Foto da semana.

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Capa desta semana da revista semanal norte-americana Newsweek questiona: “O Papa é católico?”

quem atribua toda a culpa à imprensa. Mas, a falta é realmente toda dela ou também de quem deveria ser claríssimo, cristalino, para evitar, justamente, que suas palavras e ações fossem manipuladas?

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Como que percebendo como soaria absurda a pergunta aos leitores, a revista prossegue em sua chamada: “É claro que é, você só não saberia disso pelas suas manchetes na imprensa”.

Toda a matéria de Newsweek é uma contraposição entre o estilo “quem sou eu para julgar” de Francisco e o “rígido conservadorismo” do arcebispo Salvatore Cordileone, de San Francisco, California, discípulo do Cardeal Raymond Leo Burke e de Bento XVI, de quem a revista quer ver a cabeça, a exemplo de São João Batista, posta num prato.

Ao fim do artigo, a revista arremata:

“O Papa é um esplêndido comunicador. Ele pisca para os seus dois eleitorados divergentes, como um político que deseja ganhar votos nas cidades liberais com uma mensagem e no interior conservador com outra. Faz com que ambos os lados se sintam seguidores do verdadeiro Francisco”.

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19 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Não, obrigado. Eu sou seguidor de Jesus e fiel à Santa Igreja Católica Apostólica Romana!!!

  2. I have my doubts!

  3. Na verdade, a revista deseja que seja ou que fosse como ela diz em falso. Não passa da grande mídia globalizada em campanha pelo globalismo. As mentiras estão todas em descoberto pela rede e pelas publicações históricas e científicas alternativas. O mundo inteiro já sabe o que eles fizeram e eles estão é desesperados, mas contam com o poder do dinheiro, apesar de saberem que dinheiro não é tudo…

  4. Não é só a revista, e também não é a cabeça só do Arcebispo Salvatore, que querem ver num prato. Tem muito mais gente do lado da revista e também tem mais “Joões Batista” nessa lista.

  5. Que o teu sim seja sim, que o teu não seja não.

  6. Sou adorador de JESUS CRISTO CRUCIFICADO e discípulo de Giusepe Sarto, Eugênio Pacceli, Karol Woytilla e Joseph Ratzinger.

  7. Ele, O Papa, é mais que católico… antes de ser católico, ele é humano e cristão. Vida longa ao Papa Francisco.

    • Dizer que, antes de ser católico, é humano é uma afirmação correta, pois não poderia realmente ser católico se humano não fosse (não há um cachorro católico, nem uma pedra católica); mas opor o fato de ser cristão ao de ser católico constitui um erro grave. Não se é cristão antes de ser católico: é-se cristão justamente por ser católico e vice-versa, os termos estão mutuamente implicados.
      O fato de o termo “cristão” ter surgido na história antes do termo “católico” não significa senão um desenvolvimento da compreensão mesma do que significa ser cristão, desenvolvimento este, aliás, observável em toda a história do dogma.
      Quando uma verdade da fé é posta em dúvida, por obra, por exemplo, de falsas doutrinas, aprofunda-se a própria fé e Deus, que é poderoso para tirar o bem até dos piores males, consente que a expressão da fé se faça mais e mais luminosa: eis o progresso na compreensão da fé. Quando as doutrinas heréticas dos primeiros séculos ameaçavam dividir os cristãos, mormente o arianismo do século IV, começa a surgir o termo “católico” para definir o autêntico cristianismo, que por definição é universal, em oposição ao particularismo das seitas, um universalismo que é histórico (o mesmo em todos os tempos), geográfico (em todos os lugares) e também em relação ao conjunto da Revelação (aceita-se a verdade revelada por Deus em sua integridade) e aos seus destinatários.
      Ser cristão significa, como define a profissão de fé dos dois primeiros concílios ecumênicos, crer numa Igreja una, santa, católica e apostólica, no Corpo de Cristo de que somos membros.
      Um distorcido ecumenismo dos últimos anos tem criado a imagem de que o Catolicismo seria um ramo do Cristianismo, em igualdade de condições com outros: nada mais falso e enganoso que isso! O Catolicismo é o Cristianismo em sua substância. Que haja hereges e cismáticos – isso nunca foi uma novidade para quem estuda a história da Igreja, desde o período dos próprios Apóstolos, e até entre eles (o que foi Judas, senão?) – não afeta em absoluto essa verdade.
      Ah, mas e os que se dizem cristãos e não são católicos? Ora, cada um pode dizer o que quiser, nem por isso a verdade vai mudar.

  8. Típico caso da Lei das consequencias involuntárias aplicado à demagogia Bergogliana.Depois que o próprio Pontífice afirmou ao jornal La Reppublica que “não existe um Deus Católico”, a consequência inevitável é que seu representante aqui na Terra também não é Católico.

  9. “De todas as obras divinas, dizia São Dionísio, a mais divina é cooperar com Nosso Senhor Jesus Cristo para salvar almas”. E isto faz, tanto o simples sacerdote como o Sumo, através da Verdade. “Seja o vosso falar sim, sim; não, não”. Se há um estilo de falar e agir mais antagônico ao do Divino Mestre, este é o político. “É a Deus ou aos homens que eu procuro agradar?” dizia o Apóstolo São Paulo. “Procuro agradar a Deus e não aos homens”. E ordena ao seu discípulo, o bispo Timóteo que pregue a palavra de Deus “QUER AGRADE, QUER DESAGRADE”. e nunca se desdisse e nem podia, é claro. O próprio divino Mestre dizia: “Não procuro o meu agrado, mas fazer aquilo que é do agrado de meu Pai”.

  10. É o que eu já argumentei para um neocon: se tudo fosse culpa dos “media” que distorcem as palavras do Papa, porque este nunca saiu para desmentí-las? Por que nunca se esforçou por ser mais claro? Por que continua dando oportunidades de ser “mal interpretado”? Já faz mais de dois anos que Bergoglio se tornou Papa, já teve tempo mais que suficiente para desmentir as “más interpretações” e afirmar claramente a verdadeira doutrina.

  11. Não é de hoje, desde o Concílio Vaticano II que se pergunta, quem ainda é católico dentro da Igreja Católica?:

    http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/52E91B2A-D7BB-02CE-38DAF09E281BF8B0/mes/Janeiro2015

  12. Há outro fato recente que ilustra a questão da ambiguidade pontifícia e da série inacabável de declarações e gestos do Papa Francisco que são explorados pela mídia para o descrédito da Santa Igreja.
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    O Presidente de Israel, Reuven Rivin, fez uma visita ao Papa Francisco em Roma, acompanhado por sua secretaria pessoal Rivikah – Rebeca, uma judia ortodoxa. Quando alguém cumprimenta o Papa, aperta sua mão e se inclina diante dele. Mas ela explicou que por razões religiosas não poderia fazê-lo porque ele portava uma cruz no peito. O papa então tapou a cruz com sua mão e se inclinou diante dela. Esta versão correu pelo mundo.
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    Segundo fontes judaicas, Rebeca é nora de um rabino e não aperta as mãos de diplomatas do sexo masculino porque é observante da Halachá (lei judaica). Ela fez apenas uma reverência a Francisco sem lhe estender a mão, e Francisco não teria escondido o crucifixo (coisa que ele já fez em outras ocasiões, por exemplo, ao receber rabinos para almoço na Casa Santa Marta).
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    É perplexitante para os católicos mais esta atitude de Francisco. Como de costume, depois do fato aparecem esclarecimentos ou justificativas. Feitas as contas, nota-se que a Igreja mais uma vez perdeu, porque a foto sugere que ele presta homenagem ao Judaísmo, religião que nega que Jesus Cristo seja Deus e o verdadeiro Messias. A “humildade” de Francisco com frequência consiste numa humilhação para Cristo e para a Igreja, e no descrédito da doutrina católica tradicional. São atitudes que fazem o leitor até pensar que use a simulação, e que a espontaneidade dele seja previamente estudada. Com fatos desse tipo, e que provavelmente vão se repetir, prossegue a marcha da autodemolição da Igreja Católica num passo constante.
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    A análise feita pela redação de Fratres in Unum vai ao fundo da questão: não se pode com objetividade atribuir toda a culpa à imprensa. Dela participa também “quem deveria ser claríssimo, cristalino, para evitar, justamente, que suas palavras e ações fossem manipuladas”.
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    Ademais, é no mínimo discutível a conclusão da revista Newsweek. Francisco só tem sido celebrado pela mídia como “esplêndido comunicador”, porque suas declarações agradam ao espírito mundano. Se contrariasse o mundo, começaria imediatamente feroz campanha publicitária contra ele. A duplicidade da linguagem pontifícia não une as ovelhas em volta do Pastor e não pode ser comparada com a versatilidade do político que sabe agradar os seus dois eleitorados divergentes na capital e no interior. Pois faz com que um dos lados, o dos católicos que estão unidos ao ensinamento perene da Igreja, se sinta órfão.

  13. Infelizmente, chegamos a este termo. De ser necessário se perguntar se o Sumo Pontífice é católico. E lastimavelmente não é uma pergunta impertinente diante do que temos visto, o avanço da autodemolição da Igreja. Afinal, Francisco está de que lado ? O lado da Igreja de Cristo, da Civilização Cristã, do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, ou do lado da Nova Ordem Mundial e do Império satânico da ONU ?

  14. O papa é o líder espiritual da humanidade (e não somente dos católicos).

  15. Ainda existem cristãos que acreditam nesse papa!

  16. A Conspiração além de procurar acabar com a Igreja Católica ainda debocha do Papa com o título da reportagem, como se estivessem preocupados com as suspeitas atitudes de Francisco.

  17. Não podemos nunca misturar as coisas. A obediência ao Sumo Pontífice. É um ensinamento divino, nós nunca podemos deixar de viver esta verdade. Só que nos tempos atuais, os papas recentes, estão querendo nos impor, uma outra doutrina; contrária aos ensinamentos da Tradição infalível da Igreja. Como no caso dos casamentos de pessoas divorciados, amigados… Vamos debruçar na história da Santa Igreja. O que Ela sempre nos ensinou? Não foi a indissolubilidade do matrimônio? Como pode este Papa atual, querer mudar uma coisa imutável. Pode a Igreja contradizer? Ela não é o eco de Deus na terra? Deus pode entrar em contradição; ou enganar-Se? Então, vamos seguir aquilo que foi sempre ensinado. Quando uma pessoa não obedece uma ordem de um superior. Quando este, manda algo contrário, os Mandamentos da Lei de Deus e da Santa Igreja. O que um católico deve fazer? Seguir aquilo que foi sempre ensinado e por todos cridos.
    Joelson Ribeiro Ramos.