Padre polonês revela ser gay e Vaticano diz que anúncio é grave.

G1 – O Vaticano declarou neste sábado (3) que considera muito o grave o fato de que um padre polonês tenha anunciado sua homossexualidade à imprensa, um dia antes do início do sínodo sobre a família, e decidiu suspendê-lo de suas funções, informou a Santa Sé.

O padre Krysztof Olaf Charamsa, nascido em Gdynia (Polônia) há 43 anos revelou ser gay a dois jornais, e admitiu ter um companheiro.

“Sei que terei de renunciar a meu ministério, apesar de ser a minha a vida”, declarou ao jornal italiano Corriere della Sera.

“Sei que a Igreja me verá como alguém que não soube cumprir com seu dever (castidade), que se extraviou e, se não fosse pouco, não com uma mulher e sim com um homem!”, acrescentou.

O Vaticano não demorou a reagir.

“A escolha de fazer uma declaração tão impactante um dia antes da abertura do sínodo é muito grave e irresponsável”, afirmou o padre Federico Lombardi, “porque tenta submeter à assembleia dos bispos a uma pressão midiática injustificada”.

“Evidentemente, o monsenhor Krysztof Olaf Charamsa não poderá continuar desempenhando suas funções precedentes na Congregação para a Doutrina da Fé”, um organismo subordinado ao Vaticano e encarregado de vigiar o respeito do dogma católico.

O padre polonês tem o título de monsenhor graças a suas funções na Congregação para a Doutrina da Fé, que é a antiga Santa Inquisição.

O Vaticano afirmou que os superiores hierárquicos de sua diocese deverão decidir se conserva sua condição de padre, algo que parece pouco provável, depois que Charamsa admitiu que tem um companheiro.

O padre polonês afirmou ainda que sobre a questão da homossexualidade, “a Igreja está muito atrasada em relação aos conhecimentos que a humanidade alcançou”, afirmou, assegurando que “não se pode esperar outros 50 anos”.

“É hora da Igreja abrir os olhos ante os homosexuais crentes e entender que a solução que propõe, isto é, a abstinência total e uma vida sem amor, não é humana”, enfatizou.

“O clero é amplamente homossexual e também, infelizmente, homofóbico até a paranoia, porque está paralisado pela falta de aceitação de sua própria orientação sexual”, acrescentou, desta vez falando à revista Newsweek.

“Desperta, Igreja, deixe de perseguir os inocentes. Não quero destruir a Igreja, quero ajudá-la e, principalmente, quero ajudar os perseguidos. Minha saída do armário tem de ser um chamado para o sínodo, para que a Igreja pare com suas paranoias em relação às minorias sexuais”, sentenciou.

“Gostaria de dizer ao sínodo que o amor homossexual é um amor familiar, que necessita de uma família. Todos, incluindo os gays, as lésbicas, os transexuais, têm no coração o desejo de amor de família”.

O padre polonês confessa que sempre se sentiu homossexual, mas, que a princípio, não se aceitava e repetia o que a Igreja impunha, “o princípio segundo o qual a homossexualidade não existeel principio según el cual ‘la homosexualidad no existe'”.

Depois de conheer seu companheiro, teve “a sensação de se converter num padre melhor, de realizar melhores sermões, de ajudar melhor as pessoas, e de ser cada vez mais feliz”, contou à Newsweek.

O fato de ter admitido que possui um companheiro coloca o padre polonês, de fato, em contradição com os votos que pronunciou no momento de sua ordenação como padre e ele deveria, portanto, voltar à condição de laico, explicou um vaticanista contactado por la AFP.

O papa Francisco abrirá neste domingo um segundo sínodo sobre a família, onde se debaterá a questão da homossexualidade. O tema divide profundamente a a Igreja católica, e alguns consideram a questão um transtorno que é preciso combater, enquanto que outros acreditam que é uma realidade que deve ser levada em conta.

ContradiçõesNa véspera, o Vaticano confirmou que o papa Francisco reuniu-se com um velho amigo gay e seu companheiro durante sua visita a Washington, um encontro que ocorreu um dia antes de o pontífice conhecer a a escrivã que ficou famosa por se negar a casar homossexuais.

O canal de notícias americano CNN foi o primeiro a noticiar o encontro e divulgou um vídeo no qual o papa e seu velho amigo Yayo Grassi se abraçam efusivamente em 23 de setembro na embaixada do Vaticano em Washington.

Foi um gesto típico do afetuoso pontífice, mas também carregado de simbolismo nas vésperas da assembleia de bispos.

Em um comunicado, o porta-voz do Vaticano disse que o encontro do papa e Grassi foi de caráter pessoal.

Grassi disse à CNN que participou do breve encontro com seu companheiro Iwan e vários amigos e que o papa havia organizado a reunião dias antes de sua visita de seis dias aos Estados Unidos no final de setembro.

“Três semanas antes da viagem, ele me ligou e disse que adoraria me dar um abraço”, disse Grassi durante a entrevista.

Também afirmou que o papa sempre soube que ele era gay, mas que nunca condenou sua orientação sexual ou seu relacionamento homossexual.

“Ele nunca foi de julgar”, disse Grassi. “Ele nunca disse nada negativo”.

Esta semana também foi divulgado que o papa havia encontrado privadamente com Kim Davis, uma funcionária pública de Kentucky que ficou presa por alguns dias porque negava-se a emitir licenças de matrimônio a pessoas do mesmo sexo.

Amparando-se em suas crenças religiosas, esta devota cristã desafiou a lei americana, que desde junho permite o casamento homossexual graças a uma sentença da Suprema Corte.

O Vaticano disse em um comunicado prévio que este encontro com Davis não deve ser interpretado como um apoio a sua posição neste controverso assunto.

O papa Francisco foi elogiado por mudar o tom condenatório sobre a homossexualidade que a Igreja tinha e buscar um enfoque mais compreensivo. Esta nova perspectiva se resume em sua célebre declaração de 2013 sobre os gays: “Quem sou eu para julgá-los?”.

24 Comentários to “Padre polonês revela ser gay e Vaticano diz que anúncio é grave.”

  1. Esses desgraçados, entendam-me, desprovidos da Graça, não descansam em seus propósitos de levarem cada vez mais almas às profundezas do inferno.
    Já nem disfarçam suas ações orquestradas para imporem, eufemisticamente, os vícios mais abjetos na doutrina da Igreja.
    Pecado impuro contra a natureza (sodomia) é um dos quatro pecados que clamam ao Céu e pedem vingança a Deus.
    Não é coincidência que se utilizem dos meios de comunicação às vésperas do sínodo da família(?!)
    Pobres dos que os seguem.

  2. Quanto ao padre sodomita escandaloso, sem comentários, pois com certeza outros padres do seu convívio já tinham conhecimento do fato e não tomaram nenhuma atitude, deixaram correr frouxo mesmo, parece que não ligam, talvez o celibato hoje seja carta fora do baralho pra eles.

    Quanto a audiência privada com dois gaysões, que mania, hein?
    Alguém imagina um São Paulo com mimimi caritativo com dois velhacos sodomitas inveterados, recebendo abraço e beijinho nas bochechas?
    Os dias já deixaram de ser maus, são agora terríveis.

  3. Bom o papa abriu a caixa de pandora com o “Quem sou eu para julga-los?” sem colocar a frase dentro do seu contexto.

  4. Infiltrado no clero, aprontando escândalos para tentar minar a Igreja?
    Não teria sido proposital esse anuncio do pe Krysztof num momento desse, predispondo o que sucederia no Sínodo das famílias em relação a “acolhimento, compreensão e tolerância” ao gayzismo?
    … “”Também afirmou que o papa sempre soube que ele era gay, mas que nunca condenou sua orientação sexual ou seu relacionamento homossexual.
    “Ele nunca foi de julgar”, disse Grassi. “Ele nunca disse nada negativo””.
    Bem, pelo acima, ele deu a entender que o papa Francisco, se não apoiaria, também não confrontaria os que se dispusessem a se integrar a esse estilo de comportamento radicalmente anticristão, ou seja, ele teria assentido que, no tocante à orientação sexual, antes dos Mandamentos do Senhor Deus, v é quem decidiria, a criterio de seus propósitos ou interesses.
    Eis o radical antropocentrismo idolatrado pelo pe Krysztof e eventuais associados a suas ideias, descartando o Senhor Deus de nossas vidas!

  5. Sendo gay ou não, a regra imutável da Igreja para o sacerdócio é o celibato, ou seja, a vida totalmente entregue e consagrada somente a Cristo, sem relação íntima com quem quer que seja, a fim de não criar outros vínculos. E quem abraça essa consagração tem pelo menos oito anos para pensar bem nisso desistir, se for o caso, antes da ordenação. O padre em questão fez a sua escolha após a consagração, violando a lei da Igreja, devendo, assim, ser dispensado, sem que isso represente algum julgamento negativo quanto à sua pessoa. Se a Igreja deixar de ser assim, perderá o seu próprio sentido e sua credibilidade.

  6. Preocupante, o lobby gay vem mostrando as suas garras, mas as portas do inferno nunca prevalecerão.

  7. Padre Paulo Ricardo explica perfeitamente nesse vídeo, tudo o que já sabemos sobre o Sínodo e seus perigos.
    https://padrepauloricardo.org/episodios/sinodo-o-que-os-bispos-precisariam-saber

  8. “Quem sou eu para julgar?” Digo com sinceridade; não compreendo muito deste tipo de coisa. Pensava que só pelo jeitos e trejeitos e andar e falar etc. se pudesse, sem nenhum julgamento, ter certeza da identidade sexual do sujeito. Agora, foi preciso o sujeito se declarar tal para ser expulso; Acho que não deveria ter sido aceito. E se o tal nunca tivesse a ousadia de se identificar? Será que ninguém no Vaticano, sem fazer nenhum julgamento, viu que o padre fulano tinha um companheiro? Continuaria trabalhando inclusive na Sagrada Congregação da Doutrina da Fé? Outra pergunta: Não haveria outros lá dentro do Vaticano e que preferem não dizer a verdade? Quanta sujeira! para não dizer ABOMINAÇÃO!
    Ainda bem que vai ser expulso e suspenso. Pelo menos assim esperamos. Agora aguardamos o tal do Sínodo. Seria mais do que normal que se esperassem só coisas boas! Mas… Rezemos!

    • Rezemos, padre Élcio. Parece que o eclipse só está começando.

    • Sexualidade não é identidade, Padre. A cultura pós-moderna consumista inventou esse conceito. Aliás, pessoas do mesmo sexo, tecnicamente, não fazem sexo. É biologicamente impossível. De uns tempos pra cá parece que virou obrigação a pessoa fazer esse tipo de declaração sobre suas intimidades. É tão patético. Fico pensando… se o sujeito sentir atração mas não praticar parafilias, vai “ser” homossexual? Não. Na mentalidade pós-moderna a pessoa é classificada segundo esses critérios absurdos. Ninguém nasce homossexual. Nasce homem, mulher e em raros casos hermafrodita. O que esse padre fez é falta de caridade, vergonhoso. Fazer apologia à homossexualidade é hipocrisia. Não conheço um homossexual que não tenha um histórico familiar conturbado, que não tenha sofrido abusos de parceiros. A velhice deles é marcada pela depressão, pelo suicídio, pelo abandono, e são marginalizados pela própria “comunidade”. Tenho amigos que carregam essa cruz e buscaram a Deus e hoje são felizes porque abandonaram esse “estilo de vida”. Quem sou eu para julgá-los?

  9. A Paz e a Graça de Jesus,

    Caros amigos,
    Já há algum tempo, em vista do comportamento relativista pós-moderno do “politicamente correto”, entramos a “torto e à direita, nas lábias do ENCARDIDO”, como sempre advertia o saudoso Padre LÉO em suas homilias. Sentimos-nos constrangidos em ter declarar a nossa Fé e, cada vez temos menos coragem de declararmos em alto e bom tom, como está nos ensinamentos do Evangelho, em São Mateus, 5:37 : “Sim, Sim!; Não, Não!” Infelizmente, como dizia a minha querida avó, na sua sabedoria popular, dedicada irmã carmelita depois de sua viuvez, infelizmente quem “fala o que quer, ouve o que não quer”!
    Infelizmente também, como bem lembrou dias atrás um brasileiro de fato, procurador federal atuante no mega esquema de corrupção “Lava Jato”, ” o pau que bate em chico bate em Francisco”!
    Só nos resta a Misericórdia do Pai das Misericórdias e, como alertou no seu comentário Padre Elcio: Rezemos…

  10. Se este pobre e infeliz sacerdote, me ouvisse. Eu poderia dar um conselho. Meu caro sacerdote: O senhor ofendeu inúmeras vezes o nosso Divino Redentor. Com estes pecados sujos, que brada os céus. O senhor levou outros a pecar Também escandalizou as pessoas que vivem um vida religiosa, pura, casta temente a Deus. Então, eu tenho que desesperar da minha salvação? Não! E Não! Arrependa sinceramente, de todos os seus pecados. E faça uma confissão sincera, e muda de vida. Vai fazer penitência, dos seus pecados. Olha o exemplo de Santa Taìs, Santo Agostinho… Eles caíram também em pecados de impureza, e fizeram penitência, e hoje são santos. O Coração de Jesus, é uma fornalha ardente de misericórdia. Os nosso pecados são como espinhos. Quando lançamos nesta fogueira, é consumido num instante. Não venha a querer se desculpar, tentando justificar um erro. Vai para um lugar longe da comunidade. Refletir, pensar, arrepender. Venha para uma vida nova, temente a Deus. Ainda é tempo de sua conversão.
    Joelson Ribeiro Ramos.

  11. “Desperta, Igreja, deixe de perseguir os inocentes. Não quero destruir a Igreja, quero ajudá-la e, principalmente, quero ajudar os perseguidos. Minha saída do armário tem de ser um chamado para o sínodo, para que a Igreja pare com suas paranoias em relação às minorias sexuais”.

    Em nome de Deus, deem um exemplar do Catecismo para este sacerdote:

    “Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas (…). Devem ser acolhidos com *respeito*, *compaixão* e *delicadeza*. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta” (§ 2358).

    Estes sacerdotes de vida escandalosa, que desvirtuam a cruz de Cristo, não compreendem que a *essência* do Evangelho é tomar a própria cruz e perseverar na fé até a realização plena e definitiva do cristão: a bem-aventurança eterna. Uma verdadeira pastoral consiste no seguimento das diretrizes conforme dispostas no Catecismo, que nos ensina a amar, acolher e auxiliar os irmãos que lutam contra esta tendência desregrada, sem, no entanto, privá-los de sua dignidade através de julgamentos arbitrários e escrúpulos legalistas.

    O pecado original privou-nos da santidade e justiça primevas, lesando a natureza humana em suas forças naturais. Desta realidade nascem a ignorância, o sofrimento, a morte, a inclinação ao pecado e outras fragilidades que nos acompanham ao longo de nossa caminhada neste mundo. Ora, todas estas más inclinações são superadas mediante a abertura da alma à *graça santificante*; imaginemos quantos cristãos, ao longo da história, lutaram contra o próprio orgulho, sensualidade, egoísmo e outras falhas até alcançarem a perfeição que convém aos santos. Coloquemo-nos no lugar destas almas que fizeram longos jejuns e penitências, mergulharam na oração e na meditação, buscaram os sacramentos… esta foi a porta que Cristo abriu para todos, e que se encontra em Sua Igreja.

    Busquemos os sacramentos. Coloquemo-nos sob a maternal proteção da Santíssima Virgem Maria. Jejuemos. Rezemos o Terço. É esta a porta estreita pela qual devemos entrar, a despeito do mundo e suas propostas de plástico, que apenas mascaram a *essência* destes problemas.

  12. Se ele pedisse dispensa porque desejava voltar atrás nos seus votos de celibato, e ainda que não conseguisse, deixasse de exercer o sacerdócio, já seria errado, mas certamente poderíamos dizer “quem sou eu pra julgar”, principalmente nós leigos, que nunca demos um passo tão radical como ele fez, de deixar tudo, pra seguir a Cristo.
    Contudo, o que ele fez, traindo seus seus votos ostensivamente, ainda de uma forma contrária a lei de Deus, lei que ele estabeleceu para aqueles que não chamou ao sacrifício da sexualidade. Traindo seus votos livremente expressos, e expondo isso ao mundo como um exemplo, como um direito, como um deboche às leis de Deus e da Igreja, à qual ele um dia se consagrou e jurou servir até a morte… É um escândalo, daqueles que Jesus diz, “melhor seria para ele, que antes lhe tivessem amarrado uma pedra ao pescoço e jogado no fundo do mar”.
    Mas o pior não é isso. Nas vésperas de um Sínodo que se demonstra perigoso, capaz de aceitar até a união homossexual, o normal seria que esse padre tivesse esperado o fim do Sínodo pra agir. Por que teria agido antes? Dá pra suspeitar que isso tenha sido orquestrado diabolicamente pra ser usado como força contrária a vontade divina dentro das conversações do Sínodo.
    Espero que o Espírito Santo possa fazer dessa arma o efeito contrário do que tenham planejado seus inimigos.

  13. Esclarecendo melhor pra evitar mal-entendidos: eu não quis dizer que se deveria amarrar uma pedra no pescoço do padre e jogá-lo no fundo do mar, como também Jesus não incitou ninguém a fazer isso contra ninguém. O que Jesus disse é o que eu repeti: o que ele fez foi um escândalo, e do tipo de escândalo que o Senhor revela que o castigo será mais difícil de suportar do que teria sido se antes de cometer tal pecado, lhe tivessem amarrado uma pedra ao pescoço e jogado no fundo do mar.
    Rezemos pela alma desse padre.

  14. O papo é sempre o mesmo: “Só quero ajudar, sou do bem, só quero que a Igreja mude, vamos amar, vamos mudar, blá, blá, blá… a única coisa que eu quero é que a Igreja reveja toda sua doutrina moral e negue os ensinamentos de Cristo! Só isso”

    Ô Igreja, obedece os padres, poxa? O que custa?

  15. Como já dizia Dona Lelinha “quando um membro está doente, todo o resto do corpo sofre”. Esse pobre coitado é um doente do corpo e da alma. E quem o confirma é outro padre polonês, Fr. Dariusz Oko, autor daquele ensaio “Com o Papa contra a homo-heresia”.
    Padre Osko foi alvo dos mais terríveis ataques por parte desse sodomita e em uma entrevista a um jornal polonês ele disse: “Ele é um homem doente. Eu posso ver nele um problema sério de personalidade desordenada”.
    Realmente é de dar pena ver esse homem que foi chamado à mais alta dignidade, literalmente atolado num poço de fezes, “porque aqueles que foram uma vez iluminados saborearam o dom celestial, participaram dos dons do Espírito Santo, experimentaram a doçura da palavra de Deus e as maravilhas do mundo vindouro e, apesar disso, caíram na apostasia, é impossível que se renovem outra vez para a penitência, visto que, da sua parte, crucificaram de novo o Filho de Deus e publicamente o escarneceram.”( Hebreus 6,4).
    É de temer e tremer por seu destino quando ele tiver que comparecer de pé diante do tribunal de Deus. “Mas ai daquele homem por quem o Filho do Homem é traído! Seria melhor para esse homem que jamais tivesse nascido”!
    Padre Krysztof Olaf Charamsa é a consequência natural da loucura dos homens que fizeram o Vaticano II: “Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas…Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno”.( Romanos 1- 25,27).

    Em sua entrevista ao Corriere della Sera quando lhe perguntam como ele conseguiu ser ordenado nessas condições, ele responde:

    «È una regola introdotta nel 2005 quando io ero già sacerdote, e che vale solo per le nuove ordinazioni. Per me è stato un trauma. Prima non era così e credo che sia un errore da correggere».
    Esta foi uma regra introduzida em 2005 ( por Bento XVI) quando eu já era sacerdote e que vale só para as novas ordenações. Pra mim foi um trauma. Antes não era assim e creio que é um erro que tem que ser corrigido”.
    http://www.corriere.it/cronache/15_ottobre_02/confessione-monsignore-sono-gay-ho-compagno-13a47834-6950-11e5-a7ad-17c7443382c3.shtml

    Esse sodomita é parte do lobby que contribuiu para a renúncia de Bento XVI. Padre Osko revela que o sodomita usava sua posição na Congregação para a Doutrina da Fé para atacar e perseguir Bispos, professores, teólogos e filósofos de instituições Católicas que falavam contra a máfia gay. Pelo visto agora o feitiço virou contra o feiticeiro. Ele foi com muita sede ao pote e se deu mal, porque não pensem que sua punição por parte do Vaticano veio por causa de sua vida dupla e imunda, mas segundo as palavras do próprio porta-voz Padre Lombardi:

    “a decisão de fazer essa declaração pública nas vésperas da abertura do Sínodo pareceu muito séria e irresponsável, uma vez que seu objetivo era submeter a assembléia dos Bispos a uma pressão desnecessária por parte da mídia”.

    O Sínodo de cartas marcadas e portas fechadas tem como objetivo eliminar o sexto mandamento do decálogo. Se sodomia e adultério podem ser tolerados em nome da misericórdia, todos os outros pecados e vícios elencados no Sexto Mandamento também o podem. E ao dar com a língua nos dentes, se apresentando como o garoto propaganda dos sodomitas no clero, Padre Krysztof Olaf Charamsa soou o alarme dos Bispos conservadores: “essa é cara da igreja de amanhã”.
    Rezemos e esperemos que a revelação desse furúnculo mostre aos que ainda dormem o tamanho da podridão que há por baixo só esperando o momento certo pra explodir.

  16. Padre Elcio, o senhor disse exatamente tudo o que também pensei. E a resposta do Vaticano foi fraca, deveria ser muito mais abrangente porque muito grave não é só a revelação do fato na abertura do Sínodo, mas tudo o que representa a conduta abominável deste homem. Rezemos pelo Sínodo e pela alma deste infeliz.

  17. Olha o que ele diz:
    “É hora da Igreja abrir os olhos ante os homosexuais crentes e entender que a solução que propõe, isto é, a abstinência total e uma vida sem amor, não é humana”

    Vida sem amor porque precisa se exercitar na abstinência e na castidade do estado? Ele não sabe o que é Amor?
    E ele diz que a abstinência total não é humana. Não é mesmo, é sobrenatural! Somos chamados para uma Vida Sobrenatural!
    Parabéns para os que conseguem fidelidade!

  18. De cara, esse padre péssimo exemplo cometeu 2 escândalos graves:
    1 – Adotando a sodomia como se fosse um bem a ser abraçado por um cristão, mais ainda aberrante por ser consagrado ao Senhor!
    2 – Profanando a batina, a mortalha, símbolo de desprezo das coisas mundanas!
    Se mantiver nessa, o diabo lhe agradecerá à sua morte dando-lhe o merecido pela ajuda prestimosa à sua causa de relativizar as pessoas para a perda das almas!

  19. Joelson, Joelson por favor pare de citar Santo Agostinho ao dar exemplo de pecadores empedernidos. Santo Agostinho não caiu porque nunca havia sido levantado. Quem caiu foi eu que depois de batizada devo ter caído em quase todos os pecados que condena o Decálogo e só por graça e misericórdia de Deus consegui me levantar.
    Se você leu as Confissões de Santo Agostinho, verá que todos os pecados que ele cometeu, foi muito antes de conhecer e amar verdadeiramente a Cristo. Em suas Confissões ele conta como ficou seriamente doente e por medo da morte resolveu se batizar, mas quando começou a melhorar adiaram o Batismo:

    “Perturbou-se minha mãe carnal, pois que me criava com mais amor em seu casto coração em tua fé para a vida eterna e, solícita, já havia cuidado de que me iniciasse e purificasse com os sacramentos da salvação, confessando-te, ó meu Senhor Jesus, em remissão de meus pecados, quando, de repente, comecei a melhorar. Em vista disso, diferiu-se minha purificação, considerando que seria impossível, se eu vivesse, que não me tornasse a manchar; pois a culpa dos pecados cometidos depois do batismo é muito maior e mais perigosa”.

    A gravidade dos pecados cometidos pelos batizados é incomparavelmente maior do que os dos pagãos e quando se trata dos consagrados mais que pecado, é sacrilégio! E quem o diz é o próprio Santo Agostinho:

    “Melhor fora, certamente; porém, como minha mãe, sem dúvida, já previa quantas e quão grandes ondas de tentações me ameaçariam depois da meninice, preferiu expor-me a elas como terra grosseira que depois receberia forma, do que expor-me já como imagem tua”.

    Se você ler as Confissões de Santo Agostinho, verá que a vida dele como criança e jovem, em nada foi diferente da mesma vida que levam os jóvens e adultos de hoje: o roubo das peras só pelo prazer de roubar, as más companhias a que pode se atribuir boa parte dos pecados da juventude:

    “Ó amizade inimiga! Sedução impenetrável da alma, vontade de fazer o mal por passatempo e brinquedo, apetite do dano alheio sem proveito algum e sem desejo de vingança! Só porque sentimos vergonha de não ser sem-vergonha quando ouvimos; “Vamos! Façamos!”.

    Mas aqui reside o diferencial. Santo Agostinho revela em suas confissões a vida imunda de uma pessoa que viveu sem a graça de Deus, uma pessoa a quem não foi dada a graça do Espírito Santo, como João Paulo II bem explica na Veritatis Splendor. A tragédia de hoje é o fato da maioria dos Cristãos, daqueles em quem foi impressa a imagem de Cristo pelo Batismo, estarem vivendo pior do que os pagãos. E quando se trata de Consagrados a quem muito foi dado, muito mais será cobrado!
    Eu diria que existe dois Agostinhos. Agostinho antes de Santo Ambrósio e Santo Agostinho depois do encontro providencial com Santo Ambrósio. Pra quem quiser uma versão online das Confissões de Santo Agostinho basta conferir no seguinte link:

    http://img.cancaonova.com/noticias/pdf/277537_SantoAgostinho-Confissoes.pdf

    Ao contrário de muitos cristãos batizados, Santo Agostinho depois de batizado e convertido levou a sério aquelas palavras de São Paulo aos Coríntios:

    “Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos,nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus. Ao menos alguns de vós têm sido isso. Mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus”.

    E colocou em prática o conselho paulino aos cristãos de Éfeso:

    “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes.
    Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente”.

    Ao chegar à fonte Batismal, antes de descer à água, Santo Agostinho despiu-se do homem velho e após professar sua fé e ser batizado foi revestido de uma veste branca, simbolizando uma vida nova, despido de seus pecados e paixões, tornou-se uma criatura nova em Cristo. E ele viveu com fidelidade essa nova vida até a participação no banquete celestial, onde o Senhor o recebeu com a veste nupcial reservada aos bem aventurados.

  20. Ótimo comentário Gercione, sobre o Sto Agostinho. Os protestantes, que muitos também admiram o doutor da graça, em termos gerais, valorizam muito o “antes e o depois” do batismo e da conversão.

    Nós Católicos somos batizados na infância, crismados na adolescência, comungamos desde a mais tenra idade, recebemos a unção dos enfermos, nos confessamos, vamos a missa dominical, temos a tradição Apostólica, etc. etc. etc. etc….

    ….e muitas vezes nos perguntamos: “Sou convertido?”

  21. Caríssima Juliana, obrigado pela correção. Na verdade, não me expressei com clareza, Na minha mente eu quis dizer que o padre precisou se IDENTIFICAR para que fosse expulso. Faltaram as aspas na palavra “identidade”. Talvez fosse melhor eu ter dito: Foi necessário o sujeito dizer o que realmente era, quando, na verdade, a coisa, segundo penso, parece bem clara. Desculpem-me!

  22. Eu sempre falo de uma maneira muito clara, e digo com tamanha clareza em todas as palestras que pronuncio, que muitas vezes as pessoas são forçadas a dizer: “Eu gosto da sua maneira de dizer as coisas; que eu entendo tudo. Esses dias uma senhora com noventa e três me convidou-me para ir a sua casa que precisava de esclarecer os assuntos atuais.” Lá fui eu! Visitar esta professora. Apavorada e com tantas loucuras nos dias de hoje. Depois de três horas de conversações. Ela me disse: “Eu só entendo os fatos quando você me explica”. Não sei a causa da confusão de uma leitora destes comentários. Onde a mesma; fez uma mistura da vida de Santo Agostinho. Eu li duas vezes o seu livro das confissões. Eu não disse que o Santo cometeu estes pecados. Mas sim, que o pecador Agostinho, entre tantos e tantas. Mudaram de vida, se arrependeram, fizeram penitência. E hoje são santos. Eu estou dizendo. Que este pobre e infeliz sacerdote. Também pode mudar de vida e se converter. Não estou defendendo os seus erros. Estou convidando a um arrependimento sincero, e uma vida nova doravante.
    Joelson Ribeiro Ramos.