Foto da semana.

IMAGEM REMOVIDA A PEDIDO DE SUA PROPRIETÁRIA (ver caixa de comentários)

São Paulo, 08 de novembro de 2015, o Reverendíssimo Pe. Edivaldo Santos Oliveira, filho de consideração do polêmico Professor Orlando Fedeli e fundador da recém criada Fraternidade São Mauro, administra a primeira Comunhão a quinze alunos do Colégio São Mauro no Mosteiro de São Bento, em São Paulo, coadjuvado por Dom Bruno Costa, OSB, com quem mantém relação de estreita parceria, apesar da participação deste na Santa Missa pelos 20 anos de falecimento de Plinio Corrêa de Oliveira.

Conforme relatado por Fratres in Unum, Pe. Edivaldo deixou a cidade de Ciudad Del Este, no Paraguai, meses após a deposição de Dom Rogélio Livieres, bispo que o ordenou, e voltou a residir na cidade de São Paulo, para consolo de sua mãe, a viúva Ivone Fedeli, que atualmente lidera – se não oficialmente, com certeza de fato – a ala feminina da Fraternidade São Mauro.

Atuando, na prática, como capelão do Colégio São Mauro, ele tem recebido vocações na sede de sua nova Fraternidade, e tem atuado na restauração moral dos membros da Associação Cultural Montfort. Muitos atribuem a Pe. Edivaldo a missão de preservar os valores e carismas do Professor Fedeli.

Pe. Edivaldo ainda não fez nenhum anúncio público sobre a fundação, em julho deste ano, da Fraternidade São Mauro. Tal reserva é natural e compreensível, dadas as sempre delicadas tratativas com as autoridades eclesiásticas. Segundo fontes, o próprio Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, teria solicitado, às vésperas do evento (que não pôde sequer ser reorganizado em outro local), ao Abade Dom Mathias o cancelamento do Congresso Montfort, programado para ocorrer em agosto passado no Mosteiro de São Bento, por desconfiar que poderia se tratar de um ataque às orientações do Concílio Vaticano II.

Em nossa última postagem sobre Pe Edivaldo recebemos muitos e-mails solicitando o contato do sacerdote. Por isso, aproveitamos o ensejo para informar que ele pode ser facilmente contatado através do Colégio São Mauro, onde concentra suas atividades apostólicas: www.saomauro.org.br

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17 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Quando fiquei sabendo dessa primeira comunhão, fiquei com uma grande dúvida: o padre Edivaldo já possui uso de ordens na Arquidiocese de São Paulo?
    Pois antes dessa mesma missa ele administrou o batismo em algumas jovens, e até onde sei, alguns sacramentos necessitam de uso de ordens ou autorização do ordinário para serem administrados por padres de fora do lugar.
    Alguém me explicaria essa questão?

  2. A Sagrada Comunhão dada de joelhos na boca dos comungantes, como já vi, com o acólito acompanhando os movimentos do sacerdote até á boca do comungante, no final se vêem com clareza varias partículas na patena.
    Imaginemos as S Hostias dadas nas mãos dos comungantes e alguns deles, sem cuidado nenhum – parece que estão simplesmente provando algo – abaixam as mãos, saindo e andando normalmente, como já vi, quantas partículas desagregadas, fora as quase invisiveis nas mãos?
    Os profanantes pisoteios no SS Sacramento acontecem certamente dentro das Igrejas e dentro delas podem conter diversas partículas caídas no chão, nos bancos, nas roupas etc., além de esse modelo facilitar a apóstatas ou ateus desviarem as Hostias para cultos maçonistas e a outros das Trevas.
    Será que os sacerdotes não atentam para esses casos – nem riscos são – mas realidades? Creio que não perceberiam os que não quisessem avaliar, e esses fatos teriam de assumir!
    *”O mesmo sucederá com a Sagrada Comunhão. Mas, ai! quanto sinto ao te manifestar que haverá muitos e enormes sacrilégios públicos e também ocultos de profanação da Sagrada Eucaristia. (…) Meu Filho Santíssimo ver-Se-á jogado ao chão e pisoteado por pés imundos”.
    *Profecias de N Senhora do Bom Sucesso

  3. Temem criticas ao Concílio…..mas pouco fazem para combater o PT e a corja….certos cardeais… Oxe…..

  4. Vejam acima ” tem atuado na restauração moral dos membros da Associação Cultural Montfort” … VIXE!!!!

  5. Lembrando que um mosteiro é sui juris, sendo o Abade o ordinário local.

    • Mais ou menos Alexandre. Qualquer abade tem autoridade e autonomia dentro dos muros de sua abadia, contudo, só pode ser considerado o ordinário do lugar os abades nullius ou territoriais. Neste tipo de abadia (territorial), que infelizmente foram quase totalmente abolidas após o CVII, o território mesmo que seja composto só pela abadia em si, é imediatamente sujeito à Santa Sé, formando uma “diocese” autônoma. Este não é o caso do mosteiro de São Bento (e nem de nenhum outro no Brasil). O abade está sujeito ao arcebispo de São Paulo em diversos aspectos, e não pode dar uso de ordens nem a seus próprios padres-monges: eles devem ser incardinados ou receber uso de ordens na Arquidiocese de São Paulo como qualquer outro padre que for atuar em seu território.

  6. Quanta diferença nessa foto das fieis comungando, sem perigo de cairem hostias e fragmentos no chão, serem pisadas ou furtadas para “Missas Negras”, de joelhos, de véu, como todo respeito, comparando com tantas delas e até idosas, mulheres paganizadas, alienadas à fé, ousadas, comparecendo com roupas collants, super decotadas, transparentes, costas de fora, outras tipo tomara-que-caia!
    Mesmo alguns homens esculhambados, de chinelo, bermuda, camiseta, ambos casos como vejo, quanta falta de respeito e adoração!
    Será que santificará as almas dos citados acima?

  7. “Atuando, na prática, como capelão do Colégio São Mauro, ele tem recebido vocações na sede de sua nova Fraternidade, e tem atuado na restauração moral dos membros da Associação Cultural Montfort. Muitos atribuem a Pe. Edivaldo a missão de preservar os valores e carismas do Professor Fedeli.”

    Restauração moral… o que está havendo por aquelas bandas?!

  8. Robson – Conheci O. Fedeli. Não fui aluno dele. Tive alguns contatos, assisti algumas palestras. Convivi com muitos alunos dele, portanto ouvi muitos comentários e presenciei seu proceder.

    Acredito que era mais velho do que eu uns 20 anos.

    Não sei se poderia dizer que tinha carisma. Era uma pessoa com uma boa inteligência para um professor de nível secundário. Sua cultura era livresca. Como pensador, deixava a desejar.

    Tinha muita capacidade de persuasão, em especial para com adolescentes.

    Tinha a arte do gracejo e do debique. Sabia colocar as coisas más no ridículo, isto era algo de positivo nele. Por outro lado, ele faltava muito com a caridade. Basta ver o caso do Prof. Florestano, falecido, e dos amigos e alunos dele. O Prof. Florestano tinha algumas limitações naturais, mas ele era bom católico e respeitável por vários aspectos.

    Prof. O. Fedeli era impertinente. Quando fixava algo na cabeça, “azucrinava” a vida dos outros. Dai o apelido bem pego que a Historia registrará para sempre “mutuca”. Veja o fato de ele classificar tudo como gnose, romantismo, etc, etc. Faltava-lhe bom senso. E a virtude da temperança passava a léguas dele.

    Poderia se dizer que era “bipolar”, mudava de humor bonacheirão e brincalhão excessivo, para o de brigão estridente.

    Concordo com sua opinião, dá a impressão que foi colocado para dividir os católicos tradicionais.

  9. Também estranhei a redação. Restauração moral dos membros da Montfort? Também estranhei a alusão sobre o carisma do Sr. Orlando Fedeli. De qualquer forma, se realmente existiu, ele se dissipou com a nova vertente da Montfort. Ora, comprometer-se a não atacar o Concílio Vaticano II é indispor-se com a diretriz do velho professor que até chegou a escrever um livro contra o Concílio.

    A bem da verdade tenho a impressão que o prazo de validade da Montfort está esgotando-se. Parece-me, salvo engano, que a associação está migrando para a Fraternidade São Mauro. Parece-me que assistiremos o processo de metamorfose onde a Montfort vai desfazendo-se, liquidificando-se, para surgir uma nova opção.

    Outra coisa. Estou estranhando essas notícias que dão conta que a Dona Ivone Fedeli vai coordenar a ala feminina da fraternidade. Se esta for de natureza religiosa, e analisando exclusivamente por este tópico, então fica estranho uma leiga controlar religiosas. A menos que a Dona Ivone foi tomada por um louvável desprendimento, e resolveu abraçar a vida religiosa. Afinal, nada impede, considerando a sua viuvez.

  10. Prezados Sr Editor,
    Sou editora do site do Colégio São Mauro.
    Venho pedir que retire do seu blog a foto da primeira comunhão obtida no site do Colégio São Mauro pois a mesma me pertence.
    Saiba que incomoda profundamente ver meu trabalho exposto no site de vocês.
    Faço o mesmo pedido para publicações futuras.
    Agradeço a compreensão.
    Alini Specian

  11. Prezada Sra. Alini,

    Sua foto não está pública? Qual o problema do excelente Fratres in Unum fazer uso dela?

    Como leitor assíduo, creio que o Fratres faz um bom trabalho de divulgação da tradição. Eu mesmo não conhecia o Pe. Edivaldo antes das postagens aqui.

    In caritate,
    Rafael