Nota de Esclarecimento Pastoral à Comunidade Católica de Campos.

Nós Bispos e Pastores próprios da Diocese de Campos e da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, vimos a público para esclarecer a população católica, a todos os cristãos e pessoas de boa vontade, o nosso posicionamento a respeito da PL 122 e seus substitutivos (incluindo o substitutivo ao PNE)a respeito da homofobia:
Condenamos toda violência, discriminação e preconceitos contra as pessoas homossexuais.

Defendemos a acolhida, a pastoral da diversidade onde estas pessoas possam expressar suas buscas e como todo cristão viver a fé e a conversão.

Questionamos, no entanto, estes projetos porque criminalizam a opinião e a adesão à antropologia cristã e à teologia revelada sobre a família e o casamento, confundindo crime de ódio com a legítima exposição do pensamento, aliás, fundamental para o Estado de Direito.

Não pode ser relegada ou confinada ao âmbito das Igrejas, ao interior das sacristias, a liberdade de expressão e consciência, pois sem elas não existe mais liberdade religiosa no país e rasgaríamos o art. V da Constituição, enveredando para um totalitarismo de gênero.

Ao serem aprovados estes projetos, longe de se proteger a comunidade “homo-afetiva”, serão acrescentados pretextos para o ódio discriminatório, que todos repudiamos. 

Era o que tínhamos a manifestar em defesa da verdade e do bem comum. 
Deus abençoe a todos/as!

Dom Roberto Francisco Ferrería Paz 
Bispo Diocesano de Campos 

Dom Fernando Áreas Rifam
Administração ApostólicaPessoal São João Maria Vianney 

Fonte: Folha da Manhã

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33 Comentários to “Nota de Esclarecimento Pastoral à Comunidade Católica de Campos.”

  1. Senhores bispos, defender a “pastoral da diversidade” é como dar um tiro no próprio pé.

    Olhem o que esse pessoal prega :

    https://www.facebook.com/DiversidadePastoralSP

    Isso é ruptura !

  2. D. Rifan dando tudo que os gays querem sob a aparência de um ‘catolicismo tradicional’. A ‘Pastoral da Diversidade’ é conhecida por unir duplas homossexuais, não por levá-los à continência e à Fé. Essa declaração é colocar a Fé ‘na reta’ e tirar de si a responsabilidade. Quanto Cristo mandou dar a outra face era a nossa própria, não a dos outros.

  3. Como diria Olavão, que p. é essa?

  4. “Condenamos toda (…), discriminação (…) contra as pessoas homossexuais”.
    Bem, deduz-se disso que uma dupla gay pode ter os mesmos direitos que um casal heterossexual – afinal é “toda discriminação”!
    No outro parágrafo se defende a “teologia reservada ao casamento”.
    Como podem ser tão confusos em tão poucas linhas?

  5. Dom Rifan apoiando pastoral da diversidade? Não falta mais nada. E ainda defende a não discriminação a gays. Imaginem isso em uma escola católica. ” Olha se aparecer um gay aqui contratem hein” …Dom Rifan é a decepção em pessoa!

  6. È lamentável, que dois bispos que se dizem católicos, defender com tanta delicadeza os famosos direitos dos gay. É claro que todo mundo, deve ter caridade com todos eles. Ensinando, e mostrando aos mesmos, que Deus é misericordioso, sempre espera a conversão de todos nós. Que todos nós somos pecadores. Mas é preciso que façamos à nossa mudança de vida. Que devemos abandonar o pecado. Sobretudo este pecado, que é, um dos pecados que bradam os céus. Que façam penitência, procurando um padre prudente e sábio para orienta-los; para mudar de vida. Deus é infinitamente misericordioso, mas odeia o pecado. Vejamos os exemplos dos Evangelhos: “Vai e não peques mais”. Com este palavreado mole, covarde, frio destes dois bispos. Quem vai querer se converter? Não falam uma palavra de mudança de vida, da virtude da pureza, da castidade… Certamente eles esqueceram disso à muito tempo. Isto é munto lamentável e escandaloso. Como fica o “negócio” do pecado de omissão? Será que eles ainda lembram disso?
    Joelson Ribeiro Ramos.

  7. Seremos castigados mais que Sodoma e Gomorra!

  8. Não nos esqueçamos que “Deus aborrece, igualmente, o ímpio e a sua impiedade. (sab. 14,9) e “Ainda que pisasses o néscio num gral, como se pisam os grãos de cevada com um pilão, não separarias dêle a sua estultícia”. (prov. 27,22.) “E cuja misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem (Luc. 1,50).
    Espero que isto esteja sendo ensinado na Patoral da Diversidade

  9. “Pessoas Homossexuais” ( como se Deus tivesse criado um terceiro gênero de pessoas!), Homofobia ( como se a aversão natural e sobrenatural à toda forma de perversão sexual fosse um pecado!), Pastoral da Diversidade, “Homo-afetividade”…etc.
    Fala sério! Toda vez que ouço esses termos e jargões da Militância Homossexual sendo pronunciados pela boca de membros da hierarquia Católica, a primeira coisa que me vem em mente é a cena do Conselho de Elrond na trilogia Senhor dos Anéis:

    — Nunca antes uma voz ousou pronunciar palavras nessa língua em Imladris, Gandalf, o Cinzento — disse Elrond, quando a sombra passou e o grupo pôde respirar outra vez.
    — E esperemos que ninguém jamais fale essa língua aqui de novo —respondeu Gandalf.

    Em sua Carta Aberta ao Papa Francisco, a jornalista e autora do livro The Rite of Sodomy, critica duramente o Papa por ter usado essa mesma linguagem em entrevista a jornalistas mundanos:
    http://www.renewamerica.com/columns/engel/131110

    “A guerra de que falo é a guerra para livrar os fiéis Católicos e outros homens e mulheres civilizados no mundo inteiro das forças da perversão sexual organizada. Estas forças são os inimigos da cruz de Cristo, cujo fim, como nos diz o Apóstolo São Paulo “ é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas. (Filipenses 3:19).
    O Homossexualismo Militante ou “Lobby Gay”, tem total consciência de que o controle da língua ou manipulação semântica significa o controle da forma de pensar, já que pensamos em termos de palavras. As palavras parecem determinar os pensamentos que temos. A linguagem exerce o controle, uma forma de condicionamento pavloviano com o qual o lobby homosexual busca mudar a forma dominante da realidade

    Diferente de como é utilizada a palavra homosexual ou o termo tradicional, sodomita, a palavra “gay”é utilizada pela militancia e por seus simpatizantes para denotar uma “resistência consciente aos desdobramentos homofóbicos e heterossexuais das relações de poder”.
    Se trata de uma tarefa da militancia homosexual para transformar o homosexual ou sodomita em simplesmente um “homem gay” e para definir, controlar e validar a autêntica identidade homosexual, o comportamento e todos os demais aspectos da chamada “vida gay”.
    […]a conclusão que se chega é que em qualquer guerra, a estratégia verbal é tão importante quanto a estratégia militar. Este axioma estabelece que todos os combatentes da Fé, sobretudo aqueles em posição mais elevada na hierarquia Católica JAMAIS deveriam utilizar a linguagem do inimigo, salvo quando se é necessário mencioná-la entre aspas ou explicadas previamente como prólogo ou citação por alguém qualificado.

    Por seu uso repetitivo e pela aceitação do gayspeak ( linguagem e termos da militancia homosexual) Vossa Santidade se colocou contra as forças de Cristo e se alinhou mesmo que de forma inconsciente ao “Gay Lobby” mundial. Pelo uso e aceitação do gayspeak, acabou por validar e promover a causa do Homossexualismo Militante em todo o mundo.

    Não é de se estranhar portanto, que o grupo pro- homosexual ingles QUEST tenha elogiado o uso da palavra “gay” pelo Sumo Pontífice como “um momento de Pentecostes para a Igreja, comparando-o com a teofonia na qual o Espirito Santo desceu sobre os Apóstolos instruindo-os a falar em novas linguas”.

    Meu conselho para vocês da hieraquia é simplesmente esse: “Basta, parem com isso já”.

  10. Essa é a hegemonia gramsciana, mais hegemônica que nunca: mesmo para discordar da reivindicação legal do movimento gayzista, é necessário mostrar-se simpático aos objetivos gerais do movimento, isto é: impor à sociedade a normalidade da conduta homossexual (“pastoral da diversidade”).

    Eu confesso que já não sei mais se isso é falta de culhões ou pura e simples cumplicidade com o crime.

  11. Que nota bonitinha… com pastoral da diversidade e tudo.

  12. Temos que ficar atentos ao GAYSPEAK, produto dos laboratórios de reengenharia social dos partidos comunistas; como Satanás, eles sabe enrolar veneno em confeitos adocicados, distribuí-los e aos poucos vai matando sujeito, sem que ele perceba.
    Assim sucede com EUFEMISMOS, palavras que dizem uma coisa rude de uma maneira suave, mas significa o mesmo, e os comunistas, como vivem de mentiras e subversão, são exímios doutores na arte de trapacear.
    Além de muitos sacerdotes que se desviaram da Igreja – como os marxistas da TL e os apoiadores de carismatismo protestante – ainda enfrentamos a ditadura dos comunistas, culpa dos “Católicos” que votam neles, como no PT.
    Acredito que os sr. bispos em especial, assim como muitos padres, precisariam conhecer mais a fundo os efeitos deletérios do MARXISMO CULTURAL que entrou na Igreja e na midia geral e se defenderem dele usando novas táticas, nunca adotando seus palavreados enganadores gayspeakers e fazedores das cabeças das pessoas; 2 mestres no assunto são o Pe Paulo Ricardo e Olavo de Carvalho.
    DECÁLOGO DE LÊNIN: 2º mandamento dos comunistas: “Infiltre, e depois controle toda a mídia de comunicação em massa”.

  13. É como se dissessem: “veja, gente… eu tenho RESSALVAS com relação ao PL 122, mas eu NÃO SOU HOMOFÓBICO, OK??? Sou a favor dos gays sim, não me caluniem! Sou católico e de direita, mas sou limpinho!”.

  14. FRATRES;
    Mas para quê tanto escândalo?
    Estes senhores bispos estão em plena comunhão com a igreja conciliar, onde “Deus é dez!” e onde “tudo é possível”, afinal, todo mundo é bom e vai se salvar… Não é assim que o papa Francisco afirma?
    Logo, não nos escandalizemos, pois eles são “tutti buona gente!”
    Os bispos ingleses também ficaram em “plena comunhão ” com o dissoluto Henrique VIII, de infeliz memória, para conservar seus dízimos, sua posição e seu conforto pessoal…
    Assim passa a glória do mundo…
    Escandalizarmo-nos para quê?
    Rir para não chorar…
    Daí, diante de toda essa palhaçada (e que os Palhaços me perdoem!) faço aquela perguntinha incômoda:
    ESSA IGREJA CONCILIAR É SÉRIA?
    Não precisam ficar me xingando… basta refletir!
    Boa semana a todos!

  15. A prática homossexual É PECADO. Ponto final. Vamos simplificar as coisas. Ou os Evangelhos não valem mais nada?

  16. Pois é, Márcia, só que certas pessoas que fazem comentários críticos por aí nunca leram o Catecismo da Igreja Católica, porque ele é fruto da “igreja conciliar”, como eles dizem.
    Não compreendem a palavra misericórdia e sempre interpretam da pior forma possível as palavras, seja do Papa ou dos bispos.

    • Nivaldo Júnior, “misericórdia” é amar o pecador e odiar o pecado. O que essas pastorais querem fazer é integrar homossexuais na Igreja sem demovê-los do vício hediondo da sodomia.

    • Sim, Rogério, entendo da mesma maneira que você. O que questiono é a generalização, dizer que todas as pastorais agem dessa maneira errônea. Existem pessoas com reta intenção que trabalham nas pastorais, assim como existem os mal formados que fazem estrago.

  17. O ovo da serpente voltará nesta terça-feira dia 17/12, depois que o plenário do Senado suspendeu na noite da quarta-feira (11) a votação do PNE (Plano Nacional de Educação), que deveria entrar em vigor em 2011.

    Por isso diga NÃO a ideologia de gênero assinando a petição para os senadores brasileiros:

    http://www.citizengo.org/pt-pt/1260-diga-nao-ideologia-genero-em-nosso-sistema-educacional?sid=MzI5ODYyODM2NTA0NDIx

  18. Mais do que surpreendido, fiquei assustado com a ruptura entre as diretrizes havidas no tempo de Dom Antônio de Castro Mayer e as atuais de Dom Rifan: totalmente opostas. É difícil acreditar que essa grande parte do clero não esteja agindo com pleno conhecimento de causa e plena adesão ao ideal socialista, anti-cristão, ao contrário da imensa maioria dos ditos católicos, inocentes úteis, que sustentam o PT.

  19. Entro aqui e fico sabendo que existe uma “pastoral da diversidade” e fico pensando qual seria o proprosito de um negocio desses. Nao tem uma pastoral do chifre tb nao, pra receber e afagar os adulteros?

    Depois leio que “soh santos nao precisam de pastoral”. Fico pensando nos pobres Cristaos que passaram pelo mundo nos 1960 anos anteriores a esta invencao, certamente eram todos santos porque nunca precisaram de tal coisa.

  20. Será que o exemplo de Sodoma e Gomorra não serve para nada? Lá Deus se cansou deste tipo de vida depravada e fez cair fogo do céu. Na pastoral da diversidade não é pregado nenhum tipo de conversão, mudança de vida e penitência por essas ofensas ao Bom Deus (veja aqui: https://www.facebook.com/DiversidadePastoralSP). Era bem melhor estes dois bispos terem permanecido calados.

  21. Nivaldo e aqueles que não entenderam a crítica :

    Uma coisa são grupos de apoio ao homossexuais para que busquem em Deus a ajuda necessária para mudar de vida, como o courage, por exemplo. Isso é bom ! Deve ser apoiado.

    Agora, pastoral da diversidade é bandalheira, tendo o movimento glbt como base de idéias.

    São movimentos distintos nos objetivos.

  22. Aqui vai um exemplo claro da linguagem dúbia e contraditória do Vaticano II:

    2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. “A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar”.
    Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves ( PECADO GRAVE QUE CLAMA AO CÉU POR VINGANÇA) (103) a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados» (PECADO GRAVE QUE CLAMA AO CÉU POR VINGANÇA)(104). São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

    Agora, depois de já ter dito, numa linguagem eufemística, reduzindo o máximo a gravidade do delito, que tal fenômeno não tem explicação científica, os autores desse Catecismo modernista me saem com essa pérola:

    2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas.

    Em algumas traduções chega-se ao absurdo de dizer: “um número não negligenciável de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais inatas.”
    Randy Engel, jornalista e autora do livro “Rito da Sodomia” escreveu recentemente uma Carta Aberta ao Papa Francisco onde denuncia a responsabilidade da Igreja Conciliar por esse lamentável estado em que chegamos.
    A Carta em sua íntegra pode ser lida aqui:
    http://www.renewamerica.com/columns/engel/131110
    Eu tive o cuidado de traduzir apenas um pequeno trecho onde ela faz duras denúncias contra a Igreja Conciliar por suas ações que favoreceram a ofensiva do Homossexualismo Militante em todo o mundo Católico:

    “Frequentemente ouvimos dizer que “o homem moderno perdeu o sentido do pecado. Mas gostaria de acrescentar que “o homem moderno perdeu totalmente o sentido de horror à perversão”. Em nenhum lugar essa acusação ou falta dela, fica mais em evidente do que no tratamento da Igreja pós-conciliar, que não apenas se solidariza e simpatiza com indivíduos praticantes desse vício, sem arrepender-se de tal pecado contra a natureza, como também com o homossexualismo militante, tanto dentro como fora da Igreja.
    Qualquer um que examinar cuidadosamente os documentos relacionados ao tema do homosexualismo e a pederastia nos documentos após o Vaticano II, verá que a Santa Sé e muitas Conferencias Episcopais, especialmente a Conferencia Nacional de bispos Católicos dos Estados Unidos promoveram descaradamente um incentivo aberto ao Homossexualismo Militante por quase 40 anos.
    Pessoa humana – Declaração sobre algumas questões de ética sexual, publicada pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), em 29 de dezembro de 1975, sob o reinado de Paulo VI, ele mesmo acusado de ser vítima do vício contra a natureza, e que teve papel importantíssimo na mudança de paradigma da Igreja com relação ao homosexualismo, deu ao Homossexualismo Militante sua primeira grande vitória na Igreja Pós-Conciliar.
    Ao fazer uma comparação fictícia entre tendencias homossexuais transitorias ou ao menos não incuráveis e a homosexualidade como resultado de “uma especie de instinto inato ou de constituição patológica julgada incurável,” as autoridades do Vaticano deram credibilidade à alegação dos conhecidos propagandistas do Homossexualismo Militante de que os “homossexuais nascem assim”.
    Quando a CDF decidiu tentar corrigir o erro alguns anos mais tarde, na Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre a atenção pastoral às pessoas homossexuais”, o Homossexualismo Militante já havia usado e abusado de tal princípio pela máquina da propaganda.
    Infelizmente o documento de 1986 também foi problemático desde o seu início com o uso infundado do termo “pessoa homosexual”. Verdade é que não existe criatura como a tal “pessoa homosexual”. Deus não criou “pessoas homossexuais”, da mesma forma que não criou pessoas para serem ladras ou sado-masoquistas.
    Deus criou o homem à sua imagem e semelhança com uma mente racional e uma alma imortal. Ele deu ao homem um mandato para existir e o livre arbítrio para que esse escolha viver sua vida de acordo com a Ordem estabelecida por Deus ou rechaçar esta Ordem como fazem os gnósticos em sua tentativa de criar sua própria realidade.
    A Igreja pós-conciliar tomou um caminho equivocado quando adotou o conceito de “pessoa homosexual” e precisa corrigir o quanto antes esse erro. Vocês precisam começar a se abster de fazer qualquer referencia a “pessoas homossexuais”.
    Com efeito, foi devido a esse proxenetismo da Igreja Conciliar favorecendo as forças da perversão organizada é que crianças, homens e mulheres, leigos e religiosos Católicos foram despojados sistematicamente da repulsa natural e sobrenatural que qualquer pessoa normal sente quando depara com qualquer tipo de perversão sexual.
    Como já dizia o poeta inglês, Alexander Pope:

    O vício é um monstro de horrível aparencia
    que requer ser odiado e não existir;
    Todavia, visto demasiado e frequentemente, seu rosto nos torna familiar,
    Primeiro sofremos por sua causa, em seguida o toleramos e finalmente o abraçamos.

  23. O problema é que não é isso que as “pastorais da diversidade” pregam.

  24. E aqui vai uma linguagem clara na voz de um dos grandes santos do passado a respeito desse vício:

    Livro de Gomorra de São Pedro Damão é um tratado sobre a sodomia e pederastia clerical , o abuso dos Sacramentos das Santas Ordens e as penitências exigidas para bispos , sacerdotes e religiosos acometidos por esse vício na Igreja Católica Romana durante o século 11.

    São Pedro Damião declarava já naquela época que “o vício da sodomia supera a enormidade de todos os outros vícios, pois infalivelmente, ele traz a morte para o corpo e destruição da alma. … Ele abre o inferno e fecha os portões do paraíso. É …este vício que viola a temperança , mata a modéstia , estrangula a
    castidade , destroi a pureza e a virgindade. Este vício exclui o homem da Assembleia da Igreja Gloriosa para para associá-lo à assembléia dos demônios. Esta rainha do reino de Sodoma torna aqueles que obedecem às leis de sua tirania infames diante dos homens e repugnantes aos olhos de Deus. … Ela retira de seus cavaleiros a armadura da virtude, expondo-os a serem perfurados pelos dardos de todos os vícios. Ela humilha seu escravo na Igreja e condena-o no tribunal divino, ela contamina-o em segredo e lhe traz desonra em público, ela corrói a sua consciência como um verme e consome sua carne como fogo. Este homem infeliz (ele) é privado de todo o senso moral , sua memória falha e sua visao se torna escurecida. Sem se importar com Deus, ele também se esquece de sua própria identidade . Esta doença destrói o fundamento da fé, enfraquece a vitalidade da esperança, dissolve o vínculo da caridade. Faz desaparecer a justiça, destrói a virtude da fortaleza, remove a virtude da temperança e obscurece os limites da prudência.”

    Como podemos ver, São Paulo, São Pedro Damião, São João Crisóstomo, Santa Catarina de Siena e tantos outros santos que escreveram duras palavras de acusação contra os que se entregam a esse vício, hoje seriam rotulados de “homofóbicos” e condenados por esses impostores da Igreja Conciliar como promotores da discriminação e preconceitos contra as “pessoas homossexuais”.

  25. “…como todo cristão viver a fé e a conversão…”
    Para criticar ou para interpretar errado é muito fácil fingir que não se vê esta parte…
    É como dizer: “vós que sofreis da inclinação antinatural, ou que já praticais os pecados daí decorrentes, vinde encontrar forças para isto abandonardes; vinde se quereis mudar de vida; vinde se quereis a salvação”.
    Todavia o termo pastoral da diversidade é complicado. Uml grupo que toma este nome no outro estado, SP, tenta conciliar o inconciliável. Talvez seja necessário que os bispos expliquem o que querem dizer com essa tal pastoral, para que os fiéis não se confundam pensando que se trate deste outro grupo.

  26. Vejo que se pode esperar tudo do bispo Rifan, mesmo uma espantosa retomada das posições tradicionais no caso mais espantoso ainda de uma improvável conversão da hierarquia. Sua Excelência segue a correnteza, é a “coisa morta” no rio a que aludiu Chesterton.

    Um artigo esclarecedor de dom Tomás de Aquino OSB sobre a personalidade do Administrador Apostólico: http://www.beneditinos.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=132:suplemento-7&catid=69:suplementos&Itemid=116#_ftn1

    “Que Deus nos preserve de fazer o mesmo, nós que, por nossa fragilidade, podemos cair ainda mais baixo. Atualmente Dom Rifan é amigo daqueles que condenaram Dom Lefebvre e Dom Antônio. Ele chama João XXIII e João Paulo II de beatos. Ele é amigo dos liberais, daqueles que destronaram Nosso Senhor e que promovem a descristianização da sociedade.” (D. Tomás de Aquino Ferreira da Costa).

  27. Este sim fez a coisa na medida certa (e não usou de meias palavras):

    Dom Antonio Rossi Keller sai na frente e publica Nota Pastoral sobre o “Plano Nacional de Educação”.

    DOM ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER

    PELA GRAÇA DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA

    BISPO DE FREDERICO WESTPHALEN (RS)

    NOTA PASTORAL

    A respeito do PLC 103/2012

    “Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus os criou, homem e mulher os criou” (Genesis 1,27)

    Irmãos e irmãs da Diocese de Frederico Westphalen, e homens e mulheres de boa vontade.

    A todos envio minha saudação no Senhor a quem ansiosamente esperamos, celebrando o Advento.

    No próximo dia 11 de dezembro, quarta-feira, o Senado Federal votará o PL 103/2012, o Plano Nacional de Educação, que será o parâmetro educacional para todas as escolas em nosso país.

    Mediante um esforço conjunto entre membros da Igreja Católica e das Comunidades de confissão Evangélica, o Sen. Álvaro Dias (PSDB – PR) apresentou um relatório que conseguiu excluir o termo “ideologia de gênero” que constava no projeto original proposto pelo MEC.

    No entanto, o Sen. Vital do Rëgo (PMDB – PA), da base governista, reintroduziu o mesmo conceito no projeto substitutivo, como se lê em seu próprio texto:

    Art. 2o – São diretrizes do Plano Nacional de Educação:

    “III – A superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”.

    Segundo os teóricos da “ideologia de gênero”, os indivíduos não se devem submeter àquilo que chamam de “ditadura do próprio corpo”, ou seja, à sua própria identidade biofísico-sexual (que eles denominam de sexismo), mas precisam se libertar, inventando seu próprio GÊNERO, o próprio papel social que se queira assumir (masculino, feminino, andrógino, transgênero ou algum outro que se possa conceber). Analisando a trajetória de países como a Suécia, este pode ser o primeiro passo da construção de todo um sistema dissolvente da identidade sexual das próximas gerações.

    As consequências desta teoria são funestas para uma autêntica visão antropológica do ser humano. Além disso, tal teoria, que então seria a base do ensino em nossas escolas sobre a identidade sexual, propõe um novo modelo de família, não mais fundada na união entre homem e mulher, mas legitima outras formas de famílias, consequentemente reconhecendo o chamado “casamento homossexual”. Na vigência deste princípio, a sociedade não mais se organiza a partir das diferenças patentes existentes entre homem e mulher, mas sim nas diversas possibilidades de sexualidade…

    Ora, tal visão é incompatível com a fé cristã, porque “subestima a realidade biológica do ser humano. Reducionista, supervaloriza a construção sociocultural da identidade sexual, opondo-a à natureza”. (Keys to bioethics, da Fundação Jerôme Lejeune, pg. 68).

    Tratando-se de um Projeto de Lei, todas as escolas (mesmo as confessionais) precisariam se adequar, caso fosse sancionado, sob pena de serem acusadas de promoverem a desigualdade e a discriminação. Por isso, precisamos reagir como cidadãos que vivem a fé cristã, e solicitar de nossos representantes que atendam ao pedido do povo brasileiro, profundamente avesso a estas práticas, não aprovando este Projeto de lei da forma como está sendo apresentado.

    Seria importante que cada diocesano e cada pessoa de boa vontade, cidadão com direito de se manifestar, entrasse em contato com os senadores de nosso estado, e o fizesse imediatamente. Resta-nos pouco tempo. As famílias brasileiras contam com a nossa prontidão.

    Abaixo, coloco os nomes, telefones e endereços eletrônicos dos senadores gaúchos em exercício, para que aqueles que puderem, possam manifestar sua opinião contrária à aprovação deste Projeto de Lei Complementar.

    Ana Amélia de Lemos
    telefone: (61) 3303 6083
    FAX: (61) 3303.6091
    correio eletrônico: ana.amelia@senadora.leg.br

    Paulo Renato Paim

    telefone: (61) 3303-5227/5232
    FAX: (61) 3303-5235
    correio eletrônico: paulopaim@senador.leg.br

    Pedro Jorge Simon

    telefone: (61) 3303-3232
    FAX: (61) 3303-1304
    correio eletrônico: simon@senador.leg.br

    Desejando a todos, já antecipadamente, um Feliz e Santo Natal do Senhor, abençoo-os,

    + Antonio Carlos Rossi Keller

    Bispo de Frederico Westphalen

  28. Humildemente, não creio que uma pastoral clássica seja frutuosa para um pecado de foro tão íntimo. As pastorais da sobriedade são importantes porque tratam um problema social, enquanto pecados contra a castidade devem ser tratados no recolhimento de um confessionário.

    “Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus.” (I Cor 6, 9-10)

  29. Estou certo que nem a doutrina comunista, nem os comunistas, nem a doutrina nazista, nem os nazistas, eram 100% errados, maus de modo absoluto.Porque o mal é a ausência de bem e qualquer mal concreto sempre é suportado por algo, que é em si um bem( uma arma, uma faca, a boca, palavras, etc).Assim como o Cardeal Bergoglio diz não se ofender por alguém chama-lo marxista, porque,embora o marxismo esteja errado, ele conheceu pessoas marxistas boas, podemos dizer que o nazismo é mau, porém que existiram nazistas que eram boas pessoas. Aquele que disse: quando ouço falar em cultura( ele se referia aos começos da desconstrução cultural, de 1910 em diante, com a arte moderna, etc) ,sinto vontade de levar a mão ao revólver, talvez fosse uma boa pessoa.Quem somos nós para julga-lo?. Hoje em dia, quando ouvimos falar de “pastoral”, talvez sintamos algo similar.As ” pastorais da juventude” de várias paróquias e entidades são, não raramente, meras atividades recreativas, de organização de festinhas, passeios, ruidos imitando orações em capelas, algumas vezes acompanhados de palmas, risos, exclamações, evitando-se escrupulosamente falar em castidade, generosidade, alegria cristã MESMO, penitência, humildade, pecado, salvação. Hoje em dia, existe pastoral para quase tudo. Chegará o dia da ” pastoral do mal hálito” . E porque não pensarmos na Pastoral da Homofobia, na Pastoral do Seguidores dos Dez Mandamentos( aqueles fundamentalistas que falam em não roubar, guardar castidade, honrar pai e mãe, estas bobagens ultrapassadas), na Pastoral dos Fieis Heterossexuais Monogâmicos? Ou na Pastoral dos Condenados pelo Mensalão, na Pastoral dos Chatos, dos Fingidos, dos que buscam a Santidade, dos Crentes na Presença Real Eucarística? Não será que estes ultrapassados ingênuos também merecem a Sagrada Inclusão? Porque somente incluir os boiolas, os servidores de dois senhores, os que querem ser capa de revista?