Sinal dos tempos…

Nova reitora de universidade católica promete fomentar a ‘inclusão’ de homossexuais

A recém empossada reitora da Universidade de St. Thomas, vinculada à Igreja Católica Apostólica Romana, em St. Paul, Minnesota, Julie Sullivan.

A recém empossada reitora da Universidade de St. Thomas, vinculada à Igreja Católica Apostólica Romana, em St. Paul, Minnesota, Julie Sullivan.

ST. PAUL, Minn., 27 de setembro de 2013 (LifeSiteNews.com) – A recém empossada reitora da Universidade de St. Thomas, vinculada à Igreja Católica Romana, em St. Paul, Minnesota, é a primeira na História em mais de uma maneira – não apenas ela é a primeira mulher a ser selecionada como chefe da universidade, ela é também a primeira leiga.

Com a posse de Julie Sullivan, St. Thomas quebrou a tradição de mais de 100 anos de confiar somente a padres a missão de liderar a universidade. Sullivan chamou sua posse de “um sinal dos tempos” e não perdeu tempo em demonstrar seu comprometimento com a mudança radical para a instituição de 10.000 alunos.

Sullivan foi manchete esta semana graças ao seu discurso de abertura, em que prometeu fomentar a “inclusão” para homossexuais declarados e pareceu endossar o “casamento” do mesmo sexo, que foi legalizado recentemente em Minnesota apesar da forte oposição da Igreja Católica.

“Causa-me pena pensar que um aluno, funcionário ou membro da faculdade que seja gay alguma vez não se sinta bem-vindo ou sinta a necessidade de “se esconder” em St. Thomas,” disse Sullivan.  “Como nos recorda o Papa Francisco, não somos chamados a julgar. Somos chamados a amar e apoiar todos em nossa comunidade independente de sua orientação sexual. E, eu poderia acrescentar, independente do gênero de seu cônjuge.”

Ativistas homossexuais aplaudiram as observações de Sullivan.  Danielle Tschida, um calouro em St. Thomas que coordena o grupo UST Allies de defesa gay no campus, disse ao Pioneer Press que a primeira coisa que pensou ao ouvir o discurso de Sullivan foi “Legal! Temos uma nova aliada.”

 

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25 Comentários to “Sinal dos tempos…”

  1. Tempos… bergoglianos…
    Usquequo Domine?

  2. Sinal dos tempos = ir contra a tradição = perda da identidade. Confusão geral.

  3. É interessante como ela se utiliza da autoridade do Papa Francisco para “justificar” suas palavras.
    A eleição deste Papa também é um grave sinal dos tempos (de muita desgraça).

    • Pois é, ela apenas não se utiliza das palavras do Papa que em suas declarações pede para acolhermos os homossexuais como pede o Catecismo, que deve balizar nossas ações, mais também ACRESCENTA seu pensamento, como se fosse o uma continuação do pensamento do Papa, conforme esta declaração dela “Como nos recorda o Papa Francisco, não somos chamados a julgar. Somos chamados a amar e apoiar todos em nossa comunidade independente de sua orientação sexual. E, EU PODERIA ACRESCENTAR, independente do gênero de seu cônjuge.”. O Papa em seus pronunciamentos, apesar de não ser unanimidade, e algumas vezes deixar margem para interpretações dúbias, sempre deixou claro que é filho da Igreja, e justifica seu posicionamento de acordo com o Catecismo da Igreja Católica, entretanto essa senhora é apenas uma Reitora, mais já se acha no direito de “doutrinar”, temos de estar de olhos abertos e concordo com ela no seguinte aspecto, isso sim é um “sinal dos tempos”.

  4. Eu só me pergunto onde foram parar aquelas vozes que quando se trata de Católicos tradicionais, levantam a voz pra gritar: OBEDIENCIA!!
    Se houvesse mesmo autoridade competente nos quadros eclesiásticos, essa energúmena não seria admitida numa Universidade Católica sequer pra fazer faxina!
    Vejamos então o que disse João Paulo II ( agora elevado às honras dos altares) sobre as Universidades Católicas:

    13. Uma vez que o objectivo de uma Universidade católica é garantir em forma institucional uma presença cristã no mundo universitário perante os grandes problemas da sociedade e da cultura, [16] ela deve possuir, enquanto católica, as seguintes características essenciais:

    1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal;

    2. uma reflexão incessante, à luz da fé católica, sobre o tesouro crescente do conhecimento humano, ao qual procura dar um contributo mediante as próprias investigações;

    3. a fidelidade à mensagem cristã tal como é apresentada pela Igreja;

    4. o empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objectivo transcendente que dá significado à vida. [17]

    E continua:

    28. Os Bispos têm a responsabilidade particular de promover as Universidades Católicas e, especialmente, de segui-las e assisti-las na sustentação e na consolidação da sua identidade católica também no confronto com as autoridades civis. Isto será obtido mais adequadamente, criando e mantendo relações estreitas, pessoais e pastorais, entre a Universidade e as Autoridades eclesiásticas, relações caracterizadas por confiança recíproca, colaboração leal e diálogo contínuo. Embora não entrem directamente no governo interno da Universidade, os Bispos « não devem ser considerados agentes externos, mas sim participantes da vida da Universidade Católica ». [27]

    Prosseguindo:

    “Quando for necessário, a Universidade Católica deverá ter a coragem de proclamar verdades incómodas, verdades que não lisonjeiam a opinião pública, mas que no entanto são necessárias para salvaguardar o autêntico bem da sociedade”.

    Finalizando:

    § 1. As presentes Normas Gerais baseiam-se no Código de Direito Canónico, [42] do qual são um desenvolvimento ulterior, e na legislação complementar da Igreja, permanecendo válido o direito de a Santa Sé intervir, onde for necessário. Estas Normas valem para todas as Universidades Católicas e para os Institutos Católicos de Estudos Superiores em todo o mundo.

    http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_constitutions/documents/hf_jp-ii_apc_15081990_ex-corde-ecclesiae_po.html

  5. Papa Francisco (como citado) vai pagar por esta. O Papa é rei e juiz universal e ainda das sentenças do mesmo na terra não cabe recurso mais do que todas as outras e veio dizer que não quer julgar. Porque a multidão diz a Cristo que não quer que Ele reine sobre ela e, então, pede que O crucifiquem de novo, como disse Nossa Senhora em Salete. O homossexualismo (prático) é pecado contra a Castidade e por modo de aberração e aberração contra o plano de Deus para um não preterimento de Deus (maior bem e infinito) em prol das miseráveis e passageiras paixões carnais. Vivenciado é exterior e uma conduta que por si só dispensa o juízo sobre sua intenção para ser reprovável. É Caridade com a alma ensinar-lhe o valor e o mérito da abstinência e da mortificação, a santa violência dos eleitos ao céu, que o papa tem de pregar e pedir como fez Cristo e como deu o exemplo, chamando-nos à Sua Missão. Cristo, então, é recusado frontalmente e o fato denuncia que um elemento estranho adentrou-se como parasita no catolicismo. Se, em contrariedade, dizem que somos (ou sou) fundamentalista, como parece querer alertar o Frei Beto, ótimo para mim e para os verdadeiros fiéis. Fundamento, alicerce, é mesmo feito por mandamentos, ordens de Deus, a maior autoridade que Se Revelou. E ser fundamentalista católico é morrer na Cruz com Nosso Senhor ou, sem medo, ficar ao pé da Cruz como Nossa Senhora, não é como outros fundamentalistas da “religião da paz” ou da religião laicista que conseguem da multidão fechar seus olhos e seus ouvidos ante o genocídio cristão que ocorre em várias partes do mundo com banho de sangue e/ou com supressão de identidade mas do que apenas de cultura.

  6. Realmente ninguém deve julgar condenando já ao inferno os homossexuais ou qualquer pessoa que seja, mas omitir os pecados dos gays, condescender com eles e agir como se fossem normais é falta grave, é um pecado mortal também, porque é como se incentivasse uma pessoa a ir para o inferno, além de uma mentira evidente.

    Como esta senhora é reitora de uma universidade, não é por ignorância que ela diz essas coisas, ela sabe muito bem como a Igreja sempre viu o assunto.

    Não acho que se deve negar que homossexuais entrem em escolas ou universidades católicas, mas eles devem ser incluídos para que educadores sérios possam orientá-los e reconduzi-los ao sentido da vida humana, pois essas pessoas sofrem na verdade de desordens, de desvios, como tendências ao alcoolismo e à obesidade, porém mais graves, óbvio. Uma boa catequese e uma educação segundo a Doutrina Católica podem orientar mesmo os gays a uma vida de santidade, só que a inclusão deles nessa universidade tristemente não aparenta ser para isto. Também é impossível encontrar uma escola ou universidade católica hoje…

    Que Deus tenha piedade da senhora Julie Sullivan e de todas as pessoas que difundiram esse pensamento de incluir pecadores sem a missão de convertê-los.

  7. Obrigado Papa Francisco!! Obrigado pelas suas palavras inconsistentes e dúbias!

  8. Muito bem…Papa atual…Continue com suas “sábias” e “caridosas” entrevistas…Com seus dircursos inebriantes melosos para o “mundo que jaz sob o maligno”…

    Estamos só no começo de como vossas palavras são belas e começam a produzir frutos…e que frutos…

    Nem um dos seus antecessores mais liberais do século passado, Montini, disse palavras tão agradáveis ao “mundo que jaz sob o maligno”…

    Deus nos defenda dessa era franciscana….

  9. O Fratres é o primeiro site que acesso todo dia. Bem, preferiria não ter lido isso tão cedo.
    Adveniat regnum tuum, Domine!

  10. Incluí-los, como uma forma de ajudá-los a deixarem essa aberração que é o homossexualismo, é uma coisa; incluí-los para ‘aceitarmos eles do jeito que são’, é outra, algo verdadeiramente criminoso diante de Deus, diante do qual todos temos e teremos responsabilidades, contas a acertar.

    A verdadeira dignidade humana está em função de nossa participação na vida divina que, nesta vida, implica em uma conformidade moral aos desígnios de nosso Criador e Redentor, Nosso Senhor Jesus Cristo, Segunda Pessoa da SS Trindade.

    Disso acima, dessa compreensão, decorre a deificação de nossas vidas, exemplificadas pelos santos.

    Já foi dito que a Verdade tem todos os direitos, enquanto que a mentira não tem direito algum: o homossexualismo, doutrinal e prático sempre foi e será uma proposição maligna e, portanto, por assim dizer, ‘filha do pai da mentira’: uma proposição que não goza de direitos.

    Está na hora da sujeira liberal ser varrida para fora dos ambientes Católicos.

    Chega!

    Salve Maria Puríssima, sem pecado concebida.

  11. Chesterton dizia que a tolerância é tudo o que resta depois que a pessoa perdeu todos os seus princípios. São Pio X, por sua vez, definia o Modernismo como a síntese de todas as heresias e seus adeptos (no caso da Magnífica reitora da Universidade de St. Thomas, Ms. Julie Sullivan) são os mais perigosos inimigos da Igreja, pois coisa alguma poupam da verdade católica e constituem um rito de passagem para o ateísmo.

    Uma democracia que perde sua consciência moral se transformará em totalitarismo, como está acontecendo com os EUA (Obama: o “Big Brother” light, o “admirável mundo novo”…). Interessante: essa Nova Era vê “fundamentalismo”, “intolerância”, “homofobia” em toda a parte, em quantidade muito maior que as bruxas ou hereges vistas pelos inquisidores medievais. Pior. O iluminismo teve a audácia de chamar de “Idade das Trevas” a “Idade da Luz”, a idade da fé!

    Então, vamos às estatísticas dos EUA: o suicídio de jovens cresceu 5.000% desde os anos 50, metade de todos os casamentos comete “suicídio” (DIVÓRCIO), a terça parte das crianças americanas é assassinada por suas mães antes de nascerem, os médicos funcionando como assassinos de aluguel, ou seja, 99% dos assassinatos dos EUA são cometidos pelos médicos. Pergunta-se: isso é PROGRESSO?

    Uma nova e verdadeira “idade das trevas” está surgindo, a “idade da razão”… Não é preciso ser profeta para prever o destino desse caminho. Se Deus não responder a essa cultura de morte e relativismo moral com um julgamento, então Deus não é Deus! A misericórdia divina tem limites: não se pode perdoar porque não admite CULPA. Aliás, Deus não foi compassivo com os cananeus, que faziam seus filhos “passar pelo fogo”, sacrificando-os aos ídolos.

    As sociedades que mais duraram na história foram todas altamente moralizadas: a confucionista (2.100 anos), a islâmica (1.400 anos), a judeu-cristã com a Lei de Moisés (3.500 anos). Nenhuma sociedade oficialmente secular, sem uma base religiosa, sobreviveu por mais de 72 anos (veja-se o caso da URSS).

    O fim da moralidade é patrocinado pelas moscas de Belzebu, que através da Blitz educacional e midiática nos agride em todos os lugares, pairam zumbindo sobre o lixo imundo que a sociedade está se transformando. Esses “experts” sociais são os moldadores de mentes: os “educadores” (escolas e ou mídia). Eles, por sua vez, são treinados por psicólogos e sociológos, os novos “gurus”, o segmento mais antirreligioso da sociedade: verdadeira religião não organizada, de missionários cuja causa é retirar a religião das pessoas e substituí-las pela nova religião da Luxúria, da Ganância e do Orgulho (vide paradas do “orgulho gay”… Nota: o orgulho é um dos 7 pecados capitais).

    Concluindo: No fundo de tudo isso, está a negação da transcendência, ou seja, “tira-se Deus da jogada”. Negando-se o Deus criador, nega-se a natureza humana, nega-se a fraternidade entre os homens e nega-se a lei moral que Ele inscreveu no coração dos homens, a consciência que lhes deu.

    Preparemo-nos, irmãos, para o martírio. O drama da história da salvação consiste na guerra entre o bem e o mal. Se olharmos seriamente para o livro do Apocalipse, veremos que a história da civilização não está destinada a culminar em uma utopia (São Sir Thomas More), um esclarecimento e paz, mas sem trevas e guerras, um paroxismo do mal: a “Grande Tribulação”, inimaginavelmente angustiante. A título de exemplo, nos EUA já existem dezenas de Campos de Concentração à moda nazista (saiba mais: FEMA), bem como milhões de Caixões encomendados pelo governo do ‘Big Brother’, assim como milhares de Drones sobrevoando os céus do globo terrestre armados até os dentes.

    Das Minas Gerais,

    Renato e família.

    • “A título de exemplo, nos EUA já existem dezenas de Campos de Concentração à moda nazista (saiba mais: FEMA),”

      Pode pf esclarecer melhor este ponto?

  12. Tudo isso acontece também com o respaldo da arquidiocese local, infelizmente.

    Paz e Bem

  13. Como ela disse, tudo com a benção do Papa Francisco.

  14. Sinal dos tempos … finais!

    Não percamos os últimos capítulos do final dos tempos.

  15. Pedro Leitão,

    Basta consultar no google: campos de concentração fema

    Qq dúvida, avise-me.

  16. Será que o Bispo do lugar terá o mesmo pulso que o Cardeal D. Cipriani Thorne, de Lima, para esclarecer a situação?

  17. Se as coisas que eu leio atualmente fossem publicadas na década de 80 para trás as pessoas tratariam o assunto como se fossem notícias humorísticas.

  18. E o impressionante é que quem é católico, realmente católico, não consegue espaço em lugar nenhum. Muito provavelmente deve existir centenas que são muito mais qualificados que esta mulher e que seriam recusados.

  19. Anderson S Verçosa, o pior é que, desgraçadamente, a maioria dos católicos faz como você: “bebe o veneno achando que é água”. Quantos católicos assim o fazem desde o famigerado IIo Concílio do Vaticano. O Papa disse para não julgar e condenar; ai vem modernistas e (católicos de fé morna, quase gelada) dizer que devemos aceitar o pecado do homossexualismo e a conduta dos homossexuais. (Quero acreditar que você não apoia os “beijaços” de gays em frente aos templos católicos)

  20. Depois da CNBBização do Vaticano, agora é PUCnização das universidades católicas mundo a fora.

  21. Causas geram consequencias. Palavras dúbias vindas do Papa dão frutos. Simples assim.

  22. Palavras dúbias vindas do Papa dão frutos.Simples assim.Ricardo 2 disse tudo.