Casal no Sínodo: O que devemos fazer quando um filho gay quer trazer seu parceiro para casa no dia de Natal?

Na reunião de hoje no Sínodo, um casal australiano Ron e Marvis Pirola falaram sobre como as “famílias enfrentam a tensão de defender a verdade ao mesmo tempo em que expressam compaixão e misericórdia”. Eles falaram sobre como alguns amigos seus reagiram quando seu filho queria trazer seu parceiro para casa no dia de Natal: “Ele é nosso filho”.

Por Andrea Tornielli | Tradução: Fratres in Unum: Cidade do Vaticano – Esta tarde, as vozes de um casal australiano, Ron e Marvis Pirola, que fazem parte da presidência conjunta do Conselho Católico Australiano para o Matrimônio e Família, soaram dentro da Nova Sala Sinodal do Vaticano, onde os participantes do Sínodo estão discutindo todos os assuntos sobre a família. O testemunho deles mostrou imediatamente como experiências reais das pessoas lançam toda uma nova perspectiva sobre as coisas, sobre a abordagem dos problemas e desafios que a família enfrenta hoje em dia.

Essas experiências demonstram como certos detalhes doutrinários vêm em segundo lugar.
O casal explicou que “gradualmente chegamos a ver que a única característica que distingue a nossa relação sacramental da relação de qualquer outro bom relacionamento centrado em Cristo é a intimidade sexual e que o matrimônio é um sacramento sexual com a sua expressão máxima na relação sexual.”

“Nós acreditamos”, acrescentaram, “que até que os casais venham a reverenciar a união sexual como uma parte essencial de sua espiritualidade fica extremamente difícil apreciar a beleza de ensinamentos como os da Humanae Vitae. Precisamos de novas maneiras e linguagem relacionáveis ​​para tocar o coração das pessoas”.

“A igreja doméstica” representada pela família”, tem muito a oferecer à Igreja mais ampla em seu papel de evangelização”, o casal continuou. “Por exemplo, a Igreja enfrenta constantemente a tensão de defender a verdade ao expressar compaixão e misericórdia. As famílias enfrentam essa tensão o tempo todo. “O casal passou a ilustrar esse fato com um exemplo relacionado à homossexualidade.” “Amigos nossos estavam planejando sua reunião familiar de Natal, quando seu filho gay disse-lhes que também queria trazer seu parceiro para casa. Eles acreditavam plenamente nos ensinamentos da Igreja e sabiam que seus netos iriam vê-los acolher o filho e seu parceiro na família. Sua resposta pode ser resumida em três palavras: “Ele é o nosso filho”.
Isso, explicaram Ron e Marvis, “é um modelo de evangelização para as paróquias, uma vez que elas respondem a situações semelhantes em sua região!” “O papel magisterial da Igreja e sua missão principal de anunciar o amor de Deus.”

O casal australiano prosseguiu descrevendo outra experiência de vida real: “Uma amiga nossa divorciada diz que às vezes ela não se sente plenamente aceita em sua paróquia. No entanto, ela vai à missa regularmente e de bom grado com seus filhos. Para o resto de sua paróquia ela deve ser um modelo de coragem e compromisso em face da adversidade. A partir de pessoas como ela, aprendemos a reconhecer que todos nós carregamos um elemento de desalento em nossas vidas. O apreço de nosso próprio desalento ajuda muito a reduzir a nossa tendência de criticar os outros, o que é uma pedra de tropeço para a evangelização.”

41 Responses to “Casal no Sínodo: O que devemos fazer quando um filho gay quer trazer seu parceiro para casa no dia de Natal?”

  1. Sacramento sexual ????????
    Caramba – tá pior do que eu imaginava!!!!

  2. É fácil a reposta:

    devemos mostrar compaixão e misericórdia para com Nosso Senhor, que foi flagelado pelos nossos pecados da sensualidade, conforme atesta Santa Faustina Kowalska:

    “Certo dia, quando Santa Faustina chegou para fazer uma adoração noturna e, logo que entrou em recolhimento interior: “vi Nosso Senhor amarrado ao tronco e logo sobreveio a flagelação. Vi quatro homens que se revezavam a açoitar o Senhor com azorragues. O meu coração parava só de olhar para esses suplícios; então, o Senhor me disse estas palavras: ‘Sofro uma dor ainda maior do que esta que estás vendo’. – E Jesus deu-me a conhecer por quais pecados submeteu-se à flagelação: foram os pecados de impureza. Oh! Por que terríveis sofrimentos morais passou Jesus quando se submeteu à flagelação! Então, Jesus me disse: ‘Olha e repara bem o gênero humano na presente condição’. E imediatamente, vi coisas horríveis: afastaram-se os algozes de Nosso Senhor e vieram flagelá-Lo outras pessoas que seguravam nas suas mãos os chicotes e castigaram sem piedade o Senhor. Eram sacerdotes, religiosos e religiosas e os mais altos dignitários da Igreja, o que muito me admirou. Havia leigos de diversas idades e classes; todos descarregavam sua maldade sobre o inocente Jesus…”
    (http://devotosdamisericordiadivina.blogspot.com.br/2012/06/marcha-contra-aborto-divorcio-e.html)

    E tem mais, o inferno existe e é para lá que vão os que morrem no pecado:

    http://devotosdamisericordiadivina.blogspot.com.br/2012/07/o-inferno-existe-e-como-e-grande-sua.html

  3. O problema atual é que os laboratórios de engenharia socialistas muito ardilosamente estão deturpando os termos como “misericórdia, compaixão, acolhimento etc”., relativizando-os, passando ao público em geral a ideia de conivência com o erro, que não percebe as sutilidades do sermos “tolerantes, acolhedores, fraternais etc.” em certas circunstancias e, nesse caso, nada melhor que evocar o mestre máximo em dissimulação de termos, A. Gramsci, no qual buscam inspiração e apropriam de suas ideias de como trapacear, mas passando-se por fieis parceiros.
    Tal sistema de comportamento é o amplamente empreendido pelos partidos comunistas para subirem ao poder e oportunamente mostrarem suas garras.
    Em nada se difeririam no comportamento dos que aplicam o famoso “conto do paco”.

  4. “Ele é nosso filho!” Pois é minha senhora, eu também sou mãe e graças ao bom Deus tenho três filhos bem homens.Mas dá um trabalhão criar filhos pra Deus. A senhora e o seu marido levaram ele pra Igreja bem cedo? Vocês cuidaram dos sacramentos na vida dele? Vocês marcaram colado nas amizades dele? Por acaso deixavam o filho de vocês dormir na casa de amigos sem saber o que ele fazia? E o seu marido, ele era o maior amigo do seu filho? E como aconteceu isso com o filho de vocês? Isso não acontece de um dia pra noite não! Vocês estavam com a cabeça em quê, no mundo da lua? Não perceberam nada? Meu Deus,o que que vocês estavam fazendo nessa época? Agora,depois do filho crescido sobrou pro Sínodo decidir se o filho de vocês pode ou não levar o ‘namorado’ pra Ceia de Natal?

    • Sra. Ana Maria Luna,
      As suas perguntas respondem tudo, absolutamente tudo! E hoje em dia é “normal” deixar filhos e filhas dormirem na casa dos amiguinhos e amiguinhas! E quem não permite é denominado de “quadrado”, “antiquado”, “careta”, “ultrapassado”, “chato”, etc, etc. Mas esses pais que recebem esses adjetivos do mundo, NÃO tem esses problemas com seus filhos e filhas.

    • Cara Ana Maria Luna, paz e bem!

      Nos termos da sua resposta, onde faz diversos questionamentos, fica muito fácil questionar as atitudes do casal, de forma a culpá-los pela conduta do filho. Porém, é preciso avaliar que este modelo apresentado por você é, em partes, falho. Explico-lhe o porquê: nem sempre uma vida ingressada cedo na Igreja na participação de sacramentos pode privar alguém deste direcionamento, primeiro, porque somos seres humanos pensantes e contemplados de liberdade de escolha, pois, “é para a liberdade que Cristo nos libertou”, segundo, na atualidade é inegável, pelas comprovações médicas, que a tendência homossexual está presente na genética, portanto, não é algo que simplesmente é escolhido do indivíduo, logo, como condenar algo que a pessoa não escolheu? Você questiona o papel dos pais dentro da família “marcando colado nas amizades, controlando o que fazia na casa de amigos, e como o pai se relaciona com o filho”, pois bem, “marcar colado” nas amizades pode criar revolta por parte do filho e gerar, mais facilmente, um sentimento de revolta; saber o que o filho faz fora de casa é importante e provém da responsabilidade paterna e materna, mas exagerar pode criar a mesma índole de revolta e nem sempre é fácil ter um bom relacionamento com o pai, fazendo dele o “melhor amigo”, eu mesmo não o tive nem o tenho, mas respeito muito a figura paterna com a qual cresci.

      Concluindo, acho interessante você rever esses conceitos, pois colocar a culpa no pai e na mãe é fácil e cômodo, sem levar em contas que criar um filho, para viver uma vida social sadia, é mais difícil que criá-lo pra Deus, até porque, nós fomos criados por Deus, à sua imagem e semelhança, e por isso somos receptores de todo o seu amor, que é tão além da medida que ultrapassa preconceitos e discriminações pelas escolhas, porque o carinho e o amor materno de Deus estão acima das nossas escolhas.

      Abraço fraterno,
      Vitor.

  5. O Papa autorizou que essa bestialidade fosse defendida em plena Assembléia Sinodal na cara de 200 Cardeais? Ele tira um casal da Austrália só pra ir a Roma defender a sodomia? Ele como Presidente do Sínodo deu a palavra a quem defende um dos pecados que mais repugna Deus! Ninguém fala num Sínodo ou Concílio sem autorização do Papa.

    • Meu amigo,,,não tire conclusões. No artigo em questão não está dizendo que esta defendendo isso ou aquilo. É relatado um fato, e como a misericórdia deve preceder qualquer norma ou pré-juizo. É fato que a prática da sodomia ou qualquer outra perversão é e será sempre condenada pela Igreja. Agora pense nas suas práticas!!! Quem não tiver pecado (até mesmo o pecado de julgar!!!) que atire a primeira pedra! Espero que se lembre quem disse isso.

  6. Lembro-me do que disse a mãe de São Luís, rei de França, quando o mesmo era criança: “meu filho, amo-te com todo o meu coração: mas prefiro ver-te morrer antes de ver-te cometendo um só pecado mortal”.

    Pois bem. O que dizer para as famílias católicas de nossos dias? O que dizer para os homens e mulheres católicos de nossos dias? Visto que todos nós estamos inseridos em um mundo altamente secularizado, em que não há mais espaço para valores tradicionais, onde tudo é chamado de tabu, caso não tenha sido aberto, escancarado, diluído em nosso mundo neo-pagão atual?

    A receita da Igreja é simples e dura para ouvidos contemporâneos, dura para todos, para alguns em maior, para outros em menor grau. Mas realista. A doutrina católica nos obriga a amadurecermos e sermos homens. Contudo ser “homem” num sentido sobrenatural. Ser homem num sentido elevado.

    Para compreendermos isso, é míster remontar ao que há de mais essencial na Revelação Divina: Estamos na Terra para 1)Conhecer, 2)Amar e 3)Servir a Deus e ganhar o Céu.
    Exatamente nessa sequência. Tenho um livreto que porventura foi a primeira publicação de meu blog, um livreto chamado “Instrução Religiosa”, e na primeira página desvenda basicamente a missão de todo homem e mulher neste mundo.

    Conhecer – Amar – Servir a Deus neste mundo, e unirmo-nos com Ele para sempre no outro.

    Segunda verdade: Devemos servir a Deus como Ele quer ser servido, e não como nos convém.

    Terceira verdade (essa eu “captei” há anos atrás, ouvindo uma homilía na festa do Preciosíssimo Sangue, proferida pelo padre Jahir Britto, e que vocês podem conferir aqui: http://regisaeculorumimmortali.wordpress.com/2012/07/17/obrigatorio-para-todos-os-cristaos/).

    Nosso Senhor veio a este mundo para nos salvar, e para nos ensinar que é possível e é obrigatório que cada um de nós se empenhe de maneira decidida e varonil em lutar para jamais cometer nenhum pecado. Portanto, estamos em guerra encarniçada contra todos os pecados, sem exceção. Foi para isso que Ele veio: para nos salvar e para que nós levássemos uma vida SEM PECADO.

    Por causa disso Ele, DEUS se rebaixou à condição humana. Por conta disso Ele sofreu todas as dores fisicamente possíveis, todas as injúrias, trapaças, incompreensões. Por causa disso Ele sentiu solidão, sentiu fome e sede no deserto, suou lágrimas de sangue, não tinha onde recostar a cabeça, foi maltratado, difamado, renegado e humilhado. Foi trespassado por uma lança enquanto estava pregado pelos punhos e pelos pés nu, diante de pessoas que dele escarneciam ou tiravam a sorte de suas vestes. Fez por todos nós e faria tudo de novo ainda que significasse a salvação de uma só alma! Portanto, fomos resgatados a preço do SANGUE dEle, todo o seu sangue, não reservou nada para si!
    Tudo isso para que em reconhecimento, apenas amassemos a Deus com sinceridade, ao invés de ofendê-lo. E como se ofende a Deus? Com o PECADO.
    Se queremos progredir no amor a Deus, devemos renovar a cada instante de nossa vida a luta pelo pecado. O mais é apenas graça. O medo do julgamento das pessoas é Graça. O caso do filho que tenha tendência ao mesmo sexo e deixa as consolações terrenas como sacrifício para não ofender a Deus é Graça. Dos que se mantêm virgens até o Matrimônio, é Graça. Da esposa que se submete ao esposo com a mesma disposição que a Igreja se submete a Cristo, é Graça. Do esposo que se dedica à esposa com a mesma disposição que Cristo se dedica à Igreja, é Graça. Dos filhos que honram e têm paciência com os pais, dos país que amam e educam seus filhos a ter olhos para as coisas do Alto, e a considerar que esta vida é, no dizer de Santa Teresa de Jesus de Ávila “apenas uma noite que se passa numa péssima hospedaria”, ou seja: um brevíssimo período de provas, onde há alguma beleza passageira, com consolações terrenas e dispersão de espírito, mas que em troca de não se distrair de nosso objetivo, poderemos humildemente aspirar pelo Céu, e se não quisermos ir para o Inferno, certamente nos apegaremos tanto a Deus que Sua Misericórdia há de nos retirar do estado lastimável em que estamos. E rápido passa a vida! A mortificação, a expiação de nossas antigas culpas, os temores e desconfortos, tudo isso vale a pena, porque não é para nós, é somente a nossa intenção de imitarmos de alguma maneira Aquele que fez infinitamente mais do que nós, e que têm mais interesse em nossa salvação do que nós mesmos.

    É o que todos nós precisaríamos ouvir… Que Nosso Deus é tão bom que nos deu a graça de Imitá-lo, e que nesta vida só nos dá cruzes. Que saibamos amar as cruzes que Ele nos dá. Que as famílias levem com amor a cruz da paciência, da castidade, da incompreensão, do desapego, da virtude. Estamos no mundo, mas não podemos ser do mundo. É o que precisamos ouvir: não nos servirá de nada que o clero nos bajule, relativize a moral conjugal, as relações dos pais e dos filhos, o direito de nascer, a virgindade e a pureza, o combate às tendências estéreis no campo afetivo, sexual, comportamental. De que nos serve vivermos como vivem os mundanos, servindo a nossa vontade, e no dia do Juízo ouvirmos a justíssima sentença “afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno preparado a Satanás e aos demônios”? Ou alguém aqui acha mesmo que é possível que uma alma apodrecida no pecado mortal ocupará o mesmo lugar que os santos que passaram a vida imitando a Cristo e não reservando nada para si?

    Que nos indiquem o caminho estreito; que nos indiquem a Santa Missa e os Sacramentos como remédios para nos fortificar na caminhada. Que nos indiquem fazer expiação. Amém.

  7. Senhores, Francisco acaba de fazer uma nova “provocação” a tradição. Proibiu que utilizem o Latim durante o Sínodo (para facilitar o andamento das discussões, segundo ele).

    • E finalmente ele mostra suas garras, o lobo está tirando a pele de cordeiro…
      E preparem vai vir mais, não duvido nada que tirem o latim como língua oficial do Vaticano e criem uma oração ecumênica…
      Ou na pior das hipóteses atinjam Nossa Senhora de alguma forma.
      Não há o que fazer a não ser:

      Alma de Cristo, santificai-me.
      Corpo de Cristo, salvai-me.
      Sangue de Cristo, inebriai-me.
      Água do lado de Cristo, lavai-me.
      Paixão de Cristo, confortai-me.
      Ó bom Jesus, ouvi-me.
      Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
      Não permitais que de Vós me separe.
      Do espírito maligno, defendei-me.
      Na hora da minha morte, chamai-me.
      E mandai-me ir para Vós,
      para que Vos louve com os Vossos Santos,
      por todos os séculos. Amen.

      Hoje podemos acrescentar, do Sínodo Maligno, defendei-me.

  8. Caso no Sínodo queiram de fato saber a resposta para essa pergunta, eu poderia respondê-la. Assim como respondi há algum tempo atrás neste site um “questionamento” do Santo Padre quando queria saber sobre “gays”. Talvez alguns se recordem. Possuo sim tendências homossexuais. Não gosto de chamá-las assim. Prefiro simplesmente chamá-la de Cruz. Respondi ao Santo Padre, e, permitam-me os fratres, “responderei” ao rapaz e seu parceiro, e a outros que talvez busquem essas respostas aqui. Seria virtuoso sim você com seu “parceiro” na ceia de Natal, se a intenção fosse que ambos debruçassem diante do presépio o peso dessa Cruz. Vocês sabem bem o quanto essa Cruz pesa, cansa e vicia. Toda Cruz pesa e cansa, todos tem uma Cruz, mas essa, por ocasião deste post, digo com propriedade que nos dias de hoje, não há um Cirineu pelo caminho para ajudar a carregar. O Cirineu que temos, conhecida como Sã Doutrina Católica, guiando-nos para o reto caminho, parece cada vez mais distante, em um pontificado cambaleante. Resta-nos, então, rezar, calar e sofrer, por Cristo Nosso Senhor. Vocês já tentaram outros caminhos, sabem que não satisfazem! Portanto, façam o inverso. Contar aos outros não podemos, mas a Cristo sim. E só assim essa Cruz se torna meritória, pois escondida aos homens e revelada a Deus, em nosso coração e em seus confessionários. Cravar firmemente na vida interior, sendo que na vida exterior temos que seguir o que Cristo disse: É melhor arrancar um olho, uma mão, para não ter os dois e ir para o inferno. Ouso indignamente acrescentar às palavras de Nosso Senhor para esta Cruz mais um pedido: arranquem-se de si mesmos. Arranquem o restante dos sentidos, sem medo, ou não conseguiremos. São João da Cruz ensinou algo assim: “Pouco importa se um passarinho está preso por um fio ou uma corda, ele continuará sem poder voar”. Logo, não há limites para submeter os sentidos à vontade de Deus. Melhor do que ir para a Ceia de Natal, vocês poderão ir para a Ceia eterna, no céu, aquela onde a embriaguez dessas terríveis inclinações não mais nos perturbarão. Aguentem firmes.

    Obs.: Devido alguns comentários sobre “gays”, informo que fui criado na Doutrina Católica Tradicional, desde o ventre materno. Meus pais sempre me ensinaram o reto caminho, e me criaram como verdadeiro homem. Possuo esta Cruz. Que tudo seja para a Glória do Bom Deus e da Santíssima Virgem.

    Deus nos proteja.

    Obrigado

    • Me despertou a atenção esse trecho que você falou sobre carregar a cruz sem a ajuda de um cireneu… Bem, nossas más tendências, nossas cruzes, geralmente são carregadas sozinhas. A cruz da gula, da língua desenfreada, da tendência a furtar ou roubar, de se eximir das responsabilidades… Mas olhando mais fundo este caso, realmente raciocinando sobre isso, há um diferencial: se você fala isso aqui, é porque é protegido de alguma forma pelo anonimato. Talvez ninguém daqui o conheça pessoalmente, e apenas pelo nome não pode associá-lo diretamente a alguma pessoa…
      Bem, então você deverá ser casto mas não poderá ser sacerdote, nem religioso de vida comunitária. Não poderá casar e nem terá filhos. E talvez tenha muitos assaltos em sua mente sobre como passará o resto da vida.
      Por outro lado, mais cedo ou mais tarde a solteirice vai dar na vista. Caso a comunidade cristã descubra sua tendência, poderão lhe olhar no mínimo com reserva, ou quiçá poderão associar a tendência com a prática, e lhe dar mais este peso de estigma. Existirá uma chance real que evitem contato consigo, especialmente o de meninos e rapazes, pois é ainda muito nebuloso para muitos a questão do homossexualismo e da pedofilia, coisas diferentes, mas que a mídia – no afã de destruir a religião – associou, afim de tentar demonstrar que os padres são pedófilos, quando desgraçadamente a esmagadora maioria de casos se dê entre heterossexuais abusadores que estão na própria família (pais, irmãos, primos, tios ou até vizinhos e amigos da família)…
      É. Não bastando a tendência ao pecado torpe, não bastando a tendência a este que é um dos pecados que clamam aos céus por vingança, solenemente nomeado na Bíblia como algo que não dará acesso ao Reino dos Céus… Não bastando a luta contra esta tendência, a cruz da castidade e da impossibilidade de enquadrar o indivíduo numa célula social, já que não poderá viver comunitariamente, exceto com os parentes – se os tiver! Então terá que administrar a solidão e o olhar torto de quem possivelmente por falta de entendimento, o associa a um pecador público ou a alguma espécie de aberração.

      É uma cruz bem especial…Talvez os que consigam levar esta cruz dignamente até o fim, causem “inveja” até aos anjos do Céu, porque uma pessoa assolada por tanta coisa ao mesmo tempo deve ter alguma predileção diante de Deus… Não é para sentirmos pena, é para torcermos para que você leve a cruz até o fim! Não é para qualquer um! Lembre-se do que disse Nossa Senhora: “Não lhe prometo alegria alguma nessa vida, mas na outra…”.

    • Pedro, a sua colocação é absolutamente de um verdadeiro cristão. Você tem uma cruz que está levando, mas Deus pode tirá-la quando quiser. O poder de Deus é imenso e Ele permite que tenhamos cruzes para o nosso bem, depois Ele a retira e podemos ver os frutos dela em nossa vida. Não ache que vai morrer com desejos homossexuais, pois a graça santificante de Deus é maior e se ela ainda não agiu de maneira a tirar esta cruz de vc é porque ainda não é a hora. Seja fiel e verás quanto DEUS É FIEL. Vc experimentará graças que ninguém que tem uma vida mais fácil experimenta. Continue! Continue! Continue! Muitos vivem o drama de estar sofrendo no matrimônio e não largaram a cruz por amor a Jesus. Estes também terão sua recompensa.

    • Pedro…parabéns e glória a Deus pela sua determinação e entrega. Sua vitória será coroada com grande alegria, pois renunciastes a uma árdua tarefa e sacrifício. Que você seja um exemplo. Deus esteja convosco.

  9. “O que devemos fazer quando um filho ladrão quer trazer para casa um um caminhão de presentes que ele roubou de uma loja no dia de Natal?
    Essas experiências demonstram como certos detalhes doutrinários vêm em segundo lugar. Gradualmente chegamos a ver que a única característica que distingue os presentes que compramos na loja com qualquer outro presente roubado é o modo como o presente foi adquirido. Se a pessoa tem um bom coração e quer apenas proporcionar alegria, que diferença faz como o presente foi adquirido? Precisamos de novas maneiras e linguagem relacionáveis ​​para tocar o coração das pessoas.
    Por exemplo, não chamar de ladrão o filho que apenas se apropriou de alguns presentes pra levar alegria aos familiares. Seus netos irão vê-los recebendo os presentes e sua resposta pode ser resumida em três palavras: “De cavalo dado não se olha os dentes”!
    Em resumo, o exemplo desse casal australiano pode ser aplicado a qualquer outro tipo de comportamento pecaminoso: o filho assassino que os pais escondem em casa, a filha que mantém relacionamento com homem casado, o filho traficante que guarda a droga na casa dos pais e os pais muito “misericordiosos” que apenas reagem dizendo: “Ele é o nosso filho”.
    Esse é o modelo de evangelização que Bergoglio quer propor para as paróquias, uma vez que cada uma delas respondem a situações semelhantes em sua região!
    Sinceramente, ao ler essa insanidade eu me sinto como no Conselho de Elrond quando Gandalf pronunciou a linguagem negra de Mordor:
    _ Nunca até hoje voz alguma proferiu palavras desse idioma em Imladris.
    Nunca até hoje pecados que bradam ao céu por vingança foram tratados com tamanha simpatia e leniência numa assembléia de bispos.
    Quando pois virdes a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel estar no lugar santo, quem lê entenda.

  10. Penso que um sínodo é um local para debate e discussão de assuntos relativos ao tema proposto. De que adianta uma reunião tão solene unicamente para chancelar tudo o que já se sabe?
    Quanto desespero do pessoal nos comentários! É preciso paciência e prudência quando se trata da Igreja.

  11. A Igreja sempre ensinou até PIO XII que primeiro se descobre o amor pra depois descobrir o sexo, agora se defende NUM SÍNODO que é possível descobrir o sexo só depois descobrir o “amor”. Sério mesmo, isso me causa asco e mais ainda por ser dito com plenos pulmões numa Assembléia de Bispos. E tudo em nome de uma “linguagem pastoral e evangelizadora”. Basta! Não me submeto!

  12. “posta a causa suficiente, segue-se necessariamente o efeito” = postos os princípios não-católicos, segue-se necessariamente toda a patuscada e promiscuidade doutrinal subsequente.

    Tudo é tão simples… e nós temos pejo (verdadeiro, real e sentido) de tirar as consequências de tudo isto que a Eterna Sabedoria dispôs que víssemos e ouvimos nós. E concluíssemos. Duros tempos os nossos…

  13. Por esta lógica deste casal até os satanistas com seu satanismo podem entrar na casa deles. E, ainda por sua lógica, como eles querem que a Igreja seja igual a casa deles (o contrário nem pensar, não é?), os mesmos satanistas fariam a festa!

  14. Olá queridos irmãos. Gostava apenas de dizer que não me parece que o nosso Papa Francisco concorde com a ideia de um casal homossexual celebrar em casa dos pais de um deles o Natal. O que está em causa por enquanto não é o que o Papa pensa e de certeza, meus queridos irmãos, que ele não vai mudar nada do que é a doutrina da Igreja Católica. Temos que nos unir como católicos, o nosso Papa tem as chaves da Igreja e o inferno nada pode contra esta igreja cuja cabeça é Jesus. Será que agora duvidamos do que Jesus disse? O Papa quer saber o que este mundo secular está pensando e infelizmente são questões como a deste casal homossexual que acha que pode viver em união – mas não pode- que estão em causa. Há muitas mais questões que provocam repulsa, mas sobretudo por causa da maneira como os media as apresenta, para causar escândalo e dividir-nos. O Papa é o representante máximo de Jesus, não tenhamos dúvidas! E o Espírito Santo conduz a Igreja, escolhe o Papa.
    Vão ver que em 2016, nas conclusões, vai perceber-se que o Papa serviu-se desta sua maneira peculiar de fazer as coisas para que todos se virem para ele e depois tendo toda a atenção todos vão ficar a saber que a Verdade nunca poderá ser alterada. Mas Deus não obriga ninguém a escolhê-lO, somos livres, mas no fim teremos que pagar até ao último centavo. A Misericórdia de Deus é infinita, mas é para os que escolhem o Senhor e se arrependem dos seus pecados. Jesus dizia depois dos milagres: “Vai e não voltes a pecar”.
    Que o Senhor nos ajude a levar o Seu amor aos irmãos que vivem Dele separado, pois se em nós sentirem o Seu Amor de certeza que vão querer mudar de vida e se envergonharão dos seus pecados.
    Rezemos por este Sínodo para que alcance os frutos do Espírito Santo.

  15. Será que não existe ali no meio de tantos cardeais, sucessores dos apóstolos e príncipes da Igreja(sem falar do papa) que dê um grito e diga àquele casal que estão a ajudar o seu filho a ir para o inferno!! Será que ficaram todos calados perante a apostaria, sentados nas suas poltronas à espera da hora do almoço ou do “cofee break”, para depois se sentarem novamente a ouvirem outras patranhas como esta! Sem dizerem nada!!

  16. A primeira pergunta que o casal deve fazer é: o que fazer com o que não deveria ter sido feito?
    A segunda pergunta é: qual é o verdadeiro significado do Natal? Só uma festinha de família onde o importante é confraternizar ou refletir sobre a imensa vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e viver seus ensinamentos?
    A partir da resposta a ser dada, viver de forma coerente a essa resposta.
    No mais, joelhos no chão!

  17. Não existe Misericórdia maior do que tirar o pecador da via do pecado… o que só é possível defendendo integralmente a Verdade Doutrinal e Moral de Nosso Senhor Jesus Cristo.

  18. “Roma perderá a fé e tornar-se-á a sede do Anticristo.” Nossa Senhora de La Salette.

  19. “Como nunca houve nem haverá, mas o que perseverar até o fim é este que será salvo”. Eles não percebem que o Testemunho da Verdade é a maior Caridade, pois “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Como “Deus dispersa os soberbos”, para se conhecer a Verdade necessária é a humildade e até a humilhação. “Humilhai-vos ante a Destra poderosa do Senhor”. O casal que negasse com mansidão mas com firmeza o filho desviado no Natal, exortando-o ao sentido do Natal de um Deus que veio para ser sacrificado na Cruz e que disse “Eu vim para fazer em tudo a Tua Vontade” e que disse que “a carne para nada serve, pois a vida reside no espírito”, este casal de pais daria o Testemunho de Jesus de que falou o anjo no Apocalipse a São João que se escandalizou ao ver a Prostituta bêbada com o sangue dos mártires da Igreja. Eles parecem que se esqueceram do Novo Testamento muito mais do que do Magistério (o qual nem leram). Um Sínodo não pode ser feito para o sentimentalismo de se ouvir vivências com a ausência até da Palavra, soa como algo ridículo para a Igreja como um analfabeto ensinar a ler pela intuição sentimental.

  20. misericórdia é se compadecer da miséria espiritual em que o outro se encontra.A palavra de DEUS é a Misericordia,.Misericórdia não é um sentimento, não é um arroubo emocional nem psicológico Misericórdia é apresentar Deus ao outro como Ele quer ser apresentado.JUSTO,PERFEITO,Deus é Amor e o Amor também não é um sentimento, Deus age em nossas vidas.

  21. Está no Estadão que o papa defende debate amplo sobre gays e divórcio, dizendo que não há tabus que não possam ser discutidos, mas não é uma forma de abrir mão da autoridade do Magistério e até da Palavra? Pois, Nosso Senhor é o Verbo do Pai Eterno, Aquele que traduz em Palavra para as criaturas o Amor do Pai do qual disse a Moisés que este morreria se O visse. Agora, o papa quer que a Babel que Lutero inaugurou diga se pode dizer diferente de Nosso Senhor e da Igreja assistida infalivelmente pelo Espírito Santo conforme promessa de Jesus a Pedro e aos apóstolos?

  22. Eu quero saber se o Papa convidou para o Sínodo das Familias uma família católica de verdade pra defender a disciplina e a moral de um matrimônio católico autêntico! Sim? Não? Veremos!

  23. Pedro
    6 outubro, 2014 às 11:15 pm
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    Caro Pedro, salve Maria!

    Deus o fortaleça o faça progredir sempre mais ruma à santidade e louvo à Deus por tão boa criação que seus pais puderam lhe proporcionar!

    Sugiro que faça um telefonema ao Papa Francisco, ele que costuma atender e mesmo retornar telefonemas muito prontamente, e diga todo este seu riquíssimo e corajoso testemunho, para que ele, enquanto Chefe Supremo da Roma Eterna, possa ver que é possível seguir adiante mesmo sendo vítima de tão grave tendência, ou cruz como você mesmo a chama, e assim, o santo Padre possa dar o certo rumo a este Sínodo que nos assombra.

    Deus e Nossa Senhora o fortaleça e conforte!

    Cleber Lourenço

  24. Que lamentável…como sempre, misturam atos com pessoas…para conseguirem validar seus pérfidos e pecaminosos atos.
    Valhei nos Senhor! Valhei nos Virgem Imaculada…Onde iremos com esta porta escancarada? O que mais deverá entrar sob o pretexto de misericórida em detrimento e assolamento de sua justiça?
    Kyrie Eleyson!

  25. É impressionante como não se importam se Deus é ofendido ou não. Todos pecamos, mas para nossa felicidade buscamos não pecar. Cada um tem suas cruzes e só Deus dá significado à elas. O mundo está cheio de fariseus e publicanos não arrependidos (muito diferente do da parábola). Aquele que realmente ama a Deus sabe o quanto lhe dói ofendê-Lo e em nenhum momento gostaria de ver exaltado seu pecado.

    No tempo de Cristo também existiam “dificuldades familiares” e Ele veio restaurar todos as coisas, pois no principio não era assim. Essa é a verdadeira misericórdia.

  26. Esse Sínodo será inspirado não pelo Espírito Santo mas sim por Belzebu. Desde quando isso é compaixão?

  27. Tudo isso já acontece a décadas. Só estão querendo agora oficializar.

  28. Caro jovem Vitor de Souza

    Salve Maria!

    Ao escrever acima não quis ofender aos filhos, mas sim trazer à tona a responsabilidade dos pais. Os filhos são sim o resultado do acompanhamento,da amizade,da dedicação,do sacrifício e da renúncia dos pais. Infelizmente, na nossa sociedade atual,secularizada,hedonista,a figura paterna e materna foi perdendo a dimensão que Deus outorgou-lhes desde sempre: conduzir os filhos a Ele.Tenha certeza que, nós pais, seremos cobrados diante de Deus pela vezes que possamos ter escandalizado nossos filhos de alguma maneira.

    “Educa o teu filho,esforça-te por instruí-lo,para que não te desonre com sua vida vergonhosa.”(Eclo. 30,13)

    A frase:É para liberdade que Cristo nos libertou é verdadeira. Mas não a liberdade mundana que o mundo interpreta como libertinagem, fazer o que der na telha. Na verdade o homem só é verdadeiramente livre quando opta por fazer a Vontade de Deus.

    “Comportai-vos como homens livres, e não à maneira dos que tomam a liberdade como véu para encobrir a malícia, mas vivendo como servos de Deus.” (1Pe 2,16).

    Com respeito à tendência homossexual, há muita incerteza quanto à causa. Devemos aplicar ao homossexualismo, assim como a muitos outros problemas da vida, o velho ditado: “É melhor prevenir do que remediar.” Cada pai deve tomar interesse ativo no filho e ajudá-lo a desenvolver uma forte personalidade masculina. Como pode fazer isso? Do modo mais importante, por dar um bom exemplo. Conforme o expressou o apóstolo Paulo: “Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, sede homens, sede fortes.” (1 Cor. 16.13) O exercício do autodomínio é básico. A forte personalidade masculina não é emocional, mas é equilibrada, razoável, em vez de agitada, e adota uma atitude protetora para com os de sua família. Cada pai deve também inculcar no filho honrar e respeitar o sexo feminino; pode fazer isto por tratar a sua esposa de modo amoroso.

    Do mesmo modo, cada mãe deve respeitar a autoridade de seu marido e precaver-se de não se tornar possessiva ou dominante demais, pois neste caso poderá alhear e confundir suas filhas do sexo feminino.

    Pai e mãe podem também advertir os filhos explicitamente sobre os males do homossexualismo. Tal conhecimento é uma proteção. Quando pai e mãe deixam de instruir e advertir seus filhos de modo correto, estes podem cair vítimas de homossexuais astutos.

    • Mãe e pai, vigiem atentamente e com discrição o tipo de crianças que brincam com seus filhos. Não os deixe longe de suas vistas por muito tempo, e especialmente na idade dos seis anos, utilizando de palavras apropriadas e sem ilustrar demasiado, falem sobre amar a Deus e obedecer seus mandamentos, e ensine-os a cuidar bem de seu corpo, porque uma vez batizados, são moradas do Espírito Santo, e portanto devem estar bem limpos tanto por fora quanto por dentro. Ensiná-los a higiene, a evitar as extravagâncias dos que poluem o corpo com símbolos neo-pagãos que vão de tatuagens a piercings, e a tratar o corpo como um santuário, não permitindo que ninguém se aproxime e o toque de maneira estranha, diferente da habitual.
      Dizer que Deus está em toda parte e vê o que fazemos de errado também é bom, porque é verdade e para que a criança adquira escrúpulos.
      Mas sobretudo, vigiai sempre.
      Pode parecer malícia, já que tendemos a enxergar a pureza das crianças, mas a tendência homossexual é uma má inclinação como qualquer outra que o ser humano tem. Alguns têm inclinação para mentir, outros para roubar, outros para o sadismo, outros para a preguiça, a gula, o egoismo. Quem tem filhos certamente já detectou suas más inclinações.
      Mas a má inclinação homossexual verificada em crianças que têm a tendência varia de caso a caso. Existem crianças que têm trejeito afeminado, e outras não. Os pais devem ter paciência, amá-los, ensiná-los as virtudes, e redobrar a atenção. Digo isso porque foi constatado que uma grande parcela de indivíduos adultos homossexuais que mencionam sempre reminiscências de algum tipo de experiência com o mesmo sexo, que varia do sexo propriamente dito a carícias etc etc etc. Alguns se queixam de ter sido uma experiência traumática, outros como algo que lhes DESPERTOU a tendência que JÁ EXISTIA.

      E a maioria teve esse tipo de contato por volta dos cinco aos sete anos! E isso acontece muitas vezes em ambiente familiar (com primos), vizinhos, colegas de escola, e pasmem: muitas vezes com meninos de idade similiar…

      Minha teoria é a seguinte: visto que muitos (não todos os homossexuais) que já vi falarem sobre o tema, coincidentemente (?) tiveram o primeiro contato por volta desta idade, a pergunta é: a tendência homossexual, caso não seja alimentada, não poderá ser controlada na adolescência e idade adulta? Se os que confessaram ter tido a experiência em tenra idade tivessem sido poupados deste contato, será que na adolescência não aprenderiam a controlar essa tendência?

      Digo isso porque conheci pessoalmente numa pesquisa que fiz quando estudante, dois casos de homens na faixa dos 32 anos que se definiam como “gays”, mas que até quatro, cinco anos antes tinham uma vida totalmente heterossexual, tanto afetiva como sexualmente, e jamais tiveram nenhum contato homossexual na infância e/ou adolescência… Mas de alguma maneira tinham dentro de si a tendência, porque depois de adultos (coincidentemente os dois que deram o depoimento), mais precisamente aos 28 anos, sentiram o desejo de ter contato com pessoas do mesmo sexo, e depois da experiência, se viciaram a ponto de deixar as esposas e – pelo menos em um caso – assumir a homossexualidade para todos, inclusive os familiares.

      Portanto, deve-se tratar o caso com paciência, oração, amor a Deus e sobretudo, evitando ao máximo as tentações.e ocasiões. Em particular durante a infância.

    • Sra. Ana Maria,
      Mais uma vez a senhora está coberta de razão e sabedoria. É sabido que algumas pessoas podem nascer com tendências para o homossexualismo, alcoolismo, etc, mas somente desenvolverão se caírem num ambiente propício e aí onde entra a função dos pais e demais responsáveis, orientando, ensinando e impondo também, um comportamento conforme a vontade de Deus. E se ainda assim o resultado não foi o orientado pelos pais dentro da moral católica, mesmo assim deverão todos continuar defendendo a moral católica, ensinando que cada um tem a sua cruz. Deus não abandona os que perseveram na fé e na moral. E infelizmente, muitas mulheres, inclusive as que usam véu, voz mansa e doce, mas na realidade do dia a dia, são altamente autoritárias e dominadoras, o que deixam os filhos homens fracos, diante de um pai inerte e obediente, que nada percebe! E as filhas, infelizmente, seguem o mesmo caminho, aprendem a mentir de forma doce e também despercebida pelo pai inerte. O primeiro sinal de uma mulher dominadora é afastar o marido dos familiares dele, até da própria mãe, isolando-o do mundo e na velhice tornam-se homens sem amizades, sem força para com os filhos e netos.

  29. “DEUS CORRIGE AQUELES QUE ELE MAIS AMA”, disse São Pedro na sua Carta. Católico que não aceita ser corrigido e nem sabe corrigir como caridade e com mansidão, mas com firmeza, sem ceder, não é nem nunca foi católico. O resto é papo da vitimologia estratégica de comunista plantando conflito e tenho dito! “Se a Verdade cede ao erro, não é mais Verdade”!

  30. Há inúmeros homossexuais que se mantêm virgens para não pecar. A estes a coroa da vitória.

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