O piedosíssimo Baldisseri comovido com sofrimento dos fiéis. Ooohhhh!

Os brasileiros conhecem bem a solicitude pastoral de seu antigo Núncio Apostólico. Ooohhh, tão amável coração! Vejam que comovente a participação desse exímio pianista afetuoso pastor nas dores de suas ovelhas. Ninguém sequer poderia cogitar “segundas intenções”, interesses ocultos, como, por exemplo, o de simplesmente minar a moral católica e mudar a disciplina eclesiástica, não é mesmo?! Baldisseri comete apenas um pequeno lapso, movido, certamente, pela ternura de sua alma: não é a Igreja quem abandona os errantes, mas, pelo contrário, os adúlteros abandonam a Igreja e calcam as promessas de seu batismo.

Sínodo sobre a família em debate

Secretário-geral da instituição revelou que o inquérito enviado aos católicos de todo o mundo mostrou «sofrimento»

Dom Lorenzo Baldisseri e Lula
Dom Lorenzo Baldisseri e Lula

Cidade do Vaticano, 24 fev 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco promove entre hoje e amanhã uma reunião da Secretaria do Sínodo dos Bispos para preparar a próxima assembleia extraordinária do episcopado católico, marcada para outubro, sobre o tema da família.

O secretário-geral do Sínodo dos Bispos disse ao jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, que as respostas ao questionário enviado aos católicos de todo o mundo mostraram “muito sofrimento” de quem se sente fora da Igreja.

“As respostas apresentam muito sofrimento, sobretudo da parte dos que sentem excluídos ou abandonados pela Igreja por se encontrarem num estado de vida que não corresponde à sua doutrina e à sua disciplina”, declarou o cardeal Lorenzo Baldisseri.

O texto preparatório para o próximo Sínodo, que de 5 a 19 de outubro vai analisar o tema ‘Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização’, foi acompanhado por um questionário com 38 perguntas para promover uma consulta alargada às comunidades católicas sobre as principais questões ligadas à família e ao casamento [questionário que Baldisseri, por conta própria, solicitou que fosse encaminhado a todas as paróquias e não se restringisse apenas a respostas de bispos. Algumas conferências episcopais fizeram até enquete na internet!].

D. Lorenzo Baldisseri adianta que até 19 de fevereiro tinham chegado à Secretaria Geral cerca de 80% das respostas que são esperadas no Vaticano, enviadas pelas Conferências Episcopais, além de mais de 700 respostas individuais e de grupo.

O responsável afirmou que a iniciativa sinodal abriu “um caminho de confiança para muitos que a tinham perdido”.

A figura do Papa Francisco comprova, dia após dia, uma nova abordagem humana e cristã que faz vibrar as pessoas, dispondo-as à escuta e ao acolhimento daquilo que é bom para elas, mesmo quando há sofrimento”, precisou.

O secretário-geral do Sínodo dos Bispos destaca que os contributos sublinham “a urgência de tomar consciência das realidades vividas pelas pessoas, de retomar o diálogo pastoral com as pessoas que se afastaram, por várias razões”.

Os membros da Secretaria Geral vão analisar o primeiro esboço do instrumento de trabalho (‘instrumentum laboris’) para a assembleia sinodal extraordinária, “fruto do inquérito efetuado com o documento preparatório que incluía o questionário”.

A elaboração deste instrumento de trabalho vai incluir um período de dois meses para integrar novos contributos e “estudos pontuais” sobre aspetos de “maior interesse e complexidade.

O tema da família esteve em debate entre quinta e sexta-feira no consistório extraordinário convocado pelo Papa Francisco, com a presença de cerca de 150 prelados e intervenções de 69 cardeais.

“O Santo Padre pronunciou um breve discurso de encerramento, agradecendo a todos os participantes e manifestando a convicção de que o Senhor levou a Igreja a enfrentar o tema do Evangelho da família”, revelou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, em comunicado.

O Sínodo dos Bispos, uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo, vai ter duas assembleias gerais dedicadas ao tema da família, uma extraordinária em outubro de 2014 e outra ordinária em outubro de 2015.

D. Lorenzo Baldisseri afirmou, a respeito desta instituição, que é “óbvio que o Papa Francisco quer um papel novo para o Sínodo”.

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, padre Manuel Morujão, disse à Agência ECCLESIA que milhares de portugueses responderam ao inquérito e que as propostas resumidas e enviadas para o Vaticano vão na linha de “uma maior compreensão para os casos difíceis da família”.

21 comentários sobre “O piedosíssimo Baldisseri comovido com sofrimento dos fiéis. Ooohhhh!

  1. A Bola de neve da heresia ,sacrilegio ,apostasia vai fazendo o seu trajecto na descida da montanha e leva tudo pela frente aumentando de volume , imparável, não tenhamos duvidas os catolicos verdadeiros fieis de Nosso Senhor Jesus Cristo defensores da verdade da moral e dos dogmas da Santa Igreja vamos ser trocidados e esmagados por esta bola de neve!
    Essa frase dita no artigo …” não é a Igreja quem abandona os errantes, mas, pelo contrário, os adúlteros abandonam a Igreja e calcam as promessas de seu batismo.” essa sim vai ser considerada sacrilegio e proibida de dizer! e apedrejado será quem a ousar proferir, podemos desde ja tentar dize-la no consistorio de Outubro para ver as reaçoes ostis dos mundanos …
    assim tudo se encaminha para o cumprimento da profecia:” quando vos matarem pensarão que estão a fazer um grande bem a igreja(sim a falsa igreja)!
    Estão a imaginar S Joao Baptista a voltar a terra e a ir ter com o papa Francisco ou la no consistorio das familias , era assobiado e veiado e tinha que sair pela portas das traseiras e ia ser 2 vez decapitado e ainda levava uma repreensao do papa Francisco dizendo-lhe quem é voce quem vem para aqui para julgar!!

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  2. E ainda tem gente que acredita que Francisco não é TL, só porque critica o Marxismo. Ora, ninguém precisa ser marxista para ser TL. Aliás, a TL de Boff e Gutierrez é muito mais próxima (para não dizer acasalada) da revolução cultural e “pacifista” de Gramsci, do que a revolução política e belicista de Marx. Nenhum grasmicista é favor dos regime norte-coreano, cubano ou mesmo as teocracias maometanas do oriente médio (o fundamentalismo islâmico é plenamente socialista). É infinitamente mais fácil corromper a Fé e a Moral promovendo o homossexualismo, o aborto, o adultério, a pedofilia, e os meios contraceptivos em geral, do que impor um reengenharia político-social pelo choque burguesia x proletariado.
    Ademais, se os partidos de esquerda insistirem novamente no discurso anacrônico da luta de classes, vão perder novamente como foram em 1935 e 1964.
    Assim, o discurso de Francisco contra a TL é hipócrita, como o é a sua falsa humildade.

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  3. Isso me cheira a tentativas de legitimar divórcios e uniões ilícitas. O clero está rebaixando-se ao paganismo.

    Respondi esse questionário defendendo a doutrina e a catequese tradicionais. Fiz minha parte apesar de não achar que serei levado a sério.

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    1. O consolo é saber que Cristo não muda, Cristo não faz aggiornamentos em Sua Sã Doutrina e esses hereges modernistas que promovem abominações e desolações em lugares santos um dia estarão de frente ao Absoluto Juíz e terão que prestar contas por cada alma que eles ajudaram a satanás levar para o inferno.

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  4. Sabemos que uma reforma será apresentada. O Sínodo convocado para outubro debaterá o tema da família, e Walter Kasper transita hoje com mais desenvoltura nos corredores do Vaticano, certo de que há um clima mais favorável para deliberarem sobre o que fazer com as questões incômodas, suscitadas pelas exigências da Igreja em relação à moral familiar. Para muitos, Bento XVI insistiu demais nos “valores inegociáveis”. E o mundo o odiou por isso. Agora, as dioceses respondem a um questionário, submetidas a uma pesquisa, para que Francisco decida o que fazer diante das situações de impasse, na realidade familiar. Kasper ressoa os apelos por flexibilização, porque constatou-se que muitos já não suportam mais as exigências morais. “O mundo mudou, a realidade é outra”, clama-se por menos rigor moral. Hoje, o prestigiado Kasper sente-se a vontade, pois Bento XVI não governa mais.

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  5. A Santa Imaculada Igreja Católica foi edificada segundo a vontade de Cristo Deus, a “igreja” conciliar foi edificada segundo os homens hereges modernistas.

    Desde o conciliábulo modernista de Metz não é o homem que tem que atender as exigências de Cristo e Sua Santa Igreja e sim a Igreja que tem que atender as exigências do homem que se fez de deus desde a revolução francesa.

    Essa seita conciliar trouxe tanta bagunça que já encontrei blogs que se dizem ser católicos e conservadores dizendo que os católicos podem curtir o carnaval porque não existe nada demais nessa festa do pai da mentira.

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  6. “O mundo mudou, a realidade é outra”

    O mundo vai sempre mudar e a realidade muda de minuto a minuto, se a Igreja quiser acompanhar o mundo deixará de ser a Igreja única de Cristo e virará uma seita apostata como uma seita qualquer herética protestante.

    A Igreja católica me ensinou a seguir a Cristo e o obedecer.

    O mundo mudou e com sua outra realidade ensina que eutanasia e aborto é direito humano.Se a Igreja seguir o mundo ela vai estar trocando Cristo Deus pelo diabo que é o principe desse mundo e sua realidade cada vez mais sem Deus.

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  7. Mais uma dose “mortífera”da medicina da misericórdia. Chamam o urubu de meu louro e tratam o cisne como patinho feio. Na ora de passar a mão em pecadores que erram por convicção tratam com o maior xodó, mas quantos aos católicos fiéis são o câncer conservador da Igreja de Francisco.

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  8. A frase que o Leonardo lembrou: “O mundo mudou, a realidade é outra” realmente é detestável no contexto da moralidade católica. O problema é que algumas coisas mudam mesmo, mais devagar e de formas diferentes do que os progressistas pensam, mas mudam. Uma delas é o casamento de católicos com pessoas que desprezam o casamento tal como a Igreja o entende. O aumento da secularização da sociedade, naturalmente, aumenta essas situações. Esses católicos muitas vezes se vêem abandonados pelo cônjuge ou são obrigados a viver situações de adultério contumaz desse cônjuge inviabilizando totalmente o casamento. Essas pessoas são as que sofrem e que são hoje ignoradas pela Igreja e pelo farisaísmo católico do qual podemos ter bom exemplo lendo os comentários acima.

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  9. “As respostas apresentam muito sofrimento, sobretudo da parte dos que sentem excluídos ou abandonados pela Igreja por se encontrarem num estado de vida que não corresponde à sua doutrina e à sua disciplina”.
    Então mudem a doutrina e a disciplina pra que esses cujo estado de vida não corresponde ao compromisso que eles mesmos assumiram com Deus através do Sacramento, possam se sentir melhor. Abracem o lema do Edir Macedo: “Pare de sofrer”.
    É a Igreja Conciliar mais uma vez dizendo sim à cultura do controle através do apetite. Depois de quase 50 anos de um desastre atrás do outro, essa velha guarda não aprende!
    Estou trabalhando na tradução de um artigo que ilustra bem essa tragédia. Kulturkampf, foi uma campanha política ferrenha conduzida por Bismarck em 1870 contra o Catolicismo com a ajuda dos alemães liberais. Qualquer semelhança com o que Kasper, Muller e outros infiltrados estão fazendo agora com o Catolicismo não é mera coincidência mesmo.

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  10. Grandes desafios tem a Igreja pela frente.

    O desafio dos desafios é esse: “Como agradar o mundo sem parecer que está desagradando a Deus? Como fazer exatamento o contrário do que Deus quer, e em nome Dele? (sem ninguem perceber a incoerência e fazendo todo mundo ficar satisfeito.)”
    Realmente! Tem de se fazer muitos sínodos, assembléias, encontros e etc etc etc. É difícil vencer esses desafios. Mas com tanta gente “boa” se empenhando, vai-se conseguir… para nossa desgraça.

    Falou muito bem o Vasco.
    S. João Batista, rogai por nós.

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  11. “E ainda tem gente que acredita que Francisco não é TL, só porque critica o Marxismo.” ( II )

    Parece brincadeira de mau gosto colocar W. Kasper à frente do discurso teológico para esse Sínodo.

    E ainda tem gente que acredita que Francisco está dando continuidade ao pontificado de seu antecessor…

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  12. Também quero responder este questionário e já que foi aberto para consulta creio que todos os católicos apostólicos romanos tem o dever de afirmar com toda certeza e veemência a doutrina de cristo sem diminuições ou aumentos aqui e ali conforme se faz hoje em dia ao bel prazer. Cristo Rei misericórdia

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  13. A estranha defesa relatada por aí de muitos da Igreja de se condoerem pelos recasados, sofredores de exclusão, bem na linguagem usual do ultra relativista Pe Fabio de Melo, e que seriam grandes merecedores “de respeito, sem magoar, compreensão, não constranger etc.” possui não só forte odor de relativismo assim como de cisma, parecendo-se com os comunistas que, para se justificarem de seus erros, atacam os opositores desqualificando-os.
    Nesse caso, os recasados, por não estarem desejando cumprir as leis de Deus, sentiriam-se injustamente agredidos e excluídos da Igreja por ela os recusar de permanecer como acham conveniente, assim magoadinhos, vítimas coitadinhas da intolerância(?) da Igreja, como se ela que pudesse dispor do Evangelho a seu bel prazer.
    Porque não se agregam ao acima, freis van Balen, Gilvander, pe Beto e tantos outros em cujas seitas pode isso e muito mais?

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  14. Favorecimento da heresia e do cisma: eis a realidade das coisas; essa aberração infiltrada no seio da Igreja quer levar as pessoas pela via da heresia e do cisma.

    Quem sobrar, quem não apostatar, receberá a coroa de glória.

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  15. Sr. MSantos
    “Esses católicos muitas vezes se vêem abandonados pelo cônjuge ou são obrigados a viver situações de adultério contumaz desse cônjuge inviabilizando totalmente o casamento. Essas pessoas são as que sofrem e que são hoje ignoradas pela Igreja e pelo farisaísmo católico do qual podemos ter bom exemplo lendo os comentários acima.”
    Que essas pessoas sofrem, é evidente.
    Agora, elas são ignoradas pela Igreja? Como assim? A Igreja não lhes diz a doutrina correta? A Igreja não lhes diz no seu Catecismo que é pecado de adultério unir-se a um segundo conjuge enquanto o verdadeiro está vivo? (e aí é irrelevante saber de quem foi a culpa pela separação).
    A Igreja não lhes põe à disposição os meios sobrenaturais para viver a castidade? É difícil, sim. Mas, ninguém está dizendo que é fácil. Onde estão as orações? O terço? A penitência? A direção espiritual de um sacerdote sério? As vidas dos santos que sofreram muito mais e mesmo assim venceram? Isso não conta?
    E mesmo se estiverem em situação irregular, podem freqüentar a Santa Missa, rezar… visitar o Santíssimo Sacramento… Não estão impedidos disso.
    Mais ainda: João Paulo II determinou que as pessoas em “segunda união” até podem fazer parte das pastorais da Igreja. Está no Catecismo da Igreja Católica. Só não podem receber a sagrada comunhão.Na minha paróquia elas fazem as leituras na Missa (coisa que pessoalmente penso não ser adequada, por dar a falsa impressão de que essas “segundas uniões” sejam lícitas).
    Querem mais do que isso?
    Querem que a Igreja diga não ser mais adultério o que o próprio Cristo declarou que era adultério? Querem que se mude a doutrina de Cristo?
    Querem receber a sagrada comunhão em estado de adultério?
    Sim, querem.
    É essa a triste conclusão a que chegamos.

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  16. Os adúlteros, da qual o vaticano encontrou uma palavra manos feia designando-os de “recasados”, vivem em sofrimento pois estão como qualquer fiel que pecou mortalmente fora do estado de graça.

    Mas ninguém fala do sofrimento de Nosso Senhor, que segundo consta do diário de Santa Faustina, sofreu a flagelação por causa destes pecados, da qual descarregamos nosso ódio contra o inocente Jesus.

    Segue abaixo o depoimento de Santa Faustina:

    Certo dia, quando Santa Faustina chegou para fazer uma adoração noturna e, logo que entrou em recolhimento interior: “vi Nosso Senhor amarrado ao tronco e logo sobreveio a flagelação. Vi quatro homens que se revezavam a açoitar o Senhor com azorragues. O meu coração parava só de olhar para esses suplícios; então, o Senhor me disse estas palavras: ‘Sofro uma dor ainda maior do que esta que estás vendo’. – E Jesus deu-me a conhecer por quais pecados submeteu-se à flagelação: foram os pecados de impureza. Oh! Por que terríveis sofrimentos morais passou Jesus quando se submeteu à flagelação! Então, Jesus me disse: ‘Olha e repara bem o gênero humano na presente condição’. E imediatamente, vi coisas horríveis: afastaram-se os algozes de Nosso Senhor e vieram flagelá-Lo outras pessoas que seguravam nas suas mãos os chicotes e castigaram sem piedade o Senhor. Eram sacerdotes, religiosos e religiosas e os mais altos dignitários da Igreja, o que muito me admirou. Havia leigos de diversas idades e classes; todos descarregavam sua maldade sobre o inocente Jesus…” (http://devotosdamisericordiadivina.blogspot.com.br/2012/06/marcha-contra-aborto-divorcio-e.html)

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  17. Claro que não mudará a doutrina. Mas certamente haverá uma mudança pastoral. A ideia, pelo que estou entendendo, é ter uma abordagem mais misericordiosa. Acolher primeiro e curar as feridas. Depois chamar à santidade. Nossa doutrina sobre a indissolubilidade do casamento é linda, e tem como paradigma aquela frase que proclamamos na celebração do casamento: “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-te e respeitando-te todos os dias da minha vida”. Não é difícil defender esta ideia, atrair para esta ideia, porque ela vem do alto. Creio que é isto que nosso Santo Padre tem nos dito. Mas esta postura misericordiosa irrita o farisaísmo de quem prefere condenar e condenar e condenar.

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