Campanha da Fraternidade 2015 e Reforma Política.

Por Hermes Rodrigues Nery – Fratres in Unum.com: A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015 — com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45) –, confirma que é hoje extensão do Foro de São Paulo e, de modo especial, do PT, ao explicitar sua adesão e comprometimento com a revolução bolivariana em curso na América Latina e com uma reforma política plebiscitária que se volta contra a democracia representativa, propondo a sovietização no Brasil. A CF-2015 propõe a “radicalização da democracia”, corroendo-a em demagogia, pois a chamada “democracia direta”, como defende, é o instrumento anárquico para subverter a ordem jurídica e propiciar a implantação do socialismo em nosso País. O alinhamento ideológico da CNBB à esquerda e ao socialismo, como quer o Foro de São Paulo e o PT, é evidentíssimo e cada vez mais escancarado. O que antes se suspeitava, agora está mais do que comprovado. Os assessores da CNBB [intelectuais orgânicos, gramscianos], que tanto influem os bispos, sabem que paróquias e dioceses estão reféns desse “alinhamento” e de tais forças, e funcionam como tentáculos do grande polvo que se tornou a CNBB, a serviço dos interesses políticos do Foro de São Paulo e do PT.

cartaz_cf2015_45x63_altaresolucao_jpg_pkAos poucos, a sã doutrina moral e social da Igreja é esvaziada de seus conteúdos e substituída pela ideologia bolivariana, que quer implantar a “Pátria Grande” socialista, projeto este que vem sendo trabalhado há décadas e agora parece ter encontrado a conjuntura política favorável para isso, tendo em vista que bolivarianos transitam e dão as cartas com desenvoltura até mesmo no Vaticano. Aliás, o projeto da “Pátria Grande” já é mencionado no próprio Documento de Aparecida (2007), e com a reforma política bolivariana em curso hoje no Brasil (com a conivência, cumplicidade e apoio ostensivo da CNBB), prepara o País (na tática da rã cozida lentamente) a aceitar a revolução comunista travestida de democracia, com a retórica do apelo à “democracia direta”, para a subversão total da ordem jurídica e política, com a ideologização da fé em detrimento da doutrina religiosa. Com isso, os setores católicos à esquerda e muitos que desconhecem o que está acontecendo, manipulados pela CNBB, deixam-se usar para tais fins perversos, pois os assessores da conferência episcopal brasileira sabem da capilaridade da Igreja e pouco se importam com os efeitos dessa reengenharia social que ajudam a promover. São padres e bispos que querem o paraíso terrestre, aqui e agora, aceitam o populismo, o imanentismo e até o panteísmo, em se tratando de buscar manter seus confortos, nos postos em que estão, e, no campo das ideias, convergir cristianismo e comunismo, mesmo sabendo que o Magistério da Igreja é categórico em condenar o socialismo e o comunismo. Mas, para Frei Betto, por exemplo,”o cristianismo é essencialmente comunista”. E então, a teologia da libertação (mais viva hoje e com mais poder) chegou aonde não devia estar, e, no Vaticano, bispos e cardeais estão encantados com a nova utopia da “Pátria Grande” latino-americana. Tais prelados dão todo respaldo para reabilitar os “teólogos da libertação”, para conseguir a revolução tão desejada por muitos desde os anos do Vaticano II. Não é só a reforma política sovietizada que querem no Brasil, mas em toda a Igreja. E a revolução no continente latino-americano é hoje expressão da obsessão bolivariana, insuflada pela teologia da libertação, para alcançar os propósitos de poder acalentados a tanto tempo.

Afinal, desde 1985, com o primeiro encontro de Fidel Castro com os bispos cubanos (depois da revolução de 1959), que o projeto bolivariano começou a ser gestado concretamente para fazer da integração da América Latina o novo bloco regional socialista, sonhado tanto por Fidel Castro. Mas o próprio Fidel sabia que isso só seria possível instrumentalizando a Igreja, inoculando em seu seio, de modo sutil e sofisticado, a subversão da doutrina, com a ideologização da fé. Feito isso, usaria a estrutura física da instituição para dar suporte à nova utopia do bolivarianismo, sem que os católicos se dessem conta do processo, lento e gradual, de corrosão da sã doutrina pelos agentes da revolução, que conseguiram alcançar, com astúcia, os altos escalões eclesiásticos. Desde o início, o Brasil foi visto como a galinha dos ovos de ouro, pois é um país continental, cujos recursos em muito ajudariam não só Cuba, mas toda a “Pátria Grande” socialista. Mas para fazer a revolução por dentro seria preciso contar com a “teologia da libertação”. Mesmo barrada por Ratzinger (especialmente Boff, em 1984), Fidel não desistiu. Ele sabia que ela seria o “fermento na massa” da revolução dentro da Igreja. Já em 2005, tentaram um “plano ousado” de cardeais progressistas para eleger um papa latino-americano comprometido com o projeto da “Pátria Grande”, mas foi o próprio Ratzinger quem ganhou e, ao menos naquele momento, tentou por um dique à convulsão revolucionária. Mas o próprio Andreas Englisch conta, em seu livro sobre Bento XVI, que não havia chegado a hora da “grande revolução”. E o mesmo Englisch narra o quanto Ratzinger foi boicotado desde o início. Ele próprio reconheceu em seu livro: “Existe, definitivamente, um grupo anti-Ratzinger dentro do Vaticano”. O fato é que Ratzinger havia condenado a teologia da libertação, mas Fidel Castro, no ano seguinte à condenação de Boff, explicou pessoalmente a Pedro Casaldáliga: “A teologia da libertação é mais importante que o marxismo para a revolução latino-americana”.

“A democracia como método revolucionário”

Ao apoiar explicitamente a reforma política que favorerece o projeto totalitário do PT no Brasil, com a constituinte exclusiva, a CNBB endossa assim o afã da esquerda política pela “radicalização da democracia”, que Dilma Roussef  inclusive já quis impor com o Decreto 8243, rechaçado pela Câmara dos Deputados. Bolivarianismo este que significa a implantação do socialismo, a exemplo do que já aconteceu na Venezuela e na Bolívia, etc. No Brasil, as Campanhas da Fraternidade são parte desta estratégia de doutrinação ideológica marxista e revolucionária, que há anos vem instrumentalizando setores da Igreja (via CNBB, Pastoral da Juventude, e outras pastorais e movimentos), ampliando assim a infiltração esquerdista no seio da Igreja, cujas bandeiras ideológicas e políticas de premissas socialistas contradizem com a sã doutrina moral e social da Igreja. O caso da Venezuela foi bem explicado no programa Força, Foco e Fé, em que Carla Andrade explicou que Hugo Chavez utilizou-se dos mesmos argumentos que a CNBB defende na CF-2015, para “sequestrar os direitos civis e políticos dos venezuelanos, passando de uma democracia representativa para passar a um estado totalitário com a retórica da democracia participativa. Um golpe de estado sui generis, instalado com aparência jurídica”.

A democracia corrompida em demagogia é utilizada como “método revolucionário”, como afirmou Álvaro Garcia Linera, vice-presidente da Bolívia e intelectual marxista, na inauguração do XX encontro do Foro de São Paulo, realizado em La Paz, entre 25 a 27 de agosto de 2014. Nos 24 anos de existência do Foro de São Paulo, Linera conta que o sucesso para instalar governos progressistas e revolucionários na América Latina foi justamente aceitar a democracia como etapa prévia para um processo que desague na acalentada revolução socialista, cujos insurgentes latino-americanos, há décadas vem atuando de modo organizado e sistematicamente nesse sentido. Linera ressalta aos participantes do XX encontro do Foro de São Paulo que é preciso entender “a democracia como método revolucionário” e, para isso, é preciso “radicalizar a democracia” — é o que propõe a CNBB no Documento 91, de 2010, “Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática”, chegando à chamada “democracia direta e participativa”, pois só assim será possível o contexto anárquico favorável à revolução socialista, com o método indicado por Linera. Por isso, a reforma política no Brasil, apoiada na CF-2015, que querem tais grupos é a que Dilma Roussef acenou com o Decreto 8243/2014, com a chamada Política Nacional de Participação Social. Mas não foi possível viabilizar tal iniciativa nas instâncias decisórias do Legislativo brasileiro, daí que as OnGs, as entidades, os movimentos, as redes e os coletivos, junto com a CNBB, OAB e outros, defendem a reforma política bolivariana de modo plebiscitário, com constituinte exclusiva, para efetivar assim as condições políticas para a concretização da integração latino-americana, com Cuba comunista no comando da “Pátria Grande” socialista. E tudo isso com as bençãos da CNBB, do CELAM e até do Vaticano.

O fato é que a Igreja Católica está em perigo, e perigo muito grande, com inimigos tão ardilosos, agindo por dentro, e com tão grande poder. Urge que os católicos entendam essa situação e se mobilizem em defesa da sã doutrina moral e social da Igreja, não aceitando que a Esposa de Cristo seja refém de tais forças. No Brasil, o primeiro passo é exigir que a CNBB retire o apoio a esta equivocada reforma política bolivariana, como apresenta no texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015.

35 Comentários to “Campanha da Fraternidade 2015 e Reforma Política.”

  1. Texto quase perfeito. Para maior entendimento, leiam Olavo de Carvalho

  2. Quem não pertence à solução de um problema, precavenha-se, porque é parte dele. Dizer que a CNBB está alinhada aos comunistas/socialistas/petralhas é chover no molhado. Assim o é, faz muito tempo (quiçá desde a época em que se substituíram as obrigações quaresmais por uma Campanha da Fraternidade). A pergunta que deve ser proferida é: “O que se deve fazer para retornar à sanidade?”

  3. Se o prof. Nery me permite uma sugestão (com a licença do Ferretti) este grito de desespero dele (que também é meu e de quase todo mundo por aqui) somente será ouvido se nós católicos comprarmos um espaço nos grandes jornais e revistas brasileiros (Estadão, Folha, O Globo, Veja, Isto É, etc), publicando um resumo deste texto numa bela manhã de Domingo durante a quaresma.

    Aí, já não seria mais possível calarem-se as críticas. E o plano da CNBB do B ficaria exposto ao grande público. Sem isto, tudo o que o Prof. Nery disse ficará restrito aos círculos católicos que já sabem muito bem de toda a intenção revolucionária desta caterva.

    Se precisarem de doações para bancar isto, tenho certeza que não faltarão católicos de linha tradicional disposto a fazer este “gesto concreto”.

    Quanto a mim, é só passar o número da conta que minha colaboração seria imediatamente dada.

    Abs,

    Alexandre.

    • Sugiro que cada grupo distribua esse texto, principalmente nas paróquias e dioceses comandadas por progressistas.

    • Mas será que os jornais se abririam para isso?
      Não estou fazendo essa pergunta para que não se tente, mas tenho essa dúvida.

    • Tem meu apoio

    • É isso mesmo, Alexandre Semedo! Todos nós, tradicionalistas, com certeza, faríamos doações para tal fim (alerta em um jornal ou revista). A CNBB teria de amargar a nossa denúncia e, ao mesmo tempo, uma substancial parte dos católicos acordariam da letargia.

    • É isso mesmo, Alexandre Semedo! Todos nós, tradicionalistas, com certeza, faríamos doações para tal fim (alerta em um jornal ou revista). A CNBB teria de amargar a nossa denúncia e, ao mesmo tempo, uma substancial parte dos católicos acordaria da letargia.

    • Eu ajudo também!

  4. Acho que precisamos imprimir e distribuir em forma de panfleto a famosa citação do Cardeal Pie de Poitiers:

    _Meus irmãos, todos vós! Se estais condenados a ver o triunfo do mal, nunca o aplaudais; nunca digais do mal “isso é bom”; nunca digais da decadência “isso é progresso”; nunca digais da noite “isso é luz”; nunca digais da morte “isso é vida”. Santificai-vos nos tempos que vos foi reservado por Deus. Lamentai pelos males e desordens que por hora Deus ainda tolera; opondo-se a eles com a energia de vossas obras e de vossos esforços, levando uma vida incontaminada pelo erro, livres de vos deixar desviar. De tal modo que vivendo nesse mundo unidos ao Espírito do Senhor, possais todos ser admitidos a vos tornardes um só com Ele pra toda a eternidade. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.(1 Coríntios 6:17)
    Cardeal Pie de Poitiers

    Isso deveria ser distribuído em forma de “santinho” principalmente aos membros do clero, porque padre que tem vergonha na cara e ainda algum resquício da fé Católica Apostólica Romana, não participa dessa palhaçada chamada “Campanha da Fraternidade” e desaconselha ao rebanho que lhe foi confiado fazer o mesmo.
    Quanto aos leigos não adianta só dizer que carnaval é festa satânica. Falta catequização, falta conhecimento e acima de tudo faltam opções. Onde estão os retiros, as missões que eram pregadas nessa época do ano antecedendo à Quaresma? O povo se perde por falta de conhecimento!
    Pegue um “carnavalesco” doente que se “converteu” a alguma dessas seitas pentecostais e pergunte se ele sente falta de carnaval? Ele diz com todo orgulho que “depois que aceitou Jesus” nunca mais pôs os pés naquela “festa satânica”.
    A pregação antecede a conversão. Já na Igreja Conciliar tem até padre em escola de samba, babando cheio de lascívia pelas ovelhas que lhes foram confiadas.

    • É verdade, os pentecostais conseguem estabelecer nas mesmas atividades os círculos de convivência e pregação (com as deturpações que lhe são próprias, mas não vem ao caso). Daí seus seguidores não sentem falta nenhuma das festas que chamam de mundanas.
      Não estou justificando que católicos saiam em qualquer tipo de “festa” por falta de opção na Igreja, mas que seria bom que existissem mais opções católicas para aqueles que odeiam o Carnaval atual e que tudo que lhes resta é ficar em casa ou horas em trânsito tentando escapar da confusão, isso seria.

    • Pura, puríssima, nívea verdade.

    • Panfletagem parece o melhor mesmo: um texto simples contra a T.L., direto, com alguns dados estatísticos do passado e atuais (por exemplo, os cristãos mortos pelo Comunismo), a condenação dos Papas. A Semana Santa seria ótima ocasião. Poderia se recomendar a negação do dízimo por parte daqueles fieis que estivessem sob o jugo desses impostores da T.L.

  5. Sou novo na Igreja Católica e gostaria de entender algumas coisas: se vocês sabem que esse clero (da CNBB) não tem compromisso com a fé católica e está corrompido pelas ideologias esquerdistas, por que ainda estão ligados a ele? Por que não um cisma? Quero dizer, no caso de um cisma o lado fiel é que seria a Igreja Católica verdadeira, não?

    Desculpem-me, mas acho meio ridículo, até um pouco hipócrita, esse tipo de situação. A hierarquia da Igreja Católica (pelo menos no Brasil) é dominada por comunistas e nós não podemos fazer nada? Temos obrigatoriamente que ficar ligados aos Bispos manifestamente traidores? Lendo a história da Igreja, vemos que na época dos Padres os Bispos fiéis simplesmente rompiam a comunhão com os hereges.

    • J. Augusto, Salve Maria! Em poucas palavras, de uma explicação que o senhor encontrará em fartos textos: temos que ficar obrigatoriamente ligados, temos que respeitar e ser “obedientes”, pois só há uma Igreja, qualquer divisão vem do inimigo. Porém, isso não nos impede de refutar tais eventos catastróficos.
      Em tempo: “Boa sugestão do Alexandre.”(02)

    • J. Augusto, se você é “novo na Igreja”, gostaria apenas de lhe dizer algo, para tirar toda dúvida ou confusão de sua mente e coração: o Concílio Vaticano II não rompeu com a Tradição da Igreja, o Santo Padre Francisco não está negando nenhuma verdade de fé ou de moral e no Brasil temos, sim, bispos dignos, que verdadeiramente amam Jesus Cristo e a Santa Igreja. E o que é fundamental para nós católicos é a comunhão com nossos legítimos pastores, pois foi Jesus quem afirmou: “Quem vos recebe a mim recebe; e quem me recebe, acolhe também aquele que me enviou”. Conserva verdadeiramente a Tradição apenas aqueles que guardam a comunhão com o Papa e os bispos. Segundo Santo Irineu, um dos padres da Igreja, Tradição Apostólica e Sucessão Apostólica são duas realidades absolutamente indissociáveis na Igreja.

  6. Boa sugestão do Alexandre.

    Fiquem com Deus.

  7. Campanha da Mediocridade

  8. Agora o clero é muito pró-ativo e a exemplo do que aconteceu na Venezuela, quando os problemas do socialismo aparecem (falta de produtos de higiene, alimentos básicos, enfim a pobreza socialista), o clero desaparece. Cade o clero seja venezuelano seja brasileiro para denunciar a tal pobreza e proteger os pobres de que tanto falam?

  9. Caro André, a ideia seria a de comprar os espaços como se fosse um anúncio.

    Abs,

    Alexandre

    • Alexandre,
      Acho válida a tentativa e buscaria ajudar dentro de minhas possibilidades se uma campanha fosse iniciada.
      Fiz a pergunta porque testemunhei uma experiência no estado do RJ onde um grupo profissional buscou fazer o mesmo por causa de um conflito com a administração do governo estadual e não se conseguiu espaço nem comprando como anunciante.
      Abs,
      André

  10. Boa parte do clero não acredita mais no inferno. Se esses maus padres e bispos temessem, por um átimo que fosse, o inferno, eles não fariam a centésima parte do que fazem. Francisco pensa nas milhões de vítimas deixadas pelo Comunismo quando recebeu aquela quadrilha de vagabundos-agitadores em Roma? Francisco não sabe que eles trabalham dia e noite pela destruição de tudo que a Igreja ensinou? Pensa no número de sacerdotes e bispos, religiosas e religiosos, perseguidos e mortos por esse regime podre, falacioso e infernal? De que tipo de demência, de vertigem satânica esses clérigos filo-marxistas padecem? Brincam com fogo e com sangue, e neles hão de embeber suas mitras com o aplauso da multidão de néscios e entorpecidos que os seguem a apoiam.

  11. Não nos apavora que a própria entidade que espelha o socializado catolicismo ao público seja a própria CNBB, uma tremenda farsa, que se apresenta como sendo Igreja mas é a face dissimulada dos marxistas, atrela-se a suas ideologias, nunca os denuncia, sinal de conivência.
    A CNBB se apresenta junto aos católicos como entidade representativa episcopal, mas não é sequer uma entidade oficial da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica, no entanto, como que um local onde os bispos se reúnem para trocarerm ideias no múnus pastoral, mas o que se nota é que reuniões das sucursais dos marxistas evidenciam socialismos, salvas as poucas exceções de sempre que se opõem a eles, mesmo assim de forma não contundente, jamais à D Luiz Bergonzini que a desafiava ostensivamente.
    Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja, aCNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, destoa-se; é descredenciada para tal; aliás, que os católicos se conscientizem em dar relativo crédito á CNBB, menos ainda quando se sabe que está a serviço dos comunistas, ultimamente mais ainda assanhada graças aos diversos revolucionarios prelados infiltrados na Igreja atuantes dentro do Vaticano que a apoiam, e ao inverso.
    Lembra-se de a CNBB ter agido contra o arcebispo de Olinda, D José Sobrinho, que fez uma declaração relatando sobre a possível excomunhão dos médicos que participaram de um aborto de gêmeos, filhos de uma jovem que foi estuprada aos nove anos pelo padrasto e apesar de o Vaticano o ter apoiado, a CNBB o censurou, atendeu os clamores da mídia globalista anti Igreja e o deixou à mercê das feras; noutras ocasiões mostrou-se solidaria às ideologias, como apoio ao PT no PLC 003/2013, referente ao aborto e PLC 122/2013, da “homofobia”!
    CNBB=TL=PT e ideologias anexas!

  12. A reforma política, apoiada pela CNBB, vem sendo encabeçada pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte, Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães. Detalhe: Dom Mol é o atual reitor da PUC, em BH.
    As profecias atuais (ainda existem profetas enviados por Deus) dizem que existe no seio da Hierarquia Católica uma ala ligada à Maçonaria, trata-se da conhecida MAÇONARIA ECLESIÁSTICA. Essa entidade DIABÓLICA recebe ordens das casas maçônicas e seria responsável pela degradação moral existente na cúpula da Igreja.
    Penso que em breve (por volta do ano 2017) haverá um “Novo Rasgão na Túnica única de Branco”, isto é, um novo CISMA, que embora já esteja em andamento, será proclamado e divulgado até os confins do mundo.
    Quem viver, verá!

    Por fim, cumprimentamos o ilustre professor Hermes por mais essa grave denúncia. Ele é uma voz que clama no deserto! Um novo João Batista.

  13. Abro o “Estadão” pela manhã, e me deparo numa nota da pg. A20: “Ambiente pode virar superministério do papa”. O papa Francisco prometeu ontem aos cardeais do mundo inteiro “total transparencia” na reforma da Curia Romana, para a qual apresentou as primeiras propostas. Pelo menos 165 cardeias convocados pelo pontífice, reuniram-se na Sala do Sinodo para analisar as propostas da reforma elaboradas até agora. Um documento de síntese foi entregue aos purpurados. Entre as sugestões estão a criação de dois supermistérios no Vaticano, um deles dedicado a defesa do meio ambiente. Para onde caminhamos ?

  14. Parabéns Gercione, parabéns! Procure um padre para se confessar hoje e não se encontra. Nem passam nas paróquias. No mínimo, estão nas rodinhas da PUC ou gravando disco. Precisa ser muito otário para ainda procurá-los. Lembro-me que rodei uma cidade inteira e inúmeras paróquias e colégios antes católicos atrás de padre quando meus pais estavam morrendo. Depois de horas e horas encontrei apenas os mais sonsos que nem sabiam rezar. Nos rincões ainda vai. Eles nem sabem o que é CNBB, pode ser que ainda temam a Deus… Uma marca cruel da nova igreja é que ela não faz o mínimo esforço para convencer nenhuma alma a procurar a Fé e se salvar. Pergunto-me por que os que têm alguma sensatez entre o povo e os dizimistas não reagem? Cheguei a rezar um livreto destes dos “fraternos” e tive vergonha. Tive vergonha do padre para ele, porque ele não se tocava, apesar da perplexidade geral em coro. Creio que no antigo pré-primário a gente sabia melhor de Deus e de oração. Além de herege, é ridículo! Uma Semana Santa vazia e endurecida que nem considera o que o Senhor fez. Também pudera, deixam a reputado Sacrificado no Altar e vão se dar as pazes! Nem protestante nem muçulmano é tão insensato! Devemos ser piada pro mundo inteiro!

  15. Alguém pode me responder??? Não tem como boicotar essa campanha?? Nós temos que nos prestar a isso?

  16. Achei que estava perto dos tempos da 1ª fase do fim do mundo revelada por meio de Catarina Emmerich, mas vejo que ainda tem muita gente de bom senso e clérigos corajosos que, assim como eu, tiveram que ver desandar a Moral para perceberem o efeito deletério do enfraquecimento da Fé.

  17. A CNBB tem se comportado como uma organização comunista revolucionária em favor da implantação do regime comunista no Brasil, faltando-lhe pouco para poder ser considerada oficialmente mais uma sucursal do partido PT.
    A CNBB não tem nenhuma autoridade na hierarquia da Igreja Católica, sendo como que um “poder paralelo” formado por bispos comunistas sob as vistas grossas do Vaticano – menos ainda agora ela está deitando e rolando com apoios ostensivos vindo de lá!
    O MST, por ex., é apoiado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vinculado à Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.
    Até ao final da década de 40, predominava no ambiente religioso brasileiro o catolicismo conservador, e a ortodoxia doutrinária era uma característica inconfundível, compartilhada pelo clero e nas associações religiosas de leigos submetidos a esses que não ideologizavam a fé.
    A grande controvérsia que houve na Ação Católica em 1943 freiou o avanço do esquerdismo, mas em 1952 foi fundada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – tendo como 1º secretário-geral D Helder Câmara, morto em 1999 que era bispo auxiliar do Rio de Janeiro, mas esse prelado de antecededentes esquerdistas – seria agente da KGB infiltrado na Igreja – de fato, mereceu ser chamado de “Arcebispo Vermelho” e daí à frente com semelhantes sucessores, as facilitações para o esquerdismo se acentuou e chegou aos parâmetros atuais, mais no momento a CNBB se parecendo uma extensão do PT!

  18. A CNBB não é sequer uma entidade oficial da Igreja e não nos representa nem de longe. Mas infelizmente, atrelada a ignorância do povo e a má fé e ignorância dos Padres, no Brasil varonil, ela dá a impressão de falar pela Igreja.

    Tem que ser denunciada abertamente.

  19. A Campanha da Fraternidade é uma baboseira que se estende há décadas. Com ares de marketing é um case negativo nessa área. Os títulos são non-sense incapazes de impactar, do tipo “caminhar juntos”. Para que serve essa frase “eu vim para servir” a não ser para fazer propaganda de Francisco? Será que frases como essas tornarão as pessoas mais fraternas?

  20. É uma pena que não me dão atenção. No livro: “O Mistério da Impiedade e a demolição da Igreja” já esta demonstrado toda esta realidade em que se encontra a Igreja no Brasil, na America Latina e no mundo. Deixo um prefaciado, que esta contido neste livro, e que foi escrito em 1968 pelo ilustre professor Geraldo Dantas Barreto, justamente no momento histórico que eclodia nas mudanças estruturais da Igreja, cujas conseqüências estavam apenas começando naquela época. Veja-se:

    “A Igreja vive a sua maior crise de todos os séculos, e está sendo provocada, desta vez, pelos inimigos de dentro, isto é, por seus próprios filhos. Inspirados pelo Maligno, nestas últimas décadas, a Igreja vem sendo dessacralizada de todas as maneiras luciferianas inimagináveis, em toda sua dimensão eterna e divina a fim de reestruturá-la, segundo um projeto puramente secular, profano, temporal, humano, do qual se elimina a transcendência, a relação do homem a Deus.”
    Basta entrar em contato comigo pelo e-mail brazaertes@yahoo.com.br. Que lhes envio a preço de custo.

    Salve Jesus e Maria!

  21. Republicou isso em Juventude de Itaporanga.

  22. Não existe no catecismo uma proibição de descumprir a lei estatal quando esta não entrar em conflito com a lei de Deus? Ora, uma assembléia constituinte é por definição descumprimento da legislação vigente! Isso sem falar que a CNBB tem legítimas atribuições, que se atenha a elas.

  23. Um depoimento pessoal: fui seminarista durante 10 anos… nos 4 primeiros estive em um seminário, no interior paulista, dirigido por padres italianos conservadores e cientes de sua missão missionária. Em 1980, me transferi pra Arquidioceses de São Paulo, onde predominava a “Teologia da Libertação”. Jovem, imaturo ainda, aderi aos conselhos do meu bispo e do padre responsável pela minha formação e participei das famosas CEBs, nas quais eram plantadas as sementes marxistas, disfarçadas em mensagens evangélicas. Rezar o terço, usar o breviário, respeitar os dias de guarda, tudo isso era um disfarce para pregar a “revolução”, pois em comunidade, quem fazia isso, era gozado e alvo de chacotas… Resultado: depois de alguns anos abandonei a Igreja, vazio, sem rumo e, só não perdi a Fé, por causa do testemunho de irmãos evangélicos… Continuo, até hoje, com mais de 50 anos, afastado de qualquer prática religiosa e lamento que, as coisas continuem, ainda, iguais àquelas que me afastaram do convívio religioso.