Das declarações ambíguas e polêmicas.

Por Hermes Rodrigues Nery | FratresInUnum.com

Uma das estratégias de manipulação midiática apresentadas por Noam Chomsky é a da gradação, que “para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas”, pois as medidas para uma revolução não podem ser “aplicadas de uma só vez”. De alguma forma, as declarações informais do papa Francisco, a bordo do avião de volta de suas viagens, fazem lembrar a estratégia de Chomksy. Nunca foi preciso sacerdotes e leigos comprometidos com a Igreja terem de sair nas redes sociais explicando aos fiéis atônitos diante de uma declaração ambígua e desconcertante, de que não era bem isso que o papa queria dizer, que a mídia deturpou suas palavras, de que jamais ele contrariou a doutrina católica, de que é preciso entender o contexto, etc. Desde o impacto da declaração “quem sou eu para julgar?”, quando indagado sobre o homossexualismo, essa parece ser uma tônica, enquanto estratégia, não apenas em entrevistas informais a bordo do avião, mas até nas concedidas para a imprensa, como, por exemplo, as que ele deu para Antonio Spadaro, em La Cività Cattolica.

As questões polêmicas não causaram inquietação nos que estão fora da Igreja, pelo contrário, seus conhecidos adversários ficaram satisfeitíssimos com a abordagem de tais declarações, comemoram até, e imediatamente publicaram em seus blogs, jornais e demais periódicos, editoriais elogiosos. A devastação é causada dentro da Igreja, em que, por durante dias consecutivos permanece a discussão sobre o que ele quis dizer exatamente com isso ou aquilo, até que a maioria dos jornais e sites católicos acomodam a situação, buscando de todas as formas dar razão ao que, em certos casos, fica muito difícil defender, especialmente por nós, católicos apostólicos romanos que amamos a Igreja. E então, foi doloroso ter visto a sua declaração, no retorno do México à Itália, quando afirmou uma imprecisão histórica ao falar sobre contraceptivos, dando a entender que Paulo VI havia aprovado o uso de anticoncepcionais, no caso das freiras violentadas no Congo Belga, quando, na verdade, o papa Montini jamais fizera aquilo e, pelo contrário, foi categórico em condenar os contraceptivos na Humanae Vitae, alguns anos depois. O engano histórico, tantos dias depois, ainda não foi reparado pela sempre ágil (quando convém) Sala de Imprensa da Santa Sé. E mais: de ter feito questão de se encontrar com o Patriarca Ortodoxo Russo, em Cuba (dias depois, a presidente Dilma Roussef disse ter se sentido honrada com a sua presença no Palácio do Planalto), em que, juntamente com Kiril, reforçou a estratégia geopolítica de Putin (o eixo russo-chinês, do qual a “Pátria Grande” está alinhada, com o internacionalismo de esquerda), isolando ainda mais os greco-católicos ucranianos, e mesmo os católicos russos, afirmando ainda na mesma entrevista que agora seu maior sonho é visitar a China.

Não foram poucas as mensagens recebidas in box do facebook, de muitas pessoas indagando sobre o que dizer aos catequizandos sobre essa ou aquela declaração, e como se defender daqueles que dizem que estamos querendo ser mais católicos que o próprio papa, quando queremos apenas ensinar o que realmente está no Catecismo da Igreja Católica. E então os rótulos de conservadores, restauracionistas e tudo mais são atirados para todos os cantos, no intuito de frear ou neutralizar os que apenas querem ser fiéis à sã doutrina católica, nesses tempos cada vez mais difíceis, de muita provação. Outro dia, numa visita a uma paróquia, um padre pedindo uma opinião minha sincera sobre determinadas declarações e até atitudes, como aquela de ter aceitado o abominável presente de Evo Morales, com Cristo crucificado numa foice e martelo, a resposta que podemos dizer é da nossa convicção da promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo de que a Igreja sempre terá a proteção do Espírito Santo, e de que rezamos por Francisco e nos empenhamos em compreender tudo o que está acontecendo. E mesmo assim vieram tantos outros questionamentos. O sacerdote confidenciou que tem sido muito difícil explicar aos fiéis sobre tantas coisas, e que os próprios fiéis, muitos deles bastante simples, sentem que alguma coisa não bate, não encaixa, mas eles não sabem dizer o que afinal acontece. “O fato é – disse-me ele – que a revolução em curso é inevitável, e não sabemos que efeitos terá”. E as declarações dadas “em contas gotas” vão diluindo toda e qualquer resistência, porque esta e outras estratégias, como as apresentadas por Chomsky, dão “mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.” E prosseguiu: “Pois mudanças estão sendo preparadas, desde o primeiro dia, e muitos trabalhando com afoiteza, para que no momento oportuno, os próprios católicos estejam prontos para aceitá-las. Por isso, as declarações ambíguas não parecem ser tão espontâneas assim, mas calculadas, como uma estratégia de gradação, a preparar a revolução, que ninguém sabe exatamente para onde querem levar a Igreja.”

Enquanto isso, continuaremos rezando pelo papa Francisco, como ele nos pediu, desde o primeiro instante.

13 Comentários to “Das declarações ambíguas e polêmicas.”

  1. Reportemos a Vindice e Nubius em seus macabros preparativos referentes à abordagem acima do post:
    A Alta Venda, grupo oculto que controlava tanto a Maçonaria quanto os Carbonários, tinha um secretíssimo plano traçado para destruir a Igreja com o concurso de um Papa, e os documentos eram à Gramsci e/ou à Chomsky: no SUTIL, LENTA E GRADATIVAMENTE daquele, a conta-gotas, sem causarem impactos para que os alvos não se despertassem de estarem sendo subvertidos:
    “… No caminho que traçamos para nossos irmãos encontram-se grandes obstáculos a vencer, dificuldades de mais de uma natureza a suplantar. Triunfaremos pela experiência e pela perspicácia; mas o objetivo é tão belo que importa abrir todas as velas ao vento para alcança-lo. Procurai o Papa cujo perfil acabamos de traçar. Estendei vossas redes no fundo das sacristias, dos seminários e dos conventos. O pescador de peixes torna-se pescador de homens; vós, vós conduzireis amigos (nossos) para junto da Cadeira Apostólica. Tereis pregado uma revolução com tiara e capa, marchando com a cruz e o estandarte, uma revolução que precisará ser apenas um pouco estimulada para pôr fogo nos quatro cantos do mundo. Que cada ato de vossa vida tenda, pois, à descoberta dessa pedra filosofal.
    Em outra parte dos documentos evidenciava bastar ter o dedo mínimo do sucessor de Pedro comprometido com a conjuração, e esse dedo mínimo vale, para essa cruzada, todos os Urbanos II e todos os São Bernardos da cristandade.
    Conhecendo sobre a crise da fé incrementada após a saída do Papa Bento XVI na Igreja por recorrentes pronunciamentos ambíguos e os tantos efeitos deleterios nos fiéis, aliados dos grupos infiltrados dentro do Concílio Vaticano II adiante e atribuindo seus relativismos a ele, não deixemos de admirar o grau de profetismo, da capacidade de trabalho demoníaco e do sucesso que tais planos alcançaram em pouco menos de um século.
    O papa Paulo VI sequenciador do Concilio, ao invés de ser culpado de tudo como muitos acusam por aí, mais se parecia impotente contra as pressões internas, pois o que tem de frases amarguradas, não são poucas, como:
    “A abertura ao mundo foi uma verdadeira invasão do pensamento mundano dentro da Igreja. Talvez nós fomos por demais fracos e imprudentes” – 23/11/1973 – OR.
    “A Igreja está passando por uma hora inquieta de autocrítica, que melhor se chamaria de autodestruição, como um transtorno agudo e completo, que ninguém teria esperado após o concílio. A Igreja parece suicidar-se, matar-se a si mesma” – 07/12/1972 – OR
    “(…) a divisão e a desagregação que infelizmente entrou em não poucos setores da Igreja” – 30/08/1973 – OR
    “Esperava-se que depois do concílio haveria um período resplandecente de sol para a história da Igreja. Pelo contrário, veio um sopro de nuvens, de tempestades e de trevas!” – 18/07/1975 – OR, além doutras mais, na mesma direção.
    Se acaso as ambiguidades estiverem se praticando acinte pelos grupos vinculados a ideologias infiltrados na Igreja e eventualmente acima, se contando com camuflado apoio papal, é esquema esquerdista para dividir e colocar uns se batendo contra os outros, a famosa “Lutas de Classes” dessa vez instigadas se instando dentro da Igreja, cuja meta é: “dividir, para depois dominar”.
    Também, com uma Secretaria de Estado do Vaticano que agiria em parte ou ao todo “politicante correta” como admitem bispos de envergadura – e não o seria de forma independente – como D Jan Pawel Lenga, é orarmos e resistirmos às heterodoxias, como a seus promotores, conferindo-os ao Magisterio de sempre da Igreja!

  2. Rezo todos os dias pelo Papa, sem dúvida, por toda a Igreja, mas rezo também pelo Sr., professor Hermes, e pelos frutos do seu trabalho e do de seus colaboradores junto aos Bispos do Brasil e aos parlamentares, trabalho este denodado e amiúde realizado sob o martírio da ridicularização, expressão feliz de Bento XVI, que bem retrata a situação atual dos que, por amor à Igreja, procuram posicionar-se coerentemente sobre a areia movediça dos dias em que vivemos. Non praevalebunt!

  3. Caros,

    Somos tomado de assalto pela perplexidade dos fatos que se acercam de nós e não obstante os desafios, percebemos o arrefecimento da fé, o declínio da moral e a ditadura do relativismo galgarem imensos espaços em nossa sociedade, em nossa Igreja, em nossa fé.
    Nada mais pernicioso e letal, do que impôr esta destruição de dentro para fora.
    São dias maus, os que vivemos. Dias anunciados, profetizados, mas tão pouco percebidos e combatidos pela razão e pela fé.
    Precisamos acordar!!! Ou defendemos nossa fé ou iremos agonizar no inferno por nossa covardia.

  4. Perfeito, professor. Não poderia ter explicado melhor a situação.
    Apesar de discordar de muita coisa do prof. Hermes, principalmente no que diz respeito a Bento XVI e JP II, é preciso louvá-lo em suas posições a respeito do atual Papa, criticando-o sem faltar-lhe com o devido respeito. O que mostra também que seus elogios aos pontífices anteriores não são motivados por razões ideológicas.

    Agora uma outra coisa que gostaria de salientar, que não tem a ver com o presente texto. Algumas (ALGUMAS) vezes os gestos e as palavras de Francisco não diferem muito daquilo que foi feito ou dito por Bento XVI e JP II e vejo críticas ainda mais ácidas para o atual Papa. Talvez por este ter cumprido a risca a profecia de Bento XVI, de que na Igreja parece necessário existir um grupo ao qual odiar e fazer a mais violenta oposição. Somente vermos como Francisco muitas vezes se pronunciou de forma hostil a uma parcela da Igreja, aquela que mais o defenderia se fosse um Papa plenamente fiel a ortodoxia e sofresse os ataques dos inimigos da Igreja.

    Não que Francisco não tenha dito ou feito coisas piores que seus predecessores imediatos e também não que estes não tenham sofrido as legítimas oposições na época, mas é uma análise que me parece válida, embora reconheça que isso deva ser feito por alguém mais capaz do que eu.

    Parece-me que estamos vivendo um novo período na história da Igreja. O CV II e os papas que o seguiram vieram para superar o magistério dos papas anteriores ao CV II nas questões do ecumenismo, liberdade de cultos, missa nova, colegialidade, tradição e escrituras, inspiração bíbilica, etc.

    Ao menos o que se demonstra até agora é que Francisco veio para mudar o que há de magistério vinculante dos papas no pós concílio, a saber: comunhão para recasados e hereges, contraceptivos, uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, etc.

    E isso é feito seja por omissão culpável ou como demonstrou o professor Hermes, a conta gotas…

    Sei que o assunto é muito complexo e não desejo atribuir ao atual Papa e nem a seus predecessores uma intenção da qual somente Nosso Senhor conhece. Mas não podemos nos omitir quanto as palavras ditas, e nem aos gestos, que muito espanto estão causando entre os fieis.

  5. Pedro Henrique, afirmar que algumas vezes atos, gestos e palavras do Papa Bento XVI e do Papa São João Paulo II não diferem do papa Francisco é pura insensatez. É de longe uma discrepância abissal. Vivemos um momento difícil, de desorientação das consciência,com visões obtusas ,liberais e relativistas. I

    • Walter, com todo respeito, vc. deveria se informar melhor sobre os três pontífices e veria que há muitas coisas que realmente são comuns (não concordo em tudo que o Walter Arruda fala) Por ex., os três foram as mesquitas, são favoráveis ao ecumenismo, a visita a Cuba, os 2 últimos papas a favor do preservativos, encontro com rabinos etc. etc. Vai vendo com certa atenção que vc. vai achar muita coisa em comum e que não diferem muito, exceto em radicalidade, grau do Francisco I.

  6. Parabéns pela coragem professor! Hoje todos já perceberam e estão aflitos – inclusive os que ficam jogando calda de morango no jiló pra tentar melhorar a desgraça….

  7. É como já foi dito aqui por alguns e por eu msm, tudo que tá acontecendo na Igreja já foi preparado e arquitetado há muito tempo, tudo é parte de um grande esquema sujo p/ corromper a Fé Católica até o último dos seus alicerces, preparando o terreno p/ a chegada do Anticristo. Não se enganem vocês pensando que a mídia foi pega de surpresa com essa “revolução”, pois muitos (ou quase todos) veículos midiáticos também fazem parte desse maldito plano e já esperavam por tudo isso, daí tanto gosto da parte deles em difundir notícias que escandalizam a nós Católicos. Quanto aos não-cristãos, estão muito satisfeitos com um papa que é contra o proselitismo e que se cala ou se omite a respeito de muitas coisas que eles defendem ou praticam. A real é que o cerco tá se fechando em torno da Igreja e de seus fiéis e a sabotagem cada vez mais vem de onde menos se espera, p/ tornar qualquer resistência muito mais difícil.

  8. O prof Hermes Nery é um católico autêntico, sendo um exemplo aos bispos e clero e leigos, tão apáticos em geral, e de coragem, de não ter respeito humano, de assumimento e sempre muito coerente no que diz e faz – nunca fiz restrições a seus pontos de vista, pois está com os cardeais e bispos e clero descontentes com certos procedimentos de relativistas, vindos até de dentro do Vaticano!
    Também discordando e muito acima do Pedro Henrique, acima!
    Pena que não elegeram para Deputado Federal, pois seria um defendendo a mais a Igreja na política, como fazem os protestantes, mesmo divididos entre si com suas bancadas “evangélicas”, digo assim por serem muito oportunistas e estarem enfiados em constantes falcatruas e querem se posarem de religiosos, muitos deles apoiadores de comunistas, como IURD, IMPD, RRSoares, etc.
    O prof Hermes dá uma lição de fé católica particularmente na CNBB, o que é ser católico atuante, destemido, não como os maus exemplos de outros e de D Leonardo e D Raymundo Damasceno, que disseram dos dois comunistas; o primeiro, que o abortista Plinio de Arruda era “exemplo de católico atuante na política” e o segundo, disse que Eduardo Campos era “católico praticante” e esse ainda ficar “dialogando” com comunistas, aos sorrisos com Dilma e mais vermelhos!
    Nunca vi falar que comunista dialoga com alguém, mas tenta sempre mais um esquema para levar vantagem, usando a Igreja para seus interesses!
    Já o prof Hermes é o tipo de católico que a Igreja mais necessita!

  9. Prezado Renato, mesmo assim, são completamente distintos os pontificados do Papas Bento e João Paulo II em comparação ao do Papa Francisco. Por exemplo: Bento XVI foi sim à Cuba, mas com um texto e uma “práxis” totalmente diferente. Tanto Bento XVI quanto o Papa João Paulo II sabiam conduzir bem o diálogo ecumênico, sem jamais deixar de dizer a verdade e sem fazer concessões para agradar a esta ou aquela religião. Basta ler por exemplo o maravilhoso documento que é o ” Dominus Iesus ” . Quanto à questão do preservativo, foi algo muito deprimente o sr dizer que eles eram a favor do uso do preservativo, porque definitivamente não eram, mas não mesmo!!! Não tem o que argumentar.

  10. Maravilhoso documento que é o “Dominus Iesus”

    Não me faça rir… abro a página do Vaticano, vou até o referido documento, começo a lê-lo e já no n° 1 do documento observo uma omissão criminosa e altamente injuriosa para Nosso Senhor:

    “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai.”

    Sem falar na doutrina enganosa da comunhão imperfeita das igrejas e comunidades separadas.

    Bem, é um documento tão defeituoso que se formos analisar cada parte defeituosa, ficaremos aqui a madrugada toda…

    Também podemos afirmar que o pontificado de JP II e Bento XVI é completamente diferente do exercido por Pio XII e são Pio X. Esses dois últimos nunca elogiaram heresiarcas como Lutero, nem saudaram muçulmanos, nem foram à sinagogas, nem organizaram encontros pan-religiosos como o vergonhoso encontro de Assis, espaço aberto para doutrinas de demônios serem vomitadas em pleno templo católico, nem assinaram documentos conjuntos com hereges e cismáticos, obscurecendo a doutrina católica.

    Sr. Arruda, só não vou mais adiante porque não é propósito do artigo analisar os pontificados dos predecessores imediatos de Francisco, nem sou capaz para isso. Citei um exemplo de uma omissão doutrinal realizada por Ratzinger e aprovada por JP II, além de ações desses Papas que não condizem com a doutrina católica. Há artigos na internet analisando as encíclicas de Bento XVI e uma coleção de QUATRO livros analisando as primeiras encíclicas de JP II, escritas por Johannes Dormann.

    Pense o que quiser… Nós aqui defendemos Francisco, Bento, João Paulo, etc, no que esses foram fieis à ortodoxia católica e fieis em defender os direitos da Igreja e de Nosso Senhor. E os criticamos quando estes traíram suas missões, exatamente por sabermos que Cristo jamais prometeu uma infalibilidade absoluta a seus vigários na terra. Ficamos felizes quando há ações dignas de elogios e profundamente tristes quando vemos ações dignas de críticas.

    Mas o inimaginável está ocorrendo. Francisco está conseguindo limpar as biografias de JP II e Bento XVI, na mente de alguns desavisados.

    Meu medo é que o sucessor de Francisco faça este parecer o mais ortodoxo dentre os pontífices. Já estão trabalhando para isso, promovendo o nome do cardeal Tagle, um ultra progressista.

    Aí virá pessoas como você fazendo uma defesa injustificada de Francisco e dizendo:

    “Vivemos um momento difícil, de desorientação das consciência,com visões obtusas ,liberais e relativista”

    Como se isso tivesse tido início há alguns poucos anos…

    Teve início a pelo menos 50 anos…

    • É Pedro. Vc. tem razão. Os três eram favoráveis ao ecumenismo e isso já basta para colocar no mesmo cesto. Os 3 foram a Cuba e qual deles fez qualquer menção de condenar o comunismo dos castro a pedir a liberdade dos presos políticos (cuba está entre os 10 países com mais presos políticos) ? Foram os 3 risonhos com os Castros o tempo todo. Em relação à invasão islâmica, com pequenas diferenças (grau) fizeram a mesma coisa. Nunca disseram um “a” sobre esse perigo! Um “a” sobre as vítimas dos muçulmanos! Sobre o preservativo os 2 últimos autorizaram (meio disfarçado para enganar os “inocentes”). Aí vem uns coitados para dizer que não aprovou só autorizou. Esse modo de argumentar de certa gente é certamente muito obtuso e imita a política do avestruz: enfia a cabeça no buraco e faz de conta que não há perigo.
      Quanto ao Domino Jesu, dizer que é um docto. maravilhoso… Sem comentário. Só rezando.

      PS:No corpo do texto do post acima – seis post acima – por engano está dito “Walter”. Corrigir por “Pedro”.

  11. Caro Sr Pedro Henrique, quando falei ” vivemos um momento difícil, de desorientação das consciências, com visões obtusas, liberais e relativistas ” , não estava defendendo o atual pontificado e sim me referindo a pessoas que tem uma visão e uma prática liberal e anarquista , ou seja , os lobos, os que se dizem católicos, mas não aceitam os ensinamentos da Igreja.