Orgulhoso lamento Católico.

“O sobrinho de João XXIII agride verbalmente a filha de um dos nossos, a rádio nos despede bruscamente. A divergência em nome da tradição e da doutrina é tratada com dureza. Por quê?”

Por Alessandro Gnocchi e Mario Palmaro – Il Foglio, 16 de outubro de 2013 | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com – Dado o tema, não vai ser uma grande citação, mas é necessário começar com uma mensagem de texto SMS datada de sábado, 12 de outubro, às 14:24:

“Caro Giuliano, hoje minha filha, de 18 anos, ao sair da escola foi agredida verbalmente pelo pai de uma de suas colegas de classe, só por causa do que eu escrevi no jornal sobre o Papa. Esse senhor é um jornalista e é sobrinho e biógrafo do Papa Bom”.

Enquanto o diretor deste jornal respondia com cortesia e atenção a muitos Católicos que já não sabem sequer o caminho de casa, o biógrafo do Papa Bom, obrigado por sua filha, tentava se desculpar por telefone, explicando que a garota entendeu mal suas palavras e que aquele era seu modo de participar da discussão.

Evidentemente, que não estava de todo errado o velho professor de escola primária que, a fim de chamar a atenção para suas aulas de história, explicava a um rebanho de estudantes preguiçosos: “para entender por que a história começou, precisa sempre ver como ela vai acabar”.

Olhando para trás, ao longo do tempo esta máxima tornou-se cada vez mais uma dica hegeliana de cinismo, que um de Croce e Gentile colocou lá de propósito para que os estudantes permaneçam ali até o toque da sineta. Mas, olhando mais de perto, o mestre Frecassetti sabia melhor do que podia parecer.

Devemos reconhecer que o motivo pelo qual começamos a colocar nossos pensamentos no preto e no branco no tocante ao pontificado do Papa Francisco se encontra exatamente no epílogo da mensagem de texto acima citada.

A ferocidade com a qual vem sendo defendido o Papa da Misericórdia, já se via em todo o coro de hosanas entoado desde a noite de sua eleição. Beija-pés e anti-clericais, devotos e agnósticos, católicos de conveniência e outras crenças, todos a cantar loas em uma igreja que de repente se tornou imaculada, linda e livre de todos os defeitos.

E depois, lá se foram todos em procissão para consagrar em Lampedusa, o lugar do mais novo holocausto, para ouvir missa na praia de Copacabana, pra jejuar pela paz ou simplesmente por medo da guerra na Praça de São Pedro. Todos, em todos os lugares celebrando uma igreja voltada para as honras do mundo ao invés do Senhor.

Diante de tanto consenso, até a passagem da Sagrada Escritura com a qual São Lucas fecha as Bem Aventuranças: “Ai de vós, quando todos os homens vos louvarem!” (Lucas 6:26) deve soar a prepotência. 

Na Guerra contra o Evangelho o mundo abraça apenas os que são de sua própria espécie e não costuma fazer deles prisioneiros, mas na feira midiática onde o Papa brilha como uma estrela, ninguém parece levar isso em conta.

Estão todos muito à vontade nessa espécie de país das maravilhas onde os opostos giram de bracinhos dados, fazendo marolas com o princípio da não-contradição.

Em apenas seis meses jogaram ao mar a necessidade de demonstrar com rigor a racionalidade da fé que estava tão em moda nos tempos de Bento XVI.

Ora, até mesmo naquela controvérsia sobre o Ser na entrevista a Scalfari, o diálogo com o Papa parece ter saído de uma página do filósofo Heidegger. Dos pés de um Pontífice que diz amar a mística enquanto despreza a ascética, em um segundo foram chutados para o lixo séculos de metafísica.

No espaço de uma homilia na Casa Santa Marta foi apagada a memória de Ratzinger e silenciado seu discurso sobre a razão. Só sobrou o “coração” e como no coração ninguém manda, o jeito é cobrir com insultos os dissidentes ao invés de argumentos. Ou então se agride uma garota só porque seu pai emitiu uma opinião onde sempre foi lícito emiti-la.

Ou aindase é demitido sumariamente da Rádio Maria, sem nenhum direito de apelo, fuzilados como desertores por não terem apoiado incondicionalmente todas as iniciativas desse Papa.

De qualquer modo, apesar do sentimento de ” bem-estar” dos que  não viam a hora de reprimir qualquer ar de dissidência de quem ainda ousa levantar a cabeça, recebemos centenas de emails, telefonemas e mensagens com um desconcertante apoio até mesmo da parte de muitos ouvintes da “Rádio Maria”. Antes de mais nada porque o episódio foi grotesco. Em uma igreja onde todos criticam, contestam, se manifestam, escrevem volumes de livros e artigos para denegrir o passado, presente e futuro, aqueles que foram afastados de uma estação de rádio católica foram justamente dois que decidiram “agir de acordo com suas consciências e perseguiram o que eles acreditam ser bom”, ao criticar nas palavras do Papa Bergoglio o que está em claro contraste com a tradição católica.

Mas o que mais impressiona nessas mensagens é a adesão libertadora daqueles que dizem:”aquilo que vocês escreveram é o que há muito tempo muitos estão pensando, mas que ninguém ousava dizer”.

Como o mundo é pequeno e os fiéis dentro da igreja murmuram, dá pra entender o desconforto que a nossa mensagem suscitou nos ambientes clericais. Não somos criancinhas como as dos contos de fadas de Andersen, mas, assim como o menino da fábula :“As roupas novas do imperador”, tivemos a coragem de gritar que o imperador está nu, enquanto os cortesãos disputavam pra ver quem elogiava mais as roupas que ele usava. E então havia o risco de que as pessoas começassem a perceber, a se dar conta e comentar de que há algo errado, tem alguma coisa que não bate bem. E essa seria uma dissidência muito particular e difícil de se lidar.

Pois aqui não se trata de freiras americanas que querem mulheres sacerdotes, nem de teólogos da libertação que amam ativismo socialista dentro da Igreja ou de padres austríacos reinvindicando a abolição do celibato.

A nossa divergência é a de uma fatia diversificada do rebanho católico que percebe que a doutrina sobre a qual se fundamenta sua fé corre sério perigo e que a própria idéia do Papado e da Igreja também corre risco.  É a dissidência de tantos católicos perplexos que não querem  mulheres como cardeal, não querem “missas criativas” transformadas em show de acordo com o gosto do celebrante, não querem teólogas “vetero-feministas” com poder dentro da Igreja, não querem demonstração de “pauperismo” em canais de televisão e não querem pastores e teólogos que se calam sobre temas ligados à família e à bioética.

Esta fatia do povo de Deus viu e avaliou de perto os vinte anos de governo do Cardeal Jesuíta Carlo Maria Martini na Diocese de Milão, e agora não quer ver a Igreja inteira submetida ao mesmíssimo discutível tratamento.

E a perplexidade vai se revelando na medida em que a gente começa a falar. Podemos dizer que ela começou desde os primeiros gritinhos ouvidos no primeiro dia da eleição do Cardeal Bergoglio, desde aquele “Buonasera” (boa noite) que deixou todos atordoados e da sua insistência em se apresentar apenas como “Bispo de Roma”.

Certamente e é preciso que se diga, que o problema não é só o Papa Francisco. Por exemplo, existem certos papólatras para os quais o Papa é “ontologicamente incriticável”em tudo o que ele diz . E aqui se diz ” ontologicamente ” num mundo católico que sequer conhece mais o significado do termo ontologia. Se o papa atualmente reinante disser, por hipótese, que você deve beber sangria e torcer pela seleção da Argentina, eis que os papólatras imediatamente começarão a beber sangria e vestir a camisa da seleção da Argentina depois de anos bebendo apenas cerveja e torcendo pelo Bayern de Munique. Tudo isso sem afetar a “hermenêutica da reforma na continuidade”.

No final, o problema é esse mundo Católico que se tornou medíocre e incapaz de expressar qualquer coisa de calibre intelectual. É um reflexo eloqüente do estado da imprensa católica, uma imprensa que se tornou lugar de conflito e de governo, mas não lugar de elaboração de idéias ou pra mostrar ao mundo qual é a identidade da Igreja.

No domingo passado, a Igreja Católica beatificou 522 mártires da Espanha, quase todos eles, sacerdotes e religiosos assassinados por ódio à fé pelo exército anarquista espanhol.  A revista “Avvenire” falou alguma coisa sobre eles em sua página 23, numa pequena nota em caixa baixa (letras minúsculas).

522 mártires e a publicação oficial da Conferência de Bispos Italianos (CEI) se envergonha, escondendo-os numa pequena nota, tomando o cuidado pra não dizer claramente quem os martirizou. Esses mártires falavam espanhol, é verdade, mas infelizmente para eles, não eram da Argentina, não frequentavam periferias existenciais e para piorar foram mortos enquanto estavam em seus conventos e igrejas rezando e ensinando o Catecismo de sempre.

Não é de se surpreender portanto que essa mesma imprensa busque neutralizar, mediante o desprezo pessoal ou através da censura, qualquer um que ouse perguntar a razão de contradições tão óbvias, até quando elas saem da boca do sucessor de Pedro. Seria mais fácil para todos se aqueles que discordam seriamente sobre o mérito da questão mostrassem onde estão os erros. Mas Augusto Del Noce já nos tinha avisado quando ele previu com terror uma sociedade onde não seria mais possível levantar questões ou fazer perguntas.

Uma condição dessa espécie não pode ser assinada ou ratificada por um Católico com o uso da razão, pois é repugnante à inteligência .

Além do mais, é difícil “apoiar plenamente qualquer iniciativa de um Papa” que divaga com o ateu Scalfari sobre a “autonomia da consciência, ou que falando à “Civiltà Cattolica” nos convida a moderar o tom sobre questões éticas, que ao ser entrevistado no avião se pergunta quem é ele para julgar os homossexuais, que usa a Congregação para os Religiosos para proibir os Franciscanos da Imaculada Conceição de celebrar a missa antiga, que voa para Lampedusa e ali elogia os frutos espirituais do Ramadã.

Não obstante tudo isso, não tem sido fácil dar voz ao desconforto provocado pelo atual Pontificado.

Tecnicamente, nós somos os únicos na nossa região que ainda são conhecidos como “paolotti” [o paolotto no dialeto bergamasco diz respeito ao católico simples que vê o mundo contra a luz e sabe que lá atrás existe uma ordem que deve ser respeitada porque assim dispôs o Pai Eterno].

Nascemos e crescemos em uma fatia da Lombardia dividida de um lado pela Adda, do outro por Brianza e, do outro, Bérgamo, terras brancas como um lençol no varal. Quando éramos crianças, lembro-me que em nossa terra havia uma hierarquia em que no primeiro lugar de honra estava o pároco, em segundo lugar o prefeito, depois o médico, o farmacêutico e se havia uma delegacia, o delegado de polícia era o último. Sobre esta casta bem ordenada de autoridade não reinava nem mesmo o presidente da República, pois desde aquela época os politicos de Roma já eram considerados corruptos. Porém, isso era só até o lado de cá do Rio Tibre. Do outro lado estava o Papa e era um outro mundo. O Santo Padre vestido de branco em Roma era para nós meta, luz e guia que reinava acima de qualquer devoção que poderíamos dirigir a qualquer outra criatura humana. Falar mal do Papa não era lícito nem mesmo naqueles redutos onde se mastigava fumo de terceira categoria e se bebia vinho tinto de fabricação caseira ou se praticava um anti-clericalismo que não ia além do pároco.

Nascidos e criados como “paolotti”, nos encontramos agora no dever de ter que dizer o que está suscitando tanto clamor,  porque tem sido o próprio Papa a desenhar um modelo de Igreja na qual está sendo varrida aquela casta de autoridade tão bem ordenada e que nos fazia  sentir como parte dessa Igreja. Aliás, graças à qual éramos em primeiro lugar membros da Igreja e só depois cidadãos de uma cidade, de uma região ou de um Estado.

Mas o papa tinha que ficar lá encima, longínquo, quase inacessível. E quanto mais distante e inatingível mais força ele tinha para governar e ordenar o que ainda existe de bom nesse mundo.

Antes de tudo, havia a grande teoria da autoridade à qual se deve a justa devoção porque descende diretamente do Vigário de Cristo na terra, e que de certo modo todos retinham como justa.

E então havia a vida nas famílias onde havia espaço para todos, até mesmo para os que a natureza não havia propriamente privilegiado e esses eram cuidados e amados até mais do que os filhos ou os velhos mais afortunados.

O abraço aos pobres a aos enfermos era gesto cotidiano e modesto, como nas páginas de Don Lisander, e tinha até mais valor porque se fazia em nome do Papa, que lá de longe não podia se permitir fazer o mesmo. Assim tais gestos eram feitos por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo e portanto por verdadeira caridade.

E o doce Cristo na terra, não pensava nem remotamente em descer em praça pública e expropriar seus filhos de um gesto que os teria santificado. Não havia necessidade de exemplos que necessariamente poderiam ser tomados por exibição demagógica. Tudo era “naturaliter”e ordenado Àquele que é representado nesse mundo pelo homem distante e solitário, cujo ofício é estar diante de Deus, em nome de todos os seus filhos .

Mas o papa tinha que estar lá encima, longínquo, quase inacessível. Um papa que, ao invés, se joga na arena para brincar com os meios de comunicação o joguinho do “faz-de contas- que eu não sou Papa”, no final não se aproxima dos homens, mas os deixam abandonados. Se ele se apropria de gestos que pertencem ao cotidiano dos filhos que lhes foram confiados, ele não se faz humilde, mas sim protagonista. Se ele remove o pouco que ainda resta da intermediação entre o homem e Deus, ele não facilita o encontro, mas o torna inútil. Desta forma, as criaturas se aproximam do vazio e instintivamente tudo que lhes restam é se agarrar ao que eles tem de mais próximo: um outro homem e nada mais, ainda que esse outro homem seja um Papa que decidiu se tornar igual às suas ovelhas em tudo, até no cheiro.

Até mesmo o simbolismo, que, graças à distância intransponível do Vigário de Cristo, no passado fazia com que nos dirigíssemos ao alto, agora faz com que olhemos para baixo e não nos mostra outra coisa senão um homem em meio a outros homens. Tal como acontece com a cruz peitoral de ferro do Papa Francisco, à qual graças à propaganda da mídia, os fiés olham como se fosse feita de material pobre e ordinário e nela não buscam mais o Cristo Crucificado, mas sim a humildade do homem que a usa. Porque as criaturas são feitas assim, se você lhes tira a razão e deixa só a emoção, elas se apaixonam apenas pelo que é ordinário e material. Todavia, como foi ensinado pela raposa ao Pequeno Príncipe de Saint- Exupery, “o essencial é invisível aos olhos”. E para alimentar o olhar da alma se faz necessário um ritual verdadeiro, aquele que, como diz a sábia raposa, “faz com que um dia seja diferente dos outros dias, e uma hora diferente das outras horas.”

As grandes assembléias das quais o Papa Francisco é a grande estrela não nos passam essa impressão. E não foi por acaso que ele mesmo explicou que a reforma litúrgica é o fruto principal da adaptação da Igreja à modernidade desejada pelo Concílio Vaticano II.

Uma iniciativa infeliz que fez com que o homem acabasse por celebrar a si mesmo, privado do desejo de olhar as coisas e criaturas com um olhar diferente.

A devoção ao mistério, o momento em que cada coisa na esfera visível e invisível recebe a mesma medida de atenção foi varrida para o lixo.

A respeito desse drama, o agora esquecido Bento XVI escreveu páginas que ainda são de grande utilidade. Quando ele ainda era o Cardeal Joseph Ratzinger disse em sua obra “Introdução ao Espírito da Liturgia”:

” O homem não pode fazer de si o próprio culto de adoração. Ele encontra só o vazio se Deus não se mostra. (…) A verdadeira liturgia pressupõe que Deus responde e nos mostra como podemos adorá-lo. Isso implica em alguma forma de instituição. Não pode se originar da nossa fantasia, da nossa criatividade, do contrário seria como um grito no escuro ou simplesmente uma auto-confirmação. Ela pressupõe algo que está concretamente à frente, que vai se revelando e nos mostrando o caminho para a nossa existência. “

Caso contrário, explica Ratzinger:

“Este culto torna-se uma celebração da comunidade para com ela própria; ele é uma auto-afirmação. A adoração de Deus torna-se num rodopio em volta de si próprio”.

Por sua tentativa de restaurar a honra da liturgia Católica, Bento XVI foi atacado em escala global por uma horda de católicos que ninguém sonhava desafiar. Mas agora a Igreja tem um novo Papa e, esse sim, que ninguém ouse tocar!

Alessandro Gnocchi e Mario Palmaro

27 Comentários to “Orgulhoso lamento Católico.”

  1. Católicos perplexos, entreguem as vossas angustias e orações a Maria pelo Santo Rosário. Rezemos por aquilo que não compreendemos, e deixemos a crítica pela crítica de lado porque a oração é mais eficaz do que o mal. Ela saberá guiar o Santo Padre nesta altura de grande confusão na Igreja.

    • “Crítica pela crítica” Sr. Fábio? Como é isso? Quer dizer, então, que é tudo inventado?

    • Caro J. Marques,

      Quando falo “crítica pela crítica” não me estava a referir ao artigo, mas sim a certos comentários que destilam ódio pelo Santo Padre e criticam tudo o que ele faz, mesmo que seja um bem aparente. Alguns até o criticam por não falar o que gostariam de ouvir, como se estivessem a fazer juízes do próprio Papa e de si mestres infalíveis que tudo sabem!
      Na minha falível opinião, concordo com tudo o que o autor do artigo escreveu. Também eu me sinto triste com toda esta confusão que vai na Igreja e com algumas atitudes do Papa Francisco, mas perante tanta confusão na Igreja a nossa crítica (mesmo construtiva e fundamentada) de nada vale. Nenhum homem pode restaurar a ordem na Igreja, nem pela habilidade da sua palavra nem pelo autoritarismo. É bem sabido que a Igreja deverá passar por uma provação final, uma crise medonha.. e que por fim o Imaculado Coração de Maria triunfará! Cabe-nos a nós rezar muito por esse dia em que todos reconhecerão que é Deus quem manda aqui e de nós só se espera oração e penitência porque só isso tem valor diante de Deus.

  2. “A desigualdade está na raiz dos males sociais.”

    O Papa Francisco precisa muito, mas muito mesmo, das nossas orações.

    • “Ademais se Jesus foi bom para os transviados e os pecadores, não respeitou suas convicções errôneas por sinceras que parecessem; amou-os a todos para os instruir, converter e salvar. Se chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica.” Notre Charge Apostolique, Carta Apostólica do Papa S. Pio X.

      http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=documentos&subsecao=decretos&artigo=notrecharge&lang=bra

    • A desigualdade está na raiz dos males sociais?
      Não; a desigualdade É a raiz dos males sociais, conf original abaixo.
      Papa Francisco ‏@Pontifex_es · 28 de abr
      Ver tradução
      La desigualdad es la raíz de los males sociales

    • O Papa deseja a igualdade quimérica dos paraísos socialistas latino-americanos?

      “O ENSINAMENTO DOS PAPAS A RESPEITO DA IGUALDADE

      Desde que a Revolução Francesa levantou o estandarte da igualdade de direitos de todos os homens, os Papas vinham lutando continuamente contra esse princípio.

      Vimos como Leão XIII ensinou que a desigualdade provém de Deus, que fez os anjos, a Igreja e a sociedade com hierarquia e que os socialistas abusam do Evangelho ao dizerem que deve haver igualdade entre os homens. (Leão XIII, Quod Apostolici Muneris n. 15, 17, 18, 19). Constatamos ainda que ao reprovar os princípios igualitários nas seitas secretas – e em especial de Maçonaria – Leão XIII mostrou como os homens são iguais na natureza e diferentes em seus acidentes, e que defender a igualdade é um erro que repugna à razão (Leão XIII Humanum Genus n. 22).

      Na Renum Novarum, o mesmo Pontífice ensinou que o socialismo, ao desejar impor a igualdade na sociedade, vai contra a natureza, bem como a desigualdade de condições reverte em proveito quer da sociedade como um todo quer em proveito de cada indivíduo. (Leão XIII, Rerum Novarum n. 26)

      Também ao tratar do problema da democracia, Leão XIII condenou os que propugnam a democracia social até o grau de perversidade de fazê-la caminhar para igualdade de direitos e de fortunas (Leão XIII, Graves de Communi n. 4). S. Pio X ao condenar os erros do Sillon – movimento católico igualitário e ecumênico – reiterou esse ensinamento de Leão XIII.

      Ninguém foi mais claro que Pio X, que ao condenar o comunismo declarou:

      ‘Não é verdade que na sociedade civil todos temos direitos iguais, e que não exista hierarquia legítima’ (Pio XI, Divini Redemptoris n. 33).

      A Igreja sempre refutou o igualitarismo liberal e socialista mostrando que os homens são semelhantes e não iguais, devendo portanto a justiça fazer reconhecer a igualdade de direitos naturais ao mesmo tempo que a desigualdade de direitos acidentais.

      ‘A Igreja, pregando aos homens que eles são todos filhos do mesmo Pai celeste, reconhece como uma condição providencial da sociedade humana a distinção das classes; por essa razão Ela ensina que apenas o respeito recíproco dos direitos e deveres, e a caridade mútua darão o segredo do justo equilíbrio, do bem estar honesto, da verdadeira paz e prosperidade dos povos. (…) Mais uma vez Nós o declaramos: O remédio para esses males [da sociedade] não será jamais a igualdade subversiva das ordens sociais’ (Leão XIII – Alocução de 24-I-1903 ao Patriciado e à Nobreza Romana – Benne Presse, Paris Tomo VII, pgs 169-170).

      O mesmo Leão XIII mostrou que o igualitarismo socialista tem como conseqüências: ‘a perturbação em todas as classes na sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como conseqüência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria’ (Leão XIII, Rerum Novarum n. 22).

      S.Pio X, condenando os erros do Sillon, disse:

      ‘Se [Cristo] chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica’ (S.Pio X, Notre Charge Apostolique n. 38).

      Esse Papa santo escreveu ainda que ao querer a igualdade o Sillon ‘marchava para um ideal condenado’ (S.Pio X Notre Charge Apostolique no 9).

      Pio XII ensinou que ‘a igualdade degenera em um nivelado mecânico, numa uniformidade monocroma: sentimento de verdadeira honra, atividade pessoal, respeito de tradição, dignidade, numa palavra, tudo que dá à vida o seu valor, pouco a pouco definha e desaparece. (…) “Num povo digno de tal nome, todas as desigualdades, não arbitrárias, mas derivadas da mesma natureza das coisas, desigualdades de cultura, posses, posição social (sem prejuízo, bem entendido, da justiça e da caridade) não são de modo algum obstáculo à existência ou ao predomínio de um autêntico espírito de comunidade e fraternidade. Pelo contrário, longe de lesar de algum modo a igualdade civil, lhe conferem o seu legítimo significado: Isto é, que defronte do Estado cada qual tem o direito de viver honradamente a própria vida pessoal, no lugar e nas condições em que os desígnios e disposições da Divina Providência o tiverem colocado.’ (Pio XII, Radiomensagem de Natal de 1944 Sobre a Democracia, n.18 e 17)

      O mesmo Pio XII, defendendo a verdade de que todos os homens são irmãos acrescentou:

      ‘Pois bem, os irmãos não nascem nem permanecem todos iguais: uns são fortes, outros débeis; uns inteligentes, outros incapazes; talvez algum seja normal, e também pode acontecer que se torne indigno. É pois inevitável uma certa desigualdade material, intelectual, moral, numa mesma família (…) Pretender a igualdade absoluta de todos seria o mesmo que pretender idênticas funções a membros diversos do mesmo organismo’ (Pio XII, Discurso de 4-VI-1953 a católicos de paróquias de S.Marsciano – Peruggia – Discorsi e Radiomessaggi vol XV – p. 195).

      Leão XIII condenou a o igualitarismo dos que pretendem nivelar as fortunas negando o direito à propriedade: ‘É dever principalíssimo dos governos assegurar a propriedade particular por meio de leis sábias. Hoje especialmente, no meio de tamanho ardor de cobiças desenfreadas, é preciso que o povo se conserve no seu dever; porque, se a justiça lhe concede o direito de empregar os meios de melhorar a sua sorte, nem a justiça nem o bem público consentem que se danifique alguém na sua fazenda nem que se invadam os direitos alheios sob pretexto de não se sabe que igualdade ‘(Leão XIII, Rerum Novarum, n. 55). Pio XII defendeu até a legitimidade da desigualdade no nascimento:

      ‘As desigualdades sociais, inclusive as que são ligadas ao nascimento, são inevitáveis: natureza benigna e a benção de Deus à humanidade, iluminam e protegem os berços, beijam-nos, porém não os nivelam (…) tais desigualdades não podem ser consideradas por uma mente cristãmente instruída e educada, senão como disposição desejada por Deus pelas mesmas razões que explicam as desigualdades no interior da família e portanto com o fim de unir mais os homens entre eles, na viagem da vida presente para a pátria do céu, ajudando-se uns aos outros, da mesma forma que um pai ajuda a mãe e os filhos “Se esta concepção paterna da superioridade social, por vezes, em, virtude do ímpeto das paixões humanas, arrasta os ânimos a desviar nas relações de pessoas de categoria mais elevada, com as de condição mais humilde, a história da humanidade decaída não se surpreende com isto. Tais desvios não bastam para diminuir ou ofuscar a verdade fundamental de que para os cristãos as desigualdades sociais se fundem numa grande família humana’ (Pio XII, Discurso ao Patriciado e à Nobreza Romana em 5- I-1942- in Discorsi e Radiomessaggi, vol III, p. 347).

      Leão XIII mostrou que é dever sagrado de justiça defender a propriedade e a hierarquia social.

      ‘Importa, por conseqüência, que nada lhe seja à democracia cristã mais sagrado do que a justiça que prescreve a manutenção integral do direito de propriedade e de posse; que defenda distinção de classes que sem contradição são próprias de um Estado bem constituído.’ (Leão XIII, Graves de Communi Re n. 4)”

      Acesso em: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=486302674730517&id=346846735342779. Desconheco a autoria do texto.

  3. Oremus pro Pontifice nostro.

  4. Sim, o Papa Francisco precisa muito das nossas orações senão vai fazer tudo o que os inimigos da Igreja quer, mesmo sem saber.

  5. Magistral artigo! Tão verdadeiro, tão respeitoso, tão contundente, tão doce, tão poético, tão magistral!

  6. A Igreja e consequentemente o mundo estão numa crise imensa. Só não vê quem não quer. E o pior cego é aquele que não quer ver.

    Abaixo um texto importante que analisa a conjuntura atual. Não nos enganemos: quanto pior a Igreja estiver , pior o mundo estará, pois só Cristo é a luz do mundo.

    Perplexos diante da confusão, apelemos à razão. Caso alguém discorde de algum ponto do texto, faça o com a razão. E faça um bem esclarecendo cada um de nós com sua análise. Mas, por favor, deixe seu sentimentalismo de lado, pois a desordem já é grande.

  7. Mensagem de Nossa de La Salette:

    “Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”.

    Sejamos como os cruzados que oravam e combatiam os inimgos de Cristo Deus ( o católico centro de tudo e não o homem) e de Sua única Igreja, a Santa Imaculada católica ( não a falsa “igreja” conciliar que se ajoelha para os inimigos históricos de Nosso Senhor Jesus Cristo)

    “Ut inimiccos Sanctae Ecclesiae humiliari digneris, Te rogamus, Audi nos!” (“Para que vos digneis humilhar os inimigos ad Santa Igreja, nós Te rogamos, ó Senhor”!).

    • Os teólogos, santos e doutores da Igreja ensinam que devemos resistir até mesmo a um papa que tentasse destruir a Igreja. Vejamos alguns:

      SÃO ROBERTO BELARMINO: ”… Assim como é lícito resistir ao Pontífice que agride o corpo, assim também é lícito resistir ao que agride as almas, ou que perturba a ordem civil, ou, sobretudo, aquele que tentasse destruir a Igreja. Digo que é lícito resistir-lhe não fazendo o que ordena e impedindo a execução de sua vontade” (De Romano Pontifice, Lib. II c. 29).

      CAETANO: ”Deve-se resistir em face ao Papa que publicamente destrói a Igreja”. ” A razão é que ele não tem poder para destruir a Igreja; portanto, se o faz, é lícito resistir-lhe.” ( citado por Vitória – Obras de Francisco Vitória, pp. 486-487).

      CARDEAL JOURNET: ”Quanto ao axioma ”onde está o Papa está a Igreja”, vale quando o Papa se comporta como Papa e Chefe da Igreja; em caso contrário, nem a Igreja está nele, nem ele na Igreja. (Caetano, II-II, 39, 1)” (L’Eglise du Verbe Incarné, vol. II, pp. 839-840).

      SANTO IVO DE CHARTRES: ”Não queremos privar as chaves da Igreja do seu poder (…) a menos que se afaste manifestamente da verdade evangélica” (P.L. tom. 162, col. 240).

      SUAREZ: ” Se (o Papa) baixar uma ordem contrária aos bons costumes, não se há de obedecer-lhe; se tentar fazer algo manifestamente oposto à justiça e ao bem comum, será lícito resistir-lhe (…) (”De Fide”, dist. X, sect. VI, n° 16).

      SÃO TOMÁS DE AQUINO: Havendo perigo próximo para a Fé, os prelados devem ser arguidos, até mesmo publicamente, pelos súditos” (Sum. Teol. II-II, XXXIII, 4, ad 2).

      As citações poderiam ser multiplicadas, mas estas já bastam.

  8. Muito bom, disse o que eu sinto.
    Uma crítica fundamentada ao contrário do que alguns dizem para ai, chamando-lhe crítica pela crítica, a este belo artigo.Só os cegos e os ignorantes por opção é que não querem ver nem querem conhecer a verdade dos factos.
    Estão de parabéns pela edição deste artigo, a verdade salva e a mentira escraviza.

  9. Mas São Pedro, o primeiro Papa, não queria que ninguém se ajoelhasse aos seus pés, porque dizia que era apenas um homem como os outros, então por que Francisco não pode ser assim?

    Não pode porque São Pedro também não podia! Pedro, agindo como se fosse um homem qualquer, como os fracos, dissimulava como igual aos pagãos em presença dos pagãos e como igual aos judeus, com judeus, ou seja, não era sal num alimento insípido, nem luz num mundo escuro, era como o mundo, o que São Paulo viu ser contra o Evangelho e resistiu face a face. Com Pedro, a autoridade, agindo como os outros, o mundo continuava mundo e os que viam a autoridade da Igreja agindo como se não fosse, também continuavam escravos do mundo seguindo a prevaricação da autoridade; era como se Cristo tivesse morrido em vão, porquanto era a lei do mundo que prevalecia, não a de Cristo, o que não pode ser, porque Cristo vence o mundo!

    Deus é rico, tem tudo, porém, fez-Se como nós assumindo a natureza humana, em Jesus Cristo, mas não para ser um de nós, como nós somos, caídos em pecado e pobres escravos do mundo; foi para nos enriquecer, para nos fazer voltar a ser como quando fôramos criados, realmente homens à imagem e semelhança de Deus, e não subvertidos em pecadores e escravos do pecado pelo demônio.

    Francisco é como o mundo e quando chega em um canto, é como quem está lá. E é como se não fosse papa, como uma celebridade numa favela para inchar de orgulho seu coração, com o louvor do mundo, que continua pobre mundo, louvando coisas como pobres como ele mesmo, o mundo, e arrastando para a lástima os cristãos.

    Se Francisco imitasse Cristo ou ouvisse a advertência de São Paulo a Pedro, como São Pedro poderia se corrigir e enfrentar o martírio e confirmar os cristãos na única Fé Católica de Cristo. Contudo, desgraçadamente, hoje, com silêncio, ou mesmo concordância, do papa e dos bispos com o mundo, aqueles que tentam fugir da corrupção do mundo e buscar a santidade de Cristo, são perseguidos até por entre os da Igreja que se corromperam. É lamentável a situação da Igreja hoje! Lamentável! O mal é igualado ou colocado no lugar do bem em todos os pontos, coisa que sempre foi assim no mundo, não, porém, na Igreja, nem nos tempos de Santo Atanásio foi assim, com TODAS as doutrinas sendo feridas e derrubadas!

  10. Vigiai e orai. É pela falta de vigilância dos católicos mornos e pela falta de oração e penitência que chegamos a esse lamentável estado. Como bem ilustrou Palmaro e Gnocchi: “no final, o problema é esse mundo Católico que se tornou medíocre e incapaz de expressar qualquer coisa de calibre intelectual”.
    Basta ver o exemplo dos Legionários de Cristo, que depois da desgraça que se abateu sobre aquela organização, ao invés de se recolherem em oração, penitência e reparação, saracoteiam pelas ruas de Roma como se tivessem algum motivo pra comemoração:

  11. João 23 é chamado o papa da docilidade e da misericórdia? Mas foi justo em seu pontificado em 1959 que o Santo Oficio proibiu a divulgação da Divina Misericórdia como pedido por Santa Faustina, proibição esta que durou SMJ até 1978.

  12. Será que ninguém ainda percebeu que ele é humano e o seu método pastoral pode ser um erro?
    Não se preocupe que o Espírito Santo não vai deixar ele mudar a doutrina da Igreja, mas a mentalidade e o comportamento das pessoas sim, podem relativizar a fé. Eu li uma notícia que nos Estados Unidos os juízes na maioria católicos de um estado americano aprovaram o casamento gay, e para justificarem o seu voto repetiram a frase do Papa Francisco “Quem sou eu para julgar?”, isso da um exemplo de como esse método pastoral pode relativizar a fé das pessoas.

  13. Os planos dos maçonistas de infiltrarem a Igreja e, de dentro dela conspirarem, constam nos ideais diabólicos da Alta Venda Maçônica, e foram claramente revelados na carta de Vindice a Nubius, em 9 de Agosto de 1838.
    “Não se deve individualizar o crime; devemos generalizá-lo para crescer até as proporções do patriotismo e do ódio contra a Igreja. Um golpe de punhal não significa nada, não produz nada… O catolicismo não teme mais que a monarquia um punhal afiado; mas essas duas bases na ordem social podem cair pela corrupção; por isto não cessemos de corromper. Foi decidido em nossos conselhos que não queremos mais cristãos; por isto não façamos mártires, mas popularizemos o vício nas multidões. Respirem os povos o vício pelos cinco sentidos, e dele se saturem. Fazei corações viciosos e não tereis mais católicos. Apartai o padre do trabalho, do altar e da virtude, procurando com destreza que ele ocupe em outras coisas os seus pensamentos e o seu tempo. Tornai-o ocioso, glutão e patriota, e assim ele se fará ambicioso, intrigante e perverso… O que devemos empreender é a corrupção em massa, a corrupção do povo pelo clero e do clero por nós, a corrupção pela qual levaremos um dia a Igreja à sepultura. “Para abater o Catolicismo, é preciso começar por suprimir a mulher!” É verdade, mas desde que não podemos suprimir a mulher, corrompamo-la com a Igreja. Corruptio optimi pessima. O fim é bastante belo para tentar homens como nós… O melhor punhal para ferir a Igreja no coração é a corrupção” ( Padre Teófilo Dutra, “As Seitas Secretas” 213,2114, 219; Léon de Poncins – La F.’. M.’. Paris, 1936, pg 134-126).
    Obs: padres patriotas(?), os da TL!
    Na Italia, um aviso da Alta Venda: “Lançai vossas redes como Simão Bar-Jonas; lançai no fundo das sacristias, dos seminários e dos conventos… e se andais com prudência nós vos prometemos uma pesca mais miraculosa que a sua”. “Apartai o padre da sacristia, do altar, da oração, da virtude…” (De Nubius, chefe da Alta Venda; Padre T. D. o. cit. pg. 218, 219).

  14. CONCOOORDO, com o FABIO TAVARES! PARABÉNS ,FABIO!

    É isso aí! NÂO podemos fazer passeatas, “manifestações”, e depor Papas , Padres e etc….Só podemos, é colocar nossos joelhinhos no chão…..e, INTERCEDER, SUPLICAR socorro à JESUS e MARIA! Só isso. e,….reservadamente!
    Sem berros, sem murmurações, sem fofocas….!!! A sós , com JESUS e MARIA!! diante do SACRARIO!Amém!
    A Oração com Amor e Fé tem muiiiito Poder!

    Que nossa Querida IGREJA CATOLICA está passando por TRIBULAÇÂO,todos já sabemos e vemos…..diáriamente!!!

    Reclamar, apontar malfeitos de “A” e ou de “B”…..de NADA adianta……Só a Oração pode mover algo! porque orar é conversar com o TODO PODEROSO, com AQUELE que sabemos que nos ama muiiito, e TUDO vê e T U D O pode! Amém! ALELUIA!
    VIva NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!!!! ALELUIAAAA! Amém! Graças à DEUS! SALVE RAINHA!
    SOCORRO SAO JOSE!
    MARANATHA!

  15. Eu, OLIVIA, desejo saber , apenas uma coisinha……..

    Por que os “incomodados” com a IGREJA, os “anti-papas”… os/as alérgicos às Autoridades Eclesiiais…….falam Italiano,….vão constantemente à Roma….( R$$$$$$ !!), por que não reclamam……. d i r e t a m e n t e , com o Papa FRANCISCO I ?……. Hã?… Desabafem com ele!!…

    Marquem uma Audiencia….e /ou escrevam para o endereço eletronico do Papa! Com certeza ele os atenderá, ou telefonará….quem sabe?????…..Ficarão famosos…internacionalmente! he..he..hi..hi…he..

    Reclamar só aqui, através dos…..”comentários” ou de “artigos traduzidos””…de NADA adianta…

    Eu, pretendo “tuitar” para FRANCISCO I e sugerir-lhe com todo o respeito….que o Papa abra uma via para ….”SUGESTÕES” de ovelhas sabichonas e carneiros santarrões…..! Que tal???
    Aí, o “muro-de-lamentações”…..transferirir-se-á daqui do “frates”,para esse “site” ou “tweet”! Uf!…..
    que alívio, será! Dio Santo! Magari…….!!!

    MARANATHA!

    Assina: OLIVIA (irmã da Mariana)

  16. Afinal de contas….o que desejam os “articulistas”?????? REFORMA??????…….RETROCESSO???
    ou……………….o…………………..CISMA????????……….!!!!!!!

    Um “racha” na IGREJA?………!!!! Será????……….!!!! Hum!…..Táaa. Seeei……! Er…….

    Meu DEUS!….. ninguém é…”papólatra”…..apenas há pessoas catolicas que r e s p e i t a m as Autoridades Eclesiásticas……! Só isso.

    Eu,……..hein??????!!!…..Esquisitooos…..muiiito estranhos…..!!! estranhíssimos esse “pessoal”….!!!

    MARANATHA!

  17. Vivemos hoje no tempo em que não apenas podemos acreditar em revelações particulares, mas principalmente constatá-las, como por exemplo, no caso das visões da Beata Ana Maria Taigi, a saber: Testemunho juramentado apresentado pelo seu confessor, Mons. Natali: “Porém, ela disse-me que a iniquidade haveria de avançar triunfante e muitos que se acreditava serem bons teriam tirado a máscara e que o Senhor queria por a descoberto a cizânia; e que depois Ele teria sabido o que fazer dela” Ou não é isto o que vemos no assunto comentado?

  18. Francisco é o pior Papa da História. O texto é magnífico: mostra como quase todos se venderam e como, em pouco tempo, passaram dos elogios a um papa mais conservador a atitudes efusivas com relação a um Papa que é uma oposição ao projeto do governo anterior. Os católicos, com raras exceções, se tornaram idênticos aos filhos deste mundo. Salve-se quem puder.

  19. “Mariana/Olivia” se você prestasse atenção no que lê nesse blog saberia que um dos autores desse artigo, “incomodado” com a situação caótica da IGREJA, alérgico aos abusos das Autoridades Eclesiais…….que falava muito bem Italiano pois era italiano,….que ia constantemente à Roma não por R$$$$$$, mas sim porque era docente de filosofia teorética, ética e bioética na Faculdade de bioética do Pontificio Ateneo Regina Apostolorum de ROMA, reclamou SIM……. d i r e t a m e n t e, com o Papa FRANCISCO I, deixou inúmeros escritos ( como o que você está criticando) antes de partir dessa vida, que foram diretamente endereçados ao Pontífice e sim, também RECEBEU O FAMOSO TELEFONEMA de Bergoglio depois de ter sido demitido da Radio Maria exatamente pelas críticas que ele fez a esse Pontificado.
    Não creio que àquela altura de sua vida lhe importava ficar “famoso” internacionalmente! Pois fama e nome ele já tinha por sua combativa atuação na luta a favor da vida e por seus vários livros publicados, além do mais sabia que lhe restava poucos dias de vida e a única glória que lhe importava era a glória de Deus.
    No mais, expressar nossa indignação seja aqui, através dos…..”comentários” ou de “artigos traduzidos” ou seja no local de trabalho, nas ruas, nas conversas com amigos e familiares…pode não adiantar para aqueles que insistem em dançar e cantar “kumbaya” com os olhos vendados e os bracinhos levantados enquanto adentram pela “porta larga”. Mas para aqueles que querem se manter firmes na fé e estão perplexos com os abalos sísmicos que sacodem a Igreja todos os dias, devemos ter coragem de proclamar dos telhados a mensagem pascal:

    “Jesus Cristo, ontem e hoje. Ele, o princípio e o Fim. Alfa e Omega. Dele é o tempo e a eternidade. A Ele glória e poder, pelos séculos sem fim. Pelas suas santas chagas gloriosas, nos guarde e conserve. Que a luz de Cristo Ressuscitado gloriosamente nos dissipe as trevas do coração e da mente”.

    Eu não sei em que mundo você está vivendo, mas se você não estivesse dormindo saberia que REFORMA é o que Cardeais como Kasper e outros modernistas heréticos querem e estão lutando pra fazer valer. RETROCESSO é insistir em fazer a Igreja adotar as mesmas políticas do Vaticano II que destruíram Seminários, Ordens Religiosas, que provocaram a apostasia generalizada de Católicos, que gerou a ditadura do relativismo e do indiferentismo e fez com que o nome de Cristo seja cada dia mais blasfemado e desrespeitado entre pagãos e até mesmo entre alguns que se dizem “cristãos.
    CISMA????????……….!!!!!!!Um “racha” na IGREJA? O seu comportamento já é um claro exemplo do racha que existe dentro da Igreja. Quando todos na Igreja professavam um mesmo conceito de fé, a mesma idéia a respeito dos Sacramentos, uma mesma liturgia, uma única linguagem de culto que unia todos os povos nos quatro cantos da terra, os Católicos não precisavam ficar se atacando uns aos outros. Inimizades, partidos, discordâncias poderiam acontecer, mas só em torno de assuntos mundanos. Nunca no tocante à questões de fé, porque a Fé que se ensinava era uma só. Todos bebiam de uma mesma fonte. Quando racharam a Igreja em facções por causa do joio dos ensinos errôneos veio o Cisma que onde não é aberto é velado. Não foram os fiéis que fizeram isso. Foi o demônio com a colaboração de alguns traidores infiltrados em postos de autoridade na Igreja.
    E sim, infelizmente existem “papólatras”: pessoas que idolatram a pessoa que ocupa a Cátedra Papal sem ter a menor noção do que essa Cátedra significa, quais são suas atribuições e porque ela foi instituída. Graças à ingenuidade dos papólatras e a falta de vigilância dos católicos imprudentes é que a profecia de Nossa Senhora em La Salette será cumprida mais rápido do que poderíamos esperar:
    _ “Roma perderá a fé e se tornará sede do Anticristo”.

  20. Sem dúvida fica difícil convencer com imagem e atitudes tão “bem vistosas” do Papa! Acho q existem profecias que se encaixam sobre esse papado, e esse momento tem de ser cumprido. O caminho do papado e da fé em Roma parece inequivocamente já traçado! Conservemo-nos em nossa fé e fazendo o bom combate!