Quo vadis, Domine? Reverente e filial Mensagem a Sua Santidade o Papa Francisco do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.

Movimentos que combatem obstinadamente a propriedade privada, inclusive por meio de ações violentas, são convidados a participar de reuniões em importantes organismos da Santa Sé e um deles é recebido pelo Pontífice

Dirijo-me a Vossa Santidade em meu duplo caráter de Príncipe da Casa Imperial do Brasil e ativo participante da vida pública de meu País, para lhe externar uma grave preocupação concernente à causa católica no Brasil e na América do Sul em geral.

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23 Comentários to “Quo vadis, Domine? Reverente e filial Mensagem a Sua Santidade o Papa Francisco do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.”

  1. Quo vadis, Domine? Pedro indo na contramão de Cristo.

    O Papa diz que é contra a TL mas suas atitudes lhe afagam. Há 2000 anos, isso era chamado de farisaísmo.

  2. Sábias palavras as de Sua Alteza. Percebe-se nitidamente o abismo que separa mentes ilustradas e piedosas como a sua das daqueles que, infelizmente, nos governam.

  3. O Brasil com dois príncipes que valem a ouro e a CNBB a criar e aplaudir pessoas comunistas como o Stédile.

    Será que o Papa Francisco continuará a deixar que comunistas que querem o fim da propriedade privada sejam promovidos e ordem como os Franciscanos da imaculada sejam perseguidos.

  4. Lembro-me do comentário do professor Hermes sobre a matéria do frei Cláudio:

    “Muito triste tudo isso. Frei Cláudio articula para que seus apaniguados levem mais asseclas à missa, para mostrar que tem “popularidade” e aí se sentir forte para falar o que quiser, para defender a “sua” igreja progressista, dando a “sua” interpretação de Igreja. Suas conhecidas heresias se tornam assim justificadas por que tem popularidade, e com isso os que deveriam agir para defender a sã doutrina, se acovardam. Esta tem sido uma estratégia para garantir o avanço ainda mais dos lobos progressistas no seio da Igreja.”

    “https://fratresinunum.com/2014/02/09/apos-polemica-frei-volta-a-celebrar-missa-em-bh-e-numero-de-fieis-dobra/#comments”

    Gostaria de concodar com o professor e acrescentar:

    A quem mais interessa a pemancia do Frei Claudio? Ao governo brasileiro. Estão acampandos, o MST, do lado de fora, no estacionamento do Estadio Nacional Mané Garrincha, em barracas de otima qualidade e serviços de alimentação e transportes dados pelo governo local e federal.

    Então professor, esse Frei serve aos interesses governamentais e aos interresses politicos dos neos-iscariotes do vaticano.

  5. Tive hoje informações de que frei Evaldo foi neutralizado. Que a recomendação é de que nada mais seja feito em relação a frei Cáudio. “Não se mexa mais no vespeiro!”, disseram. Frei Evaldo sise que não tem como agir, não tem apoio dos de cima. O lobo ficou solto e desimpedido para continuar a fazer o que quiser, com seus “black block”.

    • Não me estranharia, embora peça a Deus que não, que esse Frei Evaldo, desgostoso com seus superiores e sem apoio dos de cima, acabe deixando a vida religiosa. Seria mais um a engrossar as estatísticas.

    • A Arquidiocese de BH seria receptiva à TL pelo fato de existir um programa na TV Horizonte o “Questões de fé” em que se distribuem livros do Pe Libanio, residia lá, CDs e livros do dirigente da “Direção Espiritual da Canção Nova, Pe relativista Fabio de Melo e obras literárias do TeeLista Zé Vicente e lá reside o emérito Dom Zumbi, D José M Pires que esteve no ultimo congresso da TL e aguentarem esse desenfreado Claudio van Balen ( tradução do holandês = Claudio do Fardo ) por esse tempo todo, um fardo muito pesado…

  6. Corrigindo o comentário anterior: frei Evaldo disse que não tem como agir (…) enquanto o lobo ficou solto e desimpedido para continuar a fazer o que quiser, com seus “black bloc”.

  7. PARABÉNS!!! ALELUIA! PARABÉNS!

    PARABÉNS, SUA ALTEZA REAL, DOM BERTRAND DE ORLÉANS E BRAGANÇA!

    PARABÉNS, digno representante da Casa Real Luso Brasileira, descendente dos nobres, e intrépidos, os corajosos lusitanos! Parabéns!

    Até que enfim, um brasileiro corajoso, com respeito, e bastante atualizado, escreveu para o Bispo de ROMA!

    Tomara que o Bispo de ROMA, ao ler a missiva, excelente por sinal, reflita sobre o tema…!!Amém!

  8. Mariana, concordo com suas palavras sobre Dom Bertrand de Orléans e Bragança. Como eu fiquei feliz em saber que temos um irmão católico de tão alto nível. Vou ficar atento à resposta do Santo Padre.

  9. Pois é, enquanto isso, o comunismo via os TeeListas van Balen da vida vai adentrando a Igreja cada vez mais, os altos hierárquicos, salvo uma meia dúzia são oponentes aguerridos e se manifestam contrarios de forma contundente, com temos exemplos.
    Apesar de serem aderidos ao relativismo protestante, composto de altos e baixos, Malafaia tem estado muito mais atuante que varios do episcopado brasileiro, idem o deputado Marco Feliciano e agora uma verdadeira fera, a Shererazade no mesmo itinerario, mesmo o Julio Severo das confusões entre protestantes na querela do cessassionismo das revelações; apesar disso, alfineta os comunistas e anti cristãos de forma contundente, passando a perna em muito hierárquicos católicos.
    Que vergonha, como temos estado omissos!

  10. Horror…
    Nossa Senhora de La Sallete, rogai por nós.

  11. Não tinha me atinado para uma série de coisas que tomei conhecimento graças a essa Carta do Príncipe. Colocam as coisas no lugar, esclareceu-me e pus a perguntar: onde esse Papa quer nos levar? Pela Carta do Príncipe ele quer nos levar para um regime tirânico do tipo cubano. Receber toda sorte de agitadores, mandar vídeo, mensagem para essa gente não é sinal claro de que os apóia bem como os seus desígnios funestos? Um papa incentivando movimento comunista? Quando que ia imaginar uma coisas dessas, mas é preciso ficar esperto, pois os fatos estão a dizer isso.
    Agora o que fazer? A Carta do Principe orienta nos a não rebelar, mas a dizer a verdade de modo respeitoso e cortês, mas dizer o “preto no branco”.
    Vou espalhar essa “Filial…” para os mais de cem pessoas da minha lista.
    Não custa perguntar: Será que o Papa vai responder? Vai convidar para um encontro ou mandar um vídeo ou uma mensagem para o Sr. Principe? Devia, pois se recebeu agitadores, com muito mais razão deveria receber um nobre representante de uma Casa Imperial do maior País católico da terra. Se o Papa responder peço a vcs do “Fratres” postar aqui.

  12. Caríssimos irmãos,

    Recentemente o Santo Padre advertia contra os falsos profetas e o espírito do Anticristo.

    (vide https://fratresinunum.com/2014/01/09/papa-adverte-contra-os-falsos-profetas-e-o-espirito-do-anticristo-contra-eles-humildade-e-servico/ ).

    No entanto, recordo agora duas postagens antigas do FratresInUnum, ambas traduções de textos do Venerável Arcebispo Fulton Sheen. Decidi relembrar algumas passagens desses dois artigos, pois é interessante verificar como essas falas proféticas de Fulton Shen encaixam-se com o tom dos dois últimos artigos aqui postados, quer este, o “Quo vadis, Domine?”, a respeito da carta de Dom Bertrand de Orleans e Bragança ao Papa, quer o “Motus in fine velocior” do professor Roberto de Mattei.

    No primeiro texto intitulado “Se eu não fosse Católico…”, há a alusão de como saber se estamos no caminho certo, na Igreja certa.

    “Procure a Igreja que em tempos de intolerância (contra a sã doutrina,) os homens dizem que deve ser destruída em nome de Deus, do mesmo modo que os que crucificaram Cristo julgavam estar prestando serviço a Deus.”

    Ainda nesta Igreja não deve haver espaço dialogal para com as vontades do mundo:

    “Procure a Igreja que o mundo rejeita porque ela se proclama infalível, pois foi pela mesma razão que Pilatos rejeitou Cristo: por Ele ter se proclamado a si mesmo A VERDADE. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo assim como Nosso Senhor foi rejeitado pelos homens. Procure a Igreja que em meio às confusões de opiniões conflitantes, seus membros a amam do mesmo modo como amam a Cristo e respeitem a sua voz como a voz do seu Fundador.”

    (vide: https://fratresinunum.com/2013/12/04/se-eu-nao-fosse-catolico/ ).

    No último texto, com nome “De Anticristo ele não será chamado”, o venerável arcebispo fala da calamidade em torno da religião do anticristo, ou seja, do crescimento de uma doutrina vazia de Doutrina, de crescimento vão e cheia de auto-vontades, a oposição clara entre todas as vontades humanas e a vontade de Deus.

    “Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra-Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Antiscristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino. Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de de Cristo.”

    Por fim,

    “Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra-igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra de Moscou sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial.” (vide: https://fratresinunum.com/2013/12/03/de-anticristo-ele-nao-sera-chamado/ ).

    Cabe saber quem a exemplo de São João restará aos pés da Cruz.

    Um ótimo e abençoado dia a todos.

  13. Comentário ao que escreveu Max em 11 fevereiro, 2014 às 8:42 pm.

    Belo Horizonte está mesmo na contramão da doutrina católica. Além do tristemente famoso Frei Cláudio, temos também o Pe. José Cândido que apresenta o programa “Questões de Fé”, na TV da Arquidicese desta mesma cidade.

    Vejam por si mesmos: “Padre se compromete com agenda gay em programa de televisão da Arquidiocese de Belo Horizonte”:

    Questões de Fé – Programa de 18 de maio de 2013 (parte 1)

    A respeito desse vídeo, há um excelente artigo em :
    http://www.jornadacrista.org/padre-se-compromete-com-agenda-gay-em-programa-de-televisao-da-arquidiocese-de-belo-horizonte/

  14. Será que o papa vai receber a carta? Se receber vai ler? Se ler vai responder?

  15. Concordo “in totum” com a carta do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Todavia, sugiro que Sua Alteza imperial, como “ativo participante da vida pública de meu país”, mobilize a sociedade civil organizada (OAB, MPF, STF, IMPRENSA, MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA, PARTIDOS POLÍTICOS…) com vistas a denunciar e evitar que o Brasil se transforme numa futura República Socialista, à la Cuba. Exemplificando: sob o único comando do PT, o MST fecha rodovias, ruas e avenidas. Os médicos cubanos trabalham nas “Condições Análogas de Escravo” no Brasil (salários inferiores os demais estrangeiros…). Onde estão os fiscais dos trabalhos que são tão rigorosos nas suas diligências levadas a cabo nas cidades, campos, indústrias, comércio e fazendas???
    O tempo urge, D. Bertrand.
    Conte comigo, sempre!

    Nota final: alguém já ouviu falar que um estrangeiro solicitou asilo em Cuba? Nem os PTtralhas flagrados em corrupção requereram tal benefício garantido pelo Direito Internacional. Por quê?!?

  16. Parabéns Dom Bertrand, pela sua coragem, lucidez, verdadeiro patriotismo e comprometimento sempre com a sã doutrina católica!

  17. Quanto ao Frei Cláudio e a TL, isso não vai acabar. A maior parte do clero (e dos leigos) já perdeu a fé.

    Vejam uma amostra do que o próprio Arcebispo de BH escreveu sobre a perda de fiéis católicos para outras denominações (depois de breve introdução do blogueiro):

    http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com.br/2012/07/censo-e-religiosidade-do-jeito-que-o.html

    Eu gostaria de ter um Rei ou Imperador como D. Bertrand.

    Em 1993, votei no plebiscito a favor da monarquia. Sou monarquista até a medula!

    O brasileiro, metido a moderninho e que gosta de chamar coisas antigas de velharia, escolheu o lixo republicano. Estaríamos bem melhores se voltássemos à monarquia.

    Viva a monarquia!

  18. Para quem não acessar o link mencionado supra:

    Não nos incomoda o fato de termos sido quase 100% católicos uns 100 anos atrás e sermos hoje uma maioria ameaçada de virar minoria (e hostilizada por aqueles com quem mantemos “diálogos inter-religiosos e ecumênicos”, além dos políticos, meios de comunicação social, ideologias de morte – muitas delas adotadas pelo clero em substituição do catecismo, etc.).

    E a “mobilidade religiosa”? Gostou do novo nome da APOSTASIA (abandono da fé)? Politicamente corretíssima!

    E a “consciência cidadã”? Consciência cristã, ou católica, nada!

    “Solidariedade”: nome mais “chique” para caridade, bem maçônico mesmo…

    Muitos católicos não foram instruídos por nós (e nem confortados espiritualmente) e procuram miragens em igrejolas de garagem graças à ignorância e ao descaso em que foram mantidos, e por não aprenderem, por nossa culpa, a lidar com o sofrimento nem a não buscar as glórias deste mundo como prioridade (teologia da prosperidade).

    Estamos realmente muito bem: as taxas de criminalidade, abortos, divórcios, mães solteiras, filhos abandonados, drogados, prostituído(a)s, desorientados, deprimidos e descrentes estão aumentando. Bela “prática de justiça”!

    Muito bem mesmo: mais paróquias, mais “fiéis”, e mais seminaristas com uma vida espiritual quase morta (graças ao ativismo socialista da “teologia da libertação” e outras ideologias mundanas “conciliares e pós-conciliares”, além do protestantismo neopentecostal da RCC, que confunde fervor de fé com agitação antidepressiva e sacrílega) nos resta de consolo… Bela “prática de justiça”!

    É hora de avaliar: está tudo bem.

    É hora de rever? Para quê? Os PhD’s que assessoram a Arquidiocese e a CNBB são oráculos infalíveis!

    É hora de ouvir: os mesmos assessores “infalíveis” precisam dizer e fazer mais besteiras para piorar a situação. Essa é a “escuta qualificada” (ouvir os mesmos aduladores dizerem que está tudo bem – ai de quem discordar!).

    É hora de ousar: ousar permanecer na idiotice pastoral d’ “O Concílio” (parece o único que houve na história da Igreja, o Vaticano II) e seu projeto desastroso de conformar a fé da Igreja a um projeto ideológico mundano, ao invés de retornar às boas práticas tradicionais católicas (catecismo, oração, obras de caridade e misericórdia, penitência, liturgia séria, sacramentos, respeito pelas instituições, condenações dos erros, apologética da Igreja, Missões, etc.).

    Renunciamos ao “papel insubstituível” da Santa Madre Igreja e assistimos à nossa destruição – individual, familiar, social…

    Coincidência?

    Quando o rio está sujo, é melhor voltar para as nascentes para beber água limpa…

    Enviai-nos, Senhor, dignos Pastores e operários porque a messe é grande e o rebanho é dispersado.

    Deus, socorrei-nos!

    ABAIXO, O TEXTO:

    Censo e religiosidade
    06/07/2012

    Dom Walmor Oliveira de Azevedo

    O Censo Demográfico 2010, apresentado pelo IBGE, está merecendo uma especial consideração no que diz respeito ao cenário religioso da sociedade brasileira. Contudo, esse interesse, obviamente, não pode apenas ser em função do conjunto da dança de números: a constatação de declínio na declaração de crença quanto ao catolicismo, o crescimento daqueles que dizem não ter religião, ou, ainda, a consideração do crescimento evangélico, fruto do viés pentecostal.

    Esse cenário de diversificação há de produzir leituras e interpretações em algumas direções essenciais. Uma delas refere-se à configuração e aos funcionamentos institucionais das diferentes confissões religiosas. É importante avaliar o sentido de pertença e a mobilidade religiosa que atinge o interior de cada confissão, refletir sobre a capacidade de agregar e formar pessoas, nas diferentes etapas da vida. Também é essencial analisar e compreender a importância de cada instituição na configuração de uma sociedade melhor, na formação de uma consciência cidadã. O compromisso com uma conduta pessoal, social e política, que sustente e promova uma sociedade mais ancorada na justiça e na solidariedade é central na avaliação da fé cristã e de sua autenticidade.

    As estatísticas são de grande importância para análises e interpretações qualitativas capazes de contribuir para que a vivência na confissão religiosa configure uma mudança na vida pessoal, social e política, estimulando um entendimento mais adequado da significação da fé em Deus. Em questão, por exemplo, está um entendimento equivocado da fé cristã, até com força de atração por despertar interesses imediatos, como é o caso da compreensão de Deus como um sujeito de barganha ou um milagreiro. Nesse caso, um milagreiro que está à disposição e à mercê do que se entende, erroneamente, como vivência da fé. Um grave equívoco que leva ao absurdo de interligar oferta em dinheiro e a condição para se receber o milagre esperado. Trata-se de um viés situado na chamada teologia da prosperidade que, lamentavelmente, leva a explorações e a verdadeiros desvios, usufruindo das necessidades prementes de saúde e de sucesso.

    Essa compreensão sustenta explicações também inadequadas, como a de que alguém não conseguiu um milagre ou uma benção por ser fraco na fé, entendendo a fé como uma força que tem sua fonte na própria pessoa, em detrimento do intocável sentido de obediência à vontade de Deus. Esse é apenas um exemplo para sublinhar que o Censo com suas pertinentes estatísticas deve instigar um processo interpretativo e de avaliação quanto ao papel da confissão religiosa na vida das pessoas e no tecido da sociedade, sem que se possa dispensá-la de sua importante contribuição sociocultural. Nesse horizonte, a Conferência Nacional doa Bispos do Brasil (CNBB), no dia em que o IBGE divulgou o Censo 2010, apresentou resultados de um estudo produzido pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigação Social (CERIS) – entidade brasileira de pesquisa religiosa fundada pela própria CNBB. Esse trabalho mostra que a Igreja Católica não apenas continua majoritária na sociedade brasileira, reunindo 64,6% da população, como também cresceu vertiginosamente em número de paróquias e dioceses, vocações, na efervescência de novos movimentos eclesiais e nos investimentos na rede de comunidades.

    Nessa mesma perspectiva de reflexão e avaliação qualitativa, a partir dos números, a Arquidiocese de Belo Horizonte, considerando as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, a convocação para pensar e agir no horizonte de uma Nova Evangelização, está vivendo o processo da sua IV Assembleia do Povo de Deus. É hora de avaliar, rever e ousar, por uma escuta qualificada, pelo compromisso de consolidar a tarefa insubstituível que a Igreja Católica tem no tecido cultural e sociopolítico, na alegria de anunciar o Evangelho do Reino.

    Dom Walmor Oliveira de Azevedo
    Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

  19. Sua alteza o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança,
    Estamos à beira de um golpe de Estado para implantar o COMUNISMO no Brasil, à la Cuba. Uma guerra civil esta às portas. Sangue de inocentes correrão nas estradas. O PT, sob o comando dos MENSALEIROS, controla o MST. E, hoje, o MST tentou invadir STF em Brasília. A PM usou bomba para dispersar manifestante.
    Os manifestantes estão vestidos com camisetas e bonés vermelhos COMUNISTAS e carregam várias faixas, algumas com críticas à atuação do Poder Judiciário. Uma delas dizia:
    – “STF, refém da Rede Globo”, e outras cobram o julgamento do mensalão tucano e o julgamento de casos de assassinatos de camponeses. Há ainda faixas chamando o mensalão de “julgamento de exceção” e “crime é condenar sem provas”.

    Caso a sociedade civil organizada não reagir IMEDIATAMENTE, as instituições democráticas (IMPRENSA, OAB, CNBB, PARTIDOS POLÍTICOS, SINDICATOS LIVRES…) pagarão um preço muito caro por sua omissão dolosa. Será o fim do ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO na República Federativa do Brasil. O tempo urge.

  20. Parabéns a Sua Alteza Imperial D.Bertrand. O texto da carta é excelente. Apenas um comentário mais geral: o Bispo de Roma não está deixando, um tanto inadvertidamente, que ocorram coisas lamentáveis no Vaticano e nas estruturas da Igreja Católica, transformando-os em instrumentos auxiliares da implantação da Ditadura Mundial. Não, ele não está desatento ao processo.Ele está NO COMANDO deste processo destrutivo, no sub setor que lhe foi entregue pelos HIERARCAS SUPREMOS. Ele e alguns Arcebipos, Bispos e Padres, reforçados pela inércia covarde e omissa de outros sacerdotes e prelados, imobilizados por temores e vacilações interiores, senão mesmo ambição de prestígio e recursos. Esta “linha auxiliar”é composta de pessoas MENOS contaminadas pelos chavões da atual guerra semântica, que veem a situação de modo menos nebuloso, se bem que com um olho só, e temem tomar posições claras, até que seja tarde demais. Existem também vários Padres e Bispos de verdade, católicos apostólicos romanos, mas não sei quantos, nem o que farão.Sei que necessitam urgentemente se estruturarem em uma organização militante, humilde, amorosa e corajosa, honesta, absolutamente sincera , criativa, extremamente hábil e ágil, com uma visão de “santa guerrilha”, que saiba desmontar eficazmente a “lavagem cerebral” que hoje se faz sobre os seres humanos em todo o mundo, e de modo muito forte sobre os brasileiros