Morales presenteia papa Francisco com livros sobre benefícios da folha de coca.

Época – O presidente da Bolívia, Evo Morales, deu um presente pouco usual nesta sexta-feira para o papa Francisco. O líder latino-americano presenciou o pontífice com livros sobre os benefícios das folhas de coca para a saúde.

Morales se encontrou com Francisco antes de uma conferência do Vaticano sobre justiça econômica e social. O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos Bernie Sanders também estará presente no evento.

Durante a audiência com o papa, Morales presenteou Francisco com três livros sobre os benefícios da folha de coca.

Em 2015, durante uma visita do papa argentino à Bolívia, Morales causou um pequeno incidente diplomático, ao presentear Francisco com um crucifixo que tinha a cruz e o martelo. O pontífice disse na ocasião que não ficou ofendido com o presente.

A folha de coca, matéria-prima para a fabricação da cocaína, é mascada nos Andes e ajuda a combater os efeitos da altitude, além de ser um estimulante.

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3 Comentários to “Morales presenteia papa Francisco com livros sobre benefícios da folha de coca.”

  1. Os esquerdistas, como o vermelho cocaleiro Evo Morales, mesmo o “democrata” Bernie Sanders e sucia, defensores de liberação de venda e uso de drogas, idem experts em “justiça econômica e social”, são os mais interessados nos “beneficios” da coca com seu subproduto cocaína, poderosa droga transformadora dos usuarios em zumbis!
    Os esquerdistas têm na coca uma das culturas mais visadas para obterem lucros para as facções, para subvencionarem a subversão e ajudarem na alienação de um povo para o dominar, pois ela destroi a capacidade mental e psicológica do usuario – e seu uso gera uma sensação de descontrole, e poder para realizarem crimes que em sã consciencia não fariam – e posteriormente ao uso, causam astenia, forte depressão etc..
    O incremento da produção da coca resultou por declínio dos lucros de culturas lícitas, como os cereais; ela rende ao produtor quase 10 vezes, comparados aos alimentos, fácil de cultivar, além das pressões comunistas para não cessarem o cultivo da matéria-prima que garante a produção da cocaína para manterem as guerrilhas marxistas e destruição da sociedade.
    O PT, a TL e a CNBB e varias grandes seitas daqui se excluem desse encontro?

  2. Sinal que ele achou que o primeiro presente foi bem acolhido. Se não, não teria dado esse, que aliás, é bem menos desrespeitoso.

  3. A respeito dessa lamentável notícia, que somente agora tive conhecimento, reporto-me, embora com pesar, ao que escrevi em 09 de abril último no Frates In Unum, no post “Divulgada “A Alegria do Amor”. Exortação de Francisco após Sínodo da Família”:

    “Nos tempos em que Kama Sutra virou cartilha, falar da valorização do erotismo como algo inocente é na verdade um anacronismo em que alcança os tempos em que era possível apontar o maconheiro da escola, porque somente existia ele.

    E lembrar da cannabis sativa não é em vão, porque somente propagou-se, bem como suas chegadas mais fortes, porque a sociedade acostumou-se com emoções fortes, principalmente depois da descontrolada liberação da concupiscência.

    Deveria Bergoglio lembrar do alto da sua cátedra que a vida sexual deve ser regrada sob pena de cairmos em um abismo de necessidades de maiores emoções cujo chão é o crack e outras abominações rasteiras.

    Mas quem sou eu para condenar a cannabis sativa se cientistas insistem em considerar que a erva é inofensiva, capaz até de servir como medicamento?

    Pois tudo, caro Papa, é assim. A sociedade secular encontra desculpas para aliviar o erro, e como foi pontificado alhures que a Igreja tem que ser moderna, chegará o dia em que a Igreja terá que modificar suas concepções a respeito das drogas para acompanhar a secularidade, e em nome da modernidade lançar uma encíclica pseudo vanguardista não exatamente fazendo apoteose das drogas, mas vendo o lado positivo delas, e ressaltando que devemos ser complacentes com os usuários, em que sabe, com os pequenos traficantes. E se condenará os antigos religiosos, que na verdade são os modernos de hoje, porque incapazes de ver no consumo algo de evangélico, já que a Igreja pena com uma certa incompreensão da verdadeira mensagem do Evangelho.”