Crônicas do Sínodo – Alta popularidade de Francisco marca o início do Sínodo.

Fratres In Unum inicia hoje sua cobertura do Sínodo sobre a Família, com a inauguração da coluna “Crônicas do Sínodo” de nosso correspondente em Roma, Prof. Hermes Rodrigues Nery.

Por Hermes Rodrigues Nery | FratresInUnum.com

Às vésperas da celebração de abertura do Sínodo da Família, constatamos a alta popularidade do papa Francisco em Roma.  O motorista que nos pegou no aeroporto, assim que chegamos às 7:20 de sábado, romano de nascimento, foi o primeiro entusiasta, seguido depois pelas religiosas que nos acolhera numa casa que tem hasteada a bandeira do Brasil, junto da Itália.  “Ele é um papa próximo de nós”, é o que dizem, e cada um conta que ja se encontrou com ele, em alguma situação aqui em Roma. Nunca haviam visto algo parecido, eles sentem Francisco como um igual, alguém que age sem fazer do cargo que exerce, de tão grande importância, um pretexto para não estar disponível a quem quer que o procure, porque ele mesmo – segundo contam – se aproxima de todos como um cidadão comum, sem cerimônia, vindo ja abraçando, seja quem for. A religiosa mostra seu retrato com o papa, num abraço bastante efusivo. “Antes havia distância”, continua a nos dizer um sacerdote. E  isso faz toda a diferença! Temos alguém que conhece o cheiro das ovelhas”. E assim, não apenas religiosos, mas pessoas nas ruas, de todas as idades, estão todas empolgadas, falam do papa como de um superstar. Num café, ao perguntar: “E então, o que me diz de Francisco?”, o garçom diz que o papa ganhou a simpatia de todos, enquanto serve um cappuccino. E ressaltou com convicção: “Não tenho dúvidas que levará o Nobel da Paz desse ano!” Também pude ver num programa de auditório italiano, no meio da tarde, a apresentadora falar com entusiasmo do papa, que abrirá o Sínodo da Família, com a popularidade em alta. “Isso certamente vai ajudar muito na decisão dos bispos, apesar da tensão midiática e da polarização em torno de alguns temas candentes”, afirmou um comentarista do programa, e dizendo que acredita que a influência e o prestígio do papa vai contar muito para o sucesso do Sínodo. E ainda acrescentou: “Ele fala e as pessoas entendem, ele fala de problemas concretos, com linguagem simples e acessível”.

Questionado sobre sua popularidade, Francisco chegou a declarar recentemente numa rádio, que se indaga como será a sua cruz, porque, para ele, Jesus também era popular, mas acabou na cruz, e ele não sabe o que lhe espera. Mas que, diante do sofrimento físico, também afirmou que teme a dor e que reza assim: “A vida está nas mãos de Deus. Eu disse ao Senhor ‘Toma conta de mim’ […] Só te peço um favor: que não doa muito.”

Esta é a avaliação das pessoas com quem conversamos em Roma, às vésperas do Sínodo: “o papa é um cara pra frente e pensa positivo!”, por isso todos estão tão animados. “Ele ouve as pessoas, telefona para elas, conversa com todos, mesmo com aqueles que a gente talvez excluísse por algum ou outro motivo. É um papa que acredita tirar sempre um bem de cada pessoa, por isso acolhe a todos”. E por fim, um jovem sacerdote comentou: “o povo e a mídia entendem a mensagem do papa, mas vamos ver agora como os cardeais responderão aos apelos que ele tem feito por uma Igreja mais próxima das pessoas, mais misericordiosa.” E completou: “Este Sínodo vai fazer historia”.

27 Comentários to “Crônicas do Sínodo – Alta popularidade de Francisco marca o início do Sínodo.”

  1. PARABÉNS AO Prof. HERMES por ter captado e relatado o momento que a Igreja vive com o Papa Francisco. Enfim temos um Papa simples, humano que se aproxima das pessoas, que busca as pessoas, que telefona para as pessoas, que quer abraçar as pessoas. Na sua homilia durante a missa para os seminaristas e consagrados ele falou sobre isso, TEMOS que levar o abraço e a consolação de Deus para todas as pessoas e ele é assim. Vamos rezar e torcer que o SÍNODO consiga expressar esse amor e essa acolhida para todos. Domingo na minha Diocese teve um encontro dos casais de segunda união. Teve a presença de 30 casais e eles querem caminhar na Igreja e construir uma vida nova. Foi falado muito sobre o perdão e que eles deveriam fazerem as pazes com o passado deles. Perdoar e pedir perdão pelos erros do passado. Foi lindo. VIDA LONGA AO PAPA FRANCISCO.

    • “Peace and love para!… voce tambem Glacy”! o seu Papa John lennon infelizmente não é o papa de Cristo!
      pode ser o Papa dos Beatles , do que interessa é abraçar dar beijinho fazer amor com todo o mundo paz e amor sem limites com marijuana ou sem ela com homo ou hetero quem sou eu para julgar!

      Esse não é o Papa de Jesus infelizmente para si que não é catolica porque se o fosse reconhecia que a sua voz não é a do bom pastor e as verdadeiras ovelhas do redil conhecem a Sua voz como Jesus bem diz as outras ovelhas não reconhecem a Sua voz e vão a traz do sedutor que as conduz ao abismo!

      Esse é por isso o papa dos nao catolicos dos nao crentes dos protestantes e dos aberrantes, é o papa dos cismaticos dos pervertidos dos ateus e maçons porque se agradam uns aos outros porque ele não julga nem critica nao admoesta nem zela pelas suas ovelhas porque o caminho que elas levam assim é o da perdiçao e ele confirma-as nesse caminho ao contrario de confirmar as verdadeiras ovelhas no bom caminho como fazem os verdadeiros papas ; confirma as ovelhas pervertidas no mau caminho (em 3 anos e pontificado e se calhar em dezenas anos como padre e bispo investigue na sua biografia e historias de vida se houve alguem que com bergoglio se tivesse convertido a verdadeira fé catolica e deixado o pecado e ou deixado a heresia ! ;porque o haveria de fazer se ele não exorta a isso pelo contrario se ajoelha diante de hereticos protestantes ou de blasfemos muçulmanos ou sacrilegos maçonicos e escondendo a cruz de cristo!

      Por isso não é bom pastor porque no fim cada ovelha encontrará o justo juiz e a lei sera: ” sede perfeitos como o Pai do ceu é perfeito ” , “Ai dos que praticam a iniquidade”, “Ai dos que dão escandalos”, “sereis meus amigos se fizerde o que vos mando!” ” Eu não vim mudar um so iota ou til da leis mas leva-la a perfeiçao..”

      Enfim se John Lennon ou Paul Mcartney se vestissem de branco e pregassem a sua beatlemania ai estaria voce e todo esse mundo preverso cego os seguindo como seguem Bergoglio !
      No Ceu infelizmente para si o lema não é esse peace and love do hedonismo e da amizade vazia do prazer e do tudo é pemitido da libertinagem geral! NO CEU O LEMA FOI É E SERÁ AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI -COM SACRIFICIO PELA VERDADE PELA JUSTIÇA PELA PUREZA E CASTIDADE DANDO A MORTE PELOS AMIGOS SE FOR NECESSARIO!
      peace em love para si mas não se esqueça que no fim encotrará Nosso Senhor reprovando esse lema!
      Para mim o lema é quem quiser seguir-me tome a sua cruz e siga-me!!

  2. O mesmo aconteceu comigo em tudo que é lugar por onde passei em Roma:

    “O motorista que nos pegou no aeroporto, assim que chegamos às 7:20 de sábado, romano de nascimento, foi o primeiro entusiasta, seguido depois pelas religiosas que nos acolhera numa casa que tem hasteada a bandeira do Brasil, junto da Itália. “Ele é um papa próximo de nós”, é o que dizem, e cada um conta que ja se encontrou com ele, em alguma situação aqui em Roma. Nunca haviam visto algo parecido, eles sentem Francisco como um igual, alguém que age sem fazer do cargo que exerce, de tão grande importância, um pretexto para não estar disponível a quem quer que o procure, porque ele mesmo – segundo contam – se aproxima de todos com um cidadão comum, sem cerimônia, vindo ja abraçando, seja quem for”.

    Essa é a mentalidade do “carismatismo” e os frutos podres do ideal maçônico da “liberdade, igualdade, fraternidade”. Um Sumo Pontífice pra ser bom tem que ser um igual, alguém que faz pouco caso do cargo que exerce, que parece estar disponível a quem quer que o procure ( menos Bispos como Dom Livieres ou os da Síria e do Iraque), porque ele mesmo – segundo contam – se aproxima de todos como um político em campanha, sem cerimônia, vindo ja abraçando, seja quem for”.
    E ele precisa agir como um político em campanha porque precisa angariar votos e apoio para uma causa que não é a de Cristo e sim a revolução que está promovendo dentro da Igreja.
    Da sua parte o povo apóstata também já não quer um pastor que os confirme na fé, mas um cúmplice que os confirme em sua apostasia.
    Só que essa conversa mudava drasticamente quando se falava do apoio que ele dá aos refugiados muçulmanos que estão invadindo Roma, sujando suas praças e lavando roupas no chafariz na frente de Santa Maria Maggiore. Uma dessas tietes de Bergoglio, foi enfática:
    _ Ah nisso eu não concordo com ele. Se ele quer que acolhamos essa gente, por que ele mesmo não os acolhe no Vaticano!
    Quando toca no bolso dos italianos, a papolatria súbitamente voa pela janela.

    • Hermes Rodrigues soube muito bem usar um recurso bem interessante e que pegou os desavisados de surpresa. Um recurso muito interessante chamado Ironia, o mesmo que Bergólio vem usando dando carne para os lobos e pasto para as ovelhas. Para um bom entendedor meia palavra basta!

  3. E aí Sra. Glacy,
    Muito bom a aproximação com todos e a misericórdia. Mas onde fica a verdade e o pecado?
    Não existe mais? Vamos então meter os pés pelas mãos e viver com segunda, terceira, quarta, quinta união e dane-se e vamos em frente. Sem justiça não há misericórdia plena. A Virgem Maria é mãe da misericórdia, mas poderemos passar pela justiça sem a contrição e o propósito de não mais errar?
    Onde está as palavras de Nosso Senhor…aliás, cuidado, pq. o próprio papa colocou (mesmo na sua dialética que nos deixa completamente perdidos), dizendo que o casamento é indissolúvel.
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/papa-francisco-defende-familia-tradicional-no-sinodo-de-bispos.html
    Para onde vamos?
    Para onde a Sra vai?
    AMDG.

    • Prezado Sr. VASCO e Sr. JEBY ALBÁS.

      Em resposta aos seus comentários da minha reflexão, envio-lhes o comentário do Evangelho de hoje sobre o Bom Samaritano feito por São Gregório de Nissa (c. 335-395), monge, bispo
      Homilia 15 sobre o Cântico dos Cânticos. É uma pintura e vem de encontro aos seus comentários

      O bom samaritano

      «Este é o meu amado; este é o meu amigo, mulheres de Jerusalém» (Ct 5,16). A Esposa do Cântico mostra aquele que procurava, dizendo: «Eis quem eu procuro, Aquele que, para Se tornar nosso irmão, veio de Judá. Tornou-Se amigo daquele que caiu nas mãos dos salteadores; curou as suas feridas com azeite, vinho e ligaduras; içou-o para a sua própria montada; levou-o para uma estalagem; deu duas moedas de prata para que cuidassem dele; e prometeu pagar, quando regressasse, o que tivessem gastado no cumprimento das suas ordens». Cada um destes detalhes tem um significado bem evidente.

      O doutor da Lei tentou o Senhor e quis mostrar a sua superioridade em relação aos outros, dizendo: «E quem é o meu próximo?» O Verbo expõe-lhe então, sob a forma de uma narrativa, toda a história sagrada da misericórdia: conta a queda do homem, a emboscada dos salteadores, o roubo da veste incorruptível, as feridas do pecado, a invasão causada pela morte em metade da nossa natureza (uma vez que a nossa alma permanece imortal), a passagem inútil da Lei (uma vez que nem o sacerdote nem o Levita trataram das feridas daquele que tinha caído nas mãos dos salteadores – ASSIM SÃO VOCÊS CONSERVADORES. Estão muito mais preocupados com a lei de que com as pessoas).

      «Era, na verdade, impossível que o sangue dos touros e dos carneiros apagasse o pecado» (Heb 10,4): só o podia fazer Aquele que revestiu toda a natureza humana: a dos judeus, dos samaritanos, dos gregos, numa palavra, de toda a humanidade. Com o seu corpo, que é a montada, Ele veio ao encontro da miséria do homem. Curou as suas feridas, fê-lo repousar na sua própria montada, fez da sua misericórdia uma estalagem, onde todos os que penam e se vergam sob o seu fardo encontram repouso (cf Mt 11,28).

      ISSO é o que Francisco está mostrando para o mundo – A MISERICÓRDIA E O AMOR DE DEUS PARA AS PESSOAS. Vocês querem a lei, as regras, a doutrina. Quem vive pela doutrina e pela lei como vocês, SERÁ JULGADO PELO RIGOR DA LEI e aí de vocês se caírem num só “i” ou num só ponto. Eu não vivo pela lei, porque sei que sou fraca e pecadora (Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero) e se eu peco eu aceito e acolho o meu irmão que peca. Pensem nisso e parem de ser JUIZES.

    • E São Gregório de Nissa sabia realmente o valor e o conteúdo de cada termo da parábola do Bom Samaritano.

      São Gregório de Nissa, Padre da Igreja, não se ocupava em se aurir. Não fazia populismo que mais se parece com o “Satyagraha” – protestar e revolucionar sem violência – do hindu Gandhi.

      Hoje se ensina a heresia modernista do PURO LITERALISMO BÍBLICO. Mentira é do demonio, GlacyCastro do Amaral!

  4. Repito a frase de comentários anteriores no Fratres: “Este é um Sínodo de cartas marcadas”.
    Trata-se de puro teatro. Se abusar o texto da Exortação Pós-Sinodal já está até pronto.
    O próprio critério (?) de seleção dos Padres Sinodais já é de cartas marcadas. Eles colocaram poucos que estão “em cima do muro” e outros poucos “conservadores”.
    Os que estão “em cima do muro”, geralmente estão do lado do príncipe deste mundo, assim como os liberais já estão.
    Se Francisco ganhar esta batalha, preparemo-nos para o próximo Sínodo, cujo tema há de ser o Celibato Clerical (com direito a casamento de padre gay). A menos que este tema venha a afetar o bolso $$$$ da Igreja, será a próxima meta de Francisco.
    E enquanto isso, o processo de demolição da Igreja segue a todo vapor. O Reno já se avançou sob o Tibre e está encobrindo a Cúpula da Basílica de São Pedro.
    “Haverá tempo que não mais suportarão a sã doutrina” (2Tm 4,3).

  5. O mimimi de muitos chega a ser irritante. Argumentam com veemência que o Papa Francisco ou então que o Sínodo comandado por ele vai revolucionar a Igreja, vai permitir comunhão aos recassados, vai permitir o casamento gay, vai permitir a poligamia (há ironia nos excessos…), entre outros…
    Ele nunca falou isso, na homilia da missa de ontem, nosso Papa foi muito claro em falar da indissolubilidade do matrimônio (até porque Jesus é muito claro nisso), disse também na abertura do Sínodo que este não serve para alterar a doutrina e sim buscar a melhor forma de evangelização.

    Gostaria de perguntar a estes que vivem quase que sonhando com um Cisma neste sínodo: A Igreja não deve discutir como encarar as novas realidades de “casais” no mundo atual? Como acolher, amar e advertir do erro os casais em segunda união, primeira união sem o vínculo do matrimonio e uniões homossexuais? Na concepção de vocês, o Papa e toda Igreja deveria sair por aí apenas gritando que todos estes vão arder no fogo do inferno, que Deus e a Igreja os rejeitam e que são praticamente excomungados? A justiça Divina não tem o mesmo tamanho da misericórdia?

    Com uma Igreja de portas abertas a estes que vivem situações irregulares, sabemos do poder do Espírito Santo que pode tocar no coração destes e fazer com que se convertam. Não é uma concordância com o erro e sim acolher para junto do coração de Deus para que estes tenham a chance também de mudar de vida e alcançar a salvação.

    Finalizo imaginando a amargura de tantos que torcem para que no sínodo aconteça um cisma ou coisa do tipo, para poder gritar que o Papa é herege, que já havia sido alertado e aquele monte de besteiras que adoram ficar propagando e se alimentando, ao invés de rezar pelo Sumo Pontífice. Ao final do sínodo, quando a doutrina católica for reafirmada, estes terão que buscar outros mimimi para alimentar o seu vício de poder atacar o Papa.

    E viva o Papa Francisco, que viva tanto ou mais que Pedro e o choro é livre.

    • Você já leu aquela passagem da Bíblia onde uma mulher adúltera estava para ser apedrejada e Jesus misericordiosamente salvou-a da morte certa, e depois desse ato de acolhimento, amor misericórdia disse-lhe: “vá e não peques mais”? Sem mais…

    • Higor Robetti

      Tenho idade pra ser sua mãe e tenho filhos jovens como você, leitores do Fratres.
      A sua cegueira é irritante!
      Você afirmar que estamos desejosos de um Cisma é algo absurdo. Já pensou a confusão, o escândalo e a aflição que não seria?
      Afirmar que não rezamos pelo Santo Padre? Que loucura! Que deboche! Todos os dias rezamos pelo Pontífice, para que o mesmo fale a mesma coisa que os outros 265 pontífices anteriores falaram, de um modo claro, transparente, firme, católico, sem ambiguidades, sem precisar de intérpretes que fazem malabarismos para explicar as suas falas.
      A Igreja sempre foi misercordiosa com todos os pecadores, nunca fechou as portas como você deu a entender, parecendo que agora, neste pontificado houve a reinvenção da misericórdia, tanto é que está aí, há XX séculos, à disposição de todo fiel arrependido, desejoso de voltar-se para Deus, o sacramento da Penitência.
      Outra coisa! Muda de vida quem quer! Pra mudar tem que estar desejoso,tem que querer dar um não ao pecado. Tenho casos de parentes bem próximos em adultério e que sabem exatamente que estão em pecado grave, vão até a missa, batem palmas, batem a língua, derramam lágrimas, mas continuam a pecar; continuam porque o pecado na hora é gostoso, tem cor, tem cheiro, tem malícia. Se o pecado na hora doesse, ninguém pecaria.
      Outra coisa! Na prática, comunhão para divorciados recasados infelizmente acontece e bençãos de padres a uniões gays também.
      Você afirma que gostaríamos que o papa e toda a Igreja condenassem as pessoas ao Inferno. MAS NÃO TEM NEM PERIGO! Há 50 anos, o último Concílio trancou o Inferno e jogou a chave fora. Quem vê, hoje em dia, os católicos com medo de perderem suas almas no Inferno? Os padres não falam mais nem disso nas homilias. É muito duro o Inferno pro homem moderno. Saiu de moda. Quem quer saber do Inferno? O lance agora é ser feliz. A salvação das almas hoje é um acessório, afinal, como dizia o ex-padre Zeca, DEUS É DEZ, e todos vamos para o Céu. Por isso todo esse empenho do Sínodo. Pro homem ser feliz. Pro homem não sofrer. Chega de cruz! Já que o adultério, o divórcio, a sodomia rola solta nesse mundão, aos milhares, e não tem mais volta, vamos mudar a práxis, a pastoral, aí todo mundo fica feliz.
      Conversão, cruz, renúncia, sofrimento, não existem mais na linguagem dessa Igreja do homem.
      O papa e os bispos sabem que esse movimento “pastoral” tem seu ritmo próprio. A eles não importa o estágio alcançado hoje, basta saberem que a evolução se fez desde a primeira parte do Sínodo do ano passado, e que ela continuará a mover a tal “pastoral”.
      A tática proposta pelo Card. Kasper em fevereiro de 2014, “que não se mexe na doutrina, no dogma, mas se mexe na práxis” hoje se realiza plenamente. Aí fica a pergunta: Como se poderia manter intacta uma doutrina quando se propõe mexer na prática e na moral decorrentes dessa mesma doutrina? Muitos cardeais sérios já disseram que é impossível.

  6. Parabéns pela parceria. E nós leitores,é que saímos ganhando.

    E REZEMOS PELO SÍNODO DOS BISPOS!

    Fiquem com Deus.

  7. Se a mídia realmente entendeu corretamente quem é o Papa Francisco então estamos todos perdidos!
    Impressionante também que não é uma pessoa aleatória que diz isso, mas um sacerdote de Roma.

    S. Antonio de Maria Claret escreveu, “O direito de falar às nações e ensinar, que a Igreja recebeu do próprio Deus na pessoas dos Apóstolos, foi usurpado por uma massa de jornalistas obscuros e charlatães absolutamente ignorantes.”

    • O Papa Francisco é nosso Pastor… Procuremos fazer o que o Papa Emérito Bento XVI está fazendo: ORANDO.

  8. Rezemos para que o Papa Francisco abrace sua cruz!

  9. A simpatia, misericórdia, acolhida, o perdão do Papa Francisco são todas visibilizadas numa única pessoa: Dom ROGÉLIO LIVIERES PLANO, Bispo Emérito(à força) de Ciudad Del Este.
    Mas como ao populacho só interessa mesmo “pão e circo”, tem o “dream Pope”.

  10. Parabéns ao professor Hermes Rodrigues Nery por nos mostrar bem a histeria do povo, promovida pela mídia. Tal exasperação e emocionalismo são resultados da manipulação da mídia, mas também consequência das palavras e atitudes popularescas e ambíguas do superstar Bergolio, que pretende agradar a todos, o que é impossível. Ele é o chefe da Igreja e tem que seguir o Evangelho e a Santa Doutrina, mas parece que de vez em quando ele se esquece disso. Ele tem que ser fiel ao que pregou Cristo e seus apóstolos. Rezemos por ele e por todos nós.

  11. Sra. Glacy,
    Muito bom. Vamos cuidar das feridas dos pecadores. Inclusive as minhas, espero em Deus, pq. sou pecador, sejam curadas.
    Em nenhum momento deixei de sê-lo, infelizmente. Mas em nenhum momento ataquei os pecadores.
    A discussão não está nos pecadores. Está NO PECADO!
    ONDE É QUE FUI, OU FOMOS JUÍZES?!?! JUÍZ JULGAM PESSOAS ANTE A ATOS.
    ONDE ESTÃO AS PESSOAS DE NOSSOS JULGAMENTOS? ONDE ANDAMOS JULGANDO ALGUÉM NESTES TERMOS? FALAMOS DE PESSOAS OU DE IDÉIAS?
    Estamos falando de idéias…isso a Senhora até agora não re-apresentou algo suficiente para justificar a comunhão para pessoas contrarias no sacramento do matrimônio?
    Onde Nosso Senhor contrariou sua lei sobre o matrimônio? Onde disse que com sua misericórdia, poderia casar quanto quisesse?
    Sim, a lei será dura conosco, como SERÁ TAMBÉM DURA COM A SENHORA!
    Quem mais amou, foi mais perdoado, como disse Nosso Senhor a Maria Madalena. Mas, onde é que Nosso Senhor não disse como consequencia “VAI E NÃO PEQUES MAIS!” ?
    Pq. esquece disto? PORQUE O MUNDO NÃO QUER PARAR DE PECAR?!?!? JUSTIFICAR SEUS PECADOS COM FALSA MISERICÓRDIA?
    Pq. Nosso amado Cristo nào é príncipe deste mundo…queria eu ser parte da restauração destas pessoas. Mas se elas quiserem CONTINUAR PECANDO E SE JUSTIFICANDO POR CONTA DE TANTA FALSA MISERICÓRDIA, ONDE FICA DEUS?
    Eu sou casado e sei que me pesa o compromisso do matrimônio, com todo amor, carrego esta cruz com a paixão devida. Com muito amor…não me faltam graças por conta do que, por amor a Nosso Senhor, me permanecem no amor.
    Mas tenho familiares que não pensam nem um pouco em penitência antes de ir para a 2a. o 3a. união. Que amor é este?
    Permanecei em mim, que permanecerei em vós, permaneçam em meu amor.
    Será que aquele que peca, insistentemente, ama o Cristo como São João, ou como Judas?
    Porque nos sentimos tão confusos com estes tempos?????

    Deus tenha piedade de nós.

  12. Se São Paulo, concordassem com os deuses Romanos, colocando um novo deus, junto com os demais. Ninguém iria incomodar, ninguém iria persegui-lo, ou maltrata-lo. Viveria entre os Romanos na maior harmonia. Se Jesus Cristo, procurassem agradar a todos, não condenado a vida errada dos seus conterrâneos. Não iria morrer na Cruz. São João Batista, se não condenasse a vida adúltera do Rei Herodes. Ele viveria despreocupado com sua vidinha de agradar a todos… Mas…Este negócio de agradar a todo. Não é um procedimento católico. Por outro lado, temos que ver. Que todo Papa tem um carisma todo especial para atrair as multidões. Ele é o Vigário de Jesus Cristo na terra. Cabe o Papa aproveitar deste carisma divino, para levar as multidões a verdadeira religião. Será que ele está fazendo isto?
    Joelson Ribeiro Ramos..

  13. Sra Glacy,

    A senhora diz: “Eu não vivo pela lei, porque sei que sou fraca e pecadora (Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero) e se eu peco eu aceito e acolho o meu irmão que peca.”
    Senhora, fazer o mal que não se quer, é da nossa condição humana, ferida pelo pecado original. E assim, todos temos tendência ao pecado. Mas, há uma distância muito grande em reconhecer isso e se conformar com isso. Senão, bastaria dizer simplesmente: “somos inclinados ao mal, então, vamos pecar”. Nenhum Santo da Igreja agiu dessa forma. Todos fugiram do pecado e, com isso, foram e são vencedores. Se não fosse assim, Jesus Cristo teria dito à mulher adúltera: “Vai e continua a pecar, pois és pecadora, tens a tendência a fazer o mal.” Mas, em vez disso, Ele falou: “Vai e não peques mais.”
    E se Ele deu essa ordem, é porque a mulher tinha como cumpri-la, pois Deus não manda coisas impossíveis.
    A senhora diz: “se eu peco eu aceito e acolho o meu irmão que peca”. Fica a dúvida se essa frase expressa um reconhecimento da nossa condição de pecadores ou um desejo de permanecer no pecado a fim de estar junto do irmão pecador. Desculpe-me, mas não ficou claro. Se é um reconhecimento, é evidente que todos nós somos pecadores. Isso é inegável, pois todos pecamos. Mas, se a senhora expressa um desejo, será preciso dizer que está totalmente errada. Não é preciso pecar, ou, melhor dizendo, não é preciso permanecer em pecado (e com isso quero dizer “pecado grave”) para acolher o nosso próximo que peca gravemente. Nosso Salvador não era pecador e, no entanto, acolheu tantos pecadores que se converteram em Sua presença… São Francisco de Assis depois de sua conversão tornou-se um grande santo já em vida, e isso não o impediu de acolher tantos infelizes pecadores, que ele sempre quis levar à conversão. São Pio de Pietrelcina passava horas e horas no confessionário encontrando-se… com quem? Com pecadores, com penitentes que, arrependidos, queriam absolvição, conselho, mudança de vida. Então, irmã, não é preciso desejar pecar para se aproximar dos pecadores.
    Ainda sobre sua frase:
    “…porque sei que sou fraca e pecadora (Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero”.
    Fica a clara impressão de um terrível conformismo com essa situação. Então, faço o mal que não quero e não há problema algum?.
    A senhora ainda afirma:
    “Vocês querem a lei, as regras, a doutrina. Quem vive pela doutrina e pela lei como vocês, SERÁ JULGADO PELO RIGOR DA LEI ”
    Mas, Dona Glacy, como é que se pode conhecer o que é bom e o que é mau se não for através da Doutrina que Cristo deixou à Sua Igreja? A senhora não gosta de doutrina, que pena.. E, no entanto, Jesus Cristo disse “a minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.” Logo, Ele tem uma Doutrina.
    E todos seremos jugados com justiça, a começar pelos da casa de Deus. Sim, nós, que professamos a Fé, seremos julgados com mais severidade do que os de fora (até o Concílio Vaticano II diz isso). A senhora nunca leu sobre esse assunto?
    É, pelo visto a senhora não gosta muito de Doutrina Católica.
    “Viver pela Lei”, é apoiar-se unicamente ou na força da própria Lei ou nas forças naturais do homem, a fim de se chegar à santificação e à salvação SEM PRECISAR DE DEUS. Isso o católico nunca foi ensinado a crer nem a fazer. Quando São Paulo diz que a prática da Lei não justifica, não santifica e, portanto, não salva o homem, ele está se referindo à prática da lei com base exclusivamente nas forças humanas. Como se o homem tivesse a capacidade de somente com seu esforço ser santo e alcançar o céu, sem precisar da ajuda de Deus. Ora, o mesmo Apóstolo, após dizer que a justificação é dada gratuitamente pela Fé e não pelas obras (se estas forem buscadas só pelas débeis forças humanas), acrescentou que era preciso cumprir os mandamentos, isto é, a Lei moral. Em outras palavras: fazer boas obras com a graça de Deus. Sim, pois essa vivência vem da graça, vem do auxílio do Alto (o qual convém pedir, sobretudo pela oração constante).
    Portanto, é de pasmar seu tom de desprezo pela Lei moral (os 10 mandamentos), pois todos sabemos (é é verdade de Fé) que Deus dá a graça, a força para os fiéis cumprirem esses mandamentos, assim eles o peçam. E Deus exige esse cumprimento, pois não teria sentido algum dar aos cristãos um dom e não esperar uma correspondência para com esse mesmo dom. Só assim é possível conservar intacta a graça santificante recebida no Santo Batismo (simbolizada pela túnica branca). Ninguém está isento de cumprir a Lei Moral, pois o auxílio do Alto é dado a quem o pedir, e é por meio dessa observância, desse cumprimento que se mostra o amor por Cristo, pois Ele disse “quem tem meus mandamentos e os observa esse é que me ama.”
    Gostaria só de finalizar comentando outra frase da senhora:
    “Pensem nisso e parem de ser JUIZES.”
    Senhora, ninguém aqui é juíz daquilo que não se pode julgar. Ninguém é juíz no que respeita à salvação, às intenções e ao coração de quem quer que seja, pois Cristo proibiu de julgar o que não pode ser conhecido senão por Deus. Mas, Ele mesmo nao proibiu que julgássemos se um ato é bom ou mau. Pois Ele mesmo disse “Se teu irmão pecar, vai e corrigi-o”. Logo, podemos e devemos saber como nós mesmos e os outros sob nossos cuidados se comportam aos olhos de Deus. Do contrário, São Paulo não julgaria um homem que cometeu escândalos na comunidade cristã de Corinto.
    Estamos julgando as intenções do Papa Francisco para o próximo Sínodo? Claro que não podemos saber as intenções de uma pessoa, a não ser que estas sejam manifestas. E as do Papa Francisco, infelizmente, o foram em diversas ocasiões. O Papa já se declarou há muito tempo favorável a dar a Sagrada Eucaristia a quem se encontra e quer permanecer em estado de adultério público (pecado grave), pois esse é o plano do LOBO alemão Cardeal Kasper e Cia Ltda. Se a posição de Bergoglio no Sínodo irá mudar, só Deus sabe.

  14. A Glacy é na verdade a Irmã Glacy, uma senhora na casa do 70 anos que entrou de corpo e alma no espírito do Concílio. Bergoglio é pra ela o Messias esperado, o Moisés que vai salvar a modernidade da Tradição tão incômoda aos amigos da futilidade, das jujubas e caramelos do ativismo religioso. A Ir. Glacy disse em outra postagem que trabalhou 50 ou 40 anos numa favela. Será que os pobres aprenderam a rezar? Ou aprenderam apenas a odiar e amaldiçoar sua triste condição? Jujubas e caramelos sim! Calvário e Cruz não! Pois é Ir. Glacy, sinta-se em casa com esse papa. Ele é o demolidor da ortodoxia católica e usa pra isso as luzes da ribalta, a foice, o martelo e o popularesco. Ele quer aparecer e com ele todos os apaixonados pela demolição do Catolicismo se revelam. Jujubas e caramelos sim! Calvário e Cruz, não!

    • GlacyCastro do Amaral
      “Vocês querem a lei, as regras, a doutrina. Quem vive pela doutrina e pela lei como vocês, SERÁ JULGADO PELO RIGOR DA LEI e aí de vocês se caírem num só “i” ou num só ponto. Eu não vivo pela lei, porque sei que sou fraca e pecadora (Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero) e se eu peco eu aceito e acolho o meu irmão que peca. Pensem nisso e parem de ser JUIZES.”

      Bento XVI
      “Permaneça absolutamente firme na doutrina”

    • Rodrigo, será mesmo essa senhora a irmã tão boazinha: http://www.divinaprovidencia.org.br/noticias/index.php?id=1667

      Eu peço muito que o Servo dos Servos faça “a vontade Deus”. Quem sabe uma visita em minha cidade, “Veneza Brasileira” o povo pare de brincar de frevo – patrimonio imaterial da Unesco – e gaste mais energia com as “periferias existenciais.”

      E fiquei triste pela revelação de Higor Robetti:

      “O mimimi de muitos chega a ser irritante. Argumentam com veemência que o Papa Francisco ou então que o Sínodo comandado por ele vai revolucionar a Igreja, vai permitir comunhão aos recassados, vai permitir o casamento gay, vai permitir a poligamia (há ironia nos excessos…), entre outros…

      Ele nunca falou isso, na homilia da missa de ontem, nosso Papa foi muito claro em falar da indissolubilidade do matrimônio (até porque Jesus é muito claro nisso), disse também na abertura do Sínodo que este não serve para alterar a doutrina e sim buscar a melhor forma de evangelização.”

      “Ele nunca falou isso…” NÃO?!?! Puxa que pena, achei que justo está dizendo que SIM! Eu hein, tem focinho de gato, rabo de gato, pelo de gato, patas de gato…e é um elefante! Que coixa! Oxe, tá doido é…? Eu hein!

      E misericórdia é um apelo psicológico difícil de bater, depois de tanto anos, uns cinquenta anos, fazendo o povo se tornar apóstata = anti-apostolo. Então ser misericordioso não é ser a favor da conversão para o estado de graça do pobre pecador, seja ele abastado ou insuficiente. O negócio é dizer que o pecador já ganhou o céu na condição de ser insuficiente, pois o insuficiente não peca. Peca quem é abastado e não cuida dos pobres materiais, dando-lhe celulares de última geração. Pois enquanto o pobre material faz fornicação atrás da moita, o rico faz fornicação no motel. Que injustiça!

      E agora o demonio deita e rola. Não precisa trabalhar. O negócio está todo ao seu favor. Resta ao demonio ficar fazendo chacota do tipo: mimimi.

  15. Um dos “cânceres” da vida moderna, é o ativismo.
    O ativismo impõe, não convence…. divide, não une…. desconstrói, não edifica…
    O ativista quer fazer a sociedade “engolir” seu modus vivendi, seus pensamentos muitas das vezes desvirtuados…
    O ativismo afasta a sociedade, faz com que ela passe a rejeitar o que o ativista defende…
    Infelizmente o atual papa é ativista… e por conta de seu ativismo (disfarçado em “novos dogmas”), ele atrai a ira e a ojeriza de parcela significativa da sociedade…
    A imposição é, enfim, uma das qualidade de ditaduras!
    Teremos uma ditadura no seio de nossa Igreja?
    Enquanto houverem pessoas como Hermes Rodrigues Nery, Higor Robetti e Glacy Castro do Amaral, que se ludibriam com tamanha facilidade, estaremos sim, em perigo!

  16. Querida Ana Maria, lamento por considerar a minha “cegueira” como irritante, na verdade há uma distinção entre o modo como eu observo as coisas e como você observa. Poderia eu dizer que você está cega, alucinada, etc, etc, mas apenas respeitarei a sua posição e visão dos fatos.

    A Igreja sempre esteve de portas abertas, isso é claro, porém, muitos bispos e padres não sabem como lidar com essas realidades enfrentadas no mundo atual, alguns apelam para o extremismo de tratar estes que vivem no pecado como excomungados e já condenados ao inferno, outros (infelizmente, a maioria) como se não fosse pecado, pregando a falsa misericórdia que vem de Deus. Ah sim, eu não sou um defensor da falsa misericórdia e muito menos creio que ela nasceu nestes últimos anos, ou pós-concílio.
    Quanto ao Concílio ter trancado o inferno, discordo disso. O progressismo que veio após ele fez com que Padres e Bispos abandonassem o discurso de salvar almas da perdição eterna, mas é visível que isso tem mudado já que as falsas teologias foram se enfraquecendo e Bento XVI, ao qual eu tenho muita saudade, deu uma levantada em uma excelente geração de padres e bispos. As coisas tendem a melhorar, pelo menos no meu ponto de vista.

    Por fim, falei sobre muitos que desejam mesmo que de forma mascarada o Cisma e não rezam pelo Sumo Pontífice, ao contrário, só o criticam, porque conheço pessoas assim, amigos, conhecidos e internautas que deixam de forma bem clara esse posicionamento. Entendo que muitas declarações do Papa são ambíguas e alguns de seus posicionamentos parecem meio duvidosos, mas o problema é que muitos (assim como a mídia, só que ao contrário) “montam” em cima disso e se aproveitam para fazer todo um alarde inexistente. O Papa é católico e a doutrina de Cristo não mudará, assim como a pastoral não vai levar a “Igreja” a cometer pecados mortais, erros que atentem contra a Doutrina. Os cardeais e bispos, em sua maioria CATÓLICOS, o próprio Papa e Nosso Senhor Jesus Cristo jamais permitirão isso. Tenho fé absoluta nisso e assim continuarei a ter, não é cegueira não, é apenas a maneira como eu enxergo as coisas, que saibamos respeitar a opinião de cada um.
    Façamos assim, nos unamos em oração por este sínodo, confiando a intercessão da Sagrada Família de Nazaré e aguardemos o seu final. Tenhamos fé na promessa de Cristo que permanecerá conosco todos os dias, até o fim dos tempos. Deus abençoe.

  17. Pela lógica de Glacy, (São?) João Batista está no inferno por “julgar”, sem travas na língua, um casal de “segunda união”. É cada coisa…