Foto da semana.

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Sexta-feira, 18 de dezembro de 2015, Palmitinho, RS – Do facebook de Dom Antonio Carlos Rossi Keller: “4 novos padres para a Diocese de Frederico Westphalen, ordenados na Forma Ordinária e com paramentos escolhidos por eles”.

18 Comentários to “Foto da semana.”

  1. interessante, Dom Rifan fez uma ordenação na forma tridentina dia 12 de dezembro, com a presença de milhares de pessoas e dezenas de padres e nenhum comentario no seu blog. O IBP vcs deram toda cubertura e falaram durante dias. Mas por que procedem assim com Dom Rifan e a Administração postolica S.João Maria Vianney? Por que essa perseguição desnecessária? E depois perguntam porque não existe união entre uns e outros. Será inveja? Será ódio? Será dor de cotovelo? Vejam as fotos dos 10 anos da Administração Apostolica 11 bispos presentes e com 2 arcebispos e um hoje é cardeal. Mas exitem mais interesses deste blog, interesses mais urgentes, eu sei… lamentável!.

  2. O melhor é ver o pessoal modernoso espumando de ódio por causa do Maniturgium.

    • Será que o melhor mesmo é isso? Não seria a satisfação de ver essa ordenação acontecendo? Achar que o ódio, vindo de qualquer lado, sentindo ou promovendo, é algo a ser cultivado ou incensado, nos faz tão fundamentalistas quanto os que acusamos…

  3. Acho que o Joao H esteja se referindo à polêmica do site “direito de sacristia” em relação ao maniturgium. O próprio bispo Keller já respondeu a eles em seu facebook.

  4. Quem está espumando de raiva? O rito novo sempre teve o “maniturgium”! Isso é puro exteriorismo.

  5. Misericórdia Senhor…..

    Um site que se diz católico desrespeitar um Bispo e macular uma ordenação como aquela, só por achar que a mãe do sacerdote não pode desamarrar suas mãos e sim um ministro que tem que fazer isso, é no mínimo IDIOTICE TOLA e INCONCEBÍVEL para quem tenha um mínimo de bom senso e que não tenha o que o camarão tem na cabeça…

    Parabéns, D. Antônio, continue com esse seu zelo admirável pela Liturgia Católica que foi estraçalhada pela “teologia” da MALDIÇÃO…

    Gosto muito de uma expressão de um velho padre: “enquanto a carruagem passa os cães ladram”, sejam da esquerda ou da direita, afinal, os extremos se tocam…

    Graças a Deus, onde o sr. passa mostra sempre seu respeito e obediência ao Papa, seja no Pontificado do saudoso Papa Bento, seja agora no Pontificado do Papa Francisco; duvido que alguém tenha incentivado mais aos fiéis a aproveitarem as graças que podem ser obtidas com o Ano da Misericórdia aberto há pouco que o senhor, inclusive, lembrando aos fiéis, no fim dessas ordenações, a possibilidade de lucrarem indulgência plenária, beijando as mãos dos novos sacerdotes nas condições costumeiras…

    Os fariseus hodiernos estão sempre a postos para “coarem um mosquito e engolirem um camelo”…

    Parabéns e sua bênção!!!!

  6. Dom Antonio Carlos Rossi é um exemplo de bispo, zeloso pela liturgia e pela sã doutrina..quem sabe Deus todo-poderoso possa colocar na cabeça do Papa Francisco a sua nomeação para arcebispo de Aparecida em um futuro cardeal da Igreja.

  7. Tanta polêmica desnecessária só pra fazer barulho! Vaidade das vaidades! Enquanto isso na Arquidiocese Primaz do Brasil com mais de 400 igrejas, o povo Católico tradicional tem que amargar o dissabor de missas mal celebradas e homilias ofensivas que atacam o próprio rito, feitas por um padre modernista cujo passado foi marcado por escândalos, heterodoxia e suspensão e que só ainda celebra no rito tridentino por $$$$.
    Foi com esse “presente de grego” que Dom Murilo, num espírito bem “MERCYnário” respondeu às necessidades e apelos dos Católicos soteropolitanos que pediam o Summorum Pontificum naquela diocese.
    Então esse é o dilema dos fiéis de Salvador: ou missas heterodoxas no rito tridentino celebradas por um frei que não tem nenhum respeito pelos Católicos tradicionais ou no Mosteiro do Padre Jahir em Candeias onde só são bem vindos aqueles que comungam do sectarismo da pseudo-resistência.
    Que nesse Natal Jesus olhe para aquela multidão que quer servi-lo em santidade e justiça e tenha pena deles, porque andam como ovelhas sem pastor.
    Dom Marcel Lefebvre cometeu um erro sério de estratégia no Brasil ao confiar a expansão da Tradição Católica no país aos padres de Campos e às chamadas “comunidades amigas” que só cresceram em torno de seu próprio umbigo e até hoje ficam de picuinha atacando-se umas às outras no mundinho virtual ao invés de se lançarem pelas estradas do Brasil em socorro dos fiéis que morrem de fome e sede espiritual.
    Se a SSPX tivesse espalhado priorados pelos quatro cantos da terra da Santa Cruz, talvez tivéssemos hoje uma situação parecida com a do USA e do Canadá onde com uma população Católica inferior ao Brasil, até em pequenas cidades os fiéis Católicos tradicionais podem contar com escolas, capelas e priorados da SSPX e outras das próprias Dioceses que se viram obrigadas a dar espaço para a Tradição para evitar a sangria de fiéis para a SSPX.
    “Rezemos para que esses novos padres recém-ordenados possam adquirir um verdadeiro espírito missionário, para transmitir o fogo divino às almas através do exemplo de uma fé viva que direcione tudo a Deus e Cristo Jesus, iluminando essas almas com a infinita sabedoria de Deus, Sua bondade, Sua misericórdia, acostumando-as à humildade diante de Deus, a aceitar Sua vontade numa total dependência da Sua Providência. Que eles conduzam essas almas na batalha pela conquista do reino de Nosso Senhor Jesus Cristo, do Seu Sagrado Coração e do Imaculado Coração de Maria”. ( Dom Marcel Lefebvre)

    • Sra. Gercione, me desculpe se eu estiver enganado, mas tive a impressão que o comentário da sra. diz nas entrelinhas algo como que “fora da FSSPX não há salvação”… Acho que no Brasil há espaço para todos e nenhuma destas comunidades é melhor que as outras. Admiro o apostolado da FSSPX, do IBP e da Adm., admiro e parabenizo igualmente os padres diocesanos ou religiosos que promovem a missa treidentina, como o Dom Bruno do Mosteiro de São Bento de São Paulo. Torço para que um dia venham para cá também a FSSP e o ICR, penso que a tradição só terá a ganhar.
      Não creio que houve erro de estratégia, os padres de Campos continuam servindo a Deus e fazendo a sua parte pelo Reino, creio que isso seja o mais importante.

  8. Não posso evitar vislumbrar em D. Antônio sinais de virtude heróica. Lograr fazer o que faz em solo gaúcho é desafio digno dos santos.

    • Reze por ele. Reze bastante por ele. E mais não que isto não comento.

    • Certamente você não conhece, mas a Diocese em que ele está é grande formadora de padres no RS. Em proporção à população local é a que mais forma. Ou seja, ele encontrou solo propício para sua missão, embora, como em todo o Brasil, a TL lançou fundas raízes.

  9. “Se a FSSXP tivesse espalhado as capelas o cenário seria diferente”
    Vanitas vanitatis, omnia vanitas est…
    Cara Gercione, todos caímos no mesmo pecado, E a Sra. talvez não se deu conta pois, quem disse que a FSSPX seria a “salvação para o Brasil”???
    Aqui o “buraco é mais embaixo”…tudo aqui é mais difícil…parece que está a muito tempo longe daqui.
    Eu fui em Santas Missas nos U.S. celebradas pela FSSP, que muitos dos seus amigos pejoram com o “Ecclesia Dei Afflicta” e em muitos lugares e cada dia aumenta mais…
    Lá não precisa ser FSSPX para dar certo…lá dá mais certo por causas que só Deus sabe, ou algo mais ordenado no norte-americano que faz toda a diferença. Diferente do sul-americano ou mais específico no Brasil.

    Até que dia vamos ficar com este negócio…

    A.M.D.G.

    • O próprio fator de lá o catolicismo não ser religião majoritária é algo relevante, cujo contingente é formado quer por conversos (mais fervorosos por conseguinte) quer por fiéis que precisam ser mais vigilantes e combativos para diminuir a desproporção numérica com os protestantes.

      Assim, é natural que haja mais empenho no apostolado, mais esforço em angariar fundos, fazer alianças e, consequentemente, crescer.

  10. Caro Jeby, onde está a vaidade em dizer o óbvio? Fato é que Dom Lefebvre confiou nas chamadas “comunidades amigas” para uma expansão da Tradição Católica no Brasil e no final elas não se mostraram tão amigas ou eficazes assim.
    Onde foi que eu disse que a FSSPX seria a “salvação para o Brasil”? O que eu disse foi que se a FSSPX tivesse se espalhado pelos quatro cantos da terra da Santa Cruz, provavelmente teríamos uma presença marcante do Catolicismo tradicional como se dá no USA e Canadá, onde ao invés de ficar esperando pela expansão de “comunidades amigas”, a Fraternidade se instalou de mala e cuia em tudo que é diocese, mesmo enfrentando a oposição ferrenha do Ordinário local.
    Ou você acha mesmo que esses Ordinários teriam dado permissão ou convidado para suas dioceses institutos do Ecclesia Dei se não fosse pra tentar frear o avanço da SSPX em seus redutos? O fato é que mesmo ao tentar combater a FSSPX acabaram prestando um serviço à Tradição Católica.
    Por outro lado, também não acho que a situação do Brasil é pior do que a Ásia ou a África onde os priorados e capelas da SSPX crescem a olhos vistos.
    O que falta é a coragem pra sairem de seus redutos, enfrentar os lobos da CNBB, ir atrás das ovelhas, se unirem ao invés de ficarem se degladiando no mundo virtual.
    Quanto à Fraternidade de São Pedro ela é sim fruto do Motu “Ecclesia Dei Afflicta”, foi formada quando João Paulo II, numa tentativa de acabar com a SSPX, ofereceu a alguns padres formados por Dom Lefebvre a oportunidade de terem seu próprio instituto numa situação canônica regular. Ou seja, são egressos da SSPX sim, como também o são os fundadores do IBP. Se depois de terem sido formados por Dom Lefebvre resolveram cuspir no prato em que comeram isso é lá com eles! Nem por isso deixaria de ir a uma missa celebrada por eles, afinal com matéria, fórmula e intenção válidas, o sacramento é ex opere operato.

  11. Cara Gercione e leitores do Fratres

    Feliz e Santo Natal!

    Creio que tenhas resumido muito bem nossa triste situação em Salvador! Estamos entre a cruz e a caldeirinha! Embora servidos de forma precária por uma capela administrada por um padre arquidiocesano que não nos trata com a devida consideração e respeito (o que nos entristece deveras), por outro lado, admiremos a fé e a convicção de Pe. Jahir e Pe. Joaquim (e muito), porém não comungamos nem um pouco com a linha adotada no Mosteiro Beata Maria Virginis de seguir D. Williamson, cuja postura que teve em relação à FSSPX foi francamente arrogante, precipitada, teimosa, cismática e abusiva (e só um cego não vê isto)! Ademais, já soube pela boca de diversas pessoas que frequentam o Mosteiro de Padre Jahir que sentem a sinceridade e dedicação dos padres e irmãos que ali se encontram, mas, ao mesmo tempo, sentem-se deveras desconfortáveis com a linha que atualmente seguem, qual seja, da “Resistência”, que, praticamente, expulsou homens piedosos como D. Lourenço de sua vida espiritual!

    O que a FSSPX precisa entender é que o Brasil é um campo fértil, bastando à Fraternidade ou qualquer outro instituto tradicional sério se fixar nos rincões deste país para que floresça! Basta seriedade, coragem e empenho que nós, fiéis leigos, ajudaremos! Façam um planejamento de expansão e confiem na Graça Divina, que dará tudo certo! O que não pode é a FSSPX ficar resumida a alguns gatos pingados dispersos em priorados situados em São Paulo e no Rio de Janeiro como se o Brasil se resumisse a apenas estas cidades!

    A FSSPX tem mais de 500 sacerdotes e ordena dezenas e dezenas todos os anos, não enviando um sequer para se fixar em Salvador, Sé Primacial da América Portuguesa! Isto é uma omissão que desafia qualquer lógica! Aos Estados Unidos, Canadá e Europa, TUDO, à América Portuguesa, nada (ou quase nada)!

    Diante de tais realidades, peço orações pelos fiéis da Missa Tradicional em Salvador e dispersos pelo Brasil, que tanto anseiam fugir das celebrações protestantizadas que vemos no Novus Ordo e beberem da Sã Doutrina!

    Atenciosamente

    Dionisio

    “In Corde Jesu, Semper”

  12. Gostei do raciocínio pró-FSSPX que favoreceu os outros apostolados. De fato, faz sentido. No entanto, houve uma demanda de fiéis por isso.

    Acho, porém, que não dá para comparar o caso dos EUA ao caso do Brasil, pois são realidades diferentes: o brasileiro não tem uma mentalidade enrustidamente tradicional, para encantar-se e converter-se tão logo conheça uma missa tridentina ou a forma de viver dos católicos tradicionalistas. Daí as assembleias tradicionais brasileiras não serem cheias.

    Vejo, por exemplo, pouquíssimas pessoas nas missas diárias (inclusive festas de preceito) da FSSPX ou do IBP; um pouco mais nas celebrações dominicais do Oratório, São Bento e S. Luzia. Não superam, todavia, a frequência das missas na forma ordinária.

    Geralmente, quem adere a este estilo são intelectuais, que estudam muito e optam por uma liturgia mais centrada ou pessoas que são afeitas a certas características do passado: moda, costumes, gostos, e encontram no catolicismo tradicionalista mais um modo de concretizar seu anacronismo. Por isso se vê nessas igrejas desde gente lendo a Metafísica de Aristóteles a rapazes de terno, gravata e cartola (exageros à parte rs).