena de morte era o braço secular.

  16. Estou passando por problemas na família e estou com muita ira, porque a “banda” protestante da família aproveita a fragilidade dos demais para “ganhar mais um fiel” (não estão nem um pouco preocupados em resolver mesmo o problema). Daí, quando vejo os nomes “Malafaia”, “Júlio Severo” e cia, a minha raiva aumenta mais ainda pela hipocrisia desses fariseus travestidos cristãos (que não são). Aproveito o comentário para suplicar aos irmãos católicos que acessam o “Fratres”, que, por caridade, rezem pelo meu irmão e seu casamento. Muito obrigado, de antemão.

    • Conte com nossas orações, Rogério!

      Quanto às torturas, a mentalidade liberal só tolera a dos marginais. Esses podem decretar estado de sítio, toque de recolher, pena de morte sem julgamento, tortura e assassinato de desafetos ou denunciadores, ataques terroristas contra policiais, temporada aberta para roubos e estupros, etc. A autoridade civil honesta e a Igreja são os inimigos dos filhos do diabo.

  17. Ferreti, talvez seria pertinente a leitura do texto “Carta aberta ao senhor Júlio Severo sobre a incongruência da militância protestante contra o aborto e o homossexualismo.” http://subsidiariedade.wordpress.com/2010/01/03/carta-aberta-ao-senhor-julio-severo/
    Ele é de minha autoria.

  18. Pelo pouco que li do Blog do Julio Severo, percebi: ele, apesar de ser considerado (creio eu) um conservador, sempre que pode, dá uma cutucadas nos católicos conservadores….tipo nesse post: http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/10/uma-resposta-carismatica-crise.html. Em que ele critica os conservadores por se preocuparem mais com as expansão dos movimentos carismáticos, do que com a expansão da T e mostra, uma certa simpatia com os movimentos neopentecostais. Qual é a dele? Ele diz que saiu do protestantismo, de uma igrejapresbiteriana, mas parece que a contaminação protestante não saiu dele. Seus argumentos são de um protestante: “Católicos não podem se esquecer da inquisição…” como neste outro post dele: http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/10/a-inquisicao-o-papa-e-o-suspiro-de.html. Em que mesmo que sem explicitar muito, ou sem querer, se coloca no seu pedestal de Protestante que não participou da inquisição e se separa dos Católicos, dizendo: “Aconteceu isso na Igreja de vcs…” foi assim que entendi…Creio que foi esse post dele que suscitou a resposta da Teresa Freixinho. Qual é a dele, hein?

  19. Amigo leitor Rogério Amaral, estamos rezando por você. Já passei por problema semelhante: quando descobrem que você é Católico, e está passando por alguma dificuldade, os evangélicos/luteranos “caem matando”, aproveitando aquela fragilidade momentânea…

  20. A tortura e o assassinato de discordantes não pode ser defendida, nem minimizada, nem justificada. Quem tenta fazer qualquer uma dessas coisas presta um desserviço à Igreja. O Beato João Paulo II fez muito bem ao pedir desculpas em nome da Igreja pelos erros cometidos por alguns, inclusive por autoridades eclesiásticas ao longo da história da Igreja. Jesus ensinou a amarmos os nossos inimigos, não a matá-los nem torturá-los.

    Como condenarmos a prisão, tortura e assassinato de cristãos por regimes religiosos autoritários se tentamos colocar panos quentes sobre os erros tão graves de membros de nossa Igreja em uma história remota? Vamos dizer que estes regimes precisam ser compreendidos em seu contexto, vamos dizer que são poucos os cristãos presos e torturados por sua fé discordante do status quo?

    Precisamos ser coerentes em nosso pensamento. Ou somos pró-vida ou não somos. Ou somos realmente cristãos e defendemos o amor ao próximo e o respeito ao seu direito à vida ou não defendemos.

  21. Julio Severo é outro apedeuta que se digna a julgar a História do alto da cátedra da ignorância e do império da má-fé. Quem quiser entender melhor sobre a inquisição, aqui vai o link de um texto excelente que eu traduzi há algum tempo atrás:
    http://www.exsurge.com.br/apologeticas/inquisicao/textosinquisicao/averdadesobreainquisicaoespanhola.htm

  22. Prezados leitores do Fratres.

    Salve Maria.

    Há algum tempo eu gostaria de fazer uma pergunta aos senhores e acabei encontrando neste artigo o momento apropriado. O que vocês pensam da chamada “Direita” no Brasil? É possível haver uma união entre católicos (tradicionais), “católicos”, maçons, protestantes, ateus e etc contra a esquerda, por um Brasil melhor? Vocês acham que mesmo a Direita sendo contra o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo e etc, ela (a Direita) seria a favor do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo? Eu creio que não. Então qual deveria ser a posição nossa de católicos (tradicionais) em relação a Direita? Apoiá-la ou afastando-se dela? O que vocês pensam. Salve Maria.

  23. Júlio Severo é um cara que consegue acusar os árabes de anti-semitismo, como se os árabes também não fossem semitas.

    Quanto a questão colocada ““Como combater a cultura da morte, do socialismo, homossexualismo e feminismo estando à vontade com a heresia?””, ela é bastante justa, porque a heresia é a cultura de morte por excelência. Mas em se tratando de socialismo, comunismo e liberalismo, vários grandes apologistas católicos demonstram que eles tem sua origem exatamente no protestantismo. Então, me parece que é hora de explicitar isso para que Júlio Severo e outros saibam aonde estão e do que estão falando.

  24. Um herege que defende o genocídio sionista se pronunciar contra a Santa Inquisição é no mínimo hipocrisia.

  25. Júlio Severo poderia estudar mais sobre as consequências do protestantismo, em especial do calvinismo que é o berço da mente revolucionária, esta heresia que está destruindo a civilização ocidental. Como diz Chesterton “as ideias cristãs enlouqueceram” e a semente desta loucura nasceu na cabeça dos nossos “irmãos separados”.

  26. Primeiramente, gostaria de agradecer as respostas sábias da Teresa. Ela foi na “mosca” desmascarando todos falsos argumentos do senhor Júlio. Hoje dado o despreparo intelectual das pessoas, podemos perceber quanta inverdade, é dita por este mundo afora. Precisamos estar convictos que existe uma máfia, trabalhando dia e noite para crucificar a doutrina católica. A Santa Igreja, a grande benfeitora da humanidade, é ridicularizada pelos seus inimigos. Santo Agostinho chega a dizer: “Se a Santa Igreja não tivessem uma finalidade sobrenatural. Só o bem que Ela faz, disciplinando os homens aqui na terra, seria suficiente a Sua existência neste mundo.” A baderna que assistimos todos os dias nos meios de comunicações. É devido o afastamento da Lei de Deus e da Santa Igreja. Só ratificando os diversos artigos que foram escritos aqui neste blog. Devemos acrescentar, Que a Inquisição, foi o melhor remédio na Idade Média para combater os hereges. Muitos deles se converteram antes da morte; devido este ato misericordioso do estado, na condenação dos mesmos. Se não houvesse a Inquisição, certamente nações inteiras tinham abandonado o cristianismo. Então, podemos dizer que tudo que a Inquisição fez é santo e bom? Tudo que é humano, tem defeito. Como o exemplo, a condenação de Santa Joana D\arca. Sendo que o seu processo foi todo malicioso e comprometido. A Santa Igreja, à levou ao berço dos altares. Provando assim, a veracidade dos fatos. Uma coisa que toda pessoa que tem a “cabeça no lugar”, deve perguntar? Ué! Qual a causa dos inimigos falar tanto contra a Inquisição? Será porquê eles não condenam o comunismo, que ensanguentou a terra, matando milhões de pessoas na Rússia, China, Cuba… ? Será que esta gente é “burra” demais; ou é pura malícia?
    Joelson Ribeiro Ramos.

  27. Os protestantes estão mais divididos do que nunca. Na verdade, já não lhes é possível unidade nem liderança mais ampla, mas o engraçado é que criticam uns aos outros, assim como a torre de Babel na Igreja Católica e não se tocam de que foram eles, com o “sola scriptura” ou o “cada um interpreta como quiser”, por orgulho contra a delegação do Senhor a Pedro, que causaram tais democracia e relativismo contra a Verdade. E, agora, do lado dos inimigos que mais odeiam Cristo, vemos todos rigorosamente obedientes à cartilha do líder “iluminado” dos globalistas. Tudo isso comprova o que sempre ensinou a Igreja Católica: não obedecem a Deus, obedecerão ao dinheiro e o diabo nada mais faz do que imitar o esquema de Deus só que ao contrário, razão pela qual assistimos o mundo obedecer o inominado “papa” do anticristianismo, o qual ainda será substituído pelo anticristo em pessoa, para mais comprovar que Deus fez tudo certo pela autoridade necessária ao bem do homem, da Igreja e das nações. Deus permite essas coisas, que São Paulo disse necessárias, para calar qualquer possibilidade de refutação no dia do juízo universal contra o orgulho humano. Na verdade, Deus julga o que por si já foi julgado. Levantará Deus a Voz e dirá: “Não obedeceram por orgulho a Pedro a quem Eu mesmo deleguei” e nós todos já saberemos no que é que deu pelos fatos históricos e suas consequências que vivenciamos e todos bateremos no peito, querendo castigar o próprio orgulho…Mas haverá os mais orgulhosos ainda que dirão: “Mas, Senhor em teu nome expulsamos demônios e fizemos prodígios”…

  28. Digam ao Júlio Severo que Kant, Hegel e Marx são filhos de Lutero, assim como Darwin, Freud e as revoluções francesa e comunista e a maçonaria, porque Lutero mostrou que o orgulho do povo (mesmo o considerado “humilde”) tinha aderido ao gosto de desbancar a autoridade, já que a ignorância tinha se tornado bastante. Digam ainda que inquisição cruel foi a negra dos calvinistas e que a Igreja Católica tantava salvar mais do que tudo ante a ânsia civil e popular para condenar e matar. Mandem ler a intervenção de São Domingos na Inquisição por relato próprio e os livros que se multiplicam para acabar em vão com este mito e com outros tantos de Darwin, Marx e companhia. Eles não querem ler a Verdade nem se exigem qualquer isenção. Agora, é só com Deus…

  29. Esse Julio Severo costuma escrever muito boas coisas em seu site. Mas as críticas contra a Santa Inquisição entram na vala comum das besteiras que dizem contra a Igreja. Só mostra desconhecimento ou má intenção.
    A perseguição contra a Igreja é sem dúvida a mais violenta e mortal da história da humanidade. São tantos os casos que daria para se fazer uma enciclopédia. A inquisição japonesa contra os cristãos no século 17 perseguiu e matou quase toda população católica da ilha, com uma certa ajuda dos protestantes holandeses.
    Recomendo ler: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/%E2%80%9Ce-os-milhoes-mortos-pela-santa-inquisicao%E2%80%9D-perguntam-e-eu-respondo/

    • E ainda uma ajuda suplementar dos Estados Unidos no século XX, dizimando com suas bombas atômicas os dois maiores redutos do catolicismo japonês: Hiroshima e Nagasaki. Terá sido mera coincidência?

  30. Aproveitando o ensejo, há um site de Apologética que oferece um índice de calúnias e blasfêmias contra a Igreja refutadas. Há alguns textos com linguagem agressiva dos quais não concordo, mas a proposta no geral é interessante.

    http://caiafarsa.wordpress.com/

  31. Julio Severo É UM HEREGE e o Olavo ajudou a criar essa cobra quando pediu ajuda financeira para ele e apoio total!. Agora vão ter engolir o vômito da cria.

  32. Sinceramente, amados irmãos, não compreendo por que razão o nosso Fratres perde tempo em replicar as bobagens dos hereges protestantes, cujas seitas afundam a cada dia mais, inclusive nos próprios países protestantes, quando temos um combate tão duro e tão decisivo a ser travado dentro da Santa Igreja, que é a batalha pela Tradição. Júlio Severo até tem lá algumas idéias corretas sobre negação do aborto e outros temas conservadores, mas no fundo não deixa de ser um herege, isto é, alguém que não aceita a autoridade e o magistério da Igreja Católica (A ÚNICA VERDADEIRA, FUNDADA NA SUCESSÃO DO TRONO DE PEDRO), despreza a Comunhão dos Santos e considera que as interpretações duvidosas que as seitinhas protestantes fazem da Palavra de Deus, inclusive a sua seitinha (batista), estão acima da Filosofia Católica e da obra dos Doutores (Deus!). Existe hoje toda uma biblioteca sobre Inquisição. Se o sujeito continua a acreditar em tolices e a divulgar tolices, ou está movido pela ignorância, ou pelo ódio à Igreja.
    Irmãos, querido Ferreti, não percamos tempo com as bobagens de hereges protestantes, pois temos muito o que fazer dentro da Santa Igreja. O dia em que essa gente – caudatários das idéias nefastas que levaram à divisão da Cristandade – resolverem se curvar, reconhecer o seu erro e admitir a autoridade da Santa Igreja, iremos conversar. Até lá, quero distância de protestantes – já nos bastam os hereges e os cismáticos que estão infiltrados na Igreja…

  33. LG, não é só Julio Severo que acredita nas mentiras sobre a Inquisição. Muitos católicos também vão nessa linha. Acho interessante que o tema seja tratado. Dom Estevão Bettencourt escreveu uns 3 opúsculos sobre o tema. Os cátaros eram precisamente os Black Blocs da época. Não eram hereges bobinhos. Eles arrastaram centenas de pessoas, pregavam até mesmo o suicídio. Então, não se pode pintá-los como coitadinhos injustiçados. E foram os governantes da época os primeiros incomodados, porque além do tumulto que causavam, eles não queriam cumprir suas obrigações civis.