“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou…”

A chamada Grande Revelação foi feita a Margarida Maria durante a oitava da festa do Corpus Domini de 1675. Mostrando o seu Coração divino, Jesus confiou à Santa:

Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. [1]

Depois da impiedosa comunhão no copo plástico distribuída na Jornada Mundial da Juventude de 2013, no Rio de Janeiro, mais uma vez uma Missa Pontifícia se tornou cenário de aberrante profanação do Santíssimo Sacramento. Desta vez, em Manila, Filipinas, no último final de semana.

Rezemos em profundo desagravo contra tão ultrajantes ofensas a Nosso Senhor.

[1] http://www.asc.org.br/site/devocao/promessas.htm

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21 Comentários to ““Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou…””

  1. Misericórdia! Que absurdo!!! Quanta profanação.

  2. Entendo o desejo das pessoas de comungar, mas nestas missas com grande concentração deveria ser restrita, melhor não receber do que profanar.

  3. Que caia fogo do Céu o quanto antes para renovar a face da Terra e, principalmente, a Santa Igreja. Permitam-me uma pergunta: a estrutura eclesiastica ainda pode ser chamada de catolica? Quem é catoiico dentro da Igreja Catolica?

  4. Sacrilégio. Nenhuma novidade, não é? Essa gente está mostrando a fé que tem e a que não tem. Acabei de ler a espúria entrevista de Francisco, no voo que o levava de volta a Roma: que pensar do seu linguajar botequinesco, do seu “un calcio dove non dà il sole” (o famoso pé-na-b.)? Que pensar da comparação que fez, ao dizer que os católicos não devem ser como coelhos, ridicularizando assim as famílias cristãs numerosas e todo o esforço que fazem para se manterem? Ele não tem tato algum pra nada, é o famoso rinoceronte na loja de cristais.

    E pensar que essa inacreditável desgraça nós a devemos à pusilanimidade de Bento XVI ! Onde está ele agora? Talvez lendo algum artigo de alta erudição enquanto a Igreja precisa mais do que nunca do beabá da fé, que lhe é negado. Onde estão os Bispos? Dormindo, esperando tranquilamente a hora do juízo particular, quando estarão diante de suas consciências, concluindo, talvez, quão bom teria sido NÃO terem aceito o episcopado e prometido guardar a Igreja.

  5. O que é isso? Parece mais pessoal pegando doce em dia de Cosme e Damião do que o Corpo de Cristo.

  6. Missa campal com 6 milhões de fiéis é complicado. Não justifica, mas é complicado.

  7. Nessas Missas grandes não era para haver comunhão entregue aos fiéis.

  8. “No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque fizeram penitência e se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas”. ( Mt 12-38-42)

  9. Concílio Vaticano II, missa nova. Simples assim.

  10. Mas gente, a solução, nesse caso, é negar o Corpo de Cristo ao povo? Nessas missas, somente os bispos é que deveriam ter acesso ao Alimento sagrado por estar o mesmo em recipientes adequados à tradição litúrgica? Existe alguma regulamentação que permite isso: viver a Santa Missa de maneira adequada e não poder comungar por excesso de fieis?

    • A regulamentação, nesses casos, é justamente se não houver como que não faça para evitar a profanação. Parou para pensar quantas partículas foram levadas ao vento? Quantas caíram no chão por simplesmente o desejo “não negar o alimento sagrado”? É mais justo e respeitoso não comungar do que fazer simplesmente por fazer.

    • Vejo que para você a Hóstia Consagrada não é Jesus. É simplesmente uma “bolachinha” que deve ser comida por todos. Da forma como foi entregue nessa missa, estão pisando em Jesus de novo, por isso que Ele sofreu tanto no Getsêmani, pois viu tudo aquilo que ainda iriam fazer com seu corpo e sangue!!! Não bastou tudo o que sofreu na Paixão… seria MUITO mais.

  11. É um verdadeiro absurdo! Eu nunca tinha visto uma coisa tão horrorosa! Pior que na JMJ com os copos de plástico descartáveis. Eita fim de mundo! Só mesmo na Igreja Conciliar Vaticanóide II do século XXI, onde cada dia mais perde-se o senso do sagrado. Qual a dificuldade que teria um perverso intruso, no meio dessa multidão, subtrair uma ou mais partículas e levá-las para fins sacrílegos? Que falta de amor, de zelo e de cuidado.

  12. Boa tarde Marilene. Não precisa arremessar pedra, pois sei que a Hóstia Consagrada não é nenhuma bolachinha. Também concordo com o Saulo que falta planejamento para uma celebração desse porte.
    Aliás, percebo que se dependesse da maioria dos leitores, nem existiria esse risco pois as missas só deveriam ser celebradas em Igrejas.

  13. MALDITOS!!! Vamos avisar ao Pap….ops, não avisem, receio ele aprovar esta prática!!
    Que seremos de nós?
    Vivemos diante da verdade, sofremos com a verdade e diante disto nada podemos fazer se não rezar pacientes…..tanto quanto Jó….!

  14. Estou chocado! Mais isso é prova de uma má catequese..da ignorância dos leigos e da má formação dos Ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. Rezemos.

  15. O grande Apóstolo dos gentios, São Paulo, embora não fosse do grupo dos 12, não tenha assistido a Instituição da Santíssima Eucaristia, da primeira Missa, da prmeira Comunhão; nos dá uma lição, ou melhor faz aquilo que Nosso Senhor manda a São Pedro fazer: ” Tu, uma vez confirmado, confirma seus irmãos; diz: Aquele que bebe indignamente o Sangue do Senhor; bebe a sua própria condenação.” Santo Agostinho, na belíssima liturgia de Corpus Christi, narra na sequência da Missa, que todos O recebem; bons e maus. Mas os efeitos são diferentes. Pois bem, ainda que muitas Missas, são missas secas, onde não há Consagração, pois falta uma 3 partes necessárias para que haja o Sacramento: Ministro com a intenção de que faz a Igreja, Matéria e Forma. Não podemos ignorar que muitos comem e bebem a sua condenação. Infelizemente a natureza humana se tornou tão “light”, tão superficial; que não distingui a vida espiritual da vida material, vida natural. O povo tem fome, tem sede, tem necessidade de Deus; o problema que dada as ultimas revoluções, mudanças, (não muito recentes) propagou-se uma tibieza espiritual pelos membros da própria Igreja. Embora se fale em Deus, procurem reavivar a Sagrada Liturgia, mas é algum tão superficial que aceita toda e qualquer heresia, todo e qualquer erro doutrinal, todo e qualquer pecado. Está parecendo as votações do legislativo, que se adaptam, na segunda votação às aspirações da sociedade. Embora isso no mundo secular seja aceitável, mas no mundo espiritual, isso não deveria ser aceitável. Em vez de procurarmos a Deus, para sermos perfeitos, como Ele é, procuramos a Deus e O fazemos “aceitar” as nossas mazelas. Por que Nosso Senhor foi perseguido, foi repudiado em troca de um homicida, foi condenado a morte? Porque não veio fazer a nossa vontade, mas dAquele que O enviou. Tanto é verdade, que na Oração do Getsemani, o Seu Divino Filho, sente sua natureza humana desconfortável com O que esperava, na sexta-feria seguinte. Mas, a Pessoa Divina, toma as rédeas e proclama; Não se cumpra a minha vontade, mas a Vossa. Muita da vezes nós nos sentimos fracos, queremos aquilo que é mais fácil, que é mais cômodo e acabamos dando às costas para a Vontade de Deus. Com maior peso, os que tem a “cura” das almas, caem muitas vezes numa condescendência de falsa misericordia, pois o que fazem colocam em risco a Salvação de muitas almas. Confiando na Verdadeira Misericordia, que é a Caridade de Deus, peçamos a Ele, pelos que não sabendo o que fazem, caem em si, e revejam o mal que fazem.

  16. A Comunhão Eucarística na Mão – D. Estevão Bettencourt, osb.

    http://sacramente.blogspot.com.br/

  17. Reparação já!

  18. Do Diário de Santa Faustina Kowalska:

    “Vi como Nosso Senhor ia a contragosto a algumas almas na Santa Comunhão. E disse-me estas palavras: Vou a alguns corações como se fosse a uma segunda Paixão”. (diário, 1598).

    “Hoje, um dos Padres Jesuítas nos trouxe a Santa Comunhão. Deu o Senhor a três irmãs, e depois a mim. Como pensou que eu era a ultima, deu-me duas Hóstias; uma das noviças estava numa outra cela, e faltou para ela. O sacerdote voltou novamente e trouxe o Senhor para ela. Então Jesus disse-me: – É com relutância que entro naquele coração. Recebeste essas duas Hóstias, porque não Me apresso em vir à alma que se opõe à Minha graça. Não Me agrada permanecer numa alma assim.” (diário, 1658).