Biografia de Plínio Corrêa de Oliveira continua repercutindo nas altas esferas eclesiásticas: desta vez, elogio é de Dom Athanasius Schneider.

Por Manoel Gonzaga Castro – Fratres in Unum.com: Depois do Cardeal Raymond Leo Burke, foi a vez de Dom Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, tecer um grande elogio ao pensador católico brasileiro Plínio Corrêa de Oliveira. A ocasião do elogio de Dom Schneider é a mesma que a de Dom Burke: o agradecimento, por carta, ao Sr. Mathias von Gersdorff, diretor da TFP da Alemanha, que presenteou os prelados com uma biografia recém escrita por ele a respeito do fundador da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição Família e Propriedade.

Dom Athanasius Schneider confere a ordenação sacerdotal aos jovens brasileiros Renato Coelho (esq.) e Luiz Fernando Pasquotto (dir.), do Instituto do Bom Pastor (Courtalain, dezembro de 2013).

Dom Athanasius Schneider confere a ordenação sacerdotal aos jovens brasileiros Renato Coelho (esq.) e Luiz Fernando Pasquotto (dir.), do Instituto do Bom Pastor (Courtalain, dezembro de 2013).

Segundo Dom Athanasius, amigo de longa da data dessa associação – a construção da belíssima catedral de Karaganda, obra de Dom Athanasius, contou com grande apoio dos membros da TFP de todo o mundo –, “a vida de Plinio Corrêa de Oliveira mostra que a Providência Divina jamais abandona a sua Igreja, suscitando também leigos que sabem interpretar os ‘sinais dos tempos’ e agir em consequência”.

A elogiosa carta de Dom Schneider foi publicada na íntegra pelo site do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira em 07 de março último:

Alegrei-me sobremaneira com a nova biografia em alemão de Plinio Corrêa de Oliveira. Ela resume de modo sucinto a vida do escritor e homem de ação brasileiro, sem deixar de abordar as etapas essenciais de sua vida e suas obras mais importantes.

Naturalmente me agradou de modo especial que o Autor tenha sublinhado o engajamento de Plinio Corrêa de Oliveira em prol dos católicos de além Cortina de Ferro. Numa época em que não poucos no Ocidente se conformaram com o fato de que uma importante parte da humanidade tenha sido obrigada a viver sob o jugo comunista, Corrêa de Oliveira lutou incansavelmente contra esta ‘vergonha do século XX’, como a denominou o Cardeal Joseph Ratzinger.

A vida de Plinio Corrêa de Oliveira mostra que a Providência Divina jamais abandona a sua Igreja, suscitando também leigos que sabem interpretar os ‘sinais dos tempos’ e agir em consequência.”

Dom Athanasius Schneider, Bispo-auxiliar de Astana (Cazaquistão)

Dom Athanasius, em visita, celebra a Santa Missa no Colégio São Mauro, auxiliado pelos seminaristas do IBP e ex-alunos do colégio, José Luiz Zucchi (de pé à esq.) e Tomás Parra (de pé à dir.), filhos do presidente e da vice-presidente da Associação Cultural Montfort, Alberto Zucchi e Duclerc Parra.

Dom Athanasius, em visita ao Brasil, celebra a Santa Missa no Colégio São Mauro, em São Paulo, auxiliado pelos seminaristas do IBP e ex-alunos do colégio, José Luiz Zucchi (de pé à esq.) e Tomás Parra (de pé à dir.), filhos do presidente e da vice-presidente da Associação Cultural Montfort, Alberto Zucchi e Duclerc Parra.

Dom Athanasius tem se destacado por sua luta contra os abusos litúrgicos, especialmente a comunhão na mão, e tem sido tema de várias postagens recentes aqui no Fratres in Unum, entre elas:

  1. Fratres in Unum entrevista Dom Athanasius Schneider;
  2. Dia histórico para a Missa Tradicional em São Paulo: pontifical e crisma por Dom Athanasius Schneider;
  3. Dom Athanasius Schneider em São Paulo: lançamento do livro “A Sagrada Comunhão e a Renovação da Igreja”;
  4. Dom Athanasius Schneider: “estamos na quarta grande crise da Igreja”;
  5. Dom Schneider pede ao Papa um novo Syllabus;

Em sua recente viagem ao Brasil, Dom Athanasius pediu aos grupos católicos, em particular os de São Paulo, que não desenvolvam uma disputa fratricida, baixando as armas e deixando para trás feridas do passado.

Fratres in Unum tem acompanhado atentamente esse processo de paz promovido pelo prelado e aguarda qual será a tomada de posição das lideranças leigas admoestadas por Dom Athanasius. Que elas possam debater e sanar suas divergências com caridade e sem sectarismos, acolhendo dócil e filialmente os conselhos de um bispo fiel à Santa Igreja, confiantes em sua graça de estado.

78 Comentários to “Biografia de Plínio Corrêa de Oliveira continua repercutindo nas altas esferas eclesiásticas: desta vez, elogio é de Dom Athanasius Schneider.”

  1. Zucchi está pagando caro por seu sectarismo. Vamos ver como ele vai agir com Dom Schneider. Meu palpite é o de que vai politicar cinicamente…

    • Estou me recordando agora de algumas entrevistas que o De Mattei concedeu aqui no Fratres, quando lançou seu livro sobre o Vaticano II.

      Em uma delas ele comentou os elogios que recebeu de Dom Schneider e do Cardeal Burke a seu livro, que foi tão estupida e superficialmente criticado pelo Alberto Zucchi no artigo em que ele chamou os tfpistas de zumbis.

      Esse Zucchi aí é muito sem noção, para dizer o mínimo. Ele se deixou cegar pelo sectarismo, atacando irracionalmente aqueles de quem não gosta ou que não lhe interessam.

      Eis o trecho da entrevista:

      Fratres: Como o senhor avalia a recepção do livro por parte dos clérigos, em especial dos bispos? Alguma apreciação do Papa ou de seus colaboradores mais próximos? É possível entrever alguma abertura das autoridades eclesiásticas a uma discussão sobre esse tema, até hoje considerado tabu?

      De Mattei: Tenho recebido expressões de aprovação e elogios por parte de bispos e cardeais, não só italianos. Entre estes, o Cardeal Raymond Leo Burke e Dom Athanasius Schneider. Na Itália, o meu livro foi apresentado com sucesso em muitas dioceses e, em alguns casos, os apresentadores foram os próprios bispos, como Dom Luigi Negri, bispo de Montefeltro-San Marino, e Dom Simone Giusti, bispo de Livorno. Ademais, é de conhecimento que o Cardeal Brandmüller organizou, em 2012, uma série de debates “a portas fechadas” sobre o Concílio Vaticano II com estudiosos de diferentes tendências. Fui convidado para estas discussões, tendo a oportunidade de apresentar a minha tese e de criticar as de outros estudiosos presentes. Tudo se desenvolveu sempre em um clima de sereno e profícuo aprofundamento cultural.

      https://fratresinunum.com/2012/10/26/fratres-in-unum-entrevista-o-professor-roberto-de-mattei/

      Para completar, há fotos do Cardeal Burke em marchas pro-vida junto ao De Mattei em Roma.

      O Zucchi está em uma sinuca de bico com seu sectarismo.

    • Complementando ao José Roberto sobre o artigo dos zumbis, pode ser muita coincidência, mas a Montfort e a Montfort-Zucchi até então nunca haviam atacado o De Mattei até o Chenta resolver ir sua palestra. Na minha opinião o artigo faz parte de uma obsessão do sr. Zucchi contra o Chenta.

    • E não podemos nos esquecer, José Roberto, que o De Mattei foi convidado pelo IBP para dar palestra no IBP justamente sobre o Vaticano II!

      E o Zucchi?

      Nada…

  2. #ChoraZucchi

  3. Volta à baila a figura do Professor Plínio Correa de Oliveira e as controvérsias que suscita. Mas eu me pergunto: a fecundidade espiritual desse homem não se perpetua nos grupos que tiveram origem (direta ou indireta) em seu apostolado? Seria ele um homem qualquer? Encontrou-se em sua obra alguma doutrina errada? Foi condenado por alguma legítima autoridade eclesiástica? Exagerou ou errou em que? Qual teria sido afinal o seu erro? Por que tanta disputa e vozes dissonantes?

    • Leitura recomendada: No País das Maravilhas – A Gnose Burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho.

      Livro esse conhecido dos editores deste e de outros blogs, que apesar disso fingem não saber de nada e se alegram com elogios a Plínio Correa de Oliveira, o falecido profeta imortal.

    • Prezado Diogo,

      Fiquei sabendo que você é um dos novos sequazes do Zucchi. Pelo que pude perceber, você está repetindo as opiniões superficiais dele, que nem uma discussão séria sobre a TFP é capaz de fazer.

      Como todo respeito, digo pra você: não seja tolo e pense o que esse elogio de Dom Schneider deveria significar para o “valente” Zucchi. Schneider deveria estar em pecado mortal também, um pecado bem mais profundo que o do Guilherme Chenta, que é um crítico público de Plínio Corrêa de Oliveira.

      Pense e observe a coerência de seu “guru”, principalmente você que hoje pauta sua vida com base nas opiniões dele.

      Que Nossa Senhora o ilumine e o ajude a enxergar.

      Além disso, se você está sugerindo algo sobre o Chenta em seu comentário, eu lhe garanto que ele é sem dúvida muito mais capaz que a Montfort-Zucchi para discutir com a TFP. Eu vi pelos textos e argumentações dele na discussão com o Alberto sobre o IBP. Ele é um rapaz inteligente e por isso não age como um sectário. É isso inclusive que faz dele alguém eficaz em suas discussões.

      Fique com Deus. Seja fiel ao terço que Nossa Senhora o ajudará.

    • Diogo, como já observado pelo JB acima, vc obviamente faz parte do secto Zucchi.

      Engraçada a atitude da Montfort! Em vez se criticar Dom Ahtanasius ou Dom Burke, critica o Fratres, mero transmissor da notícia!

      Isso demonstra claramente uma das muitas táticas manipuladoras da Montfort: não enfrentar o problema; basta coloca-lo para debaixo do tapete.

      Segundo o seu raciocínio, o problema não é o elogio em si ao IPCO mas a divulgação do elogio pelo Fratres e outros blogs…

    • Se o Diogo Schmitt é da Montfort-Zucchi, é quase certo que não leu o livro que indica. Esse povo aí não estuda nada e sai falando sobre tudo e principalmente sobre todos. Conheci bem essas jóias raras, quando tentei me aproximar do grupo.

    • JB,

      Ficou sabendo por quem? De quem? Percebeu que eu estou repetindo opiniões com base em que? Acredito que você não me conhece… Eu certamente não conheço nenhum “JB”, então só posso crer que você tirou todo esse conhecimento de posts, comentários e “opiniões superficiais” de blogs.

      Você tira conclusões sobre mim, sobre a minha relação com o prof. Alberto Zucchi, chama a Montfort de “Montfort-Zucchi” repetindo os choramingos do Guilherme Chenta, a quem você julga muito capaz, mas “com todo respeito” você não sabe do que está falando.

      Agora, me tire aqui uma dúvida, por favor: você afirma que o Guilherme é “eficaz em suas discussões”, mas em que se vê essa eficácia?

      Quantos padres conheceram a missa tradicional pelo apostolado dele? Quantas das missas celebradas em São Paulo se pode atribuir ao trabalho do Guilherme?

      Qual foi o efeito prático de suas polêmicas? Digo, para os católicos em geral, e não apenas para o seu próprio umbigo… Você mesmo, por exemplo, o que aprendeu com ele?

      A quantas famílias ele ensinou que se deve rejeitar o controle de natalidade e que o objetivo primeiro do casamento é dar almas para Deus?

      Aliás, o mesmo se perguntaria da TFP…

    • Diogo, não é nem necessário te conhecer (como eu de fato não te conheço) para saber de sua relação com a Montfort. Os métodos da seita estão claros em sua colcoação: o problema é divulgar a notícia, e não a notícia em si! (Afinal, como poderia a Montfort acusar D. Athanasius de pecado mais grave do que ir a um cinema pornô depois organizar sua vinda a São Paulo?!).

      Agora quanto ao Guilherme, também não me contenho em comentar. Eu li todo o debate sobre o IBP e, para mim e tantos outros que comentam aqui, ficou bem eficientemente demonstrado o sectarismo (tradirromantismo, como ele apelidou) da Montfort. A Montfort, por outro lado, não trouxe NENHUM argumento de resposta a ele. Fez acusações pessoais e saiu pela tangente, como vc fez agora, dizendo que ele não produz frutos! Isso, caro Diogo, não foi o ponto do debate. Foi só um subterfúgio que a Montfort (e vc) usaram para esconder a falta de argumentos.

      Alias, por falar em falta de argumentos, a Montfort anda beeeem calada! Não falaram NADA sobre as recentes canonizações, não falam NADA sobre o papa; só escondem informações de seus leitores (que estão abandonando o site, já que não há mais debates e novidades da antigamente tão combativa Montfort)…

      Voltemos então ao ponto: a Montfort vai ou não vai argumentar contra D. Athanasius e D. Burke sobre os males do IPCO?! Ou o problema mesmo é só a divulgação? (Talvez seja por isso que a Montfort anda tão calada… É só não divulgar que o problema some!).

      Em outro post aqui no Fratres vc já veio dizer, mentirosamente, que a Montfort não tinha nada a ver com a vinda de D. Athanasius. Cuidado com essas noinformações falsas, vc já está desmoralizado por aqui…

      E abra os olhos para o sectarismo!

    • Engraçado que por um tempo a Montfort, que tantas missas gerou em SP, ficou sem missa! E sem padre! E sem assistencia espiritual devido ao seu anticlericalismo visceral. Tantas missas gerou e sem missa ficou! Ate que não formasse padres de suas fileiras…e por politicagem pois o IBP se tornou inimigo, padre Laguerie atacou a MOntfort diretamente, e a MOntfort, por muito menos, ja teria lançado 20 textos de contra-ataque…mas calou-se…assim como Dom Schneider deixou de ter problemas depois que viria a SP e apoiou a Tradição, assim como De MAtei deixara de ter problemas e algum “arrependimento e pedido de desculpas cinematografico” sera inventado para justificar a reaproximação da Montfort com De Matei, aguardem proximas cenas…..e a Montfort como precisava de padres a partir de suas fileiras, o que fez no problema q teve com o IBP? Deu uma de caozinho faminto, gatinho com olhar carinhoso, e foi até a França “resolver os problemas” com padre Laguerie e tudo ficou bem. Só não vê e não lembra quem não quer. Tomara que estes padres do IBP que sairam da Montfort, tenham virado padres para a Igreja e nao para a Montfort.

      Se tem alguem que foi responsável pela divulgação da Tradição, com certeza não é o Zucchi e sim o prof Fedeli. E depois de sua morte ainda, a Montfort tem menos acessos que o blog “amigos da modestia”. A missa do mosteiro não tem a Montfort como responsável, tanto que o padres de campos assumiram a Missa por um bom tempo.
      A Missa da Snata Luzia, a qual foi frequentada por anos pelo pessoal da Montfort, tem os padres de CAmpos por tras. A missa da Sao Felipe Neri também…os padres de lá, Paulo e Fabiano Micali tiveram sua influência no mosteiro de Dom Tomas e na capela em Rudge Ramos atendida pelos padres de campos. A Fraternidade desde 2004 nao preciso dizer. Então dizer que a Montfort é responsável por estas missas, é uma piada…pior piada é dizer que seria o Zucchi, pois se alguem naquela associação tinha meritos, era o prof Fedeli, apesar de todos seus erros.

    • Laura Almeida,

      Você tem razão em dizer que o Guilherme não produz frutos. É afinal “pelos frutos se conhece a árvore”.
      A vaidade e ausência de propósito não podem mesmo produzir fruto.

      E já que entramos no assunto, a Montfort não trouxe nenhum argumento contra o Guilherme, porque simplesmente nunca respondeu ao showzinho que ele encenou no que ele chamou de seu “picadeiro na internet”, onde fazia seu papel de palhaço, forçando um debate que não existiu, chegando ao ridículo de publicar e-mails privados, não endereçados a ele, e atribuir às respostas dadas pelo sr. Eder Silva ao prof. Alberto Zucchi. O que demonstra que ele está pouco preocupado com a acusação de “tradirromantismos”, heresias, sectarismo e sabe-se lá mais o que (a cada texto, a Montfort ganhava uma acusação adicional, pois quem conta um conto aumenta um ponto, não é?), mas estava preocupado sim em chorar as injustiças do “tirano” “caluniador” contra ele, pobrezinho.

      Agora, você quer que a Montfort acuse Dom Athanasius de pecado? Por quê?

      O elogio do bispo ao IPCO é sim lamentável, mas não se sabe o seu grau de conhecimento sobre os problemas desse instituto. E ainda que se soubesse, é temerário acusar alguém de pecado, ainda mais publicamente. A Montfort nunca fez isso, nem mesmo com o Guilherme, apesar de ele reivindicar histericamente essa acusação. Você pode procurar à exaustão, mas não vai achar uma única linha publicada pela Montfort onde se leia que Guilherme está em pecado ou que seja herege. Já o Guilherme não pode dizer o mesmo sobre seus textos em relação ao prof. Alberto Zucchi.

      O que se pode dizer e eu já disse em outra resposta aqui mesmo nesse post é que, “se alguém tem pleno conhecimento da seita herética da TFP e mesmo assim se aproxima desse grupo, materialmente está praticando um ato pecaminoso, embora não se possa julgar que esteja pecando, visto que só Deus conhece as consciências e as intenções. E se é que realmente peca, o pecado de heresia é um pecado contra a fé, o qual é um pecado mortal e inclusive mais grave do que o pecado contra a castidade”, ou seja, mais grave do que ir a um cinema pornô.

      E por isso mesmo a divulgação de notícias, dependendo da forma como é feita, é sim um problema, se quem divulga tem conhecimento dos problemas da TFP e não faz nenhuma ressalva quanto a isso, levando os menos informados ao erro.

      Quanto à Montfort andar “calada”, bem… De fato ninguém esperaria igualar o brilho do apostolado do prof. Orlando Fedeli. Mas a Montfort anda bem ocupada, graças a Deus. Ocupada com o cuidado de famílias numerosas, com a formação de jovens vocacionados, a divulgação da missa, a promoção de palestras, congressos e vídeo-aulas, para ensinar a doutrina da Igreja, entre outras atividades.

      De passagem, apenas gostaria de deixar claro que eu nunca disse que a Montfort “não tinha nada a ver com a vinda de Dom Athanasius”. Leia novamente meu comentário naquele post: “Nem a Associação Montfort, nem o Prof. Alberto Zucchi são promotores do evento, ou ‘estão pagando a vinda de Don Schneider’ (…) Associação Montfort está apenas contribuindo com a divulgação”. Admito que a informação tenha sido imprecisa, pois a Montfort contribuiu também com a organização do evento, mas eu não menti. E isso foi uma resposta a um comentário canalha que dava a entender que o bispo é um interesseiro.

      De qualquer forma, não me abala estar desmoralizado por aqui. Que importância teria isso? Aliás, se realmente estou, não há motivo para dar atenção aos meus comentários.

    • Diogo, em primeiro lugar, em momento algum eu afirmei que o Guilherme não produzia frutos. Eu APENAS disse que essa não era a questão central do debate!

      Em segundo lugar, fica difícil discutir com alguém que mente publicamente sem pejo. Diogo, o Alberto acusou SIM o Guilherme de pecado, publicamente, no Jantar de Natal da Montfort, em 2013, perante todos os que lá estavam presentes. Não faltam testemunhas que atestem isso! Não minta tão descaradamente; já está mal para você.

      Também, não faz sentido você dizer que as colocações do Guilherme não tinham importância nenhuma e por isso não foram refutadas (aliás, você acaba de admitir que a Montfort realmente não refutou os argumentos do Guilherme)! Se não tinham importância, se não havia um debate, porque o Éder se deu ao trabalho de responder longamente às cartas? E se ia responder tão longamente, porque não apresentou argumentos em lugar de acusações pessoais?

      Voltando ao tema, não pedi que a Montfort acusasse D. Athanasius de pecado, até porque eu mesma não acho que ele tenha cometido pecado algum. Estou demonstrando apenas a politicagem tradirromântica da Montfort: quando é do interesse próprio, se calam, manipulando as informações como bem entendem.

      Enfim, mais uma vez, cuidado com o sectarismo. Ele cega, ele mata.

    • Laura Almeida,

      Quem são essas abundantes testemunhas que afirmam que o prof. Alberto acusou o Guilherme de pecado? Comecemos dando nome aos bois, afinal eu mesmo, Diogo Schmitt, estava presente no jantar, ouvi o discurso e sou testemunha do contrário.

      Essa conversa já perdeu o propósito. Você nem me conhece, mas repete insistentemente que sou mentiroso (e agora descarado). Da mesma forma, você não estava no jantar da Montfort, mas não se acanha de difamar alguém afirmando algo de que não sabe, mas apenas ouviu dizer.

      E ainda me recomenda cuidado… Tome você cuidado, com a própria língua! Pois, do tamanho que está, não deve caber dentro da boca e você pode acabar mordendo.

    • Ah sim, se vc não ouviu, não aconteceu… Devemos todos acreditar que é tudo fruto da mente mirabolante do Guilherme?…

      Enfim, de fato essa conversa já perdeu o propósito.

  4. Ixiiiii, outro Prelado no inferno (risos)

  5. Importante e lógico ,pois Plínio foi um grande combatente do comunismo. Agora muito mais que ele foi Dom Antônio de Castro Mayer. O problema da TFP é querer fazer de Plínio um santo. Dom Antônio já alertava sobre os problemas graves da TFP ,inclusive fazendo ladainhas para dona Lucília ,e atos de idolatria a Plínio . É visível o anti clericalismo que a TFP colocava em prática ,fazendo de vários sacerdotes como meros administradores de sacramentos .

    • Ás pessoas que criticam Dr. Plinio eu pondero: conversaram com ele alguma vez? Estiveram algum dia em uma Sede da TFP? Conviveram com eles? Quantas das inumeras publicações da TFP tiveram oportunidade de ler? Eu estive 51 anos na TFP, conversei com Dr. Plinio em privado e em publico; morei e vivi com eles este tempo todo; li tudo que eles escreveram e não vi nada de contrario a Doutrina Catolica.
      Noto que a maioria dos criticos o faz por “on dit” (dizem) mas não tem experiencia propria. Noto membros da Montfort atacarem a TFP mas não vejo esta ultima fazer o mesmo contra eles. Li programas de Congressos da Montfort com duas reuniões dedicadas a atacar a TFP. Nunca vi a TFP fazer isso em relação a eles.Verifico que há muita inveja, egoismo, excitação e pouca vontade de conhecer a verdade dos fatos e, então, fazer uma analise. Convivi com o Prof. Fedeli uns 30 anos e certa vez lhe lembrei um fato ocorrido em uma reunião na Sede da TFP em S. Bernardo, SP: ele fazia a reunião tendo sobre a mesa uma foto do Dr. Plinio. Começou a se emocionar e agarrando a foto de Dr. Plinio começou a beijar e disse: “se eu, um dia, me afastar, do Doutor, voces não devem me seguir”.
      Eu segui o conselho dele.

  6. Diogo Scmitt: Não é mais lógico pensar que o fratres está seguindo o conselho dado por Dom Athanasius?

    • Concordo com o Valter.

      Aliás reforço o que eu sempre digo: é preciso paz! Chega de brigas infrutíferas e de divisão. A Montfort deveria parar de querer dividir a tradição em seu favor. Somos muito maiores do que isso.

    • Valter de Oliveira,

      Dom Athanasius não deu nenhum conselho em relação à TFP, e mesmo que o tivesse feito, o que é lógico é que não devemos aceitar o erro.

      “Ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.”

      Vera Gomes,

      “A paz é a tranquilidade da ordem”. Portanto, se não houver ordem, não pode haver paz.

      O que é preciso é que os católicos conheçam a doutrina da Igreja de forma íntegra, livre de heresias, para que salvem a sua alma. Essa é a motivação do apostolado da Montfort, e não o favor próprio.

      “Não vim trazer a paz, mas a espada”

    • É, Diogo, quero ver é a espada da Montfort-Zucchi brandir contra Dom Guido Pozzo que foi ao IBP dizer que eles têm de defender o Vaticano II como ortodoxo!

      Cadê a espada da Montfort-Zucchi? Ela não tem mais espada, ela não dá mais golpe, ela não argumenta mais, ela apenas emite escarros sectários, aplaudidos por uma claque como você.

      A Montfort-Zucchi é só contradição.

  7. Guilherme Chenta assistiu sem preconceitos a palestra de De Mattei. Agora falta o Zucchi aceitar os apelos de Dom Schneider, e se reconciliar com o desafeto IPCO.

  8. Caro sr Diogo. Você já esteve aqui pra vez e se estrepou. Agora volta… quero lhe fazer as seguintes perguntas:

    Dom Burke e Athanasius estão também fazendo propaganda da tfp e assim traindo a Igreja?

    Eles nunca receberam um exemplar do livro que você citou? Se receberam, ignoraram as críticas ou simplesmente não o leram?

    Você dirá que eles estão sendo enganados e outros não. Mas… qual é o critério que permite julgar uns e outros? O juízo seu e do lider de seu grupo?

    Ora, QUEM SÃO VOCÊS PARA JULGAR?

    A orientação que vigora no seu grupo hoje é de que não pode haver qualquer aproximação com os que “traem a Igreja”. Seu grupelho vão romper publicamente com Schneider e Burke, ou isso só vale para a ralé?

    • @ Diogo Schimitt,

      Virou paçoca de novo, hein amigo? kkkkk!!

    • Fábio,

      Me estrepei? Por ter sido insultado por comentaristas curtidos? Não, Fábio, fique tranquilo, eu passo bem.

      Respondendo às suas perguntas:

      Não sei qual é o conhecimento que Dom Athanasius e Dom Burke têm da doutrina herética, de adoração a Plínio Correa de Oliveira, ensinada na TFP.

      O tal juízo, que você atribui a mim e ao “líder do meu grupo”, é uma simples constatação feita com base no catecismo:

      Se alguém tem pleno conhecimento da seita herética da TFP e mesmo assim se aproxima desse grupo, materialmente está praticando um ato pecaminoso, embora não se possa julgar que esteja pecando, visto que só Deus conhece as consciências e as intenções.

      Se é que realmente peca, o pecado de heresia é um pecado contra a fé, o qual é um pecado mortal e inclusive mais grave do que o pecado contra a castidade.

      Isso é o que ensina a doutrina católica e isso foi o que repetiu o prof. Alberto Zucchi. Não fique dando crédito a choramingos de “tiranizados”.

  9. “Mestre, vimos a TFP lutando em favor da vida,
    em marchas contra o aborto, e defendendo a família contra
    a perversão sexual. Ela também costuma combater
    erros do Modernismo.

    Mas nós os proibimos,
    porque não são dos nossos..”
    —————————————–

    “Mas Jesus disse [a João]: Não lho proibais; porque,
    o que não é contra vós, é a vosso favor”. (São Lucas 9, 50).

    • Duarte, pela hora que escrevo, ficou meio sem sentido o post anterior. A pergunta que faço no post é sobre o pessoal da Montfort que vive de críticas a TFP e não apresentam serviço.
      Então ler assim: “A propósito, o que o pessoal da Montfort publicaram sobre a ideia projeto deles? E que livros…..etc”
      Fica essa minha retificação do post anterior

  10. Será que Athanasius Schneider entrou na Sempre viva e tomou o nome de Plínio-Qualquer-Coisa????

    • Christian, basta Dom Athanasius pisar no calo do Alberto Zucchi, como o Chenta pisou, ao denunciar o tradi-romantismo, que o Zucchi coloca Dom Athanasius na Sempre Viva rapidinho.

      Por enquanto, como demonstram as fotos do post, ele precisa de Dom Schneider para ordenar seu séquito clerical, especialmente seu filhinho no IBP.

  11. Um assunto desta magnitude discutido a partir de um ponto de vista ridículo, como de torcedores de times rivais. Independente de a Montfort ter perdido qualidade após o falecimento do professor Orlando, de o Zucchi ser tacanho em muitos aspectos (como fica plausível pelas intervenções dele em video-aulas ou em alguns artigos), a essência da crítica feita pelo professor Orlando, mais as críticas feitas por Dom Mayer, leva a questão para um nível muito superior a este Chenta-Zucchi insuportável, afetado, desagradável. Será que não somos capazes de pensar a partir do âmbito espiritual, que desvios deste nível (como os citados por Dom Mayer) podem PERDER almas? Sectarismo demais, inclusive em quem o condena.

  12. Eu penso que esses assuntos acerca das controvérsias de Plínio Correia de Oliveira e seus ex-alunos já foram motivos de muitas injúrias, mentiras, partidarismos inúteis, inimizades, mágoas, fofocas, detrações e calúnias. Os principais protagonistas destes assuntos já estão mortos e enterrados, e por muito que tenham feito de bom e/ou de ruim, penso que cada um deveria cuidar da própria alma ao invés destes eternos mexericos e intrigas que de nada aproveitam, especialmente nestes tempos de Quaresma. Estamos diante da mais dramática crise de Fé de toda a História da Igreja, uma apostasia sem precedentes, uma extinção quase completa da Fé Cristã em todo o mundo. Falar de Monttfort, TFP e Arautos, um fenômeno principalmente brasileiro e restrito a uma pequena parcela de fiéis – uma gota no oceano, se compararmos a totalidade dos batizados, e mesmo uma minoria diante dos conservadores e tradicionalistas, chega a ser risível que um assunto desses renda tanto…

  13. Devo entender pelas fotos que Dom Athanasius constatou que quem formou esses jovens recém ordenados e seminaristas foi o Sr. Dr. Plínio?

  14. “Em sua recente viagem ao Brasil, Dom Athanasius pediu aos grupos católicos, em particular os de São Paulo, que não desenvolvam uma disputa fratricida, baixando as armas e deixando para trás feridas do passado.”

    É meu caro Bispo, parece que a ferida está se abrindo novamente, e justamente no cotovelo. A Santa Igreja na situação em que está e esse povo continua se digladiando.

    Miserere nóbis Domine!

  15. Prezados, Salve Maria!
    Para a TFP e para o Prof Plinio Correa de Oliveira a controvérsia se encerrou em 28 de agosto de 1984, com o artigo na “Folha de SP” intitulado ” Voltando as costas a uma controvérsia-realejo”.

    Depois de um serie de calunias e detrações de que a TFP e Dr Plinio foram alvo, o debate se encerrou unilateralmente, e os da TFP não mais aceitaram polêmicas com os seguidores do Sr O. Fedeli. Segue o final do citado artigo.

    “Ora, segundo toda evidência, em uma controvérsia, a manutenção de posições não se faz por uma mera repetição do enunciado da tese controvertida. O realejo não substitui a lógica. É preciso opor argumento a argumento e, conforme o caso, citação a citação. Foi precisamente do que o sr. Orlando Fedeli se esquivou.

    A essa altura dos fatos, a controvérsia fica carecendo notoriamente das condições de seriedade, profundidade e dignidade que estou no direito de exigir. Dela a TFP e eu nos desinteressamos.

    Poderá o sr. Orlando Fedeli continuar a tocar seu realejo durante todo o tempo em que a bonomia da “Folha” consinta em lhe servir de caixa de ressonância. De minha parte, volto as costas à controvérsia, pois tenho mais o que fazer, neste momento crucial em que a convulsão agrária vai agitando o País e o sangue dos brasileiros já começou a correr.

    E só consentirei em voltar ao assunto no dia em que tenha diante dos olhos uma refutação argumentada com seriedade e riqueza de substância proporcionadas com a altura dos teólogos, moralistas e canonistas célebres em que o livro da TFP se baseia.

    Meu zelo, minha pena e minha palavra estão solicitadas por temas bem outros. Entre os homens de Fé – falo de verdadeira Fé – não haverá quem não o compreenda.”

    PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA

    Presidente do Conselho Nacional

  16. Em post anterior fui irônico, porque dessa vez, pela primeira vez, compreendo o Zucchi. Existe um ditado judeu que diz que se deve refazer o vaso quebrado colando as partes. Mas no meu ponto de vista esse vaso com motivos plinianos e fedelianos é irrecuperável, porque cacos desapareceram. Não foi a Montfort-Zucchi que espatifou o vaso. Foi a Montfort-Fedeli. As acusações daquele professor foram virulentas, raramente encontráveis no mundo moderno nos meios católicos, com as famosas acusações de heresias, cultos ao fundador da TFP e da sua mãe, gnose, profetismo, omissão no ataque da missa moderna devido a um acordo com modernistas, politicagem e enriquecimento. Cá entre nós, não dá agora para o Zucchi desmentir tudo e unir forças com os legatários de PCO. Neste caso Dom Schneider está equivocado. A luta não pode estar acima da lisura doutrinária. Digo isto não para concordar com os ataques da Montfort, mas para compreendê-los. De outra feita, se a polêmica estendeu-se a ponto de alguns considerá-la como realejo a culpa foi de Orlando Fedeli (e não do Zucchi). Com efeito, percebo que as acusações com o passar do tempo foram se transformando como que em tiros no limbo. Os supostos envolvidos não questionaram as versões de Fedeli, mas apenas refutaram que as denúncias deste eram desconhecidas do Doutor Plínio, que as diabruras advieram da insanidade de João Clá. Restou, e cumpre ainda à Montfort, comprovar que o Doutor Plínio sabia das acusações e as ratificou. Aguardamos a comprovação sob o estridente som do realejo, agora mais desafinado pela falta do autêntico manejador.

    • As refutações ao Prof. Fedeli foram feitas, seriamente, em livros e artigos na “Folha de SP” até 1984. Tenho notado que, infelizmente, a Montfort utiliza o seguinte esquema: cita um fato verdadeiro; extrapola do contexto e deturpa não contando o fato por inteiro. Dou um exemplo de algo citado aqui: Ladainha a Da. Lucilia. Ela foi feita por um adepto do João Clá, este conseguiu autorização de um salesiano canonista no Vaticano para utilizá-la. Quando Dr. Plinio soube a proibiu imediatamente mesmo depois do JC argumentar com a aprovação do canonista. Pois bem, eu sou testemunha desta proibição pois recebi um “aperto” publico de Dr. Plinio por rezá-la. No entanto ninguem conta o fato inteiramente nem qual era a posição de Dr. Plinio. Se as pessoas quisessem resolver as duvidas com caridade, veriam a verdade com facilidade. Nos links abaixo encontrarão as refutações às acusações do Prof. Fedeli. Narrei acima o caso de S. Bernardo, agora vejam mais esta: voces sabiam que o Prof. Fedeli mandou fazer uma imagem de Dr. Plinio em Pau Brasil? Aliás muito bem feita.

      – Refutação de uma investida frustra – Volume 1: 3 cartas – Atila S. Guimarães
      Volume 2 – Antonio Borelli/ Gustavo Solimeo
      – Servituto ex- Caritate – Atila S. Guimarães

      Se não conseguirem os livros, o dowload pode ser feito no blog “O Principe dos Cruzados”

  17. Salve Maria! – Cumprimentos especiais ao Sr. Luis Orlando

    • Sr. Luís Orlando,
      Não pretendo ressuscitar as polêmicas entre o Prof. Orlando e a TFP. Acho que havia muito mais de paixão do que de lógica nesses debates. A Ladainha de D. Lucília foi feita por ex-amigos meus que nunca pediram autorização a canonista algum. Era de uso corrente nos círculos jovens da TFP. Por outro lado, não há prova que Dr. Plínio a tenha aprovado e creio que ele mereça o benefício da dúvida.
      Todavia, o Sr. conhece o provérbio: “não basta à mulher de César ser honesta”. Se Dr. Plínio fazia da vida de D. Lucília um tema muito frequente de reuniões intituladas “O Santo do Dia” não é de espantar que alguns mais afoitos venham a trata-la como santa.
      Sua narrativa da “imagem de Dr. Plínio” não é exata. O Prof. Fedeli era escultor. Em certa altura da vida ele decidiu fazer – e não mandar fazer – um busto do Dr. Plínio. Era um busto em homenagem a Dr. Plínio e não uma “imagem”. Ele nunca rezou voltado para este busto nem o adornou com flores. Depois de romper com Dr. Plínio ele queimou a estátua.
      A qual, a propósito, era feita em cedro e não em Pau-Brasil.
      Parece-me que ainda há muita paixão nesses debates. Não tenho nenhum interesse especial em defender o Prof. Fedeli – com o qual rompi em 2002 – mas argumentos do tipo: “nós fizemos, mas ele também fez” deviam ser deixados para a sofística de nossa atual presidente.
      Wagner Zucchi

  18. IMPRESSIONANTE DISCURSO DE ORLANDO FEDELI, conforme site citado pelo Sr. Luis Salino:

    30.05.1973 – Quarta-feira – Jubileu Episcopal de Dom Mayer – Transcrito. O áudio completo deve estar em posse de vários membros pelo mundo.

    -O Primeiro discurso é o de Orlando Fedeli

    Professor Fedeli: Excia. Revma. Dom Antônio de Castro Mayer, digníssimo Bispo de Campos; Alteza Imperial e Real, Dom Luís de Orleans e Bragança; Alteza Imperial e Real, Dom Bertrand de Orleans e Bragança; Exmo. Senhor Doutor Plínio Corrêa de Oliveira, DD. Presidente do Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade; Exmos. Senhores Diretores dessa mesma Sociedade; Revmos. Sacerdotes, Reverendas Irmãs, minhas senhoras, meus senhores, prezados militantes da gloriosa TFP. (…)

    Nós saudamos em vós o brilhante co-autor, com o Dr. Plínio Corrêa de Oliveira, do livro “Reforma Agrária – Questão de Consciência“, muralha contra o comunismo, muralha contra a invasão agro-reformista e socialista aqui no Brasil. Nós vos saudamos e vos agradecemos hoje aquilo que vós fizestes com Dr. Plínio na defesa da cristandade aqui no Brasil. Se nós somos livres, se nós temos propriedade, se os mandamentos de Deus são ainda obedecidos nesse ponto nesta terra, isso se deve em grande parte ao trabalho de V. Excia. e ao Dr. Plínio.

    V. Excia. permitirá a um discípulo do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira e admirador vosso, V. Excia. permitirá a esses moços que estão aqui, que unam também, num parênteses, uma homenagem ao Dr. Plínio. V. Excia e ele, tão unidos, unidos e inseparáveis como tantos outros grandes heróis da Igreja no passado, tão unidos que é impossível separar V. Excia. dele, nesse momento eu quero dizer também uma curta palavra a ele, apenas uma coisa. Ao Dr. Plínio nós homenageamos também como a V. Excia., Dr. Plínio, terror da revolução, amor e glória dos filhos de Nossa Senhora. (…)

    http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2014/07/orlando-fedeli-dr-plinio-terror-da.html

  19. Eu acho perfeitamente normal que os Salesianos tivessem admiração e até vissem santidade no seu fundador D. Bosco e em sua mãe Mamma Margarita. O mesmo digo de Santo Inacio a quem S. Francisco Xavier escrevia de joelhos e via nele Deus num homem. Repare que eles estavam ainda vivos. No entanto é uma extrapolação dizer que havia um culto pelo fundador e sua mãe. Havia uma opinião particular que ninguem era obrigado a aceitar.
    No meu texto não disse usar o sistema “nós fizemos mas eles tambem fazem”. Tambem não disse que o Prof. Fedeli colocava flores ou rezava para o busto. Não falei que havia um culto nisso. Lamento ter usado a palavra errada: imagem. Tambem não disse que os que fizeram a Ladainha pediram autorização para usá-la. Afirmei que o João Clá pediu tal autorização a um canonista no Vaticano. Lamento discordar que Dr. Plinio fazia “tema frequente nas reuniões” falar de sua mãe. Geralmente respondia perguntas feitas e era muito cuidadoso ao respondê-las a fim de evitar estes mal entendidos.
    Eu não tenho nenhuma vontade de polemizar, apenas tentei esclarecer algo nesta enxurrada de calunias e ofensas feita a Dr. Plinio, pois 51 anos de convivencia servem de um bom testemunho.
    Concordo que há muita paixão neste assunto o que torna muitas opiniões meras calunias.
    Certa vez me mostraram uma Ladainha ao Prof. Fedeli. Nunca falei disto em publico, simplesmente desprezei e não fiz extrapolações. É preciso muito cuidado com essas coisas pois é facil sair da verdade e partir para a calunia e, aí, é necessario restituir a honra alheia para ser perdoado.

  20. PARA DIOGO SCHMITT:

    Prezado Diego,

    Que Nossa Senhora o abençoe e o traga para a luz.

    VOCÊ ME ESCREVEU O SEGUINTE:

    1. Agora, me tire aqui uma dúvida, por favor: você afirma que o Guilherme é “eficaz em suas discussões”, mas em que se vê essa eficácia?

    2. Quantos padres conheceram a missa tradicional pelo apostolado dele? Quantas das missas celebradas em São Paulo se pode atribuir ao trabalho do Guilherme?

    3. Qual foi o efeito prático de suas polêmicas? Digo, para os católicos em geral, e não apenas para o seu próprio umbigo… Você mesmo, por exemplo, o que aprendeu com ele?

    4. A quantas famílias ele ensinou que se deve rejeitar o controle de natalidade e que o objetivo primeiro do casamento é dar almas para Deus?

    RESPONDO O SEGUINTE:

    O Guilherme, que é sim muito inteligente e estudioso – negar isso é um flagrante orgulho de sua parte -,foi muito eficaz em me explicar o que ele se propos a explicar, isto é, o que é o tradirromantismo e que a Montfort-Zucchi é um movimento tradirromantico.

    Qualquer coisa que passar disso é fugir do ponto da discussão com ele. Então o que fica é que ele me explicou direitinho que vocês estão delirando, quando acham que Bento XVI concedeu ao IBP o direito de dizer que o Vaticano II está em ruptura com tradição. E que repetir isso é uma mentira.

    Foi esse o grande bem que ele fez. Ele esclareceu a pessoas como eu que a Montfort-Zucchi apresenta uma realidade da Igreja que não existe. Ele foi um excelente professor, nesse sentido, e tirou muita gente da ilusão.

    E ele não debateu pelo umbigo dele, como fica claríssimo pelos textos que ele escreveu. Ele debateu pelo bem da verdade e contra o sectarismo da Montfort-Zucchi. Ele foi muito valente e tem meu respeito. O que ele fez foi coisa de cabra macho.

    E fico com ele quando ele diz que já perdoou o Alberto e a pessoas como você Diogo. Vocês estão perdoados, não queremos brigar com vocês. Se querem ser tradirromanticos, que sejam! Apenas respeitem que não quer embarcar nessa bobagem com vocês.

    Como eu lhe disse, seja fiel ao terço, que Nossa Senhora lhe mostrará o caminho de saída.

    Os textos do Guilherme são um bom instrumento para sua jornada, por mais que você não consiga enxergar isso em seu atual estado emocional.

    Salve Maria,

    JB

    • Exatamente JB. O Guilherme explicou que a Montfort-Zucchi está errada em seu tradiromantismo. Essa foi a contribuição dele agora. Muito grande já foi a dele no projeto Legado que infelizmente não foi continuado pelo Alberto depois que ele o expulsou e ainda pode ser grande a contribuição dele no futuro. Capacidade,ele tem. Sem dúvidas. Espero que ele não caia no mesmo erro do Alberto e procure ser um promotor da paz também. CHEGA DE SECTARISMO!!

    • JB

      Eu não disse que o Guilherme não é inteligente (engraçado como gostam de colocar palavras na minha boca por aqui… para depois ainda me chamarem de mentiroso). Aliás, afirmo o contrário: acho que o Guilherme é inteligente sim, inclusive mais do que eu. O problema é não usar, ou usar mal a inteligência que tem.

      Assim também o demônio é muito mais inteligente e capaz até do que o Guilherme, mas se revoltou contra Deus. O demônio, usando as escrituras e distorcendo seu sentido, quis tentar ao próprio Cristo. Portanto veja que ter inteligência, conhecimento de documentos, discursos de padres e estatutos de institutos, escrever textos longos (longuíssimos) com palavras rebuscadas, entre outras coisas, nada disso é sinal de bom caráter nem necessariamente expressão da verdade.

      O sr. Eder Silva, em sua resposta ao Guilherme, demonstrou que a posição da Montfort hoje, em relação ao IBP e a Bento XVI, não difere em nada do que era a posição do falecido prof. Orlando Fedeli, no tempo em que o inteligentíssimo Guilherme era um de seus mais entusiasmados alunos. Porém o evidente “tradirromantismo” do prof. Orlando não transtornava a astúcia do Guilherme nesse tempo.

      Você acha que o IBP não tem direito de dizer que o Vaticano II está em ruptura com a tradição… Bem, compareça aos congressos da Montfort, nos quais normalmente temos palestras dos padres do IBP, escute o que eles têm a dizer sobre o assunto e tire suas conclusões.

      Mas que fique bem claro que eu não estou dizendo que você deva frequentar a Montfort. Não… Deixe-nos cuidar de nossas “bobagens” e cuide você das suas, porque o mais importante não é ser da Montfort, mas ser católico.

      Só não esqueça que para sua “jornada” de católico é preciso mais do que ser inimigo da Montfort, que como você deu a entender, foi só o que aprendeu com o frutífero trabalho do Guilherme.

    • Prezado Diogo!

      Que Nossa Senhora o abençoe e lhe permita enxergar.

      Esta é a última vez que vou responder suas mensagens confusas, contraditórias e cheias de ódio contra o Guilherme Chenta.

      1. O fruto da discussão do Guilherme com a Montfort-Zucchi foi o de denunciar a existência do tradirromantismo e o de explicar sua falsidade. Esse é um fruto excelente. Foi isso que ele se propôs e foi isso que ele realizou com maestria.

      2. Suas mensagens me confirmaram a denúncia dele e me permitiram ver ainda mais claramente o quanto a Montfort-Zucchi está fanatizada no tradirromantismo. A DISSONANCIA COGNITIVA de vocês está altíssima. Você me fala que os padres do IBP sentam o relho no Vaticano II nos Congressos Montfort e acham que isso é alguma prova contra o que o Chenta argumentou, mas isso não é! Mons. Pozzo já deixou claro nas palestras que a Montfort-Zucchi escondeu do público que o IBP deve defender a continuidade do concílio. Apesar dessa evidência, vocês continuam falando essas mentiras.

      – O Chenta tratou justamente desse falso argumento de vocês em uma de suas respostas:

      (O estudo dessa conferência DE MONS. POZZO é, aliás, uma das “lições de casa” que Mons. Pozzo deixou para um dos filhos do Alberto, o José Zucchi, seminarista do IBP, o qual, como futuro sacerdote do Bom Pastor, não poderá sair por aí sustentando oficialmente que a “liberdade religiosa” defendida pela Dignitatis Humanae está em ruptura com o Magistério precedente sobre esse mesmo assunto. Prestem atenção, caros leitores, que eu disse oficialmente. Em aulas na sede da “Montfort-Zucchi”, ele poderá falar isso à vontade e fazer os ingênuos acreditarem que o IBP tem mesmo a missão estatutária de corrigir os erros do Vaticano II).

      http://guilhermechenta.com/2014/12/09/a-fuga-de-alberto-zucchi-no-debate-sobre-a-relacao-oficial-do-ibp-com-o-concilio-vaticano-ii/

      3. Você é muito imprudente de falar que os padres do IBP sentam o relho no Vaticano II nos Congressos das Montfort. DEIXE DOM ODILO SABER DISSO, PARA VOCÊ VER O QUE ACONTECE COM O IBP! Já houve a expulsão de Belo Horizonte…

      4. Concordo com seu último ponto: não é preciso ser da Montfort para ser católico. Então, deixe o Chenta em paz! Você precisa ser coerente com essa fala. Você age como um sectário e em contradição com essa sua fala ao se esforçar tanto por condenar e caluniar alguém que JÁ foi expulso do grupo de vocês por meio de um discurso calunioso proferido pelo Alberto Zucchi.

      Repito o que já lhe disse: seja fiel ao terço que Nossa Senhora o trará para a luz, mostrando-lhe os erros do sectarismo e do tradirromantismo.

      Adeus Diogo e fique com as palavras do Chenta, cheias de resignação e caridade:

      Por fim, a todos os leitores desta polêmica, declaro que, não sem bastante esforço, fiz minha parte: denunciei o delírio tradirromântico como delírio e o sectarismo da Montfort-Zucchi como sectarismo.

      Evitei a “queima de arquivo”, para contribuir com a elaboração de vacinas contra esses dois vírus.
      Essas vacinas agora estão aí para quem quiser tomá-las por meio de uma análise isenta e objetiva dos argumentos que foram apresentados. Inclusive por uma questão de tempo, não posso fazer muito mais do que isso, para ajudar as atuais e as futuras vítimas do tradirromantismo sectário da Montfort-Zucchi.

      Àqueles que, em vez de ESTUDAR o debate, preferem julgar minha consciência e me acusar gratuitamente de que debati por vaidade, etc., etc. e etc., cabe-me apenas deixar, desde já, o meu perdão e manifestar que sempre estarei disponível, para conversar de forma racional e civilizada, sem sectarismo.

      http://guilhermechenta.com/2014/12/23/montfort-zucchi-tradirromantismo-sectarismo-e-ambiguidade/

      JB

  21. O curioso é que, embora ninguém comprove, ou admita, que tenha havido culto ao dr. Plínio ou à mãe dele, os simples fatos de um fazer reunião com foto dele e beijá-la e dizer que não devia ser ouvido se deixasse de segui-lo, outros comporem litanias, com ou sem autorização canônica, ou este discurso citado pelo sr. Lauro Viana, comprovam que não era um ambiente muito saudável, espiritualmente falando. Uma coisa é reconhecer a atuação histórica da TFP, outra bem diferente é fechar os olhos para estes fatos, corriqueiros, que dizem muito. Dom Mayer, já citado aqui como Leão de Campos, que muitos desejam ver canonizado, proclamado doutor da Igreja, tamanha é sua autoridade e grandeza, não é muito levado a sério no debate quando diz:

    “Existe um visceral anti-clericalismo na TFP: tudo que vem do clero é preconceituosamente recebido. Basicamente, mantém-se que todos os padres são ignorantes, poucos zelosos ou interessados e tais outras qualidades. Bem, então, tendo em mente a constituição divina da Igreja que foi instituída por Jesus Cristo, o anti-clericalismo habitual da TFP, latente, faz dela uma seita herética, e, portanto, como disse, animada por um princípio contrário ao dogma estabelecido por Jesus Cristo na constituição de Sua Igreja.”

    “Como um movimento sério e bem intencionado, procurava reforçar a formação intelectual e religiosa dos membros da Congregação e, consequentemente, dos leitores quinzenais. Era influente por todo o Brasil. Essa foi a era de [sua] obediência aos Monsenhores Duarte e Leme. Eu acompanhei e aprovei seu apostolado, também quando começou a perder-se no espírito anti-clerical, que iniciou por consolidar suas posições e então revertê-las, colocando o clero em reboque atrás de um leigo carismático com o monopólio da ortodoxia. Talvez eu dei-lhes apoio além de um ponto lícito. Eu o retirei apenas quando se tornou claro que minhas advertências não estavam sendo levadas em consideração. Elas se tornaram inúteis.”

    https://fratresinunum.com/2008/10/13/carta-de-dom-antonio-de-castro-mayer-sobre-a-tfp/

    Mais do que sectarismo, parece que há muito ressentimento por trás de tudo. Estamos divididos para a derrota, infelizmente.

    • Não consigo entender como Dom Mayer acusava a TFP de seita heretica e não pediu nenhuma condenação canonica, ao Vaticano, para os seus membros. Não consigo entender como Dom Mayer, grande Teologo, muito inteligente e esperto, só conseguiu ver erros na TFP após um convivio de mais de 50 anos. Alguem pode explicar?
      Como devemos, ao criticar alguem, dar direito ao contraditorio, ao direito à defesa, coloco o link abaixo: trecho da conferencia do Dr. Plinio para 1500 simpatizantes.
      http://www.youtube.com/watch?v=v-g-ZVBVBP0

  22. Olá, Diogo Schmitt,

    É uma lástima que você e muitas outras pessoas não vejam o esclarecimento de questões tão caras como frutos. Ignora, então, o fruto intelectual? Que obtuso… Sim, Chenta produziu muitos frutos, e isso é evidente pela repercussão de seus textos, pelo interesse que gera em uma série de conhecidos e desconhecidos, interessados na doutrina e em auxílio argumentativo, veja bem, ARGUMENTATIVO.

    Ou estamos falando aqui em frutos materias?! Frutos políticos? Em quantidade?! Quantas igrejas? Quantas missas?! Talvez até quanto dinheiro, por que não, não é, Diogo?! O sr. Chenta nos deu qualidade: de discussão, de informação e de argumento. E por isso, eu e muitos mais somos gratos.

    Mas, se quer números, vamos lá: obrigada, Chenta, pelas muitas horas que deve ter dedicado na elaboração do material.

  23. Parece, que muitos dos comentários acima publicados. Estão todos sedimentados nas “briguinhas” entre Montfort, Arautos, T.F.P. Os autores estão esquecendo que o principal, de tudo isto é a Glória de Deus; e a defesa da Tradição da Igreja. Os esquerdistas, modernistas, progressistas… Estão jubilando com esta “briga”. A grande verdade, é a seguinte: As acusações de Fedeli; são verdadeira ou falsa? Se são falsas, cabe a T.F.P. refuta-las com argumentos sólidos. Ou procurar corrigir; os erros. Todos líderes de opinião, gostam de serem bajulados. Pensam no seu amor próprio, que só eles são o dono da verdade. Todos nós somos, seres humanos. Cometemos muitos erros na vida. tropeçamos constantemente. Este negócio, de disputa, quem fez mais, quem teve maior repercussão, nas publicações etc. etc. Isto não é católico. Nós não sabemos se somos dignos de ser contados entre os filhos de Deus. Vejamos o que disse Nossa Senhora, quando visitou Santa Isabel. Porque Deus, fez em mim… Vamos defender a Santa Igreja, vamos aperfeiçoar cada dia mais na nossa vida espiritual. Vamos corrigir os nossos defeitos. Para que sejamos santos.
    Joelson Ribeiro Ramos.

  24. Existe uma história que o rompimento de Fedeli em relação à TFP não lhe fez muito bem. Já foi dito por Luis Orlando que Fedeli chorou ao elogiar o Doutor Plínio em plena aula em um colégio de São Bernardo. O site Príncipe dos Cruzados nos dá pistas de como Fedeli admirava Plínio. Mas conta-se que tão logo Fedeli tenha rompido com a TFP ele surtou. Teve por volta de um ano crises constantes de choros compulsivos. Várias pessoas presenciaram ele interromper uma reunião porque não conseguia conter o choro. Aulas ficavam inacabadas. Nas crises lamentava a sua má sorte. Também nas crises costumava largar seus alunos e fugir pelas ruas chorando e falando sozinho até de madrugada. Alguns alunos acreditavam que ele estava ficando louco. Lamentável. Tenho para mim que ele entrou em profunda crise espiritual porque o Doutor Plínio e a TFP faziam parte da sua vida. A crise somente foi superada em virtude da ajuda de Dom Mayer.

  25. “Os esquerdistas, modernistas, progressistas… Estão jubilando com esta “briga”.”

    Assino embaixo.

  26. Gostaria que me tirasse uma dúvida? Faço a pergunta ao Sr. G. Ferrarini e o próprio Fratres In Unum que publicou a seguinte matéria:
    https://fratresinunum.com/2008/10/13/carta-de-dom-antonio-de-castro-mayer-sobre-a-tfp/
    Ao tomar conhecimento desta matéria aludida pelo Ferrarini, deparei sobre várias citação de fonte, enunciado na matéria: “Publicada no jornal campista Folha de Manhã em 1991, sendo o texto original datado de 1984. O que publicamos é uma tradução nossa da versão de Le Sel de la Terre, nº 28, de 1999.”
    Diante de apaixonados comentários, procurei averiguar a veracidade das fontes. Toda via, não conseguir encontra-la pelo mecanismo de busca, como Google, o texto original, seja ele o artigo na Folha de Manhã em 1991(Pressuponho que Dom Mayer ainda esteja vivo, já que foi o autor) ou melhor ainda a foto da Carta de 1984. Ao Fratres me estranhou não constar um link para a matéria fonte, tão presente nos seus posts. Um parêntese, gostaria congratula-los pelo belo trabalho que estão fazendo, um jornalismo sério onde nos traz matérias que não circula no meios de comunicação convencionais, principalmente no que tange a Santa Madre Igreja. Meus parabéns!
    Continuo, confesso que não conseguir encontrar a fonte, admito que não sou muito especialista nesta busca. Encontrei apenas republicações deste texto, tendo apenas o título diferente. Foi divulgado por sites e blogs ligado a FSSPX, a Montfort e muito outras grupos, contudo, com o mesmo texto, aludindo a fonte citada no início do post. Uma verdadeira corrente de notícia. Tinha até em polonês… Em todo caso, não encontrei o artigo do jornal e nem uma foto desta carta assinada por Dom Antônio de Castro Mayer, assim aludida.
    Se os que dirijo a pergunta ou alguém tive esta fonte seria muito grato. Porque gostaria de fazer alguns comentário a propósito do texto, porém sem uma fonte real, não tomarei o luxo de comentar. Por razões óbvias. Ao Perigo que esta carta que faz acusações a TFP e Dr. Plinio passe a ser como a Teoria de Darwin. Todo mundo conhece, divulga, até defende, mas ninguém mostra onde está o ELO perdido…
    Imaginamos que por exemplo, estas cartas de elogio a pessoal de Plinio Corrêa de Oliveira feita por renomadas pessoas como Cardeal Burke, Dom Athanasius Schneider e outros. Já não tivesse entre nós, tivesse todos eles falecidos e só depois os membros da TFP publicasse as cartas de elogios, quanto alarido seria feito por seus não admiradores, e com razão?… Estando em vida perderia a oportunidade de sua publicação!
    Acho que não será difícil termos a fotocopia da carta, para podermos fazer um debate sério diante de provas existenciais.

  27. “O Sal da Terra”, dos dominicanos de Avrillé, nº 28 (1999):
    http://www.seldelaterre.fr/A-132209-n-28-printemps-1999.aspx

    Donde, provavelmente, segundo Sumário:
    Lectures
    Documents :
    […]
    – Documents sur la T.F.P”

    • Caro Carlos, também encontrei este site, mas apareceu que são simpatizantes da FSSPX, esta, por vez também tem seus atritos com a TFP. E está em francês, contudo, apenas faz uma citação; “documento sobre a TFP”. Basta comprar… Bonito. A maré não está para peixe…

      Toda via, se o documento não for um fac-simile da carta original datado de 1984, voltamos à estaca zero. Cadê o Elo Perdido, não achado!

      É impressionante que vários sites e blogs não se perguntaram do original da carta e mais ainda não averiguaram se é mesmo de Dom Antônio Castro Mayer! Só porque está na boca do povo passa a ser verdade, que dizer nos inúmeros sites e blogs (não achava que era tantos na busca), onde se induz: “vox populi, vox Dei”. Parece que se tornou um espiral, tipo uma fotossíntese, porém todos são origem e fim ao mesmo tempo…

      Isto me faz lembrar, se me permite, de um fato que ocorreu, acho que foi em São Paulo. Uma escola para criancinha, jardim infância, era cuidada por todo uma família. Um certo dia, fizeram uma denúncia anônima, alegando que na escola as crianças eram abusadas pelo donos, autoridade competente foi acionada, junto apareceu televisão que ficou dias reproduzindo a matéria. A população, – era de se esperar – ficou revoltada, ao ponto de quererem linchá-los na presença da polícia. A família, donos da escola tiveram suas vidas transformadas em um inferno. Foram jugados depois de anos afio, se chegou ao veredicto que não eram culpados… Nem órgão do governo, nem mídia, nem moradores vieram ampará-los. É o poder da detração.

      Senhor Carlos Ribeiro, obrigado pela indicação, apenas quero montar as peças no tabuleiro de xadrez. Mesmo sem um simples pião não se pode jogar. Devemos colocar tampinha de refrigerante, na ausência do pião. Porque o importante é joga! A vida nos mostra que é mais séria do que imaginamos.

    • Caro Carlos, também encontrei este site, mas apareceu que são simpatizantes da FSSPX, esta, por vez também tem seus atritos com a TFP. E está em francês, contudo, apenas faz uma citação; “documento sobre a TFP”. Basta comprar… Bonito. A maré não está para peixe…

      Toda via, se o documento não for um fac-simile da carta original datado de 1984, voltamos à estaca zero. Cadê o Elo Perdido, não achado!

      É impressionante que vários sites e blogs não se perguntaram do original da carta e mais ainda não averiguaram se é mesmo de Dom Antônio Castro Mayer! Só porque está na boca do povo passa a ser verdade, que dizer nos inúmeros sites e blogs (não achava que era tantos quando busquei), onde se induz: “vox populi, vox Dei”. Parece que se tornou um espiral, tipo uma fotossíntese, porém todos são origem e fim ao mesmo tempo…

      Isto me faz lembrar, se me permite, de um fato que ocorreu, acho que foi em São Paulo. Uma escola para criancinha, jardim infância, era cuidada por todo uma família. Um certo dia, fizeram uma denúncia anônima, alegando que na escola as crianças eram abusadas pelo donos, autoridade competente foi acionada, junto apareceu televisão que ficou dias reproduzindo a matéria. A população, – era de se esperar – ficou revoltada, ao ponto de quererem linchá-los na presença da polícia. A família, donos da escola tiveram suas vidas transformadas em um inferno. Foram jugados depois de anos afio, se chegou ao veredicto que não eram culpados… Nem órgão do governo, nem mídia, nem moradores vieram ampará-los. É o poder da detração.

      Senhor Carlos Ribeiro, obrigado pela indicação, apenas quero montar as peças no tabuleiro de xadrez. Mesmo sem um simples pião não se pode jogar. Devemos colocar tampinha de refrigerante, na ausência do pião, por que o importante é jogar! A vida nos mostra que ela é mais séria do que imaginamos.

      p.s.: Pergunto se sempre devo publicar duas vezes para sair meu comentário, confesso que não sei mexer bem com isto? Tanto o primeiro comentário como este tive que fazer isto.

  28. Caros Frates, incluindo simpatizantes da Montfort e IPCO. Foi dito aqui que existem opiniões apaixonadas. Então é necessário sanar a questão com racionalidade. Entendo que a questão que resolve a divergência é se o Doutor Plínio conhecia e aprovava os delírios de João Clá, já que, ao que parece, os simpatizantes de Doutor Plínio atribuem culpa ao seu antigo pupilo. O Sr. Wagner Zucchi já revelou que o Doutor Plínio desconhecia a ladainha à Dona Lucília, que a polêmica teve muito de paixão, desautorizando seu antigo líder, o Professor Orlando Fedeli. Há de se sanar, para o bem, o problema. Fazendo uma associação, que antecipadamente declaro não caber propriamente às pessoas de Doutor Plínio e ao Professor Orlando, mas meramente para ilustrar o que quero dizer, o Sr. Orlando apresentou as “95 teses” ao Doutor Plínio? E esse realizou a “dieta de Worms”? Ou seja, o Doutor Plínio recebeu formalmente do Sr. Orlando as denúncias, patrocinou uma conversação entre o Sr. Orlando e o Sr. João Clá, pediu algum documento por escrito, montou uma comissão para discutir as denúncias, reuniu-se com o Sr. Orlando? Creio que ambas as partes, os legatários de Doutor Plínio e do Sr. Orlando, e até o próprio Sr. João, poderiam esclarecer esse ponto, porque aí saberíamos se efetivamente o Doutor Plínio desconhecia os abusos que normalmente são atribuídos ao Sr. João Clá e seus seguidores. Reputo que esclarecido esse ponto as discórdias diminuirão.

    • Tentando responder a Thomas Morus; o que eu sei sobre o affaire é que o J. Clá e o Umberto Bracessi tudo fizeram para expulsar o Prof. Fedeli da TFP. Dr. Plinio tudo fez para evitar sua saida da TFP. Chegou a dizer: “se dependesse de mim o Prof. Fedeli nunca sairia da TFP”, Lembre-se que o Prof. Fedeli era aluno de Dr. Plinio, tinha ideias revolucionarias (era a favor da Rev. Francesa, de Napoleão) e ele o demoveu desta ideias e o convidou para pertencer ao Grupo que mais tarde formaria a TFP. Havia todo um jogo de vaidades nestas pessoas que dificultava muito Dr. Plinio na direção da TFP. Dr. Plinio convidou o Prof. Fedeli para reuniões, com fez com D. Mayer mas a coisa não caminhou. Enfim roupa suja se lava em casa. É muito dificil tratar deste assunto depois da morte de Dr. Plinio e do Prof. Fedeli pois eles não podem se defender. No entanto Dr. Plinio se defendeu dos ataques do Prof. Fedeli em artigos da Folha de SP e em dois livros cujo links seguem abaixo.
      – Refutação de uma investida frustra – Volume 1: 3 cartas – Atila S. Guimarães
      Volume 2 – Antonio Borelli/ Gustavo Solimeo
      – Servituto ex- Caritate – Atila S. Guimarães
      Se não conseguirem os livros, o dowload pode ser feito no blog “O Principe dos Cruzados”

  29. Com a licença do moderador….

    Senhor Paulo Direito,

    A fonte traduzida de 1999, já apresentou o senhor Carlos Ribeiro.

    Também o senhor Luis Salino ao dar o link no seu comentário acima, tras o audio de 1985 da refutação feita por Dr. Plínio Correa a acusação de a TFP ser anticlerical. A fonte do video, abaixo dele, assim descreve:

    “Dr.Plinio Corrêa refuta Dom Mayer sobre anti-clericalismo da TFP”

    e mais abaixo outros escritos:

    “Publicado em 16 de dez de 2013

    Auditório de correspondentes e simpatizantes da TFP com mais de 1500 pessoas, no dia 26 de Janeiro de 1985.

    Não mencionado diretamente, Dom Antônio de Castro Mayer tem suas acusações refutadas, ele que rompeu com a TFP por volta de 1981-1984, chamando a mesma de herética e desobediente(anti-clerical).

    Pouco tempo depois, em ato público de desobediência ao papa nas sagrações de Êcone, D.Mayer foi excomungado junto com D.Marcel Lefevbre.”

    Fonte:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=v-g-ZVBVBP0

    Ora, se houve a refutação, mesmo INDIRETA, como consta acima, seria aceitável reconhecer que houve também a acusação de Dom Castro Mayer; ao menos pelo testemunho das pessoas que acompanharam a trajetória da TPF, seu desdobramento e o material até agora apresentado.

    Fico na expectativa das suas considerações. Pois, para mim, interessa saber um pouco da história dessas associações, por motivo que se conhece um pouco, em paralelo, da história do período pré conciliar e pós-conciliar. Dos desdobramento dos Padres de Campos, da origem da FSSPX, de Dom Marcel Lefebvre e um pouca mais.

    Outros fatos, ainda por mim desconhecidos, seriam os da linha do tempo da TFP, ou seja, o esquema:

    Dr. Plínio

    IPCO(Fundadores) ARAUTOS(João Clã, hoje Monsenhor – dissidente de outra vertente) ASSOCIAÇÃO MONTFORT – Prof. Orlando Fedeli(depois se desdobra em Prof. Alberto Zucchi – IBP e, por outro lado, Chenta. Ainda se apresenta um Wagner Zucci – outro dissidente do Prof. Orlando Fedeli e da TFP, segundo ele mesmo revela em seu comentário acima; que é novidade para mim).

    A cronologia e os fatos que se deram os rompimentos, feito por pessoas isentas. Quem sabe o senhor?

    • Melhor que cada um fique em suas posições e, caso queiram, dar suas razões. Não há como se resolver as divergências sem que um dos lados admita supostos erros. Coisa que acho impossível, mesmo porque seria como trair seus fundadores. Como se indicou nos comentários, já existem as disputas formalizadas em publicações e livros.

      P.S. A TFP, no Brasil, foi levada a condição de insolvente por João Clã para fundar os Arautos, tal como as empresas fazem com suas concorrentes, ficando, ele, até mesmo o dono do nome “TFP”. Monsenhor João Clã contrariou as regras, da Associação do Dr Plínio Correa, ao promover a formação dos seus membros para fazer parte das ordens sacerdotais e conseguir obter o sacramento da Ordem para ele mesmo – se submetendo a obediência dos bispos. Também, o monsenhor, reabilitou a ala feminina, que não mais fazia parte da regra da TFP. Ficando os membros do IPCO como legítimos herdeiros e representantes do legado, segundo as regras, do fundador da TPF – Dr. Plínio Correa.

  30. Quero endossar um dos muitos elogios daqueles que admiram Dr. Plinio o comentário do Excelentíssimo Ministro Marco Aurélio Mello em 1987:

    “Também vale registrar que, em 1987, o professor Plinio Corrêa de Oliveira, autor de ‘Tribalismo Indígena’, diante dos trabalhos de elaboração da Carta de 1988, advertiu: O Projeto de Constituição, a adotar-se em uma concepção tão hipertrofiada dos direitos dos índios, abre caminho a que se venha a reconhecer aos vários agrupamentos indígenas uma como que soberania dimutae rationis. Uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada.

    “Proféticas palavras tendo em conta, até mesmo, o fato de o Brasil, em setembro de 2007, haver concorrido, no âmbito da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, para a aprovação da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas”.

    Tirado da introdução escrita pelo Príncipe Dom Bertrand no livro “Reforma Agrária, Questão de Consciência”, de Plinio Corrêa de Oliveira.

    Quem deseja ver a fonte citada, entre no link abaixo:
    http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2015/02/drplinio-tem-seu-profetismo-reconhecido.html

    Para aqueles que desejam estudar e esclarecer sobre Dr. Plinio, veja o site:
    http://www.pliniocorreadeoliveira.info

  31. Pessoalmente devo bastante tanto ao dr. Plínio como ao professor Orlando. Foi lendo dois livros do primeiro, e depois os artigos e vídeo-aulas do segundo, que eu iniciei meu processo de conversão ao Catolicismo após anos no ódio, e depois na indiferença. Por muito tempo esta polêmica não significou nada para mim, e mesmo sendo mais devedor da Montfort que da TFP ou do IPCO, nunca tomei partido do professor. Aliás, nunca tive contato pessoal com nenhuma destas pessoas ou organizações. Desta forma, sou devedor de ambos e não tenho preferencia por nenhum.

    Quando me referi à essência da crítica feita pelo professor, me referia inclusive à postura do próprio professor. Se ele foi tão fanático como relatado acima em alguns comentários, as críticas posteriores feitas por ele revelam que: ou ele era o adorador do Plínio e, de certa forma, transferiu a culpa para toda a TFP, ou viu em si mesmo até onde o culto ao líder podia chegar dentro da TFP, ou tomou conhecimento destas coisas e as denunciou. Para mim, todas as hipóteses coloca a questão em um nível acima dos elogios de cardeais e bispos a um livro, que por mais bem escrito que tenha sido, não é nem pode ser – O – dr. Plínio, que está morto, e também das chacotas e cutucões em rivais, que se tornou constante sempre que o tema volta a tona.

    E então surge um profetismo do dr. Plínio, e o professor Orlando é um guru infalível, e tudo para evitar ao máximo a busca imparcial pela verdade. Nós não temos acesso ao original da carta de dom Mayer, e esta é uma falha inclusive do IPCO, que deveria zelar pela integridade da memoria do dr. Plínio. As acusações feitas são gravíssimas, suficientes para esgotar o assunto, pelo menos ao meu ver, já que tenho dom Mayer em grande estima. Então fica a sugestão: procurem os dominicanos de Avrillé e todas as fontes citadas, já que devem ter contatos na imprensa e, com certeza, algum membro da TFP/IPCO deve ter tido o cuidado de conseguir alguma destas publicações. Uma acusação deste porte certamente não passaria despercebida. Agora, não posso levantar suspeitas a respeito da integridade dos dominicanos, ou do Fratres, simplesmente por não ter em mãos o original ou cópia, não depois de tantos serviços prestados.

    Finalizando, acho apenas que devemos, justamente, baixar as bandeiras para discutir o assunto sem partidarismo, porque, querendo ou não, é um ponto de divisão importante na Tradição, e precisamos urgentemente nos unir. Sem utopias, nem hipocrisias, mas com perdão e humildade, coisas nossas, de católicos, de cristãos.

    Hoje fui me confessar com um “padre” franciscano, era o que estava de plantão, e simplesmente fiquei arrasado… Não conseguia falar nada… Ele ali, sem sequer olhar para mim, lendo um livro, vestido de leigo, dizendo rudemente “fala seus pecados”. Eu dizia “eu… eu…”, e um peso enorme me esmagou, de tristeza, quase desespero. Parecia um dos agitadores do MST que eu conheci no interior de São Paulo quando trabalhava em um sindicato. Quantas almas não passam por ali, no coração de uma grande cidade, para serem ainda mais destruídas por um homem que deveria estar no PT, na CUT, no raio que o parta, e não em um confessionário, e nós aqui, nos batendo por profetas e gurus fabricados por nós mesmos? Acho que respeitar o legado destes grandes homens é coloca-los outra vez na situação de homens.

  32. Diogo e demais comentaristas,

    É com muita tristeza que não me contenho e venho dizer que o Diogo está mentindo. O Alberto disse sim, no Jantar de Natal 2013, que o Guilherme estava em pecado mortal objetivo e que seria menos grave ele ter ido assistir a um cine porno que ter ido à palestra do De Mattei. Como um das cerca de 100 pessoas que lá estavam, dou meu testemunho.

    Ademais acrescento que fico cada dia mais decepcionado com a Montfort do Alberto. A cada dia que passa vejo mais e mais frutos de mentiras como essa que o Diogo, um jovem nada prudente, veio contar aqui.

    Poderia falar mais, mas prefiro me calar, pois escrevo como “Observador”. Não quero me expor para não ser perseguido no grupo do qual ainda dependo de diversas formas e que um dia eu amei.

    Diogo, você prejudica muito o grupo vindo mentir aqui no Fratres. Você destroi o grupo para pessoas que sabem a verdade, como eu sei.

    Observador

    • Observador,

      Sempre tive apreço e orgulho do meu nome, pois ele representa o legado deixado pela minha família, a quem eu devo tudo que sou. Por isso, tomo muito cuidado com o que faço e digo, em especial publicamente, pois não posso permitir que meu nome caia em descrédito e minha família seja desonrada. Isso inclusive faz parte do quarto mandamento.

      Você, por outro lado, tem vergonha do seu nome. Aceita deixa-lo de lado por interesse próprio ou respeito humano.

      Se nem o seu próprio nome pode endossar o que você diz, de que vale o seu testemunho então?

      Se a disputa aqui é uma questão da minha palavra contra a sua, bem, eu sou Diogo Schmitt e você não é nada.

      Eu não recuo um passo do que disse, porque é a verdade. Ainda que eu fosse “perseguido no grupo” por isso, pois foi esse o exemplo dado por Nosso Senhor, e seguido pelo prof. Orlando Fedeli e a Montfort.

      Aliás, é interessante você comentar que seria “perseguido no grupo do qual ainda depende”. Isso da a entender que você é alguém que continua envolvido com a Montfort.

      Ora, bom caráter logo se vê que você não tem, pois para obter benefícios, se relaciona com um grupo cujo fruto você afirma ser a mentira. Portanto, você faz acordo com a mentira.

      Talvez você inclusive frequente a sede, assista às aulas… E já que está tomando as dores do Guilherme, talvez faça tudo isso e ainda mantenha relações com ele, encaminhe para ele informações e e-mails privados, como o que o ele publicou em seu site (o cúmulo do ridículo).

      Muito interessante mesmo, pois veja que depois de o Guilherme e seus lacaios virtuais terem chamado àqueles que discordam de suas loucuras de “laranjas”, o que vemos aqui, senão um pau mandado que não tem coragem nem de revelar o próprio nome ao me acusar de mentiroso.

      Esse é o último comentário que faço nessa pocilga, se é que me será dado o direito de resposta pelo moderador do site.

    • Caro Diogo, obrigado pela freqüência assídua em nossa pocilga! Cuidado para não pecar mortalmente, frequentando esse tipo de ambiente ;-)

    • A irritação do Diogo Schmitti mostra que ele está de fato mentindo…

    • Diogo,

      Eu não tenho vergonha de meu nome. Eu tenho vergonha das mentiras que são contadas no grupo e que o Guilherme fez bem em denunciar.

      E eu não me exponho, porque eu não posso arriscar ser vítima de uma perseguição sectária como foi o coitado do Guilherme. Estou em meu direito, assim como ninguém na antiga União Soviética era obrigado a oferecer a própria cabeça ao Stalin.

      Passar bem, seu moleque!

      Observador

    • E digo mais, Diogo. VOCÊ NÃO É VALENTE COISA NENHUMA! Com essas mentiras, você está perfeitamente alinhado com a cúpula do grupo, que vai lhe premiar por elas.

      Valente é que sem opõe sob alto custo pessoal. Quer queira ou quer não, foi exatamente isso que o Guilherme fez.

    • Diogo “Quementi” kkkk!!

  33. Pelo que entendi do comentário do Sr. Luis Orlando o Doutor Plínio convidou o Professor Fedeli e Dom Mayer para discutirem sobre os erros doutrinários da TFP “mas a coisa não andou”, o que me faz concluir que o Professor Fedeli não aceitou o convite. Como ninguém da Montfort manifestou-se para confirmar o encontro concluo que efetivamente Fedeli não expôs os erros da TFP ao Doutor Plínio, que assim pôde alegar que desconhecia os referidos erros. Errou o Professor Fedeli. Aqui já teve quem afirmou (desculpe porque não lembro o nome) que a despeito da existência dos erros doutrinários Fedeli nada fez para ajudar as pessoas bem intencionadas da TFP. Se ele tivesse formalizado sua insatisfação, e relatado os erros ao Doutor Plínio, certamente esse grupo sofreria menor impacto, e as correções fluiriam com mais rapidez. Deveria o referido professor procurar o Doutor Plínio antes de publicar os erros até como consideração ao presidente daquela entidade. Infelizmente essa omissão gerou discórdia e incompreensões, e creio que a omissão comprometeu inclusive o seu livro-denúncia, pois não foi o sucesso esperado.

  34. Isso é que eu ia falar, Watchman. Se os erros não foram relatados e discutidos, eles, na sua eventualidade, prejudicaram a correção. Em todo grupo, seja qual for a natureza, há de se reportar ao superior algum erro surgido. Somente depois é conveniente expô-los em público. Se assim sucedeu o Sr. Fedeli errou.

  35. Caro David,

    Algo foi respondido ao Sr. Carlos Ribeiro em um post anterior a respeito desta fonte de 1999.

    Entretanto, parece que as acusações sejam notória mutualmente. Por isso, não teria razão destas republicações desta carta e mesmo o áudio de Dr. Plinio. O que estou analisando, é até onde esta fonte é verídica e é realmente de autoria de Dom Mayer, se assim for, devemos analisar também. A dúvida minha exposta, – acho que não é só minha – parece suscitar instabilidade de alguns que facilmente abraçaram o teor da matéria mais pelo sentimento do que com a razão, analisaram a realidade dos fatos de fato? A imparcialidade está ausente no debate imparcialmente…

    Notei também que o áudio de refutação de Dr. Plinio a acusações de anti-clericalismo não foi direto ao Dom Mayer. Foi genérico, já que não é apenas simpatizante de Dom Mayer adepto destas afirmações. Então, temos a refutação de Dr. Plinio, mesmo que genérica, ficando apenas faltando a carta original escrita pelo o próprio Dom Mayer.

    A questão é que o debate entre Dom Mayer e Dr. Plinio não se tornou público, no que tange um debate sério, abalizado em fundamento doutrinário e refutações, ect. O que se nota é ocorreu foram burburinhos nos bastidores e nos seus círculos concêntricos, ficado no diz-que-diz. Debate sério não teve. Mais ainda no que diz respeito a duas grande mentes brilhantes, como Dom Mayer e Dr. Plinio, e não teríamos hoje simplesmente apenas uma carta defendida calorosamente, mesmo sem ter visto e autenticada, e um áudio de defesa genérico! Caro David, não é tão simples assim… Mas ainda, para quem quer intender estas impasses.

    David, eu não poderia atendê-lo no que pede no seu post, testemunho pessoal. Não conheci ninguém que enunciou, nem mesmo os vivos. O que proponho é estudar os fatos seriamente.
    Confesso, que queria apenas ler o post do Fratres In Unum do elogio a Dr. Plinio. Ao deita os olhos nos comentários deparei com apaixonadas afirmações. E o que me chamou muita atenção foi o comentário do Sr. G. Ferrarini sobre a Carta aludida de Dom Mayer contra a TFP. Não gosto de fazer comentários e entrar em polêmicas, mas não posso engolir tudo que leio sem uma reflexão. Procurei as fontes e encontrei sem embasamento. Expus analisar os fatos, apenas. Já que não se encontra a verdade pelo litigantes, principalmente entre os simpatizantes, procuremos nos fatos ela. Para não ser injusto se tem apenas o áudio de Dr. Plinio.

    Sobre as minhas considerações sobre a carta de Dom Antônio de Castro Mayer, devo fazê-la mediante o fac-símile dela. Mas pelo jeito está difícil encontrá-lo. Estou para fazer uma viagem e atarefado com muitas coisas que me dificultaria de imediato fazê-la. Mas farei com toda imparcialidade que compete se feito, mesmo sobre fatos incertos. Sua consequências imediatas diante da cronologia, grandeza dos litigantes e etc.

  36. Pois então não se ocupe com o meu pedido. Foi de propósito que o fiz. O senhor mostrou interesse em obter o “elo perdido”. Apenas imaginei que dado o testemunho do senhor Luis Orlando Salino(“testemunho pessoal’’), onde, do comentário dele(Luis Orlando Salino Dias, em 12 março de 2015, às 10:50 pm, aqui mesmo, logo acima), deu o link para o ”vídeo-áudio” e, abaixo dele, estava escrito o que reproduzi aqui(“control c” e “control v”); o senhor fosse tecer, do testemunho dele, algo novo(até o fez, pela novidade que se apresentou do Sr. G. Ferrarini). Porém, repito:

    “Dr.Plinio Corrêa refuta Dom Mayer sobre anti-clericalismo da TFP”

    e mais abaixo outros escritos:

    “Publicado em 16 de dez de 2013

    Auditório de correspondentes e simpatizantes da TFP com mais de 1500 pessoas, no dia 26 de Janeiro de 1985.

    Não mencionado diretamente, Dom Antônio de Castro Mayer tem suas acusações refutadas, ele que rompeu com a TFP por volta de 1981-1984, chamando a mesma de herética e desobediente(anti-clerical).

    Pouco tempo depois, em ato público de desobediência ao papa nas sagrações de Êcone, D.Mayer foi excomungado junto com D.Marcel Lefevbre.”

    E outra vez, a fonte, que deu o senhor Luis Orlando Salino: http://www.youtube.com/watch?v=v-g-ZVBVBP0

    Não imaginei o senhor como testemunha ocular dos fatos ou ter convivido com o Dr. Plínio Correa, talvez possa eu ter me equivocado na escrita, e dado essa impressão. Não seja por isto. Concordo que a imparcialidade aqui, deste tema, é descabido.

    Para mim, fica aparente que as posições de ambos os institutos, IPCO – Instituto Plínio Corrêa de Oliveira e Montfort – Associação Cultural, é de: quem não está comigo, está contra mim.

    Desejo que a história de Dom Castro Mayer e de Dr, Plínio Corrêa não seja apagada pelo modernismo, que destrói as boas memórias.

    Do mais, agradeço por responder, foi-me suficiente.

    Agradeço a paciência do moderador.

  37. @Diogo Schmitt:

    O QUE FOI DITO NO JANTAR DE NATAL DA MONTFORT, 14/12/2013, SOBRE GUILHERME CHENTA:

    É realmente curioso como as pessoas alteram sua memória de acordo com suas conveniências.

    Eu, meu irmão e tantas outras pessoas estávamos lá naquele Jantar de Natal da Associação Cultural Montfort, em 14/12/2013.

    E o que nós ouvimos da boca do Alberto, fazendo obviamente referência ao Guilherme foi isto:

    1. “Foi lá apenas para confraternizar com os inimigos da Montfort e do Professor”

    2. “Colocando em dúvida o trabalho do Professor, como se fosse necessário mais provas”

    3. “Falando objetivamente – porque sobre as consciências nem a Igreja julga – ,o fato de ir a uma reunião de seita, objetivamente é mais grave do que ir a um daqueles cinemas do Largo do Paissandu”

    4. “E ainda depois disso continua frequentando os nossos ambientes da Montfort, como se nada tivesse acontecido”

    Estas palavras do sr. Alberto Zucchi atacam alguém que foi ao Club Homs assistir a uma palestra do Prof. Roberto de Mattei apenas para confraternizar com as pessoas que estavam lá. E isso, segundo o sr. Alberto Zucchi, é o que é objetivamente mais grave do que assistir um filme pornográfico. E que, por isso, seria inadmissível que continuasse essa pessoa, na maior cara de pau, a frequentar “os nossos ambientes da Montfort”.

    Era óbvio, no contexto, que o sr. Alberto Zucchi estava se referindo ao Guilherme, que tinha comparecido a um evento festivo no Colégio São Mauro exatamente um dia após ter ido à referida palestra, tendo sido ali cumprimentado com sorrisos pelo próprio Alberto Zucchi diante de outras pessoas. Na ocasião, o Guilherme e o Emerson haviam acabado de relatar tudo o que ocorreu na palestra para o Pe. Edivaldo Oliveira.

    E como se não bastasse o fato de isto estar óbvio, o Alberto veio até mim no final do jantar, enquanto conversávamos numa mesa com amigos e disse, entre outras coisas:

    “O problema é o Guilherme. Ele foi lá confraternizar com o pessoal da TFP.”

    Diogo, você não estava na nossa mesa nesse momento. Tampouco me lembro de você ter lá se achegado para participar da discussão, quando o sr. Alberto nos disse isso. Mas eu me lembro perfeitamente de cada palavra, porque fui escrupuloso ao ponto de anotar todas essas afirmações do sr. Alberto para não esquecê-las ou fazer injustiça.

    Ou seja, o sr. Alberto estava sim se referindo – e isso confessa e declaradamente – ao Guilherme em seu discurso, ainda que lá na frente não tenha citado o nome do Guilherme.

    Sendo assim, se você preza mesmo o seu nome, a verdade e a honestidade, faça-nos o favor de não negar este fato.

    O QUE FOI ATRIBUÍDO A GUILHERME CHENTA?

    Quanto a isso, vamos ser bem claros quanto à doutrina católica, tão bem manejada, neste ponto, pelo orador no Jantar.

    Para que seja cometido um pecado, três são as condições necessárias:
    1. Matéria de pecado;
    2. Pleno conhecimento (da matéria de pecado);
    3. Pleno consentimento (intenção de praticar o ato pecaminoso).

    Ora, pelo discurso do sr. Alberto, temos:

    1. A matéria: ir a uma reunião de uma seita gnóstica;
    2. O conhecimento: Guilherme, como uma pessoa formada na Montfort, e que foi editor de dois livros do Professor Orlando Fedeli sobre Gnose, um deles inclusive o “No País das Maravilhas: A Gnose Burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho”, sabia muito bem o que estava fazendo e objetivamente não poderia se escusar por ignorância;
    3. Pleno consentimento: ninguém forçou o Guilherme a ir. Ele foi de livre e espontânea vontade; e, segundo o sr. Alberto, “apenas para confraternizar”.

    Veja só que lindo… é pura doutrina católica… a mensagem para todos era a de que essa pessoa pecou e que era um traidor.

    Sendo assim, se você preza mesmo o seu nome, a verdade, a honestidade e a doutrina católica sobre as condições de pecado, faça-nos o favor de não negar mais este fato.

    Passar bem.

    Ronaldo Mota.

    P.S: É óbvio que o sr. Alberto não escreveu isso em lugar nenhum. Ele é bem esperto. Mas agora, graças a você, está aqui nosso testemunho por escrito. Se vocês não têm argumentos na questão do IBP, fiquem logo quietos. Chega desses ataques pessoais. São vocês que estão com “mimimi”.