Foto da semana.

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Assim descreveu a imagem o reverendíssimo Pe. Nildo Leal:

Religiosas do Instituto das Irmãs da Companhia da Cruz de Sevilha, no dia da canonização de Santa Maria da Imaculada da Cruz (18/10/2015), que foi Madre Geral desse mesmo Instituto de 1977 até o dia de sua morte, em 31/10/1998. Freiras que se reconhecem pelo hábito e pela vida de oração, de penitência e de caridade. Freiras que não conheceram crise de vocações e nem procuraram inventar novidades para se modernizarem e se adaptarem ao mundo. Esposas de Cristo, que testemunham na terra a vida que espera os eleitos no céu. Virgens prudentes, que nunca careceram do óleo da fé, da esperança, da caridade, da verdadeira pobreza, da castidade alegre e da vigilância. Testemunhas de que o mundo passa, com as suas concupiscências e fantasias, mas somente Deus permanece!

Foto: Josue Cornejo.

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9 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Louvado seja NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

  2. Imagem bem diferente da que costumo observar em minha comunidade. Freiras trajando camisetas de malha e uma saia qualquer, e claro a cabeça descoberta……
    Tristes dias……
    Porém, esta imagem acima, retrata o verdadeiro sentido de suas entregas a Cristo, entrega total, sem pudor de suas Santas Vestes, e desligadas deste mundo entorpecedor….. Lindíssimas Parabéns!!!

  3. Magnífico!

  4. Belo exemplo nos dá estas freiras sevilhanas! Péssimo exemplo dá este sacerdote, aí na frente da foto, sem portar o seu hábito, ou a sua batina!

    • Exatamente isso Roberto. Já dizia João Paulo II: em uma carta endereçada ao Cardeal Vigário exprime seu pensamento sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” … “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.

      Em 1999, o Papa ainda tenta convencer: “é um dever de se mostrar sempre tais como sois a todos, com uma humilde confiança, com este sinal externo: é o sinal de um serviço sem descanso, sem idade, porque ele está gravado em sua própria alma”.

      Certa vez S. Francisco de Assis ( quê não era sacerdote ) chamou seus discípulos p/ evangelizar, andaram p/ cidade e retornaram p/ o convento e um dos discípulos indagou: não pregamos a palavra a ninguém, quando S. Francisco respondeu : Pregamos c/ nosso Hábito e à forma de proceder – Vejo aqui um ótimo exemplo á ser seguido!

      O hábito faz parte da essência do religioso. São Francisco pregou com o hábito e o seu proceder, precisou mais?

  5. O hábito faz o monge, sim!

    • Não faz não. Isso é uma verdadeira bobeira. Nenhuma aparência transforma a essência, muito pelo contrário, é a essência que transforma a aparência. Os religiosos que possuem essência religiosa usam hábito, mas não porque ele os torna religiosos, mas sim porque eles sentem-se religiosos.

      Vivi vários meses numa Congregação onde era obrigatório o uso do hábito, e posso dizer a você que sem a essência é apenas um monte de pano quente e pesado. Claro que isso não quer dizer que não deva-se usar o hábito, muito pelo contrário, é DEVER usar o hábito, pois é INDISPENSÁVEL! Mas mesmo assim, ele é apenas pano se não houver essência.

      Outra bobagem é dizer que o hábito atrai vocações. As monjas cistercienses no Brasil (Campo Grande e Itararé) são fieis à Vida Monástica, são de fundação alemã, usam hábito, cantam canto gregoriano em latim, mas têm pouquíssimas e raríssimas vocações, e isso se deve principalmente pela falta de divulgação dos mosteiros, e também devido à pobreza das monjas (realmente) que não atraem as jovens que gostam da pompa de castelos e igrejas neogóticas. No geral, faltam-se mais moças CORAJOSAS que sacrifiquem-se pela Essência que é Cristo. O hábito pode até atrair em alguns lugares, se permite-me contradição, mas é apenas a Essência que as fará permanecer fieis à Vocação. Sevilha é católica há séculos, vocação abundante é mero efeito da fé acesa, e não do hábito.

  6. O hábito não faz o monge, mas identifica-o.