Foto da semana.

São Paulo, Mosteiro de São Bento, 3 de outubro de 2015: Dom Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Santa Maria em Astana, no Cazaquistão, celebra Santa Missa Pontifical por ocasião do vigésimo aniversário de morte de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, fundador de TFP.

Uma multidão acompanhou a cerimônia e, posteriormente, tomou as ruas do centro de capital paulista em desfile até o Pátio do Colégio, marco zero onde São José de Anchieta fundou a cidade. Além de Dom Athanasius, participaram do desfile diversos clérigos, bem como membros das TFPs do mundo todo.

10 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Excelente! DEUS abençõe a TFP! Parabéns ao Fratres por notificar este grandioso e importante evento!

  2. A Missa era pelo aniversário de falecimento, porém os paramentos eram todos brancos!? Será que foi comum dos confessores!? Pobre Sr Dr Plínio.. Ou a TFP já tem plena certeza da salvação da alma dele, ou o coitado pode estar fritando no purgatório enquanto ninguém reza por sua alma, apenas pedindo sua intercessão… Me lembro que mesmo nos aniversários de Dom Lefebvre a Fraternidade segue rezando Missa de Réquiem….

    • Comentário infeliz esse do Fernando Bondini: “fritando no purgatório”. Será que ele se considera acima do bem e do mal? Julga até as pessoas falecidas!!! Espero que ele, pelo menos, mereça o purgatório onde a sua alma possa reparar, ou “fritar”, a sua arrogância. Este sim, eu diria, que é um coitado.

    • Missa de Santa Teresinha do Menino Jesus, que se celebra, segundo o Calendário Tradicional, aos 3 de outubro. Somente a segunda coleta foi pelo descanso eterno da alma de Plinio (sem qualquer título, como é de se esperar da humildade daqueles que batem às portas do céu, como se podia ver no antigo cerimonial imperial austríaco).
      Segundo a nobre mentalidade tradicional, a Sagrada Liturgia é assunto clerical (talvez alguém se recorde dos tempos anteriores às “pastorais litúrgicas”), pois são eles os homens do culto, aqueles que devem falar de rubricas, as quais eles conhecem. Bons tempos.
      Caso ninguém mais rezasse, como católico o senhor estaria convidado a fazê-lo.

    • Caro colega, para de enxergar só até um palmo do nariz, respeite os que faleceram. Respeite este que lutou toda sua vida em prol da Igreja e contra a infiltração comunista em neste nosso querido Brasil. Você fica preso a paramentos, então sua Excelência Dom Athanasius não sabe qual paramento deveria usar nesta Santa Missa Pontifical, ou os padres e cerimoniários?
      Sempre tem alguém com dor de cotovelo…

      “ou o coitado pode estar fritando no purgatório enquanto ninguém reza por sua alma”
      Esta Santa Missa é o que então? Já que sua educação não não foi bem dada para cumprimentar ou rezar pelos que precisam, faço isso no seu lugar e rezo por ti.
      Paz e bem!

    • Fernando Bodini poderia sanar suas dúvidas com o próprio Dom Athanásius Scheider ao invés de tentar encontrar pelo em ovo, afinal, não penso que Dom Athanásiums ignorasse suas ponderações.
      Estive nessa santa Missa e rezei por Plinio Corrêa de Oliveira, convido-o a fazer o mesmo, a não ser que tenha plena certeza de que esteja na geena.

  3. “Ser tolerante? Sim, não? Por quê?”

    Um artigo que eu li em 2005 numa revista – Catolicismo – que me foi dada por um membro da TFP, explanou o termo – tolerância – muito corrente hoje. Interressante sua atualidade, pois a revista é de outubro de 2004 em memoria de nove anos de falecimento de Dr. Plinio. A mim me foi bastante útil.

    Do texto principal a predefinição:

    “A intolerância é um erro ou uma virtude? E a tolerância?
    Com sua clareza habitual, Plinio Corrêa de Oliveira analisa o problema. Sua lógica penetrante e irresistível mostra que a tolerância — dependendo das circunstâncias — pode ser um pecado, como pode ser uma virtude. O mesmo se diga da intolerância.”

    Para ler o texto completo o acesso na internet está em: http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=70D36D1F-CF84-F7A9-05B8AD343FDDF9CB&mes=Outubro2004

  4. Eu vi o desfile nas ruas do centro. Como havia várias bandeiras vermelhas, olhei com cuidado. Curiosamente não havia nenhuma bandeira da TFP brasileira. Eram todas de TFPs do exterior (Estados Unidos, Hungria, Polônia, Estônia, França etc.) Do Brasil estavam aqueles estandartes dourados do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. De qualquer modo o desfile impressionava pelo número.

  5. Ao que parece, Juvency Castroo, Msr. Clá – arautos -, tomou o nome da TFP no Brasil por determinação judicial.

  6. Pena que não foi muito divulgado, se não eu teria ido…