Ordenações sacerdotais na Arquidiocese de Seul, Coreia do Sul.

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8 Comentários to “Ordenações sacerdotais na Arquidiocese de Seul, Coreia do Sul.”

  1. Pelas imagens das celebrações na Coreia do Sul é perpectivel a profundidade e introspecção nas ações litúrgicas. São de dar inveja em nossas celebrações aqui no Brasil. Igreja VIVA NA CORÉIA DO SUL É ISSO QUE VEMOS…

    • Sem Dúvida alguma o instrumento musical está sendo usado para conduzir à transcendência. A concentração dos leigos nessa santa celebração é elogiável. Quanta sacralidade e beleza!!!

  2. Mas que beleza! A cena da primeira benção… Fantástica

    Que Deus os ajude! A ser luz nessas trevas que vivemos.

  3. Quanta beleza . quanta transcendencia , quanta reverencia , uma prova de que as celebracoes segundo o Novus Ordo tambem podem ser muito dignas.E evidente e visivel nos rostos de todos a profunda reverencia e pode ser percebido o bom odor de Nosso Senhor Jesus Cristo..Qua
    nta santa inveja…

  4. Me emocionou profundamente esse registro. Note-se que o som do instrumento talvez típico do país, quem sabe até de uso profano tb, nos eleva a Deus, e ainda que não seja o de um órgão de tubos, tem um sentido comovente e instrutivo de sacralidade e solenidade. Exatamente o oposto do que tem ocorrido no Brasil; aqui, os instrumentos profanos têm sido usados ordinariamente nos ambientes sagrados, parece que por influência do demônio, *para nos desviar do sentido sagrado das celebrações*: violões à maneira de shows de MPB em barzinhos, letras de músicas rasas, quando não DISPERSADORES batuques de toda ordem e palmas incessantes; e aqueles terríveis efeitos de batidas, baixos dos teclados?
    Ave! Até quando??? Não se trata duma questão disciplina, do que é ou não permitido pela Santa Sé, dioceses e conferências episcopais na Missa em matéria de instrumento, mas se trata sobretudo de bom gosto e bom senso estéticos, afinal a beleza das coisas serve a exaltar a glória de Deus. Bom senso e bom gosto que já foram por água abaixo, na contemporaneidade, mas de que ainda se tinha a esperança de os católicos romanos, sobretudo os das pastorais, manterem, como mantém intacta a transmissão e vivência da Doutrina, apesar da cada vez mais crescente oposição do mundo a ela, na teoria e na prática.
    Nada como um órgão bem tocado na missa e músicas piedosas, para nos ajudar na árdua tarefa da oração, na alta incumbência de falar com Deus. Afinal, “se eu quiser falar com Deus, tenho que me CONCENTRAR…”

  5. 1-) Já a Coreia do Norte…

    2-) Nos faz pensar qual a diferença deste clero sul coreano com o da Venezuela cuja nação está sendo castigada de forma merecida pela fome e pela violência.

    3-) Podemos ver os leigos sul coreanos e compararmos com os leigos brasileiros que abandonaram a civilização e aderiram por completo ao tribalismo.

  6. Sim, o Concilio Vaticano II já legislou sobre instrumentos musicais litúrgicos. Mas a meu ver bateria não é instrumento litúrgico. Em minha paróquia eu não admitia. Sua finalidade é elevar a alma a Deus;
    os instrumentos devem apenas acompanhar o canto, servido-lhe de fundo musical, e não abafá-lo.Quanto à liturgia na Coreia do Sul todos viram na TV a Missa celebrada pelo Papa e como todas as mulheres usavam o véu. E não venham me dizer que é cultura. Na Grande Enciclica de São João Paulo ECCLESIA DE EUCHARISTIA ele diz que na celebração da Santa Missa deve haver um verdadeiro ENLEVO da alma. E usa 3 vezes esta palavra. Com minha bênção, Pe. Expedito Miguel do Nascimento Filho. S.J.

  7. Belíssimo video!
    Que seja divulgado e possa nos ensinar algo sobre a transcendencia.