Turquia: Papa encontrou-se com «irmão» Bartolomeu I.

Francisco pediu ao patriarca ortodoxo que o abençoasse a si e à «Igreja de Roma»

Agência Ecclesia,  29 de Novembro de 2014, às 16:48 – O Papa Francisco encontrou-se hoje com o patriarca de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, para uma oração ecuménica em Istambul que encerrou o segundo dia da viagem pontifícia à Turquia.

“[André e Pedro] Eram irmãos de sangue, mas o encontro com Cristo transformou-os em irmãos na fé e na caridade. E nesta noite jubilosa, nesta oração de vigília, quero sobretudo dizer: irmãos na esperança”, disse, durante a cerimónia na igreja de São Jorge, sede do Patriarcado Ecuménico.

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O Papa foi acolhido ao som dos sinos do templo e uniu-se a Bartolomeu na oração pela unidade das duas Igrejas, recitando o Pai-nosso e abençoando a assembleia.

“Que grande graça – e que grande responsabilidade – poder caminhar juntos nesta esperança, sustentados pela intercessão dos Santos irmãos Apóstolos André e Pedro! E saber que esta esperança comum não desilude”, referiu o pontífice argentino.

O Papa, bispo de Roma, é o sucessor de Pedro; Santo André é o patrono do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, sediado no antigo bairro grego de Istambul, o Fanar.

“Venerado e querido Irmão Bartolomeu, ao mesmo tempo que lhe exprimo o meu sincero «obrigado» pelo seu acolhimento fraterno, sinto que a nossa alegria é maior porque a fonte está mais além, não está em nós”, afirmou Francisco.

O Papa agradeceu a Deus pela oportunidade de rezar com Bartolomeu na véspera da festa de Santo André, pedindo “ a paz e a alegria que o mundo não pode dar, mas que o Senhor Jesus prometeu aos seus discípulos e lha deu como Ressuscitado, no poder do Espírito Santo”.

Depois de Bento XVI, em 2006, Francisco acedeu ao convite de celebrar na Turquia esta festa, na qual habitualmente o Papa se faz representar por uma delegação.

Ortodoxos e católicos encontram-se divididos desde o Cisma do Oriente, em 1054, data em que trocaram excomunhões o Papa Leão IX e o patriarca de Constantinopla Miguel Cerulario; as excomunhões foram levantadas em 1965, mas ortodoxos e católicos não recuperaram ainda a unidade plena.

Bartolomeu, que foi ao Vaticano para a cerimónia de início de pontificado de Francisco, um gesto inédito desde o Cisma, assinalou que o Papa “preside na caridade” e elogiou a vontade do atual bispo de Roma de manter um diálogo “fraterno e estável” com a Igreja Ortodoxa, “visando a restauração da plena comunhão”.

Nesse sentido, o patriarca disse que esta visita é “um acontecimento histórico recheado de sinais para o futuro”.

Simbolicamente, o Papa pediu a Bartolomeu que o abençoasse a si e à “Igreja de Roma” ( foto ).

Bartolomeu I é o 269.º sucessor de Santo André e ‘primus inter pares’ dos patriarcas ortodoxos, tendo ajudado a consolidar, ao longo dos últimos anos, o diálogo com a Igreja Católica.

Esta é a quarta deslocação de um Papa à Turquia, depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1979) e Bento XVI (2006).

Francisco e Bartolomeu estiveram junto em maio deste ano, durante a viagem do Papa à Terra Santa, assinando em Jerusalém uma declaração conjunta na qual assumem compromissos comuns em causas sociais e no diálogo entre religiões.

Apesar dos avanços verificados nas últimas décadas, persistem desentendimentos sobre o estatuto das Igrejas Católicas do Oriente, chamadas “uniatas” pelos ortodoxos; internamente, Bartolomeu enfrenta discussões relativas ao papel do primado de honra da sede de Constantinopla.

Francisco vai regressar ao Fanar este domingo, após ter celebrado uma Missa em privado, para a Divina Liturgia na igreja patriarcal de São Jorge (09h30, menos duas em Lisboa), assinalando o dia de Santo André; dado que não existe comunhão eucarística entre as duas Igrejas, o pontífice argentino não concelebrará durante a Liturgia, permanecendo numa posição de honra.

No final, o Papa e Bartolomeu vão dirigir-se aos participantes, abençoando-os, antes da assinatura de uma nova declaração comum.

Às 16h45 locais, Francisco vai despedir-se da Turquia após três dias de viagem, no Aeroporto Atatürk de Istambul, estando a chegada ao Aeroporto de Roma-Ciampino prevista para as 18h40 italianas (menos uma em Lisboa).

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21 Comentários to “Turquia: Papa encontrou-se com «irmão» Bartolomeu I.”

  1. “Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior” (Hebreus 7:7).

  2. Hoje, ser cismático e rejeitar dogmas que eles mesmos acreditam e negam por vaidade, é considerado bonito e católico, além de ser irmão. Mas, se resistir à confusão e seguir doutrinas católicas e ações legítimas pela Igreja em situações extraordinárias, é que é cismático e herege!

    Hipocrisia. Mantêm um diálogo inútil só para humilhar a Igreja, fazê-la de otária, chamando todo mundo, até os muçulmanos do Estado Islâmico, para o diálogo. A não ser que a hipocrisia dos ortodoxos seja maior, porque mesmo antes do concílio Vaticano II, quando reinava a paz e prosperidade doutrinária e litúrgica na Igreja Católica, os ortodoxos criticavam-na, chamavam a Madre Igreja de herética e de culto mundano. Será que mudaram quando viram a Igreja terrena se destruindo em tantos lugares, conduzida por homens que preferem seguir o mundo? Será que o pai do cisma, o mesmo da mentira, fez com que eles mudem também?

    Queria ver o Patriarca Bartolomeu adaptar a Divina Liturgia, para satisfazer o concílio, e também aprovando construções de igrejas estranhas e modernas como os católicos de rito oriental são obrigados a aturar para agradar às novas autoridades vaticanas e também às mundanas.

  3. Fosse só com a Igreja Ortodoxa esse carinho e aceitação toda… tava bom demais.

  4. Seria tão bom se Sua Santidade tivesse este mesmo apreço e carinho pelos verdadeiros Padres, Bispos e Cardeais do seu rebanho católico; os que ainda suam e sofrem pra tentar manter a Santa Igreja em ordem.
    Como seria essa “restauração da plena comunhão” de que falam Bartolomeu e Francisco? Seria a restauração do tipo ado,ado,ado, cada um no seu quadrado?

  5. Acontecimento muito importante. O Patriarca Bartolomeu é um homem íntegro, e dá indicações de que, da parte dos cismáticos efetivamente ortodoxos, essa ruptura vergonhosa já teria acabado. Como sempre, o problema vem da Rússia, da igreja da KGB- muito interessada em desmoralizar os greco-católicos, porque são os únicos que conservam a sucessão apostólica do arcebispado metropolitano de Kyiv e que, para o mais, são cristãos, diferentemente dos cismáticos russos. Nossa Senhora de Fátima, intercedei pela unidade da Igreja!

  6. O Papa Francisco não sabe mais o que fazer para humilhar a Igreja Católica – não a “Igreja de Roma”, como ele quer. Seus descalabros não conhecem limites e o sumo pontífice, que só se faz de “sumo” quando quer impor sua agenda heterodoxa, se curva a príncipes deste mundo, esconde a sua própria cruz peitoral na presença de judeus, beija as mãos de hereges e agora pede a benção a cismáticos.

    Antes de Francisco – datar a história recente da Igreja em antes e depois de Francisco parece ser a regra atualmente – tínhamos os Papas que, mesmo durante os encontros com ortodoxos ou outros cristãos, se colocavam a parte, destacavam-se dos demais. Agora o Papa é só mais um…

    Me lembro de Bento XVI, dignamente paramentado como Sumo Pontífice da Igreja CATÓLICA, visitando o mesmo Bartolomeu. Abraços fraternos e só. Jamais o Papa alemão pediria a benção ao líder ortodoxo. Bento XVI não falou em Igreja de Roma, não abrandou a linguagem nem usou termos próprios daqueles que questionam a própria existência do papado. Francisco está coisificando o papado, transformando-o numa pantomima eclesial de péssimo gosto.

    Não há mais nada de relevante neste pontificado. E isso é ruim para a Igreja de Roma…

    • Jesus não beijou leprosos nem esteve junto a prostitutas? Muito menos se sentou à mesa com fariseus não é?

  7. Por que Bergóglio não se ajoelhou e beijou os pés do Patriarca, afinal, seu antecessor Paulo VI fez esse ato hilário, se não fosse trágico, há algum tempo atrás em Roma…Mas a inclinação profunda que ele fez diante do Patriarca cismático já serviu ao seu objetivo de mostrar “humildade” e “tolerância”…Com os de fora… Porque com os seus filhos mais próximos que não dizem amém a tudo que ele pensa, ( graças a Deus), é báculo na cabeça, inclusive, com alguns que não aprovavam seu “magistério” episcopal e cardinalício na Argentina…

    O Patriarca com toda dignidade, com suas vestes próprias… Bergóglio com uma estola véia horrorosa sobre a batina…

    Com sua intuição aguda e fé profunda o Papa Pacelli profetizou que doravante muitos levariam a Igreja Católica a se envergonhar do seu passado; isso não aconteceu???

    Santo André, rogai por nós!

  8. ”O Papa foi acolhido ao som dos sinos do templo e uniu-se a Bartolomeu na oração pela unidade das duas Igrejas, recitando o Pai-nosso e abençoando a assembleia”

    Unidade só só existirá quando os hereges,pagãos,cismáticos,judeus e incrédulos se convertam ao evangelho sendo fielmente guiados e ensinados pela Mãe e Mestra da Verdade,a Santa Igreja Romana encabeçada pelo Romano Pontífice,a quem e a seus sucessores foi confiado o depósito da fé.

    Qualquer coisa além disto não passa de apostasia e lero-lero ecumênico.

  9. A confusão e barafunda em que se acham os ambientes católicos devem-se a um único problema de fundo: o ecumenismo do vaticano-dois e a sua inaceitável proposta de se barganhar os artigos de fé. Pois foi em nome do ecumenismo que se fizeram TODAS as reformas que arruinaram o catolicismo (liturgia, doutrina, disciplina etc etc etc). Que fruto se tirou disso? Nenhum! Os orientais cismáticos continuam com a sua teologia do século XI; os hereges protestantes continuam com a sua do século XVI; os judeus esperam o seu messias e os muçulmanos querem a nossa pele. Todos eles não vieram e, pelo jeito, jamais virão; pelo menos não virão por força a politicagem patética do ecumenismo a la vaticano-dois. De fato, não há nada mais ridículo que um típico encontro ecumênico onde os católicos, imbecilizados por maus pastores, costumam acorrer em massa, enquanto que os hereges, os cismáticos e os infiéis cuidam ciosamente para que os seus sequazes não compareçam! As comissões teológicas bi, tri e multilaterais jamais conseguem concluir nada de promissor. Pois Deus Nosso Senhor é a Verdade Eterna. Ele aborrece a mentira, o erro e a duplicidade – como poderia tolerar que se que se trate como vil mercadoria de barganha o que Ele revelou ? Eis por que a Igreja só colheu amargura e vergonha, desprestígio e confusão na senda do ecumenismo irenista, relativista e destrutivo inaugurado por João XXIII e perseguido com obstinação e afinco por todos os seus sucessores, não excluído Bento XVI. E não venham me dizer que não é bem assim, que precisamos ver o “contexto histórico” em que tal e qual verdade de fé foi proposta e demais cretinices sobre a “evolução do dogma”, todas elas eivadas de hegelianismo e kantismo pra boi dormir.

  10. Como falar em união nos dias de hoje? Unir o quê com quem, diante da crise da identidade interna em que estamos? É muito fácil falar em união com ortodoxos, com protestantes, se todos se “converterem” – inclusive, e principalmente, os católicos – à religião da teologia da libertação. Na prática, ninguém se reúne, mas todos apostatam e seguem em direção a um materialismo enfeitado com misticismo sentimental.
    Os ortodoxos aceitariam uma união dessas? O modernismo já bateu às portas deles também?
    Seria uma benção o fim do cisma, mas, dá pra resolver o cisma de 1000 anos enquanto estamos vivendo um cisma atual? Dá para falar em fim de cisma quando muitas autoridades católicas deixaram de pregar o Catolicismo?
    Quanto à benção recebida, não é estranho para alguém que já ajoelhou para receber bençãos de pastores protestantes. Bartolomeu, ao menos, é o sucessor de um Apóstolo.

    • Meu Caro: não há nenhuma “crise de identidade interna” como vc diz; há, sim, uma clamorosa desobediência ao que a Igreja sempre ensinou e mandou ensinar. A Igreja é nossa Mãe. Por isso, é impossível que a Igreja proponha qualquer coisa de nocivo às almas ou de lesivo à majestade divina. Tenhamos, pois, a cabeça bem em cima do pescoço e continuemos a guerra com tranquilidade e certeza da vitória.

    • Caro Santiago,

      Certamente que a Igreja possui uma identidade real ligada ao próprio Cristo. Contudo, humanamente, podem ocorrer problemas (Avinhão, por exemplo, foi uma crise, embora a Igreja em essência tenha continuado sendo Igreja). A crise de identidade a que referi é humana, mas já chega aos altos postos (com direito a discursos do Papa e de cardeais). Caso contrário, não estaríamos sequer comentando essa notícia. Senão, vejamos, é a doutrina tradicional da Igreja Católica que é levada a esses encontros com grupos de outras religiões?
      Essa notícia aí, em si não me preocuparia muito (meu conhecimento sobre ecumenismo, VII, é superficial, talvez por isso não me desperte rejeição quando vejo aproximação com os ortodoxos da mesma maneira como quando isso ocorre com celebridades do mundo moderno). O que me torna cético diante dessa notícia é que ela faz parte de uma série de outros movimentos feitos nos últimos tempos. É difícil crer em uma aproximação que respeite a fé da Igreja quando essa mesma fé está sendo menosprezada por membros da própria Igreja.

  11. O Papa Pio XI criticou o falso ecumenismo que via surgir no século XX no meio protestante e adentrar na teologia católica. O Sumo Pontífice disse que as pessoas liam a grande oração sacerdotal de Jesus Cristo na Quinta-feira Santa: “que eles sejam um”, como se fosse uma realidade a ser concretizada e não já existente. O ensinamento daquele Sucessor de Pedro, em conformidade com a fé católica, é de que a Unidade existe já na Igreja Católica Apostólica Romana, o que existe são aqueles que estão fora do único redil do único Pastor, e eles devem voltar ou fazer parte dela, porque é de fé que a salvação individual dos homens depende também da comunhão com o Sucessor do Príncipe dos Apóstolos.

  12. Qualquer coisa que não seja católico, ou de espírito católico, ou verdade merece desse pontífice toda honra e até humilhação, como ante esse heresiarca que é contestado até entre os seus que o considera um sacripanta. Pois a esse o F.I, se humilha pede a benção e não sei mais o que.
    Por que não teve essa atitude – sem humilhação – por exemplo quando se tratou de Franciscanos da Imaculada, Cardeal Burke?
    É um desejo de compor com os hereges e perseguir os que buscam ser fiéis a verdadeira fé.
    Lamentável.

  13. Humilhação de Cristo na pessoa do Papa.

  14. Reunir ambas as Igrejas. Se isto significa colocar os Ortodoxos sob a autoridade papal, impossivel, pois uma das razoes (se nao a principal) do Cisma foi a questao da Primazia de Roma. As Igrejas Orientais infelizmente tem conseguido viver bem sem Roma, e com a bagunca que grassa na mesma, nao vejo Como iriam se adapter liturgicamente. Melhor que continuem separados.

  15. “Para alcançar a meta da plena unidade com a SSPX, a Igreja Católica “não tem a intenção de impor qualquer exigência, senão aquela da profissão de fé em comum.” Disse o Papa Francisco, Bispo de Roma e chefe da Igreja Católica, em um discurso hoje em Econe diante do Superior da Fraternidade São Pio X, no cenário pitoresco da Divina Liturgia celebrada por ocasião da festa de St. André. Poucas palavras dirigidas, que sugerem um passo sem precedentes e cheio de consequências para o futuro das relações entre a Igreja de Roma e a SSPX.
     
    As fórmulas usadas pelo Papa Francisco sugerem que para o atual sucessor de Pedro, o restabelecimento da plena comunhão entre católicos modernistas e tradicionalistas seria possível, já agora, sem impor aos irmãos tradicionalistas pré-condições de caráter teológico ou de juridição. E isso, especialmente porque a SSPX “têm verdadeiros sacramentos e sobretudo, em virtude da sucessão apostólica, do sacerdócio e da Eucaristia”, como repetiu o Papa, citando o Concílio Vaticano II. Para ele, para se voltar à plena comunhão, seria o suficiente reconhecer que compartilhamos e confessamos a mesma fé dos Apóstolos”…..

    E eu aqui toda alegrinha achando que esse tratamento especial era para os “cismáticos da SSPX”! Que é isso Dom Bergoglio?! Onde foi parar essa “misericórdia toda de dois pesos e duas medidas”? Quer dizer que para um grupo cismático não tem pré-condição e para o outro a conversa muda?
    Ahhhh, desculpem a minha falha!!! No texto original do Vatican Insider, ele se refere aos cismáticos ortodoxos: http://vaticaninsider.lastampa.it/nel-mondo/dettaglio-articolo/articolo/francesco-turchia-37800/

    “Per giungere alla meta della piena unità coi cristiani ortodossi la Chiesa cattolica «non intende imporre alcuna esigenza, se non quella della professione della fede comune». Lo ha detto Papa Francesco, Vescovo di Roma e capo della Chiesa cattolica, nel discorso pronunciato oggi al Fanar davanti al Patriarca Bartolomeo, nella suggestiva cornice della divina Liturgia celebrata per la festa di Sant’Andrea. Poche parole mirate, che suggeriscono un passo inedito e carico di conseguenze per il futuro dei rapporti tra la Chiesa di Roma e le Chiese d’Oriente.

    Le formule usate da Papa Francesco suggeriscono che per l’attuale successore di Pietro il ripristino della piena comunione tra cristiani cattolici e ortodossi sarebbe possibile già ora, senza porre ai fratelli ortodossi pre-condizioni di carattere teologico o giurisdizionale. E questo soprattutto perché le Chiese ortodosse «hanno veri sacramenti e soprattutto, in virtù della successione apostolica, il sacerdozio e l’eucaristia», come ha ripetuto il Papa, citando il Concilio Vaticano II. Per lui, per tornare alla piena comunione, sarebbe sufficiente riconoscere che si condivide e si confessa insieme la medesima fede degli Apostoli”.

  16. O grande problema na união definitiva do restante da Igreja Oriental que ainda não esta em comunhão com a Igreja Romana é a Igreja da Russia. Pois eles se acham mais importantes de que a Sé Apostólica Romana que detém o PRIMADO DE HONRA. Pelo Patriarcado de Istambul (Constantinopla) Bartolomel I sempre se mostra fraterno a Igreja Romana, tanto que até aprendeu a falar italiano.

    Achei um gesto muito bonito , apesar que nosso Papa poderia ter ido com mais vestes . como fez Bento XVI.

  17. Deus na sua infinita misericórdia, nunca deixou de suscitar por meio do Espírito Santo, homens e mulheres capazes de conduzir a humanidade no caminho da concórdia e da paz. Fiquem tranquilos aqueles que teceram comentários históricos. A história é um processo, para cada tempo, cada época o Pai das Luzes, o Deus de bondade e de ternura,não deixará a Igreja do seu Filho estagnada no tempo e no espaço. Deus gosta de surpresas, Deus nos surpreende, o Espírito sopra onde quer…
    Confiemos neste Espírito e tudo mais nos será acrescentado… Francisco Valeriano