Bispo italiano autoriza a FSSPX a celebrar a Santa Missa em paróquia.

Por Riposte Catholique | Tradução Bonum Certamen

O bispo italiano, Mons. Lorenzo Ghizzoni, acaba de autorizar a FSSPX a celebrar, a partir do segundo domingo de outubro, duas missas em uma paróquia de sua diocese. Para tanto, ele convidou Don Enrico Doria, prior da FSSPX, a celebrar essas missas. O arcebispo de Ravena e Cervia quer assim permitir a criação de um grupo estável de fiéis.

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6 Comentários to “Bispo italiano autoriza a FSSPX a celebrar a Santa Missa em paróquia.”

  1. Deus seja louvado!! Como é bom saber dessas notícias.

  2. Os humilhados serão exaltados. Depois que a sodomia e o sacrilégio forem adotados como “medida pastoral” eu já vejo a fila de “Nicodemos” nos portões dos priorados da SSPX, pedindo que seus padres e freiras tomem conta da educação das crianças e da formação de seminaristas em muitas paróquias.

  3. A atitude desse bispo é a terceira via. Imagine se houver um racha como consequência do sínodo; desse racha, sairiam dois grupos: sedvacantistas e obedientes cegos. Uma vez que não pode haver cisma pois já houve no pós CVII com a maioria ficando contra a Igreja Católica, o que pode haver agora é uma conversão à verdadeira Igreja e a isso, chamo de terceira via. E para seguir nessa terceira via, a única opcão que os bispos têm é confiar suas paróquias à FSSPX que se mantém fiel à Igreja Católica.

    Att.,
    Vitor Martins

  4. Como já dizia São Paulo, onde abundou o pecado, superabundou a graça.

  5. Não escrevo mais nesse site, mas me solidarizo com a alegria dos irmãos acerca da maior aceitação da FSSPX por parte da Roma modernista. Por isso, sinto-me quase que obrigado a alertá-los quanto a grande e provável DECEPÇÃO que os senhores sofrerão em breve, assim como eu sofri da parte da Adm. Apostólica em Campos/RJ.

    No começo eu também achei que, com nosso reconhecimento, muitas pessoas acorreriam para conhecer a luta de Dom Lefebvre e Dom Antônio e se libertariam dos erros do modernisno no qual muitas Paróquias e Dioceses padecem. Sinto informá-los que, assim como todas as demais comunidades Ecclesiae Dei, essa luta foi abandonada e hoje se cantam hinos protestantes em algumas de nossas paróquias e cada vez menos são citados documentos anteriores ao último Concílio Vaticano II e o Novus Ordo é colocado em pé de igualdade com a Missa de São Pio V, que é preservada por questões “estéticas”, por assim dizer. Além disso, passaram a ocorrer situações outrora impensáveis quanto à Disciplina, como um sacerdote, ao lado de dois acólitos, entregar uma âmbula para uma garota para que esta a levasse para o altar antes da Missa.

    O último fato que citei foi a “luz amarela” que se acendeu em mim e me fez procurar por sacerdotes que ainda mantinham vivo o legado de Dom Antônio. Outrossim, comecei uma reaproximação com a FSSPX pela Internet e fiquei horrorizado em ver que mesmo sem um “reconhecimento”, alguns desses sintomas já se fazem presentes na obra de Dom Lefebvre e minha impressão se confirmou ao ter contato com a chamada “Resistência” que posteriormente foi consolidada na União Sacerdotal Marecel Lefebvre. A Verdade é o ensinamento tradicional da Igreja e não está custodiada por um único grupo, por isso a peste modernista não se alastra uniformemente, por isso não é fácil perceber a evolução da doença em nossas comunidades cada vez mais próximas da Roma modernista e cada vez menos tradicionalistas. Em uma comunidade Ecclesiae Dei, é possível que alguns ainda mantenham a luta com toda a dificuldade, enquantro outros se omitirão e outros abraçarão o modernismo “quase” abertamente: não esqueçam que o Clero é humano e diferenças assim existem em qualquer grupo humano.

    Por isso, peço aos irmãos que não deixem a alegria se sobrepor à prudência, porque essa aproximação com os modernistas até hoje não trouxe nenhum benefício para os que combatem o modernismo; muito pelo contrário: cada vez mais perdemos aliados e almas em nosso combate.

    Rezemos ao Sagrado Coração de Jesus, a Nossa Senhora de Fátima e a São José que nos livrem do flagelo do modernismo e supliquemos por força para que quem esteja em pé não caia.

    Salve Maria!

  6. A questão é a seguinte: não se trata de alegria ou decepção de nossa parte nem de aceitação por parte de Roma.

    Se trata de conversão por parte daqueles que têm interesse, que têm vontade; seja ele padre, bispo, cardeal ou leigo, pois, a única via de conversão à Santa Madre Igreja, é a FSSPX; esta sim, a única que não aceitou o “cabresto” como as comunidades Ecclesiae Dei aceitaram. Dê uma olhada sobre o que acontece com a Fraternidade e logo verá que o que acontece com ela nada tem de humano. Deus instrui a FSSPX de modo que ela seja parte da Igreja sem cair nas mãos desse clero corrompido. Vou citar um exemplo: o que aconteceu com os Franciscanos da Imaculada, só aconteceu pelo fato dela estar sob o domínio desse clero corrompido. Se a FSSPX estivesse sob o domínio desse clero, ela já teria sumido e suas capelas tomadas! Leis sob domínio de um clero corrompido, é um perigo! Vou citar outro exemplo: aqui na minha cidade, a diocese simplesmente tomou uma paróquia sem aviso prévio dos franciscanos que levaram mais de 30 anos para construí-la! Isso porque a paróquia se situa numa área de classe média. No dia da posse dos diocesanos, o antigo pároco nem estava presente.
    Duas situações que poderiam acontecer com a FSSPX se ela aceitasse o “cabresto”. Mas para entender a Fraternidade, é necessário mais do que inteligência; é necessário algo sobrenatural; e esse algo sobrenatural se chama graça atual. Só assim para nós pobres mortais entendermos e aceitarmos a Fraternidade. Essa falta da graça atual faz com que tenhamos uma certa birra da Fraternidade, se apegando a qualquer argumento para resistir a ela. Certa vez um conhecido meu alegou a tal da jurisdição para não aceitar a Fraternidade. Eu disse a ele que quando isso for superado (a jurisdição) por parte dos incrédulos, eles buscariam outro argumento para continuarem contra a Fraternidade. O nosso Papa Francisco já deu esse sinal para aqueles que achavam que a Fraternidade estava sem jurisdição e os incrédulos continuam aí jogando pedras na FSSPX. Na arca de Noé foram poucos; dos que saíram do Egito com Moisés, pouquíssimos chegaram à Terra Prometida; com Ló, poucos o seguiram. Nunca espere uma debandada para a FSSPX. Antes de escolhermos a Deus, é Ele quem nos escolhe; e Ele não costuma escolher muita gente, não porque não quer, mas é porque está cada vez mais difícil achar pessoas que estejam dispostas, interessadas em largar esse mundo, a carne e o diabo, por Ele. Àqueles que estão dispostos, corra pois sabemos que o acesso está cada vez mais restrito; se disponibilize para Deus para que Ele possa te escolher.

    Att.,
    Vitor Martins