CNBB continua, firme e forte, em seu amasiamento com o petismo.

O Fratres se une aos apelos de mobilização por um Brasil melhor, e conclama seus leitores a exigirem que os membros da CNBB sejam pura e simplesmente bispos católicos apostólicos romanos, nada além disso, e não sociólogos verborrágicos de quinta categoria. Pelo bem do Brasil! E sem “cara de vinagre” — que nível!.

“Garantir a governabilidade” (do PT…), “garantir o aprofundamento das conquistas sociais” (supostamente conquistadas no governo do PT…), “pessimismo contaminador” (a situação não é tão complicada assim, não estamos “num beco sem saída”!), lançar exclusivamente sobre as costas do legislativo “o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade” (ao executivo… do PT…, nenhuma admoestação específica)…

Alguém mais fica com a impressão de que esta nota não visa senão promover e proteger o… PT Brasil?

* * *

CNBB divulga nota sobre a realidade sociopolítica brasileira

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira (27), durante coletiva de imprensa, nota sobre “A realidade sociopolítica brasileira: dificuldades de oportunidades”. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da instituição, que esteve reunido em Brasília, de 27 a 29 deste mês.

Na nota, a CNBB manifesta-se a respeito do momento de crise na atual conjuntura. “A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo”, declaram os bispos.

Confira a íntegra do texto:

A REALIDADE SOCIOPOLÍTICA BRASILEIRA

DIFICULDADES E OPORTUNIDADES

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 27 a 29 de outubro de 2015, comprometido com a vivência democrática e com os valores humanos, consciente de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, manifesta-se acerca do momento de crise na atual conjuntura social e política brasileira.

A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo. A frustração presente e a incerteza no futuro somam-se à desconfiança nas autoridades e à propaganda derrotista, gerando um pessimismo contaminador, porém, equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída. Não nos deixaremos tomar pela “sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre” (Papa Francisco – Alegria do Evangelho, 85).

Somos todos convocados a assegurar a governabilidade que implica o funcionamento adequado dos três poderes, distintos, mas harmônicos; recuperar o crescimento sustentável; diminuir as desigualdades; exigir profundas transformações na saúde e na educação; ampliar a infraestrutura, cuidar das populações mais vulneráveis, que são as primeiras a sofrer com os desmandos e intransigências dos que deveriam dar o exemplo. Cada protagonista terá que ceder em prol da construção do bem comum, sem o que nada se obterá.

É preciso garantir o aprofundamento das conquistas sociais com vistas à construção de uma sociedade justa e igualitária. Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. No genuíno enfrentamento das atuais dificuldades pelas quais passa o país, não se pode abrir espaço para medidas que, de maneira oportunista, se apresentam como soluções fáceis para questões sabidamente graves e que exigem reflexão e discussão mais profundas com a sociedade.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso comum entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade. É inadmissível alimentar a crise econômica com uma crise política irresponsável e inconsequente.

Recorde-se que “uma sociedade política dura no tempo quando, como uma vocação, se esforça por satisfazer as carências comuns, estimulando o crescimento de todos os seus membros, especialmente aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade ou risco. A atividade legislativa baseia-se sempre no cuidado das pessoas” (Papa Francisco ao Congresso dos EUA). Nesse sentido, com o espírito profético inspirado na observância do Evangelho, a CNBB reitera que o povo brasileiro, os trabalhadores e, principalmente, os mais pobres não podem ser prejudicados em nome de um crescimento desigual que reserva benefícios a poucos e estende a muitos o desemprego, o empobrecimento e a exclusão.

A construção de pontes que favoreçam o diálogo entre todos os segmentos que legitimamente representam a sociedade é condição fundamental para a superação dos discursos de ódio, vingança, punição e rotulação seletivas que geram um clima de permanente animosidade e conflito entre cidadãos e grupos sociais. Esse clima belicoso, às vezes alimentado por parte da imprensa e das redes sociais, poderá contaminar ainda mais os corações e mentes das pessoas, aprofundando abismos e guetos que, historicamente, maculam nossa organização social. Ao aproximar-se o período eleitoral de 2016, é responsabilidade de todos os atores políticos e sociais, comprometidos com a ética, a justiça e a paz, aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contagiadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país.

A corrupção se tornou uma “praga da sociedade” e um “pecado grave que brada aos céus” (Papa Francisco – O rosto da misericórdia, n.19). Acometendo tanto instituições públicas, quanto da iniciativa privada, esse mal demanda uma atitude forte e decidida de combate aos mecanismos que contribuem para sua existência. Nesse sentido, destaca-se a atuação sem precedentes dos órgãos públicos aos quais compete combater a corrupção. A contraposição eficaz à corrupção e à sua impunidade exige, antes de mais nada, que o Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça.

Deus nos dê a força e a sabedoria de seu Espírito, a fim de que vivamos nosso ideal de construtores do bem comum, base da nova sociedade que almejamos para nós e para as futuras gerações.

Brasília, 28 de outubro de 2015.

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília-DF

Presidente da CNBB

 

Dom Murilo S. R. Krieger

Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA

 Vice-presidente da CNBB

 Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília-DF

Secretário Geral da CNBB

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19 Comentários to “CNBB continua, firme e forte, em seu amasiamento com o petismo.”

  1. CNBB de católica nunca teve nada.
    Nojoooo!

  2. A CNBB tem mais se parecido, desde sua fundação, a uma organização comunista revolucionária em favor da implantação do regime marxista no Brasil, sempre prestigiando o mafioso PT, já que não ataca esse ferrenho inimigo do Senhor Deus e da Igreja!
    Foram a questão de aprovação do aborto parcial, como queria o PT, PLC 003/2013, a falsaria “Reforma Política” bolivariana na qual foi derrotada e muitos mais apoios pró vermelhos.!
    Onde já se viu tal atitude: religiosos que devem ser profetas, referirem a tantos problemas como enumera, com razão, mas não nomear quem são os autores dos tétricos descomportamentos religiosos, éticos, morais e financeiros?
    De todas essas questões enumeradas afligindo o povo, particularmente os mais pobres, todos sabem e sentem, mas quem mesmo são os culpados, ou isso é algo incerto, desconhecido ou do Além?
    Ou do conluio, com os diabólicos comunistas do martelo e foice, cuja “ética-moral é o “oportunismo” e para alcancarem os objetivos adotam o “todos os meios justificam os fins”?
    A CNBB não tem nenhuma autoridade na hierarquia da Igreja: seria como um “poder paralelo” defendido por bispos(infiltrados) de viés comunistas; o PT realmente sabe fazer oposição a desafetos e nunca a ataca, péssimo sinal!
    O Vaticano outrora tinha conhecimento da situação, chegou a tomar uma atitude em relação ao ex-frei Leonardo Boff -TL aliada da CNBB; houve também pronunciamentos de advertencia de S João Paulo II a este respeito em Puebla (México).
    Mas não há, desde o Concílio Vaticano II na Igreja, uma ênfase a respeito da questão das perversões das pestíferas ideologias socialistas e comunistas, como nos tempos dos papas Leão XIII, S. Pio X, Pio XI e Pio XII.
    No plano doutrinário, houve a rejeição do marxismo na encíclica Centesimus Annus, de João Paulo II, editada em maio de 1991.
    Lembra das fotos da PJ da CNBB em Manaus, com bispos ao lado dos simpatizantes ostentando a bandeira vermelha (essa cor representa o sangue dos adversarios), bem ao lado do carniceiro Che Guevara?

    • Pior é que a CNBB tem sim autoridade na Igreja do Brasil.É só reparar a linguagem marxista nos folhetos das missas de domingo.

  3. CNBB = Conferência Nacional dos Bispos de Baal

  4. CNBB uma das grandes responsáveis pela situação que tomou conta desse país, se nós tivessemos bispos verdadeiramente Católicos, eles ja teriam conclamado o povo a lutar bravamente contra esse governo diabólico do PT.

    • Concordo com você, Vinícius.Quando eu era criança, minha mãe nos levava às reuniões das CEBs.Quando eu era adolescente, me lembro bem: os padres falavam abertamente em campanha pró-PT nas eleições de 1989. O resultado, podemos ver agora.

  5. Já ouvi gente dizendo que se deveria fazer uma campanha de assinaturas pelo “Desmonte da babá do PT, a CNBB”, tipo citizen.go, pois onde está ela, aí está o PT!
    Gramsci fala por trás dos “católicos bolivarianos arrogantes”, os que envergonham os verdadeiros católicos; aqueles prezam o livre-arbítrio, o indivíduo como um fim em si mesmo, eu sou mais eu etc., pontos de vista daquele ideologista e mais iguais, ao contrario desses fieis ao Evangelho.
    A Teologia da Libertação, ligada ao PT, é uma excrescência, um marxismo disfarçado de religião católica. E a babá do PT, a CNBB, também está totalmente poluída pelo petismo e essa simbiose maldita entre catolicismo distorcido e PT precisa acabar logo, pelo bem do Brasil, pois já está provado que o PT é o câncer do Brasil – sem se esquecer do Partido Meretriz Do Brasil-PMDB – foi sempre a muleta do PT – pois foi com sua ajuda que estamos nessa crise terrível.
    Viram o discurso de Lula recente, confessando, de caso pensado, como o PT enganou o povo, acusando as oposições de fazer isso e aquilo que hoje fazem?
    Combatamos a CNBB subserviente, a babá do PT!

  6. Como de costume, a nota da Associação dos Bispos me causa indigestão mental.

  7. Nenhuma citação às Sagradas Escrituras, nenhum chamado à conversão, nenhuma referência a Nosso Senhor. Afinal, que é isto que vivemos? Onde estão os pastores da Igreja?

    Enviai, Senhor, santos pastores ao rebanho, pois há poucos, e as ovelhas perecem,

    • Se me habituei, perdi o mau hábito de ler a revista “duas caras”…ops! Quer dizer: veja-e-fique-cego.

      A liberal revista dentre outras – qual não é? – está rindo tanto da nossa situação – da irresponsabilidade da parte de quem tem o dever de ensinar -; quanto ri das provas dos crime que surgem dia à dia dos petistas – Patrulha da Trapaça.

      O País da Republica só tem maus governantes porque a plebe não sabe mais sequer o catecismo. Que os liberais, com o poder da mídia, ajudaram a destruir.

      Agora que o partido deles – dos liberais – já fizeram o trabalho sujo de destruir o direito divino e impor a tirania do poder temporal, querem se livrar dos seus serviçais, os petistas. Para colocarem quem? O serra-serra-criança que, com apenas uma instrução normativa, legalizou o aborto? Ou o Fernandinho Ateu que permitiu na chancela?

      Se o contador de estórias – o historiador da revista – no cinismo das lorotas; conta que nunca houve no Brasil a necessidade de uma intervenção militar para evitar o comunismo. Então por que agora diz que o estado está tomado por bolcheviques?

      Se uns são intrinsecamente trapaceiros , os outros – os liberais – são por livre escolha. Pois se o partido dos trapaceiros obriga, os liberais querem uma civilização: escolher ser canalha ou ser mais. canalha. Na verdade este o conceito que tem de civilização. Livres para abraçar o mal.

      Basta um pouco mais de cuidado para perceber como o golpe liberal vai dando certo em seu intento em destruir por completo da civilização católica – fosse possível.

      Enquanto o catolicismo prosperava e ia de fato civilizando uma nação, os calvinistas punham fogo em tudo que encontravam, por isso o fato da imagem de Nossa Senhora da Conceição ter sido queimada, quebrada e jogada no rio e depois APARECEU por milagre.

      Calvinistas só querem ir à marte para ver se encontram um marciano para fazerem sexo. Ou encontra uma forma de vida!? Quem sabe uma vida da especie de vírus, tão letal, que seja mesmo encontrada, por ironia; a morte.

      Olha que falta de responsabilidade por parte destes cientistas ateus – deístas desonestos. Outro dia fizeram um experimento de partículas, neutrinos, em acelerador gigante, pondo em risco a destruição do planeta.

      Da parte do calvinista da revista, leiam:

      02/10/2015
      às 18:56 \ Direto ao Ponto

      O terceiro mandato de Lula antecipa a extrema-unção da Era da Canalhice

      O Brasil nasceu por engano. Buscavam um atalho para as Índias os tripulantes das caravelas que em abril de 1500 perderam o rumo tão espetacularmente que acabariam despencando nos abismos do fim do mundo se não tivessem topado com o mágico mosaico de praias com areias finas e brancas banhadas por ondas verdes ou azuis, matas virgens e florestas do tamanho do mar, flores deslumbrantes e frutas sumarentas, lagos plácidos e rios selvagens, peixes de água doce ou salgada, bichos mansos de carne tenra e, melhor que tudo, aquela demasia de índia pelada.
      O Brasil balançou no berço da safadeza. Nem imaginaram que assim seria aqueles primitivos viventes cor de cobre, sem roupas no corpo nem pelos nas partes pudendas, os homens prontos para trocar preciosidades por quinquilharias, as mulheres prontas para abrir o sorriso e as pernas para qualquer forasteiro, pois os nativos praticavam sem remorso o que só era pecado do outro lado do grande mar, e não poderiam ser tementes a um Deus que desconheciam nem a castigos prescritos pela religião que aqui nunca existira.
      O Brasil nasceu carnavalesco. Nem um Joãosinho Trinta em transe num terreiro de candomblé pensaria em juntar na Sapucaí ─ como fez num porto seguro frei Henrique Soares, celebrante da primeira missa, pelo menos é o que está no quadro famoso ─ um padre de batina erguendo o cálice sagrado, navegantes fantasiados de soldados medievais, marinheiros com roupa de domingo, nativos com a genitália desnuda que séculos depois seria banida por bicheiros respeitadores dos bons costumes e a cruz dos cristãos no convívio amistoso com arcos, flechas e bordunas.
      O Brasil balançou no berço da maluquice. Marujos convalescentes da travessia do Atlântico, atarantados com a visão do paraíso, decidiram que aquilo era uma ilha e deveria chamar-se Ilha de Vera Cruz, e assim a chamaram até alguém desconfiar, incontáveis milhas além, que era muito litoral para uma ilha só, e então lhes pareceu sensato rebatizar o colosso ausente de todos os mapas com o nome de Terra de Santa Cruz, porque disso ninguém duvidava: era terra aquilo que pisavam.
      O Brasil nasceu sob o signo da preguiça. Passou a infância e a adolescência na praia, e esperou 200 anos até criar ânimo e coragem para escalar a muralha verde que separava a orla do planalto, e esperou mais um século antes de aventurar-se pelos sertões ocultos pela floresta indevassada, e o esforço seria de tal forma extenuante que ficou estabelecido que, dali por diante, tanto os aqui nascidos quanto os vindos de fora, e todos os descendentes de uns e de outros, sempre deixariam para amanhã o que deveriam ter feito ontem.
      Tinha que dar no que deu. Coerentemente incoerente, o Brasil parido por engano hostilizou os civilizadores holandeses para manter-se sob o jugo do império português, o Brasil amalucado teve como primeira e única rainha uma doida de hospício, o Brasil safado acolheu o filho da rainha que roubou a matriz na vinda e a colônia na volta, o Brasil preguiçoso foi o último a abolir a escravidão, o Brasil sem pressa foi o último a virar República, o Brasil carnavalesco transformou a própria História num tremendo samba do crioulo doido.
      O cortejo dos presidentes, ministros, senadores, deputados federais, governadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores aberto em 1889 informa que a troca de regime não mudou a essência da coisa: o Brasil republicano é o Brasil monárquico de terno e gravata, mais voraz e mais cafajeste. Extraordinariamente mais cafajeste, informa a paisagem do começo do século 21. Passados 500 e poucos anos, os piores tetranetos dos piores filhotes dos degredados promoveram o grande acerto dos amorais, instalaram-se no coração do poder e tornaram intragável a geleia geral brasileira.
      Nascido e criado por devotos da insensatez, o Brasil que teve um imperador que parecia adulto aos 5 anos de idade foi governado por um marmanjo analfabeto que sempre se portou como moleque e agora é presidido por uma avó menos ajuizada que neto de fralda. Com um menino sem pai nem mãe no trono, os habitantes do império da loucura não sentiram tanto medo. Com dois sessentões no comando, os brasileiros aprenderam o que é sentir-se sem pai nem mãe.
      O início do terceiro mandato de Lula parece uma continuação dessa biografia em miniatura do Brasil publicada no começo do primeiro mandato de Dilma. Parece mas não é, gritam as mudanças na paisagem ocorridas desde o julgamento do Mensalão. A crise econômica pulverizou de vez a farsa da potência emergente inventada pelo deus dos embusteiros. Ainda há juízes no Brasil, vem reiterando há meses o irrepreensível desempenho de Sérgio Moro. A Polícia Federal e os procuradores federais já provaram que a seita no poder é um viveiro de corruptos, vigaristas e incompetentes.
      A Operação Lava Jato vai clareando a face escura do país. O PT está morrendo de sem-vergonhice. Figurões do partido trocaram o palanque pela cadeia. Logo faltará cela para tanto bandido. A supergerente de araque já foi reduzida a ex-presidente. O fabricante de postes agoniza nas pesquisas eleitorais. Nas ruas, nos restaurantes ou no botequim da esquina, os indignados amplamente majoritários exigem o fim destes tempos de tal forma infames que uma Mãe dos Ricos pôde delinquir impunemente com o disfarce de Pai dos Pobres.
      A nudez escancarada do reizinho quase setentão confirmou que o filho de uma migrante nordestina é um multimilionário pai de multimilionários. Multidões de crédulos vocacionais descobriram a tapeação: o maior dos governantes desde Tomé de Souza era a fantasia que camuflava o guloso camelô de empreiteira. Lula não demorará a entender que desemprego cura abulia, que os truques empoeirados já não funcionam, e que o que deveria ter sido uma aula de esperteza foi um tiro no pé.
      Ao instalar-se de novo em Brasília, ficou mais perto de Curitiba. O início do terceiro mandato vai antecipar a extrema-unção da Era da Canalhice.

      http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/o-terceiro-mandato-de-lula-antecipa-a-extrema-uncao-da-era-da-canalhice/

      R: Entre canalhas, eles se conhecem bem.

  8. Essa “conversa” da teologia da libertação hoje me causa muita irritação. Já li trabalhos sobre as técnicas que eles usam, a leitura bíblica pelo método deles. Passei muito tempo lendo sobre o início da TdL e o início do PT, as comunidades de base, a pastoral da terra, a história dos jesuítas, dos revolucionários, Nicarágua, etc… Eles estão influindo muito nas Missas, cânticos, as conversas sobre tráfico de pessoas, oprimidos, etc.. Fica difícil….

  9. CheNBB

  10. CUT, CNBB, PT, TL, MST, CEB, MTST, UNE, CPT, PC do B, Contag etc, como se entendem bem!
    Não é de dar inveja nesse mundo dos divórcios e separações litigiosas?
    O Partido dos Trabalhadores-PT e a CNBB mantêm amizade e cooperação há mais de 35 anos, vivem em união estável, sem ameaças de divorcio, um par perfeito, feitos um para o outro: isso foi o amor à primeira vista – que realmente existe!
    Aliás, todas as pastorais sociais da CNBB trabalham e compartilham em tudo com o partido, de modo militante e diligente. Ao longo dos anos, quando o PT era oposição, os documentos da direção da CNBB que tratavam de questões políticas e sociais atacavam os governos, reproduzindo fielmente o discurso petista!
    O idioma era e prossegue sendo petista, sem mistura doutro qualquer: Lula sempre foi enaltecido como uma salvador do Brasil – aquele que tiraria a pobreza por causa dos gananciosos, das elites opressoras e vendo hoje o que acontece, temos certeza que a CNBB ajudou dopar o povo e que redundou nesses sonhos fantasiosos,
    Quando acordamos, vimos que a realidade é outra, ao contrario – a direção CNBB é tão marxista como o PT, e seus membros que não atacam esse regime de malvados ou se omitem, acabariam por entrarem no rolo!.

  11. Espantou-me o Murilo Krieger aqui. Ele não era do mal. Esquisito …
    Senhor volta, volta, volta! não aguentamos mais a derrocada da Tua Amada Igreja!
    Perdão Maria, se tivéssemos obedecido em Fátima, não teria havido comunismo no mundo!
    Volta Jesus! Os avisos de Tua Santa Mãe continuam sendo ignorados e (pior) proibidos por Tua igreja.

  12. Olha é triste ver a CNBB desta forma trata de questões fundamentais. Parece um tanto estranho que tantos padres e bispos com tantos estudos possam realmente escrever uma carta desta sem ao menos entender que trata da esquerda absurda que estragou nosso país! Quem será que está por trás disto tudo, não é possivel que não estejam enxergando o que está acontecendo.

    Mas uma coisa tem que ficar muito clara para todos os católicos. A CNBB não é a voz da igreja e nunca foi. É somente um grupo de bispos que emitem uma opnião sobre algum fato interno ou externo, e portanto, estando fora da moral católica e da sã doutrina deverá ser repudiada.

    Somente é triste isto pois fica parecendo que a igreja é quem está dizendo tudo as avessas.

  13. Abaixo a matéria foi em Março! de lá pra cá essa CNBB só tem feito isso!

    Dilma pede ajuda

    Cláudio Humberto [ch@claudiohumberto.com.br – http://www.claudiohumberto.com.br]

    Ateia, a presidente Dilma apelou à misericórdia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em audiência no Palácio do Planalto, contra o pedido de impeachment. Em diversos momentos da reunião com o cardeal de Aparecida (SP) Raymundo Damasceno de Assis e o arcebispo Dom Leonardo Ulrich Steiner, Dilma pediu que a igreja evite apoiar o impeachment, que causaria “instabilidade ao país”.