Novos bispos para Santo André (SP) e Janaúba (MG).

Divulgadas hoje, no Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, as seguintes nomeações episcopais:

Dom Pedro Carlos Cipolini, até então bispo de Amparo, é nomeado novo bispo diocesano de Santo André, SP. Cipolini, atual presidente da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB, substitui Dom Nelson Westrupp, SCJ, que renunciou ao atingir a idade de 75 anos, conforme previsão canônica.

Dom Guerrino Riccardo Brusati, até então bispo de Caetité, é nomeado novo bispo diocesano de Janaúba, MG.

Os leitores que tiverem mais informações sobre os bispos podem deixá-las na caixa de comentários.

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19 Comentários to “Novos bispos para Santo André (SP) e Janaúba (MG).”

  1. Pobre Santo André! Pior que tá, fica!

    • Abençoada Santo André! Melhor que já tava, ficará!

    • Pelo visto Eduardo Gregoriano conhece de perto o trabalho de dom Pedro Carlos Cipolini.
      Moro na diocese de Amparo; confesso que não entendi o comentário pejorativo do Eduardo.
      Posso afirmar que há bispos bem piores.
      Desejo sucesso ao novo desafio de dom Pedro.

    • Fica pior mesmo. Dom Cipolini é inimigo declarado da Tradição, tanto que aqui na diocese de Amparo nenhum padre pode celebrar a Missa segundo o Rito de São Pio V. Palavras do próprio bispo: – Na minha diocese a única liturgia é a do Vaticano II. Já vai tarde!

  2. A CNBB tem uma Comissão para Doutrina da Fé?

  3. A CNB do B tem uma Comissão para a Doutrina da Fé????

    Imagino o nível dessa “comissão”…

    Devem usar o Credo Bolivariano.

    • Temeridade: falar negativamente sobre o que não se conhece. É a pior chaga que pode acometer um tradicionalista e desacreditar toda o o grupo.

  4. Lembram-se de D Nélson Westrupp?
    Aquele que, junto como o Leão de Guarulhos, D Luiz Bergonzini, avalizou a campanha anti Dilma em 2010 nos folhetos anti aborto, de não lhe darem votos por ser incompatível um católico apoiar uma candidata e partido oficialmente abortistas e que teria havido até mesmo da CNBB restrições aos comportamentos deles!

    • Padre Jefferson de São Caetano que o diga, foi perseguido por Dom Nelson que não gosta da liturgia tradicional, não se opunha ferrenhamente mas não o apoiava, tanto é assim que foi transferido de duas paróquias em menos de 2 anos. Sai Dom Nelson o deixando pároco no distante e pequeno distrito de Ribeirão Pires, praticamente no “meio do mato”. Vamos ver o que acontece agora.

    • Pe. Jefferson recebeu autorização de D. Nelson para celebrar segundo a forma extraordinária para uma comunidade de fiéis apegados ao antigo modo de celebrar: transferiu-o de uma igreja pobre e periférica para uma mais visível e economicamente estável.

      Posteriormente, em razão das necessidades pastorais da grandiosa diocese, com seus quase 3 milhões de habitantes, elegeu-o pároco no município (e não distrito, como equivocadamente dito acima) de Ribeirão Pires, onde há uma comunidade simples, mas muito apegada à Tradição em sua forma de rezar celebrar.

  5. Meus caros,

    Gostaria de saber se alguém tem informações sobre a a figura de Dom Pedro Cunha, novo bispo da Diocese de Campanha-MG. Vos agradeço.

    • Caro Sobrinho, como Bispo auxiliar aqui do Rio de Janeiro, mostrou-se zeloso pela liturgia e piedoso. Um detalhe interessante é que respondia, até agora, entre outras, pela chamada pastoral da política e, no ano passado, encabeçou um movimento de formação dos católicos para votar de forma consciente e de acordo com a doutrina da Igreja, com vídeos inclusive na webtv Redentor (não sei se ainda estão disponíveis), emissora da Arquidiocese. Parece possuir uma formação teológica de acordo com o Magistério de sempre, dedicado que estava à formação dos seminaristas (algo que, no Rio de Janeiro, pelo menos, ainda é relativamente preservado) e à escola superior de Ciências Religiosas (formação teológica para leigos, a cargo do bispo auxiliar emérito Dom Karl Josef Romer, valoroso paladino da ortodoxia católica dos bons tempos de Dom Eugênio Sales e que, por isso mesmo, creio eu que não teria aceitado Dom Pedro lá, caso sua ciência teológica não se mostrasse conforme ao Magistério de sempre).
      Dom Pedro foi padre originalmente aqui mesmo do Rio e formou-se, desde seminarista, nesse ambiente bom, doutrinalmente são.

  6. Tenho pena de Santo André. Nem vou discutir. Apenas aguardem. O tempo vai mostrar.

  7. Recentemente, foi ordenado um novo bispo para a diocese de Garanhuns-PE. Foi o pe. Paulo Jackson. Ele era pároco em Belo Horizonte. Alguem tem mais alguma informação sobre o mesmo?

  8. Pelo visto Eduardo Gregoriano conhece de perto o trabalho de dom Pedro Carlos Cipolini.

    Sim! Desde quando ele era padre.

  9. Quem conhece o Cipolini desde quando era padre de Campinas sabe que a frase do Eduardo Gregoriano faz algum sentido (e muito!). Não digo pelo bispo anterior, porque não conheço, tampouco a Diocese de Santo André. Rezemos pela diocese de Santo André. E, Deus seja louvado pela transferência, pois os padres de Amparo foram salvos com essa nomeação. Que Deus prepare um bispo bom para Amparo, pois desde sua criação a experiência episcopal lá não foi das melhores.

    • Como bispo de Amparo, Dom Cipolini foi uma lástima assim como seu antecessor. Diocese sofrida essa com alguns padres bons que sentem carinho pela Tradição mas são obrigados a ocultar isso. Eu sou de Itapira e sei bem o que estou dizendo.