A ideologia de gênero deve ser combatida.

Enquanto a CNBB não vai, não dá justificativa e não manda nenhum representante, o colunista de FratresInUnum.com, Prof. Hermes Rodrigues Nery, convidado pela Comissão de Educação da Câmara, compareceu! 

E com muita honra publicamos, a seguir, a intervenção do caro Professor.

* * *

Por Hermes Rodrigues Nery

Sr. Presidente, Deputado Givaldo Carimbão, deputados Diego Garcia, Flavinho e demais propositores e membros da mesa.

0710425e-e1e1-4a66-95e2-8f9aabbc06acAgradeço pela oportunidade de participar desta importante audiência pública que a Comissão de Educação realiza na Câmara dos Deputados.  Retorno, mais uma vez a esta Casa Legislativa para contribuir no debate sobre ideologia de gênero que esta Comissão promove, de uma questão que vem se tornando cada vez mais relevante, porque trata-se de uma agenda ideologicamente equivocada, a agenda de gênero, que o governo federal vem já há alguns anos tentando implementar, uma agenda que vem de fora, de Fundações e organismos internacionais, que fere a soberania nacional e interfere na liberdade dos brasileiros, por isso que esta Comissão tem o dever de tomar conhecimento do que realmente está motivando a implantação da ideologia de gênero nas escolas, qual o significado e as consequências disso, os perigos que ela representa e o porque da sociedade estar rechaçando-a com tanta veemência.

Na verdade o que está havendo é uma “perversão dos direitos humanos”1, perversão esta que desde o Relatório Kissinger, nos anos 70, se buscou “disfarçar as políticas de controle de natalidade sob a aparência de direitos humanos”2, através de uma ideologia que é a “mais radical da história”3, de falsas premissas filosóficas, a defender com obsessão a irrealidade, a argumentação ideológica de que “toda pessoa poderia construir livremente seu sexo psicológico ou gênero”4. O terrível caso dos irmãos Reimer comprovam científica e historicamente a falácia e o horror de tal ideologia. Tenho aqui o estudo científico do Prof. Massimo Gandolfini, “Genética e neurobiologia da diferença sexual”5, apresentado em Perugia (Itália), em Congressos sobre “Identidade de Gênero – aspectos sociais, médicos, bioéticos e jurídicos”, onde ele mostra claramente as diferenças e características do cérebro humano – do homem e da mulher, confirmando empiricamente que há sim, as distinções sexuais, homem e mulher, que há distinções muito específicas  de identidade masculina e feminina, e que, de modo algum, é evidentíssimo, que estas distinções não são jamais construções sociais.

O fato é que os ideólogos dessa ignomínia oferecem primeiro “às pessoas a ilusão da autonomia absoluta em matéria sexual”6. Ilusão. “Depois disso, aqueles que detém o poder real são os que escolhem, como lhes convêm, o modo como os que carecem de poder poderão exercer a sexualidade”7 Uma ideologia, portanto, que é, sim, “uma ferramenta de poder”8, que visa a dissolução e subversão da própria identidade, com a alegação falaciosa de que “existiriam dois sexos, mas antes, muitas orientações sexuais”9; como uma nova perspectiva, com “o controle feminista da produção ideológica e cultural”10 a engendrar uma reengenharia social, com fins de manipulação e agrilhoamento da pessoa humana, em vários aspectos. “E como a meta final da revolução socialista era de eliminar não só os privilégios da classe econômica mas também a própria distinção entre classes econômicas, assim a meta da revolução feminista deve ser analogamente, diferentemente do primeiro movimento feminista, a eliminação não só do privilégio masculino, mas também da própria distinção entre os sexos”11. A ideologia de gênero, portanto, nesse sentido, visa suplantar a realidade da natureza, negando-a por uma obsessão utópica.

Esta “agenda de gênero vem de grupos ativistas, todos de certa formas inter-relacionados ou com interesses comuns, mas de alguma maneira distinguíveis: 1) controladores de população; 2) libertários sexuais; 3) ativistas dos direitos dos homossexuais; 4) os que apoiam o multiculturalismo ou promovem o politicamente correto; 5) os ambientalistas extremistas; 6) progressistas neomarxistas; 7) pós-modernistas ou desconstrucionistas. A agenda de gênero tem também o apoio de liberais influentes nos governos e de certas corporações multinacionais”12. Esta agenda de gênero é sustentada por organizações que “desfrutam de um retorno financeiro garantido e que se tornaram, no campo da sexualidade humana, uma fonte de lucro e um veículo da secularização planificada”13, e que o Estado favorece quando capitulado diante de tão vis interesses, que em nada dignificam, mas degradam a pessoa humana. “A pornografia, a droga, a prostituição, a contracepção e o aborto são indústrias organizadas”14 [favorecidas todas elas pela ideologia de gênero], “cujo capital é posto a serviço de uma ideologia, que é contra a vida humana, a família e, frequentemente, contra a Igreja Católica. Os objetivos de tais indústrias são a destruição da família e a secularização, para alcançar os meios pelos quais se toleram alguma forma de depravação e violência sexual em relação às crianças. Estas forças operam secretamente no espírito da era pós-moderna. Publicamente, ao invés, o comportamento destas estruturas (mídia, organizações, resoluções tomadas em consequência de conferências nacionais e internacionais) é de forte recusa em relação a violência sexual contra as crianças, todavia, não é por acaso que este fenômeno, nas suas formas de depravação, está em contínuo aumento”.15 Por isso as crianças são as maiores vítimas dessa terrível ideologia, as que já estão expostas a situações de abusos decorrentes do que tal ideologia permite, são as que estão mais vulneráveis e, muitas vezes, as que não tem a quem recorrer, porque, no afã de destruir a família, o Estado acaba sendo o agente opressor da família, quando deveria ser o grande defensor daquela que é a primeira e principal instituição humana.

Como hoje, quando vemos uma guerra declarada contra a família, em que as forças da cultura da morte agem com mais convergência e uma ampla gama de recursos (inclusive públicos), para com mais ousadia e até insanidade, fazer a impostação de uma ideologia contrária à humanidade, ao que é verdadeiramente humano em cada pessoa.

Com esta agenda, o governo se volta contra o povo brasileiro, que não a aceita naturalmente, mas o governo ignora o que o povo pensa e sente a respeito, e quer praticar descaradamente a doutrinação marxista-liberal do feminismo radical nas escolas, sem levar em conta o direito dos pais em educar seus filhos, agindo contra portanto a autoridade dos pais, autoridade esta que a ideologia de gênero quer minar.

As crianças como alvo da agenda de gênero

Sabemos que, como diz Dorotas Kornas-Biela, “a batalha contra a família está entre as mais graves batalhas contra o cristianismo, em particular contra os católicos. As ideologias hostis à família a descrevem como um lugar de degradação, exploração e limitação das crianças (embora certas situações se verifiquem em um pequeno percentual de famílias) e fonte de pressão, de modo que limita a autoridade dos pais em relação à prole”16. Com isso, “afastar as crianças da influência dos pais, criar antagonismo nas relações recíprocas e diminuição dos menores com os adultos de fora da família, em vista de uma compensação afetiva. Neste caso, as crianças tornam-se uma presa mais fácil para satisfazerem as tendências patológicas dos adultos. Por outro lado, sustentarmodelos de relações ‘amigáveis’ entre adultos e crianças, recusando normas e a disciplina, contribui para levar um parceiro de relações sexuais, favorecendo a criação de relações com a criança às relações como um parceiro erótico”17. As crianças portanto, como dissemos, são o alvo desta agenda de gênero, e precisamos protege-las disso.

O governo da presidente Dilma Roussef, de modo mais intenso, está buscando impor esta agenda, sob todas as formas, e se utilizando de todos os meios, com afoiteza e celeridade cada vez maior, com a cumplicidade e apoio de muitas OnGs financiadas tanto pelo governo, quanto pelas Fundações internacionais, para a imposição da ideologia de gênero, que “falseia a linguagem, a ponto de o menos advertido, mesmo o intelectual, e antes de tudo a opinião comum da grande massa, já não perceber a perversidade que é aí insinuada”18. O fato é que, em meio a esta guerra cultural, as feministas não foram capazes da “modificação do modelo masculino”19, que elas se insurgiram com tanta virulência, nem atingir pela persuasão a maioria das pessoas, que sempre viu com muita desconfiança e desaprovação tais propostas, restritas apenas a uma “minoria sofisticada”20, a minoria anarcofeminista (aliada aos marxistas – pois Engels lançou as bases de união entre marxismo e feminismo), que tratou portanto de ocupar postos de decisões, em todos os campos da sociedade (na grande imprensa, nas universidades, nos parlamentos e instâncias judiciárias), para transgredir sem temeridade alguma e com volúpia incomensurável.

Uma das consequências da subversão da identidade sexual pela ideologia de gênero foi fomentar uma androginia artificial para combalir a virilidade alicerce dos valores civilizacionais, num ataque sem precedentes contra todo o vigor do que é natural e humano, comprometendo assim o vir-a-ser de cada pessoa, e a sua verdadeira felicidade. A ideologia de gênero faz resultar assim uma sociedade debilitada (como já vimos aonde foi implantada, em países desenvolvidos, que hoje buscam, em decorrência da ideologia de gênero, rever e repudiar tal ideologia, pois as instituições capitularam, tornando-se flácidas e incapazes de vigências morais, não fecundando mais valores vitais. Uma sociedade com tibiezas cada vez mais acentuadas. Por conta disso, viu-se esterilizada, em todos os aspectos, em crescente depressão e angústia, com patologias incontáveis (é só ver o exemplo dos países desenvolvidos), com aquela falta de sentido (de direção) que a leva a uma agudeza do absurdo, em muitos aspectos. E até mesmo o desejo falha, sem saber como se erguer em meio a uma impotência generalizada. É a essa falta de esbelteza que a ideologia de gênero, ao dessacralizar as relações humanas, quer privar as sociedades daquilo que outrora as fizeram civilizar o mundo. 

“De um povo heroico, o brado retumbante”

Já no PNDH3, em 2009, no governo Lula, se dizia que todos os Ministérios e órgãos do governo estariam mobilizados para isso, para a implantação desta agenda antivida e antifamília, esforço este que seria não apenas uma política de governo, mas uma política de Estado, como no nazismo se desejou fazer. O III Reich também quis que sua política insana fosse duradoura, e soçobrou em apenas doze anos. No PNDH3 se disse  também que caberia ao Ministério da Educação o protagonismo desta articulação, para enfiar goela abaixo estas pautas da agenda de gênero. Tudo isso num contexto de uma crise política e moral provocada pelo próprio governo, para criar um ambiente favorável ao seu projeto de poder totalitário, porque esta ideologia, juntamente com outras iniciativas do governo, quer conduzir o Brasil a um regime totalitário.

Sabemos que “as ideologias amiúde são fontes de totalitarismo. Elas imaginam que os direitos tem por fonte o poder do Estado e que é o Estado que concede à família seus direitos; elas tendem a ver na família, fundada sobre o matrimônio, um obstáculo. De modo concreto, as ideologias recusam reconhecer à família, o direito de educar, direito de que é arbitrariamente assumido e imposto pelo Estado. Tenta-se então subtrair as crianças e os jovens ao contexto familiar, enquanto são ‘educados’ em função daquilo que quer o poder”21, que entende imprimir-lhes seu próprio modelo, ao qual devem-se configurar. É a habitual tentação na qual caem sempre as várias formas de coletivismo”. Isso é totalitarismo. Por isso, na resistência a isso, cresce a importância do homeschooling (e menciono aqui também o importante trabalho da Escola Sem Partido, nesse sentido de erradicar a doutrinação ideológica nas escolas), assim como outras iniciativas que buscam evitar a subjugação das mentes ao comportamento decorrente de uma lavagem cerebral, que tal ideologia propicia, no afã de destruir a base familiar, suporte da pessoa humana.

Nesse sentido, cabe lembrar a advertência do Papa Leão XIII, de feliz memória: “Querer, pois, que o poder civil invada arbitrariamente o santuário da família, é um erro grave e funesto”22. Sempre foi assim, ao longo da História: no conflito entre natureza e cultura, vence a natureza, porque “não se pode alcançar a liberdade para além dos limites da própria natureza”23, e a cultura “deve responder adequadamente à natureza”24.

E mais:

No conflito entre família e o Estado, vence a família, como já havia demonstrado Sófocles, em Antígona e Creonte.

Por isso o povo está nas ruas, não apenas contra a corrupção que vergonhosamente chegou a níveis como nunca antes na história deste País, mas para se posicionar contra também a esta agenda de gênero inumana, que se volta contra o Brasil; daí, mais uma vez, estamos vendo vir das ruas, “de um povo heroico, o brado retumbante25, alto e em bom som, dizendo não à ideologia de gênero. Assim fizeram os deputados nesta Casa de Leis, ao rechaçá-la de modo esplêndido, no Plano Nacional de Educação, e ainda mais recentemente, em inúmeras Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, se manifestando com valentia e tenacidade, agregando cada vez mais apoiadores, principalmente nas redes sociais, para que todos possam ouvir este brado retumbante em defesa da vida e da família.

Muito obrigado.

Este foi o pronunciamento do Prof. Hermes Rodrigues Nery, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e Coordenador do Movimento Legislação e Vida, na Câmara dos Deputados,  em audiência pública sobre a questão da ideologia de gênero nas escolas, realizada na Comissão de Educação, em 10 de novembro de 2015. O vídeo segue abaixo.

Notas:

  1. SANAHUJA, Juan Cláudio, Poder Global e Religião Universal, p. 39, Ecclesiae, Campinas, 2012.
  2. Ib. pp. 28-29.
  3. SCALA, Jorge, Ideologia de Gênero – O neototalitarismo e a morte da família, p. 11, Ed. Katechesis, São Paulo, 2011.
  4. Ib. p. 14.
  5. GANDOLFINI, Massimo, Genetica e neurobiologia dela differenza sessuale”, pp. 1-7, incluído no livro “Identità di Genere – Aspetti social, medici, bioetici e giuridici”, Atti del X CongressoNazionale SIBCE, Perugia, 25-26 novembre 2011, a cura di Francesco Gallo, Petruzzi Editore, Perugia, Italia,, 2013.
  6. SCALA, Jorge, Ideologia de Gênero – O neototalitarismo e a morte da família, p. 15, Ed. Katechesis, São Paulo, 2011.
  7. Ibidem.
  8. Ib. p. 11.
  9. REVOREDO, Oscar Alzamora, Ideologia de Gênero: Perigos e Alcance, Léxicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 496; Edições CNBB, 2007.
  10. Ib. p. 497.
  11. Ib. p. 496.
  12. SCALA, Jorge, Ideologia de Gênero – O neototalitarismo e a morte da família, p. 17, Ed. Katechesis, São Paulo, 2011.
  13. KORNAS-BIELA, Dorotas, Direitos da criança, violência e exploração sexual, Léxicon, termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 209, Edições CNBB, 2007. 
  14. Ibidem.
  15. Ib. pp. 209-210.
  16. Ib. 219.
  17. Ib. pp. 219-220.
  18. AGNELO, Cardeal Geraldo Majella, Apresentação da Edição Brasileira, Léxicon, termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 19, Edições CNBB, 2007. 
  19. BADINTER, Élisabeth, O Indivíduio e a Sociedade, incluído no livro “A Sociedade – Entrevistas do Le Monde, p. 21, Editora Ática, São Paulo, 1989.
  20. Ibidem.
  21. Ib.
  22. TRUJILLO, Cardeal Alfonso López, Léxicon, termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 407, Edições CNBB, 2007. 
  23. BURGGRAF, Jutta, Léxicon, termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 460, Edições CNBB, 2007.   
  24. Ibidem.
  25. Hino Nacional [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/hino.htm]
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7 Comentários to “A ideologia de gênero deve ser combatida.”

  1. Magnífico! Parabéns ao Prof. Hermes.

  2. Prof. Hermes , um leigo , com casa, família e filhos para dar atenção, e ainda o cuidado com a profissão. Percorre esse imenso Brasil lutando para que a moral não descambe mais do que já está , segundo a façanha da educação comunista usada nas escolas . Enquanto isso o Clero se exime de abrir a boca,
    principalmente em questoes de moral . Em questões que não lhes compete lá estão eles. (comunismo, invasão de terras, ecologia, aquecimento global, passeatas das ideologias demoníacas, etc…) Não fazem jus nem ao salário que recebem . Ninguém cobra a inércia dessa gente ? Então, a Igreja virou casa da mãe Joana ! Aliás … para quê um bispo recebe tanto dinheiro ? A cada dia uma nova decepção !

  3. Recomendo esse vídeo do Bispo Fulton Sheen.
    O filme, que fala sobre o relacionamento entre o casal no Matrimônio, trata especialmente da fase em que um rapaz e uma moça se conhecem, o namoro. Entretanto, a relação com o assunto em questão, está logo no começo do vídeo, que trata da idade da criança onde ocorre uma natural separação no comportamento entre meninos e meninas, que é quando os meninos “não gostam” das meninas, e claro, as meninas repudiam qualquer intromissão dos meninos em suas brincadeiras. Essa fase é fundamental no desenvolvimento do caráter do homem e da mulher e o Bispo Fulton Sheen explica muito bem isso.
    É muito interessante, é uma pena que não exista o vídeo legendado ou traduzido para o português.

  4. Um regime autoritário de viés marxista, conspirador e negacionista da verdade não poderia perpetrar algo mais anti natural e esdrúxulo que forçar a implantação da paranoia chamada Ideologia de Gênero – da suposta inexistencia previa de alguém ser homem ou mulher – pois faz parte de sua desequilibrada e diabólica maneira de ver e agir, em tudo refutando os ensinamentos do tronco judaico-cristão.
    De fato, as grandes manchetes dos jornais globalistas negam evidências contrarias à adoção e até existencia da Ideologia de Gênero. Para o movimento gay, “a ideologia gender não existe”, “é uma invenção do Vaticano”. Para La Repubblica, “é um fantasma que ronda a Itália”. Para a BBC, “é só uma invenção retórica, um ídolo polêmico cheio de nada”!
    Como esses peçonhentos sabem escamotear as evidencias de forma sempre atenuada, ora acusando os outros do que são ou acusando os outros de suas perfídias!
    Junto a esses grandes veículos de comunicação, está uma multidão de programas de TV – novelas, a zona boemia em seu lar, ensinando a v e familia de como se tornarem adeptos das bacanais – blogs e pequenos jornais, todos alinhados com a causa negacionista dessa ideologia e, mesmo tempo promotora da causa num povo cada vez mais descristianizado – ele mesmo são os causadores – facilitando sobremodo sua implanração, com sua ajuda!
    A essa horas, caso da direção da CNBB, por anda a Alta Hierarquia de forma encadeada, notoria e gritante para se indisporem contra essa devassidão e esquizofrenia, oriundas e fortemente propagadas pelos caóticos partidos de esquerda?

  5. “O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas” (Jo 10, 12-13).

    “Ai dos pastores de Israel que só cuidam do seu próprio pasto. Não é seu rebanho que devem pastorear os pastores? Vós bebeis o leite, vestis-vos de lã, matais as reses mais gordas e sacrificais, tudo isso sem nutrir o rebanho. Vós não fortaleceis as ovelhas fracas; a doente, não a tratais; a ferida, não a curais; a transviada, não a reconduzis; a perdida, não a procurais; a todas tratais com violência e dureza. Assim, por falta de pastor, dispersaram-se minhas ovelhas, e em sua dispersão foram expostas a tornarem-se presa de todas as feras. Minhas ovelhas vagueiam por toda parte sobre a montanha e sobre as colinas, elas se acham espalhadas sobre toda a superfície da terra, sem que ninguém cuide delas ou se ponha a procurá-las” (Ez 34, 2b-6).

  6. Rita, concordo plenamente. Os maus pastores, especialmente na hierarquia da Igreja e no grande sindicato (CNBB) logicamente que infiltrados, comunistas, encabeçam abaixo-assinados, tomam os microfones, bradam a favor de tudo quanto é mundano. No entanto, quando se trata de defender valores realmente cristãos, p.ex: a família como querida por Deus, ou seja, entre um homem e uma mulher, a indissolubilidade do Sacramento do matrimônio, combate à agenda gay, assassinato de milhões de crianças abortadas, etc, etc… , bem, aí nenhuma palavra ou, no máximo declarações confusas e de nenhuma convicção. Meu Deus, até quando suportareis?!

  7. Bravo!!!