O Sínodo sobre a família: Será que os “bispos bons” podem nos salvar? (Esperem sentados).

“O absurdo dos organizadores do Sínodo, incluindo o Papa, que simplesmente redigiram os documentos finais para o Sínodo semanas antes até mesmo dos bispos chegarem a Roma, dá a mensagem definitiva. Eles já não sentem mais nenhuma necessidade de dissimular suas intenções…”

Por Hilary White – The Remnant, 2 de outubro de 2015 | Tradução: FratresInUnum.com – Os “bispos bons” não vão nos ajudar no Sínodo. Temos que nos acostumar com essa ideia agora mesmo, neste fim de semana que antecede o espetáculo. Todos os dias vejo nas caixas de comentários de sites da Internet exclamações esperançosas do tipo: “Ah, mas o Arcebispo Fulano vai lhes jogar na cara”, ou “o Cardeal Beltrano”, ou “aquele africano”, não vão mais aguentar essas coisas”. Pois bem pessoal, lamento informar-lhes que no ano passado eles aguentaram.

Não houve pedidos para que o Papa garantisse a transparência do processo, não houve objeções públicas aos conteúdos escandalosos dos documentos de trabalho ou, pior ainda, não houve qualquer exigência para a retirada dos líderes que promoveram o caso, como, por exemplo, o Secretário Geral do Sínodo, o cardeal Baldisseri, o cardeal Kasper, o Arcebispo Bruno Forte, autor da vergonhosa relatio intermedia e outros do tipo. Exatamente os mesmos personagens da farsa do ano passado estão de volta. E não houve a menor objeção por parte dos “bispos bons”.

De fato, além de alguns vídeos com entrevistas mal-humoradas, o assunto não recebeu muita atenção. No ano passado, após um ano e meio de manobras bergoglianas cada vez mais bizarras, apesar de um pequeno número de disputas ruidosas e públicas, os bispos do Sínodo andaram pisando em ovos, falando coisas agradáveis sobre a maravilha do evento. Ao final, até aqueles que tinham denunciado mais abertamente as manipulações do secretariado do Sínodo, falaram com entusiasmo sobre como os debates reais haviam sido maravilhosos, e só lamentaram o fato dos organizadores terem dado uma impressão diferente ao público.

No ano surreal transcorrido desde então, quem é que vimos de pé falando diante de um microfone: “O papa Francisco Bergoglio está no centro dessa conspiração – que já não é mais uma conspiração – para tornar irrelevante a doutrina católica sobre a sexualidade, minar o sacerdócio, permitir sacrilégios sistemáticos em nível mundial e destruir de uma vez por todas o caráter cristão da Igreja Católica”? Quem pronunciou o nome que precisa ser pronunciado? Quem? … Bueller?

Até as entrevistas parecem ter se esgotado, e não temos ouvido nada dos “bons” nos últimos dias. A data se aproxima, cresce a ansiedade, e o Cardeal Burke parece ter desistido de fazer declarações públicas, deixando todos os católicos que restaram observando o asteroide gigante flamejante que vem em nossa direção.

E agora há mais “rumores” (será que há mais alguma coisa vindo de Roma?) de que os bispos que vão participar este ano têm a mesma atitude hesitante e conciliadora. Hoje conversei com alguém que tem informações privilegiadas, e essa pessoa me contou que um grupo, que “provavelmente” incluía bispos do Sínodo, estava preparando uma declaração para impedir qualquer repetição das táticas manipuladoras do ano passado. Essa foi uma resposta às notícias de que o Secretariado do Sínodo estava pensando uma maneira de controlar totalmente os procedimentos.

Tudo seria publicado no início desta semana, antes da conferência de imprensa do lançamento do Sínodo. Discursos duros estavam sendo preparados. Chega de disparates! Espera-se transparência e honradez! Um relatório objetivo e preciso dos debates e dos documentos que refletem a substância do Sínodo. Basta de querer mudar as regras! Que deixem de manipular a mensagem!

E aqui estamos já na quinta à noite, com tudo pronto para começar a conferência de imprensa em pouco mais de doze horas e… acabam de decidir que não vão publicar a declaração. Será que o momento é inoportuno? Será que não querem começar com pé esquerdo? Vá saber… E a estas alturas, quem se importa?

Hoje à noite fui contatada por uma pessoa nos Estados Unidos que queria fazer um livro sobre a doutrina católica do matrimônio chegar às mãos dos bispos de língua inglesa do Sínodo. A pessoa me perguntou se eu conhecia alguém em Roma que pudesse ajudar.

Respondi-lhe passando os nomes de algumas pessoas que poderiam auxiliar, mas o preveni de que “já há mecanismos em curso para evitar precisamente o que ele estava propondo. Tentaram fazer isso no ano passado, com grande esforço e desembolsos e através de clérigos de alto escalão no Vaticano, e foi um fracasso total”.

O Secretariado do Sínodo está de sobreaviso e vigilante. Eles aprenderam bem a lição do ano passado: respondendo ao clamor público contra suas manipulações descaradas e aos pedidos de transparência e abertura apresentados por bispos e cardeais, controlando a mensagem de maneira cada vez mais forte.

Disse ao meu amigo: “É um erro imaginar que o Secretariado dirija o Sínodo. Eles estão conduzindo um tipo de operação muito diferente.”

E parece que os mais altos níveis da Hierarquia sabem disso. Há o que parece um silêncio de derrota nas altas hierarquias. O cardeal Sarah publicou um livro em defesa da doutrina da Igreja, o qual foi apresentado há pouco pelo cardeal Müller a um grupo reduzido de aristocratas alemães e seus amigos. Na apresentação do livro, Müller advertia indiretamente que poderia haver problemas de natureza histórica, que ele não especificou, mas isso foi entendido como uma alusão à revolução protestante,­ se prosperar o plano de Kasper, consciente, sem dúvida, de que esse mesmo plano se estava pondo em obra em Roma enquanto ele falava. Não se deu importância a este ato, e só um pequeno setor da imprensa alemã o reportou en passant.

Houve alguém mais além do Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e do chefe do Conselho Pontifício Cor Unum? Não? O presidente da Conferência Episcopal Alemã ameaça abertamente com um cisma e o chefe da Congregação para a Doutrina da Fé confirma que vamos chegar nesse ponto, e… começo a ouvir soar os alarmes.

A voz do baixo clero e dos leigos está ficando cada vez mais alta, é claro. Sandro Magister informa sobre um documento emitido por um grupo de três padres teólogos que advertiram que o documento de trabalho do Sínodo – o Instrumentum laboris – é “inaceitável” e “compromete” a verdade da fé. A página da Voice of the Family, que não granjeou amizades no  Secretariado do Sínodo, no ano passado, continua alertando sobre o perigo de Londres e mais uma vez… Roma responde com silêncio.

Tampouco houve qualquer resposta do Vaticano às 811.092 assinaturas recolhidas em uma súplica filial que implorava a Bergoglio que reiterasse e defendesse a doutrina católica sobre a sexualidade e a família. Vale a pena ressaltar, ironizando, que essas assinaturas incluem numerosos bispos e cardeais do que o próprio Bergoglio indubitavelmente descreveria como “periferias”: países como Chade, Madagascar, Congo, Filipinas, Guatemala, Índia e Cazaquistão. Mais de 200 bispos e cardeais, muitos de países muito pobres, assinaram, e uma vez mais, nada. Silêncio.

Nada, é claro, exceto a efusiva e aduladora declaração do Pe. Thomas Rosica por twitter sobre a viagem de Bergoglio aos Estados Unidos: ‹‹ Muitas vezes os jornalistas me perguntavam: “Padre Tom, é normal que eu tenha chorado muitas vezes esta semana?” ›› . E, com referência a um dos discursos de Bergoglio, beirando à blasfêmia de maneira flagrante: ‹‹ Sempre imaginei como Jesus ensinava nas montanhas da Galiléia. Esta noite na Filadélfia vi como Jesus ensinava ››.

Enquanto isso, os organizadores do Sínodo continuavam reforçando o regulamento para garantir que o caso não sofra outro ataque infeliz de exposição excessiva ao público. Não serão publicados relatórios sobre os debates nem haverá documentos intermediários ou finais. Dois destacados vaticanistas, Sandro Magister e Andrea Gagliarducci, informaram que tampouco haverá uma exortação apostólica formal do Papa para resumir a mensagem dos bispos aos fiéis.

“Certamente não haverá uma mensagem final, pois nenhuma comissão foi constituída para redigi-la” – disse Magister em 28 de setembro passado  -. “O discurso do Papa ao final dos trabalhos prevalecerá sobre as conclusões, obscurecendo as vozes restantes.”

De fato, disseram que não haveria sessões plenárias em que os bispos possam falar entre si na presença do Papa. Em vez disso, eles serão separados por grupos de idiomas para prosseguir com os debates em grupos menores. O livro de Edward Pentin pode nos dar uma ideia de como serão esses debates, inclusive a semelhança de que todas essas reuniões estejam dirigidas estreitamente por um bispo kasperiano designado  a cada grupo, para que não haja o menor desvio do programa. Em um dos momentos mais sinistros do livro Rigging of a Vatican Synod de Pentin, ele observa que no caso desses monitores designados, se um saísse, seria substituído por outro, a fim de garantir que a direção continuasse firme.

Há um mês, as notícias continuam caindo como “bombas”. De fato, as notícias do Sínodo e do Vaticano começam a parecer uma cortina de fogo de artilharia, começando no início de setembro com os motu próprio de Bergoglio sobre nulidade [matrimonial]. Neste caso, tivemos o primeiro indício de que ele não ia seguir a via passiva-agressiva que alguns de nós esperávamos, isto é, passar os temas candentes da Comunhão para católicos divorciados e “recasados” no civil (e agora, por extensão, provavelmente, também das uniões de pessoas do mesmo sexo e que vivem em concubinato) às diversas conferências episcopais. Nada disso: esse foi o primeiro sinal claro que tivemos de que Bergoglio sabe muito bem o poder que tem como pontífice: um poder absoluto.

As novas regras, publicadas por decreto e aparentemente sem discussão prévia nos escritórios vaticanos que supervisavam as mudanças no direito canônico, continuam sendo objeto de críticas raivosas, inclusive por terem criado uma grande e catastrófica mudança de paradigma legal de inverter a presunção da lei para favorecer a nulidade, em vez da validade do matrimônio. A discussão não acabou de modo algum, e ainda há alertas de que Bergoglio vem alinhando a Igreja Católica com o mundo secular ao criar um divórcio católico “sem culpa”.

Depois disso, a Conferência Episcopal Alemã, cujo presidente, o Cardeal Reinhardt Marx, pertence ao conselho privado de Bergoglio, o Grupo dos Nove, anunciou que estavam prontos para implementar o “matrimônio homossexual” católico.

Em seguida, o Vaticano publicou o Instrumentum laboris, que alguns fiéis denunciaram por trazer de novo à pauta temas rejeitados, como a homossexualidade e as uniões de fato.

Após isso, vieram as notícias levemente inflamadas do cardeal Godfried Danneels, o repulsivo ex Arcebispo de Bruxelas, um homem já conhecido como um títere que exerce um imenso poder sobre a política católica e secular na Europa, afirmando na televisão holandesa que ele e um grupo de extremistas progressistas haviam conspirado durante décadas para gerar precisamente o desastre que se desenvolve diante de nós na Igreja atual.

Danneels declarou, em uma entrevista de televisão que promovia uma biografia autorizada, que essa máfia de S. Gallen – que se gabara de revelar a identidade de prelados europeus progressistas, entre os que se encontrava o sinistro cardeal Martini – havia trabalhado para lograr a eleição de Bergoglio. Ele deu a entender que a pressão desse grupo havia sido responsável em parte pela renúncia de Bento.

Logo após esse episódio, os bons católicos reagiram abertamente debatendo se isso invalidava o Conclave de 2013 segundo as regras contra esse comportamento postas em prática pelo Papa João Paulo II. Em vista da crescente reação, os autores da biografia oficial de Danneels, de onde provinham essas afirmações, rapidamente publicaram uma declaração negando que o cardeal tivesse dito que ele havia quebrado quaisquer regras.

A pergunta: “Francisco é um antipapa?” foi discutida e maneira tão ampla e aberta que chegou ao próprio Bergoglio durante sua viagem aos EUA. Ele, diga-se de passagem, não negou a alegação, mas, como de costume, somente zombou e escarneceu dos que se sentiram perturbados com essa pergunta.

Francisco disse que um cardeal “amigo” lhe contou a respeito de uma católica idosa, “uma boa mulher”, mas um pouco rígida, que tinha dúvidas acerca da descrição do Anticristo no Livro do Apocalipse e queria saber se era o mesmo que um “anti­papa”.

–Por que a senhora está me perguntando isso? – disse o cardeal –. É que estou certa de que Francisco é o antipapa.

– Por que a senhora está falando isso?

“Porque ele não usa os sapatos vermelhos como manda a tradição”, contou o Papa.

As pessoas têm muitas razões para crer que “ele é comunista ou ele não é comunista” – acrescentou o Papa.

Apesar do já habitual desprezo do papa pelas preocupações dos fiéis sobre suas mancadas cada vez mais bizarras e alarmantes, os católicos continuam discutindo nos foros de Internet se as crescentes revelações de infrações canônicas em torno do Conclave poderiam tornar a eleição de Bergoglio ao papado… digamos… irregular.

A bomba seguinte caiu no início desta semana, quando um jornalista católico pôs um pouco mais de lenha na fogueira da história de antipapa, ao dizer que uma organização bancária internacional, pouco conhecida, mas poderosíssima, havia ameaçado arruinar as finanças da Igreja se Bento XVI não renunciasse. Em um artigo que até hoje só apareceu em italiano, Maurizio Blondet afirmou que a capacidade do Vaticano de continuar funcionando no mundo financeiro estava com as horas contadas [NdT. Artigo traduzido ao português em: https://fratresinunum.com/2015/09/30/ratzinger-nao-podia-vender-nem-comprar/%5D.

A organização americana sediada na Bélgica, SWIFT (Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias em Nível Mundial), alegou Blondet, havia usado seu poder para chantagear ao Papa a abandonar a cátedra de Pedro.

“Houve chantagem de não se sabe onde, através da SWIFT, contra Bento XVI. As razões subjacentes dessa história não foram esclarecidas, mas é claro que a SWIFT interveio diretamente na gestão de assuntos da Igreja”, escreveu.

Uma vez mais, o Vaticano guarda silêncio. Um Papa chantageado até renunciar? Nem uma palavra. E assim uma e outra vez.

E hoje, na véspera da conferência de imprensa de abertura do Sínodo, a última parte da guerra chega de Rorate Caeli, que informa que, como se esperava, estamos sim aguardando um documento pós-­sinodal. De fato, ele já está sendo redigido por uma grande comissão de jesuítas na Casa Santa Marta.

Marco Tosatti, que normalmente escreve para a secção Vatican Insider do diário italiano La Stampa, revelou definitivamente o que muitos, mais ou menos, já haviam dado como certo: “Que o Sínodo é uma fraude.”

“Cerca de trinta pessoas, quase todas jesuítas, entre as quais se encontra algum argentino, estão trabalhando nos temas do Sínodo, de maneira muito reservada, sob a coordenação do padre Antonio Spadaro, diretor da Civiltá Cattolica, o qual passa muito tempo em Santa Marta em consulta com o Papa.

(…) Uma possibilidade é que a “força tarefa” esteja trabalhando para proporcionar ao Papa os meios para um eventual documento pós-sinodal sobre o tema da administração da Eucaristia aos divorciados recasados, aos [casais] em concubinato e às pessoas do mesmo sexo.”

Quem sabe às vezes nos esqueçamos de que somos uma exígua minoria que aos olhos do mundo não tem nenhum poder. Nenhum. Ninguém sabe quantos católicos nos identificamos como tradicionalistas, e há provas de que o número está aumentando. Mas sabemos que somos muito, muito poucos.

Mas se deixarmos a câmera de lado e olharmos para o panorama geral, veremos em toda a Igreja algo como vimos na semana passada durante a visita papal aos EUA. Grandes multidões, verdadeiros mares de pessoas que tentam chegar ao seu pontífice com lágrimas nos olhos, e até lhe atribuem milagres. Santo súbito! Pode um papa canonizar-se a si mesmo? Alguém tem alguma objeção?

O que ficou bem claro no ano passado e, sobretudo, nas últimas semanas, é que o plano que denominamos a Proposta Kasper é muito, muitíssimo mais ambicioso ­– e mais antigo ­– do que o simples desastre em potencial de dar a Sagrada Comunhão sistematicamente a adúlteros impenitentes.

Repetidas vezes durante o Sínodo do ano passado, o refrão que ouvia de todo mundo, dos bispos, padres, observadores leigos e jornalistas, foi estupefação pela sem-vergonhice que se estava sendo feito de forma descarada.

Com o cardeal Danneels, um dos hereges mais escandalosos e facilitador de abusos sexuais por parte de sacerdotes homossexuais, incluindo um bispo, ficou diante de um público que o idolatrava para se gabar de haver conseguido revolucionar a Igreja de Cristo com um plano que levou décadas, como vamos continuar duvidando? Não vejo provas contra as afirmações de Danneels, pelo contrário.

Esses homens acreditam que ganharam a guerra em março de 2013, que eles têm poder absoluto e que podem aniquilar toda resistência. O absurdo dos organizadores do Sínodo, incluindo o Papa, que simplesmente redigiram os documentos finais para o Sínodo semanas antes até mesmo dos bispos chegarem a Roma, dá a mensagem definitiva. Eles já não sentem mais nenhuma necessidade de dissimular suas intenções.

Ainda que por algum milagre os bispos subitamente tomassem coragem, na realidade, eles foram enxotados de seu próprio Sínodo antes mesmo que ele começasse.

16 Responses to “O Sínodo sobre a família: Será que os “bispos bons” podem nos salvar? (Esperem sentados).”

  1. Só a misericórdia!

  2. Não existe essa de bispos bons quando eles, considerados “conservadores”, querem conservar o status quo do Vaticano II argumentando que passos não tão longos se deem nessa revolução conciliar. Se defendem sofismas como a “hermenêutica da continuidade” ou qualquer outro espantalho de covardia, no máximo vão tentar desacelerar as coisas. Mas não a resolverá.

    Com isso, se ajoelhem, olhem para o Céu com seus rosários em mãos e rezem. Rezem muito! Chorem! Façam penitência! Porque, do jeito que as coisas vão em pleno “jubileu” de comemoração da maior abominação já vista no seio da Santa Igreja, só o Senhor poderá fazer alguma coisa. E o que ele fará será implacável!

  3. Seja o que for, que bergoglio, o “papa de branco”m esteja maquinando, com seus amiguinhos “progressistas”, uma coisa ele não conta: a Providência Divina!
    Por isso, devemos clamar a Deus, que nos auxilie e proteja, nesse momento doloroso, uma vez que os “príncipes” de nossa Igreja estão nos abandonando!

  4. Antônio Spadaro é um canalha dissimulado. Basta entrar no twitter do energúmeno pra ver a desfaçatez. Depois que foi denunciado na blogosfera o fato de trinta conspiradores, quase todas jesuítas, estarem trabalhando nos temas do Sínodo, de maneira muito reservada, sob sua coordenação na Civiltá Cattolica, ele se saiu com um tweet acusando quem o denunciou de “conspiradores:

    Antonio Spadaro SJ ‏@antoniospadaro Oct 1 Rome, Lazio
    I enjoyed a funny fake news about a “secret” group of Jesuits working at @civcatt which is studying about the #Synod15 Missing Dan Brown!

    Traduzindo: Ah eu adorei aquela notícia falsa sobre um grupo secreto de Jesuitas trabalhando na Civiltá Cattolica em estudos sobre o Sínodo! Estou sentindo falta de Dan Brown!

    Dan Brown pra quem não sabe é o autor daqueles livrinhos sacrílegos de teorias de conspiração como o Código Da Vinci.
    É assim que eles reagem quando são pegos com as calças nas mãos: ridicularizem seus adversários, façam deles objetos de riso e suas acusações também cairão no descrédito.

    Padre Rosica, o Enfeminado, aqui em Toronto é conhecido por suas desmunhecadas quando fica nervoso. Conheço essa peça desde a época que João Paulo II visitou Toronto. Ele é o que se chama “alpinista eclesial”. que muda de lado na maior cara de pau dependendo de quem está no poder. Não sei se ele é homossexual ativo, mas tem todos os traços de um enrustido esperando o momento certo pra saltar do armário.
    Esse povo é guiado pelo pai da mentira. Dizem que não vão mexer na Doutrina porque de fato nem o demônio tem poder pra mudar o Verbo de Deus, mas mandam o povo Católico desobedecê-la sob o pretexto de uma falsa misericórdia. Basta conferir o Twiiter do Spadaro pra ver as propostas que esse Rasputin endossa.
    Enfim o artigo postado acima mostra a realidade e o tamanho do castigo que caiu sobre a Igreja por terem trocado a verdade de Deus em mentira e adorado a criatura humana ao invés do Criador.
    A hora é de penitência, de voltarmos a ser bons Católicos, pra ver se Deus tem VERDADEIRA misericórdia e nos livre dessa lama podre e fétida que está rolando sobre nós:

    “Judica me, Deus, et discerne causam meam de gente non sancta: ab homine iniquo, et doloso erue me”.

    A revolução que neste momento está em curso em Roma vai mudar a realidade de como se vive o Catolicismo nas paróquias modernistas, ainda que não tenha o poder de mudar a Doutrina transmitida pelos Apóstolos. Daqui pra frente se preparem pra ver o Corpo e o Sangue de Cristo profanado diariamente por adúlteros permanentes e sodomitas orgulhosos de suas práticas abomináveis.

    Mas o essencial da nossa fé está naquilo que eles não tem o poder de mudar. Sempre haverão aqueles que mesmo as custas de muito sacrifício, lágrimas e perseguição irão preservar o Sagrado através da providência e da graça de Deus.
    A verdadeira fé não pode ser alterada, jogada para fora, esmagada, ou morta. Cada chicotada do flagelo, cada picada dos espinhos, cada prego nas mãos ou nos pés do Corpo Místico de Cristo não faz outra coisa senão apressar Sua Ressurreição e Sua glória. Esse é o curso estabelecido por Deus, no final como diz Tolkien não cabe a nós decidir o tempo, mas sim o que fazer com o tempo que nos foi dado. Ser fiel a Deus ou ao que decidem esses impostores?

    Deixem que eles façam o que quiserem, pois nós continuaremos a subir ao altar de Deus, do Deus, que alegra a nossa juventude.

    • Quem você chama de “povo de Deus”, na verdade são criaturas perdidas, que esperam apenas um sinalzinho, para justificar suas condutas pecaminosas!
      Essa gente até pode ser vitoriosa neste mundo, mas no Julgamento!
      Esses padrecos efeminados, enrustidos, por mais que consigam fazer valer, neste mundo, a “ditadura gay”, não sabe o que os espera?
      Então, que tipo de ensinamento receberam, em suas Universidades, Faculdades de Teologia?
      O desvio da Sagrada Palavra, justifica os atos terrenos, mas, produz resultados!

  5. E por falar em bispos bons:

    http://risu.org.ua/en/index/all_news/catholics/vatikan/61312/

    “Hoje eu tenho de afirmar que no passado a família defendeu e preservou a Igreja. Hoje, a Igreja tem o sagrado dever de proteger e preservar a família. A família como a fiel, frutuosa e indissolúvel união entre um homem e uma mulher.”

    “Os meus fieis pediram-me para apelar aos Pais Sinodais, lembrando que nós, os bispos, não somos os mestres da verdade revelada acerca da família, mas antes os seus servos. Hoje, o nosso povo espera que nós confirmemos e sublinhemos os ensinamentos da Igreja sobre a família, clarificados e sintetizados pelos bem aventurados Papas Paulo VI e João Paulo II.”

    Arcebispo-Mor Sviatoslav Shevchuk, líder da Igreja Greco-católica Ucraniana em 6 de Outubro de 2015

  6. Nossa Senhora do Bom Sucesso previu de como procederão os impostores de falacias passando-se por religiosos:
    ““Quanto ao Sacramento do Matrimônio, que simboliza a união de Cristo com a Igreja, será atacado e profanado em toda a extensão da palavra. …. Impor-se-ão leis iníquas com o objetivo de extinguir esse Sacramento, facilitando a todos viverem mal (5), propagando-se a geração de filhos mal-nascidos, sem a bênção da Igreja. Irá decaindo rapidamente o espírito cristão.
    “Apagar-se-á a luz da Fé até se chegar a uma quase total e geral corrupção de costumes. Acrescidos ainda os efeitos da educação laica, isto será motivo para escassearem as vocações sacerdotais e religiosas” (II,6 e 7).
    …Extravasarão as paixões e haverá total corrupção dos costumes por quase reinar Satanás …. , o qual visará principalmente a infância a fim de manter com isto a corrupção geral. (II,5).
    “A atmosfera saturada do espírito de impureza que, à maneira de um mar imundo, correrá pelas ruas, praças e logradouros públicos… Quase não haverá almas virgens no mundo… (2,135).
    Quanto ao trechinho do post:
    … “Nada disso: esse foi o primeiro sinal claro que tivemos de que Bergoglio sabe muito bem o poder que tem como pontífice: um poder absoluto”.
    Poder até passar para o mundo essa impressão, crerem, no entanto, radicalmente diferencia-se dos Sumos Pontífices anteriores se atribuíam na função de pastores, tendo-se apenas como Servus Dei Servorum, nada mais!
    Não teria sido o Sínodo de 2013 a antevéspera desse, para que se preparassem para a ratificação do que se planejou naquele, do farisaico laicismo: “A doutrina da Igreja é intocável! Mas, porém, todavia, contudo… “Certos casos, pontuais” têm que ser avaliados sob a “misericórdia, ternura, tolerância, acolhimentos etc., que em alguns grupos da DITADURA DO RELATIVISMO já estão em prática há tempos, como na Alemanha, mesmo aqui – cismas não declarados – tudo POLITICAMENTE CORRETO, como quer a SEITA OCULTA maçonista dos aqui recordados: Vindice e Nubius!…

  7. Já leram os relatórios entregues pelos círculos menores hoje na Congregação Geral?

    Essas teorias da conspiração de vocês… parem de mimimi! Ou o Papa Francisco vai passar por cima de todo mundo ou o buraco é mais embaixo.

    Apesar de muito ter se comentado sobre a metodologia do Sínodo, em grande parte dos relatórios as mudanças foram elogiadas por favorecer uma abertura maior ao diálogo, embora tenha se encontrado no início algumas dificuldades em se adaptar a elas.

    Em geral os relatórios foram quase unânimes em falar sobre a necessidade de deixar claro e valorizar a beleza do matrimônio e da família, principalmente na Introdução do texto, que atualmente em suas linhas faz uma análise muito caótica da situação em detrimento de uma mensagem de esperança e redescoberta da luz e da beleza do matrimônio.

    Ainda sobre a introdução do documento destacaram a necessidade de deixar claro, segundo a Doutrina da Igreja, que o único modelo de família é fundamentado sobre o casamento entre homem e mulher. E que apesar do processo de mudança pelo qual passa a sociedade, é importante destacar que certamente ensinamento de Cristo não muda.

    Embora se deseje uma linguagem não muito técnica para ser mais acessível às pessoas, destacou-se a importância de recorrer às citações bíblicas e patrísticas sobre o matrimônio e a família.

    Alguns círculos relataram que há uma análise muito européia e norte-americana da sociedade e da situação das famílias, o que poderia prejudicar um maior e mais eficaz alcance da mensagem em si.

    Outro assunto destacado foi a Ideologia do Gênero. Os relatórios pedem que seja tratado de maneira mais precisa, levando em consideração seus perigos e impactos negativos e ainda que a família possa recuperar o seu direito original para a educação das crianças.

    Muito se falou também da situação dos imigrantes, pedindo que não sejam ressaltados só os seus direitos mas também os seus deveres.

    Foi pedido também uma atenção especial às traduções a partir do Italiano, para que o texto seja mais claro nos idiomas traduzidos evitando-se algumas confusões nos termos e expressões utilizadas.

    E aí? Francisco vai ignorar isso tudo?

  8. Os socialistas têm um modo próprio de se defenderem, atacando os outros, e utilizam direto e reto a “profetada” de Lênin, inclusive os desequilibrados do PT: >”Chame os outros do que v é, e acuse os outros do que v faz”<, ou mesmo, devolvem as perguntas, escamoteiam o assunto, saem pela tangente etc,, sendo especialistas também em darem respostas evasivas.
    Salvo engano, a resposta abaixo do papa Francisco avalizaria que alguns o julgassem ser comunista ou não, e haveria possibilidade em ambas situações = ele seria comunista ou não:
    As pessoas têm muitas razões para crer que “ele é comunista ou ele não é comunista” – acrescentou o Papa.
    Ele mesmo não dá as razões de ter duplicidade?

  9. Ferretti, uma sugestão: você não quer publicar a carta de Mons. Fellay, “Súplica ao santo padre”? É bastante eloquente a carta que ele escreveu, sobretudo pelo que ela representa, devido ao ostracismo em que a FSSPX se encontra.

    http://www.fsspx.com.br/suplica-ao-santo-padre/?utm_source=Inscritos+no+site&utm_campaign=e288a4d52e-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_94b8cf4a5d-e288a4d52e-28571949

  10. Teoria de conspiração? Tem que ser muito ingênuo para desmerecer tanto fatos como fontes na defesa do indefensável.
    Até mesmo Ratzinger, na sua tentativa de defender o Concílio admite que apesar das boas intenções de alguns padres,a metodologia foi basicamente a mesma. Entre eles se discutia como aplicar as mudanças de modo ortodoxo, ou como fazer um círculo de um quadrado. Mas o que se divulgava na mídia era outra coisa e com fins precisos.
    E o ardil funcionou há 50 anos atrás porque o povo não tinha acesso ao que estava se passando entre portas fechadas. Mas hoje? O pior cego é o que se recusa a ver.

    “Agora quero acrescentar ainda um terceiro ponto: havia o Concílio dos Padres – o verdadeiro Concílio – mas havia também o Concílio dos meios de comunicação, que era quase um Concílio aparte. E o mundo captou o Concílio através deles, através dos mass-media. Portanto o Concílio, que chegou de forma imediata e eficiente ao povo, foi o dos meios de comunicação, não o dos Padres. E enquanto o Concílio dos Padres se realizava no âmbito da fé, era um Concílio da fé que faz apelo ao intellectus, que procura compreender-se e procura entender os sinais de Deus naquele momento, que procura responder ao desafio de Deus naquele momento e encontrar, na Palavra de Deus, a palavra para o presente e o futuro, enquanto todo o Concílio – como disse – se movia no âmbito da fé, como fides quaerens intellectum, o Concílio dos jornalistas, naturalmente, não se realizou no âmbito da fé, mas dentro das categorias dos meios de comunicação actuais, isto é, fora da fé, com uma hermenêutica diferente. Era uma hermenêuticos política: para os mass-media, o Concílio era uma luta política, uma luta de poder entre diversas correntes da Igreja. Era óbvio que os meios de comunicação tomariam posição por aquela parte que se lhes apresentava mais condizente com o seu mundo. Havia aqueles que pretendiam a descentralização da Igreja, o poder para os Bispos e depois, valendo-se da expressão «Povo de Deus», o poder do povo, dos leigos. Existia esta tripla questão: o poder do Papa, em seguida transferido para o poder dos bispos e para o poder de todos, a soberania popular. Para eles, naturalmente, esta era a parte que devia ser aprovada, promulgada, apoiada. E o mesmo se passava com a liturgia: não interessava a liturgia como acto da fé, mas como algo onde se fazem coisas compreensíveis, algo de actividade da comunidade, algo profano. E sabemos que havia uma tendência – invocava mesmo um fundamento na história – para se dizer: A sacralidade é uma coisa pagã, eventualmente do próprio Antigo Testamento. No Novo, conta apenas que Cristo morreu fora: fora das portas, isto é, no mundo profano. Portanto há que acabar com a sacralidade, o próprio culto deve ser profano: o culto não é culto, mas um acto do todo, da participação comum, e deste modo a participação vista como actividade. Estas traduções, banalizações da ideia do Concílio, foram virulentas na prática da aplicação da reforma litúrgica; nasceram numa visão do Concílio fora da sua chave própria de interpretação, da fé. E o mesmo se passou também com a questão da Escritura: a Escritura é um livro, histórico, que deve ser tratado historicamente e nada mais, etc.

    Sabemos como este Concílio dos meios de comunicação era acessível a todos. Por isso, acabou por ser o predominante, o mais eficiente, tendo criado tantas calamidades, tantos problemas, realmente tanta miséria: seminários fechados, conventos fechados, liturgia banalizada… enquanto o verdadeiro Concílio teve dificuldade em se concretizar, em ser levado à realidade; o Concílio virtual era mais forte que o Concílio real”.

    http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2013/february/documents/hf_ben-xvi_spe_20130214_clero-roma.html

    Aí está: abre-se um sínodo pra falar de família mas o que sai na mídia todo dia é “família gay” e “família formada por dois adúlteros”. Algo que nem de longe reflete aquela união intima entre Cristo, o Esposo e a sua esposa a Igreja.Tudo isso foi armado com fins precisos.
    “Os relatórios foram quase unânimes em falar sobre a necessidade de deixar claro e valorizar a beleza do matrimônio e da família”, uma beleza que de antemão já foi desfigurada com a introdução de um motu próprio que vai gerar dissolução de casamentos a rodo.
    No mais do que adianta deixar claro que “segundo a Doutrina da Igreja”, o único modelo de família é fundamentado sobre o casamento entre homem e mulher, se o próprio Bergoglio e caterva estão mandando o povo deixar a doutrina de lado em nome da misericórdia?
    Teoria de Conspiração ou Teoria de Inspiração? Aqui estão as 8 chaves propostas pelo canalha Spadaro, um dos mentores da hermeneutica desse Conciliábulo de impostores, como inspiração pra se ler os trabalhos dos círculos menores:

    1) Basta com uma visão pessimista da realidade e da sexualidade ( vamos no popular? Abaixo o preconceito, todas as “formas de amor” valem a pena)

    2) Usar uma linguagem compreensível e que favoreça o diálogo com os nossos contemporâneos ( Vamos no popular? Chamar Bergoglio de sepulcro caiado, branquinho por fora e podre por dentro não favorece o diálogo, chamar aqueles que praticam a sodomia de sodomitas é homofobia, chamem de “gay” que é mais compreensível e favorece o diálogo”

    3) Não limitar-se à linguagem normativa mas usar sempre a linguagem positivia do Concílio ( Vamos no popular? Esqueçam a linguagem dura e rigorosa da Doutrina)

    4)Aprender a ler os sinais dos tempos, isto é a graça no mundo contemporâneo ( Vamos no popular? Se uma família foi formada com base no adultério mas são felizes e fiéis, a graça de Deus também está atuante ali. Temos que aprender a ver a graça no mundo contemporâneo)

    5) Valorizar a abordagem pastoral à luz do estilo do Papa Francisco ( Vamos no popular? Parem de falar em pecado, esqueçam o rigor da lei e liberem geral em nome da misericórdia)

    6) Não fale mais de família em termos abstratos ou idealizados ( Vamos no popular? Esqueçam esse negócio de família de Nazaré. Além do mais, como disse o próprio Padre Rosica no Twitter, quer família mais anormal do que a de Nazaré? Jesus não era filho de José, os dois esposos não tinham sexo entre eles…etc. Em suma, segundo esses apóstatas nem a família de Nazaré serve de modelo pra ninguém.

    7) A natureza do ‘Instrumentum Laboris é de ser um instrumento mutável, feito pra ser revisto ( No popular? O documento é um pastel que voce pode ir adicionando ou tirando coisas do recheio. Desde que esse recheio nem de longe tenha cheiro de ortodoxia)

    8) É preciso discernir atentamente o bem do mal até naquelas posições mais diferentes da nossa ( No popular? Spadaro ainda cita um exemplo : A teoria do gênero. 1. Foi desenvolvida tentando analisar fenomenos humanos e sociais que podem nos enriquecer na compreensão do mundo. 2. Mas pode se tornar uma teoria absolutista que tende a produzir um pensamento único, tentando impor sua visão que nega a relação entre identidade sexual e ser sexual.

    https://www.facebook.com/notes/antonio-spadaro-sj/8-punti-chiave-per-leggere-il-lavoro-dei-circoli-minori-del-synod15/10156143714790788

    Tentar “ler” esse Sínodo de outra maneira é o mesmo que ficar batendo na tecla de que o Concílio Vaticano II não aboliu a Missa em latim, não criou ministrete de Eucaristia e nem comunhão na mão, sendo que a realidade que se apresenta aos nossos olhos é a prática e não o que ficou morto no papel.

  11. http://ncronline.org/sites/default/files/styles/article_slideshow/public/stories/images/09272013p10phb.jpg?itok=_q8Mr-8K

    O herético Cardeal Marx terá dito:

    “Nós temos de tentar permanecer unidos. A Igreja é a única instituição do mundo que pode chegar a um acordo por unanimidade. Graças a Deus que nós temos o Papa. Nós os bispos não temos de decidir. A unidade da Igreja não está em perigo. Uma vez decidido pelo Papa, nós suportaremos a sua decisão. Nós estamos unidos ao Papa. Tudo o que ele decida, todos têm de aceitar para o bem da unidade.”

    http://www.creativeminorityreport.com/2015/10/the-scariest-quote-of-synod.html

    É um depoimento, no mínimo, curioso quando dito por alguém como este senhor…

  12. Robson, mas eles sabem que o inferno existe. A prova cabal disso é que toda vez que a palavra inferno é proferida, cada vez que se diz a um pecador empedernido que o destino dele é aquela morada eterna, se ele não mudar de vida, ele só falta pouco rasgar as vestes, subir na cadeira e gritar:
    _ Você está me julgando!!!
    Ora, se eles tem tanta certeza assim que o inferno não existe e que ninguém vai pra lá, não deveriam se indignar! No momento da morte todos esses semeadores de mentiras terão que encarar a Verdade, como aconteceu com o Cardeal Martini…de infeliz memória.

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