DITADURA BOLIVARIANA PATROCINADA PELOS BISPOS? Reforma Política, CNBB e Teologia da Libertação.

Por Pe. Genésio – Fratres in Unum.com 

Pedimos aos leitores do FratresinUnum,
que leiam o presente texto com a máxima atenção.
A gravidade do assunto o exige.
 

O Futuro do PT depende da CNBB

Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.

A única alternativa que lhes resta é dar um Golpe de Estado, ou seja, suspender as instituições democráticas que caracterizam um Estado de Direito.

Para fazê-lo, porém, estão bastante desguarnecidos. Sem o favor do exército nacional e com uma militância de guerrilha insuficiente para tanto, um golpe lhes seria muito difícil e, além disso, viria em desencontro com a fachada democrática que falsamente exibem.

A saída para o impasse seria a Reforma Política, que consta de dois momentos: uma reforma eleitoral, e uma nova constituinte exclusiva e soberana. Em outras palavras, o sistema político brasileiro passaria por uma alteração completa.

Contudo, das propostas existentes, a mais expressiva é a da chamada Coalizão pela Reforma Política, que agrega entidades como CNBB, OAB, Liga Lésbica Brasileira, CUT, MST, União da Juventude Socialista, entre outras.

Não adianta a Dom Joaquim Mol diferenciar este Projeto da proposta homônima do PT. De fato, os grupos que o propõem juntamente com a Conferência dos Bispos são aqueles mesmos que apoiam todo o projeto de hegemonia política do partido governante.

Evidentemente, pela força popular que possui, a CNBB é a responsável principal pela coleta de assinaturas que será entregue à Presidência da Câmara dos Deputados, e está convocando uma imensa multidão para fazê-lo em conjunto, na Praça dos Três Poderes, no próximo dia 11 de maio.

O PT está objetivamente perdido se esta proposta de Reforma Política não prosperar.

A CNBB é a única esperança de salvação para o PT.

Os bispos enganados

Como recentemente reconheceu Dom Murilo Krieger, atual vice-presidente da CNBB, as propostas deste projeto de Reforma Política “não tiveram a participação de todos os Bispos; são fruto, sim, de uma reflexão que envolveu principalmente algumas comissões episcopais”.

A maior parte dos bispos, desacostumados a temas dessa natureza, totalmente empenhados em sua pastoral diocesana, foi literalmente enganada por um pequeno grupo que, sorrateiramente, levou a cabo o tal projeto.

Num recente vídeo, Daniel Seidel, representante da CNBB num evento sobre a Reforma Política na PUC de Goiás, afirmou que

“nós temos que tomar juízo, vergonha na cara, e nos dedicarmos a esta coleta de assinaturas. Por que que eu digo isso? Porque, na verdade, nós não estamos querendo só a reforma política. A reforma política vai dar margem para a reforma tributária, vai dar margem para outras reformas necessárias para repartir. Porque, até então, nestes doze primeiros anos de governo popular no Brasil, nós tivemos avanços importantes acontecendo, mas só que nós chegamos ao limite, e hoje nós temos que distribuir a riqueza que a classe trabalhadora produz nesse nosso país. Agora, a gente só distribui a riqueza com reforma tributária. Não dá mais pra ficar apenas com os importantíssimos programas sociais que existem: o povo quer mais, e quer avançar para uma economia mais igualitária. Agora, para isso, precisa reformar o sistema político brasileiro”.

O representante da CNBB foi bastante contundente na defesa do governo atual, qualificado por ele de “doze primeiros anos de governo popular”.

O Projeto de Lei da Reforma Política não foi votado na Assembleia dos bispos e a maior parte dos mesmos não concorda com este. O tema tampouco foi submetido a votação nesta última 53a. Assembleia da CNBB, onde apenas deu-se lugar para um “esclarecimento” de Dom Joaquim Mol.

Isso não foi por acaso! Os bispos queriam que o tema fosse votado e, se tivesse sido, teria sofrido uma derrota esmagadora, pois todos estavam em peso contra a tal reforma.

No fim das contas, o Projeto vai adiante sob a falsa aprovação da CNBB, e os bispos não reagem, quer porque não entendem direito o assunto, quer porque não conseguem enxergar que se trata de um golpe.

A pergunta que nos fazemos é: por que eles não conseguem enxergar? Como se explica essa incapacidade analítica diante de fatos tão clamorosos?

Ainda viva, a Teologia da Libertação

Não há como entendermos o que está acontecendo sem compreendermos bem em que consiste a Teologia da Libertação (TL). Contrariamente ao que se pensa, esta não morreu; antes, vive, e vive operante.

Engana-se quem imagina que a TL seja uma corrente teológica inspirada no marxismo.

A TL é uma metodologia destinada a transformar a Igreja numa organização integralmente marxista. Para entendê-lo melhor, valhamo-nos da reflexão do fundador da TL, o Padre Gustavo Gutiérrez.

Em seu livro “Teologia da Libertação” (Loyola, São Paulo: 2000, conforme a 9ª. edição original de 1996), Gutiérrez afirma que a história da teologia poderia ser dividida em três fases: no primeiro milênio, a teologia era uma reflexão sapiencial; no segundo milênio, uma reflexão racional; e agora, no terceiro milênio, seria uma “reflexão crítica sobre a práxis, uma teologia crítica” (cf. pp. 61-71).

Ele assume que “entre os antecedentes desta teologia estão o pensamento marxista centrado na práxis, dirigido para a transformação do mundo, cuja gravitação se acentuou no clima cultural dos últimos tempos, e constitui-se em marco formal de todo o pensamento filosófico de hoje, não superável” (pg. 65).

Ademais, admite que todos esses fatores “levaram igualmente à redescoberta ou à explicitação da função da teologia como reflexão crítica”, explicando que, “reflexão crítica” significa que “a teologia deve ser um pensamento crítico de si mesmo, de seus próprios fundamentos[…] Referimo-nos também a uma atitude lúcida e crítica com relação aos condicionamentos econômicos e socioculturais da vida e reflexão da comunidade cristã […] A reflexão teológica seria então, necessariamente, uma crítica da sociedade e da Igreja…, indissoluvelmente unida à práxis histórica” (pp. 67-68).

Gutiérrez não titubeia, e afirma que “se, porém, parte a teologia dessa leitura e contribui para descobrir a significação dos acontecimentos históricos, é para fazer que seja mais radical e lúcido o compromisso libertador dos cristãos. Só o exercício da função profética, assim entendida, fará do teólogo o que, usando a expressão de A. Gramsci, pode chamar-se um novo tipo de ‘intelectual orgânico’” (pp. 70-71).

“Estamos, pois”, conclui Gutierrez, “diante de uma hermenêutica política do Evangelho” (p. 71), que não se limita apenas a justapor-se a toda a tradição, mas “leva necessariamente a uma redefinição” daqueles dois modelos anteriores, de modo que “sabedoria e saber racional terão, daí em diante, mais explicitamente, como ponto de partida e como contexto, a práxis histórica” (p. 72). Portanto, o que “a teologia da libertação nos propõe não é tanto um novo tema para a reflexão quanto um novo modo de fazer teologia” (pp. 72-73).

Converter-se ao mundo

Para Gutiérrez, do ponto de vista prático, a relação entre Igreja e mundo foi se deslocando ao longo da história. O problema é apresentado através de uma afirmação de Johan Babptist Metz: “Apesar das numerosas discussões sobre a Igreja e o mundo, nada há de menos claro do que a natureza de sua relação mútua”(p. 100).

Um primeiro modelo é denominado por ele de “agostinianismo político”, e consiste na convicção de que “as realidades terrenas carecem de autonomia própria”, e são utilizadas pela Igreja apenas para chegar aos “seus próprios fins” (p. 108).

Depois da Revolução Francesa, porém, “a tarefa de construção da cidade temporal será, antes de tudo, busca de uma sociedade baseada na justiça, no respeito aos direitos de todos e na fraternidade humana” e, “em consequência, a autonomia do temporal é sobretudo afirmada perante a jerarquia eclesiástica”, querendo-se, porém, “edificar uma ‘cristandade profana’, a saber, uma sociedade inspirada em princípios cristãos” (pp. 109-110).

E, por fim, atingimos o ponto de chegada desse processo: “mais do que definir o mundo em relação ao fato religioso, parece que este deveria ser definido em face do profano” e, na perspectiva eclesial, “se dantes se tendia a ver o mundo a partir da Igreja, hoje quase se observa o fenômeno inverso: a Igreja é vista a partir do mundo. No passado, a Igreja usava o mundo para seus fins; hoje, muitos cristãos – e não cristãos – se perguntam se devem, por exemplo, usar o peso social da Igreja para acelerar o processo de transformação das estruturas sociais”.“A mundaneidade aparece assim como exigência e condição de uma autêntica relação das pessoas entre si e destas com Deus”  (p. 121).

Citando Metz, ele indaga: “será a Igreja realmente algo distinto do mundo?… A Igreja é do mundo; em certo sentido, a Igreja é o mundo: a Igreja não é um não mundo” (p. 128).

Como se vê, para ele, a relação Igreja-Mundo se dá em chave claramente dialética: uma identidade em que prevalece a Igreja, a distinção entre o plano temporal e o plano espiritual, e, por fim, uma nova síntese, a identidade entre Igreja e mundo, na qual prevalece o mundo, numa reinterpretação secularista da Igreja e de sua missão. Para ele, a Igreja serve à transformação do mundo.

Falta-nos entender, porém, como isto se dá.

A Igreja como instrumento para a luta de classes

A teoria de Gutiérrez foi planificadamente exposta na formulação pastoral de Leonardo Boff.

Em seu livro, “E a Igreja se fez povo. Eclesiogênese: a Igreja que nasce da fé do povo” (3a. Edição, Vozes, Petrópolis: 1986 – este título, interpretado à luz do que já foi dito, pode ser traduzido com uma linguagem mais clara da seguinte maneira: “E, finalmente, a Igreja se converteu ao mundo”), ele explica como se devem formar as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Primeiramente, define uma CEB como “constituída de um grupo de 15 a 20 famílias, ou mais, que se reúnem em torno da Palavra de Deus para expressar e alimentar sua fé, discutir à luz desta Palavra seus problemas, e ajudar-se mutuamente” (p. 94).

Um pouco mais abaixo, Boff passa a explicar como as CEBs usam a Bíblia apenas como instrumento para levar o povo a uma percepção materialista da vida, à revolta, à luta de classes. Dividirei o texto para facilitar a compreensão:

“O nível de consciência das comunidades abrange comumente três etapas.

1) Inicialmente, os membros descobrem a Igreja, ou melhor, descobrem que são Igreja: preparam as liturgias, apropriam-se da palavra, comentando os textos escriturísticos e formulando orações, inventam dramatizações e celebrações.

2) Num segundo momento, descobrem a vida, os problemas domésticos, profissionais, a pobreza do grupo; tudo isto não é indiferente para a fé e para o Evangelho. Sob a inspiração religiosa, passam eles à prática da ajuda mútua.

3) No terceiro momento, descobrem a sociedade e seus mecanismos de dominação. Dão-se conta de que sua situação de marginalizados é produzida por certo tipo de sociedade elitista e concentrada nas mãos de poucos.

Geralmente, o povo parte de uma perspectiva religiosa: a pobreza que sofre é opressão que significa pecado e contradição do desígnio de Deus; depois, ele passa para uma visão moral: trata-se de injustiça social, de ganância, de desejo desordenado de lucro; em seguida, chega ele a uma expressão política: há interesses de classe, exploração, violação de direitos básicos, e desemboca, finalmente, numa interpretação econômica: dominação de uma classe sobre a outra, desigualdade de condições e opressão” (p. 95).

Notem que esta é a metodologia utilizada para ir levando pouco-a-pouco todo um grupo de pessoas à psicologia da luta de classes, com escopo revolucionário.

A conclusão de Boff, no fundo, é o pressuposto do qual ele parte. Para ele, o substrato de todos os problemas humanos é de natureza econômica.

Esta convicção, porém, é a própria essência da cosmologia marxista. O próprio Friedrich Engels, discípulo e parceiro de Karl Marx, escreveu que

“as forças motrizes que – consciente ou inconscientemente e, há que o dizer, na maior parte das vezes inconscientemente – se encontram por detrás dos móbeis das ações históricas dos homens e que, de fato, constituem as forças motrizes últimas da história, os móbeis dos indivíduos, por muito eminentes que sejam, não serão tão importantes como os móbeis que põem em movimento as grandes massas, povos inteiros e em cada povo, por seu turno, classes inteiras” e que “todas as lutas políticas são lutas de classe e que todas as lutas que no seu tempo emancipam classes, apesar da sua forma necessariamente política – porque qualquer luta de classes é uma luta política –, giram, em última análise, em torno de uma emancipação econômica” (Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, Biblioteca do Socialismo Científico, 3a. Edição, Editorial Estampa, Lisboa: 1975, pp. 136-139).

Vejam a semelhança absurda da lógica deste texto de Engels com aquele texto de Boff.

Na perspectiva “libertadora” das CEBs, até mesmo a Escritura pode ser utilizada como instrumento transitório para se chegar a este mesmo resultado.

Para Boff, a Bíblia serve unicamente para isso!

Numa entrevista do ano passado, durante o período eleitoral, Boff criticou durante a candidata Marina Silva, exatamente por causa de suas convicções bíblicas. Reparem bem em suas palavras:

“O que mudou em Marina Silva? Primeiro ela mudou de religião.De um cristianismo de libertação, ligado aos povos da floresta e aos pobres, passou para um cristianismo pietista e fundamentalista que tira o vigor do engajamento e se basta com orações e leituras literalistas da Bíblia. Isso transformou a Marina numa fundamentalista com a mentalidade de alguns líderes muçulmanos: ler a vontade de Deus não na história e no povo, mas nas páginas da Bíblia de 3-4 mil anos atrás. Isso enrijece a mente e a torna ingênua face à realidade política. Ela viverá permanentemente em crise de consciência entre a lógica da realidade e a lógica religiosa, fundada numa leitura velhista, errônea e anti-histórica da Bíblia”.

Concluindo…

A TL não é uma teologia inspirada no marxismo. É o próprio marxismo, enquanto sistema, desde os seus primeiros pressupostos epistemológicos, disfarçado de teologia. É por causa desta identidade entre marxismo e TL que os teólogos e clérigos que a ela aderem passam a ver o programa do PT e, dentro dele, da reforma constitucional, que o projeto do partido exige, como um programa também da Igreja.

Engana-se quem pensa que a TL tenha sido construída com o propósito essencial de levar a Igreja a uma maior sensibilidade para com os pobres.

Durante os meses de julho e agosto de 1988, mais de cinquenta expoentes mundiais da TL reuniram-se em Maryknoll, Nova York, em um congresso para celebrar o sexagégimo aniversário de Gustavo Gutiérrez. Johan Babptist Metz, o sacerdote fundador da Teologia Política na Europa e um dos principais mentores de Gutiérrez, assim declarou sobre o seu aluno:

“Meu amigo Gustavo Gutiérrez, em suas publicações recentes, sempre tem sublinhado que a Teologia da Libertação não diz respeito a uma nova ética para a Igreja, mas à própria Teologia. É este caráter fundamental da Teologia da Libertação que desejamos discutir agora” (Theology in theStruggle for HistoryandSociety; in The Future ofLiberationTheology, Essays in honor of Gustavo Gutierrez, edited by Marc Ellis and Otto Maduro, Orbis Books, Maryknoll, 1989,pp. 165-171. Tradução minha).

Para os bons entendedores, porém, isto já deveria ter estado claro desde o início do primeiro livro de Gutiérrez, quando este afirma que a nova Teologia Crítica não somente deverá suceder a Teologia Sapiencial do primeiro milênio e a Teologia Racional do segundo milênio, mas deverá, futuramente, absorvê-las em si mesma: “Não se trata de simples justaposição. A Teologia Crítica leva necessariamente a uma redefinição das duas primeiras tarefas da Teologia. A Teologia Sapiencial e a Racional terão, daí em diante, como ponto de partida, a práxis histórica. Não é um novo tema para reflexão, mas uma nova maneira de fazer teologia” (Teologia da Libertação, pp. 71-73).

Como o leitor terá percebido, a verdadeira função da TL é parasitar a Igreja, mantendo uma aparência externa, para metamorfoseá-la em um organismo integrante do projeto revolucionário marxista. Para estes “intelectuais orgânicos”, a função da Igreja é ser usada como instrumento para a transformação da sociedade na perspectivada cosmologia marxista, obrigando-a a ressignificar-se de acordo com a nova “teologia crítica”, essencialmente baseada no materialismo econômico e na luta de classes.

São os que já foram conquistados por esta nova cosmologia que nos estão querendo submeter ao engodo deste Projeto de Reforma Política, usurpando o nome da nossa Conferência Episcopal, a despeito da maioria ignorada dos bispos, ameaçando fazer os fiéis da nossa geração passarem a vergonha histórica de serem cúmplices da introdução de uma ditadura bolivariana em nossa nação.

O maior inimigo da Igreja Católica no Brasil é a TL. E é dever de todo católico combatê-la energicamente, pois não podemos permitir que a Igreja seja interceptada por uma ideologia materialista e mundana.

Por isso, convido o caro leitor a divulgar este texto, escrever outros e expor com toda a clareza o modus operandi da TL em nossas igrejas. Peçam a padres e bispos que se manifestem claramente sobre sua própria adesão à TL e sobre o seu verdadeiro conteúdo. Antes que o cupim destroce toda a mobília, peçam que tragam à luz do dia o que é e o que faz a TL.

O Projeto de Reforma Política apresentado pela CNBB é apenas uma decorrência última desta infiltração. Se for bem sucedido, pode ser que a Igreja tenha cumprido sua função e, depois de ter propiciado a completa Revolução socialista no Brasil, possa ser devidamente destruída por aqueles que a interceptaram por dentro.

O papel do Brasil no cenário da revolução continental que o Foro de São Paulo visa criar, gerando a “grande pátria latino-americana”, é decisivo. Se perder o governo do Brasil, não apenas o PT estará perdido, mas todas as décadas de revolução latino-americana irão por água abaixo. O Foro de São Paulo sofrerá uma grande hemorragia.

Por isso, não podemos nos deixar enganar. Faça um grupo, procure seu bispo, fale sobre esta situação dramática. Você vai perceber que a maioria dos bispos já está compreendendo a situação e precisa deste apoio para poder agir. Não vá sozinho; o grupo proporciona um ambiente de diálogo, dentro do qual é mais fácil chegar a um discernimento.

O futuro do Brasil está nas mãos da Igreja. Não podemos cruzar os braços diante dAquele que no-los abriu na cruz!

Deus salve a Igreja!

Deus salve o Brasil!

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26 Responses to “DITADURA BOLIVARIANA PATROCINADA PELOS BISPOS? Reforma Política, CNBB e Teologia da Libertação.”

  1. ” o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018…”

    Data venia Padre, o sr. deveria analisar melhor as conjunturas tendo por base a maçonaria, estudando o livro de monsenhor Delassus “A conspiração anti-cristã”.

    Depois do PT vem algo pior pois estamos caminhando para o reino do Demônio. Não se trata mais de falar de comunismo, de revolução socialista. Isso ficou lá na década 70. Hoje a revolução que vivemos é a satanista e todo esse pessoal que foi para as ruas protestar em vão contra o PT (teve até mulheres nuas!), ao invés de rezar o rosário ou fazer as belas procissões do rito latino (não o rito do Concilio Vaticano II e da Missa Paulo VI, Ok?).

    Olavo não tem razão!

  2. TL é Marxismo. Quando o Papa Francisco aprova a abertura do processo de beatificação de D. Hélder Câmara, o Pe. Genésio tem razão em terminar seu artigo tão esclarecedor, pedindo que Deus salve a Igreja e o Brasil.
    O “Fratres” tem toda razão: é um assunto de extrema gravidade.

  3. Os bispos da CNBB defensores da falsaria Reforma Política, como D Mol, devem ser contestados publicamente sem receio algum de retaliações canônicas – seriam suspeitos de infiltrados na Igreja – trata-se de associação aos diabólicos comunistas e compartilhadores de suas tenebrosas obras, induzindo os incautos na direção de Sodoma e Gomorra. “Condutores cegos! Que coais um mosquito e engulis um camelo”. Mt 23:24.
    Os que aderem a essa chantagista cilada denominada “Reforma Política” se ajuntam apenas a grupos anárquicos, feminogayzistas, abortistas e a comprovados marxistas!
    Onde já se viu um Conferencia Episcopal sedizente católica jamais denunciar firmemente a cartilha socialista e não se opor a um diabólico partido comunista no poder?
    No mínimo, está de acordo com eles: é comparsa, apóstata e tem de ser duramente rechaçada!
    Para piorar mais a situação, a CNBB placidamente sujeita-se estar sob esse desgoverno sem o interpelar, ainda “dialogando” com ele, nunca alertando os fieis de seus potenciais maleficios, a começar da família, da qual tem arraigado ódio e tudo faz para destruí-la!
    A CNBB não passa de um dos tentáculos do PT, seu front “religioso”, cujos milicas atuam desde sua fundação, como o “Servo de deus” D Hélder e os diversos que se seguiram a ele, infestando a Igreja até hoje, corrompendo os incautos!
    Começou pessimamente a gestão sob D Sergio da Rocha, apoiador dessa aberração, postado tranquilamente na foto da recente PJ com o grupo incensando o carniceiro Che Guevara; nossa missão é denunciar o quanto possamos a revolucionaria CNBB como marxista e desincentivar os católicos a darem a ela apoio nas assinaturas!

  4. Diz João Bosco (não o santo):

    “Só quem tentou sabe como dói
    Vencer satã só com orações”

    Claro que vencer o inimigo requer oração. Requer auxílio especial da graça de Deus.

    Mas quem será o Constantino de nossos tempos? A quem Nosso Senhor falará em sonhos, mostrando o sinal da cruz?

    E como aliar oração à ação? As manifestações contra a esquerda são inúteis?

    Nosso tempo é de fatos confusos. Concordo com Lucas: rezar o rosário, fazer procissões do rito de Pio V,

    Acima de tudo: rejeitar o que é confuso, duvidoso. O joio e o trigo já cresceram juntos. Será a hora de separá-los?

    Essas doutrinas duvidosas e voláteis que se pregam nas palavras de comunitólicos são joio. Os bispos, que deveriam ser bons pastores, abrem o redil e implantam no seu seio os lobos!

    Que Nossa Senhora, a Onipotência Suplicante, consiga para o Corpo Místico a vitória sobre a serpente…

    O que não significa que esse Corpo Místico será privado do martírio!

  5. As maiores desgraças, senão todas as desgraças que a Igreja padeceu, advieram da sequiosidade dos bispos pelo poder secular quando desligado do seu ofício apostólico e à revelia deste. Mas eles não aprendem; têm vergonha de serem o que são, e, por isso, procuram ocupar suas vidas vazias e irreligiosas jogando com os falsos e caducos reinos deste mundo. Pior ainda: tentam travestir sua defecção dizendo que assim procedem em obediência a um fictício mandato do Senhor, o Qual, porém, expressamente nos ordena buscar o Reino em primeiro lugar.
    Quantas falsas vocações!

    • Já há muitos Bispos vendidos, não a maioria, que estão “protegidos” pelo PT e afins e entregando seu rebanho às fileiras marxsatanistas para serem moídas junto com o joio. Em minha pequena análise, vejo-os se safando das grandes perseguições à verdadeira Igreja de Nosso Senhor que se aproximam no horizonte brasileiro, ficarão de fora para não serem atingidos em seu comodismo e modorrismo, entretanto, Deus Nosso Senhor tem controle de tudo, haverá sofrimento sim, mas quem perseverar será salvo. Rezemos por estes, quem sabe, derramarão seu sangue em prol d’Aquele que derramou por nós.

  6. O PT está com medo de perder o apoio da Igreja pois sabe que só chegou ao poder através da mãe deles, a CNBB. E essa entidade, por sua vez, provou a quem serve.

    Se o PT sobreviver à esse momento, será praticamente imbatível. Agora é a hora de enterrá-lo.

    Sr. Lucas Colleta, na história da Igreja, sempre houve um inimigo mais preparado que o antigo. Nossa missão é lutar. Se o PT morrer, virá outro tentáculo do demônio sim, mas não é novidade. Nossa missão é lutar, venha o que vier. Mas hoje, agora, urge cortarmos essa cabeça de dragão vermelho chamado Partido dos Trabalhadores e Teologia da Libertação. A Biblía diz que ainda opera “o homem da perdição que irá se manifestar”. Será tão forte que somente nosso Senhor irá derrotá-lo com o sopro de sua boca, mas a nossa missão é lutar.

  7. Padre, o seu texto é completo e esclarecedor, por ter tido a coragem de escrevê-lo, lhe considero como um herói, admiro o seu saber e gostaria lhe dizer obrigado!

  8. Padre Genésio, por favor… Os bispos deixam seguir o pedido de assinaturas da reforma que leva o timbre da CNBB e não sabem do que se trata? Onde está sua honestidade aí? Fizeram um concílio e até hoje não sabem do que se trata? Não concordam mas deixam seguir? E nós o povo minoritário é que temos de ir até a praça recolher se quisermos ter algo de católico no Brasil? Olhe, eu vou falar respeitosamente com o Senhor que todos devemos deixar a tal reforma seguir, porque se não temos autoridade mais para os bispos mandarem recolher o que é feito em nome deles mas sem o consentimento deles, então, o Brasil já nem tem bispos ou o Lula já manda na CNBB e na igreja local como suprema autoridade e é bobagem lutar por algo que já está perdido ou que quis se perder e que, agora, vem transferir para uma minoria católica a totalidade da responsabilidade de querer ser católica. Isso, para mim, com todo respeito, é tudo jogo maçônico de embate entre propagandas ou correntes de marketing e eu, como católico, não funciono assim em minha relação com a autoridade que desce do Céu. Vai lá e manda buscar e recolher e pronto, porque não é povo que tem tal autoridade!

  9. A situação ético-moral-social do Brasil vem deteriorando-se a olhos vistos, graças à falta de energia de muitos dos sacerdotes e certos bispos – quantos D Luiz Bergonzini que enfrentava frontalmente a CNBB/TL/PT existem no presente? E sacerdotes bem informados e advertindo, como Pe Genésio e uns mais poucos? – e a inercia tem facilitado a introdução e disseminação do comunismo, que é satanismo no sentido estrito do termo e a atuação do FORO DE S PAULO/PT/CNBB/TL do ramo marxista trotskystalinista, estilo anarquista do truculento MST, sendo bastantes evidentes as ações dos desordeiros do partido!
    E o povo? Como ovelhas sem pastor caindo nas garras dos lobos vorazes via midia geral, a qual rejeita o Senhor Deus, facilitando as ações do diabo agindo pelas ideologias e tomar conta!
    Nos últimos 20 anos, quase só ouvi homilias agua-doce, soníferas, sem contundência alguma, em que as palavras “condenação ao inferno, sua existência, as pessoas se condenarem, existência, ação do diabo e os NOVÍSSIMOS DO HOMEM são praticamente nulos”; quando versam nisso, leves referencias e parecem receosos ao falarem – mas entusiasmados versando apenas no Senhor Deus misericordioso, bondoso, doador de graças; entretanto, nunca ao justo, tal como querem os cardeais Kasper e adjuntos da “Igreja” moderna.
    Nesse sentido, parece que o diabo lacrou a boca dos sacerdotes, salvas as exceções!
    O Papa Paulo VI citou acerca da “fumaça de Satanás que entrou dentro das frestas da Igreja”; Pe Gabrielle Amorth dizia que o diabo estava dentro do Vaticano à vontade, e nosso Atanasio, prefaciador do livro de Pe G Amorth, D Manuel Pestana, dizia que “o diabo cruzava triunfalmente os umbrais do Vaticano”; não bastam?
    Que tem feito a Alta Hierarquia da Igreja anti comunismo, e a associação CNBB/TL/PT é reflexo, pois no tempo do saudoso Bento XVI levou dele e de S João Paulo II boas bordoadas!
    Atualmente, como a CNBB/TL disseminam marxismo sob forma de socialismo, como em O DOMINGO da Paulus, a CNBB está assanhadinha e até D Odilo entrou na dança…
    O Papa Leão XIII em 13/10/1884 soube que Deus permitira a Satanás para tentar destruir a Sua Igreja, levou este aviso muito a sério e compôs as Orações Leoninas a se recitarem após cada Missa; em seguida, publicou para os sacerdotes e fiéis o famoso exorcismo de São Miguel contra Satanás e os anjos rebeldes para proteger a humanidade contra as pragas que viriam; S Pio X seguiu nos mesmos parãmetros.
    A Irmã Lúcia falou ao Padre Fuentes sobre a necessidade de cada católico de assumir para si o trabalho de sua própria santificação e não esperar por ajuda de Roma ou de assistência antes de começar. O que é uma declaração terrível para Roma vinda da vidente de Fátima. Quando pensamos nisso, como são relevantes para as nossas próprias vidas quando vemos a falha completa da hierarquia modernista romana em levar almas para Cristo!
    “Padre, não devemos esperar que um apelo ao mundo venha de Roma por parte do Santo Padre, para fazer penitência. Também não devemos esperar que o apelo à penitência venha de nossos bispos em nossa diocese, nem das congregações religiosas. Não! Nosso Senhor já usou muitas vezes estes meios e o mundo não prestou atenção. É por isso que agora, é necessário que cada um de nós comece a reformar-se espiritualmente. Cada pessoa deve não apenas salvar a sua própria alma, mas também as almas que Deus colocou em nosso caminho… O diabo faz tudo o que está seu poder para nos distrair e tirar de nós o amor pela oração; seremos salvos juntos ou seremos condenados juntos”. (Irmã Lúcia ao Padre A.Fuentes).

  10. Discordo do texto do padre Gervásio.

    Não acho que o PT esteja morto e que não será confirmado nas eleições de 2018 pelo desgaste extremo que vem sofrendo: o povo tem memória suficientemente curta (para não dizer falta total de memória) para acreditar em quantos cantos de tantas sereias forem assoprados em seus ouvidos, desde que o canto lhe seja agradável, mesmo que mais falso que uma nota de três reais.

    É só o Brasil melhorar um pouquinho (o que não é difícil, a uma porque o governo está relativamente quieto, e quieto não faz tanta asneira, a duas, porque pior do que estamos é quase impossível) que aparecerão vozes dizendo que “tudo isso que aí está, essa reconstrução do ‘paiz'” é obra do PT. Vozes essas roufenhas, com um português macarrônico e com um forte sotaque nordestino: e dá-lhe adesões esdrúxulas, dá-lhe papo furado, dá-lhe outro mandato.

    E também não vejo tanta influência assim da CNBB. Graças aos seus desmandos e ao seu comunismo, a minoria com firme fé católica não lhe dá confiança; e a maioria, sem fé alguma ou fé rasa como um pires, tem acompanhado – felizmente, mercê de Deus – os políticos evangélicos, que têm postura totalmente contrária àqueles bispos fantoches e são favoráveis à moral e à família.

    Quadra triste esta! Pormos nosso futuro, nossa liberdade, nossa religião e nossa moral nos evangélicos! Que graças ao bom Deus temos e temos bem ativos e barulhentos!

  11. Quer fazer uma boa obra e não dar no futuro seu pescoço para lhe porem coleira e fecho éclair na boca?
    Não dê sua assinatura da tal Reforma Política picareta da CNBB que se ajuntou com a TL e com o maldito PT.
    Não quer isso para o filhos e os amigos e vizinhos, mesmo a nação, também?
    Proceda como acima!
    Mais uma boa obra?
    Propague quanto puder essa obra de caridade, pois é golpe branco do PT com sua partner TL fazendo a CNBB de idiota-útil!
    Quer fazer mais outra boa obra prá valer?
    Faça como eu: fui a uma dessa reuniões de assinatura, botei o pau prá quebrar contra isso, mostrando quem estava por detrás disso, os suspeitos e a canalhice geral.
    Tentaram ficar bravos, mas os refresquei com bons argumentos.
    A reunião acabou e os 2 padres disseram: não tem jeito de continuar e acabou a reunião e só um assinou!

  12. Caros irmãos.
    A situação é realmente muito grave. O erro que não podemos cometer é achar que essa problemática possa atingir somente a esfera político-econômica, devemos ter em mente que o maior risco está na destruição dos alicerces da Fé Católica. Diante de tudo isso, ao contrário de alguns comentários, devemos sim lutar com todas as nossas forças e protegidos pela Virgem Maria, repudiando publicamente as ações de alguns Bispos traidores da fé. O que está em jogo é a salvação das almas. Não adianta somente pensar em minha santidade e minha salvação. Oração e Penitência são essenciais, pois lutamos não contra homens de carne, mas contra o próprio Satanás que quer perder al almas. Mas, esta vida de oração tem que ser acompanhada da luta e da defesa pública de Nosso Senhor e de sua Igreja. Afinal, o próprio Cristo nos disse: “aquele que não se envergonhar de mim diante dos homens, também eu, não me envergonharei dele diante de meu Pai que está nos céus”. Vamos em frente como soldados de Cristo e Filhos queridos de Nossa Senhora.

  13. “Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.”

    R- Padre Genésio, com todo o respeito, eu não diria isso com tanta convicção. Posso afirmar que apenas uma pequena parcela dos eleitores desse partido “tiveram suas fichas caídas”. Mesmo que o partido seja desmoralizado, muitos vão seguir o discurso “mídia golpista”, “vai acabar o Bolsa Família” e outras expressões que me dão nojo.

    Eu tive o desprazer de verificar os resultados eleitorais de muitas cidades do interior do estado onde eu resido e fiquei impressionado com o alto percentual de votantes nesse partido. Chegou a 75, 80, 85% de votos. Garanto ao sr. que, se fizessem uma eleição agora nessas mesmas regiões, o resultado não seria diferente.

    Não é preconceito, sou testemunha ocular, o perfil da maioria dessas pessoas é de não assistir a noticiários, só ligam suas TVs para acompanhar as malditas novelas e programinhas de fofocas. Revistas? Só se for de fofoca.

    No período eleitoral não participam de debates ou verificam o conteúdo das campanhas, vence quem tocar mais vezes e mais alto o jingle de campanha pelas ruas da cidade.

    Esse partido maldito sabe disso e conta com aquelas pessoas que nessas cidades não largam o osso da administração pública. Os anos passam e são sempre os mesmos, de geração para geração, essas familiazinhas que não largam o osso da gestão pública são cúmplices, vassalos do partido.

    Tivemos um cenário eleitoral em que o Brasil foi dividido em dois. E não duvido que esse partido maldito faça o possível, até dividir o país de verdade, para se perpetuar no poder.

    Também não duvido de fraudes eleitorais. Pode-se esperar tudo dessa quadrilha.

    Perdoe-me se o que falei não tem tanta relevância com o assunto exposto. A mesma alienação do povo descrita acima será usada pela CNBB para induzir seus fieis a assinar ou fazer qualquer coisa sob o pretexto da obediência.

    Na cena ocorrida na PUC de Goiânia um daqueles capachos disse “O Papa apoia”. Não duvido se esse discurso está sendo espalhado pela CNBB sob as supostas bênçãos do Papa.

  14. O assunto realmente é muito grave. Somos 200 milhões de brasileiros. O povo está nas ruas contra o governo, que só tem 17 % de aprovação. Não é só a CNBB que está indo contra o povo, é a Igreja Católica como um todo. Ela está abrindo caminho para a instalação de uma ditadura bolivariana contra a vontade e frente ao desespero da maioria da população. A revolta será muito grande se isto se concretizar. Revolta não só dos fiéis, do povo todo, contra o governo e contra a Igreja.

  15. Discordo respeitosamente da opinião do Pe. Genésio.

    O PT não está morto, pelo contrário, está mais vivo do que nunca.

    Senão, vejamos:

    -Ele tem apoio dos Maçons (vice-presidente Temer), dos Banqueiros, do MST, da CNBB, da CUT, da ditadura Gay, dos narco-traficantes, professores da PUC e do zé povinho (inocentes úteis).

    O Brasil caminha-se para uma guerra civil, conf. previsão da Mãe do Senhor aos brasileiros, sob o título de Nossa Senhora das Graças(vide abaixo).

    https://padrepauloricardo.org/episodios/o-alerta-de-maria-para-o-brasil

  16. Caro Sr. Heitor. Salve Maria! Não estou replicando os seus argumentos, mas trazendo a este espaço algumas considerações:

    1-) Desde o mensalão há 10 anos que o PT está para cair…, ora só se estiver caindo para o inferno. Nestes últimos dias tomou posse como Ministro da Comunicação com orçamento de 200 milhões o sr. Edinho Silva (https://fratresinunum.com/2011/11/11/cancao-nova-escandalo-novo-deputado-petista-gayzista-e-perseguidor-da-igreja-estreia-programa/).

    2-) Está para assumir uma vaga no STF o “jurista” Fachim (http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2015/05/fachin-o-silencio-da-cnbb-e-o-decalogo.html).

    3-) Não vejo de longe que há uma graça pelo Triunfo do Imaculado Coração de Maria e a destruição da Rússia Comunista nos últimos acontecimentos, a não ser que os ucranianos (o que duvido muito no momento mas que deram provas de verdadeira reação contra o comunismo), cheguem ao Kremlin e corte a cabeça de Putin e do perigosíssimo ideólogo Aleksander Dugin.

    4-) Aconselho o estudo da guerra psicológica revolucionária, ou a Maskirovka que em russo significa “baile de mascaras”. Toda esta manobra sendo feita no Brasil é com o intuito final de anestesiar as reações. Todas estas manifestações foram em vão. É tudo um baile de Mascaras. O PT não vai cair, já aparelhou tudo o que pode e se pudesse aparelharia o purgatório e o paraíso, mas como Santa Faustina Kowalska disse que o inferno é grandioso, não vai faltar lugar para tanta gente impia.

    5-) Mas digamos que caíssem o PT? Eles largariam o osso na passividade? Se ocorresse uma autentica reação isso seria feito pelas armas. E, mesmo que por motivos estratégicos a maçonaria deixasse o PT cair, quem subiria? De novo o PSDB e o socialismo Fabiano de FHC que foi quem mais fez reforma agrária, terra indígena, aumentou os impostos confiscando a propriedade privada e sucateou as forças armadas mais que o PT.

  17. “Eu peço que vocês sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, nisto peço que se rebelem: que se rebelem contra esta cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar de verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de ‘ir contra a corrente’. Tenham a coragem de ser felizes!” (Papa Francisco, encontro com os voluntários da JMJ, 28 de Julho de 2013)

    Então, o que estamos esperando para colocar esses usurpadores e farsantes da CNBB contra a parede e enxotá-los? Julguemos segundo a justiça (S.João 7, 24)! Temos que questionar sim as autoridades eclesiásticas. Eles devem satisfações a nós fiéis! Não podemos ficar quietos enquanto o joio se alastra em nosso trigo, enquanto a missa é profanada e hereges são poupados. E os inimigos da Madre Igreja, de todos os lados e de todos os tipos, mancomunados contra a Igreja, assistem de camarote e cheios de mexericos a sua triste situação, porque é isso que eles querem ver e é isso que eles gostam. A fé sem obras é morta. Que prevaleçamos com Cristo e com a Igreja! Amén.

    • Apoiou o MST (28/10/14) dizendo isto:
      Solidaridad es pensar y actuar en términos de comunidad, de prioridad de vida de todos sobre la apropiación de los bienes por parte de algunos. También es luchar contra las causas estructurales de la pobreza, la desigualdade… Es enfrentar los destructores efectos del Imperio del dinero…No se puede abordar el escándalo de la pobreza promoviendo estrategias de contención que únicamente tranquilicen y conviertan a los pobres en seres domesticados e inofensivos.Los movimientos populares expresan la necesidad urgente de revitalizar nuestras democracias, tantas veces secuestradas por innumerables factores. Es imposible imaginar un futuro para la sociedad sin la participación protagónica de las grandes mayorías y ese protagonismo excede los procedimientos lógicos de la democracia formal. La perspectiva de un mundo de paz y justicia duraderas nos reclama superar el asistencialismo paternalista, nos exige crear nuevas formas de participación que incluya a los movimientos populares y anime las estructuras de gobierno locales… Queridos hermanas y hermanos: sigan con su lucha, nos hacen bien a todos. Es como una bendición de humanidad.

  18. Assim como há buzinaços e panelaços, que tal iniciar um movimento geral contra a “REFORMA POLÍTICA” de mentira da CNBB nas REUNIÕES PAROQUIAIS?
    Assim como o PSDB está servindo o PT – tempos atrás passava por oposição, FALSA, por sinal, alô Aécio! – é bom não esquecer que a NÃO condenação do PT pela CNBB, que deveria ser religiosa, é só de fachada, está sempre ao lado do PT como parceira, até na questão contra a maioridade aos 16 anos.
    Manifestemos contra ela, não assinem, propaguem não assinar e nas reuniões nas paroquias questionemos quem defenda esse projeto comunista, mostremos quem está por detrás disso para boicotar essa falsa REFORMA POLÍTICA para não dar mais força ao PT, para que ninguém dê assinaturas!
    Vejam alguns dos associados a esse projeto comunista promovido pela CNBB e bispos alinhados:
    PT/FORO DE S PAULO
    CNBB
    CUT e sindicatos, todos ligados ao PT.
    LBL – Liga Brasileira das Lésbicas
    GGB, GLBT e mais grupos gays
    MST/MTST – anarquistas e invasores de propriedades.
    UNE – dos estudantes invasores de reitorias e das drogas.
    VC – Via Campesina, tipo MST
    MMC – Movimento de mulheres Camponesas.
    MEP – Movimentos Evangélicos Progressistas(Comunistas), tipo Marina Silva.
    RNFSDR – Grupos Feministas e pró aborto etc., sendo cerca de 100 grupos, todos esquerdistas.
    Eis aí a CNBB querendo dar uma de ser da Igreja católica, mas tem sido é linha auxiliar do PT!
    Fora com a REFORMA POLÍTICA, com o PT e a CNBB juntos, farinhas do mesmo saco!!!
    Que tal, gente, vamos lá? Parabéns, Pe Genésio!

  19. Prezado padre. Em minha paroquia a N.S. de Fatima em Gravatai, o padre em plena missa de Pascoa nos pediu que assinassemos uma lista em favor da reforma politica. Pensando sobre isso iniciei minhas pesquisas sobre o assunto, ja que acompanhando o ultimo encontro da CNBB, observei algumas divergencias de opiniao. Padre a conclusao que tiro de tudo isso e de que o mal nao dorme, vigiai e orai e o que eu penso. Que nossa Mae Rainha nos proteja desse povo.

  20. É preciso urgentemente que algum jornal ou revista não-petista faça um editorial sobre a CNB do B, mostrando por A + B o que de fato ela é, e quem realmente dá as cartas.
    E que o mesmo órgão considere muito bem o momento perigoso que estamos vivendo, engula seu anti-Catolicismo e não tente associar os desmandos da CNB do B à essência da Igreja com intuito de atacá-la diante dos fiéis. Caso contrário, além de futuramente ter que responder a Deus por essa calúnia (coisa com que normalmente a imprensa não se preocupa), perderá a oportunidade de ter a seu lado os católicos (coisa que deveria ser preocupante para qualquer um que seja sensato).
    Importante também tomar cuidado para não fazer propaganda de qualquer regime, posição, ideologia ou corrente, pois isso também tira a credibilidade da reportagem. É pra falar da CNBB e só.

    Eu sugeriria os seguintes pontos:
    1 – Por que a CNBB não é a Igreja e pode errar mesmo diante da concepção católica de que Deus guia a Igreja (isso é um esclarecimento ao católico leigo).
    2 – O que é a Teologia da Libertação e a sua força dentro da CNBB (explica as razões da CNBB agir da forma que age: marxista).
    3 – Mostrar a estrutura interna da CNBB (isso é uma caixa-preta à grande maioria dos católicos), demonstrando que quem dá o tom são os consultores, os analistas de conjuntura, e que esses aí estão lá na década de 70 (e do lado da União Soviética). Os bispos só referendam (alguns alegremente, outros descansadamente).
    4 – Pra não ser um ataque aos bispos em si, escrever um esclarecimento sobre a dificuldade que seria para um bispo, e sobretudo para um padre, ir contra a estrutura da CNBB. Com a ressalva (para também não ser uma defesa cega dos bispos) que muitos gostam e aprovam a orientação marxista da Conferência.

    • Eu sugeriria a expulsão destes bispos comunistas de dentro da Igreja Católica e a extinção da CNBB. Não tem como separar, ficar dizendo que não é da Igreja,da hierarquia , etc…não cola. A Igreja é Santa e a CNBB é do satanista Marx ? É mais importante sanear o corpo da Igreja, principalmente bispos e cardeais, do que o banco do vaticano.

    • Certamente, Juliano. Só que isso só pode ser feito pelo Papa e os cardeais.
      Minha sugestão seria cabível para algum órgão de impressa minimamente sério e preocupado com os rumos que esse país vem tomando (ou seja, um órgão não alinhado ao petismo), já que é visível que a CNB do B está sendo um instrumento para perpetuação do PT no poder. Não resolve o problema da CNBB ser marxista, muito menos o problema da crise na Igreja. Apenas expõe claramente a atual função da CNBB no nosso panorama político. Quando se expõe o mentiroso, enfraquece-o.

  21. Devemos fazer uma campanha e colher assinatura pedindi a extinção da CNBB e a excomunhão definitiva desses Bispos que apoia o PT, o comunismo e o socialismo.

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