A Romaria de Gercione Lima.

Nossa cara colaboradora relata todo seu itinerário espiritual de Roma a Zaitzkofen.

No dia 15 de Julho saímos de Toronto com destino a Roma. Nossa primeira parada foi Paris onde nos encontramos com o restante dos peregrinos provenientes dos quatro cantos do mundo: duas senegalesas, uma família do Japão, dois chineses, duas famílias da Indonésia e uma mistura de canadenses dos mais diferentes backgrounds. Estávamos acompanhados por dois sacerdotes da FSSPX que eram nossos diretores espirituais e guias. No total formávamos uma caravana de 32 romeiros em direção à Roma Eterna. Cabe lembrar que o  termo “romaria” surgiu no séc. XIII, para denominar o caminhar dos devotos cristãos em direção a Roma (daí o termo “romaria”).

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9 Comentários to “A Romaria de Gercione Lima.”

  1. Gercione, que viagem maravilhosa! lindas as fotos! Gercione eu te invejo!!!

  2. Que bom saber que ainda há catolicidade na Áustria e na Alemanha, a despeito das tentativas de aniquilamento. Que bom saber que Gercione foi a digna representante do Brasil nesta romaria.

  3. Gercione
    Obrigada por compartilhar conosco essa belíssima peregrinação. Lindas as fotos!
    Mas é como você observou, no meio dessa beleza tão grande, dessas igrejas tão majestosas, a fé do clero e do povo católico tão esvaziada.

    • Lindas fotos. Mas…

      Ir ao coração da Europa é fácil, agradável, quase “romântico”.

      Para o próximo roteiro, à tão combativa e rápida no gatilho Gercione (que não poupa nem a Bento XVI!!!) sugiro a Síria (berço da Igreja), o Egito e o Líbano.

      Áridos e infestados de muçulmanos… Mas em meio ao desprêzo do mundo todo, fiéis até o sangue.

      Lá, de onde veio nossa Fé, corre sangue fiel, desprezado pela Cúria, quiçá por quem mais.

      Gercione, conte comigo então. Farei questão de ir à frente.

      E compartilharemos com aqueles irmãos – longínquos dos tranquilos e confortáveis Canadá e Brasil – a bravura que hasteamos por aqui.

      E então aprenderemos, juntos, sobre como somos ignorantes, soberbos, vazios e covardes.

      IC XC
      +
      NI KA

    • Jairo,
      Segundo o preceito do Senhor “se vos perseguirem numa cidade, fugi para outra” (Mt 10, 23), não há sentido em se expor *gratuitamente* ao perigo. O Apóstolo mesmo nos fala de haver fugido de Damasco (2 Cor 11, 32), que, como vc bem sabe, é na Síria, escondido dentro de um cesto etc. No entanto, se fosse inevitável e necessária para honra e manutenção da Igreja ou a salvação das almas, alguma viagem de Gercione às regiões onde os carnífices infiéis se banham no sangue dos batizados, então tal viagem teria todo sentido.

      Quanto, porém, ao covarde silêncio do maçônico Vaticonu, vc tem toda a razão. Trata-se de mais uma vergonha a que os atuais péssimos ocupantes da Santa Sé expõem a Igreja católica. Mas eles hão de pagar por isso, nesta vida ou depois da morte. E o que essa gente mais precisa é ser provada; quem sabe assim essa caricatura de cristãos saia do comodismo, do ecologismo, do ecumenismo, da sodomia, do esquerdismo, da vaidade satânica de querer alterar a doutrina da Igreja, saia, enfim, da apostasia prática em que se afunda, clamorosamente, todos os dias.

      Longa vida aos cristãos perseguidos por causa de seu batismo. Que o Senhor lhes envie de Sião o auxílio oportuno, a eles que são a honra da Igreja e a fazem crescer com seu sangue

  4. Belíssimo relato. Lamentável apenas a insinuação a Bento XVI. Ao que reza a lenda petrina, o Apóstolo estava no pleno vigor das forças quando retornou à Cidade Eterna para ser martirizado.

  5. Dois Bispos, Antônio e Lefebvre – idosos, caluniados e isolados – deixaram uma herança valiosíssima: a identidade católica. Quantas pessoas foram beneficiadas por seus sofridos ministérios! Hoje, fazem das nossas igrejas casas de tolerância: o galego Carral, vergonha do clero e do nome “cristão”, vergonha dos batizados, vergonha de seus pais e avós, vergonha dos santos de sua pátria e vergonha da pátria que o acolheu, continua aí dando guarida à impostura, ao pecado e à morte.

  6. Maravilhosa viagem! Graças a Deus pela oportunidade que tiveram.
    Mas gostaria de fazer uma observação quanto a frase que disse de Bento ter fugido por medo dos lobos. Acho que não quis dizer bem isso, né Gercione? voce também o admira muito e confia nele. Eu também não entendo e não gostei da renúncia dele, mas comparo com a entrega de Jesus aos seus inimigos, no momento em que todos esperavam tudo dele. Na hora em que parecia ter tudo em mãos, Ele se entregou em sacrifício. Não fugiu da briga, embora aparentemente tenha entregue o jogo. É que sua vitória se daria de outra forma. Penso que de alguma forma Bento XVI fez o mesmo.
    E obrigada pela partilha do dom dessa viagem.

  7. Deus te abençoe Gercione!