Documento preparatório do Sínodo ‘apresenta um perigo muito real para a família’, diz coalizão “Voz da Família”.

LifeSiteNews, 13 de agosto de 2015 | Tradução: FratresInUnum.com – A Voz da Família (“Voice of the Family”), uma coalizão leiga internacional formada pelas principais organizações pró-vida e pró-família, alertou para o fato de que o documento preparatório do Vaticano para o Sínodo de outubro sobre a Família “ameaça toda a estrutura da doutrina católica sobre o matrimônio, a família e a sexualidade humana.” Em uma análise abrangente do documento Instrumentum Laboris, de 77 páginas, do Vaticano, a Voz da Família aponta diversos pontos em que omissões e ambiguidade na redação do texto estão conduzindo para um caminho perigoso para a fé e para a família.

A estratégia de introduzir ambiguidades nos textos foi revelada pelo Cardeal Walter Kasper, figura central do Sínodo, que lançou a polêmica com suas propostas para a comunhão a católicos divorciados e recasados. Em uma entrevista na EWTN com Raymond Arroyo, em junho, ele divulgou uma abordagem para superar a oposição crescente aos seus planos heterodoxos.

“Recebo muitas anuências, mas também muitas críticas, e há tensões”, Kasper reconheceu. “Agora, proponho aos que prepararam o Sínodo que elaborem um texto que obtenha a aceitação de todo mundo, da grande maioria. É o mesmo método que tivemos no Concílio [Vaticano II]”. Posteriormente, ele repetiu: “Minha sugestão é encontrar agora uma fórmula em que a grande maioria possa aderir”.

O Concílio Vaticano II também se deparou com desafios tanto à doutrina quanto à prática católica tradicional, que foram contestadas por grande número de bispos. Apesar da oposição, muitos itens da ordem do dia dos bispos ultraliberais foram contemplados pelo uso de linguagem frequentemente vaga, ambígua e até mesmo aparentemente conflitante, que parece agradar a ambos os lados. Mais tarde, essas expressões foram chamadas de “bombas relógio”, que alguns teólogos puderam explorar após o Concílio com a finalidade de minar a doutrina tradicional da Igreja.

A análise da Voz da Família explica que “está claro que o Instrumentum Laboris deixa de afirmar claramente a doutrina católica, mas, antes, através de termos ambíguos a mina gravemente.”

John Smeaton, co-fundador da Voz da Família, disse: “O documento mina a doutrina da Humanae Vitae sobre contracepção.” A análise crítica de 19 páginas do Instrumentum Laboris escrita por Matthew McCusker, da Voz da Família, observa que o documento preparatório do Vaticano para o Sínodo “recusa-se a utilizar a palavra  ‘contracepção’ ou a fazer qualquer referência a qualquer método contraceptivo, apesar das consequências devastadoras do uso de contraceptivos em muitas áreas da vida humana, não menos importante que o assassinato de crianças nascituras por métodos abortivos.”

Mais do que isso, o Instrumentum Laboris deturpa a Humanae Vitae, deixando de fora o fato de que ela condena a contracepção. O documento sinodal declara que os “dois pontos principais” da encíclica são primeiramente sobre o papel de consciência e, em segundo lugar, “uma norma moral objetiva”, sem nunca definir essa norma moral – ou seja, a Humanae Vitae declara moralmente inadmissível “qualquer ação — antes, durante ou depois da relação sexual –especificamente destinada a impedir a procriação – seja como fim ou como meio.”

“O Instrumentum Laboris também ressuscita as propostas desacreditadas de Kasper sobre a Sagrada Comunhão aos adúlteros não arrependidos, reduz a indissolubilidade do matrimônio a um simples ‘ideal’ e mina a posição dos pais como primeiros educadores de seus filhos “, acrescentou Smeaton.

No que diz respeito à doutrina da Igreja de que os pais são os primeiros educadores dos filhos, o Instrumentum Laboris insinua o contrário. O parágrafo 86 afirma que “a família, ao passo que mantém a sua posição privilegiada na educação, não pode ser o único lugar para ensinar sexualidade”. A análise da Voz da Família observa que a “declaração é diretamente contrária à doutrina católica”, citando o ensino de Papa São João Paulo II na Exortação Apostólica Familiaris Consortio, onde o papa deixa em aberto a possibilidade de que a educação sexual possa ser feito exclusivamente em casa. Ele escreveu: “A educação sexual, que é um direito e dever fundamental dos pais, deve ser realizada sempre sob a sua orientação solícita, seja no lar, seja nos centros educativos escolhidos e controlados por eles.”

“A Voz da Família exorta os católicos a não serem complacentes ou cederem a um falso senso de obediência, em face dos ataques aos princípios fundamentais da lei natural”, concluiu Smeaton. “Os católicos têm o dever de se opor à direção que está sendo tomada no Sínodo. Se essa direção não for revertida, as maiores vítimas serão os mais vulneráveis, especialmente, as crianças, nascidas e nascituras.”

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16 Comentários to “Documento preparatório do Sínodo ‘apresenta um perigo muito real para a família’, diz coalizão “Voz da Família”.”

  1. Igreja à deriva. Nada mais.

  2. Que Nossa Senhora, mãe da igreja e mão das famílias envie seu espírito e o Espírito Santo, seu esposo, para este sínodo afim de não permitir que satanás sente-se nessas cadeiras no dia do sínodo. E se a presença dele for inevitável que possa ser ao menos apagada e esmagada.

    Salve Maria

  3. A ambiguidade no texto foi o artifício que os liberais usaram no Vaticano II para introduzir o germe da dissolução doutrinal que seria implementada depois. A crônica do Concílio o prova.

    Mas o maior problema é o day after, a água na fervura que isso significa. Estamos todos muito cansados do (mau) clero (que é a maioria) e dos recorrentes vexames e violências que essa gente impinge à Igreja como um todo. A Igreja está cansada, e quem não está nem aí para Igreja, continuará não estando, continuará comungando e sambando como sempre fez. Os que (ainda) estamos, faremos papel de palhaços, museólogos, fariseus malignos e viúvos do L´Ancient Régime. Pena que o Isis não terá tempo de invadir Roma até outubro para depenar esses escroques e jogá-los no Tibre.

    E a quem devemos tudo isso? A Bento XVI. João Paulo II teve ao menos a dignidade e a fortaleza de roer o osso até o fim.

  4. “citando o ensino de Papa São João Paulo II na Exortação Apostólica Familiaris Consortio, onde o papa deixa em aberto a possibilidade de que a educação sexual possa ser feito exclusivamente em casa. Ele escreveu: “A educação sexual, que é um direito e dever fundamental dos pais, deve ser realizada sempre sob a sua orientação solícita, seja no lar, seja nos centros educativos escolhidos e controlados por eles.”

    Essas são as “bombas-relógio” pós conciliares. Um documento aparentemente inócuo mas que abre uma brecha para as escolas “ditas católicas” ensinarem essa palhaçada que hoje chamam “educação sexual”.
    Quer dizer, que porque eu escolhi a Escola Secundária Nossa Senhora de Loretto para minha filha estudar, eu por tabela dei-lhes autorização pra ensinar o currículum devasso que o Governo Liberal da Provincia do Ontário quer impor às escolas Católicas?
    Aqui em casa não tem essa de “centros educativos” ensinarem “educação sexual” pra minha filha porque é de casa mesmo que eu mostro pra ela que está tudo dominado! Você não encontrará nem um, um só “centro educativo” que vai falar contra aborto, sodomia e fornicação. Todos eles justificam, quando não abertamente promovem.
    Tem horas que eu prefiro pensar que esses Pontífices não leram direito os documentos pós-conciliares que eles mesmos assinaram. Só pode! Essas encíclicas parecem mais aqueles contratos de companhias telefônicas que você assina sem ler direito e só lá na frente quando a bomba estoura é que você percebe a enrascada que se meteu. O diabo está nas entrelinhas!

  5. É nisso que dar usar de ambiguidades em um concílio. Ninguém mais se entende. A confusão se tornou generalizada. Tudo agora vai ser feito com base ambígua para favorecer Deus e o diabo.

    Mater Dei orare pro nobis ad dominun Deo nostro.

  6. Parece aquela história do rei que estaria nu. Fala-se hoje abertamente de estratégia do consenso maldosamente empregada nas votações do Concílio – pegando muita gente desprevenida (o próprio Coetus Patrum demorou demais para reagir, é perfeitamente compreensível). O próprio Cardeal Kasper fala que é essa precisamente a intenção com respeito aos temas do próximo Sínodo. Só falta alguém para deter isso, que não é mais mistério para ninguém. Se não o fazem, por que será?

  7. Como tem sido muito noticiado, até mesmo previsto dado as premissas ante sinodais, após o Sínodo das Famílias poderia aparecer uma nova igreja – melhor: cisma, quiçá seita – paralela à Igreja católica tradicional, de sempre, e os modernistas, evidentemente, preferirão aquela, como mercadorias numa gõndola de supermercado em esses escolherão segundo suas conveniencias, por atender-lhes os interesses.
    Será que as dicas que os possíveis infiltrados que seriam da régua e compasso, como os cardeais Kasper, Bruno Forte, Baldisseri et alii já estariam preparando os espíritos dos incautos para abraçarem essa recém fundada igreja marginal? Bem possível!
    Certo é e reprovável, por sinal, é que a tal igreja que entroniza a misericordia, acolhimento, tolerância, compreensão e similares em detrimento das serias exigências evangélicas de conversão tem de ser refutada!
    Naquele caso, seus adeptos que sigam as instruções da bíblia e doutrina do Pe Fabio de Melo e doutros relativistas no mercado!
    Quem sabe, ou porque não adotar a “pastoral” de alguns dos pastores?

  8. No dizer corrente, fui um carola na adolescência (há uns cinco anos atrás). Vivia ouvindo missa, no meu tempo livre, nas mais diversas igrejas de Salvador. Oriundo de família protestante, converti-me sozinho mercê de Deus e fui batizado aos dezesseis anos. O pontapé inicial para a minha conversão foi a magnificência da arte e arquitetura sacras daqui da Bahia. Chamava-me a atenção, contudo, (ou melhor, dispersava-me a atenção) a vaguidade dos sermões dos padres. Raramente havia a clareza de se pegar um ponto objetivo da moral e da fé católicas e desenvolvê-lo, ensinando-nos a aplicá-lo na prática, tendo como matéria de ilustração as passagens evangélicas ou da vida dos santos. Minha educação ginasial ficou a cargo dos Salesianos. O máximo de educação genuinamente católica que tive no colégio deles foi o encanto que a imagem de Nossa Senhora Auxiliadora me causou, arrasando-me a conhecê-la e amá-la, bem como a bela capela que lhe é dedicada dentro das instalações do antigo liceu, e os filmes sobre São João Bosco que se exibia, ou um ou outro bonito hino antigo ainda conservado nas missas com palmas, clima de festa mundana, baixo elétrico e outras coisas que já eu já pressentia serem inadequadas. De resto, as aulas de religião se resumiam a campanha da fraternidade e doutrinação socialista.
    Por iniciativa própria e sem recomendação de ninguém, porque na maioria das aulas de catequese daqui só se exige que se leve a Bíblia, comecei a ler os catecismos de São Pio X e o CIC atual. Daí fui aprendendo a ser católico.
    Agora, eu me pergunto. e pergunto a quem possa responder, porque não tenho parentes mais velhos católicos para os quais eu possa perguntar: foi sempre assim? Todo o encanto visível da Igreja, e audível (cf. Pe. Antonio Vieira), parece que hoje, aqui na Bahia, e no resto do mundo, só resta na arquitetura e arte sacras, ou nos livros literários, referentes a tempos longínquos.
    Tenho a impressão tb de que a Igreja do catecismo está sendo relegada ao passado. Aquela de que se dizia, sem titubear, única e verdadeira de Cristo, seu corpo místico, fora da qual não há salvação. Dá-me às vezes a insana e desesperadora impressão de que eu estou no passado tb, por crer nessa Igreja eterna, cujo sentido sacrifical da missa que celebra é claramente enfatizado…. De crer e professar o que poucos católicos têm, de maneira clara, professado, hj em dia. Pq quase tudo que se diz da doutrina dogmática da Igreja tende a ser alegado como pertencente ao passado.
    Em meio à emergência de discursos e comportamentos sociais frequentes absolutamente contrários à doutrina católica, que tem atraído e arrastado os fieis avassaladoramente, da parte da maioria do clero, em seus púlpitos, o mais absoluto silêncio… Confesso que não compreendo isso!! Será que é medida pastoral antiga? Para não criar polêmica? Pra não afastar os fieis (ou não deixar de receber donativos dos moralmente dissidentes?).

  9. Fui até verificar se era mesmo “Ide e ensinai” ou “Ide e dizei de forma ambígua”.

  10. Pe Jahir do Mosteiro de Nossa Senhora da Fé e do Rosário, em Candeias /BA já foi muito bom, quando vivia no escondimento e só se preocupava em formar seus monges dentro da Doutrina Católica e dar assistência aos leigos que apareciam por lá em busca da Santa Missa de sempre.
    Hoje quem quiser assistir a Missa Tradicional que ele celebra com todo esmero, terá que aguentar por tabela em seus sermões e catequeses cheios de ataques constantes contra padres e Bispos da SSPX que tanto o ajudaram no passado. Virou um sectário inflamado contra quem não comunga de seus partidarismos.
    Infelizmente vivemos tempos muito difíceis, estamos sob o castigo que se abateu sobre a Igreja:
    “Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão”. (Marcos 14 :27)
    Iuri, nem sempre foi assim. Pra você entender melhor sobre a crise que abateu sobre a Igreja depois do Vaticano II continue lendo os escritos de Monsenhor Lefebvre, os documentos anteriores ao Concílio, principalmente a encíclica Pascendi de São Pio X e se apegue às orações tradicionais como o Santo Rosário, Ofícios e Ladainhas.
    Quanto à Missa, recomendo-lhe apenas a Missa Tradicional em latim, ainda que sejam celebradas segundo o Summorum Pontificum e por padres nem tão piedosos como se desejaria.

  11. Gercione, Gercione… Apesar de não ir a Candeias a mais de quatro anos, ainda admiro muito o Pe. Jahir Brito (mesmo lamentando amarga e profundamente que este tenha se posto ao lado de D. Williamson…) Pe. Jahir é um homem de grande envergadura moral e um padre zeloso e amante das almas… Peço que não o critique desta forma… Mesmo aqui em Salvador, nós o admiramos e rezamos para que um dia ele reveja seu posicionamento, embora participe das missas celebradas pelo Pe. Gilson Magno, continuamos a amar e a rezar por Pe. Jahir… Quanto ao Iuri, eu o conheço e, apesar do quanto escreveu em seu comentário, não entra em minha mente o porquê dele não procurar o mosteiro do Pe. Jahir e tampouco a nós, da missa “Summorum Pontificum”, como vcs mesmo dizem… Vai saber… Quanto a mim, também estudei por anos no Salesiano daqui de Salvador e sei o quanto fui doutrinado ideologicamente e introduzido nos erros modernos, ao mesmo tempo em quanto sou grato ao ao Pe. Jahir Brito e aos saudosos Professores Orlando Fedeli e Élsior Moreira, homens de sã doutrina que nos arrancaram do lixo decrépito do Modernismo e da TL.

    Nestes dias terríveis em que vivemos, é mais que salutar mantermos a Doutrina Ortodoxa da Igreja e orarmos muito para que deste famigerado sínodo tudo venha à luz de uma vez e que os inimigos de Cristo sejam desmascarados, mesmo que seja necessário um cisma para isto! O cisma da “misericórdia”…

    Rezemos pela Igreja, pela Consagração da Rússia e pelo Triunfo do Imaculado Coração de Maria Santíssima!

    In Corde Jesu, Semper

    Dionisio

  12. Meus caros, a única coisa que eu tenho reivindicado hoje em dia é o meu direito, que é direito de todo fiel católico, de assistir à missa rezada conforme as rubricas do missal romano e de acordo com as IGMR e de não ouvir nenhum atendado contra a fé e a moral católicas nos sermões dos clérigos.
    Aqui em Salvador, tenho procurado acompanhar exclusivamente os beneditinos e os joaninos. Esses, para além de cumprirem com êxito a obrigação de celebrar a liturgia conforme as prescrições atuais da Igreja, são exímios pregadores e diretores espirituais. Há a Paróquia da Conceição da Praia, a Paróquia de Sant’Ana do Rio Vermelho, a Igreja da Ajuda, mas são exceções em matéria de obediências às normas litúrgicas da celebração do Sacrifício do Senhor e de padres que ensinem a doutrina católica sem ambiguidade.
    Não tenho nenhuma objeção em si ao rito ordinário, apesar de ver coerência nas criticas que se lhe fazem e que se faz ao CVII. Uma vez promulgado, contudo, resta acatá-lo como rito universal e normal da igreja latina.
    Para mim, tanto faz o ordinário novo ou o vetado, desde que ele seja celebrado conforme se ordena (TRATA-SE DA MESMA RENOVAÇÃO INCRUENTA DO SACRIFÍCIO DA CRUZ). É o mínimo!!! Não se exigem órgão, canto gregoriano, corais barrocos, mas o mínimo e o essencial: ler o que está preto, fazer o que está em vermelho no missal e não acrescentar nada no rito do santo sacrifício da missa. Usar todos os paramentos, inclusive a casula. Pedir-se-ia tb um certo cuidado com as músicas escolhidas para a missa e a dispensa do irritante violão… elas não têm inspirado devoção, mas tédio e até ojeriza, que Deus me perdoe. Não fosse a consciência que eu tenho do valor místico do que se celebra ali, bocejaria, dormiria, iria embora, desprezaria.
    Agradeço sempre a vocês pela tentativa de assistência. Faz-me mto bem lê-los e interagir com vocês, os que postam e os que comentam, apesar de algumas divergências entre nós, tão irrisórias face a fé que nos une.

  13. Tudo isto é parte de um plano, para demolir a verdadeira Igreja de Nosso Senhor. É que procurei mostrar no meu livro “O Mistério da Impiedade e a Demolição da Igreja”; e que, graças a Deus já esta disponível no meu site http://www.misteriofidei.com ;com o chamamento “A Igreja vive…”

  14. Dionísio, eu não falo por mal. Conheço várias pessoas que frequentam o mosteiro do Padre Jahir por falta de opção ou por não concordarem com o bi-ritualismo do Pe. Gilson Magno, e foram tais pessoas que me relataram que se sentem profundamente constrangidas com o fato dele usar suas homilias para atacar padres e Bispos da SSPX.
    Desculpe-me, mas eu gostaria muito de poder indicar Padre Jahir como referencial para os que procuram a missa tradicional, como já o fiz tantas vezes no passado. Mas na atual conjuntura, em que ele se uniu `as loucuras de Dom Williamson, enviando até padre Joaquim pra tomar parte na sagração às escondidas de Dom Favre, não acho prudente indicar a quem está trilhando os primeiros passos na catequese um ambiente de doutrinamento e sectarismo.
    Em primeiro lugar, por causa do escândalo que é padre atacando padre e bispo atacando bispo e o que é pior: durante a Santa Missa. Em segundo lugar, por causa da falta de caridade e a maledicência disfarçada em zelo pela sã doutrina.
    Se você duvida do que estou falando, ouça a conferência dele no Youtube.