Dom Athanasius Schneider no Brasil: Missa Pontifical e Crisma em São Paulo.

Por Fratres in Unum.com: Em 30 de novembro de 2014, às 20h30min, Dom Athanasius Schneider celebrará cerimônia de crisma e Missa Pontifical na forma extraordinária do rito romano, na Paróquia São Paulo Apóstolo, situada à Rua Tobias Barreto, 1320, no Belém.

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Nessa ocasião, receberão o santo crisma membros da Associação Cultural Montfort, alunos do Colégio São Mauro e fiéis dos Padres Luiz Fernando Pasquotto e Renato Coelho, IBP, responsáveis pela missa tradicional na São Paulo Apóstolo.

27 Comentários to “Dom Athanasius Schneider no Brasil: Missa Pontifical e Crisma em São Paulo.”

  1. Só sei que eu vou.

  2. @Diogo Schmitt,

    Você estava zuando com minha cara, ao dizer que a “Montfort-Zucchi” não tinha nada a ver com a vinda de Dom Schneider, né?

    kkkk!!!!

    • Marcel, não pegue no pé do pobre menino Diogo. Ele é da nova Montfort – Aquela que prima pela politicagem e a tal da “nova evangelização” – Uma forma de modernismo com rigorismo plástico ou, se preferir, um tradicionalismo blasé.

    • Marcel, tá na cara que esse Diogo é mais um laranja. Deixe o moleque.

  3. Deo gratias!

    Além de tudo, é muito bom ver também nessa foto o filho do nosso caríssimo Professor Orlando, o Padre Edivaldo. Que Nossa Senhora abençoe muito a esses sacerdotes do Altíssimo.

    A obra do Professor continua por meio deles, seus filhos espirituais.

  4. Está todo mundo mesmo! Rs

    Olhe lá o Alberto Zucchi no fundo no centro da foto. ;-)

  5. Viva o trabalho do professor perpetuado pelos sacerdotes formados na Montfort!!!!!!

    Vocês são a nossa esperança também!!!

  6. O padre Edivaldo está aqui em Fortaleza(CE) e celebrará a Santa Missa Tridentina amanhã e no domingo.

  7. Que honra para os crismandos!

    A Tradição ganha vida, espaço e força. Que se obtenha muitos frutos!

    Montfort é um porto seguro para mim e para muitos.
    DEO GRATIAS!

    • Allan, é a “Nova Evangelização” na linha da hermenêutica da continuidade e da igualdade das duas missas. Nada mais que isso. De qualquer forma, é um avanço material e espiritual importante.

  8. Se dom Lefebvre, há 40 anos, não tivesse feito seu corajoso prounciamento contra a infiltração modernista, hoje essa cena não seria possível.

    http://www.beneditinos.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=121:declaracao-de-1974&catid=3:dom-marcel-lefebvre&Itemid=59

    • Esse problema estourou publicamente do Concílio Vaticano II para cá,pelo que entendo. Antes havia escaramuças, mas não com tal dimensão q deu o CV.II. Curiosamente o D. Lefebvre, eu soube disso esses dias, assinou o tal Concílio por duas vezes. Por ele e pelo Bispo de Sion (?) que estava doente. Ora, se assinou (2 vezes) então ele não tinha objeção ao Concílio. Ele era culto e inteligente, inegável, então como entender isso, essa mutação?
      Abcs.

  9. Padres anti-Vaticano II?

    Manobra Judith também?

    • Marcel,
      Desculpe-me, mas não entendi o seu post. É anti-vatic II ou não?
      Se é assunto já tratado, assunto vencido, por vc., releve pq não acompanho essa pág. com frequência.
      Abcs.

  10. Salve Maria!

    A mim, não interessa que os padres sejam ligados ao IBP e tampouco se o bispo é simpático a eles ou ao IPCO. Não me interessam tais pormenores! Conheço o Pe. Fernando Pasquotto pessoalmente e digo que ele é um sacerdote digno e exemplar! Não conheço o Pe. Renato Coelho, mas só ouço falar coisas boas dele quanto à ortodoxia e zelo liturgico! Também não interessaria ainda que fossem seguidores de D. Williamson ou da FSSPX oficial, ligada a D. Fellay… Eu, se pudesse, iria a São Paulo para prestigiar este evento, como também iria em qualquer um patrocinado por quaisquer destes citados acima!

    Mais uma vez percebo nos comentários o festival ostensivo e boçal de picuinhas que não edificam e não levam a nada! Eu sigo a Cristo, a Igreja e sua Santíssima Mãe e não A, B ou C! Aprendi a prezar o Pe. Jahir, o Professor Orlando Fedeli, D. Lourenço, a FSSPX, o IBP, a Montfort e qualquer um do meio tradicionalista que pregue a VERDADE do Evangelho! Ponto!

    Aprendi também que as mágoas e vaidades pessoais não devem dirigir nossas atitudes e nossa fé, mas sim o amor a Deus, a sua Igreja e ao próximo. Quando será que vamos amadurecer e ver que estas coisas (mágoas, rivalidades, ostentação e vaidades) não procedem de Deus e maculam o Tradicionalismo como se fosse uma caricatura para muitas pessoas?

    Acordem ou o sonho de vocês, que dormem em berço esplêndido com tais atitudes, vai se tornar um pesadelo que somente trará ruína, caos, cizânia e ressentimento!

    Atenciosamente

    Dionisio Lisbôa

    • Se muitos daqui criticam o transformismo da Montfort, no que é que isso é picuinha? Não é um caso doutrinário sério? Creio que vc está atrás de ecumenismo “a la tradição” e enfiando a cabeça no buraco como avestruz. O cara tá alegando que eles estão se vendendo e vc. acha isso coisa de somenos importância? Agora, isso é certo, gostaria que os que criticam o “transformismo” trouxessem detalhes disso. Com esse raciocínio corre-se o risco de passar para a igreja ortodoxa qualquer pq tem rito e roupagem “a la tradição” que agrade. Cuidado, amigo!

  11. Nada de novo na transformação da Montfort. É a mesma tática que ocorreu com os Arautos do Evangelho. Aos poucos vai desvanecendo para tornar-se híbrida. Aos poucos vão apagando a figura do Professor Orlando tal qual João Clá foi apagando a figura de Plinio Correa de Oliveira, e, como tal, afastando-se da vestimenta da TFP. No fim abordam, delicadamente, é verdade, o porto dos modernistas. Alberto Zucchi: O João Clá da Montfort.

  12. Agradeço a D. Schneider pelo seu livro que muito me orientou sobre a devida reverencia que se deve dar ao sacramento da eucaristia, principalmente em um momento há uns dois anos, em que um sacerdote de minha cidade me negava o sacramento da forma correta e, que sua visita atraia graças ao clero do Brasil que trata referido sacramento de uma forma irregular.

  13. Salve Maria!

    A Montfort, pelo que sei, ainda preza a Missa de Sempre, a Tradição e a memória do Prof. Fedeli. Achar que ela vai terminar igual aos seguidores do Monsenhor paraquedista e carreirista, neste momento, ainda é precipitação! Conheço algumas pessoas de lá o suficiente para acreditar que eles não vão deixar a peteca cair! Até onde eu vejo, que há de mal querer se aproximar de bons sacerdotes católicos que não tem qualquer problema com Roma? O que vocês vão dizer? Que D. Burke ou D. Schneider são modernistas? Ah! Já sei! Vão dizer que eles são modernistas moderados! Acordem: Para amar a Tradição não é preciso seguir apenas o pessoal da FSSPX ou D. Williamson, meu caro… Eles estão no caminho certo, mas com isto não quero dizer que sejam os únicos a percorrerem o caminho certo e verdadeiro! O problema é que vaidade, inveja e falta de caridade formaram guetos dentro da Tradição e vocês estão seguindo o mesmo caminho e, pior, fazendo prosélitos! É muito fácil sair por aí jogando no ventilador “o transformismo da Montfort”, que “a Montfort se corrompeu”, que “traiu os ideais do Prof. Fedeli”, mas quem fala tais coisas está lá dentro para saber? Já conversou com o Prof. Alberto Zucchi? Sabe as reais intenções de quem está lá?

    De uma coisa eu tenho certeza: a Montfort, com a perda do Prof. Fedeli, ficou órfã de seu fundador e, até onde eu sei, eles estão lutando para se reestruturar, o que não é fácil, pois conheci o falecido professor o suficiente para ter certeza de que era um homem que, apesar de seus defeitos, também tinha conhecimento profundo da situação da Igreja Militante, sendo também dotado de muitas virtudes e inteligência fora do comum. A perda de uma liderança como a deste homem não é facilmente assimilada em apenas quatro anos!

    PAX!

  14. Senhor Dionísio. Confesso que prezei seus primeiros posts convidando-nos à união e às orações. Contudo, infortunadamente o seu tom mudou. Percebe-se claramente que o Senhor revelou ser advogado da Montfort, inclusive confessando ter contato com esse grupo. Infelizmente, para minha consternação, acredite, o Senhor deixou o piedoso discurso para depois chegar a suscitar a boçalidade reinante entre os seus colegas. Da minha parte ainda prefiro seu convite à união e orações. Caro Senhor Dionísio. Lembrastes de ter sido tão rigoroso quando o Professor Orlando escreveu livro contra a TFP, quando atacou os Arautos do Evangelho ou quando acusou que a FSSPX percorria o caminho do cisma? Ficaste zangado quando o Professor Orlando atacou Dom Estevão Bittencourt? Ou quando disse que Bento XVI era um Papa fraco? Indignou-se quando Zucchi disse que os idosos membros do IPCO eram zumbis? Que eu saiba, não. Então vosso libelo fica comprometido. Desculpe, mas não é justo um grupo atirar pedra para todo lado, e depois, quando vidraça, proclamar que isso é picuinha, que isso é contra a Tradição, que existe coisas mais superiores que as críticas. Assim fica fácil. Ora, é Nosso Senhor quem nos dá o exemplo. Afirmando que veio para não mudar uma letra da lei, mesmo assim criticou a Sinagoga que era a religião verdadeira na época. Estava Ele fazendo picuinha e comprometendo a ação da verdadeira religião? A divergência de São Barnabé e São Paulo era picuinha? E a significativa discórdia entre São Pedro, que pretendia converter apenas os judeus, e São Paulo, que insistia no apostolado abrangente, era picuinha? O que se discute aqui não são questões pessoais que incitam a vaidade, mas IDÉIAS. Com efeito, e o Eduardo me insta a respeito, o que demonstra a transformação da Montfort é o sua adesão ao IBP. Legítima, é verdade, contudo que fique transparente que a ação dessa organização deixou de ser exclusivamente em prol da Tradição para tornar-se híbrida, como disse antes, ou seja, concordando o Concílio Vaticano II, posto que a constituição do IBP toma esse partido, como bem demonstrou o Guilherme Chenta, que sequer conheço. Como reforço do que digo recorro a um depoimento insuspeito, a do Sr. Wagner Luiz Zucchi, irmão do Sr. Alberto, que sabiamente declarou que a Montfort critica o conjunto da Igreja Conciliar, e depois aprova dela o que lhe é conveniente. Veja que a declaração não adveio de inveja ou de suscetibilidade. Veio de uma exposição de IDÉIA. Por mais nobre que seja a ação, e a Montfort realiza uma ação nobre com a palestra do grande Dom Scheneider, mesmo assim a discussão da idéia não pode ser cassada, a menos que ela tem em sua origem princípio confrontante com a doutrina católica, o que aqui não é o caso. Voltemos, pois, às orações, como bem o Senhor apregoou, acrescentando nelas o sucesso do encontro com Dom Scheneider, a quem aproveito o momento para expressar minha consideração.

    • Watchman,
      Vc deu uns tantos lineamentos sobre a montfort e o IBP que me pareceram muito graves. E tb respondeu com propriedade ao escrevinhador anterior, o Sr. Dionísio, e dá bons antecedentes bíblicos. Na minha ignorância, confesso que gostei, pois de fato o referido Sr. Dionísio se porta como advogado de uma das partes. Ser advogado de uma das partes, nada demais, mas era preciso ter declarado isso. Pergunto mais. O fato de montfort ter feito adesão ao IBP é sinal inequívoco de transformação?
      Sempre soube que o IBP era da linha da mais limpa tradição. Segundo vc diz, a “constituição do IBP” contempla e toma partido pró Vaticano II? Essa última parte para mim é nova, mas isso é certo? Pois desmoraliza a montfort. Concordo tb quando vc fala que não é picuinha, pois envolve graves problemas de doutrina e princípio. Como isso pode ser picuinha? É claro que não sei de tudo nessa linha, pois vejo que vcs são meio especialistas, mas sempre soube que o IBP era a rocha forte contra o Vat. II, e por isso o Papa Francisco não tinha mexido, nem mexerá com eles. É um vespeiro que o Papa tem receio de meter a mão.
      O que pensar de tudo isso?

  15. Caro Sr. “Watchman” (porque não sei vosso nome oculto por pseudônimo)

    Normalmente não costumo responder quem não revela seu próprio nome, como faço. Desconhecia que a Montfort tenha chamado os fundadores da antiga TFP de zumbis, mas, se o assim o fez, discordo explicitamente. Não advogo causa de ninguém e não me interessa partidarismos dentro da Tradição. Posso ir em uma missa celebrada pelo Pe. David Francischini (ligado ao IPCO), em uma missa celebrada pelo Pe. Jahir Brito (que segue a linha de D. Williamson) ou mesmo por algum padre regularmente ligado a alguma diocese do Brasil, como faço aqui em Salvador. Quanto aos ataques aos Arautos, eles, há muito, não compõem a Tradição e,.para mim, torna-se despiciendo falar neles. Sempre prezei D. Estévão (Deus o tenha) e acredito piamente que o mesmo era um excelente sacerdote, pessoa que sempre atuou no sentido de esclarecer a sã doutrina. Quanto ao Prof. Fedeli tê-lo atacado, quem não tem defeitos? .

    • Dionísio, você não sabe que o Alberto chamou os tfpistas de zumbis porque não lê o site Montfort… Mas está lá.