O discurso de Dom Cipollini na Câmara de São Bernardo do Campo.

Um leitor nos escreve:

Devem ter ficado sabendo da palestra que proferiu S. E. Rev.ma D. Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André, na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, acerca do perigo representado pela Ideologia de Gênero.

Um grupo de fanáticos tentou impedir a realização da palestra, com apitos, batuques e gritos de “o Estado é laico” e “a Câmara não é lugar [para abordagem do tema]”, mas a presença de católicos era massiva e entusiasmada; apoiaram D. Pedro, ouvindo-o respeitosamente e aplaudindo seus comentários em favor da família e da ordem divina estabelecida pela lei natural.

Foram admiráveis sua calma e clareza ao expor os argumentos da fé contra esta Ideologia nefasta. Um pastor que transmite segurança ao rebanho e não treme diante dos lobos!

O discurso do senhor bispo começa aos 32 minutos:

11 Comentários to “O discurso de Dom Cipollini na Câmara de São Bernardo do Campo.”

  1. Gente do céu! E esse final épico?!
    Muito bom e muito claro! Se eu fosse uma das feministas teria me rendido aos argumentos, mas também ao carisma do senhor bispo!
    hehehe

  2. O que não apreciei foi apenas o seguinte aos 33,34 adiante:
    “Quando era estudante lutei contra a Ditadura Militar e hoje temos no Brasil temos a oportunidade de viver aquilo por que lutamos”…
    Não seria verdade: como se estivéssemos sob um regime melhor que o Regime Militar em relação à DITADURA COMUNISTA do PT, um Brasil “democrático” sob as patas do infernal e ditatorial PT, que institucionalizou a corrupção e o crime, que não fechou a boca dos brasileiros por não ter ainda tido força suficiente, como fez em Cuba e na falida atual Venezuela, das quais o PT é partner!
    Ele lutava contra a Ditadura Militar e naquele tempo – certamente sem saber – promovia a infernal DITADURA COMUNISTA infinitamente pior, caindo no engodo da Engenharia Social Marxista, mega expert de fraudar e enganar pessoas!
    Quantos milhões hoje em dia voltaram a ter saudade dos militares, contra os quais nunca houve processos e foi tempo em que o Brasil de fato progrediu?

  3. Cumpriram o seu dever!!!!!!!

  4. A argumentação da palestra em si mesma é imperfeita, seja pelo louvor que faz ao liberalismo, seja pelas citações do catecismo de 1993 mas, ao menos, em uma perspectiva humana, não deixa de ter seu valor; além disso, tem o grande mérito de ter dito o óbvio em público, sendo o final impagável, hilário.

  5. Muito bom senhor bispo. Parabéns, a nossa voz não foi calada!

  6. achei fantástico o final….

  7. Parece-me que Dom Pedro estaria algo contaminado pelo MARXISMO CULTURAL por dar impressão que o REGIME MILITAR era ditadura; nada disso, pois o exército lutava contra o Dragão Vermelho, uma das mais terríveis pragas que assola os séculos XX e XXI e que tem particular aversão à Igreja católica, achando ele que agora estamos numa democracia – só se for democradura!.
    Aliás, “por determinação da 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2005, celebra-se, em todo o Brasil, de 1 a 8 de outubro, a Semana Nacional da Vida e no dia 8 de outubro o Dia do Nascituro, ou seja, o Dia pelo direito de nascer. “A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro são ocasiões para que toda a Igreja continue afirmando sua posição favorável à vida desde o seio materno até o seu fim natural, bem como a dignidade da mulher e a proteção das crianças” (Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário geral da CNBB).
    Parabéns, CNBB!
    No entanto…
    De como defenderia os direitos dos nascituros se não investe contra o promotor-mor do genocídio infantil o marxista PT, hem CNBB? Isso não seria fazer media de falsa defesa dos nascituros?

  8. Afirmar-se contra a turba é bom.Este Bispo me pareceu bem intencionado, bom em tática, ruim em estratégia. Não é fundamental, mas, no contexto, deveria estar vestido de Bispo, não de Pastor Presbiteriano.A ” defesa” da ” resistência á ditadura militar” não foi um real bom testemunho, embora ele tenha pensado ter sido um argumento estrategicamente contundente.Não foi,Teve apenas um valor positivo tático e bem limitado. O uso de uma palavra ambígua, mal construída, ” arma semântica” importante utilizada pela Ideologia de Gênero( que é a palavra homofobia : MEDO[ fobos] do igual, ou -era esta a intenção dos dissimulados promotores da I.G. – MEDO dos homossexuais , { de fato, queriam inculcar que existem muitos cultivadores de ÓDIO aos homossexuais} ) não foi coisa boa, associado ao que insinua, que é dizer, falsamente, que a Igreja não condena a distorção que é o homossexualismo, e não condena quem consente e estimula esta doença,perversão, pecado e mau gosto, quando a Igreja se opõe sim, tanto por argumentos naturais quanto de fé, ao homossexualismo E à sua prática, assim como ao seu uso para desorganização da sociedade, destruição da família e enfraquecimento de reações viris aos adversários da LIBERDADE VERDADEIRA, da NORMALIDADE( seguir a NORMA impressa na carga genética, sobre fitas de DNA, em letras que são bases púricas e pirimídicas, formando TEXTOS num idioma chamado Código Genético), da PAZ social( imagine-se um exército com uma maioria de bichas, fazendo picuinhas uns com os outros, cheios de maneirismos, ” apaixonando-se” por alguns Majores e ” odiaaando” alguns Coroneis, só obedecendo comandos ” quando meu coraçãozinho quer”…).De 0 a 10, dou 6 em tática e 2 em estratégia.Em épocas de ” quem sou eu para julgar?” foi um fato “auspiciosozinho”.

  9. PARABÉNS, SR. BISPO, O SR. HONRA NOSSO EPISCOPADO, se ao menos mais 20 fizessem assim a Igreja e o Estado não estariam passando pelo que estão passando, sobretudo, amargando nas garras da DITADURA PETISTA, gestada nas cloacas imundas das cebs sob o comando de muitos Bispos ainda piores, em questão de DOUTRINA, que os bandidos do PT e companhia…

    DEUS O CONSERVE!!!

  10. No geral, foi positivo. As declarações a respeito do regime militar, infelizes e desnecessárias. É uma pena que não se diga que o pecado contra a natureza, por ser gravíssimo, faz a pessoa perder a graça de Deus e tornar-se como sua inimiga. Nesse sentido, a dignidade da pessoa sofre sim um prejuízo, e portanto ela não tem a mesma dignidade que uma pessoa em estado de graça, ou como a tiveram os santos.

  11. O que o bispo fez ao citar a questão da dita ditadura militar foi para fazer um paralelo ante a intolerância ali presente, colocando sua figura como pastor também deles. É mostrar a corda em volta dos pés como amiga e dar o puxão. Sensacional a abordagem e a polidez. Prestemos atenção ao contexto para não existirem críticas infundadas.