Padre Rodrigo Maria fala.

Em resposta a leitora de Fratres in Unum.com, Padre Rodrigo Maria esclarece sua situação canônica, bem como sua posição junto às obras religiosas Arca de Maria e Opus Cordis Mariae.

Padre Rodrigo Maria

Padre Rodrigo Maria

Caríssima Maria, não costumo responder a comentários na internet, mas acredito que é oportuno responder às perguntas que você fez a fim de esclarecer também a outras pessoas que possam ter as mesmas dúvidas. Desde já agradeço a oportunidade.

“O Padre Rodrigo pode não ser o superior, mas tudo nessa Fraternidade tem a característica dele”

R- Fui fundador da Fraternidade Arca de Maria, comunidade à qual pertenceu boa parte daqueles que hoje compõe a OPUS CORDIS MARIAE. Alguns deles, que são hoje dirigentes da nova Fraternidade, estiveram comigo por mais de 10 anos, sendo formados por mim. Portanto, é natural que reflitam a formação que receberam, mas não apenas isso: a OPUS CORDIS MARIAE foi fundada pelos irmãos e irmãs que hoje estão à frente da mesma, com a devida orientação e apoio da autoridade eclesiástica, a fim de viverem o carisma que me foi inspirado, da maneira como foi inspirado e aprovado pela Igreja. O bispo que orientou toda fundação da OPUS CORDIS MARIAE (Dom Rogelio Livieres) discerniu que o carisma que aqueles irmãos e irmãs haviam abraçado era autêntico e justificava a fundação de uma nova fraternidade com o propósito de vivê-lo, o que realmente foi feito após Dom Livieres consultar Roma (Congregação dos Religiosos) e obter o voto favorável para a dita fundação. Sendo assim, é muito natural que se encontrem neles muitos elementos da formação que eles receberam. São jovens bons que amam a Igreja e querem ser santos. Refletem Maria a quem são consagrados e de quem são Apóstolos.

“Por que ele teve que sair da Arca?”

R- Eu não tive que sair, mas sim fui afastado. O pretexto dado para o meu afastamento foi que minha presença na Fraternidade atrapalhava a Visita Apostólica que estava sendo realizada. Foi determinado pela Congregação dos Religiosos que eu não poderia ter contato com os membros até o fim da visita, a qual terminou em novembro de 2014. Nenhuma outra razão foi alegada para o meu afastamento, embora de modo oficioso autoridades e colaboradores(as) das mesmas, disseminaram, de maneira leviana, as mais pérfidas acusações a meu respeito… Mas, para se compreender o que realmente aconteceu é preciso compreender a atual situação da Igreja que possui hoje em seu quadro dirigente muitos senhores que têm por programa combater e neutralizar todas as pessoas e movimentos que são considerados conservadores e que, de certo modo, representam um ”modelo de Igreja” que eles querem ver sepultado. Todos os que não se adequam ao relativismo revolucionário reinante e ousam pregar a imutável doutrina católica estão debaixo de perseguição.

Não possuo nenhum vínculo jurídico com a OPUS CORDIS MARIAE. Os ajudei enquanto estive no Paraguai, mas saí daí já fazem quatro meses e onde vivo não há casas dessa comunidade, assim como não vive aí nenhum de seus religiosos.

Quem quiser saber a história dessa nova Fraternidade deve se dirigir diretamente a eles, pois poderão falar por eles mesmos.

”Porque foi suspenso? Qual foi o engano?”

R- Como bem disse um bispo amigo: “O nome disso é perseguição”… fui acusado de desobediência e sofri um ”processo” administrativo por conta dessa acusação. O processo foi feito por um Vigário Geral, que aproveitou-se da ocasião de confusão em Ciudad del Este e quis, como se diz: ”jogar para a galera”, lançando-me na fogueira em um momento em que muitos queriam (e querem) minha cabeça (infelizmente, a Igreja está cheia desse tipo de gente sórdida que se presta a esse tipo de serviço sujo com os olhos em alguma vantagem pessoal ou promoção)… o tal ”processo” durou duas horas. O afã em querer prejudicar e de dar satisfação aos perseguidores foi tão grande que fez com que o promotor do “processo”, ancorado no poder que possuía naquele momento, perdesse todo senso de justiça e também do ridículo, de modo que o ”processo” foi todo viciado e completamente fora das normas do Direto Canônico. A saber:

A- Fui avisado do “processo” apenas um dia antes de comparecer em juízo;

B- O mesmo Vigário Geral que foi o acusador no “processo” foi também o fiscal e o juiz do mesmo “processo”;

C- O “processo” durou exatamente duas horas;

D- Não foram apresentadas provas conclusivas de NADA;

E- Não me foi dado o direito de constituir defesa;

F- Não me foi dada a oportunidade de falar com o bispo (como manda o Direito Canônico), com quem tive sempre ótimo relacionamento, para esclarecer o que se estava chamando de desobediência, pois todas as coisas das quais fui acusado de fazer em “desobediência” na verdade eu possuía a autorização do bispo para fazê-las…mas… não tinha passado pelo Vigário Geral…;

G- A sentença fulminante que foi dada expressa toda a fúria persecutória daquele que moveu o “processo”: mesmo sendo um “processo” ADMINISTRATIVO, aplicou-se indevidamente, uma das mais duras penas de um processo PENAL: a proibição de celebrar pública ou privadamente, na diocese ou fora dela qualquer sacramento ou sacramental…;

O então Vigário Geral, que fez esse ”processo” infame, me acusou de desobediência por eu ter ido três vezes ao Brasil (sendo duas para completar um tratamento dentário e uma para visitar meu pai que estava gravemente enfermo), por estar fazendo os Hangouts na internet (pois segundo ele, era apostolado fora da diocese, uma vez que pessoas de fora da diocese o assistiam!…), por dar assistência ou falar com ex-membros da Arca de Maria, entres outras coisas do mesmo porte…o que é necessário se saber é que: TODAS essas minhas ações foram permitidas pelo meu bispo, o que torna falsa e caluniosa a acusação de desobediência… é evidente que esclareci tudo isso durante as duas horas que durou o processo, mas não foram aceitas minhas alegações…prevalecendo o desejo de destruição a minha pessoa por parte do detrator, o que levou a aplicação da pena sem que se fossem apresentadas provas e sem que houvesse o direito a defesa, passando-se assim por cima de todas as prerrogativas do Direito.

O tal Vigário Geral chegou a tal grau de sordidez que acusou-me de ter inventado uma doença para meu pai a fim de “dar voltas por aí”… foi necessário que eu trouxesse os documentos do hospital e do médico que assistiu meu pai durante o período que ele esteve na U.T.I…

Aconteceu que no próprio decreto de punição me era dado o prazo de 10 dias para recorrer, o que assistido por excelente advogado canônico, foi feito em tempo hábil. Embora houvesse tentado muito, não consegui ter acesso direto ao bispo. Quem conseguiu protocolar minha defesa e entregar cópia da mesma ao bispo que estava saindo de viagem para Roma foi o anterior Vigário Geral, muito próximo do bispo e superior de comunidade daquele que era então o Vigário Geral. Quando o bispo (Dom Rogelio Livieres) se inteirou do que realmente estava acontecendo, procurou corrigir o erro e restabelecer a justiça. Ocorreu, porém, que, em Roma, o bispo foi deposto e quando voltou não tinha mais autoridade para fazê-lo, embora tenha realmente tentado. Entretanto, Dom Livieres, mesmo deposto, escreveu ao bispo que o sucedeu no governo da diocese pedindo ao mesmo que aceitasse o meu recurso e corrigisse aquela situação. De fato, um mês depois, o decreto de suspensão foi revogado por outro decreto que me restituía parcialmente o uso de ordens, sendo que o restante foi sendo dado aos poucos, até que pude ministrar todos os sacramentos, mas permanecendo a restrição de, fora da diocese de Ciudad del Este, fazê-lo apenas privadamente. Aconteceu que, em janeiro de 2015, apresentei o pedido formal para deixar a diocese de Ciudad del Este, o que me foi concedido de forma escrita em abril desde ano. Tendo sido acordado que o bispo que me acolhesse me daria uso pleno de ordens, o que de fato aconteceu, sendo essa minha situação atual. Talvez seja útil dizer que possuo a documentação escrita do que acima está afirmado.

“Por que falar mal do bispo? Por que não obedecer?”

As perguntas acima estão mal formuladas, pois já contêm acusações antes de buscar os devidos esclarecimentos. Em se tratando do bispo de Limeira, o que se viu foi a reação de algumas pessoas que conhecendo de perto a realidade, responderam às falsas, graves e caluniosas acusações que o mesmo fez a meu respeito assim como a toda uma Fraternidade, no caso a OPUS CORDIS MARIAE.

Possuir um cargo na Igreja não é salvo conduto para caluniar e difamar ninguém, antes a nobreza da função impõe a necessidade de uma muito maior vigilância e prudência nas atitudes. Jamais deve ser tida como atitude de humildade o calar-se diante de injustiças gritantes, ainda que vinda do alto, de nossas autoridades que deveriam ser mais coerentes e empenhadas de dar exemplo da caridade e amor ao próximo que tanto apregoam.

O que vossa excelência fez foi verdadeiramente grave e deve sim ser corrigido e reparado.

Quanto à obediência, sou eu que agora pergunto: em que o bispo foi desobedecido?… As acusações que o mesmo fez foram totalmente gratuitas, não encontrando nenhum respaldo na realidade. Me informei diretamente com os que foram acusados e eles afirmaram que nenhum irmão jamais celebrou ou tentou celebrar naquela diocese, que não receberam bens, nem mesmo proposta de doação de nenhuma pessoa ou família ali, que não foram a Descalvado-SP e não têm ou tiveram nenhuma vocação dali… de onde o sr. bispo retirou essas informações? Gostaríamos também de saber… e o que é muito mais grave: afirmar que essa Fraternidade não tem comunhão com a Igreja (sic!), quando a mesma nasceu orientada e aprovada por um bispo da Igreja e possui aprovação canônica de seus seus estatutos, modo de vida e mesmo das orações…essa atitude foi realmente muito leviana, pois a afirmação é falsa e portanto caluniosa, especialmente por ser ele um bispo da santa Igreja.

As pessoas e instituições têm o direito ao bom nome, e cabe a quem acusa provar tudo quanto diz, sob a pena de justamente ser classificado como leviano, difamador e caluniador.

E para os pretensos ”humildes” ou ”incondicionalmente obedientes” que pensam agradar a Deus apoiando o erro de uma pessoa pelo simples fato de ser uma autoridade, respondo com Pio XII: “A verdade é uma barreira que nem mesmo a ‘caridade’ pode transpor” . Realmente, é preciso muito mais humildade para suportar a perseguição e a execração do que para se submeter ao capricho de algumas autoridades a fim de salvar a própria pele.

Devemos amar as pessoas e não os erros que elas cometem.

Desejo de todo coração que a normalidade se restabeleça e que nossas autoridades compreendam que o respeito e obediência que lhe devemos não implicam em concordar ou apoiar seus erros e mazelas. Não apenas os fiéis, mas também os padres e bispos devem obedecer ao Evangelho e à Santa Igreja.

O perdão cabe a todos os que se arrependem. Que celebremos nossa unidade, na Verdade e Caridade de Cristo.

Pe. Rodrigo Maria, escravo inútil da Santíssima Virgem

49 Comentários to “Padre Rodrigo Maria fala.”

  1. Uma tal perseguição na Igreja não se pode atribuir senão à ação do próprio Satanás. Em um tempo em que cristãos são mortos aos milhares, assistimos ao ensurdecedor silêncio do Papa e de muitíssimos bispos e igualmente, nos deparamos com atitudes não cabíveis nem mesmo ao menos espiritual dos leigos, sendo praticada por um bispo – queira Deus, muito mal informado somente-. Será que padre bom não pode usar batina, falar de céu, inferno, purgatório, santidade, pecado e virtude? Bons, somente aqueles que se apresentam de calças apertadas, chapéus, óculos escuro e nada que os identifique como padres e que falem de sentimentalismos, ecumenismos, etc?
    As autoridades da Igreja que abram seus olhos, a juventude se cansou de discursos vazios no lugar das pregações, cansou-se de uma mística sem horizontes no lugar de uma espiritualidade certeira e ruma ao céu e o Reinado de Cristo. E, por mais que intentem os progressistas dentro da Igreja, Ela, a Noiva Imaculada do Cordeiro, se levantará com força, com jovialidade, sem rugas nem manchas e portando as certezas de sempre, a linguagem de sempre, as práticas salutares de sempre, voltará a refulgir as Glórias de seu Divino Esposo pelo mundo todo. Persistamos, pois as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. Lembremos que é na nossa perseverança que confirmamos a salvação da nossa alma. Lucas 21:19

  2. Parabéns, Pe. Rodrigo Maria!!!

    Lembre se..

    Disse Nossa Senhora em Akita.

    “O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor”.

  3. Se o padre estivesse negando a ressurreição de Cristo, a virgindade de Nossa Senhora, apoiando casamento gay ou usando a Igreja para fazer campanha para o PT estaria circulando livre e tranquilo por aí, mas ele resolveu ser católico e isso hoje em dia é algo inaceitável para grande parte do clero.

  4. Padre Rodrigo, o senhor esclareceu bem todas as questões! Só teria a fazer uma última pergunta: em qual diocese o senhor se encontra atualmente?
    Deus abençoe o seu apostolado!

  5. É de embrulhar o estômago ler o que este padre passou, mas tem gente que diz:

    “Ouso dizer: a Igreja nunca esteve tão bem como hoje”

  6. Padre Rodrigo não é o único a sofrer este tipo de perseguição, calúnias e difamações.
    Existe sim uma ação orquestrada por bispos marxistas em perseguir padres e religiosos que não se submetem a seus abusos.
    É uma lástima o que estão fazendo com a Igreja.

  7. Ao ler o que o Pe. Rodrigo passou só me faz lembrar de uma grande verdade: “Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus”. Fé e paciência diante dessa grande provação, padre.

  8. Padre Rodrigo Maria
    Sua benção!

    O senhor foi perseguido porque não é um padre showman.
    O senhor foi perseguido porque usa uma batina escura bitolada.
    O senhor foi perseguido porque não dociliza os Mandamentos de Deus.
    O senhor foi perseguido porque diz que o purgatório não é uma Colônia de férias, que a coisa lá é muito dura e muito quente.
    O senhor foi perseguido porque crê piamente no Inferno e leva os outros a crerem e a temê-lo também.
    O senhor foi perseguido porque diz que aquele que peca mortalmente, enquanto não se arrepende e não se confessa leva o carimbo do diabo.
    O senhor foi perseguido porque diz claramente que a falta de modéstia no vestir-se leva milhares de jovens ao pecado grave.
    O senhor foi perseguido porque não comunga com o maldito e diabólico comunismo.
    O senhor foi perseguido porque fala claramente sobre o pecado das práticas homossexuais que bradam aos Céus por vingança.

    E, infelizmente, hoje, na igreja do “quem sou eu pra julgar” isso tudo incomoda. É melhor ficar de boca bem fechada.

  9. Nossa Senhora das Dores vos ensine o segredo do silencio diante das perseguições.” Sofrer..sem deixar de Amar”. Paz, Saúde e Honra!

    • Paz de Cristo!

      Caríssima Karla Christina, gostaria de fazer algumas considerações sobre a sua crítica e sugestão ao martírio silencioso diante da perseguição caluniosa.

      Aconselho vivamente a leitura do Catecismo da Igreja Católica relativos ao 8º mandamento.

      Faço alguns destaques.

      Nº 2479:

      Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora a honra é o testemunho social prestado a dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.

      Nº 2484:

      A gravidade da mentira mede-se pela natureza da verdade que ela deforma, atendendo às circunstâncias, às intenções de quem a comete e aos danos causados àqueles que são suas vítimas. Embora a mentira, em si, não constitua mais que um pecado venial, torna-se mortal quando lesa gravemente as virtudes da justiça e da caridade.

      Nº2487:

      Qualquer falta cometida contra a justiça e contra a verdade implica o dever da reparação, mesmo que o seu autor tenha sido perdoado. Quando for impossível reparar publicamente um mal, deve-se fazê-lo em segredo; se aquele que foi lesado não pode ser indemnizado directamente, deve dar-se-lhe uma satisfação moral, em nome da caridade. Este dever de reparação diz respeito também às faltas cometidas contra a reputação alheia. A reparação, moral e às vezes material, deve ser avaliada segundo a medida do prejuízo causado e obriga em consciência.

      Honra e Força!

    • A senhora Karla disse “vos”, isto quer dizer que a senhora já pratica esse silêncio? Já conhece o segredo? Será que é assim tão virtuosa com aqueles que contrariaram a sua vontade ou caprichos? Será que se cala diante da injustiça feita sobre a sua pessoa? Nunca se revoltou contra o seu patrão, o seu colega de trabalho, contra o seu marido ou namorado? Será que perante a injustiça (ou mesmo com a razão) destas pessoas calou-se sempre e simplesmente deu a sua outra face ? Não acredito no seu falso silêncio.
      É fantástico como esta gente progressista exige uma falsa perfeição àqueles que lutam pelo verdadeiro evangelho mas por outro lado são condescendentes com o pecado daqueles que querem destruir a Igreja, , “quem sou eu para julgar?”. O pecado é permitido e quanto mais grave ele for melhor, não têm medo de lutar pelos direitos dos homossexuais às suas práticas satânicas, o direito a comungar o corpo de Cristo em pecado mortal, tudo isto é bom, quanto mais se afunda a alma humana no esterco do pecado melhor,mais contentes ficam estas pessoas com as suas máscaras de falsa humildade.
      Minha senhora “”Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão. Mateus 7:3-5”

  10. O atuante Pe Rodrigo Maria não encontra em meio aos sacerdotes “generosos” com as ideologias, como com o PT, que ele critica abertamente, sem receios!
    E mesmo a direção da CNBB alheada ou conivente com os comunistas perversores da sociedade, deixada aos abutres das ideologias, implantadores de aborto, pedofilia, ideologia de gênero e perseguidor formal da Igreja, dentre mais: ele os repele formalmente e os desmistifica, sem temores!
    Se tivéssemos centenas de sacerdotes dessa nobre estirpe, o Brasil seria outro: não estaria enfrentando a grave crise ético-moral, religiosa e consequentemente econômica pela falta de pastores que interpele o rebanho para não cair nas garras dos inimigos do Senhor Deus, da Igreja e dele também, já que são material-ateístas, amantes dos prazeres e do deus dinheiro, nada mais!
    Uma gloria do clero; pena que por isso seja perseguido!

  11. Padre Rodrigo Maria, Parabéns!! Repito o que o irmão comentou mais acima, fé e paciência diante desta grande provação. Deus te abençoe e Nossa senhora o coloque sob seu manto sagrado. Deus seja Louvado!

  12. Tenho a honra de conhecer pessoalmente o Padre Rodrigo Maria e posso atestar que é um verdadeiro Padre, com P maiúsculo, um santo homem de Deus. Um dia Deus o recompensará infinitamente por todas essas tribulações. Como o Sr. sempre me diz, eu te digo agora: “Coragem”!

  13. Muito mais apreço tenho ao Padre Rodrigo Maria, que não conheço pessoalmente. Sua coragem é própria dos grandes santos e mártires.
    O que todos nós sabemos é que há um grande esforço por parte de alguns investidos de ministérios e ou cargos na Igreja atual em sufocar e aniquilar sem piedade os que o Espírito Santo vem suscitando para defender a verdadeira fé.
    Para os que aplaudem os delírios dos dominantes, tudo é bom e permitido, é fruto do Espirito Santo.
    Já os que defendem a fé, os que restauram os valores perdidos ou que alguns, em nome do espírito do Concílio Vaticano II, insistem em extinguir, são tidos como hereges.
    Coragem, Padre Rodrigo! Pode acontecer com a Arca de Maria o que vem acontecendo com os Franciscanos da Imaculado ou o que já está em prática na Toca de Assis.
    Por falar nele, acredito que o tempo vai mostrar que aconteceu ao Padre Roberto Lettieri o mesmo que aconteceu a Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.
    É parte do martírio incruento a verdadeira Igreja sofre tudo o que está acontecendo.
    Infelizmente, temos um Papa que também tem pavor à tradição e quer agradar a gregos e troianos.

  14. Padre Rodrigo Maria, estou com você, Nossa Senhora e Jesus.

  15. Santa Madre Paulina foi acusada injustamente e de superiora/fundadora se tornou uma irmã comum. Ela sabia que a Obra não era sua, mas de Deus, por isso não acusou a ninguém…Como faz falta a santidade hoje em dia na Igreja e como o amor próprio predomina…

  16. Em tempos “normais”, uma carta pública desse teor, vinda de um sacerdote, seria impensável. Primeiro se obedece e depois, também. É claro que um sacerdote pode e deve expor aos prelados o que ele pensa, sobretudo se foi perseguido, mas, na vida dos santos, o que mais encontramos é paulada levada em silêncio. É por ai que a Igreja e as congregações religiosas crescem.

    Mas em tempos normais, simples leigos como nós não teríamos que protestar – palavra perigosa – contra os desmandos e absurdos cometidos pelo clero. Talvez tivesse sido melhor que a carta seguisse em sigilo para o tal bispo e também, talvez, para a nunciatura apostólica.

    • Sr Santiago. R, fico cá imaginando qual seria a sua opinião sobre a fuga espetacular de São João da Cruz da prisão imposta por seus superiores depois de longos 9 meses de encarceramento.

      Pergunto ao senhor: Deveria São João da Cruz ter evitado a sua fuga espetacular para não causar notícia sobre os seus perseguidores?

      Gostaria de recordar o que se dizia sobre os Descalços: “são um grupo de homens rebeldes, indisciplinados e desobedientes”.

      Santa Tereza D’avila também não escapou da fúria acusatória e foi definida como ” “mulher inquieta, andarilha, desobediente e contumaz que sob a aparência de religião, inventa doutrinas errôneas”

      Honra e Força!

    • Caro Santiago, embora acredite compreender a intenção de seu comentário, acho importante lembrarmos que “em tempos normais” também sites como este e comentários como os nossos em relação ao clero (e mesmo ao Papa) seria impensáveis. Mas, da mesma forma, a situação da Igreja nos dias atuais também seria impensável noutros tempos. Logo, assim como cremos ser necessária a posição que nós (simples leigos católicos) temos tomado diante da – impensável – situação atual, também mostra-se necessário que padres fiéis se levantem, não por rebeldia ou desobediência, mas sim em nome da Fé e da Verdade.

    • Prezada Nadia Lima,

      O eu que disse? “Em tempos normais”… Mas nunca, em “tempos normais”, um presbítero vem a público dizer um iota sequer de algum bispo. Agora, volto a trabalhar antes que algum leitor problemático e furibundo venha recriminar, em mim, os seus próprios hábitos. Enquanto uns fumam, se encharcam de café ou roem as unhas em seus intervalos de trabalho, eu procuro defender a Religião. Que pena que satanás e os seus se incomodem com isso.

  17. Esta frase do padre, diz tudo, sobre a direção atual, da Santa Madre Igreja: “Todos os que não se adequam ao relativismo revolucionário reinante e ousam pregar a imutável doutrina católica estão debaixo de perseguição.”.
    Desde a assunção do papa argentinho, tudo anda mal!

  18. Padre Rodrigo Maria só espero que tudo se resolva.
    O senhor Pe. foi e tem sido muito importante na minha conversão.
    Terei sempre o senhor Pe. nas minhas orações.

  19. Que raios de prudência é essa que um ou outro exige do Pe. Rodrigo? Por que não se calam? Deixem o homem em paz sem seus vãos conselhos de “virtuosos” internautas! Vão arrumar o que fazer! Mexeriqueiros, usurpadores do bom conselho, néscios intelectuais!

  20. Padre Rodrigo Maria

    Salve Maria Santíssima!

    Beijo Vossas Mãos!

    Acredito que todos têm direito a se defender, e que ninguém pode ser considerado culpado até que esta culpa seja demonstrada… mas acusações de teor mais grave foram lançadas contra o senhor as quais me furto em comentar nestas linhas para não pecar. Chegaram ao conhecimento até de nós, soteropolitanos que, perplexos, nos calamos e, tendo em vista o atual estado em que se encontram os filhos da Igreja Militante, tratamos de não fazer qualquer juízo de valor contra vossa pessoa e vossa obra, o que seria deveras condenável.

    Entendemos que a realidade maligna na qual o mundo se encontra imerso faz com que todo o Escravo da Imaculada seja odiado pelo demônio e, diante disto e da realidade terrível em que nos encontramos, a cautela mal algum pode vir a fazer. Então é com esta mesma cautela e com misericórdia (em seu sentido autêntico) é que buscamos nos guardar para não pecarmos e tampouco fazermos um mau juízo!

    Conte com nossas orações, bem como a OPUS CORDIS MARIAE! Temos certeza de que, se fores realmente inocente destas acusações (hipótese que, sinceramente, perfilhamos), Maria Santíssima, algum dia, revelará a verdade, como aconteceu com o Santo Padre Pio de Pietrelcina, cujas acusações o tempo (e, acima de tudo, Deus) demonstraram ser falsas e sem qualquer fundamento…

    Despeço-me por aqui!

    Atenciosamente

    Dionisio Lisbôa

    “In Corde Jesu, Semper”

  21. Um dos problemas dos da tradilândia é justamente este: seguir, da tradição, o que lhes parece bom. O resto, que se dane. Nisso, curiosamente, exercem o “livre exame” do protestantismo e, como que por castigo divino, caem no relativismo condenado, ultimamente, por Bento XVI. De resto, discordância sempre há, sobretudo quando faltam critérios e quem exerça autoridade, e isso se verifica também dentre os que são pela “tradição”, seja lá qual for a espessura semântica desse conceito. Eis por que figuras afoitas e esbravejantes podem dar os seus chiliques antes de seguir, bem atrasados, para primeira declinação do Latim que tanto dizem amar. Os gregos tinham razão quando puseram a especulação acima do fazer. Tocar flauta é apenas uma técnica. Que pena que, de per si, não afine a inteligência nem os bons modos…

    E, definitivamente, um religioso deve estar pronto para o holocausto, e não deve reclamar dele quando a hora chegar. Deve lutar pela doutrina e permitir que lhe tirem tudo: “Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! “

    • Santiago R., me desculpe a insistência mas gostaria de fazer outras duas colocações sobre as suas colocações acima, por caridade, tenha bondade de observa-las:

      Primeira – “Deve lutar pela doutrina e permitir que tirem tudo”

      Pergunta 1) Como proceder se o ataque acontece justamente à própria doutrina?

      Segunda – “Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! “

      Pergunta 2) Essa palavra se refere a algo material, um bem físico, já a verdade é de outra natureza, a verdade é o próprio Deus “a verdade que liberta” Jo 8, 32. Deveríamos então abrir mão da verdade se alguém quiser abrir um processo para tomá-la? Deveríamos também entregar a justiça ?

      Honra e Força!

    • Uma coisa é a defesa da doutrina; outra, é a defesa dos direitos pessoais, dos direitos de cada um. Cada tipo de defesa tem o seu modo próprio de ser feito. A doutrina deve ser defendida publicamente. E, justamente pelo fato de não haver uma identidade numérica e “hipostática” entre a doutrina católica e o Padre Rodrigo Maria, a defesa dele deveria, ao que parece, ser conduzida primariamente em fôro reservado. Isso poderá ser respondido com mais segurança por um canonista. Não é o meu caso.

      Se alguém quer aprender a pensar e a distinguir bem os assuntos, leia São Tomás de Aquino. É melhor aprender a pensar que escoicear debaixo do arco-iris e depois, ainda, invocar Maria Santíssima em prol da fúria irracional. Dizendo isso, não me refiro ao Rev. Padre, por quem, aliás, passei a ter apreço, embora discorde de seu procedimento.

      “O discípulo não é maior que o Senhor”.

    • Erro: antes de seguirEM, bem atrasados,

  22. O que me deixa impressionado, são os miseráveis “católicos” arco-íris. Eles falam que o próximo deve silenciar diante das perseguições e injustiças, mas eles não conseguem segurar a língua na boca em momento algum. Quanta contradição…

    Padre Rodrigo Maria fez o que é correto, pois recorreu a sua própria defesa, sendo uma vez, que não lhe foi permitido diante da autoridade competente. E esse ato público do Padre traz clareza para os que estão em dúvida na crise atual, esperança para os que não querem mais lutar e medo para os inimigos infiltrados na Igreja.

    Que a Virgem Maria Santíssima, continue a levantar bravos sacerdotes guerreiros para a batalha.

  23. O Sumo Sacerdote interroga Jesus sobre os seus discípulos e sobre a sua doutrina. Havia três anos que ensinava publicamente; muitas vezes os seus juízes tinham procurado surpreendê-Lo, propondo-Lhe questões capciosas. A sua doutrina tinha sido sempre admirada, nunca tinha sido censurada… Jesus responde que falou em público, que nada disse em segredo; que convém interrogar aqueles que o ouviram.
    A própria sabedoria não podia exprimir-se mais judiciosamente. Por isso a sua resposta fica sem réplica; mas um dos soldados, para agradar aos juízes, ultrajando o réu que eles querem perder, dá-Lhe uma bofetada, e pretende dar-Lhe uma lição: “É assim que respondes ao pontífice?”
    “Se falei mal, responde Jesus, dá testemunho do mal; mas se falei bem, por que me bates? Jesus devia esta resposta à sua justificação; a suspeita de que tivesse falado imprudentemente, não devia permanecer no ânimo dos seus juízes, nem na história da sua Paixão. Devia-a, outrossim, à nossa instrução; era necessário ensinar-nos que uma resposta branda e comedida não diminui o mérito da paciência e da humildade; que devemos sempre respeitar a autoridade, e mostrar que a respeitamos. Devia-a também à confusão dos seus inimigos, fazendo sempre contrastar a sua inocência, caridade e mansidão com a injustiça, ira e violência dos que o julgavam. (Extraído do Padre Chaignon, S. J. “MEDITAÇÕES SACERDOTAIS”.

  24. Santiago, lembrando um conselho de um, também, rei: “Porque no te callas?” E lembrando a ordem do Rei dos reis: “Quem não ajunta Comigo, espalha”.

  25. Então está muito bem. Todos os que tiverem diferenças disciplinares com seus prelados, publiquem-nas. Os tribunais eclesiásticos, a nunciatura e todas as instância canônicas que fiquem à parte. Estamos indo de bom a melhor. É desse jeito, “tradicional”, que a Igreja deve seguir. Amém.

  26. Padre Rodrigo, agradeço por me responder.
    Siga o seu Calvário com alegria. Deixe-se crucificar.
    Este é seu caminho: a Cruz …e o senhor sabe muito bem disso.
    Coragem!

  27. Santiago R.,

    Você faz o que critica nos outros! Critica as pessoas (no caso do Pe. Rodrigo) por expor questões eclesiásticas e de nunciatura e você mesmo expõe questões eclesiásticas e de nunciatura como se expert fosse. Dedada nos olhos alheios sem dedar o seu é fácil e infantil. Cara, relaxa e dedique menos tempo a isso!

    • Eduardo Sem Gregoriano,

      Prezado O tempo é meu, e acho que é muito bem utilizado. Dez ou quinze minutos que eu gaste, no total e quando muito, diariamente, nas questões que considero relevantes são, para mim, um descanso. Pelo jeito, quem tem problemas com o tempo é vc, talvez por tê-lo sobrando sem saber o que fazer. Não sou expert em absolutamente nada, não sou mestre nem doutor em nada. Apenas emito opiniões; é assim que se procede nas questões dúbias e não só. Mas não posso deixar de notar a dificuldade que vc tem de discernir a natureza dos argumentos; o que vc disse agora é, para mim, prova cabal disso. Talvez vc viva de aplausos e dependa deles. Eu os odeio. E quem me conhece pessoalmente sabe disso. Eu penso como engenheiro: essa raça anônima que inventou o seu carro, o seu computador e faz a sua luz funcionar. Não sou poeta nem artista, e detesto plateia.

  28. Uma vez que o Pe. Rodrigo Maria se dedica a propagar a devoção da escravidão de amor a Nossa Senhora, segundo a doutrina e o método de São Luís Maria Grignion de Montfort, seja-me permitido recordar, diante do que o Pe. Rodrigo vem sofrendo, um ponto bastante especial da vida de São Luís de Montfort: também ele foi suspenso do uso de Ordens não só uma, como várias vezes, além de ser proibido de pregar e expulso de várias dioceses de seu país (França, entre fins do séc. XVII e inícios do XVIII). A perseguição que ele sofria por parte dos bispos contaminados pelo Jansenismo chegou a tal ponto que ele acabou decidindo-se por deixar a Europa e partir para a América. Dirigiu-se, então, a Roma, para solicitar a aprovação do Papa para essa sua ideia, mas o Papa julgou melhor que ele ficasse na França, justamente fazendo frente aos bispos infiéis, e, para ajudar-lhe nesse trabalho, nomeou-o como Missionário Apostólico, dependente diretamente da jurisdição papal. Mesmo isso não impediu, porém, que os jansenistas colocassem veneno na comida do Santo e assim abreviassem seus dias…
    Com o Pe. Rodrigo, a história de São Luís de Montfort parece estar se repetindo – um pouco mais complicada, todavia, porque agora recorrer ao Papa talvez até piore as coisas…

  29. A resposta do Padre Elcio, para mim, resume toda a polêmica criada nos comentários.

    O que alguns não percebem é que o Padre Rodrigo Maria narrou um histórico que deve ter meses, talvez anos. E algum de vocês já o viu falar um “a” em público, nos tantos vídeos que temos dele na internet, etc? Quanto tempo já não terá sofrido calado as calúnias diversas que sofreu em tantos lugares?

    Isto só veio a público porque o Sr. bispo de Limeira quis fazê-lo público de forma caluniosa. Sofrer calado é uma coisa… Deixar que digam que não se está em uso das ordens ou que é cismático é outra completamente diferente. Imagine o escândalo causado para os fieis que seguem as missas dos Padres da Opus Cordis Mariae! Nisso não pensam?

    Maldito século onde a obediência à Cristo, suprema Verdade, fica abaixo da obediência ao homem, pura e simplesmente por ser hierarquia, não importando se ela está contra a própria Verdade, contra a própria Igreja! Servir à hierarquia sim, mas à mentira não!

    Ou correremos o risco de ter que baixar os olhos e ficarmos calados diante de “missas” ieieiê, aborto, casamento gay, comunhões sacrílegas, etc, etc, etc.

  30. Ao que tudo indica, o problema de fundo passa despercebido. Se uma nova comunidade de vida religiosa quiser vingar no aparato da Igreja tal como se encontra hoje, então NÃO deve bater de frente com nenhuma autoridade. Os bispos são extremamente corporativistas, e dificilmente se indispõem uns com os outros. Assim, comprar briga com um é queimar-se com (quase) todos os outros. Muitas vezes, então, é melhor engolir seco que cobrar o que é legítimo. Isso não é covardia nem maquiavelismo: é prudência. Se a doutrina é atacada, que seja defendida. Há vários modos de fazer isso. O presente fórum dos fratres in unum é um deles.

    Em tempos regulares, muitos fundadores padeceram perseguição por parte de um clero mal disposto. Imaginem agora, que tudo está virtualmente perdido. Se uma nova comunidade quiser mesmo vingar, deve fazer como os inimigos fizeram: silêncio e muito trabalho. Além disso, sempre há a possibilidade de os ministros ordenados pregarem, aos que lhes procurem, a integridade da doutrina.

    O quebra-quebra deve ficar por conta dos leigos. Hoje, mais do que nunca, a hora é dos leigos. Os bispos, sob o ponto de vista prático, podem muito pouco contra um leigo, mas podem muito contra um ministro ordenado.

    Espero ter sido claro e tenha dito algo minimamente aproveitável, apesar das paixões e da ciumeira infantil.

    • Santiago, realmente, da forma como você colocou este seu comentário (sobre como uma nova comunidade pode sobreviver nos tempos atuais) me fez não apenas compreende-lo mas até mesmo concordar contigo.

    • Reze por mim, Nadia! Rezarei o Angelus de hoje a tarde por vc!

  31. Meu conhecimento é de leigo. Não sou formado em Teologia. Gostaria de ter entendido o Padre Elcio, como a Izabel parece ter compreendido.
    Mas tenho certeza de que o final do comentário da Izabel diz tudo o que os BONS católicos pensem, a respeito da Madre Igreja, sob o jugo de Francisco, da Teologia da Libertação ressuscita, e esquerdopatas que estão dominando a Cúria Romana: “Ou correremos o risco de ter que baixar os olhos e ficarmos calados diante de “missas” ieieiê, aborto, casamento gay, comunhões sacrílegas, etc, etc, etc.”!!

  32. Ocupação diária não é sinônimo de ocupação mental. Há quem use dignamente seu dia de trabalho mas que fala abobrinhas nos tempos vagos.

  33. “Bem aventurados sereis, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus.” (Jesus) Parabéns Padre Rodrigo Maria, por fazer parte do numero dos que são perseguidos por causa de Jesus.

  34. Rezemos por esse verdadeiro Filho da Igreja !!!

  35. Tenho muita satisfação em dizer que conheci o Padre Rodrigo pessoalmente, e afirmo que ainda não tive o prazer de conhecer outro como ele. Padre que não tem vergonha, nem medo de falar as verdades da Bíblia, doa a quem doer. A verdade deve ser dita, uma vez que ela liberta. Obrigada Padre Rodrigo pelo seu sacerdócio. Obrigada pelo seu sim a Deus. Pela sua entrega verdadeira. Obrigada por ensinar o que é pecado com todas as letras e não ficar floriando e passando a mão na cabeça dos fiéis, como muitos fazem. Rezo para que Deus nos envie mais padres que buscam a santidade como o senhor e que nos leva a buscá-la também. Rezo pelo senhor, para que Deus o abençoe e guarde. Glória a Deus nas alturas porque grande é a recompensa nos céus dos que são perseguidos e caluniados por causa de Dele. Irmãos, façamos como diz o Mateus, rezemos por esse homem de Deus que é o padre Rodrigo. Mas nao somente por ele, rezemos muito, muitíssimo, por todos os padres e peçamos a Deus que converta verdadeiramente o coração de cada um. Esse não é um pedido meu, e sim de Nossa Senhora. Fiquem na paz de Cristo.

  36. Eu conheci o padre Rodrigo Maria… Na Arca de Maria…confesso que conheci a igreja católica… Depois que ouvi por várias vezes suas palestras.. Obrigada padre.. Continue lutando… Mudei minha vida pra melhor… Hoje sou uma real católica… Pq este padre me ensinou como é importante agradar a Deus

    Como diz minha filha..
    Até o céu

  37. Padre Rodrigo.
    Graças a Deus, Filius Mariae nunquam peribit.
    Abraços e pedimos sua bênção.
    Galdino/Vitória