Francisco: casais de segunda união fazem parte da Igreja.

Cidade do Vaticano (Rádio Vaticano) – O Papa retomou nesta quarta-feira (5/8), na Sala Paulo VI, as Audiências gerais após um mês de pausa. Francisco prosseguiu com o tema da Família cujo contexto, desta vez, foi forjado a partir de uma nova questão sobre as “famílias feridas”.

O Pontífice convidou a refletir como se pode cuidar das pessoas que, diante do “irreversível fracasso” do casamento, partiram para uma segunda união. “Estas pessoas não foram absolutamente excomungadas – não foram excomungadas – e não devem absolutamente ser tratadas como tal: elas fazem sempre parte da Igreja”, disse o Papa.

Olhar de mãe

“A Igreja bem sabe que tal situação contradiz o Sacramento cristão. Todavia, o seu olhar de mestra parte sempre de um coração de mãe; um coração que, animado pelo Espírito Santo, procura sempre o bem e a salvação das pessoas. É por isso que a Igreja sente o dever, ‘pelo amor da verdade’, de ‘discernir bem as situações’”, afirmou Francisco.

Olhar dos filhos

O Papa recordou ainda que, se a questão das segundas uniões passa a ser observada a partir da percepção dos filhos – um grande número de crianças e adolescentes que são os que mais sofrem, destacou o Papa –, torna-se ainda mais urgente “desenvolver nas nossas comunidades uma verdadeira acolhida das pessoas que vivem tais situações”, exortou o Pontífice.

“Como poderíamos recomendar a estes pais que façam tudo para educar os filhos à vida cristã, dando a eles exemplo de uma fé convicta e vivida, se os mantivéssemos longe da vida da comunidade?”, questionou Francisco.

“Não devemos adicionar outros pesos além daqueles que os filhos, nestas situações, já devem carregar” prosseguiu o Papa, afirmando ainda que “é importante que eles sintam a Igreja como mãe atenta a todos, sempre disposta a escuta e ao encontro”.

Igreja no tempo

Francisco também disse que, nas últimas décadas, a Igreja não ficou “insensível” e “preguiçosa” em relação à questão das segundas uniões graças ao aprofundamento levado adiante pelos Pastores e confirmado pelos seus predecessores.

“Cresceu muito a conscientização de que é necessária uma fraterna e atenciosa acolhida, no amor e na verdade, aos batizados que estabeleceram uma nova convivência após o fracasso do matrimônio sacramental”, destacou Francisco.

Por fim, afirmando que a Igreja deve estar com as portas sempre abertas, o Papa convidou todos os cristãos a imitar o exemplo do Bom Pastor colaborando com Ele nos cuidados às famílias feridas.

Nossa Senhora

Antes de conceder a Bênção Apostólica, o Papa rezou uma Ave Maria em homenagem a Nossa Senhora Salus Popoli Romani (Salvação do Povo Romano) celebrada hoje e venerada na Igreja de Santa Maria Maior, em Roma. Este é o primeiro templo dedicado no Ocidente a Nossa Senhora, onde o Papa constuma rezar sempre que parte e retorna de suas viagens apostólicas internacionais. (RB)

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28 Comentários to “Francisco: casais de segunda união fazem parte da Igreja.”

  1. Claro Santidade, se um dos cônjuges é falecido , o outro pode se unir novamente em uma segunda união desde quero outro é solteiro ou viúvo , é isso que o sr, quer dizer não é?

  2. Gostei da fala do Papa. Só não sei como fazer isso sem abandonar a doutrina.

  3. Acolham corrigindo, como a Igreja sempre fez. Sem deixar de lado a Verdade.

  4. Tem uma mulher aqui no trabalho que foi amante de um cara, ele se separou pra casar-se com ela, recentemente ele a trocou por outra e ela agora é amante de outro cara tb casado. Me lembra muito aquela frase de Cristo: tiveste cinco maridos e o que tens agora não é teu… se a Igreja acolher sempre onde e quando falaremos “Vai e não peques mais”? Alguém me ajuda a encontrar o “tome a sua cruz e siga-me”?

  5. Só complementando meu primeiro comentário: Quando não queremos sofrer por amor a Cristo, Cristo continua sofrendo por amor a nós!

  6. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Mc 10,9
    Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Mt 19:6.
    De como ficam essas passagens e mais similares?
    De fato, os casais em segundas uniões pertencem à Igreja, mas estão em pecado grave contra o 6º mandamento e se requer deles conversão!
    Nada exigir deles em troca, como conterem-se, praticarem o auto domínio?
    Sem culpa, autorizá-los a violar o 6º Mandamento?
    As seitas relativistas ás centenas por aí “resolvem” isso: associação a elas e solucionarem esses casos à moda da casa?
    Hoje em dia em nome do relativismo se tende a se fazerem concessões em nome de misericórdia, acolhimento, compreensão e não sei quantos mais, e a caso específico de recepção de casais em segunda uniões vinculados ao cônjuges anteriores na Igreja com plenos direitos, de imediato seria um mau exemplo para os filhos, como: papai(ou mamãe) casou da primeira vez, não deu certo, agora estão “felizes”; comigo será assim: se não der certo com a primeira, farei como eles: passarei pra a segunda opção!
    Duvidam que não começariam a optar pela existência de uma 3ª chance, “apenas” em “certos casos isolados”?
    Parece que há sérios pressagios de calorosos embates entre tradicionais x progressistas em outubro; que aqueles sobreponham!!

  7. “Como poderíamos recomendar a estes pais que façam tudo para educar os filhos à vida cristã, dando a eles exemplo de uma fé convicta e vivida, se os mantivéssemos longe da vida da comunidade?”, questionou Francisco.
    Ora que exemplo de vida cristã é esse em que se vive em adultério e um Sacramento é descartado? Será que é tão difícil de entender isso? E se é permitido abandonar o cônjuge e partir para uma segunda união; qual o problema de uma terceira, ou de uma quarta, ou de uma quinta… união?
    Ou é Sacramento ou não é.

  8. Pergunto, Quando Nosso Senhor disse “vai e não peque mais” deixou Ele de ser menos Pai do que A Santa Igreja Mãe quando corrigi seus filhos?. Pergunto o mesmo com relação a São Paulo Apostolo quando diz que os adúlteros não entrarão no Reino dos Céus.
    O problema não é ser ou não misericordioso e sim como entender a verdadeira misericórdia.
    O que no total não se exige é a pessoa abandonar o pecado… É o que assistimos com relação ao adultério e ao pecado de sodomia.
    O mundo de hoje perdeu a noção de pecado em muito boa medida porque os responsáveis não cumpriram seu dever. Na minha opinião isto participa do pecado de relativismo tao patente em nossos dias. Que Nosso Senhor intervenha o quanto antes.

  9. Na Argentina de Bergoglio assim como no Brasil de D. Scherer e D. Aviz, se vê que não se sabe o básico de catecismo (e eu confesso que também não sabia até ler o Catecismo São Pio X aos 26 anos de idade):

    1-) O que são os Novíssimos.

    2-) Igreja Militante, Igreja Padecente e Igreja Triunfante, da qual com certeza os divorciados não fazem parte, assim como os hereges, os cismáticos, apóstatas e os judeus e, não pertencendo ao Corpo Místico de Cristo o seu lugar é o inferno.

  10. A caridade sem a verdade é balela, é impacto midiático, coisa que o Bispo de Roma adora fazer…

    Bergóglio já atingiu seu objetivo… Causar barafunda e mais relativismo que já há na Igreja…

    Cada vez mais Bispos e padres terão seu mini “magistério” e o aplicarão de acordo com seus modos de pensar…

    Se um padre não dá a comunhão a um casal amasiado ou de segunda, terceira, quarta, quinta, milésima união, o casal procura outro que lhe dará…e assim por diante… Tudo em nome da “misericórdia”, só que “misericórdia” bergogliana… Nunca a verdadeira MISERICÓRDIA da Igreja Católica…

    Nunca podemos esquecer: Bergóglio, Bispo de Roma é filho fiel e predileto do cavernoso período pós conciliar, reapresentante ímpar da tchurminha caquética e esclerosada que vive sonhando com a década de 60 e ficou perdida e inebriada pelas nuvens pesadas e espessas deixadas por essa década pavorosa…

    Afinal, ” a Igreja nunca esteve tão bem”, e mais “quem sou eu para julgar”????

  11. E pela porta larga vão entrando mais e mais pessoas. Todo os santos nos dizem que não há nada pior no mundo que o pecado mortal, mas parece que isso virou um mero detalhe na Igreja.

  12. FAZEM PARTE?

    Quem sou eu para contradizer o papa quando diz que casais em segunda união fazem parte da Igreja. O papa sabe muito mais do que eu; mas, certamente sabem muito mais do que o papa as escrituras e especialmente Jesus e São Paulo.

    Jesus decretou a indissolubilidade do matrimônio; e só por conta desta ordem erigida a Sacramento pela própria Igreja de Francisco, o assunto murcha, porque é difícil falar em segunda união quando não se permite, salvo a viuvez, o fim da primeira.

    Na colossal primeira Carta aos Coríntios, são Paulo aborda o tema: diz que o Senhor manda que a mulher não se separe do marido, mas, se separar, que fique sem casar ou então se reconcilie com ele; e vice-versa. De fato, o apóstolo só replica aqui o ensinamento de Jesus.

    Mas avança no tema: “Aos outros, digo eu, não o Senhor, se um irmão desposou uma mulher pagã (sem a fé) e esta consente em morar com ele, não a repudie. Se uma mulher desposou um marido pagão e este consente em coabitar com ela, não repudie o marido. Porque o marido que não tem a fé é santificado por sua mulher, assim como a mulher que não tem a fé é santificada pelo marido que recebeu a fé. Do contrário, os vossos filhos seriam impuros quando, na verdade, são santos. Mas, se o pagão quer separar-se, que se separe; em tal caso, nem o irmão nema irmã estão ligados. Deus vos chamou a viver em paz” (1Cor, 7, 10-15)

    Desta feita, como encontrar supedâneo para o magistério papal? Como justificar segunda (e certamente terceira, quarta…) união entre pessoas católicas?

    Parece-me que o magistério de São Paulo é claríssimo ao permitir separações quando um dos cônjuges for pagão, mas não há uma palavra sequer quando ambos são cristãos. E nem poderia, do contrário o magistério paulino colidiria com o Sacramento, o que seria algo impensável.

    Da fala papal é interessante o tratamento de casais como se fossem pessoas distintas quando aborda batizados que experimentaram o “fracasso do matrimônio sacramental”.

    Quando fala em batizados fala em indivíduos, fala em homem e em mulher; mas com relação ao matrimônio não é assim desde Gênesis, quando Deus disse que o homem deixaria seu pai e sua mãe e se uniria à sua mulher para serem uma só carne.

    Em nível institucional e religioso não pode haver “fracasso matrimonial”, porque se tal alvitre fosse possível, haveria “fracasso batismal, “fracasso na unção dos enfermos”, “fracasso confessional”, “fracasso eucarístico”: a própria religião seria um fracasso, a Igreja seria fracassada, Jesus e seu magistério teriam fracassado.

    Se há matrimônios fracassados por vontade mútua, se ambos constituíram nova vida desprezando o Saramento válido, quero crer que essas pessoas cristãs (é difícil dizer), fracassaram também na fé por vontade e movimento próprios. Como se acolhe quem deliberadamente sai?

  13. Toda essa bagunça parte do princípio que pra esse gente, a Sagrada Comunhão não é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo sob as espécies do pão e vinho consagrado, mas apenas um sinal de “comunhão” com a comunidade, com os irmãos que compartilham da mesma “fé adulterada”.
    E se formos olhar bem, se o corpo de Cristo pra essa gente é apenas o número de pessoas que se reune para essas celebrações sacrílegas, de fato, nem adúlteros, nem sodomitas ou qualquer um que vive em estado de pecado mortal não pode ser excluído.
    Pense no sodomita que decora essas igrejas pra casamentos…será que é justo que ele e seu companheiro de sodomia sejam excluídos da celebração de um casamento? E a adúltera que faz papel de leitora? Será que é justo que ela faça parte da equipe de liturgia, mas não tenha acesso à fila da comunhão?
    É essa a mentalidade que guia Bergoglio & cia. Esses homens não tem mais a fé dos Apóstolos ou nunca tiveram. Eles precisam da estrutura da Igreja visível pra espalhar suas mazelas e mentiras e conseguirão arrastar com eles uma multidão dos “que rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na mentira. (2 Tessalonicenses 2:10)
    Agora mesmo eu vinha das compras e passei na porta de uma igreja onde estava sendo realizado um funeral. Resolvi dar uma espiada da porta, porque tinha lá uma mulher com uma voz estridente cantando “tu és senhor o meu pastor, nada me faltará se me conduzis”.
    O caixão lá todo coberto de branco, flores brancas pra todo lado e na cor negra a única coisa que havia era o celebrante, sentado num troninho. Ali da porta mesmo rezei uma ave maria e um requiem pra aquela pobre alma.
    O povo está levando gato por lebre. Estão passando uma religião que é uma impostura religiosa. Por isso meu conselho a qualquer um que ainda quer preservar sua fé e sua alma é procurar a Missa Tradicional e sacerdotes que ainda preservam a verdadeira fé Católica.

  14. “Olhar de Mãe” – A mãe deve ser zelosa e responsável pela formação na verdade cristã de seus filhos, para que não fossem levados ao erro e, sobre tudo corrigi-los, quando observados os seus desvios, onde se faz necessário inserir neste amor, uma mão pesada, para que sejam aplicadas umas boas palmadas corretivas. A mãe amorosa nunca vai ser omissa e conivente com o erro, pois a ela caberá a culpa e, também, condenada às duras penas, que serão aplicadas pelo Juiz Justo, mas Severo, junto dos seus filhos.
    “Olhos dos Filhos” – Como ser educados à vida cristã e em uma fé convicta, se a eles foi dado o exemplo de uma vida em desobediência aos mandamentos do Senhor Deus, para que sirva assim de um modelo e, consequentemente, em uma inquestionável sequência de erros na inconsciência da formação de um vício, que os leve a cristalização de uma outra lei, aos moldes do erro anterior e em sua aceitação como forma natural, excluindo-se a reta doutrina, os preceitos e às leis, conforme a vontade do Criador.
    “A Igreja no Tempo” – A Igreja nunca foi insensível e tão pouco preguiçosa; apenas, não haveria o porque de se questionar aquilo que já foi definido e, por isto, inquestionável, pela simples condição da força da Lei do Senhor Deus, Javé.

  15. Hoje já li pessoas dizendo que o Papa está deixando casais de segunda união comungarem… Apesar do Santo Padre não ter dito isto literalmente, o entendimento geral foi exatamente este. E, mais uma vez, a confusão só se espalha.

  16. Quem se autoriza a mudar as leis do Evangelho em favor disso ou daquilo, como se percebe no acima, salvo engano, estaria se comportando em se igualar a Jesus o Legislador e/ou se fazer superior a Ele, como nas seitas protestantes, em que cada um é o auto espírito santo e o deus da bíblia.
    Nesse caso dessas seitas alienadas, compreende: tudo é relativismo mesmo! “porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado” Mt 5,18.
    Apenas o legislador está acima das leis; o resto, se não são, deveriam ser cumpridores, apenas!

  17. Sim, começou a grande ação para o cisma começar. Já sabia e agora veremos como o povo que se diz tradicional mas fica batendo palma para os erros vai falar. Temos que rezar para ficarmos firmes e não sairmos da Igreja após o cisma, por mais que esteja eclipsada precisamos ser fortes e lutar contra a raiz maligna que estará dentro dela e a única forma de lutar é rezando e mostrando a verdade para quem ainda não quer acreditar. O pior de tudo é ver a comemoração dos membros das seitas comemorando tudo. Mas enfim, quem perseverar até o fim será salvo e por fim o triunfo do Imaculado Coração de Maria acontecerá!

  18. Há anos Jorge é casado com Fidelina e tem dois filhos adolescentes. De tanto frequentar a livraria de Calvínea – bem mais nova e com fama de vagabunda – acabou se envolvendo com ela e resolveu deixar Fidelina e os dois filhos. Não obstante os apelos de seus irmãos mais velhos, Carlos José e José Aluísio, Jorge saiu de casa para morar maritalmente com Calvínea e, havendo fornicado com ela, teve uma feia prole. Desbarrancando cada dia mais, Jorge entrou para a maçonaria a fim de fazer bons negócios e vestir-se com roupas carnavalescas a la Egypto Antigo e, é claro, traficar influência no Fórum. Sem pensar na dor e no sentimento de abandono que causa à sua legítima família, Jorge põe-se agora, tranquilamente, na fila da comunhão do Show-Missa que Padre Mauricinho celebra no galpão da boate La Sodoma da qual, dizem, ele é sócio: Padre Mauricinho, que não dispensa uma calça justa, acha a velha matriz muito escura e “opressora”. Ele gosta mesmo é de brilho, cores e glamour.

    A qual das proles Jorge dará atenção e carinho? Aos bons filhos adolescentes de seu legítimo matrimônio com Fidelina ou à sua nova prole com Calvínea? E Fidelina? Que pensar de todo sacrifício que ela fez, estando ao lado de Jorge nos anos difíceis de sua carreira? Que pensar do amor que ela ainda tem por ele?

    A seguir, cenas da próxima apostasia.

  19. O Santo Padre, o Papa Francisco disse certa vez que a Igreja nunca esteve tão bem! Francamente que eu penso o contrário. Só um exemplo: Enquanto o Comunismo trabalha para destruir a Família Cristã, pessoas da alta hierarquia da Igreja trabalham com sofismas, (que até leigos não teólogos percebem) para, em última análise, se aprovarem uniões adúlteras.
    Como poderíamos recomendar aos pais que vivem em segunda união que façam tudo para educar os filhos à vida cristã, dando a eles o mau exemplo de uma vida no adultério e pior ainda, se os filhos vissem seus pais cometendo sacrilégio, comendo sua própria condenação, ao comungarem neste estado de pecado mortal? Em outubro o Sínodo dos Bispos deveria discutir a questão da falta de fé, de amor e de temor de Deus reinante nas almas, sobretudo depois do Concílio Vaticano II. Só outros Cura d’Ars, outros padres Pios, outras santas Mônicas etc. poderiam salvar este mundo que desmorona e se precipita no abismo do materialismo, hedonismo, modernismo, relativismo e ateísmo.
    O testemunho do sr. ROBSON-DF foi muito importante! Caríssimo Robson, que Deus o abençoe copiosamente e que Deus, Nosso Senhor nos dê a perseverança até o fim, nestes tempos em que a iniquidade está tomando conta das nações e a caridade está se arrefecendo em muitos corações.

  20. Sempre aprendi que as pessoas deveriam estar em estado de graça por duas razões; uma é porque agrada a Deus e porque ao pertencermos à comunhão dos Santos recebemos graças que nos ajudam a combater o pecado e o mal, dá-nos força para vivermos no mundo sem nos confundirmos com ele. A outra razão é que não conhecemos a hora em que morremos e devemos ser como as virgens prudentes.
    Mas com este papa as coisas mudam radicalmente, o pecado mortal afinal já não é uma coisa grave, forniquem, troquem de mulheres e de homens, façam-no homens com homens, mulheres com mulheres tudo é permitido desde que não se excomunguem (e é claro não podem pecar contra a mãe natureza). É um verdadeiro convite ao pecado e à separação dos cônjuges, pois afinal a separação não significa excomunhão logo, porque não me livrar da minha mulher ou do meu marido?
    Será que esta gente ainda não foi capaz de ver a que veio este papa? Não vêm que transporta a mentalidade do mundo para dentro da Igreja por forma a destruir o alicerce da Igreja que é a família, levando as almas ao pecado mais grave e por consequência ao inferno? Será que ainda não aprenderam com Cristo quando Ele nos disse para conhecermos a árvore pelos frutos? E que frutos vemos neste papa senão engano e apostasia? Abram os olhos senão serão engolidos pelos lobos vestidos de cordeiros.

  21. É pastoralmente importante para a conversão dos pecadores ressaltar que eles estão em plena comunhão com o Corpo Místico do Senhor, apesar de serem membros mortos dele. Penso que isso os faz vislumbrar a salvação, que é de fácil acesso, caso se cumpram as disposições para o estado de graça (arrependimento, confissão, propósito de emenda). Deve haver muita gente que não procura se arrepender, se emendar e se confessar porque desespera da salvação. “Sou tão sujo que nem devo entrar numa igreja para rezar e/ou assistir uma missa”. A obrigação de se confessar e de comungar se faz uma vez ao ano, nas imediações da Páscoa. Quem sabe até lá a pessoa obstinada no pecado mortal, entre o assistir de missas, SEM COMUNGAR, e entre as orações que faça, se converta por Graça de Deus?

    Lembro-me de que quando eu era um pecador obstinado, daqueles que não se arrependia dos pecados mortais cometidos, e estava disposto a cometer outros, não deixava de ouvir missa, não me ousando a cogitar na possibilidade de comungar, e rezar o terço. Essas práticas foram, mercê de Deus Nosso Senhor, me livrando das garras do pecado, sem que eu percebesse, aos poucos. Fui tomando paulatino nojo deles. Pouca coisa é mais eficaz para a conversão de um pecador do que assistir ao Santo Sacrifício da Missa e rezar o rosário… Ainda que me faltasse confiança na Providência, ainda que me faltasse arrependimento, eu ouvia a missa, e porque tudo isso quem concede é Deus, quando e como quer, porque não depende de ninguém a não ser dele o “pesai-me, Senhor, por vos ter ofendido”, eu tive a graça de me arrepender, emendar minha vida, me confessar e comungar; mas isso porque eu sempre tive a clara consciência de que não estava excomungado da Igreja, mas apenas morto: o contato com a celebração da Eucaristia, sobretudo, foi oportuno para que eu ressuscitasse.

  22. Eles não estão excomungados, Santo Padre, e ninguém ousa dizer isso. Mas possuem uma fé morta que de nada vale, perderam a caridade, estão e vivem habitualmente em pecado mortal e correm sério risco de perderem suas almas.

    É vossa obrigação informar-lhes isso e caso o primeiro matrimônio seja realmente impossibilitado de um retorno, indicar-lhe o caminho da castidade e da confissão sacramental com verdadeiro arrependimento, para poderem comungar novamente.

    Isso sem falar na educação dos filhos que já foi bem colocado pelo Padre Elcio Murucci.

    É tão óbvio que antes de publicar meu comentário, fui ler os demais e quase nada difere do foi dito aqui. Por isso não vale o prolongamento.

    Leiam os comentários e vejam que como nos tempos dos arianos, a Igreja está sendo sustentada pelos leigos e um grupo pequeno de pastores fieis.

  23. Tudo leva a crer que sairá essa decisão deste sínodo: a possibilidade dos divorciados e/ou recasados aproximaram-se da sagrada comunhão.
    Todo o edifício da dogmática, moral e costumes e relegado para segundo plano em detrimento destes fiéis.
    Não me parece que cheguem a radicalidade de aprovação de algo em relação a sodomitas.

  24. É o início do fim…
    Cenas apocalípticas -em breve- ocorrerão!
    Quem viver, verá!

  25. Realmente, essa última catequese do Sumo Pontífice me deixou com calafrios. Ora, o sacramento do matrimônio já é tão atacado pelo mundo, será que precisaria de inimigos justo na Igreja, o único local onde ele encontra um refúgio? E quanto às pessoas que, mesmo se separando civilmente, decidem se manter fiéis ao sacramento do matrimônio e vivem em castidade desde então? Já é tão difícil para elas seguirem esse caminho de cruz, já não bastasse o apoio dos irmãos da igreja que encontram, os quais mandam que elas “refaçam sua vida e sejam felizes com outro”. E estes irmãos, não merecem atenção pastoral tb? É claro que é necessário incluir os pecadores na vida da Igreja, mas isso é bem diferente de dar a eles um tratamento privilegiado ou praticamente exaltar o estado de pecado no qual se encontram, pois é isso que eu senti quando vi essa catequese!

  26. Yuri de Gois, parabéns pela sua colocação. Embora outros tenham falado muito bem também, a sua foi diferencial. Faz refletir melhor. Talvez tenha sido isso que o Papa quis dizer… bem, na verdade acho que não, infelizmente. Conhecendo ele eu me atrevo a concordar com os outros que acham que ele está bagunçando tudo. Mas sabendo que o Espírito Santo guia a Igreja, não só através do papa mas também apesar do papa, procurarei entender sob a sua ótica que me parece bem acertada.

  27. Não sejam ingênuos. Esse duplo sínodo dos Bispos não foi convocado para tratar dos problemas urgentes que as famílias Católicas enfrentam: apostasia, taxas alarmantes de divórcio pelos mais diversos motivos, abandono da velhice, imigração por motivos econômicos, guerras, violência familiar etc, mas sim empurrar para os católicos mornos a aceitação da sodomia e a normalização do adultério.
    E quando eu digo, “católicos mornos” é porque os frios já abandonaram o barco há muito tempo e não tem pastoral demagógica que os fará voltar e com os “quentes” tais escândalos só servem para torná-los mais ferrenhos na defesa da fé.
    Bergoglio fala muito em amor, mas ele já demonstrou como ele “ama” aqueles que discordam dele. E quando esses impostores falam de amor entre marido e mulher chega a ser patético o modo como adotam a linguagem mundana ao invés das exigências de Cristo aos batizados.
    São pastores infiéis e por isso mesmo acham natural que aqueles que firmaram diante de Deus um compromisso pra toda a vida, mudem de idéia como eles mudam de doutrina.

  28. A situação é muito insana. Está claro que esses tais que querem mudar a doutrina já não são mais cristãos. É simples evidenciar isso, pois eles não aceitam o que a Igreja sempre professou ou “aceitam” apenas para desnaturar e esvaziar o seu conteúdo. Para eles, a Ressurreição não é histórica, mas é apenas a “elaboração teológica que a Igreja primitiva fez da Páscoa de Jesus” (Páscoa que também não é nada); a Eucaristia não é o Sacrifício, mas apenas a igreja celebrando a si mesma, celebrando o dom da vida”, “o dom do trabalho”, “o dom do encontro”; além disso, para eles, a Igreja não teria nada a ver com a privacidade de ninguém (cada um faça o que quiser em matéria de sexo, de casamento, de família e do que mais for): a Igreja não deve tutelar a consciência de ninguém, deve apenas “conduzir à maturidade humana mediante uma caminhada consciente e comunitária” etc

    Os que pensam assim não podem ser chamados cristãos – eles são “apóstatas” (palavra sonora e terrível). Ou seja: cada vez mais a Igreja está nas mãos de gente que não é mais cristã. E é claro que todo cristão tem, por força do seu batismo, o direito e mesmo a autoridade de denunciar essa impostura inaceitável.