Foto da semana.

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Depois de cerca de dois anos fechada ao público para obras de restauro, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Santuário de Fátima, Portugal, reabre com uma desagradável surpresa: um novo “altar” sagrado pelo Bispo de Leiria Fátima, D. António Marto.

Escreve-nos um leitor português:

O polémico novo altar da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, lembra os altares dos templos maçônicos.

Coincidência ou não, a forma de cubo e as três velas que ladeiam o novo altar altar lembram indubitavelmente os templos da Maçonaria, causando alguma perplexidade entre os fiéis. O Santuário não deu nenhuma explicação mas pensa-se que as três velas estejam relacionadas como que representando os videntes da Cova da Iria.

O altar, inserido no novo presbitério, foi consagrado no passado dia 2 de Fevereiro pelo Bispo da Diocese de Leiria-Fátima, perante centenas de fiéis. Mas a estética e a lembrança da Maçonaria está a deixar muito a desejar…

O altar anterior: 1 e 2

Mais imagens do novo altar e novo presbitério: 1 e 2

Aqui, alguns altares em lojas maçônicas:

1, 2, 3, 4 e 5

 

 

 

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25 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Mais uma vez o clero progressista, se distanciando dos fiéis com suas “inovações” mais feias que o pecado.
    Será que a coincidência é mero consequência????
    Que Nosso Senhor tenha compaixão dos portuguêses.

  2. Leiam o livro do Sr. Tenório Dalbuquerque, ¨Maçonaria A grandeza do Brasil¨ onde ele explica o simbolismo do número 3 para a maçonaria, a dialética cabalista na qual o 3 representa a perfeição resultante da construção fundamentada entre tese e antítese, sendo a síntese o produto final. Não, amigos isso não é coincidência, é de fato a obra do demônio profanando o santuário de Fátima.

  3. “Em Portugal se conservará sempre o Dogma da Fé”

    O que será que Nossa Senhora quis dizer com isso?

  4. Ambiguidade, sibilinismo, relativismo, duplicidade, falsas bandeiras e similares…
    Eis o conteúdo de muitas das novas concepções das construções dos templos católicos modernistas, mais se parecendo monumentos, e objetivariam tais inovações para satisfazerem a curiosidade e obterem da relativista ONU certificados de locais de visitação mundial por suas singularidades, que para despertarem a fé, como certas catedrais construídas ou em andamento; na invencionice acima, Jesus e Maria foram mais para as laterais….
    Idem, diversas preces, campanhas disso e daquilo, como mesmo da Quaresma, de tempo de conversão do coração para evidenciar o eco-fraternal-humanismo e anexos, nada mais – quando não atende de forma sutil projetos maçônicos!
    Quem sabe no próximo ano a Campanha da Fraternidade da CNBB seria: “Abaixo os defensivos agrícolas!” – eufemismo dos ex agrotóxicos?
    Tudo indica que a Ditadura do Relativismo cada vez se assenta em meio ao povo, cooptado pelas ideologias e pelo progresso tecnológico, subvertendo grandíssima parte, a mais “ligada” no que o sistema impõe, distanciando-se dos ensinamentos de Jesus, como se tais simples invenções humanas se sobrepusessem a eles!
    Parece que não mais estão distinguindo o virtual da realidade, apegando àquele, preferencialmente!
    “Pois nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores desse mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais” Ef 6,13.
    E a internet tem prestado ás Trevas excelentes serviços, haja visto o diabolismo de diversas formas que avança sobre o mundo, graças a ela pervertendo as familias, parecendo Satánás tê-la como sua ferramenta mais potente!

  5. Misericórdia Pai…
    Se é parecido ou feito de propósito com um altar da maçonaria, não podemos afirmar, porém, uma coisa é certa…Este “altar” é tétrico, horrendo, ridículo, pagão, destoa totalmente do presbitério, MISERICÓRDIA…
    Não tem nada haver com o resto do presbitério…
    Três velas simbolizando os pastorinhos??? Alguém acredita em mula sem cabeça??? Por favor!!!!!!!!!!!
    Até onde vão os Cláudios Pastros da vida…A basílica de Aparecida que o diga…
    Em pensar que no projeto original do altar de Aparecida havia um baldaquino, semelhante ao do Vaticano…
    No ano que antecede o centenário da Rainha de Fátima é esse o presente que lhe oferecem…
    Mas as palavras dela jamais serão anuladas…
    “POR FIM MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ”…
    IPSA CONTERET!

  6. “IGMR 117 (3ª Edição)
    O altar seja coberto ao menos com uma toalha de cor branca. Sobre ele ou ao seu redor, coloquem-se, em qualquer celebração, ao menos dois castiçais com velas acesas, ou então quatro ou seis, sobretudo quando se trata de Missa dominical ou festiva de preceito, ou quando celebrar o Bispo diocesano, colocam-se sete. Haja também sobre o altar ou em torno dele, uma cruz com a imagem do Cristo crucificado….”

    Até na instrução geral da forma ordinário isso é bem claro…. Mas…

    Is 56,10-12
    “Meus guardas estão todos cegos e não vêem nada; são cães mudos incapazes de latir, sonham estirados, gostam de cochilar; são cães vorazes e insaciáveis (são pastores que nada observam), cada qual segue seu caminho em busca de seu interesse. Vinde, vou buscar o vinho; com licores nos embriagaremos; amanhã, como hoje, haverá uma enorme bebedeira.”

  7. Parece mesmo uma obra das Lojas. Esse arremedo de altar apresenta duas regiões claramente polidas, acima e abaixo de um veio. As partes polidas representariam, talvez, os maçons, que a si mesmos designam como “pedras trabalhadas ou polidas”. O aspecto polido dessas duas regiões, acima e abaixo desse veio, nos fazem lembrar também outro princípio das Lojas: “o que está acima é semelhante o que está embaixo”, que o ocultismo atribui a Hermes Trimegistos.

    O trabalho das Lojas está “inacabado”; esse veio precisaria ser colmado para que o bloco se apresente perfeito. Existiria, pois, uma continuidade entre as duas regiões polidas, o que equivaleria dizer que não há distinção entre natureza e graça, mas o esforço naturalista – o trabalho das Lojas – terminaria a Obra, do grande “continuum” desse fluxo panteísta.

    Os castiçais possuem também, cada um deles, a mesma descontinuidade representada por abaulamentos; isso poderia representar uma clivagem naquilo (“castiçal”) que sustenta a luz; o número ternário dispensa comentários.

    Não é que a dalmática de quem faz o diácono tem um horroroso aplique que lembra um avental?

    Outro jogo do simbolismo maçônico encontra-se no contraste de preto e branco, na fria e medonha igreja dos Pastorinhos, em Marrazes. Estão as consequências de da obra de Montini e outros.

    https://www.publico.pt/local/noticia/igreja-dos-pastorinhos-custou-17-milhoes-de-euros-falta-pagar-um-milhao-1686900

  8. Bom o altar “antigo” ja nao era la essa coisas, quantoaonovo nao tem nem o que se comentar ficou faltando somente o grande “G”. Misericoridia nobis

  9. Pessoalmente também acho que este altar não combina minimamente com o contexto onde se insere, apesar de eu não ver qualquer maldade nesta peça de arte contemporânea.

    O autor do altar foi o escultor Bruno Marques, assumidamente Católico praticante. Entre as suas principais obras, destacam-se as estações da Via Sacra na moderna Igreja de Nossa Senhora da Maia.

    http://www.paroquiadamaia.net/site/noticias/read.php?id=0128

  10. Vamos falar do “cerne” do problema? A falta de qualidade, conversão, santidade e formação do clero! Altares e igrejas maçônicas são resultados de padres maçônicos! É a influência destes mercenários fantasiados de pastores que está causando esta degradação “visível” na Igreja. Mas a pior de todas é a degradação invisível: a das almas, que caem no inferno como flocos de neve, segundo o que a própria Mãe do Céu disse, a começar pelas almas deles, destes mesmos mercenários. A coisa mais importante que o povo católico deve fazer, depois de rezar e muito pela santificação do clero, é exigir dos formadores e dos seminários uma formação verdadeiramente católica, e mais rigor na seleção, pois a diferença entre pastores e mercenários se detecta precocemente. Os mercenários são aqueles que “sobem ao redil por outro lugar” que não a porta, que é Cristo. Não se conformam a Cristo, estão mais apegados a si mesmos, e aproveitam as brechas, as falhas da formação para adentrar o templo de Deus, como disse Paulo VI.

  11. o Pe. Luigi Villa que foi encarregado pelo Pe. Pio de Pietrelcina de estudar a maçonaria eclesiástica, fez a denuncia das “Diretivas do grão-mestre da maçonaria aos Bispos Católicos maçons para demolir a Igreja e a Fé Católica”, conforme vem a seguir:

    http://escritosdesaomaximilianomariakolbe.blogspot.com.br/2015/08/diretivas-do-grao-mestre-da-maconaria.html

  12. Este altar é a mensagem de que a maçonaria entrou no episcopado. É a apostasia geral na Igreja.

  13. Décima diretiva da Maçonaria aos bispos maçons, segundo publicou o saudoso Don Luigi Villa: “não vos limiteis a tirar as imagens das igrejas. Removei todas as relíquias dos altares e em seguida os próprios altares, substituindo-os por mesas pagãs, não consagradas, que possam ser usadas para sacrifícios humanos no curso de cerimônias satânicas. Eliminai as leis canônicas que obrigam a celebrar somente sobre altares que contenham relíquias de santos.”

    Nós estamos vendo que o bispo de Leiria-Fátima obedeceu modelarmente o comando. Que Nossa Senhora tenha misericórdia daqueles que profanam Seu santuário.

  14. Servos de Satã travestidos de Clero Católico. É como se a Virgem Maria não tivesse dito nada. São Paulo já vaticinou a respeito deste tipinho: “Já vos disse muitas vezes, e agora o repito, chorando: há muitos por aí que se comportam como inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é a perdição, o deus deles é o estômago, a glória deles está no que é vergonhoso e só pensam nas coisas terrenas.” (Fl III,18) Dignos de pena, só isso.

  15. Fui a Fátima dia 11 deste mês, Dia de Nossa Senhora de Lourdes. Sinceramente?… Algumas coisas lá são abomináveis!
    Meio que misturadas ao sacro, o profano e o sacrílego se erguem como totens da modernidade exigindo o sacrifício das consciências.
    A “com-fusão” é proposital: a nova Igreja para os neo-católicos é isso! Ecumênica, miscigenada, permissiva, includente, tolerante, acolhedora, aberta e um espaço de diálogo…
    O que ocorre é que quando se perde a identidade [católica], perde-se todo o resto.
    Além de testemunha ocular recente dos fatos, vi um desejo ardente, tais como as chamas do inferno, de re-converter todos para a Outra – nem que seja pela força sutil da obediência, nem que seja pela não tão sutil imposição da disciplina, passando, até mesmo, pelo apelo da circunstância atual, tão propalada pela mídia ideológica.
    Quando lá estive nem entrei na catedral nova: fiquei com o antigo e seguro; mas, mesmo lá, tinha a marca da burrice e da bestialidade, erguido aos olhos de todos, tanto mais camuflado quanto mais evidente, para imprimir nas mentes e nos corações dos crentes o simulacro, o engano e o engodo…

  16. O sr. Lucas [Impronunciável] Coletta nos mostra um dos trabalhos do Pe. Villa.
    Há outros que todo o católico honesto deveria ler e estudar.
    Façamos isso como dever de casa: estudar, estudar e estudar; rezar, rezar e rezar.

  17. E não se trata apenas da geomtria do tal altar, mas de sua orientação espacial!
    Antes o Altar estava ordenado ad orientem, isto é, para Deus.
    Agora esta mesma orientação não pode se encontrada, pois perde-se o norteamento que era o nosso tropismo espiritual.
    Virar-se para o povo, num apelo inequívoco ao laxo do populacho, faz com que esquecemos a Deus!
    Está arquiprovado com as afirmações dos Papas da modernidade pelas suas sentenças de afirmação de “pastoralidade” com preservação da doutrina, da preponderância do Povo de Deus (entidade fantasmática sui generis no universo da Criação; criação artificial dos livres e bem pensantes da neo-catolicidade) que o lastro da Tradição e sua solidez TEM de ser abandonado em prol da nova sensibilidade que reclama para si o cetro e o trono, que antes era de Deus…

  18. Não consigo entendem essa mania do pós CVII de construir altares “voltados para o povo”. O que impedia de celebrar a missa nova nos antigos altares versus Deum? Até o Papa Francisco já celebrou… Acho meio contraditório uma igreja ter dois altares, além de mostrar um gasto inútil de dinheiro.
    Na própria capela Santa Luzia, utilizada pela Administração Apostólica em São Paulo, tem lá um altar versus popolum fixo que tampa a visão quando a missa é celebrada no outro altar :/

  19. A arte só serve para duas coisas: louvar a Deus e entreter o homem nas justas medidas.
    Que muito me perdoe o sr. Basto, meu patrício, mas esta arte moderna não serve para essa uma coisa nem par a outra.
    Veja: a sensibilidade moderna não expressa de modo adequado, não veicula nem vincula, o conteúdo sacro. O “realismo expressionista” moderno tem uma figura que não se adequa e muito menos serve para vestir os conteúdos e nossa fé, pois dá a eles um tempero (ou uma têmpera) que não lhe é própria: aquela normal espiritual do plano material fica como que vergada sob o peso de uma imagem distorcida; e esta imagem distorcida é, de certo modo, a imagem que fazemos de nós mesmos.
    Quando se vê um El Greco, um Simabue, Miquelângelo ou algum dos anônimos iluminuristas e arquitetos não se vê um autor (apesar do estilo que lhes são próprios estar lá, estampado e evidente): percebemos que são como que meio transparentes, diáfanos artífices que fazem as tintas espiritualizarem-se e as pedras genuflexianarem-se, reverentes, perante o Altíssimo.
    No caso em específico esse altar nada mais é do que um bloco de paralelepípedo dourado com as escumalhas de praxe para [tentar] dizer e justificar que aquilo é uma obra de arte…
    E não adianta dizer que o tal artista é famoso, pois fama nunca foi sinônimo de excelência.
    Hoje a tal fama, incensada pela mídia, é sinal de excrescência.
    Assim como no ditado popular – onde há fumaça há fogo – percebemos hoje que essa cortina de fumaça do incenso modernista esconde um segredo…

  20. O povo português deve reagir a este fato, que não é de maneira alguma um simples fato, devem cobrar das autoridades eclesiásticas uma boa explicação, do porque de uma mudança Tremenda do altar altar anterior para este Sacrilégio, um absurdo que o povo fiel a verdadeira fé não se canse diante deste fato, muito triste mesmo.

  21. Porque a Arte Sacra do Passado incomoda tanto o presente?
    Porque algumas “manias” prevalecem a contra gosto do Fiéis?
    A quem recorrer em situações como esta que não é isolada a Portugal, mas aqui no Brasil tem algumas piores!
    O Sagrado está engolido pela modernidade?

  22. Disse o Senhor:

    “Cum ergo videritis abominationem desolationis, quæ dicta est a Daniele propheta, stantem in loco sancto, qui legit, intelligat: tunc qui in Judæa sunt, fugiant ad montes: et qui in tecto, non descendat tollere aliquid de domo sua: et qui in agro, non revertatur tollere tunicam suam. Mateus 24, 15-18.

    A abominação já está entre nós. O castigo logo logo ocorrerá!

  23. Realmente este novo altar nada tem a ver com o resto do presbitério. uma verdadeira incongruência.

  24. Profanar é a ordem. Tirar tudo aquilo que eleve a alma ao transcendente e que tenha sinais que revelam as verdades de fé.

    A maçonaria está dominando as paróquias ocupando o que se chama hoje de pastorais. Formadas por leigos, elas promovem recreação desde que não se ensinem doutrina católica.

    Grupos de dança, de música, de leitura bíblica, de ajuda material aos menos abastados. Assim vão conquistando os jovens e os mantendo longe de encrencas. Até que se formem em alguma ciência humana e tenham um bom emprego.

    Envolver os mais velhos nas atividades supostamente filantrópicas. Levar os idosos para passeios e bailes de dança.

    Possa-se fazer tudo isso, mas jamais dizer dos sofrimentos de Cristo, das realidades das penas eternas do inferno. Deve-se celebrar a alegria.

    Confundir datas comemorativas civis com as dadas de festas católicas: dias das crianças, das mães, dos pais, da fraternidade universal, dia da árvore etc. A quaresma é tempo para refletir sobre infraestrutura e saneamento básico. Vai tomando espaço o materialismo secular do sagrado.

    E ai de quem se opor. Tem muito papai e mamãe de olho naqueles que queiram frustrar os projetos dos seus filhinhos. A igreja paroquiana agora é um clube de amigos e de famílias. Uma confraria que se protege. Assim vão dizendo que conceitos sociais são a verdadeira religião.