Pe. Zezinho & Pe. Joãozinho. A diminuta dupla diminutiva e sua “fuga em ré menor”.

Editorial de FratresInUnum.com

Nunca entendemos porque esses dois gostam tanto de diminutivos… Aliás, tão pueris e impróprios para sua idade e condição.

Em todo caso, nas últimas semanas os dois andaram meio atacados; ou melhor, atacando os outros…

Com todo aquele ar de superioridade que os caracteriza – adoram passar “pitos” em todo mundo! –, erigiram-se acima e no centro e decidem quem está à direita e quem à esquerda. Este, a propósito, é um modus operandi muito usual de Pe. José Fernandes (ou Zezinho), que em suas músicas ou quadros na TV sempre se pôs a dar liçõezinhas de “moral” em todo mundo, a criticar a falta de ética na política, de tolerância, de ecumenismo, a etiquetar os outros de radical, enquanto ele desfila como um monumento da infalibilidade moral.

Até aqui, nenhuma novidade.

Porém, nos últimos dias, os dois começaram a disparar contra o clero “conservador”, termo cujo significado desconhecem por completo, a invocar a “inerrância” da teologia da libertação, a louvar histericamente a CNBB, chamando em causa o próprio Papa Francisco.

Tudo começou há algumas semanas, quando, repentinamente, Pe. Zezinho começou a atacar o que ele chamou de OS NOVOS MONTANISTAS.

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Comportando-se como um caça-fantasmas, cita sem citar, manda indiretas. Ele é um padre, não uma futriqueira de sacristia, como essas que o Papa Francisco vive corrigindo. A propósito, num discurso improvisado a religiosos – Pe. Zezinho é religioso, não?! –, o Papa que ele diz tanto amar soltou essa:

“Escutem bem: não às fofocas, ao terrorismo das fofocas. Porque quem fofoca é um terrorista. É um terrorista dentro da própria comunidade, porque atira a palavra como uma bomba contra este, contra aquele, e depois vai embora tranquilo. Destrói! Quem faz isso destrói, como uma bomba, e ele se afasta. Se lhe dá vontade de dizer qualquer coisa contra um irmão ou irmã, de jogar uma bomba de fofoca, morda a língua! Forte! Terrorismo na comunidade, não! ‘Mas, Padre, e se tiver alguma coisa, um defeito, algo a se corrigir?’. Diga à pessoa: você tem essa atitude que me faz mal, ou não está bem. As fofocas não ajudam!” (Discurso, 1/02/2016).

Mas isso é o de menos! Aliás, se fosse para rebater essas maledicências indiretas, nem nos ocuparíamos em escrever a respeito.

O problema é uma das frases do texto, quando ele diz que “escolheram como alvo a Teologia da Libertação que faz tempo que se libertou da pecha de pro-marxista”… Como? Não, isso não dá!

E é justamente aqui que sua fala se alinha com uma interessante intervenção do Pe. Joãozinho em um encontro, ocorrido no fim de janeiro passado, em Aparecida, SP, em que afirmou:

(…) Aí alguém vai dizer: peraí, eu já peguei esse livro do Gustavo Gutierrez aqui ó: e ele é marxista! Hoje tem o marxismo cultural. Claro que ele é marxista!, porque ele tava falando pra marxistas. No periodo dele ele tava falando pra guerrilheiros, com o Camilo Torres, mas ele mudou… o… sotaque quando mudou o interlocutor. Então tem uma segunda edição, 1800… 1989, que muita gente não lê, né. Tem, é, tá publicada no brasil pela edições Loyola, e tem, um livro do atual prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Gerrard Muler, sobre isso: “Ao lado dos pobres”, eu preferia até, ao lado do pobre, solidário com o pobre que é Jesus, né?

Mas a dupla, sempre tão alinhada, agora parece se contradizer: a TL se “libertou da pecha de pro-marxista” ou houve apenas uma “mudança de sotaque”?

É óbvio que isso não começou hoje. Hibridizar RCC e TL é uma das metas mais antigas de Pe. Joãozinho. Ele e Pe. Zezinho formam, entre os desafortunados dehonianos, prodígios como Fabio de Melo, religioso que depois renunciou aos votos, entre eles o de pobreza, e se fez diocesano. Seria porque optou pelo cachê?

Aliás, a tese de doutorado de Pe. Joãozinho em teologia sistemática é propriamente sobre o conceito de salvação em Gustavo Gutiérrez.

No trecho acima, ele faz o seguinte raciocínio: Gustavo Gutiérrez não é marxista, mas ele é marxista para conversar com marxistas!!! –Que lógica, hein?!

Segundo Pe. Joãozinho, a TL não é marxista, nunca foi, nunca será. É apenas uma concretização da tal “opção pelos pobres”. Ele apela para a nova edição do livro de Gutiérrez, para o Cardeal Müller da Congregação para a Doutrina da Fé (que segundo o Arcebispo de Lima, terra de Gutierrez, é um “bom alemão, bom teólogo, um pouco ingênuo”), como se mil argumentos de autoridade pudessem mudar fatos, ou melhor, documentos publicados.

Pe. Joãozinho reclama muito de “generalidades”, mas a sua palestra foi um caleidoscópio de generalizações, citações de orelha, escassíssima documentação, em suma, uma vergonha acadêmica, diante da qual, invocar três doutorados de pouco serve!, embora essa gente ame os argumentos de autoridade, ainda mais quando a autoridade é a sua. Sabem aquelas pessoas que desfiam palavras difíceis como se aquilo provasse ciência?… Tipo assim!

A este respeito, enxertamos aqui o trecho de um artigo que publicamos há alguns meses, cuja leitura nos parece tremendamente necessária. Nele, utilizou-se a edição de 1996 do livro de Gustavo Gutiérrez, justamente essa com “novo sotaque”, levantada como troféu por Joãozinho em sua “conferência”!

* * *

Engana-se quem imagina que a TL seja uma corrente teológica inspirada no marxismo.

A TL é uma metodologia destinada a transformar a Igreja numa organização integralmente marxista. Para entendê-lo melhor, valhamo-nos da reflexão do fundador da TL, o Padre Gustavo Gutiérrez.

Em seu livro “Teologia da Libertação” (Loyola, São Paulo: 2000, conforme a 9ª. edição original de 1996), Gutiérrez afirma que a história da teologia poderia ser dividida em três fases: no primeiro milênio, a teologia era uma reflexão sapiencial; no segundo milênio, uma reflexão racional; e agora, no terceiro milênio, seria uma “reflexão crítica sobre a práxis, uma teologia crítica” (cf. pp. 61-71).

Ele assume que “entre os antecedentes desta teologia estão o pensamento marxista centrado na práxis, dirigido para a transformação do mundo, cuja gravitação se acentuou no clima cultural dos últimos tempos, e constitui-se em marco formal de todo o pensamento filosófico de hoje, não superável” (pg. 65).

Ademais, admite que todos esses fatores “levaram igualmente à redescoberta ou à explicitação da função da teologia como reflexão crítica”, explicando que, “reflexão crítica” significa que “a teologia deve ser um pensamento crítico de si mesmo, de seus próprios fundamentos[…] Referimo-nos também a uma atitude lúcida e crítica com relação aos condicionamentos econômicos e socioculturais da vida e reflexão da comunidade cristã […] A reflexão teológica seria então, necessariamente, uma crítica da sociedade e da Igreja…, indissoluvelmente unida à práxis histórica” (pp. 67-68).

Gutiérrez não titubeia, e afirma que “se, porém, parte a teologia dessa leitura e contribui para descobrir a significação dos acontecimentos históricos, é para fazer que seja mais radical e lúcido o compromisso libertador dos cristãos. Só o exercício da função profética, assim entendida, fará do teólogo o que, usando a expressão de A. Gramsci, pode chamar-se um novo tipo de ‘intelectual orgânico’” (pp. 70-71).

“Estamos, pois”, conclui Gutierrez, “diante de uma hermenêutica política do Evangelho” (p. 71), que não se limita apenas a justapor-se a toda a tradição, mas “leva necessariamente a uma redefinição” daqueles dois modelos anteriores, de modo que “sabedoria e saber racional terão, daí em diante, mais explicitamente, como ponto de partida e como contexto, a práxis histórica” (p. 72). Portanto, o que “a teologia da libertação nos propõe não é tanto um novo tema para a reflexão quanto um novo modo de fazer teologia” (pp. 72-73).

* * *

Não precisamos sequer citar, por exemplo, o clamoroso artigo de Leonardo Boff no “Jornal do Brasil”, em 6 de abril de 1986, em que ele escreve, explicitamente: “O que propomos não é Teologia dentro do marxismo, mas marxismo (materialismo histórico) dentro da Teologia”; bastaria citar a própria Instrução Libertatis Nuntius da Congregação para a Doutrina da Fé, de 6 de agosto de 1984, portanto, anterior ao artigo de Boff e em meio à efervescência da “teologia da libertação”, em que a Santa Sé quer “chamar a atenção dos pastores, dos teólogos e de todos os fiéis, para os desvios e perigos de desvio, prejudiciais à fé e à vida cristã, inerentes a certas formas da teologia da libertação que usam, de maneira insuficientemente crítica, conceitos assumidos de diversas correntes do pensamento marxista” (Introdução).

Fazendo-se de surdos, os “teólogos” da libertação camuflaram-se na estrutura da Igreja e, mediante a revolução cultural, foram chegando ao resultado que queriam: a consolidação de um partido político (PT) a partir do laicato católico, partido em favor do qual militam até hoje membros da hierarquia; e, para atingirem este fim, usar a Igreja como mídia de seus “valores”, apresentados como “valores do Reino”.

As musiquinhas esquerdistas de Zé Vicente e Pe. Zezinho serviram exatamente para isso. É difícil, por exemplo, imaginar que a “música” do Pe. Zezinho intitulada “Trabalhadores”, não faça uma imediata evocação ao “Partidos dos Trabalhadores”.

Silenciados e corrigidos pela Congregação para a Doutrina da Fé, os teólogos da libertação encontram agora a última, já que estão todos à beira do túmulo, oportunidade para sair do armário, e o fazem alegando uma suposta humilde aceitação da correção: a libertação de “pecha de pro-marxismo”, como disse pe. Zezinho,  mas, que — por lapso?! — Pe. Joãozinho confessou como uma mera “mudança de sotaque”…

Não há nada de novo na história: uma vez condenadas pela Igreja, as grandes heresias se travestiam de humildade para, supostamente “corrigidas”, apresentarem-se com uma roupagem menos escandalosa. Assim foi com o neo-arianismo, o neo-pelagianismo e, mais recentemente, o neo-modernismo.

Além disso, Pe. Zezinho esperneia para defender os bispos, dizendo que NUNCA!, nunca conheceu um, hum, 1, unzinho, one, bispo marxista…

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Como assim? Ele supõe que o que faz um bispo ou um padre ser marxista é auto-declarar-se marxista?

Pe. Zezinho, mas o senhor não se declara marxista, nem modernista, nem cantor cafona e brega que chegou ao seu auge enquanto o catolicismo no Brasil chegava ao fundo do poço… no entanto, o é com muita propriedade! Quase um Valdik Soriano sem rayban, sem chapéu e, óbvio, sem batina,  cantando “trabalhadores, trabalhadoras”…

Alega que querem atacar o Papa Bergoglio, mas, não tendo coragem, acabam por atacar a CNBB, querendo separá-la do mesmo Papa… Mas que lógica a dessa turma! Se são contra o Papa e contra a CNBB, por que separá-los?

Parece que Pe. Zezinho lê apenas os seus próprios textos. Será que ele não percebe o tremendo mal-estar do povo católico com as “inovações” de Francisco? Foram mais de 800 mil de assinaturas contra as aclamadas “inovações” do Sínodo da Família!! Será que não lê as inúmeras críticas que Francisco recebe, inclusive por membros da alta hierarquia, mesmo cardeais!, que em tons mais ou menos polidos manifestam sua perplexidade diante de suas declarações ambíguas?

Critica-se o que é criticável em Papa Francisco. Ele mesmo se critica, em diversas de suas entrevistas, e não parece preocupar-se muito com isso. Até telefonou para o falecido Mario Palmaro, jornalista extremamente ácido em relação a Bergoglio, para agradecer-lhe e dizer que aceitou as críticas porque “foram feitas com amor”. Cadê seu amor, Pe. Zezinho?

Agora, haja paciência!, dizer que se começou a criticar a CNBB apenas após a eleição de Papa Francisco é uma inverdade grotesca!

Há muito se critica o “marxismo camuflado” (e em não poucas vezes escrachado) na CNBB, praticamente desde sua fundação! Portanto, não é nenhuma novidade da era Francisco. Ainda em 2009, Bento XVI alertava os bispos:

“Vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas sequelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida” (Discurso aos bispos dos Regionais Sul 3 e Sul 4, 5 de dezembro de 2009 – negrito nosso).

É, pelo jeito Bento XVI foi impreciso e estava desatualizado — coitado, não consultou Joãozinho e Zezinho –, pois no discurso acima não fez nenhuma distinção entre a boa e má TL…

Num outro post, Pe. Zezinho ainda começou a ofender os opositores da teologia da libertação, conferindo-lhes a alcunha de “gurus” e “gurís”. Mais uma de suas arrogantes “lições” de “humildade”.

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Contudo, é forçoso reconhecer, aqui, que Pe. José (ou Zezinho) tem muita razão!!! De fato, temos muitos guris, coisa que a turminha da TL cada vez mais desconhece. É… O trem das CEBs está cada dia mais senil e caduco!!!

Lembram daquela fotografia maravilhosa feita num congresso de gurus – sim, gurus! – da TL?… Realmente, estavam faltando guris.

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O próprio Leonardo Boff reconheceu que não havia uma renovação nos “pensadores” da TL! Sabem o porquê?

A máfia “libertadora” sempre desprezou o magistério papal, hostilizou os papas, os desobedeceu cinicamente… Agora, fingem obediência a Francisco, mas apenas continuam fazendo o que lhes convém, mesmo quando isso coincide com aquilo que ele ensina.

Por isso, incorreram no castigo de Micol, mulher de Davi, que caçoou dele, enquanto entrava celebrando ante a Arca da Aliança.

“Voltando Davi para abençoar a família, Micol, filha de Saul, veio-lhe ao encontro e disse-lhe: Como se distinguiu hoje o rei de Israel, dando-se em espetáculo às servas de seus servos, e descobrindo-se sem pudor, como qualquer um do povo! Foi diante do Senhor que dancei, replicou Davi; diante do Senhor que me escolheu e me preferiu a teu pai e a toda a tua família, para fazer-me o chefe de seu povo de Israel. Foi diante do Senhor que dancei. E me abaixarei ainda mais, e me aviltarei aos teus olhos, mas serei honrado pelas escravas de que falaste. E Micol, filha de Saul, não teve mais filhos até o dia de sua morte” (2Sm 6,20-23).

A “Teologia da Libertação” é estéril. Só produz morte! Ninguém mais se interessará dela. Os jovens, hoje, querem a Tradição, querem a Fé, querem Deus!

Podem esconder-se atrás do Papa ou atrás de quem quiserem, mas isso não os fará mais atrativos. Essas demagogias impressionam apenas aqueles que sempre sonharam com elas, os revoltados de ontem, os adolescentes que nunca cresceram.

O futuro está com a Tradição! E isso não é questão de moda, da tal da “lei do pêndulo”, mas, sim, de profundidade, de verdade. Eles conhecem apenas a conveniência, o discurso gasto das décadas de 60 e 70.

Francamente, pensamos muito se deveríamos ou não fazer este comentário e, consequentemente, dar audiência a esses dois… Mas, diante de falsificações como estas da TL não poderíamos emudecer.

A sincera impressão que temos de tudo isso é que a dupla diminutiva está inconformada mesmo é com sua falta de sucesso. Aliás, seu número de likes nas mídias é irrisório – ainda bem, pra eles, que não existe a opção dislike.

Relegados ao mundo brega da catholic music, não suportam mais o vazio de auditório. Zezinho, com sua voz rouca; Joãozinho, com sua voz fanha e fina, poderiam tentar ainda fazer uma dupla. Quem sabe aproveitar a oportunidade da saída da Joelma e se juntarem ambos ao Chimbinha. Contudo, diante da falta de talento, resta-lhes mesmo é fazer isso que fizeram: uma bela fuga, na marcha ré, pra trás do papa, digamos, uma “fuga em ré menor”.

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47 Comentários to “Pe. Zezinho & Pe. Joãozinho. A diminuta dupla diminutiva e sua “fuga em ré menor”.”

  1. Soltam as frangas e depois que todos gritam que o galinheiro está solto, aí, é só fofoca! Frangas defendem frangas. Trento disse que a carne e o mundo são tão inimigos quanto o demônio. O Vaticano 2 disse que ama o mundo e trata a carne como natural. Deus foi inteligente porque dobrou na carne a prova e declarou “a carne para nada serve, pois é o espírito que dá a vida” e “o céu está reservado para aqueles que fazem violência contra si mesmos”. Bem diferente de Francisco que diz que no final Deus vai colocar todo mundo no céu. Sobre a Libertação, também ela não escapa do Evangelho, porque Cristo é a plenitude de todos os tempos. Judas, dando uma de autor do pauperismo, recusa um bálsamo ao Senhor e diz que é mais justo gastar com os pobres, enquanto ele mesmo roubava a sacola do Senhor. Podem ver se aqui estão tantos libertários que nos mandam recolher os mendigos mas nunca lá estão conosco mas sentados nas suas camionetas de luxo. Santo Tomás de Aquino ensina que há 2 (dois) tipos de avareza: avareza do rico que se agarra apenas ao que tem ou pode ter e avareza do pobre que mesmo sem ter nada se agarra apenas ao que poderia ter ou à revolta de não ter como os outros têm. Podem ver com isso onde está a Libertação. “Pobres sempre haverá, agora, o Senhor por pouco tempo verão consigo”. O Pobre que Deus quer é aquele que O imita como São Francisco de Assis que, tendo tudo de material, recusou para ter apenas o que é espiritual ou sobrenatural. Não felicidade neste mundo ou amor a este mundo, mas a superação do ter pelo ser. São Francisco de Assis quando soube que Nosso Senhor tinha pedra como travesseiro, disse que queria também para devolver ao Senhor o mesmo amor que Ele demonstrou conosco. O que dizem os libertários disso? O Marxismo sabia impossível extinguir o Estado, porque homem algum do mundo abre mão de seu poder, mas insistiu que o Estado “revolucionário” não devia ser apenas forte, mas total ou totalitário, como se todos pudessem ser Estado ou agir como Estado. Isso nada mais é do que querer ser Deus, anular a figura e a autoridade do Pai e querer ser Pai no lugar do Pai. Algo que se identifica muito à primeira rivalidade que temos quando o bebê disputa a mãe contra o pai, querendo ser um pai para a mãe ou querendo virar mamãe para o papai e, assim, vencê-lo. E aqui que entra aquela identidade com as frangas soltas… Julguem vocês mesmos se não está tão identificado…

  2. Algo que sempre tive claro: querer ser chamado por diminutivos ou é falta de masculinidade, ou demência a conta gosta, ou no caso aí mais claro o de falsa humildade. E é de falta de humildade que esses dois senhores padecem, além de uma extrema falta de vergonha na cara. Os respeito como padres, e só. A “Teo”logia da Libertação esta com os dias contados, e esses velhos caquéticos irão morrer – se não se arrependerem – e ir para o Inferno um atrás do outro e ver o como seus heróis revolucionários são feitos de brinquedos dos demônios lá. Esse Cantor de bordel – porque canta música brega, e das piores – deveria lavar a boca para falar mal de católicos de verdade. E esse Joãozinho… poderia procurar alguma Maria do Bairro e abandonar a batina que nunca deve ter usado (pelo menos nunca o vi vestido assim) já que não age como padre mesmo.

  3. A Paz e a Graça de Jesus:

    “Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum”!

    Os dois padres citados no artigo podem se arrependerem e serem acolhidos por Jesus, O Deus Vivo!

    Rezarei para que o Milagre aconteça, eu creio em Milagres!

    Em maio de 2015, em vista de muitas dúvidas com as declarações de Roma e da CNBB, procurei esclarecimento e até hoje, momentos atrás não tive resposta.

    Em vista do artigo publicado hoje no Fratres, partilho as minhas dúvidas (escrito abaixo, do qual eliminei dados que particulares por meio de …), que acredito são de muitos católicos brasileiros que tem certeza nos ensinamentos da Igreja Católica Romana, da qual a do Brasil faz parte até prova em contrário, está fundamentada e abalisada no tripé Escrituras, Tradição e Magistério da Igreja.

    Dúvida pastoral:

    “Há antagonismo entre os Comunicados da CNBB, Teologia da Libertação e a ideologia marxista em relação aos ensinamentos do Cristianismo, calcado nas Escrituras, Tradição e Magistério da Igreja Católica Romana?”

    …, 5 de maio de 2015.

    A …

    A Paz e a Graça de Jesus,
    … ,

    Em primeiro lugar venho pedir a benção de … e desde já pedindo perdão pela ousadia de dirigir-me a … , para esclarecimentos de um assunto, que entendo bastante delicado em nível de fé Católica, o qual há algum tempo me traz desconforto como crente Cristão Católico Romano, quando tomo conhecimento do mesmo, de uns tempos para cá, pós Papa Bento XVI, ou seja:

    “Como entender e que leitura realizada nos Comunicados e os posicionamentos antagônicos ao Cristianismo, embutidos nos mesmos, que amiúde tomamos conhecimento por meio dos meios de comunicações e reportagens midiáticas laicas e católicas, tais como, TV, jornais e rádios – principalmente tvs e rádios católicas romanas?

    “Como entender se esses Comunicados, com grande repercussão nas Igrejas Católicas Romanas, Comunidades Católicas e nas Pastorais, se de fato estão consentidas pelas instituições representativas dos Excelentíssimos Senhores Bispos Brasileiros, para mim sem sombra de dúvida, indiscutivelmente, autoridades eclesiásticas, ou por meio de seus subordinados, “traduzem de fato” o agir da CNBB e de Igrejas locais? ”

    Não sei se minha percepção está correta, pois nas entrelinhas desses comunicados e em reportagens com padres representantes da “nova Voz da Igreja(?)”, principalmente locais, causam perturbadores “ruídos da fé Cristã” nas comunidades, vendendo-se a Teologia da Libertação descaradamente, incentivando o “estado grátis”, aquele que em nome da dignidade humana(?), nesse momento do auge do nefasto iluminismo de séculos passados, colocam cada vez mais e mais o “homem senhor e no centro do Universo”, permitindo-se e consolidando-se o “Antropocentrismo pós moderno”. Esses comunicados, parecem sinalizar “ensinamentos teológicos contraditórios aos seculares ensinamentos do Cristianismo Romano”, os quais encontravam-se em repouso estratégico, tal qual “uma semente do mal latente” e num átimo renascendo “tal qual o fênix mitológico”, com 12 cabeças (uma para cada tribo de Israel!), com uma energia de “tornado com ventos de 300 km por hora”, varrendo num piscar de olhos aos ensinamentos do Cristianismo, calcado nas Escrituras, Tradição e Magistério da Igreja Católica Romana.

    Em vista das minhas dúvidas, se for possível e não tomar demasiado tempo de …, transcrevo a seguir três escritos de crentes, até onde sei Católicos Romanos, os quais não tem “vez” na mídia diária brasileira e solicito a atenção para tais escritos e se possível uma indicação se são passíveis de traduzirem verdades ou não e quais as suas implicações para os Católicos dos nossos dias.

    Muitos cristãos católicos não têm oportunidade de ouvir e ler sobre os ensinamentos e a condenação do marxismo e do comunismo, os quais são apresentados, já por mais de cem anos, revestido das mais diversas “máscaras” minando as igrejas cristãs, católicas principalmente, com teorias anti-cristãs como a Teologia da Libertação, cujos ensinamentos não são compatíveis com as verdades da fé do Cristianismo, como pode ser visto em “Libertatis Nuntius; Instruções sobre alguns aspectos da Teologia da Libertação. Congregação para a Doutrina da Fé. 6 de agosto de 1984. Cap. VII nº 9; Cardeal Joseph Ratzinger e Arc. Alberto Bovone” em
    http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19840806 _theology-liberation_po.html

    O foco da mensagem a seguir postada, refere-se a um alerta escrito pelo Pe. Genésio, no site: https://fratresinunum.com/ , a respeito das declarações da CNBB após o encerramento da sua última reunião em abril pp, o qual traz em sua gênese o relato de fatos e atuações que permitem aos crentes a indução ao erro em relação as Verdades Cristãs, deturpando os ensinamentos do Cristianismo, calcado nas Escrituras, Tradição e no Magistério da Igreja Católica, mostrando-se “sinuosos, melífluos, esse dizer sem ter dito”, falando nas entrelinhas e não proporcionando oportunidade para a reflexão cristã católica nos dias atuais.

    Nos “últimos 167 anos”, abrangendo o período de 1846 a 2013, dez Papas – Papa Pio IX, Papa Leão XIII, Papa São Pio X, Papa Bento XV, Papa Pio XI, Papa Pio XII, Papa São João XXIII, Papa São João Paulo II, Papa Bento XVI, dentre os quais três declarados Santos – condenaram o socialismo, o comunismo e o marxismo.

    Em vista desses pressupostos, agradeço a atenção de … .

    Declaro que esta solicitação e os escritos a seguir não tem conflito de interesse de quaisquer naturezas (política, teológica ou outra), sendo somente uma solicitação Pastoral, a qual não será utilizada para nenhum outro fim a não ser o do esclarecimento a respeito da dúvida de um crente e de pedido de esclarecimento ao seu Pastor.

    Em vista do declarado indico também o meu endereço:

    Rua … – CEP … – … – …/SP

    Atenciosamente e com o respeito devido,

    Sebastião Marcos Ribeiro de Carvalho

  4. Parabéns pelo Editorial, Esse me lembro do Professor Fidele, esses dois padres fugiam do debate com ele como o diabo foge da Cruz.

  5. Lembro-me um pouco da polêmica entre pe. Joãozinho e o Prof. Orlando Fedeli. Da surra intelectual que o padre levou.
    Para Joãozinho não existe a verdade e o erro, o ensino de sempre da Igreja. Mas existe um tal magistério recente e um magistério antigo; e o critério de comunhão com a Igreja não seria aderir àquilo que a Igreja sempre ensinou de forma cristalina, mas aderir ao magistério recente, mesmo que este proporcione interpretações heréticas e o tal ‘magistério antigo’ diga o mesmo, de forma clara e precisa.

    Não desejam a precisão doutrinária… preferem a ambiguidade, para assim poderem vomitar suas doutrinas heréticas; ou por acaso o referido padre se esqueceu da doutrina herética sobre a eucaristia de Fábio de Melo, no qual ele tomou parte, saindo em defesa do padre cantor? Aliás, parece moda padre cantor sair em defesa de padres cantores…

    ‘Padre’ Joãozinho e ‘Padre’ Zezinho, diminutos padres da Santa Igreja, vai um conselho:

    Leiam a Pascendi, documento de São Pio X, um papa santo.
    Leiam a Humani Generis de Pio XII.

    Para os dois padres esses dois documentos devem ser verdadeiras fantasias escritas por Papas em um tempo em que a igreja de hoje já não enxerga mais. Afinal há renovação, há novos documentos, há novos papas, trazendo uma lufada de ar fresco de aggiornamento… ou seria uma lufada de enxofre de Satanás, já que foi o próprio papa Paulo VI que disse que depois do CV II, por alguma brecha a FUMAÇA DE SATANÁS ENTROU NO TEMPLO DE DEUS.

    Esta aí a prova de padres intoxicados por essa fumaça. Vade retro Satana.

  6. Se alguém quiser tomar ciência do conteúdo da gravação de áudio do pe. Joãozinho mas tiver preguiça (com razão) de não ouvi-la, transcrevo abaixo o áudio.

    ====================
    (…) [0s] e se você olhar, a opção preferencial “pelo pobre”, é a mística das obras de misericordia, e é a mística do ministério de fé e política.

    Porque a nossa opção não [10s] é sociológica, pelo pobre sociologicamente falando, mas teológica, é opção por Jesus, eu {Paulo}, não é?

    Então o bonito é você ter o olhar [20s] de misericordia de modo que você enxerga, isso é fé, é visão, do coração, você enxerga Jesus no pobre, você enxerga [30s] a Eucaristia na caristia. Enxerga o lado aberto traspassado de cristo nas dores do povo, nas veias abertas da américa de… [40s] latina, como dira o galeano, né, eduardo galeano, {dizia ele tenha falecido}.

    Então essa é a mística que moveu, por exemplo, a teologia da libertação do Gustavo Gutierrez o resto é acessorio [50]. Aí alguém vai dizer: peraí, eu já peguei esse livro do gustavo gutierrez aqui ó: e ele é marxista! hoje tem o marxismo cultural. Claro que ele é marxista! [1m], porque ele tava falando pra marxistas.

    No periodo dele [1m10s] ele tava falando pra guerrilheiros, com o Camilo Torres, mas ele mudou… o… sotaque quando mudou o interlocutor. Então [1m20s] tem uma segunda edição, 1800… 1989, que muita gente não lê, né. Tem, é, tá publicada no brasil pela edições loyola, e tem, um livro [1m30s] do atual prefeito da congregação para a doutrina da fé, Gerrard Muler, sobre isso: “ao lado dos pobres”, eu preferia até, ao lado [1m40s] do pobre, solidario com o pobre que é Jesus, né?

    Então aqui, é, tem um esforço monumental teológico na america [1m50s] latina, muitas vezes desqualificado de um modo muito rapido, no meu ponto de vista, muito deselegante… [2m] né? “Não li, não gostei”. Não posso criticar o que eu não li, né?

    Agora uma coisa é certa, [2m10s] a opção preferencial pelos pobres não é teologia da libertação, isso é magisterio da igreja, está na doutrina social da igreja, e é fundamental [2m20s] você fazer a opção preferencial por Jesus na sua vida, que é o pobre, e de repente você olha pro pobre e enxerga Jesus [2m30s], e aí você olha pra Jesus e enxerga o pobre. [2m36s]
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  7. Bento XVI fala sobre a Teologia da Libertação: “A uma tal falsificação da fé cristã é necessário se opor por amor aos pobres”.

    E seu parecer é um tanto distinto da recente onda de “reabilitação” dessa “Teologia”:

    “O primeiro grande desafio, aponta, foi a “Teologia da Libertação”, que estava se difundindo na América Latina. A opinião comum, diz ele, era que “se tratava de um apoio aos pobres”, “mas era um erro”. A pobreza e os pobres, explica, “foram , sem dúvida, tema da teologia da libertação, todavia, numa perspectiva muito específica”. Não era “uma questão de ajuda e reforma, dizia-se, mas do grande irrompimento do qual deveria surgir um novo mundo”. Assim, diz Bento XVI, “a fé cristã foi usada como um motor para esse movimento revolucionário, transformando-a em uma força política”. A “uma tal falsificação da fé cristã — observa — é necessário se opor por amor aos pobres e em favor do serviço que lhes é prestado”. João Paulo II, acrescenta, guiou-nos a “de um lado, desmascarar uma falsa idéia de libertação e, de outro, a expor a autêntica vocação da Igreja para a libertação do homem”.
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    Isso de uma entrevista após a sua renúncia.
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    Logo, logo, pe. Joãozinho irá apresentar suas credenciais e seus títulos afirmando que tem missio canônica, para tentar silenciar o fratres…

    Havia uma série de fotos do pe Joãozinho no site antigo da Montfort, com uma série de profanações litúrgicas. Procurei e acabei não achando…. quem encontrar….

  8. Ou se é tradicionalista, ou seja: (1-)Resistência aos Papas pós conciliares, (2) Contra o Concilio Vaticano II pela sua não condenação ao Comunismo e a Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, (3) contra a Missa Paulo VI, ou então, estaremos sendo uma engrenagem na autodemolição da fé católica.

    Quanto ao Pe. Zezinho, ele faz parte do clero demolidor da fé, disso nunca tive dúvida, mas agora ele tirou a máscara para os imprevidentes. Ninguém de boa fé poderá sair em sua defesa. Ficar em silêncio também nos colocaria fora da Igreja Militante e por isso devemos parabenizar o Fratres in Unum.

    PS – agora que estou lendo o livro do ex-agente da KGB, Cel. Pacepa, é de se perguntar se Pe. Zezinho é só um agente de influência ou um membro filiado na da temida “Agencia de Segurança” de Vladimir Putin?

  9. Perdoe-me a insistência nos comentários, mas esses padres provocam tanto asco na gente, que a gente acaba por não se conter.

    Quem aqui acompanhou a polêmica do diminuto padre com o prof. Orlando Fedeli, sabe que em determinado momento o referido padre se calou e só foi se pronunciar novamente após a morte do professor, dando-lhe uma alfinetada…

    http://montfort.org.br/old/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=carta-padre-joaozinho&lang=bra

    Finalizo aqui, se achar as fotos com as profanações litúrgicas do referido padre, disponibilizo aos leitores do site.

  10. Irmãos em Cristo: vejo o quanto são conhecedores da vida de nossa igreja. Sou um missionário leigo que há 40 anos viaja pelo Brasil evangelizando através da música (www.antoniocardoso.com.br). Me apresentei em mais de 3000 (treis mil) cidades brasileiras. Tenho história suficiente para analisar vossas críticas ao Pe. Zezinho, SCJ. Numa das canções que escrevi para o meu CD “UMA CASA ILUMINADA POR JESUS” digo: Só quem sente a Glória do Senhor vai caminhar com os pobres e lutar.
    Conheço Padre Zezinho, SCJ desde 1978 quando comecei a gravar com as Irmãs Paulinas. Toda sua obra é fruto de um religioso que dá testemunho, que ora e que é fiel à sua vocação. A obra do Padre Zezinho, SCJ, mais que uma obra musical, é uma obra catequética. E catequese é o que mais nos falta na “NOVA EVANGELIZAÇÃO”. O Papa Bento XVI, com o documento de Aparecida em mãos, exorta nossa igreja com os “4 eixos da nova evangelização”:

    a) A experiência religiosa. Em nossa Igreja, devemos oferecer a todos os nossos fiéis um “encontro pessoal com Jesus Cristo”, uma experiência religiosa profunda e intensa, um anúncio kerigmático e o testemunho pessoal dos evangelizadores, que leve a uma conversão pessoal e a uma mudança de vida integral.

    b) A vivência comunitária. Nossos fiéis procuram comunidades cristãs nas quais sejam acolhidos fraternalmente e se sintam valorizados, visíveis e eclesialmente incluídos. É necessário que nossos fiéis se sintam realmente membros de uma comunidade eclesial e corresponsáveis em seu desenvolvimento. Isso permitirá um maior compromisso e entrega em e pela Igreja.

    c) A formação bíblico-doutrinal. Junto a uma forte experiência religiosa e uma destacada convivência comunitária, nossos fiéis necessitam aprofundar no conhecimento da Palavra de Deus e nos conteúdos da fé, visto que esta é a única maneira de amadurecer sua experiência religiosa. Neste caminho acentuadamente vivencial e comunitário, a formulação doutrinal não se experimenta como um conhecimento teórico e frio, mas como uma ferramenta fundamental e necessária no crescimento espiritual, pessoal e comunitário.

    d) O compromisso missionário de toda a comunidade. Ela sai ao encontro dos afastados, interessa-se por sua situação, a fim de reencantá-los com a Igreja e convidá-los a novamente se envolverem com ela.

    Como podem ver, ir ao encontro dos “afastados” sobrepõe o mêdo de serem também ideologizados. Peço aos irmãos que fiquem atento a essa questão porque o mundo não estã mais dividido numa direita ou numa esquerta, nem em progressistas e conservadores. E ainda persiste no mundo uma desigualdade cada mais mais aterrorizante. Precisamos nos deixar impregnar pelo Cristo para com Ele caminhar com os pobres e lutar. Peço que estendam vossos olhares para além das ideologias. O Padre Zezinho, SCJ é um padre que nos ajuda a caminhar como igreja; seja com as suas canções, seja em defesa de nossos bispos nos seus escritos. Os bispos têm preocupações demais em suas dioceses para administrar. Voces devem imaginar o quanto é desafiador nos dias de hoje sustentar uma vocação com fidelidade ao evangelho. Os teólogos cumprem o seu papel nessas anlálises, e nos ajudam e muito; basta que coloquemos o nosso senso crítico; próprio de quem lê e estuda de forma desarmada.
    Fraternalmente,
    ANTONIO CARDOSO

    • Antônio Cardoso da Silva Carvalho, você e a sua turma não iludem mais ninguém de bem, a não ser os idiotas uteis que acreditam em tudo o que vocês falam e fazem.
      Você copia o texto do Papa Bento XVI para defender o seu amigo, contudo em nenhum momento tem a competência de contestar o ótimo texto do blog.
      A própria Teologia da Libertação já é uma ideologia. Sobre o mundo não estar mais dividido entre uma direita ou numa esquerda, nem em progressistas e conservadores, demonstra o quanto você é alienado e precisa estudar mais, a esquerda controla o mundo, ela está em todos os lugares, com cada vez mais vontade de poder, dinheiro, morte e miséria, etc. Os países mais pobres são justamente os governados pala esquerda apoiados pela sua TL. Se impregnar por Cristo com ele e caminhar com os pobres e lutar, para vocês da TL é se juntar com que a de pior no mundo, entrar parra milícias (CUT, MST, etc.) e apoiar ditaduras(Cuba, Venezuela , etc) . Não tem como separar o que vocês fazem com ideologia, pois a TL é uma ideologia. Defendendo esses Bispos e escrevendo o que ele escreve, o Padre Zezinho só colabora para ainda mais para piorar a Igreja. Você diz que os Bispos têm várias preocupações em suas dioceses, porem isso não quer dizer que isso seja feito que forma ética, cristã, eficaz e nem que eles não errem. Tem teólogos bons e ruins e os da TL são péssimos , não tem um que preste e só atrapalham, o senso critico nos diz que não devemos ler coisas ruins e quando lemos, lemos de forma armada.

    • Mais um enganador de massas que contabiliza sua fama. Sabe exatamente quantas picaretagens já fez. E diz que isso é evangelizar – a nova evangelização. E ouso dizer que o demonio segue cantando e dançando junto com esses padres-cantores.

  11. Pensei que o Sr. Fedeli ja tinha dado uma chibatada nestes vendilhoes….

  12. Os semelhantes se defendem, traidores defendem traidores. Esses senhores aí se brincar, devem defender até o “santo” do judas, tadinho, afinal quem não se venderia por 30 moedas de prata né não? Ele deve estar no Céu, quem vai pro inferno são os conservadores, ou catolibãs como esse sujeito se dignou a nos chamar. Quer dizer, isso se ele acreditar que existe inferno!

  13. “Os comunistas, socialistas e niilistas são uma peste mortal que como a serpente se introduz por entre as articulações mais íntimas dos membros da sociedade humana, e a coloca num perigo extremo” Leão XIII – QAM.
    Os vermelhos sacerdotes Pe Joãozinho e Zezinho citados como defensores da peste mortal esquerdo-marxista, como a TL, apologizam a mesma laia dos ateístas, psicopatas e revolucionários do PT, idem doutras siglas da extrema esquerda, de militâncias guerrilheiras e terroristas, sobrevivendo de assaltos, expropriações, sequestros, assassinatos seletivos e coletivos, atentados a bomba, “justiçamentos de companheiros desviados’’ para implantação da Ditadura Comunista no Brasil, tal como sucedeu em Cuba, Coreia do Norte, China etc., do estilo povo gado marcado, embora no momento sob pressão ainda reinante na infeliz Venezuela, onde falta de tudo, menos a miseria a patifaria generalizadas, aportadas pelo comunismo, tendo esses ingredientes de sobra!
    Não escapam os 2 também de implicitamente apoiarem o ISIS, já que os maometanos são aliados dos comunistas!
    O Partido dos Trabalhadores-PT, partner da TL, é um partido revolucionário marxista-leninista-maoísta-castrista-trotkysta-anarquista-gramscista, de acordo com as diversas linhas e “movimentos” de que é constituído, todos visando à complementação do “trabalho” iniciado em 1935 por Lênin, continuado com quase sucesso em 1963, nunca abandonado ou arrefecido, de sufocar a liberdade e de assumir o mando ditatorial absoluto sobre nós, hoje mais que comprovado, por assumir apenas alianças e se mirar apenas em ditadores sanguinarios comunistas, como Fidel Castro, Mao Tsé, Stálin e similares.
    Leiam o depoimento do gal Ion Mihai Pacepa, o oficial de mais alta patente da KGB que já desertou para o Ocidente, e começarão a entender por que a desmoralização intelectual e teológica não foi suficiente para dar cabo da TL à época, hoje não,(v. “Kremlin’s religious Crusade”, em Frontpage Magazine, junho de 2009, http://archive.frontpagemag.com/readArticle.aspx?ARTID=35388.%5B1%5D Lima: Centro de Estudios y Publicaciones).
    Em 1959, como chefe da espionagem romena na Alemanha Ocidental, o general Pacepa ouviu da própria boca de Nikita Krutschev: “Usaremos Cuba como trampolim para lançar uma religião concebida pela KGB na América Latina – de aparencia religiosa, mas transmitindo marxismo de forma sutil.”
    “Krusthchev nomeou-a de ‘Teologia da Libertação’ a nova religião(seita) criada pela KGB, e a inclinação dela para a ‘libertação’ foi herdada da KGB, que mais tarde criou a Organização para a ‘Libertação’ da Palestina (OLP), o Exército de ‘Libertação’ Nacional da Colômbia (ELN), e o Exército de ‘Libertação’ Nacional da Bolívia.
    A escolha da Romênia foi por ser um país latino, e Krutschev queria nossa “visão latina” sobre sua nova guerra de “libertação” religiosa, assim como enviar varios padres “agentes”, como seria um deles D Hélder, Pe Comblin e infiltrados na CNBB desde suas remotas origens, cujos fantoches cresceram e os objetivos de apoiarem marxistas permanecem intactos até hoje!
    Assim, tais “sacerdotes” da TL eram cooptadores ou agentes disfarçados para a América Latina – ele queria ver como “nós” poderíamos absorver de forma palatável a sua nova “Teologia da Libertação” e a prova cabal de a TL ser homogenea co’os comunistas é estarem sempre, seguidas vezes irmanados, como nos Congressos Internacionais da TL, reunidos a TL/PT/CNBB e + convidados doutros PCs, como na foto do post, e jamais se atacarem, ao contrario, sempre sintonizados!
    Eis que os comunistas entendem a fundo, como ninguém, de como de fazerem oposição a quem os confronte, comprovando as uniões!
    O que tem havido no presente é uma derrocada geral dos comunistas na A Latina via midia paralela das redes sociais, já que as tv e midia geral estão cooptadas, assim como quem os apoie, caso das esquerdistas TL e da CNBB a qual é puxadinho do PT!
    A onda começou na Argentina, recentemente na Venezuela pela vitoria do Congresso, e estão muito a perigo no Brasil, cada dia mais merecidamente desmoralizados; mas, como são diabólicos, insistem e são tocados por forças estranhas que os controlam!
    Daí, agem como legiões infernais encarnadas com todo denodo para se imporem e, em materia de tentarem seduzir e chantagear os outros, herdam do pai do comunismo e deles – de Lúcifer e de suas legiões infernais!
    Eis aí os 2 mais contaminantes e letais Zika Vírus e Aedes Aegypti do Brasil, no momento.

  14. Eu não tenho Facebook para fazer o que vou propor, mais quem tem, deve urgentemente colocar INCESSANTEMENTE esse artigo nas páginas de Facebook dos tais Zezinho, Joãozinho, Huguinho e Luizinho.

  15. ” A obra do Padre Zezinho, SCJ, mais que uma obra musical, é uma obra catequética”

    Obra catequética desse padre? Duvido muito… a cada machadada uma minhoca. Eis:

    APRENDER COM OUTRAS IGREJAS
    Mesmo com diferenças abissais na doutrina, podemos e devemos aprender com a comunicação de outras igrejas. É o caso de algumas igrejas pentecostais de agora. Acompanhei algumas delas desde seus inícios, porque alguns dos pregadores me procuravam por admirarem meu caminho como sacerdote e compositor de canções. Desde cedo usaram de uma linguagem que atraia os jovens. Tornaram-se intencionalmente igrejas-espetáculo. A maneira como seus lideres pregam, sempre de forma dramática, emotivos, até com lágrimas, tudo na hora certa, mostra que quiseram seguir este caminho de atores pregadores. Se há pregadores cantores, médicos, advogados, porque não pregadores atores? E eles atuam! É um espetáculo vê-los atuando no palco diante das câmeras. Sabem usá-las.

    Pregadores- atores

    Seus shows são cuidadosamente produzidos. Em alguns deles há mais de 100 jovens no palco, liderados pela fundadora daquela igreja que domina o mundo da canção e as câmeras. Há outros e outras nos Estados Unidos e em outros continentes. Há grupos de dança detalhadamente preparados, músicos da melhor qualidade, ritmos envolventes, letras convidativas e melodias fáceis de cantar. Estamos falando de arte. Não hesitam em gastar fortunas na produção. Trajes, bem cuidados, luzes, instrumentos, tudo aponta para um louvor riquíssimo para Deus.

    A Bíblia mostra que no tempo de Davi, rei, os louvores eram coisa estrondosa e extraordinária. Cantores moravam em tendas perto do templo onde se revezavam. Passavam de 5 mil. Davi pessoalmente distribuía os turnos. Ele também fora músico e cantor. Hoje algumas igrejas investem ricamente nessa pastoral porque ela atrai principalmente os jovens.

    Podemos e devemos aprender com a arte deles, como alguns deles dizem que aprenderam comigo e outros compositores católicos. Mas a verdade é que eu nunca produzi um show com a força de comunicação dos shows deles. Se eles, os evangélicos tiveram Bach e Haendel e outros, nós tivemos Santo Efrém, Palestrina, Vivaldi e outros. No passado as igrejas investiam muito mais em música. Hoje, a preocupação com a formação dos cantores e músicos é grande. Os documentos são muitos, mas os investimentos, não!

    Discordo da doutrina, das idéias e da teologia deles, mas devo admitir que acharam a linguagem. Em toda a Igreja Católica no Brasil, com raras exceções, não há como produzir um show como eles produzem. Mesmo tendo nós capacidade, não produzimos porque não investimos nessa linguagem. Nossos shows são mais modestos e, em muitos casos, amadores demais. Eles trabalham com maestros, coreógrafos e músicos de primeira linha. O resultado é que encantam os jovens. Não foram poucos os que migraram para igrejas pentecostais por conta arte e da música. Parecem-lhes Igrejas que se mexem.

    A um casal de jovens que me perguntou por que nossa Igreja, com tantos autores, cantores, músicos de qualidade não investe no espetáculo, respondi que não temos o dinheiro e não parece ser prioridade entre nós. A meu ver não deve mesmo ser prioridade. Mas poderia ter mais espaço. Os empresários não investem, as dioceses não têm dinheiro e não temos a cultura do dízimo. Se a tivéssemos, pelo número de fiéis que caminham conosco, teríamos dinheiro de sobra para tentar esta via. Este tipo de linguagem custa caro. Nosso dinheiro, porém, é muito mais investido em hospitais, creches, asilos, seminários, orfanatos, escolas e obras sociais; e isto me parece correto. Algumas igrejas hoje investem mais na pregação do que em obras sociais.

    Não é que eles não façam caridade, mas entre eles o dinheiro vai maciçamente para erguer novos templos e em alguns casos, para produzir estes espetáculos-mensagens que conquistam mais fiéis. Suas obras sociais são bem mais modestas. Apostam no louvor e na conquista de novos prosélitos.

    Como eu disse, discordo de muitas coisas deles, mas admito que este deveria ser um caminho mais comum entre nós. Afinal, ao menos numericamente somos mais de 120 milhões de católicos e investimos muito pouco nesse tipo de mensagens. Nosso canto mesmo quando rico de conteúdo tem orçamento mais modesto. Se vai mudar não sei, mas penso que traria maiores resultados pastorais.

    Fonte: http://www.padrezezinhoscj.com/wallwp/artigos_padre_zezinho/ecumenismo/aprender-com-outras-igrejas

  16. Caros fraternos, paz e bem!

    “A teologia da libertação não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente… ela é a negação radical do Cristianismo” (disse o então cardeal Joseph Ratzinger). Penso que o papa emérito Bento XVI não discorda disso.

    “É dever dos fiéis católicos esclarecidos expor a seus irmãos e ao público o que é a TL” (Dom Estevão Bettencourt, OSB).

    “Nem só de pão vive o homem” (Jesus Cristo).

    “Pobres sempre tereis” (Marcos 14, 7)

    Segue, para reflexão, uma crítica bastante sensata, atual e pontual que o frei Clodovis Boff (teólogo católico da Ordem dos Servos de Maria, que conheço pessoalmente: reza o terço todos os dias…), fez ao denunciar o grave erro epistemológico da Teologia da Libertação-TdL (que a meu ver, se trata mais de Ideologia da libertação que verdadeiramente uma Teologia, com T maiúsculo), no seu artigo: “Volta ao fundamento: réplica de Clodovis Boff”) publicado na Revista Eclesiástica Brasileira (REB), no. 268, intitulado “Teologia da Libertação e volta ao fundamento’.

    Vamos aos exemplos:

    “Para ilustrar esse encurtamento da ideia de pobre na TdL e na pastoral que nela se inspira, permito-me relatar duas experiências. A primeira se refere a uma ocupação dos sem-terra na região Centro-oeste do Brasil. A igreja local interveio aí, dando aos lavradores cobertura moral e social, e oferecendo os serviços jurídicos da “pastoral da terra”. Três meses depois da legalização do assentamento, vem-se a saber que todo o mundo, ou quase, se tornara “evangélico”. Por que? Simplesmente porque a Igreja católica garantira o social, mas não o religioso. Este, deixado vazio, fora ocupado pelos pentecostais. Menos mal, dir-se-ia com São Paulo, “contanto que de todas as maneiras… Cristo seja anunciado” (Fl 2,18), mas não o foi pela “Igreja da libertação”, o que depõe em seu desfavor. E agora uma experiência pessoal. Depois de ter trabalhado mais de vinte anos nas favelas do Rio numa linha “liberacionista” e tendo que me transferir para outra cidade, fiz um balanço daquela atividade toda e constatei, decepcionado, que deixava instalados trabalhos sociais de toda a sorte, mas não uma Comunidade cristã realmente consistente. Agora, em meu novo lugar de trabalho, os voluntários da pastoral social não descuidam do trabalho religioso e evangelizador. Depois do atendimento direto aos pobres, realizam com eles uma hora de adoração e louvor, entremeada de catequese. Fazem, assim, jus ao nome do centro social em que trabalham: “Marta e Maria” e mostram que o verdadeiro agente social há de ser uma “Marta com alma de Maria”.

    Cumpre esclarecer que a Mensagem do Evangelho da Vida, proposto por Cristo, consiste numa mensagem de Salvação e Libertação, antes de tudo e principalmente libertação da escravidão radical do pecado: seja ele Pessoal ou Social, com reflexos na libertação de outras escravidões, de ordem cultura,
    econômica, social e política,

    PS.: Segue lista dos Teólogos da Corte (ideólogos da Teologia da Libertação-TdL) que estão a serviço da “Antiga Serpente”, do “falso profeta” e do “Anticristo”:

    i) Frei Betto (ex-dominicano que insiste em vestir o hábito, foi Assessor Especial da Presidência da República no Governo do Lula, sem passar pela seleção do Concurso Público. Ganha dinheiro (e muito) escrevendo livros: Fidel e a Religião e ministrando palestras sobre diversos temas interessantes, tais como:O PAPEL DO EDUCADOR NA FORMAÇÃO POLÍTICA DOS EDUCANDOS – Frei Betto (Palestra feita por Frei Betto, em fevereiro, no Congresso Mundial de Universidades 2014, realizado em Havana, Cuba),

    ii) ex-frei Leonardo Boff (em 1992, renunciou às suas atividades de padre e se auto-promoveu ao estado leigo. Atualmente vive no Jardim Araras, região campestre ecológica do município de Petrópolis-RJ e compartilha (é casado? amasiado?) vida e sonhos com a educadora/lutadora pelos Direitos a partir de um novo paradigma ecológico, Marcia Maria Monteiro de Miranda, no resto, assemelha-se ao frei Betto: palestras, livros…).

    iii) Ainda há uma lista significativa de “padres” que largaram a batina (ou melhor, nunca a usaram) e
    optaram pela carreira política em contraste com as determinações do Vaticano. Elegeram-se Deputados Federais, Estaduais, Prefeitos e até Presidente da República (Paraguai): um verdadeiro desastre!

    E, finalmente, o patrono-mor: o apóstolo demagogo Judas Iscariotes que no episódio da mulher que
    derramou o perfume alabastro (caro, diga-se de passagem) sobre a cabeça de Jesus.
    Judas, indignou-se dizendo:
    “Por que este desperdício de bálsamo?
    Poder-se-ia tê-lo vendido por mais de trezentos denários, e os dar aos pobres. E irritou-se contra ela.

    Mas Jesus disse-lhes: Deixai-a. Por que a molestais? Ela me fez uma boa obra.
    Vós sempre tendes convosco os pobres e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; mas a mim não me tendes sempre” (Marcos 14, 3-7).
    .
    Como são atuais as palavras de Jesus aos fariseus de plantão:
    – “Hipócritas”, “filhos do inferno” , “guias cegos”, “tolos e cegos”, “sepulcros caiados”, “serpentes” e “raça de víboras”…

    Cumpre recordar que Satanás existe. Ele, um dia, se apresentou diante do trono de Deus e pediu a permissão de tentar a Igreja por certo período com a intenção de destruí-la. Deus permitiu a Satanás de colocar a Igreja à prova por um século, mas completou: ‘Não a destruirá!’. Estes últimos séculos está sob o poder de Satanás, mas, quando forem realizados os segredos (Fátima e Mediugórie), o seu poder será destruído. Já, agora, ele começa a perder o seu poder e, por isso, tornou-se ainda mais agressivo: destrói os matrimônios, fomenta discórdias até entre as almas consagradas, causa obsessão, provoca homicídios. Protegei-vos, portanto, com o jejum e a oração, sobretudo com a oração comunitária. Vamos levar convosco objetos bentos e colocá-los também em nossas casas, e retomamos o uso da água benta!

    Sugiro, por fim, a leitura criteriosa da INSTRUÇÃO SOBRE ALGUNS ASPECTOS DA « TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO » da SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, conf. link abaixo:
    http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19840806_theology-liberation_po.html

  17. Em tantos anos acompanhando o blog, nunca havia visto uma postagem tão movida por emoção…

  18. A idade, em geral, traz a sensatez e a prudência é apanágio dos velhos. A Padre Zezinho a idade só ofereceu mais oportunidades de vexame, sobretudo ao permitir que sua absoluta falta de talento musical e sua desbragada vaidade continuem incomodando os (ouvidos dos) católicos: “EU conheço 200 % dos bispos, EU sou até professor deles, EU viajo o falido Brasil de Norte a Sul, de Sudeste a Noroeste com a minha viola e meu pandeiro de gato, EU, EU, EU…”.

    Eis o progresso e a qualidade espiritual dos humildes líderes (?) da Igreja católica em Brazólia.

    Inezita Barroso foi embora com seus 327 anos de carreira violística. Vamos ver até quando Deus Nosso Senhor permitirá o flagelo musical desse fóssil da era do iê-iê-iê, da Missa Crioula, do chinelinho e otras cositas más… Aceitemos o castigo. Nós o merecermos.

  19. Teología de la Liberación, salvavidas de plomo para los pobres (Disertación: Julio Loredo)

  20. Gente do céu! Ninguém aqui na casa dos 30 anos que assistia a Redevida se lembra de um vídeo do Padre Zezinho descendo o sarrafo na CNBB, por volta de 1997 ou 98? Ele estava fantasiado com roupas de judeu da época de Nosso Senhor, e fazia uma defesa dos seus “irmãos” padres-cantores contra a CNBB, que queria moderar a febre Marcelo Rossi que a Rede Globo lançou. Postei esta dúvida na página do Facebook do citado.

  21. É nisso que dá ficar andando com “aquele amigo meu que a sua fé perdeu”..rs
    Essas múmias da TL há muito tempo vivem uma profunda crise de identidade. São “padres” na hora que lhes convém o título…no meio da massa de manobra se dizem apenas “presidente da comunidade”.
    Então, até que eles resolvam sua crise de identidade fica difícil pra mim dirigir-me a eles como “padres”.
    Cantores? Muito menos!! Se ficar pregando ideologia comunista ao som de batidas monótonas de violão com aquela vozinha enfeminada e desafinada é o que chamam de música, por favor concedam-me o obséquio do seu silêncio.
    Esses personagens são de dar pena. Rezemos pela alma deles porque essa sim corre sério perigo de perdição eterna…de resto desçam a borracha porque é isso que São Jerônimo fazia com os hereges.

  22. Uê, pe Zezinho, o sr. já deu curso para bispos e aceitam seus ensinamentos? Taí o problema: o sr disse no post que não conhece nenhum deles comunista, conhece a todos como disse, mas seria só nas aparencias!
    Nem tem suspeita dos sucessores de D Hélder e seus aliados, como D W Calheiros, D Balduíno, D Casaldáliga, D Valentini e mais parecidos?
    Outra pergunta: porque esses tais, praticamente nenhum deles se rebela, nada diz contra o governo da Dilma que é comunista, mesmo antes dela, do abortista Lula – esses seus conhecidos são aliados e coniventes com o que aprontam tais materialistas e contra a Igreja, incluindo pervertendo as familias com ideologia de gênero e mais?
    Muito estranho, já que não tem nada com comunismo, estão aí tranquilos, como se nada estivesse acontecendo contra o catolicismo, não acha?

  23. Também estava na pagina do Padre Zezinho debatendo, O Padre Zezinho pode enganar os Caóticos Apostáticos Românticos que vivem a margem da Igreja Católica, Mas não pode enganar aqueles que conhecem a Tradição e a Doutrina Católica. Albari Dias da Silva Também sou um grande crítico da CNBB. Mas as pessoas não sabem que a CNBB é apenas um orgão (ONG) administrativo dentro da Igreja Católica. O que deve ser admitido com dificuldade é que a Igreja contém em si todos os tipos de pecadores e patifes, e alguns deles obtêm posições de responsabilidade. Por isso, Paulo e o próprio Cristo nos advertiram de que haveria alguns lobos devoradores entre os líderes da Igreja (At 20:29; Mt 7:15).
    Descurtir • Responder • 15 • 27 de janeiro às 17:00

    Padre Zezinho, scj Quanto ódio da parte de católicos que se dizem defensores de Cristo. São os novos CATOLIBÃS !
    Curtir • Responder • 8 • 27 de janeiro às 20:56

    Albari Dias da Silva Como defenderei a CNBB sabendo que, a mesma, abraçou um projeto defendido por mais de 100 entidades de esquerda, entidades essas, em sua grande maioria, difusoras de valores anticristãos, como o aborto, o gayzismo e a ideologia de gênero????
    Descurtir • Responder • 12 • 27 de janeiro às 21:12

    Albari Dias da Silva O que faremos se a esquerda conseguir implantar uma ditadura comunista no Brasil? Fecharemos as Igrejas e fingiremos desacreditar em Deus quando impuserem o ateísmo? Fingiremos satisfação quando descriminalizarem o aborto e profissionalizarem a prostituição? Como olharemos para os rostos de nossos filhos quando começarem a implantar a ideologia de gênero? Ficaremos calados dizendo amém para tudo por medo de sofrer represálias por parte do regime comunista? Enquanto esta publicação é lida, o atual desgoverno articula-se para aprovar no Congresso Nacional reformas políticas socialista.
    Descurtir • Responder • 11 • 27 de janeiro às 21:23

    Albari Dias da Silva A Igreja Católica tem uma doutrina clara, Mas nem todos os lideres aderem a essa doutrina. Não é possível você ser católico e apoiar partidos comunistas, Partidos que promovem a legalização das drogas, Homossexualismo, aborto . . . como você irá a missa comungar o corpo de cristo sendo na prática favorável aos assassinatos de crianças nos ventres de suas mães.São valores cristãos, Jamais um cristãos ou católico pode ser do PT que defende estas bandeiras como o aborto,legalização das drogas, casamento de homossexuais . . . governo aliados de organizações como as farcs, comando vermelho etc. existe provas documentais. Por isso o PT não vai combater estes crimes organizados, não vão combater e dar um tiro em seu próprio pé.
    Descurtir • Responder • 9 • 27 de janeiro às 21:24

    Adenilson Dos Santos Leite Responda Padre Zezinho, scj ao Albari Dias da Silva .
    Descurtir • Responder • 3 • 28 de janeiro às 00:38

    Rodrigo Bentes Devemos obediencia ao obediente, ao apostata da fé devemos denunciar com todas as forças! É mais que necessário rispidez e vigilancia com quem propaga heresias!
    Descurtir • Responder • 3 • 28 de janeiro às 03:05

    Silvia Varela Parabéns Albari Dias da Silva!
    Descurtir • Responder • 2 • 31 de janeiro às 10:31

    Albari Dias da Silva Prefiro ficar com as próprias palavras de Frei Clemente Rojão, o Sr. Zezinho não tem argumentos.A CNBB abraçou um projeto defendido por mais de 100 entidades de esquerda, entidades essas, em sua grande maioria, difusoras de valores anticristãos, como o aborto, o gayzismo e a ideologia de gênero???? http://www.freirojao.com.br/…/a-cnbb-tanto-mente-que…

    Frei Clemente Rojão: A CNBB tanto mente que nem sente!
    FREIROJAO.COM.BR

  24. É possível contar o número de heresias em um único texto? Descubram…

    http://www.padrezezinhoscj.com/wallwp/artigos_padre_zezinho/teologia/pra-comeco-de-conversa

    Aliás, o referido padre já rasgou as vestes no facebook…
    Seria bom lembrar-lhe suas heresias…

  25. Caríssimos do “FRATRES IN UNUM”, meus parabéns! Seria muito recomendável que fizessem, pelo menos de quando em vez, um EDITORIAL. Que o Senhor derrame sobre vós, a sua bênção!
    Padre Elcio Murucci.

  26. O Pe. Zezinho tem um histórico sim de catequista e boas músicas, se os arranjos lembram uma espécie de “odair José Católico”, é questão de gosto. De todo modo, ele foi sim uma referência quando os Católicos não tinha mais.

    Mas, o problema é exatamente esse: são religiosos que crescem por conta da crise Católica. Mas não denunciam a raiz do problema nunca, não denunciam as ideologias nunca, não denunciam os absurdos eclesiásticos nunca ( a não ser que os ajudem….) e eles se valem dessa ignorância do povo pois sabem que o povo é ignorante. É espantoso o apego atávico que eles tem da TL e de qualquer doutrina humana que se usa da Fé Divina e Católica. Caia a Igreja! Caia o Papa! Caia tudo e todos! Mas eles não mudam e reconhecem o grave pecado. O irmão de Leonardo Boff, foi mais homem e humilde em reconhecer as heresias do próprio irmão. Mas os padres não mudam.

  27. Quem estuda história honestamente conhece bem as origens do comunismo, seu verdadeiro motor e seus autores ocultos. Será que a CNBB não sabe disso? Será que esses Bispos nunca leram ¨200 anos juntos¨ de Alexander Solzhenisyn ? Não creio em tamanha ingenuidade, decerto que trabalham para ¨eles¨ em seu projeto de descristianização do mundo para transformar o catolicismo em uma Ong de Saul Allinsky, como se vê claramente no novo vídeo do Papa. Para esses padrecos e seus defensores vale a carta aberta ao Papa, daquele judeu converso que pretende processá-lo pedindo indenização por ter acreditado em Jesus Cristo, abandonando suas tradições e doando dinheiro para as causas da Igreja, quando agora essa corja de impostores dizem que não é necessário a conversão e nem a fé em Jesus Cristo, basta seguir o amor e a própria consciência e que os judeus já estão salvos apenas por serem judeus. Não precisamos de Jesus e nem da Igreja, precisamos apenas nos libertar da escravidão do consumismo. Mentirosos!!!

  28. Os comunistas têm uma tática muito forte que sempre usam ela direto e reto, de “acusarem os outros dos que são, de seus malfeitos”, e quando estão no atoleiro, sem saída, caluniam os outros como iguais ou piores que eles para não se danarem, e os padres Zezinho mais exaltadinho da dupla ,poderia até ser um desses, leva jeito, só por defender a TdL do Boff.
    Aliás, gente, são doutores em montarem falsos dossiês, mais que comprovado, e arranjam falsas testemunhas também, com eles isso é moleza!
    Confira como o atual governo da Dilma entende de distrair também a atenção do público nessas horas deles estando a zero, montando desordens, como dos black blocs, para a imprensa deles comprada fazer esquecer as corrupções da bandalha comunista, ficar focando nos estragos e olhem que eles nunca repreendem eles, e falam que são vítimas da sociedade!
    Sabia que o Zika Vírus & Cia ajudam nisso, até eu desconfio que isso foi inventado prá distrair o povo!
    Se o padre Zezinho atacando os tradicionais, chamando eles de montanistas, com esse modo de estar pró´TdL e mesmo os outros compartilhando, quem sabe seriam da maçonaria eclesiástica?

  29. Na década de setenta o semanário satírico “O Pasquim” e a revista “Realidade” (da editora Abril) faziam amplíssimo sucesso, em plena “ditadura militar”, divulgando, o primeiro sob o disfarce do humor, e a segunda sob o da sofisticação cultural, todo o pacote de produtos ideológicos então repudiados radicalmente pela massa da população, mas que encontrava aceitação na “intelectualidade”.
    Depois, ambas as publicações se encerraram. Fracassaram?
    Pelo contrário, ambas alcançaram o seu objetivo: todos os jornais tornaram-se o “Pasquim” e todas as revistas a “Realidade”, e seu veneno ideológico infesta hoje completamente o conteúdo da TV, o mercado editorial e áudio-visual, e ameaça até os programas das escolas primárias, tendo açambarcado a totalidade do universo cultural brasileiro.
    E a “teologia da libertação”, que é da mesma época? Fracassou?
    Os seus ativistas estão decrépitos, mas será que a sua forma mental não se tornou o modo de pensar padrão da maioria do clero e dos leigos, pelo menos no que se reflete no comportamento geral?
    Salvo as promessas de Jesus e Maria (“Estarei convosco até o fim dos tempos”, e “No final, o meu Imaculado Coração triunfará”), a maioria parece pronta a se deixar conduzir docilmente à religião mundial e mundana da Nova Era.
    Maria, Mãe de Misericórdia, vede: “Êles não têm vinho”.
    “Exsurge, Domine, ut non pereamur”.

  30. E onde fica os mandamentos divinos? Do sétimo: Não furtar. Do décimo: Não cobiçar as coisas alheias.

    Incitar as massas contra Deus – atacando a moral católica – é isso que fazem esses hereges-cantores.

  31. Excelente editorial. Contundente e preciso. Deus ajude a Sua Igreja a perseverar na fidelidade ao Evangelho e ao mandato do Seu divino Fundador, mesmo com tantos pregadore”zinhos” que iludem os fiéis.

  32. Primeiramente fomos rotulados de “pelagianos” em documentos oficiais e agora na esteira misericordiosista bergogliana, recebemos também a alcunha de “catolebãs” numa tentativa de se fazer um trocadilho e uma associação com os “talebãs” do Afeganistão.
    O que estamos assistindo aqui é o famoso “bullying”, ou seja um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir os outros.
    Nada mais que isso! Gozações verbais, apelidos e insultos se já não caem bem pra quem ostenta o nome cristão, é totalmente indecoroso para quem ocupa um posto na hierarquia da Igreja ou que recebeu de Deus a ordem para pastorear o rebanho.
    Simplesmente inaceitável, pois o bullying é uma afirmação de poder através de agressão. Esse comportamento agressivo não está relacionado à raiva ou indignação, mas é a expressão de um forte sentimento de desgosto por alguém considerado como sem valor, inferior ou não merecedor de respeito. Este desprezo vem acompanhado por três aparentes vantagens psicológicas que permitem que se machuque os outros sem sentir empatia, compaixão ou vergonha: um sentimento de poder, de quem se acha no direito de ferir ou controlar outros; uma intolerância à diferença; e uma liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar outros.
    Se vocês ainda não haviam assistido a esse filme, ele está em exibição diária nas homilias bergoglianas na Duomo Santa Marta tendo como roteiro Católicos conservadores ou tradicionais e uma vez que Bergoglio deu o tom, Zezinhos e Joãozinhos se auto-delegaram a função de trolls na internet para pagar liçõezinhas de “moral” em todo mundo, enquanto desfilam como um monumento da infalibilidade moral.
    Dito isso, constatamos na verborragia do Sr. Zezinho um comportamento que não é nem normal e nem socialmente aceitável, daí a reação forte por parte daqueles que se sentiram ofendidos e com toda razão, pois se aceitarmos calados este tipo de comportamento estaremos dando poder aos valentões.
    Usar a alcunha de talebã pra classificar Católicos tradicionalistas não é apenas ofensivo como denota uma ignorância abismal. O talebã é um movimento político e militar que usa a guerra e o terrorismo para atingir o ideal político-religioso de recuperar todos os principais aspectos do Islã (cultural, social, jurídico e económico), com a criação de um Estado teocrático.
    Ora, qualquer movimento fundamentalista de falsas religiões ( Islamismo, Hinduismo, Budismo…etc) luta pela volta ao fundamento de sua crença que é e sempre será o Pai da Mentira.
    Mas e o fundamentalismo cristão? Se aqui se refere aos protestantes, esses advogam a adesão não à Bíblia mas sim à interpretação particular que eles fazem da Sagrada Escritura ignorando o Magistério e a Tradição da Igreja. O fundamento deles é a “sola scriptura”, por isso são hereges.
    O fundamentalismo judaico também é errôneo e foi combatido pelo próprio Jesus, pois ignorando as Escrituras e os Profetas e tudo que esses diziam acerca do Messias, preferiram se agarrar às tradições humanas que eles mesmos inventaram como o Talmude.
    No tocante aos Católicos tradicionais o nosso fundamento é Cristo, porque Ele é “a pedra que os edificadores rejeitaram e que foi posta como pedra angular” (Salmos, 118:22).
    Enquanto os talebãs usam de meios violentos satânicos pra atingir o ideal político do reino de Satanás, o que a Igreja sempre ensinou é que a única violência aceitável para o Cristão é aquela que devemos fazer contra nós mesmos ( mortificação, jejum,ascese, penitência e em alguns casos o martírio).
    São Pio X por outro lado, deixa bem claro que “sustentados pela força divina, declaramos que o nosso objetivo único, é restaurar tudo em Cristo (Ef 1,10) a fim de que Cristo seja tudo e em tudo (Col 3,14). (Carta Encíclica E Supremi Apostolatus, sobre a Restauração de tudo em Cristo).
    Ora, e proclamamos Cristo Rei é porque acreditamos no Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo: “venha a nós o vosso Reino, assim na terra como no céu”. Ou será que Padre Zezinho além de esquecer sempre algumas palavras da Ave-Maria também esquece as do Pai Nosso?
    O que me parece mais que óbvio é que para um modernista/relativista de carteirinha, como é o caso da dupla Zezinho&Joãozinho, São Pio X também era um desses “catolebãs”! Como o bully não consegue se elevar à altura de um São Pio X, tenta então arrastar pra lama de sua mediocridade os Católicos fiéis ao Catolicismo tradicional!
    O trocadilho, assim como outros: “rad-trad”, “pelagianos”, “restauracionistas”, é totalmente sem lugar e não passa do grito desesperado dos modernistas-relativistas diante do movimento inevitável do pêndulo. Eles puxaram a Igreja ao pólo extremo, mas se esqueceram que a mão que segura o pêndulo é a mesma que sustenta a Igreja e o mundo.

  33. Que me desculpem o Fratres mas não gostei desse artigo de voces. Concordo plenamente com suas críticas a Teologia da Libertação e mesmo às palavras do padre Zezinho defendendo ela, a CNBB e o Papa Francisco. Mas daí a tentarem humilhá-lo, ofendê-lo, chamando-o de brega, ridicularizando seu nome em diminutivo, insinuando que ao invés de preocupados com a Igreja estão preocupados consigo mesmos… ah, isso não. Combatamos às idéias, e até as pessoas mas quando elas realmente o merecem, e não é o caso. As acusações do pe. Zezinho certamente não se referiam a pessoas do grupo dos Fratres pois ficou claro que eram pessoas ditas “conservadoras” mas de pouco conhecimento, pessoas que indiretamente queriam atingir o Papa. E é possível que o sejam, mas não é o caso do Fratres. O Fratres critica aberto e limpo, critica o Papa e a CNBB. Sabe Deus a quem padre Zezinho se referia.
    Discordo das opiniões dele mas confio nele como homem de Deus, homem de oração, homem de sensibilidade espiritual, homem de fé, que foi o único consolo da minha mocidade, quando eu sufocava numa paróquia ceb, infectada pela Teologia da Libertação. Quando eu brigava com as lideranças que não me queriam deixar usar as músicas dele na catequese pois eram “alienantes e não combinavam com a prática libertadora”.
    Padre Zezinho pode ter sido influenciado por ela, não sei até que ponto. Mas acredito que está na retidão de sua consciência e por causa de seu sincero amor ao povo, achando que ela tem algo de bom a oferecer. Até que ponto ele a conhece eu também não sei. Mas conheci muita gente boa que foi enganada por ela durante muitos anos. E não é chamando-os de bregas, mercenários e humilhando-os que se vai ajudar. Rezo por ele e pelos amigos do Fratres.
    E, ah, só uma coisinha: Santo Agostinho também é inho.

    • Se Padre Zezinho foi injustiçado em alguma coisa, é mérito para ele; as humilhações (não penso que seja o caso) são motivo de queda ou crescimento espiritual, conforme. Os bons aceitam de boa-vontade as humilhações; os santos as amam. Invocar uma memória afetiva não é necessariamente ilegítimo, mas pode servir de ocasião à falta de objetividade. Alguns santos, por exemplo São Tomás, dizem ser legítimo o uso da ironia, se isso servir para a emenda do ironizado. A fala de P. Z. não preconiza tolerância e se põe a julgar as intenções de terceiros.

      E Agostinho é diminutivo de Agosto? Vem de Augustinus.

  34. A corruptela dos nomes de batismo já dizem muito de uma pessoa. Chico e não Francisco,ie. Dos nomes que foram apresentados a Deus no batismo, só Ele pode mudar. Chico, por exemplo, está mais para nome de macaco de zoo. Imaginem zezinho? Gosto não se discute mesmo, diz a sabedoria popular. Os fãs, e não fieis a Deus, dessa dupla decadente que está mesmo precisando de holofotes, estão sendo motivados pelo romantismo da violência aos católicos que não se enganam com farsas. No face do zezinho(inho), se defende todas as opiniões: de direita, de centro, de esquerda…menos o catolicismo verdadeiro. E nunca ouvi falar em um “santo zezinho ou santo chico….Quem gosta de diminuir e arremedar é o demonio.

  35. Trechos do artigo “PRA COMEÇO DE CONVERSA”:

    “Mas Deus, que se bastava, não quis se bastar”

    “Transbordou a sua essência num infinito gesto de comunicação criadora. Quis que os seres existissem.”

    “atrelada como pedaço extraviado de não se sabe onde a um sol que a ilumina e aquece, Deus comunicou-se, criando esse minúsculo grão de areia cósmica chamado Terra.”

    ATENÇÃO PARA ESSA PARTE

    “Nesse minúsculo e insignificante grão de areia cósmica que não figuraria nem sequer um gigantesco mapa do Universo, tal a insignificância de sua posição e tamanho, DEUS COMUNICOU SUA ESSÊNCIA criando a noite e o dia, a luz e as trevas, o mar e a terra, os vales e as montanhas, os grandes e pequenos animais, os peixes, as aves, os répteis, e os mamíferos e toda a espécie de vida animal e vegetal.”

    “Finalmente Deus comunicou sua essência e criou um complexo, minúsculo e contraditório ser, livre e prisioneiro do universo” (aqui o herege se refere ao homem)

    ATENÇÃO PARA A MAIOR HERESIA DO ARTIGO

    “Bilhões de pessoas nesse planeta acreditam que mais uma vez Deus extravasou sua essência de maneira especial na pessoa de Jesus de Nazaré e por meio dele se comunicou ao ser humano. Ele viria restituir ao homem a consciência cósmica e o senso de missão neste perdido e obscuro grão de poeira sideral chamado Terra. Veio dizer que Deus se importava e continuava comunicando, mas queria uma resposta igualmente comunicadora por parte do homem.”

    PARA ESSE PADRE DEUS EXTRAVASA SUA ESSÊNCIA NO MUNDO e no homem de uma maneira não especial e de uma maneira especial na pessoa de Jesus de Nazaré, se comunicando a nós por meio d’Ele. Ele não veio para satisfazer à justiça divina, a Santidade ofendida pelo pecado; nem para nos resgatar e nos redimir, mas veio para ‘restituir ao homem a consciência cósmica e o senso de missão neste perdido e obscuro grão de poeira sideral chamado Terra. Veio dizer que Deus se importava e continuava comunicando, mas queria uma resposta igualmente comunicadora por parte do homem.’

    HEREGE… SOIS MOVIDO POR DEUS OU PELO DIABO?

    Há mais trechos suspeitos, mas acho que isso já é suficiente para quem tem o mínimo de conhecimento de doutrina católica saber que esse padre é um herege ou pelo menos devemos suspeitar que é um herege. Que herege material, isso não há dúvida.

    Mas para quem se jacta de ter dado cursos para bispos…

  36. Cara Teresa, o nome verdadeiro de “Santo Agostinho” é Aurelius Augustinus. Como você deve saber, seu pai que era pagão, deu ao seu primogênito o nome do imperador romano da época, então “Agostinho” está muito longe de ser um diminutivo.
    O principal morfema da língua Portuguesa para denotar diminutivo é “inho”(a). Mas existem outros como acho ( ex, populacho) ,culo ( ex, minúsculo), ebre (ex, casebre), ejo (ex, vilarejo), ela ( ex, viela)…etc.
    A significação dos diminutivos depende do contexto e só existe em relação a ele, portanto existem palavras que embora utilizem o sufixo diminutivo INHO, não tem significação de diminutivo e isso ocorre com muita frequência dentro de um contexto de tradução de nomes próprios.
    San Martin de Porres Velázquez por exemplo, é traduzido para o português como São MartINHO de Porres, assim como Santo Agostino ou Augustinus se traduz como Santo Agostinho.
    No caso do Padre Zezinho e outros sacerdotes que usam diminutivos como marca registrada, o que querem passar é aquela idéia de intimidade, de que ele está próximo ao povão, de que é “da casa”. Ganha-se em intimidade mas perde-se em autoridade, pois deveríamos por uma questão de respeito nos dirigir aos sacerdotes apenas pelo sobrenome.
    Aliás é uma regra que se aplica a qualquer pessoa em posto de autoridade: professores, policiais, oficiais militares…etc.

    • Gercione, obrigada pela aula de semântica, mas aos ouvidos do povo comum (dentro do qual estou) santo Agostinho era algum Augusto que foi apelidado com carinho de Agostinho. Aliás a Igreja podia tê-lo canonizado como Aurelius Augustinus, pra evitar alguma diminuição de sua figura tão imponente. Mas não o fez. Porque seria?
      De qualquer jeito, tudo bem, eu concordo com voce, depois de tantos anos vendo as figuras sacerdotais se despojando de sua grandeza – aquela dada por Deus, que não lhes pertence, senão para guardar, preservar e espelhar a grandeza dAquele a quem representam – também não gosto de ouvir nome de padre em diminutivo. Virou moda. Depois da fama do pe. Zezinho, pôr o nome em diminutivo passou a ser mais um símbolo da dessacralização da figura sacerdotal, da igualdade entre o sacerdote e o homem comum. E é isso que nos aborrece.
      Hoje muitos já se dão conta disso. Mas não há 30 anos atrás. E foi lá, naquela época, que pe. Zezinho adotou o apelido, com certeza, como voce mesmo disse, numa tentativa de se aproximar mais dos jovens. Eu não acharia errado, naquela época, e ele também não. Não havia muitos padres com nomes conhecidos em diminutivo. E nem muitos padres cantores. Ele fez tudo com pureza de intenção e nunca quis ser artista ou ganhar dinheiro, como outros estão fazendo agora. Nunca traiu seu sacerdócio ou o colocou em segundo plano. E já li alguns escritos dele lamentando como as coisas tem sido feitas nos últimos tempos. Quase se sentindo culpado por ter dado início a uma coisa com uma intenção que acabou descambando em outra muito diferente.
      Talvez agora ele pudesse pensar diferente em relação ao nome, talvez não. Mas é como uma tatuagem no corpo, depois que se cria juízo, não dá pra tirar. Mas também não é justo que IRMÃOS de fé, façam bullying. E voce que tão bem defendeu os tradicionalistas vítimas de bullying, porque tachados de “catolebãs”, “rad-trads”, “pelagianos”, “restauracionistas” e sempre rotulados e desprezados como inferiores e ultrapassados… logo voce vai taxá-lo de medíocre, brega, Zezinho&Joaozinho…? por mais que discorde e questione, por mais que nos sintamos mal com o bullying que sofremos, não podemos pagar o mal com mal. Não é cristão. Até porque, mesmo defendendo bandeiras erradas, ou cantando músicas de melodia que voce pode achar pobre, ele é padre, é o ungido do Senhor, tem aquela dignidade e grandeza – dada por Deus – que nós temos o dever de reconhecer.
      Não quero dizer com isso que temos de tratar com luvas de pelica todos os padres, mesmo os pedófilos, os Betos e os Boffs. Não. Há pecados que bradam ao céu e que despojam mesmo toda unção que um dia foi recebida. Há pessoas que não estão na busca da verdade, mas de respaldar suas teorias e gostos, até sua falta de fé. Mas, sinceramente… voce já demonstrou conhecer bem as letras das músicas do padre Zezinho. Pára pra pensar: acha que ele merece ser tratado do mesmo jeito que esses outros?

  37. A tentativa de justificar o erro se torna um mal maior. Lamento que alguns, fugindo da TL, tenham caído na mesma armadilha só que do lado oposto da tenaz, o carismatismo da RCC, desse cantores que, para a perdição das almas, são padres. Esse truque da tenaz é antigo, esquerda e direita do mesmo corpo, duas faces da mesma moeda, a maçonaria trabalha assim, a velha dialética dos contrários iguais. Agostinho não é um diminutivo como Zezinho ( Jósé ) e Joãozinho ( João ), mas apenas uma outra forma de grafia derivado do original Augustinus, assim como Martinho o é de Martinus, por isso, no sentido do texto do Fratres, Agostinho não é inho ( diminutivo de um nome próprio ). Escrevo isso para que outros não caiam nesse erro. Esse padres são perigosos sim, são seguidores de Taylhard de Chardyn, são modernistas e o modernismo foi condenado pelo Papa São Pio X , portanto são hereges materiais.

  38. Pessoal, se vocês pegaram do Facebook essas mensagens do padre Zezinho, é bem provável que não seja ele é sim alguém se passando por ele. O mesmo disse que desde de 2013 não publica nada no facebook justamente por causa dos fakes.
    http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2013/03/10/por-que-pe-zezinho-scj-deixou-o-facebook/

  39. Cara Teresa!

    “E voce que tão bem defendeu os tradicionalistas vítimas de bullying, porque tachados de “catolebãs”, “rad-trads”, “pelagianos”, “restauracionistas” e sempre rotulados e desprezados como inferiores e ultrapassados… logo voce vai taxá-lo de medíocre, brega, Zezinho&Joaozinho…? por mais que discorde e questione, por mais que nos sintamos mal com o bullying que sofremos, não podemos pagar o mal com mal. Não é cristão. Até porque, mesmo defendendo bandeiras erradas, ou cantando músicas de melodia que voce pode achar pobre, ele é padre, é o ungido do Senhor, tem aquela dignidade e grandeza – dada por Deus – que nós temos o dever de reconhecer”.

    Leia novamente o que eu escrevi no post interior sobre o “bullying”: “um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir os outros. Esse comportamento agressivo não está relacionado à raiva ou indignação, mas é a expressão de um forte sentimento de desgosto por alguém considerado como sem valor, inferior ou não merecedor de respeito. Este desprezo vem acompanhado por três aparentes vantagens psicológicas que permitem que se machuque os outros sem sentir empatia, compaixão ou vergonha: um sentimento de poder, de quem se acha no direito de ferir ou controlar outros; uma intolerância à diferença; e uma liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar outros”.

    Todo “bully” ou valentão é movido por um sentimento de poder e impunidade. Ele se acha inatingível ou irrepreensível e aqueles a quem ele despreza se tornam alvos frequentes de sua implicância, insultos, puxões de orelha, vexame público.
    Não creio que isso se aplica à reação que muitos tiveram aos insultos publicados na página aberta de Pe. Zezinho. Quem diz o que quer acaba ouvindo o que não quer.
    Eu vim conhecer Pe. Zezinho lá pelos idos da década de 70. Provavelmente você nem tinha nascido, mas o LP que rodava na “radiola” lá de casa era um disco de capa azul com uns círculos e Pe. Zezinho no meio. O título era “Estou Pensando em Deus”:
    http://padrezezinhoscj.blogspot.ca/2009/03/discografia-de-padre-zezinho-scj.html
    Era uma época de muito tumulto na Igreja, milhares de padres abandonando o sacerdócio, deixando o hábito e a batina, substituindo o órgão pela bateria e pela guitarra elétrica. A TL estava nascendo forte feito filhote de sucuri que só tende a crescer e esmagar o que vai encontrando pela frente e já em seu início de carreira Pe. Zezinho dava sinais de ter passado pelo abraço da sucuri. Músicas como “se eu não te encontrar” eram sintomas claros de um homem com profunda crise de identidade sacerdotal:

    Se eu não te encontrar,
    no irmão que sofre,
    no irmão que chora,
    no irmão que rir.

    Não vou te encontrar,
    nem na oração,
    nem nos meus amigos
    e também no livro que falou de ti.
    Eu não sei amar,
    eu não sei rezar,
    se eu não te encontrar,
    ao meu redor.
    Se eu não te encontrar…
    Que será de mim, que será de mim, que será de mim?

    Se eu não te encontrar,
    no irmão cansado,
    que fugiu da vida,
    que fugiu de si.

    Não vou te encontrar,
    nem na oração,
    nem nos meus amigos
    e também no livro que falou de ti.
    Eu não sei amar,
    eu não sei rezar,
    se eu não te encontrar,
    ao meu redor.
    Se eu não te encontrar…
    Que será de mim, que será de mim, que será de mim?

    Ora, em qualquer boteco podre que você entrar vai encontrar bêbados que sofrem, que choram ou que riem, então quer dizer que pra encontrar Deus tenho que ir ao boteco ao invés da igreja? Afinal se eu não encontrar Deus no irmão que sofre, chora ou ri, também não vou encontrá-Lo nem na oração, nem nos amigos, nem na família e nem nas Sagradas Escrituras?
    Musiquinhas heréticas como essas foram o empurrão que faltava como justificativa pra muita gente abandonar a frequência à missa dominical. Lá em casa mesmo, a conversa que se repetia era essa: “de que adianta estar na missa todo domingo se você depois não faz isso ou aquilo”. E de tanto faltar à missa com justificativas nesse estilo TL é que a maioria da minha família abandonou a fé Católica e na hora da necessidade preferiram ir atrás de protestantismo e espiritismo.
    Você diz ainda que Pe. Zezinho “fez tudo com pureza de intenção”, mas de boas intenções o inferno está cheio e por causa de padres como ele, estou certa que muitos amigos de infância e parentes perderam não só a fé como a vida eterna.
    Pe. Zezinho ainda tinha a pachorra de glamourizar uma tragédia que é a perda da fé, em músicas como “cantiga para um ateu”.
    No mais, eu duvido muito da “boa intenção” de qualquer religioso que abraça ou promove a ideologia comunista embutida na famigerada Teologia da Libertação, pois a intenção deles é sempre aquela de suplantar a Igreja como nos foi dada por Cristo e transmitida pelos Apóstolos, substituindo-a por uma entidade que usa o nome de Cristo e a influência conquistada ao longo de dois milênios para promover a agenda do Anticristo.
    À parte a heresia que frequentemente aparece embutida nas letras de suas músicas, a crítica que se faz do estilo também é pertinente. São cantilengas monótonas e de tom repetitivo, quando não barulhentas e “korybânticas” pelo uso da guitarra e da bateria. Padre Zezinho foi um dos pioneiros na perversão da liturgia Católica.
    Platão em sua obra “A Republica” dizia que a música é um instrumento mais poderoso do que qualquer outro, porque através dela, ritmo e harmonia vão abrindo seu caminho para os lugares mais recônditos da alma, onde poderosamente se fixam, conferindo graça e tornando a alma daquele que é justamente educado graciosa, ou daquele que é mal-educado deformado e também porque aquele que recebeu esta verdadeira educação do ser interior, vai mais astutamente perceber omissões ou falhas na arte e na natureza, tornando-se detentor de um autêntico bom gosto na medida em que se rejubila e se alegra ao receber na sua alma o que é bom, tornando-se assim nobre e bom igualmente. Tal alma rejeitará e odiará naturalmente o que é ruim.
    Platão também alertava para os perigos da “anti-música” também conhecida como Corybantica. O nome vem da mitologia grega, relacionada à Cibele, deusa da fertilidade e amante da natureza selvagem. Muitas vezes Cybele vem retratada em uma carruagem puxada por leões e era adorada por nove sacerdotes armados com escudos chamados coribantes (korybantes em grego e em latim). Eles realizavam ruidos extravagantes, danças orgíacas e dissolutas aos sons de tambores e outros instrumentos. Segundo a mitologia tais ritmos eram usados para estimular os humores corporais em desafio aos bons propósitos gerados pela harmonia das musas. A consequência seria uma reação imoral em cadeia, uma música dissonante que quebraria a harmonia social e inverteria as virtudes. Só por isso era considerada por Platão como inimiga da República ideal. Alguma semelhança com o que se vê no carnaval não é mera coincidência!
    Assim como Platão, o Papa Bento XVI também disse em sua obra “Espírito da Liturgia”:

    “Por um lado, há música pop, que certamente não é mais entendida pelas pessoas no seu significado antigo ( popular, do povo) mas destinada a ser um fenômeno das massas, produzida industrialmente, e, finalmente, tem que ser descrita como o culto do banal. “Rock”, por outro lado, é a expressão de paixões elementares, que em festivais de rock assumem um caráter cultual, uma forma de adoração, de fato, em oposição ao culto cristão. As pessoas são, por assim dizer, liberadas de si mesmas pela experiência de fazer parte de uma multidão e pelo choque emocional de ritmo, barulho, iluminação e efeitos especiais. No entanto, no êxtase de terem todas as suas defesas derrubadas, os participantes afundam, por assim dizer, abaixo da força elementar do universo. Nesse contexto, a música de sóbria inebriação do Espírito Santo parece ter pouca chance quando o próprio ser tornou-se uma prisão, a mente está aos frangalhos, e romper com tudo aparece como uma verdadeira promessa de redenção que pode ser degustada pelo menos por alguns momentos”.

    Como pode ver, a “deusa TL” trouxe seus “korybantes” pra dentro da Igreja Católica e eles se multiplicaram de forma assustadora. Felizmente, a nova geração de Católicos se cansou de seus ruídos dissonantes e estão preferindo “Pergolesi” ao invés de “Bergolesi”.

    • Eu já tinha nascido em 1970, sim, Gercione. E como disse no primeiro comentário, eu era catequista nessa época, e tentava usar as música do padre Zezinho no final das aulas. Botava a fita no gravador, ouvia com os alunos, depois conversava sobre a letra (pra evitar interpretações erradas, como a que voce citou) e depois cantávamos junto com o áudio.

      Era a única coisa boa que eu encontrava na época pra desintoxicar meus alunos da teologia da libertação que imperava na paróquia, e do próprio livrinho de catequese que eu era obrigada a usar. Boa pelo menos em relação ao que tínhamos lá. E tive muita oposição por isso, pois o padre Zezinho era mal visto pelos seguidores da TL. Mas eram as músicas dele a única coisa que me fazia acreditar que havia uma religião católica bonita e boa, por traz daquela horrorosa que eu conhecia e nem sabia porquê continuava seguindo.
      Foi justamente o vigário dessa paróquia, um padre italiano muito sério e ferrenho na defesa dos pobres e oprimidos, que também seguia e defendia a TL, que tomou minha defesa, e pude continuar dando um pouco de catequese diferenciada, pros pobres catequisandos (adolescentes). Na época, até estranhei ele ter me defendido, e nem foi porque aprovava, mas porque já estava começando a ficar irritado com algumas posições radicais, anti-espirituais, excludentes, inspiradas pela TL.

      Alguns anos mais tarde, depois de muito se desgostar e inojar com a TL e seus grandes representantes, esse padre mudou da água pro vinho. Em dois anos (os ultimos em que ficou na paróquia) ele se mostrou um padre totalmente diferente do que vinha se mostrando até então. Foi como se tivesse trocado um Leonardo Boff por santo Agostinho. Ficávamos espantados de ver ele falar. Pudemos ver o quanto ele tinha de bom pra dar e que tinha ficado sufocado durante 20 anos de engano, pensando estar defendendo os pobres de Deus, quando na verdade os estava, sem querer, traindo. Ele demorou, mas percebeu isso.
      Se tornou um grande amigo com quem segui me correspondendo muito tempo e pude ver o quanto a TL perversa é poderosa, envolvente e mentirosa. Ela engana os melhores. Por isso talvez não tenha conseguido me enganar. E por isso eu não condeno os que por engano são envolvidos por ela. E já te disse uma vez, Gercione, não creio que o inferno esteja cheio de bem-intencionados. Eles estão todos no céu. Afinal o que salva um moribundo pecador arrependido, senão a intenção? intenção de voltar o tempo e ter feito tudo difente. A intenção não é a única coisa que sobra quando nada mais se tem a oferecer a Deus pelo perdão? E ela não é capaz de obter esse perdão?

      Não me espanto que também o pe. Zezinho tenha sido um pouco (ou muito) levado pela TL. Mas não tanto quanto voce pensa. Enquanto outros naquele tempo, como voce disse, ” uma época de muito tumulto na Igreja, milhares de padres abandonando o sacerdócio, deixando o hábito e a batina, substituindo o órgão pela bateria e pela guitarra elétrica”, ele permaneceu tentando ser instrumento de Deus pra aproximar os jovens da fé, procurando usar o mesmo tumulto, o desejo de liberdade, as dúvidas de fé, as guitarras elétricas, como aliados pra conquistar os jovens. Se seus métodos e sua música também foram influenciados pelo momento que a Igreja estava vivendo, é pra se desculpar. Que outros meios ele tinha?
      E eu? que outros meios eu tinha, pra mim mesma e pros que me tinham sido confiados? Tinhas as musicas do pe. Zezinho. Era o que eu tinha disponível. Foi útil pra mim e pros meus catequizandos. A musica que voce citou pode sim ser vista como instrumento pro mal, assim como até as palavras de S. João “quem não ama o próximo que vê não pode amar a Deus que não vê”. Por causa dessa e de algumas outras que estão na Bíblia, quanto erro se ensina por aí. Mas a culpa não é de S. João nem da Bíblia.

      O padre Zezinho há de dar a volta por cima e superar essa maldita TL (ou já fez isso, pois não acredito que tenha sido ele que postou aquilo que tá lá no face). Assim como o meu antigo vigário e o frei Clodovis Boff e outros mais, demoraram mas reencontraram o caminho da Verdade.

      Mas eu entendo voce. Quem não percebe as distorções que são feitas a todo instante? Ontem mesmo, na missa da quarta feira de cinzas, querendo reforçar a importância da prática da caridade, o padre disse pra todo mundo que não precisa fazer penitência nem de deixar de comer um pedacinho de chocolate se isso for custoso. Disse pra não rezar muito porque qualquer papagaio pode repetir palavras… enfim, desdisse tudo que as leituras anteriormente tinham dito. É lamentável, deprimente, desesperador. É um padre que dá pena. Já não sabe mais a que veio, nem em que crê, nem quem é o Deus a quem se consagrou, nem que é impossível sermos caridosos sem a ajuda de Deus.
      Percebo claramente sua razão, Gercione, mas só acho que muitos dos culpados, são tão vítimas como nós.
      Achei muito interessante a citação de Platão de que “a música é um instrumento mais poderoso do que qualquer outro, porque através dela, ritmo e harmonia vão abrindo seu caminho para os lugares mais recônditos da alma.”.
      Justamente por isso eu tenho tentado fazer agora, na minha atual paróquia (de novo contaminada pela TL – Ó sina!) a única coisa que está ao meu alcance atualmente: Se me pedem pra ser catequista, eu recuso pois sei que não dá, na atual conjuntura. Se pra ser ministra, eu não aceito porque sou contra ministros leigos), se me pedem pra ajudar na pastoral do dízimo, eu não vou porque não dou nem peço um tostão que possa ser usado pra favorecer porcarias. Se me pedem pra dirigir um círculo bíblico ou grupo de reflexão, eu não aceito porque teria de usar subsídios cheios de erro. A única coisa que me ocorreu é tentar mudar as música. (Se Platão tem razão… pode ser um caminho). Devagarzinho tô tirando as musiquinhas nojentas e ôcas da TL levando as pessoas a conhecer e ensaiar outras (e isso sem voz pra cantar, usando o toca CD). O padre não tá gostando, mas que se dane, ele não pode impedir, são musicas do livro de cantos da diocese (na maioria), outras que eu imprimo a letra e distribuo, e alego que são usadas na catedral (e são mesmo). Por estar no livro de canto da Diocese, voce já vê que não é canto gregoriano nem coisa da sua altura intelectual e artística, né Gercione, mas é melhor que os cantos da TL, posso garantir. Outra coisa que pretendo fazer (já que minha comunidade é pequena), é imprimir as leituras pras pessoas acompanharem (pois aqui aboliram tudo, até o folheto). As leituras são sempre mal lidas, a homilia distorce tudo e o eco do templo impede a audição perfeita (uma vantagem se considerar as homilias). Mas aí o povo fica sem nada, só com a cantilena choramingante da TL, com suas musiquinhas de MST ou marchinhas de carnaval.
      Já com esses pequenos dois recursos, suponho que as pessoas sairão da Igreja com as leituras na cabeça (e na mão, pra reler) e a melodia suaves com letras mais profundas tocando o coração.

      É o suficiente? é o ideal? claro que não. Não é nada, quase nada. Mas não deixa de ser um pequeno antídoto pro mal que ali se planta.
      Se um dia, alguem dalí conhecer a missa tridentina, os cantos gregorianos e a doutrina tradicional, talvez me chinguem e considerem uma divulgadora do que não presta, do que é imperfeito, do que desconstrói a verdadeira liturgia.
      Mas eu tinha boa intenção. Usando o menos bom, bloqueei o mais ruim.
      Foi mais ou menos o que fez pe. Zezinho.

  40. Pe. Pio se aproxima mais dos jovens hoje do que esse tal zezinho. E Pio não era nem cantor, nem se metia a escrever sobre teologia na internet. Era apenas um religioso que levava os votos de sua ordem a sério. Vivia na pobreza, dando o exemplo. Rezava a verdadeira missa católica com extremada devoção. Passava horas no confessionário. É isso que os jovens desejam, não cantoria brega de padres com nomes no diminutivo.

    Por que esses padres artistas que justificam sua cantoria brega dizendo que é para atrair os jovens não imitam os verdadeiros modelos sacerdotais, que atraíram para si milhares de almas e continuam a atrair, dando Nosso Senhor provas mais do que cabais de que tipo de sacerdote Ele realmente quer? No fundo, esses padres gostam mesmo é da fama…

    Queremos um pe. Pio, um João Maria Vianney.

    A propósito, Lutero era ‘Martinho’ e Zezinho está mais para martinho do que para Agostinho.

    Mas o diminutivo é o de menos. Fábio de Melo não é fabinho e é pior que joãozinho e zezinho…

    Joãozinho nunca será um João da Cruz, pois não vive a mesma cruz que o santo viveu. Joãozinho vive uma cruz aggiornata, adaptada aos tempos atuais, com violão na mão, viajando pelo Brasil poluindo a mente dos frequentadores de seu pseudo espetáculo com músicas bregas…