Quarta-feira de Cinzas, dia de penitência.

A maior delas, sem sombra de dúvida, é ouvir isso:

35 Comentários to “Quarta-feira de Cinzas, dia de penitência.”

  1. Comecei a QUARESMA bem…

    Ouvi, ainda que não suportei terminar, um trechinho do hino da CF 2014.
    E pensar que há alguns anos tínhamos a Missa completa neste mesmo estilo fuleiro…
    Deus nos defenda!!!!!!!

    Talvez, ainda hoje, para completar a penitência, terminarei de ouvi-lo, se alguém encontrá-lo em um estilo de funck, por exemplo, não deixe de nos propor…

  2. Engraçado que também não consegui terminar de ouvir os 3 min desse lixo

  3. Salve Maria!
    Sou organista substituto na Matriz de uma cidade no interior de São Paulo.
    Confesso a vocês que a música dita “litúrgica” no Brasil já é sofrível. Chega agora no Tempo da Quaresma, é insuportável.
    Desde 2009, depois de ter sido corretamente catequisado por meios de comunicação realmente católicos (frates, montfort, entre outros), eu tomei maior consciência do problema do marxismo e seus efeitos na Igreja.
    Passei a ser muito criterioso na escolha das músicas “litúrgicas”, e isso não é tarefa fácil.
    Agora na quaresma, como sou organista substituto, havia tomado a resolução de não tocar nas missas quaresmais, porque tanto o pároco como a maioria esmagadora dos católicos, não têm noção da gravidade dos problemas causados pela CF. Mas (in)felizmente terei que tocar agora no I Domingo da Quaresma.
    Se vocês ouvissem o CD de músicas da CF para a Quaresma… É algo surreal de mal gosto.
    Enfim, da minha parte, posso até causar descontentamento na paróquia, mas me recuso terminantemente a tocar essa barbaridade entre outras do gênero.
    Quanto ao post do colega “Marcelo 5 março, 2014 às 9:42”: hoje não temos mais todas as músicas relacionadas ao tema da CF. Mas, trocaram 6 por “meia-dúzia”. A qualidade das músicas continuam sofríveis. Basta considerar que fazem parte do Hinário Litúrgico da CNBB cujas músicas são deploráveis.
    Santa Quaresma a todos os leitores.
    Alexandre

  4. Esse refrão ficou bem “grito de guerra” do povo TL…Esse “Jesus libertador” num engana ninguém não! Realmente, imaginar que isso está “abrindo” as celebrações de hoje, bem como irá continuar a ser cantado nas paróquias até a páscoa é aterrorizante

  5. A Igreja no Brasil (via CNBB) deveria simplesmente ABOLIR a campanha da fraternidade, pois tal evento esvazia inteiramente a QUARESMA, período mais importante do ano litúrgico e da vida cristã (vida, paixão, morte e ressurreição do Cordeiro Imolado).
    Mas, infelizmente, há anos a CNBB passou a ser conhecida como a CNBdoB (preocupada com a instalação do paraíso terrestre), e infiltrada por membros da NOMENKLATURA, que constrói catedrais com símbolos comunistas: foice e martelo (futura catedral de Belo Horizonte…), que em plena procissão de entrada da Palavra (bíblia) da novena da padroeira do Brasil, Basílica de Aparecida do Norte (out/2012) é entoada a música profana e revolucionária: “Pra não dizer que falei das flores” (Geraldo Vandré) e por aí vai…
    E onde estão as “práticas quaresmais” da oração, esmola e jejum, anunciadas pelo Evangelho de Jesus?
    Com a palavra, os nobres pastores…

    • A Igreja no Brasil (via CNBB) deveria simplesmente ABOLIR a campanha da fraternidade, pois tal evento esvazia inteiramente a QUARESMA, período mais importante do ano litúrgico e da vida cristã (vida, paixão, morte e ressurreição do Cordeiro Imolado).

      Cansei de atribuir boas intenções a esta gente da CNBB, como disse o professor Olavo de Carvalho, “não existem boas intenções quando não há amor à verdade e não existe amor à verdade quando não existe busca da verdade.”

      Se quer saber, o objetivo da campanha da fraternidade começar na quaresma é PRECISAMENTE o de esvaziar a quaresma de seu significado original e substituí-lo por um significado IMANENTE, é só isto que esta CF faz. Eu vou ignorar esta coisa toda.

  6. A CNB do B com essa música realmente demonstrou ser da Teologia da Libertação, basta lembrar a referência que faz a todo o momento ao livro “Jesus Cristo libertador” do Leonardo Boff, e a ignorância generalizada do povo católico vai fazer com que eles escutem isso, e nem se toquem da mensagem subliminar que essa música passa, e justo na quaresma.

  7. Sou organista e compositor e luto para que a arte superior retorne à Igreja. A situação ainda é delicada e o mau gosto geral é o que domina (afinal estamos no Brasil, não é?). Mas vejo como importante reconhecer os esforços feitos nos últimos anos, não só da parte da CNBB em si, mas por indivíduos ligados a ela e que tem outra consciência nesta temática. A CNBB deixou de publicar uma missa inteira para a CF, disponibilizando, em seu lugar, uma série de cantos quaresmais que, quer queira quer não, estão de acordo com o referido tempo e não fazem sequer menção ao tema da CF. Relacionado a esta, fica só um hino, a ser cantado em encontros de reflexão e, se o quiserem, no fim da missa (jamais na entrada ou em outro momento). Os cantos deste ano estão bem feitos e bem cuidados, sem textos de cunho ideológico e de caráter marxista como foram tantos deste período. Vale reconhecer o esforço feito para isto e a revolução copernicana que vem acontecendo na música litúrgica do Brasil. Vão surgindo novos compositores comprometidos com a verdadeira arte e o verdadeiro espírito da liturgia (entre os quais incluo a mim e mais outros colegas que têm a mesma visão), e aos poucos a situação vai mudando. A questão é ter um pouco de paciência e também valorizar o que de bom se faz, sem o menosprezo tão contrário ao espírito da quaresma e do próprio cristianismo.
    Ao colega que é organista: porque não se propõe a ajudar na melhoria do repertório e não compõe algo para nos ajudar nesse trabalho? Mais importante que falar e menosprezar o trabalho sincero dos outros, é dar a própria contribuição para a mudança desse estado de coisas.

    • Muito prezado Wanderson Luiz,
      Confesso que estou surpreso com teu gosto musical e respectivo comentário. Você escreveu que é organista, portanto, suponho que você conhece e/ou toca obras de compositores como Bach, Buxtehu Widor, Gigout, T Debois, Vierne, Guilmant, entre outros.
      Afirmar que as músicas do CD da CF não contêm cunho ideológico, me desculpe, mas você escreveu uma grande besteira. Se você quiser, lhe mostro no texto!
      Você escreve que outros cantos estão “bem feitos e bem cuidados”. Gosto musical não se discute, se lamenta.
      Alí encontramos músicas “incantáveis” de tão feias e mal-preparadas.
      Certeza que você é organista e compositor?
      Fica a dica: revise teus conceitos.

    • Caro Alexandre Antunes,

      Antes de qualquer coisa, sugiro que você estude um pouco de lógica. Não faz mal a ninguém e ajuda a melhorar o raciocínio, dando capacidade de construir bem os argumentos. Os seus estão “meio” que soltos, desconectados, deixando entrever algum problema cognitivo. O que tem a ver eu ser organista, conhecer as obras dos compositores ditos “clássicos” e ter posicionamento positivo em relação às músicas propostas para a Quaresma deste ano pela CNBB? Uma coisa não exclui a outra, meu caro! Se você vê problema nisso, é avaliação subjetiva; você nada demonstra objetivamente. Se houver oposição lógica entre as partes, por favor, demonstre. Faltou raciocínio lógico aí.
      Ao que me parece, você também não sabe ler. O que eu disse foi fruto da constatação de que as coisas estão melhorando aos poucos, e não que atingimos ainda o estado ideal da música litúrgica; Se eu disse que o repertório está bem feito e bem cuidado, foi baseando-me unicamente em experiências passadas, comparando o repertório deste ano ao lixo de vários anos anteriores. Não disse em parte alguma que é o repertório ideal, modelar. Aliás, no Brasil nunca atingimos esse estado ideal. Se alguma experiência quer passada quer presente, funcionou, foi um caso raro e isolado. Você, como bom organista católico que é, deve ter estudado muito a história da música sacra no Brasil e sabe que a luta para manter as coisas do jeito que devem ser vem de há muitos anos. Fr. Pedro Sinzig, Pe. João Baptista Lehmann, Furio Franceschini, o grande Alberto Nepomuceno e tantos outros bem nos saberiam dizer que problemas enfrentaram nesse campo. Qualquer pessoa inteligente sabe que isso não é de hoje e que a raiz do problema é muito mais profunda. No Brasil, isso sempre foi problema e não é num piscar de olhos, como num passe de mágica, que a solução será encontrada.
      Eu disse, também, que esforços estão sendo envidados para modificar a situação e introduzir uma música de qualidade elevada na Igreja no Brasil e que isso deve ser considerado. Você não sabe ler, por isso não entendeu o texto. Não entende, ainda, que as coisas não caem prontas do céu e que do dia para a noite não se muda toda uma cultura. Meu caro, o problema é a cultura brasileira atual. Hoje quase não encontramos exemplos de cultura superior em qualquer campo da arte (literatura, música, arquitetura, etc) no Brasil, seja sacra, seja profana. E aí? Percebeu a raiz do problema? Meu caro, as coisas são mais complexas e mais difíceis de se resolver do que a sua mediocritatis pode supor. Mas, graças a Deus, estão surgindo artistas (artistas de verdade!) comprometidos com a liturgia e, com eles, a esperança permanece viva, ao menos no coração daqueles que não deixaram a sua morrer, como parece ser o seu caso.
      Falando de gosto musical (que não foi tema de meu primeiro comentário) mais uma vez sugiro que você estude. Desta vez, um pouco de Estética, preferencialmente os textos de Platão, Aristóteles e Kant que tratam do assunto. Hegel também poderia entrar na sua leitura. Apesar de eu achar que você nada vai compreender, vale a pena tentar. Só assim você pensaria centenas de vezes antes de abrir a boca para falar de beleza e criticar gostos e preferências. Mais: você me parece especialista em detectar marxismo e doutrinas similares em textos. Quantas obras de Marx e Engels já leu? Leu também Lukács, Gramsci, Althusser, Adorno e Cia. LTDA.? Ou só está indo pelo que ouviu? E não venha agora dizer que estou defendendo esquerdismo. Vale deixar claro que sou direitista convicto. Acontece que gosto de debater com quem conhece, não com palpiteiros.
      Continue tocando seus clássicos. Alimente a alma do povo com essa dádiva divina que é a música, em especial na sua configuração superior. E faça também o seu esforço para mudar esse estado de coisas. O melhor é somar esforços, em vez de atirar pedras. O movimento do seu braço para lançá-las parece ser impulsionado mais por sentimentos inferiores do que por razões objetivas e justas que, aliás, por serem justas, nunca autorizam tal gesto.

      Viva bem a Quaresma.

      Salve Maria!

  8. Olha só o tremendo tiro no pé que a CNBB deu… essa campanha vai em cheio contra o tráfico humano dos médicos cubanos. Vai dar para tirar uma casquinha legal deste tema…

  9. A influência do marxismo e socialismo é evidente nesta música. Pelo menos eles falaram de Jesus, e por isto mesmo que parece um hino adventista. O problema da CNBB é olhar somente para o lado social e material, até que o clero dos bispos seja renovado, nós vamos ouvir muita ‘obra’ dessas pela frente.

    AI meu Deus, a sorte é que os monges não caem nessa armadilha.

  10. Ah gente ! Não é pra tanto, também…apesar do arranjo sertanejo-romântico que parece saído direto de uma gravação de Rick & Renner, a melodia e a letra são bonitas ! Dá pra cantar tranquilamente esquecendo as bobagens da T.L. e tendo em mente do que foi que Jesus realmente nos libertou: da escravidão do pecado !

  11. Leonardo Boff que adora chamar Nosso Senhor de “Jesus libertador”

  12. A CNB do B ataca mais uma vez!!!

    Toda vez que vejo propagandas marxistas da CNB do B me lembro de um antigo ditado:

    De boas intenções o inferno está cheio!!

    Como faz falta a Santa Inquisição!!!

  13. Sinceramente, entendo as críticas de alguns amigos. Por outro lado, já foi tão pior… o inimigo do bom é o ótimo, como já disseram alguns, a anos atrás a missa chegava pronta, com todos os cantos presos ao tema, etc… Hoje, já conseguimos desenvolver cantos mais apropriados, e com a colaboração de todos interessados, outros novos poderão aumentar o repertório para as missas na forma ordinária, ainda mais condizentes com o tempo litúrgico, a Palavra de Deus e a herança da tradição… fui coroínha nos anos de 1980 e 1990, seminarista na primeira década deste século e padre a seis anos, e vejo, graças ao empenho de muitos, tantas melhoras, algumas superficiais, outras, mais concretas… enfim… alguém aqui lembra da CF 1988? Passou… e todo aquele sincretismo religioso ligado àquela campanha teve o fim da erva, que de manhã viceja e de tarde está seca… Coragem e paciência… Em última análise, a penitência e mortificação sempre tem espaço na Quaresma no Brasil, rss

  14. Caros fraternos, paz e bem!

    Estou pensando sinceramente em iniciar um abaixo-assinado (no site citizengo ou outro semelhante, desde que não seja do Avaaz, a serviço do PT e dos comunistas e senhores do mundo: Soros…) pedindo o fim da Campanha da Fraternidade ou mesmo, a alteração da sua data (jamais no período da quaresma): melhor data: junho ou julho.

    O nome do Filho de Deus é JESUS, que significa: REDENTOR ou SALVADOR (da humanidade) e não libertador, como querem os adeptos da IDEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO (TdL).

    Conto com o apoio de todos!
    Se Deus é por nós, a quem temeremos?

    Feliz a nação cujo Deus é o Senhor!

    • Boa Nathan!!Isso mesmo Nosso Senhor é REDENTOR OU SALVADOR (da humanidade) e não libertador, esse é slogan marxista desses malditos hereges da CNB do B.

  15. Achei justas as críticas ao estilo musical adotado pela CNBB. Sem entrar em questões técnicas, pois não tenho formação em música, como outros irmãos que comentaram, mas também sou da opinião de que o canto gregoriano ou a música clássica deveriam estar mais presentes na Liturgia.

    Agora indo para o lado social, sem negar o espiritual, penso que o tema dessa campanha é oportuno, não tanto como uma campanha quaresma, como se fosse um dever de casa a fazer e depois esquecer o problema, mas como uma oportunidade de o povo brasileiro, ao menos aquelas regiões onde houve o uso de escravos, fazer penitência pelo pecado dos seus antepassados. Tais práticas vergonhosas e desumanas atraem a cólera e os castigos de Deus para as regiões ou países que praticaram a escravidão, etc. Se quisermos tomar o exemplo alheio, olhemos para os EUA, onde devido a escravidão e sobretudo ao racismo, grandes desgraças sociais ainda hoje abatem sobre aquele país: divisão social, ódio entre negros e brancos por motivos ideológicos, etc.

    Uma boa abordagem do assunto me pareceu ser a das Conferências dos Bispos da Inglaterra e dos EUA, que proporam o dia de Santa Josefina Bakhita, uma santa que foi escrava, como dia mundial contra o tráfico de pessoas.

    Sugiro a leitura do artigo

    Igreja na Inglaterra propõe que Festa da Sta. Bakhita seja de luta contra o tráfico humano

    http://pt.radiovaticana.va/news/2014/02/04/igreja_na_inglaterra_prop%C3%B5e_que_festa_da_sta._bakhita_seja_de_luta/bra-770106

  16. A propósito do tema da Campanha da Fraternidade, o Santo Padre fez uma leitura espiritual, vejam espiritual e não sociológica, muito interessante. Recomendo a leitura.

    CF2014: Papa pede a brasileiros exame de consciência e mais solidariedade

    http://pt.radiovaticana.va/news/2014/03/05/cf2014:_papa_pede_a_brasileiros_exame_de_consci%C3%AAncia_e_mais/bra-778752

    O Papa Francisco, como latino-americano, está dando uma lição muito interessante de como abordar espiritualmente problemas sociais. Infelizmente a TL com desfaçatez esvaziou o sentido espiritual da caridade cristã, e agora Deus providencialmente nos dá um Papa que conhece bem essa mentalidade e mostra-nos como revertê-la.

    Oportuno também seria a leitura da da homilia do Santo Padre em Lampedusa, onde ele fala da brutalidade e insensibilidade do ser humano e a necessidade de conversão.

  17. Pra qualquer Católico tradicional não pode existir penitência pior do que ouvir as musiquinhas sacrílegas da Campanha da Fraternidade! Se me der opção, eu troco rapidinho por um bom cilício ou uma semana inteira a pão e água!
    Quando eu vejo tanta abominação na Igreja meu coração fica pesado e me vem à memória de Santa Maria Madalena:
    _ “Levaram meu Senhor e eu não sei onde o colocaram. O que vocês fizeram com meu Jesus? Onde O colocaram?”
    A Quaresma dos Católicos tradicionais já dura mais de 40 anos e estamos entrando rápido nos momentos cruciais da Paixão da Igreja.

  18. Musica da RCC-TL, Vade retro. Meu ouvido não é pinico.

  19. Bem, além da “musiquinha” eu também tive que ouvir na homilia algo mais ou menos assim: “… o jejum e a abstinência só têm sentido se nós coletamos o dinheiro que gastaríamos e doamos aos menos favorecidos. Se não for para isso não tem nenhum sentido em fazer jejum e abstinência … “

    • Muitas homilias de hoje, pelo visto, mataram a quaresma antes dela começar…..

    • Simone, infelizmente muitos padres e até bispos pensam dessa forma e divulgam tais concepções estranhas à doutrina da Igreja. A tradição da Igreja, por exemplo, vejamos os Santos Padres, nunca ensinaram que, para o jejum ter valor deve-se, doar aos pobres o correspondente ao que se deixou de consumir. Na verdade, o valor do jejum está em mortificar o corpo e fortalecer a vontade contra o pecado.
      A esse propósito, gostaria de partilhar com você e com os outros leitores um interessante vídeo do Prof. Felipe Aquino sobre o assunto.
      Como fazer o jejum prescrito pela Igreja

  20. Eu apoio: solicitar a mudança de data da campanha da Fraternidade já seria um ótimo começo!

    Junho, Julho, agosto…

  21. Pe. Alexandre e Wanderson Luiz talvez estejam certos. Já foi bem pior. Tem gente aí no meio tentando melhorar. Vamos valorizá-los, sua luta deve ser muito difícil. Mas perdoem os que não ajudam porque já perderam a esperança. Quem sabe voces dois possam ajudar a ressuscitá-la. Se bem que se algo melhorou creio que foi por causa de Bento XVI. Mas agora, daqui pra frente… só Jesus na causa.

  22. E deve ter muita gente de gosto, doutrina e idéia duvidosa que achou boa dessa música melosa que não diz nada.
    Penso, já há muito tempo, que Cristo Nosso Senhor morreu para nos resgatar do pecado e abrir os Céus para a nossa eterna salvação. A música, a CF/14 – confesso que não consegui ouvir até o fim; é por demais indigesto mesmo para periodo penitencial – não fala em momento nenhum do pecado, da redenção a penitência etc. Será que essa música é de movimento católico ou de algum partido socialista.
    A liberdade o supremo bem!? E não o Céu de Nosso Senhor e de Nossa Senhora? Francamente…
    Aliás, para quem acha que o importante é ser feliz e crer em qualquer coisa que vai para o Céu a música está sob medida.

    PS.: Tem gente aí que se refere a escravidão que houve no Brasil. Deveria ler um pouco de história e saber que eles vieram para cá e ganharam o dom inestimável da Santa Fé Católica Apostólica e Romana e muitos daqui não queriam sair daqui para voltar as tribos africanas. Já que o indigitado parece se mostrar tão lastimoso com os negros que vieram da África – tudo bem contra abusos – deveria lembrar-se também de milhões escravizados pelo comunismo como em Cuba (vide os desamparados médicos cubanos que vieram para cá, sem família, sem dinheiro e aqui ficam sem documentos), China e nos países mahometanos. Lembra-te ó Papa dos milhares de mártires do Sudão, mortos por serem católicos. É bom que o Papa se lembre que as vítimas não são apenas os de Lampedusa, mas de todos estes países que citei aleatoriamente. Para esses nenhuma palavra de estímulo, de apoio, de comiseração?! Mas o que é isso?!

  23. Hje o bispo de Luz (MG) foi transferido para a diocese de Governador Valadares. Vejam as fotos da últma reunião do Clero da diocese de Luz: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.623931011011420.1073741926.138638499540676&type=1

    • Carlos, a notícia da transferência do bispo de Luz, Dom Antônio, para a Diocese de Governador Valadares também saiu na Rádio Vaticano.

      Diocese de Governador Valadares tem novo Bispo

      Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da Diocese de Governador Valadares (MG), apresentada por Dom Werner Franz Siebenbrock, S.V.D., por limite de idade. Como novo Bispo da Diocese, o Pontífice nomeou Dom Antônio Carlos Félix, até então Bispo de Luz (MG).

      Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/03/06/diocese_de_governador_valadares_tem_novo_bispo/bra-779090
      do site da Rádio Vaticano

    • Alex, eu vi a noticia no site do Vaticano também, mas agradeço a sua disponibilidade em compartilhar. Ao postar esse link do facebook foi com a intenção que vocês dessem em uma olhada em como o clero da diocese de Luz estava vestido para uma reunião com o seu bispo.

    • Pois é, Carlos! Antes de você comentar que as fotos eram de uma reunião do clero, eu sinceramente não estava entendendo do que se tratavam elas! Parecia uma reunião de leigos simplesmente. Infelizmente a idéia de que, depois do Concílio Vaticano II, o uso da batina foi dispensado ainda vigora com muito força entre clero. Ainda mais no interior do Brasil, onde tudo em termos de cultura é muito mais difícil. Mas a despeito disso, acredito que os reverendíssimos padres sejam bons sacerdotes. Provavelmente isso se deve apenas a uma deficiência na sua formação ao sacerdócio. Roguemos a Deus para que a formação dos futuros sacerdotes desde já possa ser purificada de concepções errôneas.

  24. Pessoal,

    Vejam isso:

  25. Olha pessoal, eu conheço muito bem essa questão da infiltração marxista na Igreja. Mas os cantos dessa CF, com exceção do hino e de um ou dois, estão melhores do que de anos anteriores. Isso não quer dizer que sejam bons, mas estamos progredindo. Pelo menos nessa não há nada como “Partilha de terra” ou “vamos sambar”…