Editora Ecclesiae lança best-seller de Michael Rose em português: “Adeus, homens de Deus”.

A editora Ecclesiae lança um livro polêmico que trata do aparelhamento nos departamentos vocacionais dentro da Igreja Católica dos EUA. Existem evidências que durante três décadas, candidatos verdadeiramente vocacionados foram rejeitados enquanto dissidentes dos ensinamentos católicos foram privilegiados.

Fratres pergunta: mas não é exatamente o que foi feito nos seminários brasileiros? Não se poderia falar de uma estratégia quiçá global de destruição das vocações católicas, substituindo-as por pseudo-religiosos ativistas dos direitos do homem, dentre os quais incluem o gayzismo e tudo o mais que já recorrentemente foi condenado pela Igreja?

Uma boa resenha da obra pode ser lida aqui.

Adeus, Homens de Deus – Como Corromperam a Igreja Católica nos EUA

Michael S. Rose

Pesquisei e escrevi este livro ao longo dos últimos dois anos, entrevistando mais de 150 pessoas, enquanto jornalista investigativo profissional para a imprensa católica. Fato é que diversos candidatos qualificados ao sacerdócio foram excluídos por razões políticas ao longo das últimas três décadas. Uma discriminação ideológica sistemática veio sendo praticada contra seminaristas que apoiam o ensinamento católico quanto a sexualidade e outros assuntos; e dissidentes dos ensinamentos católicos – inclusive quanto ao tema da homossexualidade – foram privilegiados.

Em resumo, diversas pessoas sequestraram o sacerdócio com o objetivo de transformar a Igreja Católica desde dentro.

O problema nos departamentos vocacionais e nos seminários é um profundo conflito espiritual, uma doença de proporções catastróficas. Portanto, este livro busca, em primeiro lugar, identificar essa doença, ou pelo menos parte dela, esperando que seu agente causador possa ser expurgado, e o corpo, curado.

Ficha Técnica:
Número de Páginas: 290
Editora: Ecclesiae
Idioma: Português
ISBN: 978-85-84910-144
Dimensões do Livro: 16 x 23 cm

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10 Comentários to “Editora Ecclesiae lança best-seller de Michael Rose em português: “Adeus, homens de Deus”.”

  1. Se esse assunto viesse à tona, aí sim muita coisa começaria a vazar.. ocorrem coisas nos bastidores de seminários que nem imaginamos. Seria importante que essa sujeira chegasse ao conhecimento dos católicos para que houvesse pressão para que esse cenário mudasse. De que jeito eu não sei, isso precisava acontecer.

  2. Espero que agora, com mais essa descoberta, fique claro qual a razão do homossexualismo clamoroso entre os clérigos, E DEIXEM O CELIBATO EM PAZ!

    Jà estou farto de ouvir argumentos fajutos, de pessoas ineptas intelectualmente, atribuindo a degeneração moral do clero ao celibato. Como se a abstinência sexual ou a falta de uma consorte fosse capaz de transformar de uma pessoa em pervertido sexual, um hetero em homo. Haja paciência!

  3. O acima é o resultado da infiltração comunista – subsidiaria da maçonaria – que vem sendo empreendida na Igreja desde a década de 30 por Lênin e se mantendo pelos sucessores, proporcionando com suas investidas a formação de um clero adaptado às ideologias, que caiam nos contos do pacifismo, ecologismo, fraternalismo e não sei mais quantos ismos socialistas, enquanto da doutrina da Igreja aprendem-na, mas já reeleborada nos laboratórios de Engenharia Social!
    A TL mesmo foi montada como alternativa de “igreja ideal de nossos tempos”!
    A própria CNBB também seria subfruto de construção da Engenharia Social, pois um de seus co-fundadores, hoje servo do deus dos santuários vermelhos, D Hélder Cãmara e seguintes nunca estiveram em fronts opostos àqueles que deveriam combater: os comunosocialistas!
    Os dissidentes comunistas, ex agentes Bella Dodd e Yuri Bezmenov contam de como se processou e de como infiltraram com facilidade no Vaticano!
    A lista de cardeais tidos como maçons de Mino Peccorelii havia mais de 100; ele a publicou e 3 dias após foi trucidado; se estivesse vivo a lista teria muitos Ds Kasper, Kung, Bruno Forte, Baldisseri etc.
    Na verdade, esse plano foi urdido nas lojas maçônicas no séc XIX para ser implementado a partir de 100 anos após, tempo esse que seria aproximado para que destruissem a Igreja ou terem mais controle sobre ela para se imporem no mundo.
    Na retaguarda mesmo, Satã e suas legiões infernais; na vanguarda, seus fantoches vermelhos e associados “religiosos”, como bispos da laia de Ds Casaldáliga, Balduíno e padres como o Pe Cardinal, os freis Bettos e Boffs da vida…

  4. Eu fui vítima deste complô, não me deixaram ser padre, por ter tendencia pré-conciliar. Conforme a carta de apresentação do meu pároco, orientado pelo concelho presbiteral, para uma outro diocese. É frustrante esta realidade. Bom! Vão prestar contas a Deus deste pecado. Só tenho que dizer: ” Glória a Deus por tudo”. O livro que escrevi diz tudo “O Mistério da Impiedade e a Demolição da Igreja”. Quem se interessar basta me mandar um e-mail sebastiaogbraz@gmail.com que vos envio um exemplar.
    Salve Jesus e Maria!

  5. Estes, em verdade, como dissemos, não já fora, mas dentro da Igreja, tramam seus perniciosos conselhos; e por isto, é por assim dizer nas próprias veias e entranhas dela que se acha o perigo, tanto mais ruinoso quanto mais intimamente eles a conhecem. Além de que, não sobre as ramagens e os brotos, mas sobre as mesmas raízes que são a Fé e suas fibras mais vitais, é que meneiam eles o machado

    PASCENDI DOMINICI GREGIS – SÃO PIO X

  6. Fui para o seminário com 14 anos, em 1976, oriundo de uma família catolica tradicional. Como tinha formação conservadora, era pichado com apelidos tipo ‘Lefevre’ ou ‘TFP’, isso já naquela época, dez anos após o fim do CVII. Era boicotado pelos padres formadores e perseguido pelos colegas. Não aguentei a perseguição e a formação modernista e ‘libertadora’ que grassava nos seminários de antanho. Não suportei a pressão e saí. Voltei anos mais tarde, mas encontrei o ambiente pior. Além dos vícios anteriores vicejavam o hoje conhecido ‘lobby gay’. Fui caluniado e perseguido mais ainda, pois já estava mais amadurecido e formado em Direito. Foi um custo me ordenar diácono, e para subir ao presbiterato sofri por 13 anos, o que é inacreditável. Sempre por causa de minha posição conservadora sabia que isso era minha, digamos, ‘sina’ e marca registrada. Tive que me ordenar em situação de cisma na Europa recentemente, e hoje faço o percurso de um verdadeiro calvário para regularizar minha situação na Igreja Romana. E sabendo do teor deste livro vejo que fui vítima de um movimento pérfido e diabólico. Como eu muitos outros jovens também não lograram êxito no caminho sacerdotal, levando muitos a abandonarem até a Fé. Isso tudo terá que ser cobrado por Deus em Seu implacável Juízo, pois o Mal triunfou em muitos casos e ainda perdura no seio da Igreja.

    • Caríssimos,vale a pena ler o livro do nosso irmão Sebastião;através dele entenderemos muitas coisas.Também procurem ler o livro “O derradeiro combate do demônio”,do Pe.Paul Kramer (http://arcanjomiguel.net)dowlood grátis.E rezemos muito pela nossa Igreja,já que Nosso Senhor está nos mostrando muitas coisas que pretendiam continuar encobertas.

  7. Outro livro que vem corroborar com muito do que é revelado nesse livro é OS JESUITAS de Malachi Martin. Qualquer um poderá lê-lo online e em português:

    Chama-me especial atenção a parte em que descreve em detalhes os planos deles para a destruição da Igreja como nós a conhecemos:

    “A única disputa que parece ter importância para a Sociedade de Jesus neste último quarto do século XX é aquela entre essas duas esferas de influência. E o fato é que, embora a Sociedade em si não seja oficialmente marxista, os jesuítas que se diziam ou se dizem marxistas — porque o padre Lupe não estava sozinho nem mesmo nisso — não são, por esse motivo, expulsos da Sociedade ou censurados ou silenciados. Ao contrário, fazem-se os maiores esforços no sentido de protegê -los de ataques. Isso se tornou tão espalhafatoso que, não faz muito tempo, quando o papa João Paulo II conheceu um jesuíta indiano que, como verificou, não era marxista, exclamou, surpreso: “Com que então nem todos vocês são marxistas!” A guerra entre o papado e os jesuítas parece, então, ser de natureza política. E, num sentido, é. Mas presumir, como fazem muitos jesuítas da nova missão, que a sua guerra contra o papado começa e termina com a luta marxista-capitalista pelo poder, pela autoridade e pelo domínio do mundo, seria confundir os sintomas de apodrecimento da Sociedade com a condição mais básica que permite que esses sintomas progridam e se multipliquem. Porque embora a guerra que eles se decidiram a fazer tenha lugar no plano da geopolítica, é também, e mais fundamentalmente, uma guerra por causa da questão da existência mesma do Espírito como a dimensão básica do mundo dos homens e das mulheres. É sobre o sobrenatural como o elemento que torna cada um de nós humano e define nossa existência e nosso mundo. A esse nível, os novos conceitos jesuíticos relativos à autoridade na Igreja e ao propósito da Igreja no mundo representam uma reviravolta da mais profunda natureza. Para a Sociedade de Jesus, a autoridade máxima para crença e moralidade já não está na Igreja Católica Romana, com o seu papado e sua hierarquia de âmbito mundial, mas no “ povo de Deus”. Os resultados dessa substituição são que, até esta data, não há dogma importante ou lei moral capital do catolicismo romano que não tenha sido contestada e negada por jesuítas, a começar com jesuítas das mais altas posições hierárquicas e das mais elevadas reputações. Eles têm sido imitados e têm recebido a adesão de uma infinidade de grupos, tanto católicos como não-católicos, com as mais diversas razões para defenderem essa nova igreja, o “povo de Deus”, como superior à Igreja hierárquica Católica Romana. Mas foram eles, os jesuítas, que abriram o caminho e que deram os maiores e mais consistentes exemplos nessa nova atitude em relação ao pontífice romano e aos dogmas definidos de Roma. O teólogo-professor dessa guerra — e o terceiro nome naquele arco do novo empenho jesuítico — é o homem aceito e celebrado como o maior teólogo jesuíta dos últimos cem anos, Karl Rahner, S. J. Rahner viveu toda uma vida de esforços — cautelosamente, a princípio, mas com uma estridência cada vez maior à medida que o tempo passava — no sentido de alterar a crença católica. Embora não trabalhasse em campos isolados, sua estatura, sua ousadia que não ligava para as consequências, e seu sucesso o destacam como o líder no que pode ser perfeitamente descrito como o esquadrão de combate de teólogos católicos que, a partir de 1965, laceraram e cortaram em pedaços não apenas os flancos, mas a própria substância do catolicismo. Os Jesuítas † Malachi Martin”

    E de pensar que um deles conseguiu solapar o Trono de São Pedro!! Que Deus tenha misericórdia de todos nós!

  8. Há duas décadas atrás eu mesmo tentei ingressar em certa Ordem Religiosa, e o superior deles, após me entrevistar, me despediu dizendo que para o Fundador deles eu teria sido um ótimo candidato, mas para eles eu já não servia, porque, segundo o tal superior, “os tempos mudaram na Igreja…”.

  9. O pior é saber que esses padres sem vocação um dia podem se tornar bispos, cardeais, e talvez até papas….