Eu não sou Charlie.

Um periódico francês chamado Charlie Hebdo é especialista em publicações sujas e de baixo nível, a título de liberdade de expressão.

Sua especialidade é ofender a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja, através de charges altamente imundas e ofensivas, do pior modo que a imaginação humana pode alcançar. São simplesmente impublicáveis.

Através desses anos, rechearam suas publicações com essas ofensas contra todos os valores possíveis, mas principalmente contra a Igreja Católica.

Publicaram também imundices contra a religião de modo geral, incluindo o judaísmo e o islã. No entanto, esses últimos reagiram de modo bem diferente dos cristãos, que levantaram 13 processos na justiça francesa contra o jornal, e dois radicais franco-argelinos islâmicos perpetraram um ato terrorista típico deles, matando 12 pessoas da redação do jornal, além de um policial.

Acabaram sendo perseguidos e mortos pela polícia.

Digamos que eu me aproveitasse de uma das bandeiras defendida pelo Charlie Hebdo e dissesse: “bem feito, todos esses terroristas, tanto islâmicos como cartunistas, devem estar agora no inferno.”

Seria a minha liberdade de expressão que me impeliu a dizer isso.

E é obvio que o 5º mandamento nos impede de sair por aí matando os desafetos, mesmo que esses sejam uns porcos imundos (de novo, é a minha liberdade de expressão falando).

O fato é que não podemos apoiar atos criminosos de qualquer espécie. É imoral declarar apoio ao crime, por isso o meu “bem feito” acima só serviria para chocar. Gostar disso e fazer chacota só me tornaria igual ao terrorista da caneta.

Qualquer cristão digno desse nome, nesse momento, só pode pedir a Deus misericórdia pelas almas desses coitados. É a atitude digna a ser tomada por qualquer ser civilizado, diametralmente oposta à atitude de defensor radical da liberdade de expressão.

Leio nesse momento torrentes de desinformação da mídia tentando defender a comunidade islâmica, culpando o Ocidente, o cristianismo, a direita européia, a escravidão, a homofobia, os nazistas, etc., e um monte de outras besteiras tentando misturar fatos e manter uma visão “politicamente correta” da esquerda.

O fato é que a violência é pregada no Alcorão, que diz que os infiéis devem ser mortos ou escravizados. E assim como a nossa Bíblia, se não tiver a explicação do Autor, pode se interpretar de qualquer modo, até de modo violento. O autor da Bíblia é Deus, o do Alcorão não sei.

Por isso a Igreja sabiamente sempre deu a interpretação da Revelação escrita, conforme ordem de Nosso Senhor aos Apóstolos: Ide e ensinai.

unnamedExiste sim uma tradição assassina islâmica na história, e por mais que não haja unidade dos muçulmanos quanto a essas violências, é uma tendência muito forte deles, quem sabe até predominante. Talvez só o comunismo ateu tenha feito mais vítimas na história do que o Islamismo.

Recomendo a leitura do livro “Muslins Masters, Christians Slaves” de Robert C. Davis, para se ter uma leve noção da perseguição islâmica contra os cristãos. Mostra que no período de 1500 a 1800, mais de um milhão de cristãos europeus foram escravizados pelos muçulmanos do Norte da África (North Africa’s Barbary Coast).

Não tenho dúvidas de que essas tragédias religiosas com o Islã vão continuar acontecendo, para castigo de uma Europa liberal, cujos cidadãos outrora cristãos, não querem mais ter filhos e sim cachorros.

Os europeus dentro de cinquenta anos serão muçulmanos em sua maioria. Mesmo assim não haverá paz, pois não há paz sem Cristo.

Nasato

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33 Comentários to “Eu não sou Charlie.”

  1. Decididamente : EU NÃO SOU CHARLIE !

  2. Eu também não sou Charlie.
    Segue um artigo muito bom acerca desta situação.
    “Reflections on the Perpetual French Revolution”
    http://remnantnewspaper.com/web/index.php/articles/item/1414-reflections-on-the-perpetual-french-revolution

  3. Apesar de não saber se a Igreja católica da França se opunha tenazmente às mensagens do Charlie Hebdo, acho que o papel caberia o de ser mais enérgica com esse “Pasquim”, alertar sempre os católicos franceses de não o prestigiar, comprando ou assinando seus exemplares, já que se tratava de um jornal crítico das religiões em geral e os cristãos deveriam se sentirem ofendidos, já que achincalhava a fé católica.
    Não me sinto nem endosso o “je suis Charlie Hebdo” por causa do acima, mas não justiçaria jamais os editores como o fizeram os politicamente corretos amigos dos comunistas, os agressivos e intolerantes islamitas.
    Por outro lado, o Islã desde suas origens, além de pagão, é muito dividido e não gera paz alguma: trava imensas guerras entre si, sendo a mais famosa a do duelo dos ramos religiosos xiitas x sunitas, com muitos milhões de mortes entre facções rivais, sendo irreconciliáveis, como sucedem recorrentemente os ataques entre si mais no Iraque e na Siria, pois a deusa da lua Alah é equivalente a Baal, Moloc e similares, além de ser desconhecida, não existir antecedentes de sobrenaturalidades ou que comprovem sua existência e Maomé teria falecido envenenado.
    Porcarias do naipe do Charlie Hebdo para vicejarem, apenas em ambiente relativista e alienado para prosseguir, e a França devassa como tem sido, parece que o mereceria.

  4. Je suis Charles Martel!

  5. “Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.
    SÃO PAULO
    1 Coríntios VI:12
    Quem semeia ventos, colhe tempestades.
    Ditado popular

    P.S: Stephane Charbonnier, editor chefe do Charlie Hebdo, assassinado, era ligado ao Partido Comunista Francês e a Frente de Esquerda.

    Se fosse um atentado a um jornal conservador (se é que lá existe) não haveria todo o clamor nacional francês.

    Esse foi um daqueles momentos em que o feitiço se voltou contra o feiticeiro.

  6. Quem dera houvesse passeatas contra a carnifica de cristãos na Síria, Nigéria, Iraque e Coreia do Norte. Ou, quem dera os franceses se unirem e protestar contra a decapitação do padre francês François Murad na Síria.

    https://fratresinunum.com/2013/07/02/perseguicao-na-siria-padre-francois-murad-martir/

    A verdadeira justiça começa quando o sentimento e solidariedade se volta para qualquer um independente de suas posições na sociedade.

  7. A “ousadia” da Folha de São Paulo:

    No dia seguinte ao ato terrorista, vários jornais do mundo publicaram charges produzidas pelos terroristas da caneta.

    Isso no que seria uma ousada e firme resposta ao ataque à “liberdade de expressão”.

    A Folha de São Paulo estampou várias delas em sua página.

    Contra o Islã havia apenas uma charge, bem tímida no meu entender.

    CONTRA a Fé Católica, as imagens publicadas são TERRÍVEIS e a esmagadora maioria.

    Que Deus tenha piedade de todos nós,

    Que Deus nos dê a graça da conversão ainda que, para isso, Ele nos dê muitos sofrimentos.

  8. Tive o desprazer de ver algumas charges desse famigerado jornal francês e fiquei estarrecido com o que vi, pois são extremamente ofensivas à honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, à Santíssima Virgem Maria e à Igreja Católica. Esses desenhos são impublicáveis!
    Para eles, não há limite para desrespeitar nem mesmo o santo nome do Senhor.
    O pior nem foi o fato de terem sido assassinados por terroristas.
    O pior é que agora eles estão ardendo no fogo do inferno por toda eternidade, pois é para lá que vão os incrédulos, zombadores e blasfemadores.
    Quanta estupidez desse povo fazer manifestação pública segurando cartazes com a inscrição “nós somos Charlie”. Que coisa mais ridícula!
    Dá nojo vê tanta gente sem o menor senso crítico, ao ponto de aplaudir essa laia de zombadores do santo nome do Senhor.
    Definitivamente eu também NÃO SOU CHARLIE, jamais serei e tenho nojo de quem é.
    E para piorar, a midia mundial faz um estardalhaço enorme pela morte desses 10 terroristas da caneta.
    Enquanto isso, milhares de cristãos foram assassinados pelos fanáticos islâmicos na Nigéria nos últimos dias. Basta conferir no link abaixo:
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-de-radicais-na-nigeria.html
    Essa midia podre e corrompida sequer fala que os mortos são cristãos.
    Mas, para defender esses canalhas que ofendem descaradamente a honra de Nosso Senhor e de sua Igreja, fazem o maior alarde, como se fossem verdadeiros mártires do liberalismo sádico.
    O que aconteceu na França foi que um bando de terroristas da caneta foi assassinado por terroristas do fuzil.
    Eles se merecem.
    Mas tudo isso é só o começo.

    • Quem “está com”,…quem apoia blasfemadores….semeia contra DEUS.Claro…claríssimo!!!

      Realmente…faz pena ver “la Douce France”…le terroir de: S.LOUIS-MARIE GRIGNON DE MONFORT, S.JEAN-MARIE VIANNEY, SAINTE TÉRÈSE DE LISIEUX, SAINTE MARGUERITE-MARIE D’ALACQUOCQUE, SAINTE BERNADETTE SOUBIROUS,S.LOUIS LE ROI DE FRANCE, SAINTE ELISABETTE DE LA TRINITÉ S.FRANĆOIS DE SALLES, et etc..etc….. nesta tremenda e trágica…..INDIGÊNCIA ESPIRITUAL!!!!
      Dommage!
      Que pena!!!…..que tristeza ver isso!!!!

    • Robson e irmãos em Cristo,boa tarde. Comentário forte e pertinente.Estão praticamente martirizando,canonizando e santificando estes dez ou onze apostatas.Eu rezo por estas almas(como pede a Santa Igreja),mas sobretudo rezo pelo policial morto,que não obstante sua religião islâmica,tinha com certeza mais respeito com Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja.
      Quanto à França,terra de São Sebastião,São Luiz de Monfort,São Vicente de Paulo,São João Batista Maria Vianney,Santa Teresa de Lisieux,Santa Maria Bernadete de Lourdes…,Esta nação dita como filha predileta da Igreja entre as nações,está entregue ao relativismo,comunismo temperado com o islamismo,porque igrejas estão sendo vendidas em quase todas as províncias,em Marselha por exemplo,segunda maior cidade francesa,tem mais mesquitas do igrejas católicas,infelizmente isto é o começo da maior apostasia em que vive a Europa começando pela França.

  9. Amo a FRANÇA……mais….je ne suis pas…Charlie…aussi!
    Concordo com o articulista,porque não considero “liberdade de expressão”…ofensas públicas, gratuitas e…insistentes à Religiões!
    A minha liberdade vai até aonde eu encontro a do próximo! Também repudio matanças como “forma de retaliação” às ofensas recebidas em qualquer espiritualidade.
    Todos erraram e foram incivilizados: os jornalistas e os assassinos; brincaram com coisa séria…faltou a humildade….queimaram-se….infelizmente,protagonizando uma tenebrosa e maldita tragédia!!!!
    Dommage!!!!
    Que isso não se repita nunca mais! Amém.

  10. “O totalitarismo politico ateista ocidental e o totalitarismo politico religioso oriental são as duas faces da mesma moeda do niilismo”.
    E eu discordo de que “qualquer cristão digno desse nome, nesse momento, só pode pedir a Deus misericórdia pelas almas desses coitados”.
    Por quais coitados deveríamos pedir misericórdia? Pelos cartunistas ateus blasfemos do Charlie Hebdo que faziam da zombaria, escárnio e sacrilégio sua “raison d’être”? Ou por seus assassinos muçulmanos que militavam por um califado onde milhares de cristãos são diariamente assassinados,violentados, expulsos, humilhados?
    A Igreja ensina que após a morte, segue-se imediatamente o juízo particular, com o qual se determina de maneira irrevogável nossa sorte por toda a eternidade. O juízo particular será confirmado publicamente por ocasião do juízo final, no fim do mundo.
    A alma do homem que morre em estado de graça, sem pecados veniais e sem precisar expiar pelos pecados cometidos em vida, mas já perdoados na Confissão, vai diretamente ao Céu.
    Porém, se a alma tiver pecados veniais, ou seja, pecados leves, que não impedem a amizade de Deus, ou precisar expiar ainda as penas devidas aos pecados já perdoados, antes de ir para o Céu deverá passar pelo Purgatório.
    Aquele no entanto, que morre em estado de pecado mortal vai diretamente para o inferno logo após seu juízo particular.
    Portanto, a alma toma seu destino eterno imediatamente após a morte, ficando separada do corpo até o Juízo Final, no fim do mundo.
    O que a Igreja sempre fez (e que os homens que agora conduzem a Igreja deixaram de fazer) é rezar pela conversãos dos pecadores, principalmente na Semana Santa quando se reza pela conversão dos muçulmanos e dos pérfidos judeus.
    Os blasfemos do Charlie Hebdo achavam que poderiam combater o fanatismo religioso dos terroristas muçulmanos com o terrorismo cultural dos marxistas que consiste no escárnio, na zombaria, na provocação gratuíta e se deram mal.
    Falsas doutrinas sempre foram combatidas com as armas inteligentes da apologética. Ou seja, eram refutadas no campo das idéias. E foi isso que São Tomás de Aquino fez de modo brilhante em sua Suma contra os Gentios:

    ““Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. ….
    “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. ….

    “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.

    “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos.

    “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”.

    “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6.

  11. Enquanto as pessoas no Ocidente pensarem que o problema não é o islamismo, que são apenas uns radicais, os atentados terroristas só vão aumentar pois isto é um estímulo para eles.
    As restrições morais que o islã propõe são:
    1) Não roube de um muçulmano.
    2) Não minta para um muçulmano.
    3) Não toque na mulher de um muçulmano.
    4) Não mate um muçulmano.
    E por aí vai. Perceberam alguma coisa de errado?
    O que se pode dizer de uma “religião” (entre aspas porque única religião para mim é o cristianismo) que não proíbe o estupro de mulheres quando elas não são muçulmanas? Apenas se recomenda que não se ejacule fora porque se for vontade de Allah a mulher irá engravidar.
    Será que estes jornalistas sabem que para os muçulmanos os infiéis, ou kaphir, são subhumanos indignos de qualquer tratamento digno? Será que eles sabem que os muçulmanos diante da taqyya podem mentir em benefício do islamismo e vender o islamismo como uma coisa que não é? Será que os “especialistas” sabem que um muçulmano não pode ser amigo de um não muçulmano? Que se ele for amigo de um não muçulmano Allah estará contra ele?
    Já compararam o que é o Céu do cristianismo com o do islamismo? O Céu para os cristãos é estar na Presença de Deus, o dos muçulmanos é algo extremamente material e sensível com diversas mulheres e muita comida. Obviamente é uma “religião” feita por bárbaros para bárbaros.

  12. Alguém se antecipou a mim! Que bom… Alguém bem articulado vai lá e mostra o que essa revista tem de bom para oferecer… Menos que nada!

    Para fins de informação, a tal Charlie Hebdo, a defensora dessa sujeira que se parece (mas não é) liberdade de expressão, declarou em 2000, através de seu editor (Phillipe Val) que os palestinos não eram pessoas civilizadas. Uma jornalista chamada Mona Chollet, que trabalhava na revista, se manifestou publicamente contra o texto. Ela foi sumariamente demitida!

    Que liberdade de expressão, não?

    E por outro lado, ao ler sobre a sujeira dessas pessoas, identifiquei a morosidade que se abate contra nós católicos: em editorial de 2012, em resposta a uma crítica do Ministro das Relações Exteriores, a revista declara:

    “Fazemos caricaturas de todo mundo, e só quando sai o Maomé é uma provocação! Tivemos 14 disputas com a extrema direita católica, uma apenas com o Islã. Qual é o problema na França, o Islã ou a extrema direita católica?”

    Infelizmente, os fatos falam por si… Essa gente não sabe o que é respeito, mas sabem o que é o medo… Daí os muçulmanos serem tão adulados nos ciclos europeus, mesmo os mais conservadores…

    • Charlie Hebdo pergunta: “Qual é o problema na França, o Islã ou a extrema direita Católica?” A realidade deu-lhes a resposta. Mas aposto que mesmo assim continuarão negando a realidade. No fundo, a maior decepção desses cartunistas e de toda a esquerda, é que não foram católicos que os mataram. Tudo o que eles mais queriam era que católicos perdessem a cabeça e dessem uns tiros neles. Suas constantes provocações não visam outra coisa. Assim eles teriam o pretexto perfeito para taxarem a religião Católica de terrorista e assassina, e até para perseguí-la por meio de leis. Basta ver que mesmo sendo os islâmicos os autores do assassinato, os jornais na França e mundo afora criticaram mais a Igreja Católica e a “extrema” direita do que aos islâmicos, como bem observou Felipe Moura Brasil, colunista da Veja. Agora imaginem se os assassinos fossem católicos!

  13. Artigo muito interessante: http://www.hommenouveau.fr/1153/humeur/je-ne-suis-pas-charlie–.htm
    #jenesuispascharlie
    #jesuischarliemartel

  14. Moi aussi, je ne suis pas Charlie!
    Aconselho larga divulgação do post a respeito dos diabólicos atentados perpetrados pelos terroristas malditos seguidores de Maomé:
    http://www.abim.inf.br/a-extrema-gravidade-do-perigo-islamico/#.VLO449JzTi8

  15. SOU CHARLIE E SEREI ATÉ A MORTE.
    Liberdade de expressão é liberdade de existir; Quem não gostar, pode se morder de raiva, como me mordo todas as vezes em que vejo uma piada pejorativa sobre a Santa Igreja Católica, mas nunca fiz pior do que os escarnecedores, como o fizeram estes satanistas (ou islâmicos, dá no mesmo).
    Sou Charlie e sempre serei, sempre defenderei a liberdade de expressão, ainda que seja contra mim.
    Muito obrigado pela postagem.

    • Salve Maria!!!

      Ahn… Seberino, não tenho como me morder de raiva (afinal, não entendi sua argumentação), mas duas questões:

      1ª se a liberdade de expressão fosse contra sua mãe, apresentada como uma prostituta, satirizada em posição de coito… O que você faria?;

      2ª Sem entrar nas questões do Islamismo (os irmãos já passaram dados o suficiente), mesmo que você seja contra a Igreja e sua definições… Há um princípio básico de que “o seu direito termina onde começa o meu…”. Você discorda desse princípio (que é apenas coloquial, ressalto)?

      E para finalizar: a Revolução Francesa foi um dos revoltas mais criminosas da História, mas… Mesmo ela, através da “Afirmação dos Direitos do Homem e do Cidadão”, foi contrariada nos artigos 10º e 11º…

      De mais a mais, leia o que apresentei sobre a pobre jornalista demitida da tal Charlie Hebdo, porque discordou de uma posição do editor da revista…

      Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!

    • Caro
      Liberdade de expressão é uma coisa pessoal, quando um grupo de pessoas usam de pouca educação para atacar a fé de outros e fazem isto para ganhar dinheiro, isto não é liberdade de expressão, isto é charlie. Eu não sou charlie.
      Quem usando de sua liberdade de expressão disser que não gosta da Igreja Católica, nem sequer pode ser criticado. Agora colocar o seu ódio contra a Igreja em blasfemias, grosserias, impropérios e todo tipo de baixaria e apenas para GANHAR DINHEIRO isto é ser charlie, Eu não sou Charlie.
      Quando alguém acha normal que a Religião católica seja insultada e menosprezada de forma sem sentido, isto não é ser católico, ISTO É SER SEBERINO.

      ps já avisaram que todos os cartunistas continuarão os ataques contras as religiões no pasquim charlie… nem todos.
      (Wilson Ramiro) eu não sou charlie

  16. Curiosa a desproporção da reação. Um ataque a um pasquim de baixo nível, e cinquenta chefes de estado, a começar dos mais poderosos, tomam as ruas a marchar de braços dados. Parece que os terroristas inadvertidamente tocaram um nervo muito sensível para a nova ordem mundial. Qual seria?

  17. O senhor Wilson Seberino então acha bem que alguém tenha o direito de criar boatos contra a sua pessoa e manchar a sua honra?É esse o direito de expressão que o senhor está a defender? Será mesmo?
    Nossa há gente que desconhece a diferença entre liberdade e libertinagem. Já agora porque não defende a liberdade de expressão dos terroristas muçulmanos, afinal de contas assassinar também é uma forma de expressão, mais drástica mas foi a forma como estes assassinos aprenderam a se expressar. A liberdade de expressão não se manifesta apenas pela escrita. De facto eles se expressaram e a menssagem foi bem entendida pelos ditos paladinos das liberdades de expressão,eles não se contêm em expressar o seu nojo pelos valores cristãos e uma grande dificuldade em criticar o Islão.

  18. Victor, e por falar na desproporção da reação, acho importante mencionar o que tem dito a comunidade judaica porque faz todo sentido:

    http://www.tempi.it/noi-non-siamo-charlie-siamo-kouachi-nelle-periferie-di-parigi-dove-gli-assassini-sono-i-nostri-eroi-locali#.VLPL18Ym6Ew
    A comunidade hebraica desde a Place de la République a Place de la Nation estão de acordo num ponto: Se tivesse sido só a tomada de reféns no supermercado Kosher na última sexta-feira e não o atentado contra Charlie Hebdo na quarta-feira, hoje teria havido essa insurreição republicana? É o que perguntam Michel e Martine Zeitoun. “A resposta é não. E já vimos esse filme antes: os franceses não se mobilizaram assim depois dos atentados perpetrados por Mohamed Merah ( o franco-argelino muçulmano que matou três paraquedistas e três crianças hebraicas”.
    Brigitte Levy, 56 anos, denuncia o anti-semitismo que serpenteia no país e fala da possibilidade de sair da França: “não reconheço mais a França. Sou francesa de várias gerações, mas não sei se fico ou vou embora daqui. Em Israel tem a guerra, mas pelo menos estarei mais protegida. Na França o Governo é secular demais e tem deixado que certas coisas ocorram”.

    Vimos os franceses se mobilizarem contra o casamento gay e pela liberdade de consciência reunindo milhões nas ruas no movimento La Manif Pour Tous. No entanto esse Governo hipócrita francês liderado pelo comunista François Hollande foi o primeiro a demonizar o movimento e o Conselho Constitucional decidiu que o prefeitos franceses não podem argumentar “conflitos de consciência” para se recusarem a casar homossexuais.
    Não existe mais liberdade de consciência e nem de expressão para aqueles que protestam contra a doutrinação de Estado (ou seja, em todos os níveis de ensino, desde o jardim de infância à universidade) que lutam contra a ideologia de gênero disseminada através de cursos liderados pelo terrorismo dos ” formadores especializados que são os ideólogos LGBT.
    E enfim, não existe sequer liberdade religiosa porque até mesmo os feriados, festas e celebrações religiosas estão sendo atacados e vilipendiados em nome da nova religião de Estado que é o ateísmo militante disfarçado com o eufemismo de “Estado Laico”.
    O pasquim Charlie Hebdo era um desses braços ideológicos do “Estado Laico” na sua cruzada pra destruir qualquer vestígio de religiosidade da sociedade francesa através da ridicularização intermitente. O “direito de achincalhação” era defendido com o dinheiro do contribuinte francês que pagava pela segurança policial da revista e até guarda-costas para os cartunistas. Infelizmente, esses pobres policiais que não tinham nada a ver com o caso pagaram com a vida pela insanidade tanto dos governantes como dos cartunistas.
    Ontem ao ver aquele bando de hipócritas marchando de braços dados a favor do que eles chamam de “liberdade de expressão”, me veio em mente as palavras do santo francês São Luiz de Montfort:

    “Vede, Senhor Deus dos exércitos, os capitães que formam companhias completas, os potentados que ajuntam numerosos exércitos, os navegadores que reúnem frotas inteiras, os mercadores que se congregam em grande número nos mercados e nas feiras! Quantos bandidos, ímpios, ébrios, libertinos, se unem em massa contra Vós todos os dias, e isto com tanta facilidade e prontidão! Basta soltar um assobio, rufar um tambor, mostrar a ponta embotada de uma espada, prometer um ramo seco de louros, oferecer um pedaço de terra amarela ou branca; basta, em poucas palavras, uma fumaça de honra, um interesse de nada, um mesquinho prazer animal que se tem em vista, para num instante reunir os bandidos, ajuntar os soldados, congregar os batalhões, convocar os mercadores, encher as casas e os mercados, e cobrir a terra e o mar de uma multidão inumerável de réprobos, que, embora divididos todos entre si, ou pelo afastamento dos lagares, ou pela diversidade dos gênios, ou por seus próprios interesses, se unem, entretanto, e se ligam até à morte, para fazer-Vos guerra sob o estandarte e sob o comando do demônio”. ( S. Luiz Maria Grignion de Montfort)

    Definitivamente Je ne suis pas Charlie.

    • Gercione, seu comentário foi o mais lúcido até agora!!! Abordou tudo o que precisa ser notado por esse episódio… a imoralidade travestida de liberdade de expressão, tanto do Estado Francês quanto da mídia. E quem quer seguir a ordem natural de Deus, esses são os que são perseguidos, ridicularizados… E ainda abordou as relações institucionais frente a essa hipocrisia.

  19. A terra que decapitou centenas de católicos durante a maçônica Revolução Francesa ainda tem muitos pecados para expiar. Em La Salette foi profetizado, entre outras coisas, a destruição de Paris por um incêndio.

  20. Não estaria a NWO manipulando as massas com esse tal “je suis Charlie Hebdo”, não se parece? Estou fora desse sórdido esquema pois essa imundicie-papel higiênico jornaleco Charlie Hebdo prestaria algo se deixasse a Igreja católica de fora, criticasse apenas as seitas protestantes e religiões pagãs, como o satãnico islamismo.
    O “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” das massas corresponde se inserir no mesmo esquema dos comunistas, e consequentemente da matriz, a maçonaria, por sinal esse trio é altamente revolucionário, tal como propões os comunistas da “doutrina do igualitarismo”, promovida à força, tomando dos outros e doando a si e ao partido, à máfia.
    Só que a dita cuja acima é uma tremenda farsa das muito bem montadas, a começar que os comunistas são especialistas em dividir o que é dos outros, nunca nada de si ou do partido aos pobres – e o igualitarismo deles é de todos na miséria, menos dos chefões do deus-Estado – tal como sucede hoje em Cuba, onde as pessoas são mercadoria usadas no tráfico de escravos, caso dos médicos cubanos aqui que após o trabalho são aquartelados.

  21. Na França,alguma condenação no âmbito jurídico contra Charlie Hebdo só ocorreria se envolvesse judeus. No mais pode retratar ministra de estado como macaca.

  22. Sr. Wilson Seberino,

    Sou Rudolpho; meu nome de batismo.
    Sou Wagner; meu nome de família.
    Na hora de minha morte, quando for separada de meu corpo minh’alma católica, com a graça de Deus, quero ser digno de ser chamado por Ele apenas CRISTÃO. Nada mais.

  23. Eu não sou Charlie. E concordo com Gercione, que história é essa de rezar por misericórida por quem faz desenhos blasfemos e ofensivos de Jesus e Nossa Senhora? Podemos (e devemos) rezar pela conversão dessa pessoa, mas depois da morte ficar com esse sentimentalismo de “coitadinhos” deles? Eu não. Eu não vou rezar pelos cartunistas. Como disseram acima: quem semeia ventos, colhe tempestades.

    • Desculpem-me a ignorância, mas é errado rezar por aqueles que morreram, ainda que ateus ou muçulmanos?

      Não podem ter se arrependido nos momentos finais e adentrado ao Purgatório?

      Muito obrigado pela resposta!

  24. Je ne suis pas charlie hebdo !
    Os pecados podem ser perdoados, exceto um: Contra o Espírito Santo.
    Eles o cometeram em dose dupla, contra a Santíssima Trindade e contra o
    Espírito Santo. O repulsivo desrespeito, no caso, foi fatal.
    Lembremo-nos que o Criador não viola Suas próprias leis.
    E os chargistas foram vitimados por uma lei natural, sempre existente, que
    o ser humano muito posteriormente nomeou como a 3ª lei de Newton.
    “A toda ação corresponde uma reação igual e contrária”.
    E os algozes, ninguém mais nem menos que os perseguidores dos fiéis do
    verdadeiro Deus.
    Observou-se então que, cumprindo a lei natural, satã entornasse em si mesmo
    o tacho fervente.

    Virgem Santíssima, protegei os vossos filhos.

  25. Por uma foto do jornalzinho de quinta deu pra perceber de onde o Porta dos Fundos copiou o vídeo do nascimento de Jesus satirizado.Esses pobres coitados nem imaginam que o que aconteceu é pouco perto do que vai ser quando cair nas mãos do Deus vivo por ter satirizado o divino.

  26. Gercione:
    Segundo a mídia, trava-se uma guerra entre o terrorismo e liberdade de expressão, como se se tratasse de ideologias opostas. É mais uma dentre tantas falácias. Nem um nem outra são ideologias, mas sim ações político-militares.
    A chamada “liberdade de expressão” na verdade insere-se na atividade muito mais ampla e insidiosa, de caráter estratégico, da desinformação, que busca, por meios menos cruentos, o mesmo objetivo do terrorismo: a anulação da vontade de resistência de uma população. Para tanto, serve-se dos meios de comunicação para minar a moral, favorecer a divisão interna e suprimir os valores que a unificam.
    Condição do sucesso de tais ações é a abolição da censura oficial, cuja simples menção é anátema, embora na prática jamais se tenha visto no ocidente censura oficiosa tão férrea como a que impede a divulgação de qualquer fato favorável ao cristianismo, justamente a matriz daqueles valores e daquela moral que se pretende abolir. A contrapartida é a permissividade absoluta quanto à divulgação de tudo quanto denigre, abala, humilha, calunia, ridiculariza e ataca sistematicamente a religião cristã. Daí a adoração da vaca sagrada do laicismo, a “liberdade de expressão”.
    O terrorismo, longe de ser uma exclusividade de grupos irregulares, é uma tática de combate amplamente utilizada por todos os exércitos, no passado e no presente, para quebrar a capacidade de resistência do inimigo e sua determinação de lutar. Alguns exemplos: o genocídio de Lídice pelos nazistas; o estupro sistemático das mulheres alemãs pelo Exército Vermelho; os bombardeios “em tapete” e nucleares das cidades alemãs e japonesas pelos anglo-americanos, em especial os de Dresden, Hiroshima e Nagasaki.
    Contudo, o terror é o instrumento privilegiado dos grupos irregulares, que não dispõem de poder de fogo para ações de grande envergadura. Mais uma vez, é interessante notar, o seu alvo preferencial são os cristãos, vitimados às centenas de milhares, sem que a nenhum chefe de estado ocorra promover marchas de solidariedade, nem à mídia desencadear campanhas “pela paz”.
    Ambos os meios são utilizados pelos grupos instrumentais – conscientes ou não – postos em ação pelos dirigentes do processo em marcha da instauração da nova ordem mundial.
    Às vezes ocorrem episódios de “fogo amigo”, e isso é tudo. Nada que comprometa o objetivo final.