Foto da semana.

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Roma, 30 de janeiro de 2016: Mais de 2 milhões de pessoas marcham a favor da família na edição deste ano do Family Day.

O evento ocorre diante da ambivalência do bispo de Roma perante uma Itália prestes a aprovar o “casamento gay”: embora tenha sustentando, na última semana, perante a Rota Romana não poder “haver confusão entre a família desejada por Deus e qualquer outros tipos de união”, soou como uma verdadeira reprovação, nos meios eclesiásticos italiano, o cancelamento da audiência que Francisco concederia ao maior “patrocinador” da postura de manifestação pública da Igreja italiana nesse debate, o Cardeal Bagnasco.

Há precedentes: quando a Argentina passava pela mesma provação, ao mesmo tempo em que, privadamente, escrevia uma carta, para o seu próprio perfil, excepcionalmente clara a respeito, publicamente mandava que os católicos que planejavam fazer uma vigília de oração contra o casamento gay fossem para casa.

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21 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Essa foto representa uma passagem do Evangelho que ontem se tornou o cumprimento de uma profecia:

    Quando Jesus desceu da barca e observou aquele enorme ajuntamento de pessoas, sentiu compaixão por elas, porquanto eram como ovelhas sem pastor. ( Marcos 6, 34)

    Os jornais italianos não falam em outra coisa senão a total ausência e o pesado silêncio de Bergoglio no tocante a esse evento. A repercussão teria sido bem maior se todos os Bispos unidos ao Papa tivessem apoiado o povo em sua luta contra esse lei iníqua.
    Mas novamente Judas Iscariotes vendeu Jesus em seus encontros secretos com a elite política. E tem gente que ainda espera que esse “Bispo vestido de branco” consagre a Rússia unido aos Bispos do mundo inteiro!
    Vamos aguardar o que Deus reserva pra essa corja de impostores…muita tragédia ainda vai rolar até que a profecia de Nossa Senhora em Fátima se cumpra em sua plenitude.

    • Sra. Gercione,
      Peço desculpas por uma observação pessoal, mas seu comentários, quase sempre, me parecem cheios de rancor, de agressividade e de irreverência para com a pessoa do Santo Padre, a quem devemos sempre respeito pela função que exerce na Igreja. Além da linguagem ofensiva em relação ao clero, a quem a senhora não poupa os insultos mais pesados, qualificando-o como uma corja de impostores e sodomitas. Isto não me parece um verdadeiro zelo pela tradição ou um sincero amor à Igreja, pois “a sabedoria que vem do alto é, antes de tudo, pura, depois pacífica, indulgente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos (…); um fruto de justiça é semeado pacificamente para aqueles que promovem a paz” (Tg 3,17-18). Desejo-lhe toda paz e bem no Senhor!

  2. Parabéns aos italianos pela coragem de fazer o que é certo, a despeito da falta de apoio do Papa Francisco!

  3. Nenhuma linha no L´Osservatore Romano. Que vergonha! Que descaramento! Quem é que diz que gosta cheiro das ovelhas? Ou será de bode? Pobre Pontífice Francisco querendo tapar o Sol com a sua peneirinha rasgada. Acho que os católicos nem notaram que PF ficou no flat Santa Marta varrendo o quarto e sonhando com o grande arco-iris da natureza carcomida.

  4. “quando a Argentina passava pela mesma provação, ao mesmo tempo em que, privadamente, escrevia uma carta, para o seu próprio perfil, excepcionalmente clara a respeito, publicamente mandava que os católicos que planejavam fazer uma vigília de oração contra o casamento gay fossem para casa.”

    Podemos confiar nesse Pontificado trágico???
    Se a Itália aprovar o amancebamento sodomita, aí é capaz dele falar algumas coisinhas como “não pode haver confusão entre a família desejada por Deus e qualquer outros tipos de união”…

    Ah Bispo de Roma Francisco… que trágico ficará na história da Igreja o dia 13 de março de 2013…

    DEUS NOS DEFENDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Avanti Italia!!!

  6. O Papa estaria sendo acuado? Pois pela carta que escreveu e pela postura ele dá a entender que não devemos expressar opinião contra o desvio na sociedade. Muito estranho…

  7. Meus caros irmãos em Cristo, paz e bem!

    Pelo amor de Deus, vamos parar de julgar (ou melhor, condenar) o papa Francisco. Quem somos nós para julgá-lo? Pior, condená-lo!

    Explico: quem não garante que, no momento da passeata, o papa Francisco estava recolhido orando e jejuando a Deus pelo sucesso da caminhada? Somente Deus, que é Onipresente e Onisciente, poderia esclarecer tais fatos. O resto é especulação, intriga, difamação, injúria, boato, fofoca…

    Muitos “católicos” são piores que o Sinédrio (juízes judeus) que julgou e condenou Jesus.

    Não estou desmerecendo a bela passeata, digna de festa no Céu. Mas lembre-se de que: “somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lucas 17:10).

    Deus escreve certo, por linhas tortas. Senão, vejamos:

    Santa Teresinha do Menino Jesus (a Teresa de Lisieux – França), sem ter JAMAIS saído de seu Carmelo, é Padroeira Universal das Missões, ao lado de S. Francisco Xavier.

    Por fim, não custa nada recordar o ensinamento de Jesus sobre julgamentos precipitados:

    “Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?” (Mateus 7, 1-5).

    Santíssima Trindade, não nos puna na mesma proporção de nossas faltas!

    • Prezado Renato,

      Se a vocação e função de PF fosse a de monge cartuxo, tudo bem. Figuras públicas, no entanto, devem, por dever de ofício, assumir posturas públicas, claras e inequívocas sobre aquilo concerne a seu ofício. Não fazê-lo tem nome: chama-se negligência. E a negligência, por definição, verifica-se sempre que alguém tem o dever de fazer algo e as condições de fazê-lo e não o faz. Ora, um dos deveres dos ministros ordenados é confirmar seus irmãos na fé. Que dizer então de alguém sentado gostosamente na Sé de Pedro. Além disso, mesmo um anfitrião contrariado deve dar as caras quando a caridade o exigir. Chama-se cortesia, urbanidade, atenção à sensibilidade e à necessidade alheias. “Ternura”. Acolhimento. De resto, PF, sempre tão pronto a gravar mensagens para toda a sorte de conventículos e eventos grotescos e/ou inexpressivos, para não dizer escandalosos e heréticos, devia ter se mexido. Faça-me o favor, não dá pra morar na Lua.

    • Renato,
      diante das injustiças dos fariseus que não instruíam o povo corretamente na Lei de Moisés, você condenaria Jesus por te-los chamado de “raça de víboras” ou “filhos do demônio”? Você exortaria Nosso Senhor a se calar e a ficar recolhido no alto do monte rezando o tempo todo?
      Diante de São Paulo que testemunhou a atitude hipócrita de São Pedro (1º Papa), você o exortaria a se calar também?

  8. Lutero em “Carta a câmara de Danzig”, defendia, conforme diz fonte luterana:

    “…Lutero escreve exortando a câmara de Danzig para que não governe segundo a lei de Moisés, e muito menos segundo o Evangelho. E em relação a isso escreve um anexo que segue o resumo abaixo.
    Folha anexa.
    Lutero escreve que nós gentios, devemos obedecer as normas de direito local, pois a lei de Moisés está morta. Também não se deve governar pelo Evangelho, pois é lei espiritual, segundo a qual não se pode governar, mas cada qual precisa posicionar-se perante o mesmo, cumpra-o ou não. Nem se pode e nem se deve forçar ninguém a isso, pois não se pode obrigar ninguém a fé, neste ponto não é a espada, mas o Espírito de Deus que precisa ensinar e governar. Por isso é necessário separar o regime evangélico do regime secular, para não confundi-los”.Governo Cristão? Será uma boa idéia? http://mensagemluterana.blogspot.com.br/2009/08/governo-cristao-sera-uma-boa-ideia.html

    Não é mais ou menos isso que está por detrás deste posicionamento do Papa e da hierarquia (e da própria laicidade)?

    Se eu não estiver errado, e for isso mesmo, conseguimos entender melhor a simpatia que eles nutrem pelos luteranos e por que vão comemorar os 500 anos da reforma.

    Por fim, vale a pena reler o texto de D. Rífan “O bebê, a água e o vinho”, onde destaco os seguinte trecho:

    “Assim, quem quer que defenda partidos ou grupos que pregam a revolução social, a luta de classes, o igualitarismo total, a negação do direito de propriedade e a ideologia de gênero, não me representa nem pode falar em meu nome nem em nome da Igreja.

    Ademais, conforme ensina a Igreja, como Bispo, quero ter sempre uma “prudente solicitude pelo bem comum” (Laborem exercens, 20), “não estou ligado a qualquer sistema político determinado” (Gaudium et Spes, 76), não me intrometo no trabalho político, “por este não ser competência imediata da Igreja”, “nem me identifico com os interesses de partido algum”, ensinando, porém, os grandes critérios e os valores irrevogáveis, orientando as consciências e oferecendo uma opção de vida que vai além do âmbito político” (Bento XVI, Aparecida, 13-5-2007, Disc. Inaug. do CELAM).

    Defendo a mesma posição do Catecismo da Igreja Católica quando diz: “Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos” (n. 2442).

    Compartilho também com a posição do Papa Bento XVI, hoje emérito, quando ensinou que “a Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende de modo algum imiscuir-se na política dos Estados, mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo…” (Caritas in Veritate, 9).” https://fratresinunum.com/2015/05/07/dom-rifan-sobre-os-recentes-ataques-a-cnbb/

    Precisa dizer mais alguma coisa?

  9. Estas atitudes do papa fazem me lembrar a promessa de Cristo “Se estes (seus discípulos) se calarem, clamarão as pedras!” (Lc 19,40). As pedras aqui é a natureza. As pedras falam quando ouvimos falar de terramotos, pestes, secas e inundações e o seu clamor é tão grande que provocam um sofrimento nas almas de tal modo forte, que as almas dos bons se elevarão a Deus e se arrependerão da sua vida de pecado. Não nos devemos admirar que a natureza de revolte contra o homem nestes tempos de traição, Deus é Pai e não se submete a traidores, e se os seus escolhidos não fazem o que lhes compete, Deus o fará e não se perderá uma alma de entre os escolhidos. Se o homem, como as crianças não quer fazer as coisas a bem fará a mal.

  10. …*”Não seria supérfluo lembrar aos meus irmãos no episcopado de uma afirmação feita por uma loja maçônica italiana a partir por volta do ano de 1820: “Nosso trabalho é um trabalho de uma centena de anos. Deixemos de lado as pessoas mais velhas e vamos nos concentrar na juventude. Os seminaristas se tornarão sacerdotes com as nossas ideias liberais. Não devemos nos lisonjear com falsas esperanças. Nós não vamos conseguir fazer um Papa franco-maçom. No entanto, bispos liberais, que irão trabalhar na comitiva papal, irão propor a ele, na tarefa de governar a Igreja, pensamentos e idéias que são vantajosas para nós e para o Papa irá implementá-las na prática”…
    Não é o que com que nos deparamos hoje vindo até do Vaticano dos Kaspers & Ass., apesar de varios da Alta Hierarquia oponentes a esses, como D Burke e mais antipoliticamente corretos, avessos ás hostes modernistas?
    * ** *** D Jan Pawel Lenga.

  11. O Santo Padre não pode ir à manifestação pró-família porque está ocupado demais com os preparativos para sua viagem à Suécia em outubro…

  12. A ordem não é “uma igreja em saída”. Mas o Papa Bergoglio não saiu. Nem para dar uma benção aos “em saída” da manifestação.

    Claro, o problema desde desvio lastreado na sociedade de hoje é bem mais complexo. Reclama-se um documento bem mais elaborado e objetivo sobre o tema por parte da Santa Sé. Desde as razões de Deus, da Igreja Dele, do homem em si. Afinal não é contra a dignidade humana o que estas pessoas fazem entre si? Qual é o afeto que existe em maltratar a pessoa do outro nestes desvios pervertidos?

    E é outra coisa muito diferente de sair da Casa de Santa Marta para dar uma benção a uma caravana de motociclistas.

  13. Era para o Papa está a frente do movimento….mas infelizmente ele se acovarda diante de uma situação dessas….Miserere Nobis Domini!

  14. Caro Luis… um texto fora de seu contexto não passa de um pretexto! Ora, lendo certa vez Mística Cidade de Deus me deparei com uma passagem em que satanás vem até Nossa Senhora com palavras “pacíficas, indulgentes, conciliadoras, cheio de elogios”, mas ela por ser a Imaculada Conceição, ou seja; por não ter nenhuma mácula do pecado original, era imune ao orgulho e à vaidade que ele tentava nela provocar e assim o demônio se afastou da Virgem Santíssima porque viu que ali ele nada podia tentar.
    Então aprenda uma coisa, palavras aparentemente pacíficas, indulgentes, conciliadoras, cheias de misericórdia tanto podem vir da Sabedoria que vem do alto que é Deus, como podem ser imitadas e repetidas pelo Pai da Mentira com fins bem específicos. Sim meu caro, existem várias situações em que a “compaixão e a misericórdia” são satânicas.
    Santo Afonso de Ligório nos dá um exemplo claro desse ardil do demônio:

    “De dois modos o demônio engana os homens e arrasta muitos consigo ao inferno. Depois do pecado arrasta-os ao desespero, por meio da justiça divina; e antes do pecado excita-os a cometê-lo pela esperança da divina misericórdia”.

    Outra passagem bem conhecida é aquela de Mateus 16, 21 em que Jesus começou a dizer aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principes dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.
    E Pedro, puxando-o à parte, cheio de preocupação pelo Mestre começou a retrucá-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo algum te acontecerá isso.
    Jesus, porém, voltando-se, disse a Pedro: Afasta-se de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.

    Mas por que Jesus chama Pedro de “Satanás”? Pedro não foi motivado por uma sensível preocupação misericordiosa por Jesus? Pedro agiu exatamente como agimos quando alguém por exemplo diz que tem câncer! A gente logo pula na frente e diz que o doente vai se sair dessa, que vai dar tudo certo, que ele vai ficar bom…etc.
    Só que no caso específico de Pedro, ele estava repetindo exatamente o que Satanás queria. O inimigo da Redenção trabalhou nos pensamentos de Pedro, imperceptivelmente, manipulando este bom impulso até que aquilo que saiu da boca de Pedro era exatamente o que Satanás queria que ele dissesse. Pedro sem dúvida sentiu compaixão por Jesus; mas esta compaixão era satânica. Não partiu de um ponto inicial que era a vontade de Deus e nem permaneceu nisto.
    Compaixão é um sentimento humano louvável quando é moldado e direcionado pela Vontade de Deus que é a salvação de todos os homens. Mas, nessa passagem específica do Evangelho, Pedro não apresenta algo assim, ele nos mostra que a misericórdia num contexto errado pode ter fins que não levam a Deus. Será que não aprendemos nada com esse exemplo de Pedro?
    Porque a história se repete com Bergoglio e esse clero apóstata. Basta pensar em outras questões atuais onde os valores satânicos se disfarçam debaixo de uma máscara de compaixão e misericórdia.
    “Se uma pessoa é sodomita mas tem um bom coração, quem sou eu para julgá-la”? Soa como um verdadeiro ato de misericórdia, dizer ao pecador que está a um passo do inferno que basta ter um “bom coração” que ninguém poderá julgá-lo…nem mesmo o vigário de Cristo! O paradoxo é que o Vigário de Cristo, por ser muito misericordioso não pode julgar o sodomita, mas usando como desculpa a mesma misericórdia, pode separar o que Deus uniu mediante processos rápidos de anulação de casamento!!
    Mas esta é a misericórdia do Inferno. Esta é a compaixão que ignora a Cruz, com suas igualmente grandes ameças de julgamento e promessas de redenção, resgate e liberdade. Dizer às almas sofrendo com alguma paixão vil, seja homossexualismo adultério, roubo, ou assassinato, que elas não tem nenhuma esperança de libertação, que sua única esperança é redefinir-se e abraçar o pecado, não é compaixão, afinal.
    E é isso que esse clero apóstata e carreirista tem feito após a subida de Bergoglio ao solio pontifício.
    Num contexto de heresia, mentira e ataques à fé, que é a única coisa que pode nos salvar, nenhum santo ou apologeta usou “palavras pacíficas, indulgentes, conciliadoras, cheias de misericórdia” para com os empregados de Satanás. Muito pelo contrário, chamaram o lobo de lobo e soaram o alarme para que as ovelhas não o seguissem!
    Dito isso, muito me admira o fato de que diante de um escândalo dessa proporção que é um Pontífice da Igreja boicotando uma manifestação de Católicos em defesa de um dos Sacramentos da Fé Católica, proibindo Bispos de correr em defesa dessa massa de ovelhas sem pastor e até negando o sacramento da Missa a esses fiéis, você tenha a pachorra de vir aqui falar do tom que eu uso pra me referir a esses impostores! Soa como o estuprador reclamando que a vítima gritou palavras cheias de rancor, de agressividade e de irreverência enquanto era violentada em sua integridade física e moral!
    E são impostores sim!! Porque é disso que fala o Catecismo da Igreja Católica no seu número 675:

    “Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra desvendará o ‘mistério da iniquidade’ sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da verdade””. (CIC, 675).

    Mas graças ao coração misericordioso de Deus para com aqueles que O temem e guardam a fé, estamos tendo a oportunidade de perceber antecipadamente os ardis desses pervertidos a fim de que ninguém caia nessa impostura, da qual nos fala o Catecismo da Igreja Católica.
    Lembre-se que a Igreja não se resume ao Papa e aos bispos. Eles são parte da hierarquia, ou seja, aqueles que nos governam, mas o corpo da Igreja somos nós e nosso primeiro dever é obedecer a Deus e não aos homens que agora negam Deus e seus mandamentos abertamente, enquanto promovem essa impostura religiosa.

    • Sra.Gercione,

      Não é meu interesse (e nem tenho tempo) criar polêmicas. Entretanto, não concordo com a senhora. Primeiramente, o Papa Francisco não é de maneira alguma conivente com o pecado ou com o inimigo maligno; ao contrário, ele fala abertamente contra a corrupção e o espírito mundano que pode desvirtuar até mesmo os ministros sagrados. Nenhum dos papas recentes falou de maneira tal clara, incisiva e insistente contra o demônio e sua ação real no mundo. Em segundo lugar, o Papa não é um relativista em matéria de moral, mas afirma que o pecador (entre estes também os homossexuais) são chamados à conversão, recebem a misericórdia divina (que é sempre um dom gratuito) e merecem o respeito de todos. Como bem sabemos, Jesus sempre condenou o pecado, mas amou o pecador. Em terceiro lugar, em certas situações, o silêncio nem sempre é omissão ou conivência com alguma opinião. Ao contrário, em situações de polarização política, como a atual na Europa e na Itália em particular, o discurso da Igreja pode ser manipulado tanto pela esquerda quanto pela direita. Não sei se a estratégia do Santo Padre está correta, mas sua intenção é a de preservar a Igreja desta manipulação política, a fim de não comprometer nem o anúncio do Evangelho nem a autoridade moral da Igreja. Aliás, podemos pensar até em um precedente histórico, quando o Papa Pio XII calou-se em relação ao Nazismo, não por covardia ou por interesses ideológicos, mas tão somente para efetivamente salvar a vida de milhares de judeus e de cristãos. Em última lugar, acho uma verdadeira blasfêmia usar o nome da Virgem Maria para ultrajar o Santo Padre. Não penso que esta seja a mensagem da Mãe de Deus para seus filhos, mas é antes um convite à conversão, à penitência e a oração, no amor à Igreja e ao Sucessor de Pedro. Paz!

  15. Eu não compreendo a raiva de alguns com o que fala a senhora Gercione Lima, pois o que ela fala é a mais pura verdade.
    Tanto é verdade que eu cito como exemplo(fora o que está na matéria) , o silencio do Papa, do seu pontificado, e de várias pessoas do clero sobre os desmandos da esquerda da américa latina e na américa norte(cito essas duas pois ele veio daqui, contudo nós temos a esquerda no mundo todo financiada atreves da nova ordem mundial).Isso para mim é um os maiores escândalos, essa omissão Papal sobre esse assunto, tanto que já tivemos vários pedidos de socorro do qual ele não atendeu(exemplo: pedido de ajuda do Bispo da Venezuela).E ele se se omite pois de acordo com os próprias atitudes dele ele concorda com todas as ações da esquerda latino-americana e norte americana.

  16. Esta é uma indignação santa. Da senhora Gercione, como outrora Moisés ao descer do monte. Todos nós católicos, gostaríamos de dizer algo parecido. Eu por prudência ou covardia. Não costume falar desta maneira tão clara. Mas a verdade é essa mesma. Podemos inventar mil maneira de defender o erro. Dizendo que ele estava rezando, estava muito ocupado na hora, não estava sabendo desta manifestação pacífica… Como alguém que comete um adultério. Começa tentar justificar o seu erro; dizendo que uma mulher que o tentou, ele não queria cair, que as modas são muito provocantes… Tudo isso é desculpa “esfarrapada” para cobrir o erro. Quem somo nós para julgar o Papa? Nós temos que ter misericórdia com o pecador! Gente! Vamos largar de ser bobos. Vamos ser honestos nos nossos palavreados. Não vamos enganar o nosso povo, que já vivem tão enganado com tudo. Pelo menos nós católicos, devemos ser sinceros nas nossa palavras. Será que tem alguém ainda “inocente” para dizer: O Papa coitado! Ele está fazendo isto por misericórdia…Por caridade… Uma coisa é julgar; outra é ver. Será que ele não ouve o grito de milhões de católicos no mundo inteiro pedindo socorro em favor das almas afritas. Sem um rumo a tomar, nestes tempos de tantos perigos para a nossa salvação? Os modernistas enche o peito para falar de misericórdia, perdão, benevolência… Mas nunca fala de conversão, mudança de vida, arrependimento sincero, confissão, de vida nova na graça de Deus. Vamos viver o conselho do nosso Pai de misericórdia: “Vai e não peques mais”. Isto que é misericórdia: Mudança de vida. Não este palavreado mole, ambíguo, mentiroso…
    Joelson Ribeiro Ramos.

    • concordo, a misericórdia de Deus é acionada pelo pecador arrependido de todos os seus pecados, de tal sorte que se lhe segue uma prontidão para mudança total de vida com consequente atos de penitência!