A incerteza sobre o êxito destas três semanas de negociações é ainda maior pelo fato de que na Residência do Vaticano, a Casa Santa Marta, realiza-se uma espécie de “Sínodo paralelo”: Papa Francisco se encontra com participantes do Sínodo e convidados externos para falar com eles individualmente.
Por Marcos Tosatti – La Stampa, 13 de outubro de 2015 | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com: O Tagespost de hoje, em um artigo de Guido Horst, oferece uma visão interessante de como está sendo a experiência do Sínodo por parte do Papa Francisco.
E chega a mencionar a existência de um “Sínodo Paralelo” que está ocorrendo na Casa Santa Marta, tendo como principal protagonista o próprio Papa.
Eis aqui uma tradução do jornal católico alemão: “…Há quem diga que, enquanto duas frentes colidem uma contra a outra – e até agora ninguém negou que esses confrontos existam -, o que aparece substancialmente na Sala do Sínodo, todos esses confrontos não chegam ao público… Só nos próximos dias é que serão revelados quantos Padres sinodais desejam mudar as práticas da Igreja. Como disse há poucos dias, diante dos jornalistas, o Cardeal Luis Antonio Tagle, de Manila, um dos quatro presidentes do Sínodo: “os trezentos bispos não se reuniram para não decidir nada”.
E aqui está uma música que surge com um interesse especial: “a incerteza sobre o êxito destas três semanas de negociações é ainda maior pelo fato de que na Residência do Vaticano, na Casa Santa Marta, está sendo realizado uma espécie de ‘Sínodo paralelo’. O Papa Francisco reúne participantes sinodais e convidados de fora para falar com eles individualmente. No final, caberá ao Papa tomar uma decisão sobre as questões que permanecem em aberto e comunicar a sua decisão a toda a Igreja em um texto conclusivo. Isso, no entanto, é agora o maior ponto de interrogação que paira sobre todo o Sínodo”.
Parece realmente, como escrevem alguns comentaristas em redes sociais, que o Sínodo de 2015 não tem nada a invejar, como curiosidade e golpes de cena, aos dramas de ficção televisivos.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey