A oração da ruptura. Por CNBB.

O informe abaixo nos chega de uma secretaria paroquial.

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A hermenêutica da ruptura, segundo os neo-modernistas; ou  Igreja pré-conciliar x Igreja pós-conciliar.

Quem nunca ouviu “antes do Concílio Vaticano II era assim… hoje é desse modo…”? Pois bem, desta feita é a própria CNBB, através do material que as comunidades católicas vão usar na Quaresma, que faz uso dessas comparações, evidenciando assim a linha neo-modernista de interpretação do Concílio Vaticano II como ruptura para com a Tradição e História da Igreja, hermenêutica que fora rechaçada por Bento XVI, em 2005.

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No que será o Sexto Encontro da Quaresma, os católicos do Brasil inteiro que aderirem aos grupos de orações nas casas, seguindo o material enviado pela CNBB, serão obrigados a dizer que antes do Concílio Vaticano II as pessoas só olhavam para Deus no céu e não viviam a fraternidade, com uma fé vertical, esquecendo-se da horizontalidade (sic!).

Somente com e a partir do CVII é que os católicos despertaram para uma fé com compromisso com Cristo, na pessoa dos irmãos e irmãs! E isso foi um resgate do evangelho. Ou seja, por quase dois mil anos de história a igreja não produziu nenhum efeito de sua fé. Nunca teve e manteve instituições de caridade, como hospitais, escolas, asilos, nunca proporcionou educação para os povos, nunca salvou as almas dos fiéis pela administração dos sacramentos, nunca teve santos que cuidassem das coisas celestes e terrestres de forma perfeita… só depois do CVII é que a Igreja passou a viver o Evangelho. E as piedosas almas que na Quaresma só queriam rezar os mistérios dolorosos do Rosário ou a Via-Sacra, e fazer sim caridade, são obrigadas a dizer que a fé de seus antepassados era descompromissada com a realidade, com os “irmãos e irmãs”.

Detalhe, tudo isso encontra respaldo numa pessoa: o Papa Francisco! Pela primeira vez na história da Campanha da Fraternidade um papa ganha as capas dos materiais relativos à mesma campanha. A CNBB está promovendo S.S Francisco com qual interesse? De onde veio esse súbito amor ao Papa?

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42 Comentários to “A oração da ruptura. Por CNBB.”

  1. Pela dialética revolucionária quando eles dizem que “depois do Concílio” é que estas coisas começaram a acontecer pode acreditar que o que aconteceu foi precisamente o oposto, foi depois do Concílio que estas a fé e consequentemente a caridade foram gravemente feridas, e hoje estão pior do que jamais estiveram.

    Quando um revolucionário faz uma afirmação de cunho histórico, acredite, o que aconteceu em 10% dos casos é PRECISAMENTE O OPOSTO.

    • Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!…: Lênin.
      Estão seguindo a risca os ensinamentos dos seus mestres, apenas isto.

  2. A explicação é simples: pela primeira vez a CNB do B se reconhece inteiramente em um Papa.

  3. Senhor, destrói a CNBB antes que ela destrua o resto de Igreja que ainda resta no Brasil.

  4. Adeus ano do “É para a liberdade que Cristo nos libertou, Jesus Libertador”

    Bem-vindo ano do “Quero uma Igreja solidária, Servidora e missionária, Que anuncia e saiba ouvir. A lutar por dignidade. Por justiça e igualdade, Pois “Eu vim para servir”. “

  5. Toda vez que vou explicar a crise da Igreja para pessoas simples, não-lidas (meus familiares, por exemplo), tento ser o mais didático possível, geralmente passando por três pontos: 1. o que é um Concílio; 2. o Concílio Vaticano II e 3. seus efeitos práticos, fazendo comparação entre a Igreja “antiga” e a Igreja “nova”, posterior ao CV II.

    Meus pais e avós maternos, ainda vivos louvado seja Deus, nasceram todos antes do Vaticano II. Gente da roça do interior de S. Paulo, sem erudição, não acompanharam as notícias das mudanças que o grupo intelectual capitaneado por Paulo VI, Rahner e Bugnini impunham à Igreja lá de Roma. Somente notaram uma veloz mudança na liturgia e nos sermões, canal principal entre a Igreja e o povo. Não sabem explicar por si mesmo o porquê das mudanças, sabem apenas que foram “boas” porque o pároco falava delas com grande entusiasmo. Cinquenta anos de liturgia e espiritualidade modernas foram devastadores para o povo católico, levado à perda da própria identidade, à frouxidão moral e mesmo à apostasia para as milhares de seitas importadas que tornaram-se mais convincentes que a admirável e confusa Igreja “nova”.

    Concordo com os neo-modernistas papólatras naquilo que tornou-se pedra de tropeço para os neoconservadores hipócritas, igualmente papólatras: a RUPTURA entre o pré e pós-Concílio. Progressistas agora darão seus pulos para demonstrar o quanto o evento de João XXIII foi bom e sadio para o “povo de Deus”, e como seu modelo anterior era mau. A comparação será inevitável.

  6. Chega a ser uma blasfêmia afirmar que “antes do Concílio era errado” e agora “em apenas 50 anos, estamos certos!”.

    Quem afirma isso está em um erro grave e atenta contra o Santo nome do Senhor Jesus que disse que estaria com a Igreja “todos os dias, até a consumação dos Séculos”.

  7. Republicou isso em §|Olhar Católico|§e comentado:
    CNBB vs. Papa Bento XVI

  8. Aos que seguem Bento XVI dizendo que não houve ruptura entre alguns ensinamentos do Vaticano II e a Doutrina Tradicional da Igreja, me explique o que vai abaixo:
    “Ao menos sobre quatro pontos, os ensinamentos do Concílio Vaticano II estão de tal maneira em contradição lógica com as declarações do precedente magistério tradicional, que é impossível interpretá-los na linha dos outros ensinamentos já contidos nos documentos precedentes do Magistério da Igreja. O Vaticano II rompeu, portanto, a unidade do magistério, na medida em que rompeu com a unidade de seu objeto”.
    “Os quatro pontos são os seguintes. A doutrina da liberdade religiosa, tal como se expressa no número 2 da declaração ‘Dignitatis Humanae’, contradiz os ensinamentos de Gregório XVI na ‘Mirari vos’ e de Pio IX na ‘Quanta cura’, assim como os de Leão XIII na ‘Immortale Dei’ e os de Pio XI na ‘Quas primas’.
    “A doutrina da Igreja, tal como expressa no número 8 da Constituição ‘Lumen gentium’ contradiz os ensinamentos de Pio XII na ‘Mystici corporis’ e na ‘Humani generis’.
    “A doutrina sobre o ecumenismo, tal como expressa o número 8 da ‘Lumen gentium’ e o número 3 do decreto ‘Unitatis redintegratio’, contradiz os ensinamentos de Pio IX nas proposições 16 e 17 do ‘Syllabus’, os de Leão XIII na ‘Satis cognitum’ e os de Pio XI na ‘Mortalium animos’.
    “A doutrina da colegialidade, tal como expressa no número 22 da constituição ‘Lumen gentium, inclusive no número 3 da ‘Nota praevia’, contradiz os ensinamentos do Concílio Vaticano I sobre a unicidade do sujeito do supremo poder na Igreja, e a constituição ‘Pastor aeternus’”.

  9. Que Bispo vai ter a coragem de dizer que esse subsídio não poderá ser usado em sua diocese?
    Lembro-me, com saudade, de Dom Eugênio Sales que, sem se importar com o discurso nivelador da CNBB, proibiu no Rio de Janeiro a utilização do texto da CF-1988, que incitava, sob o pretexto do discurso racialista, uma verdadeira luta entre negros e brancos. A Arquidiocese do Rio compilou então um texto de uso próprio para o seu território, alternativo e paralelo ao da CNBB. É claro que, no Brasil todo, choveram protestos e murmurações… Os cães ladram, e a caravana passa… Passava, pelo menos, não sei se ainda passaria hoje.

    • Luciano, eu acabei de escrever a mesma coisa: que bispo tem a coragem de se levantar e dizer, “basta” não vou usar isso aqui.
      Isso só pode ter dedo do demônio. Estou consciente disso. Não há outra explicação.
      São um bando de mornos que serão vomitados pela boca do Senhor.

    • Absolutamente nenhuma saudade de D. Eugênio, sob cujo episcopado o Rio de Janeiro deixou de ser católico. Essas placebos do tipo “meu panfletinho é 10% mais católico que o seu” são como dar aspirina para curar o câncer.

  10. Duas observações aos seguidores da nova religião do CVII: “Ainda que distribuísse os meus bens aos pobres, (…) se não tiver caridade, de nada valeria!” e “Sem fé é impossível agradar a Deus”.

  11. Ignoro a CNBB.

  12. Às vezes, tenho atitude de um masoquista: acesso o site da CNBB. Não tem como não ficar irritado ao ver seu conteúdo.
    Lendo a “Oração da Ruptura”, recordo-me da última vez que peguei um dejeto desses “subsídios” da CNBB.
    Isso ocorreu em 1995, tinha 18 anos. Lembro-me que foi numa Adoração Eucarística numa Sexta-feira Santa.
    Não consegui levar adianta a Hora Santa com aquele “livreco” na mão. A última coisa que o livreco fazia, era levar alguém a adorar a Jesus Eucarístico. Só se lia sobre problemas sociais e aquelas coisas repugnantes. Me desculpem, mas não gosto nem de tocar nesse assunto. Perdoi-me a expressão, mas sinto muita raiva.
    Todo material apresentado pela CNBB não edifica a fé, não faz nem “cócegas” na piedade, enfim, eles apresentam para as “senhorinhas idosas” algo que elas nem entendem.
    A Igreja da CNBB alcança pessoas que se dizem católicas e que têm uma ideologia política.
    Qualquer pessoa que tenha o mínimo de sede de Deus não se identifica com a CNBB e seus dejetos, digo, “subsídios”.
    Realmente, pela primeira vez, a CNBB encontrou um papa que a represente.
    Diga-me com quem andas, que eu te digo quem tu és.
    Tenho pena desse povo sem pastor, abandonados às seitas. O que me irrita é que não vejo um único bispo se levantar contra e falar: isso eu não quero na minha diocese.
    A tempo: sou organista numa paróquia no interior de São Paulo, vocês não imaginam o transtorno que é ter “lidar” com músicas e conteúdos da Campanha da Fraternidade. Todo ano me stresso.

  13. Para os neomodernismos que pensam que não pensava nos pobres antes do Concilio Vaticano II, o Exemplo da Santa do dia dia 15 de dezembro.

    15 de Dezembro – Santa Virgínia Centurione Bracelli
    Virgínia, riquíssima, filha de um doge da República de Gênova, nasceu em 2 de abril de 1587. O pai, Jorge Centurioni, era um conselheiro da República. A mãe, Leila Spinola, era uma dama da sociedade, católica fervorosa e atuante nas obras de caridade aos pobres. Propiciou à filha uma infância reservada, pia e voltada para os estudos. Mesmo com vocação para a vida religiosa, Virgínia teve de casar, aos quinze anos, por vontade paterna, com Gaspar Grimaldi Bracelli, nobre também muito rico. Teve duas filhas, Leila e Isabela. Esposa dedicada, cuidou do marido na longa enfermidade que o acometeu, a tuberculose. Levou-o, mesmo, para a Alexandria, em busca da cura para a doença, o que não aconteceu. Gaspar morreu em 1607, feliz por sempre ter sido assistido por ela.

    Ficou viúva aos vinte anos de idade. Assim, jovem, entendeu o fato como um chamado direto de Deus. Era vontade de Deus que ela o servisse através dos mais pobres. Por isso conciliou os seus deveres do lar, de mãe e de administradora com essa sua particular motivação. O objeto de sua atenção, e depois sua principal atividade, era a organização de uma rede completa de serviços de assistência social aos marginalizados. O intuito era que não tivessem qualquer possibilidade de ofender a Deus, dando-lhes condições para o trabalho e o sustento com suas próprias mãos.

    Desenvolvia e promovia as “Obras das Paróquias Pobres” das regiões rurais conseguindo doações em dinheiro e roupas. Mais tarde, com as duas filhas já casadas, passou a dedicar-se, também, ao atendimento dos menores carentes abandonados, dos idosos e dos doentes. Fundou uma escola de treinamento profissional para os jovens pobres. Numa fria noite de inverno, quando à sua porta bateu uma menina abandonada pedindo acolhida, sentiu uma grande inspiração, que só pôs em prática após alguns anos de amadurecimento.

    Finalmente, em 1626, doou todos os seus bens aos pobres, fundou as “Cem Damas da Misericórdia, Protetoras dos Pobres de Jesus Cristo” e entrou para a vida religiosa. Enquanto explicava o catecismo às crianças, pregava o Evangelho. As inúmeras obras fundadas encontravam um ponto de encontro nas chamadas “Obras de Nossa Senhora do Refúgio”, que instalou num velho convento do monte Calvário. Logo o local ficou pequeno para as “filhas” com hábito e as “filhas” sem hábito, todas financiadas pelas ricas famílias genovesas. Ela, então, fundou outra Casa, depois mais outra e, assim, elas se multiplicaram.

    A sua atividade era incrível, só explicável pela fé e total confiança em Deus. Virgínia foi uma grande mística, mas diferente; agraciada com dons especiais, como êxtases, visões, conversas interiores, assimilava as mensagens divinas e as concretizava em obras assistenciais. No seu legado, não incluiu obras escritas. Morreu no dia 15 de dezembro de 1651, com sessenta e quatro anos de idade, com fama de santidade, na Casa-mãe de Carignano, em Gênova. A devoção aumentou em 1801, quando seu túmulo foi aberto e seu corpo encontrado intacto, como se estivesse apenas dormindo. Reavivada a fé, as graças por sua intercessão intensificaram-se em todo o mundo.

    Duas congregações distintas e paralelas caminham pelo mundo, projetando o carisma de sua fundadora: a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Refúgio no Monte Calvário, com sede em Gênova; e a Congregação das Filhas de Nossa Senhora do Monte Calvário, com sede em Roma.

    Virgínia foi beatificada em 1985. O mesmo papa que a beatificou, João Paulo II, declarou-a santa em 2003. O seu corpo é venerado na capela da Casa-mãe da Congregação, em Gênova, com uma festa especial no dia de sua morte. Mas suas “irmãs” e “filhas” também a homenageiam no dia 7 de maio, data em que santa Virgínia Centurione Bracelli vestiu hábito religioso.

  14. O Exemplo de Santa Virgínia Centurione Bracelli cujo o dia é hoje não conta como interesse da Igreja pelos pobres antes do Vaticano II? E o de são vicente de Paulo e de tantos outros? E o que tem feito pelos pobres as Cbs e o MST e tantos outros movimentos sociais senão instaurar o ódio entre uns e outros? Entre os cristãos?

  15. Assumiram-se como o são de fato há décadas: um clube de velhos heréticos que esqueceram de Cristo, prostrados que estão diante do Bezerro de Ouro chamado de Concílio Vaticano II.

  16. Todos constatamos o seguinte porque é flagrante na vida de todos: 1) quanto mais deixamos Deus mais deixamos nós mesmos e somos tomados de desconfiança e de receios uns para com os outros; 2) todo mal que fazemos a Deus retorna a nós mesmos e o mal contra a Casa de Deus na sequência nada mais poupa do mesmo mal, ou seja, contamina tudo o mais; 3) a Igreja sempre ensinou que em relação a Deus, como a “Caridade vigora para a Verdade como a Verdade vigora para a Caridade”, a verticalidade vigora para a horizontalidade e vice-versa, porque São João já advertia que é mentiroso quem diz que ama a Deus, a quem não vê, se não ama ao irmão, a quem vê, entretanto, como São Pedro disse que Deus corrige aqueles a quem mais ama, definiu que o único ecumenismo possível à Igreja tem a ver com a proposição da Cruz por ela ao mundo, ao mesmo tempo que, com isso, assume e carrega a sua própria cruz em meio ao ódio do mundo (que sempre nos odiará como odiou a Cristo), porque Cristo esclareceu que o única via possível para segui-lO é “renunciar a si mesmo, tomar sua cruz e segui-lO” para onde estava indo, ou seja, ao Gólgota em Jerusalém, para onde o mesmo São Pedro tentou persuadi-lo a não descer, ao que Cristo o chamou de “Satanás”. Estamos vivendo o tempo do medo e de comodismo de São Pedro, mas ele vai voltar com toda a Fé que o salvou. A Igreja não pode ter repugnância pela Cruz, nem deixar de propô-la ao mundo mesmo diante do ódio deste, assim como não pode contar de ganhar o mundo inteiro, porque Nosso Senhor já definiu que nunca ganharemos este mundo e que se o ganhássemos de nada adiantaria se perdêssemos nossas próprias almas em seguida.

  17. A oração da ruptura conseguiu ser pior que a famosa oração da corrupção.

  18. Esse filme parece meio antigo. O (mau) clero é puro oportunismo. É fácil raciocinar: qual foi o clero que aderiu sequioso às novidades da década de 1960 senão o clero-cordeirinho dos tempos de Pio XII? O que aconteceu, agora, com os ex-tietes de Bento XVI? Puseram-se a correr para as velhidades de Francisco. E se Burke fosse eleito amanha? Estariam todos muito prontos a tirar os manípulos da gaveta onde recentemente os jogaram e protestar que Francisco era mesmo exagerado! É sempre assim, cuidam quase que exclusivamente do seus eclesiais estômagos e respectivo “plano de carreira” (ou de gulodices).

    Se os Bispos alemães fossem pobretões como os de Latino-América (com o devido sotaque hispânico, por favor), eles jamais estariam batendo os pezinhos e dando chilique, ameaçando a Santa Sé com um cisma a cada por do Sol. Difícil é acreditar que essa gente ainda mereça ser chamado de católico. Vão às favas.

  19. CNBB – Conferência Nacional dos Bispos de Baal

  20. A explicação para esse caso CNBBolivariana não é de difícil diagnóstico: ela, além de aliada da TL e do PT, comporta-se como a NEOREFORMADORA DA IGREJA, tal qual Lutero com sua “Reforma” Protestante, ou seja, essa Igreja anterior ao papa Francisco não ainda estava em plenitude, mas doravante sim, e a “Reforma Política por Eleições “Limpas”” que patrocina junto com a OAB – defensoras dos Black Blocs – nas dioceses apoiadoras do socialismo é obra dela e do PT, sindicatos filiados ao partido, UNE, MST, CONTAG e outros grupos só esquerdistas.
    Aliás, dia 12/12/14 consta que o porta-voz do papa em mensagem abaixo pediu que os participantes se espelhassem em (comunostalinista, bruxista e terrorista de dar inveja a Cromwell) Nelson Mandela e seus antecedentes de “benfeitor da humanidade”:
    “Que o legado de não violência e reconciliação de Nelson Mandela possa continuar a inspirar o mundo”. É o que se lê em uma mensagem do Papa, assinada pelo Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, enviada na manhã desta sexta-feira, aos membros do 14º Encontro dos vencedores do Prêmio Nobel da Paz, que acontece em Roma e recorda a memória do ganhador do Premio Nobel da Paz em 1993.
    Procure na net os diversos atentados comandado pelo “pacifista” acima, gente do clã da CNBB e dos revolucionarios patrocinadores.
    Não tem sido á toa que o Boff, Betto & Cia andam ultimamente muito assanhados…

  21. É mentiraaa!!!!!!!!!!!!…
    Mentem,descaradamente ,os que afirmam que os cristãos antes do tal CV II, não vivenciavam a dimensão MARTA,do Cristianismo, e só oravam…tendo uma….Fé sem obras…!!! É mentira….e,da grossa!!!
    Ora vejam só!…que desplante!!! Só faltava essa….!
    Quer dizer que…..só após o CV II, é que os católicos leram,tomaram conhecimento de …MATEUS 25 ( 31 a 46 ) e de ISAÍAS 58 (3 a 12 )?..!
    Ah!!!…háh!!!…tão brincando com assunto sério…!!!! e…subestimando nossa Inteligência!!!…ah!!!!!!
    Crúú-uuuuzes!!!
    Meus pais eram católicos de antes CV II, e sempre os vi praticando a CARIDADE MATERIAL E A ESPIRITUAL entre si, na nossa família,na vizinhança e com todos que DEUS colocou em suas vidas!!
    Eram católicos m e s m o ,viviam o aspecto MARIA e o aspecto MARTA de sua (e nossa!) FÉ!!!!! E posso garantir que conheci muitas pessoas assim:cristãos praticantes,gente mais idosa do que eu,que foram educados sabendo que o cristão deve partilhar tempo,amor, bens intelectuais, bens materiais com o próximo, deve perdoar,compreender,ser paciente, auto-controlado,honesto em tudo que faz, ser trabalhador, ajudar as pessoas…etc!
    Esse pessoal adorador desse CV II tem muita vanglória no coração…..são presunçosos…!
    Coitados!!! Dignos da MISERICORDIA DIVINA!
    Se fosse do jeito que falam,…como poderíamos ter tantos SANTOS CANONIZADOS ,pessoas amigas de JESUS CRISTO,seus seguidores,que viveram aqui na TERRA …a n t e s do tal CV II?….Hã?…!!!
    MARANATHA!!!!

  22. Se faz necessário extinguir a cnb do b . O que ela faz de útil ? ideologia da libertação (o nome teologia foi posto para enganar trouxas), os livrecos da CF e do Natal cheios de tl, mst,etc,….e agora jogando na lata do lixo 2000 anos de Liturgia ? O CV II foi uma enxurrada de ERROS. O ESPELHO ? É a situação MORAL MUNDIAL ! Não chega ?

  23. É a ruptura do Vaticano II vindo a todo vapor com a omissão dos entes Ecclesia Dei.

  24. Segundo os protestantes a igreja católica nasceu no ano 300 depois de cristo, o protestantismo foi criado em 1500, a igreja da CNBB tem 50 anos…

  25. É preciso desmascarar a maçonaria eclesiástica como pedia o Padre Pio e Leão XIII para os pais até para os filhos pequeninos, porque não temos condições de defender a Igreja num caso como deste do artigo sem denunciar o que faz a maçonaria eclesiástica e como ela se apropriou dos bispados…

  26. Se isso não for caso já de possessão diabólica propriamente dita, é com certeza, pelo menos, uma tremenda manifestação de influencia demoníaca, das mais aterradoras. Já que falam tanto em servir, resta saber a quem esta alcateia de falseadores da verdade serve quando comete este absurdo ato de desonestidade histórica que simplesmente desabona a Santa Igreja em sua multimilenar trajetória… Desta vez esta ignominiosa quadrilha de malfeitores que se arvora tutelar a Igreja no Brasil, sob a égide institucional de uma conferencia episcopal, ultrapassou de vez todos os limites do bom senso. É preciso uma interpelação judicial muito séria, toda fundamentada na historiografia, toda respaldada em fatos históricos e na irrefutável comprovação documental, para brecar pelos meios legais esta mentira e exigir uma retratação publica. Estamos diante de algo muito grave, algo muito sério que corresponde a uma espécie de tentativa (muito descarada) de estelionato. Um golpe contra a realidade histórica, um golpe contra a verdade dos fatos e um golpe contra a fé das pessoas. Uma ação na justiça contra este crime se faz premente… Os juristas e magistrados venham em auxílio !

  27. Aí eu te pergunto: “A Inquisição estava errada?”

  28. Continuo esperando uma crítica construtiva do Concílio Vaticano II por parte do Sr. Alberto Zucchi e da sua Montfort. Mas não ao público em geral, mas especificamente dirigida ao IBP por meio de um manifesto. O absurdo da Oração da Ruptura é bom pretexto para esse manifesto.

  29. Eu vim pra servir? A quem? Só se for aos piores inimigos fa Igreja. Beijinho em pé de muçulmano no Lava-pés enquanto eles passam a faca no pescoço dos cristãos na Síria e no Iraque? É isso que esses impostores chamam de “serviço”?
    Nenhuma palavra pra exigir a libertação de católicas como Meriam no Sudão e Asia Bibi no Paquistão, mas tem tempo e não sobram palavras para exigir e pedir contas ao Secretário John Kerry dos “direitos humanos e da dignidade” dos terroristas muçulmanos presos na prisão de Guantánamo:
    http://www.nydailynews.com/news/politics/pope-francis-calls-solution-guantanamo-bay-detentio-article-1.2045936

  30. Podem vir com o esquerdismo que quiserem, não me convencem. Pode ser nas ditas CF, que ninguém mais presta atenção, pode ser nas aulas e matérias de cursos ideologizados de Teologia, pode ser nas reuniões direcionadas de diocese. Não adianta, não sou trouxa, não caio nessa. A Igreja sobreviverá à todas essas pataquadas.

  31. A CNB do B não me representa!

  32. É um pássaro? Um avião? Um demônio?

    Pior! É o Super Concílio!

    Para o inferno e avante!

    (Tema do Superman de John Williams ao fundo)

  33. Pelo menos agora com a CNBB em plena comunhão de ideias com o Papa Francisco fica claríssimo:
    o Vaticano II foi uma RUPTURA!

  34. E falseiam porque o Primeiro Mandamento ordena amar a Deus sobre todas as coisas, o que importa amar ao próximo como a si mesmo, mas antes, para salvá-lo, porque é o que cada um deve querer mais para si mesmo e para os outros. Fora disso não há lógica espiritual alguma. E vem à mente a atitude de Judas de negar perfume a Deus em nome dos pobres enquanto se rouba a sacolinha de Jesus, uma mentalidade que finge ir do próximo a Deus, porém, desvia para estacionar em si mesma. Mas também precisamos observar os frutos e os frutos antes do Concílio são gritantes contra ele. Basta ver o que Dom Lefebvre fez na África, frutos que persistem até hoje nos seus alunos e bispos sucessores. Também podemos lembrar os orfanatos, as escolas, os hospitais, as ordens enfermeiras, as de socorro às famílias, as que alimentavam os pobres e muitas outras, inexistentes ou totalmente desviadas na atualidade. Eu mesmo estudei em colégio de padres com Missa no primeiro horário antes das aulas e, hoje, o meu colégio é um antro de maus elementos que lá fazem sexo até nos sanitários. O Concílio parece vigorar para o material, facilitando toda uma interpretação materialista, que faz esquecer que o maior bem para se ter e para dar é Deus e a salvação, pois “de nada adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e depois perder sua alma. Buscai primeiro o Reino de Deus e sua Justiça (abraçando a Cruz necessária) e tudo o mais vos será dado por acréscimo”. Jesus toda hora desmente o Concílio!

  35. Pera aí. Vocês estão criticando a “CNB do B” por provocar ruptura? Mas vocês não fazem exatamente a mesma coisa? Não são vocês que acham que tudo de ruim que tem na Igreja hoje só passou a acontecer pós-concílio? Não são vocês que vivem dizendo “a igreja pós-conciliar é isso, é aquilo…”. Vocês e os modernistas acham que uma nova igreja surgiu depois do concílio. O padre Paulo Ricardo, certa vez, disse como devemos nos comportar diante de um documento do CVII. Segundo ele, devemos nos portar com docilidade e benevolência, pois estamos diante de um documento eclesial, que vem de nossa mãe, a Mãe Igreja, e lê-los em sintonia com a fé de 2 mil anos. Se o que eu li me gera alguma dúvida, devo buscar entender se está em sintonia com a fé da Igreja. Se não estiver, aí sim eu posso tecer alguma crítica e, mesmo assim, de forma respeitosa. Vocês tem essa docilidade e benevolência diante dos documentos do CVII? É claro que não. Vocês os leem querendo caçar heresias. Vocês falam do concílio e de seus documentos com extrema rebeldia. É só ler os comentários acima. O papa Bento XVI insistiu que o concílio não deveria ser lido com espírito de ruptura, seja por parte dos modernistas ou dos mais tradicionalistas, mas de acordo com a hermenêutica da continuidade. Já que vocês admiram tanto o grande papa Bento XVI, porque vocês não fazem o que ele disse?

    • “… lê-los em sintonia com a fé de 2 mil anos…”

      “Segundo”, eis o problema: as críticas aqui manifestadas só existem porque tentou-se sintonizar os documentos do CVII com a fé de 2 mil anos e não conseguiu. Será que é porque os comentaristas não são “teólogos formados”? Acho que não! Só sobra quem? O concílio!

  36. O discurso “antes do CV2 era trevas e depois do mesmo tudo se tornou luz”, é mais antigo que andar para frente! Já veio da época do Iluminismo em que as pessoas se descobriram e se tornaram “sabidas”, porque antes eram ignorantes! O pessoal entusiasta do CV2 pensa que descobriu a roda, ao afirmar coisas que a Igreja sempre fez, ou seja, as missões, a evangelização e a santificação dos povos. Eu pergunto agora: com padres pensando que “nós é que temos que aprender com os pagãos o que eles têm de positivo”, será mesmo que há uma verdadeira conversão das pessoas?