O Papa popular.

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Segundo a Prefeitura da Casa Pontifícia, mais de 3,2 milhões de pessoas participaram de eventos com o Papa Francisco no ano de 2015 no Vaticano, sendo quase metade (1,5 milhão) somente no Angelus dominical ao meio dia. No ano da eleição (2013) do Papa argentino, a Santa Sé contabilizou mais de 6,6 milhões de peregrinos – o dobro da cifra apurada neste ano.

Parece que, também no Vaticano, a exemplo do que ocorre na América Latina, na medida em que os pastores “terrenizam” seus discursos para supostamente se tornar mais próximos, o povo busca outros interesses…

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12 Comentários to “O Papa popular.”

  1. As aparições públicas do papa Francisco em dezembro pp cairam de 461000 para menos de 324.000; à hora do Angelus o tombo foi maior: de 390 000 para 150 000, além doutras estatísticas mostrando seguidos decréscimos!
    De igual forma, em números cada vez mais menores, no 3º ano de pontificado em relação ao começo, parecendo que há um fuga de pessoas, pois são inúmeros os sites conservadores (e sedevacantistas) esclarecendo os católicos das mudanças dentro do Vaticano para uma agenda do tipo progressista, diferindo dos moldes anteriores, em que o espiritual prevalecia sobre temas mais voltados para o humanismo.
    Por outro lado, o grande número de católicos, de modo geral mal formado na fé tem sido objeto de cobiça e cooptação das seitas que se aproveitam da agenda à margem do Evangelho que lhes é repassada – a começar da ultra criticada CNBB apoiando comunistas, dando ás seitas aquela força – municiando-as para subverterem multidões + progressistas do Vaticano, parecendo que têm tido êxito nessa empreitada pela desenfreada expansão das seitas, em números maiores que bares e botequins pelas esquinas!
    Isso faria parte da agenda globalista para descristianizar e lançar o povo no relativismo!

  2. O pior não é o número que diminui, mas o fato que ainda menos os que estão ali são de fato Igreja. Ter simpatia para como Papa não têm trazidos pessoas a Deus.

  3. Este é um pontificado vazio do Espírito Santo, um pontificado ocupado apenas em fazer progredir a agenda da Onu na Igreja e no mundo.

  4. Não pode haver a menor dúvida sobre as intenções dos modernistas. O exemplo de várias denominações protestantes é claro: várias já avançaram muito mais do que os católicos, estão muito mais “aggiornadas”, mas longe de atrair mais fiéis estão completamente às moscas. Os luteranos suecos e os anglicanos, por exemplo, aceitam o divórcio, o sacerdócio feminino, a homossexualidade, e no entanto o número de fiéis não pára de dimunuir. Todo mundo sabe disso, é difícil imaginar como os modernistas dentro da Igreja Católica poderiam ignorar um fenômeno tão óbvio. Só se explica se consideramos que o que eles realmente querem é implodir a Igreja, aí tudo faz sentido.

  5. Fenômeno muito natural:

    1- O inverso europeu não é muito convidativo a saídas. Quem já foi, sabe que nesta época do ano o movimento cai no Vaticano;

    2- Logicamente que o número de expectadores cairia com o passar do tempo, pois qualquer novidade tem seu ápice e em seguida volta à normalidade. Observe-se ocorrência semelhante na Tradição, com sua explosão no momento do Summorum Pontificum e hoje.

  6. Onde entra a religião do homem, o homem sai. Nada mais justo.

  7. Por conta do argentinho, até mesmo eu me afastei da Santa Madre Igreja, que se torna muito progressista, para meu gosto!

  8. Não só tu, Marcos. Eu e muita gente que conheço ganhou indiferença para com as coisas da Igreja e se tem afastado, fruto directo deste pontificado. Obrigado, Francisco pela confusão que anda a semear.

  9. Logo logo El Papa mandará, a la “queridíssimo Fidel” (Arns), censurar ou “ajeitar” a estatística fúnebre da sua popularidade.