O presidente da Conferência Episcopal das Filipinas ordena administrar a Comunhão aos adúlteros.

Mons. Socrates Villegas B., arcebispo de Lingayen Dagupan e Presidente da Conferência Episcopal das Filipinas, escreveu uma carta em que diz que não devemos esperar pelas diretrizes dos bispos sobre a Exortação Apostólica “Amoris Laetitia” e pede que se dê a comunhão – “alimento para os miseráveis” – aos “pecadores”.

Por Infocatólica | Tradução: FratresInUnum.com: (InfoCatólica) Estas são as palavras de Mons Lingayen Dagupan, publicadas no site da Conferência Episcopal das Filipinas :

“Depois de um discernimento conjunto, os seus bispos devem elaborar diretrizes mais específicas sobre a implementação da Exortação Apostólica. Mas a misericórdia não pode esperar. A misericórdia não deve esperar. Os bispos e padres devem receber com os braços abertos todos aqueles que permaneciam fora da Igreja por um sentimento de culpa e vergonha. Os leigos devem fazer o mesmo. Quando os nossos irmãos e irmãs, por causa de relacionamentos rompidos, famílias destruídas e vidas partidas, permanecem timidamente no umbral de nossas igrejas e nossas vidas, sem saber se eles serão recebidos ou não, nós devemos ir ao encontro deles, como o Papa nos pede que façamos, e assegurarmo-lhes de que há sempre um lugar na mesa dos pecadores, na qual o próprio Senhor se oferece como alimento para o miserável. O res mirabilis manducat Dominum Pauper, servus et humilis … Oh que maravilha, o pobre, o servo humilde também recebem o Senhor. Trata-se de uma medida de misericórdia, uma abertura de coração e de espírito que não necessita de nenhuma lei, não espera qualquer diretriz nem aguarda instruções. Pode e deve ser colocada em prática imediatamente”.

socratesvillegasalarg

O texto integral da carta do Arcebispo e Presidente da Conferência Episcopal das Filipinas:

http://cbcpwebsite.com/Messages/amoris.html

Convém, todavia, recordar que a Exortação Amoris Laetitia não mudou a disciplina da Igreja ou de sua doutrina a respeito da recepção da comunhão. Neste sentido, InfoCatólica subscreve a declaração publicada recentemente por Mons. Livio Melina, presidente do Pontifício Instituto João Paulo II. Nós a estamos traduzindo e publicamos por ora esta frase:

“Portanto, deve-se dizer claramente, que mesmo após a Amoris Laetitia, admitir à comunhão os divorciados ‘que voltaram a se casar novamente’, exceto nas situações descritas na Familiaris Consortio 84 e no Sacramentum Caritatis 29 [Nota tradutor: o compromisso de “viver como irmãos”] vai contra a disciplina da Igreja e ensinar que é possível admitir a comunhão para ‘divorciados recasados’ para além destes critérios é contra o Magistério da Igreja”.

23 Comentários to “O presidente da Conferência Episcopal das Filipinas ordena administrar a Comunhão aos adúlteros.”

  1. Para esse bispo, a misericórdia não pode esperar, não deve esperar.

    Mas esperou.

    Quase dois mil anos de espera! Até que, finalmente, embalados pela alegria de um amor desconhecido por todos os santos, por todos os Papa e por todos os doutores, nós a descobrimos em Francisco!

    Ele pode estar exultante de alegria. Parece-me que estava apenas esperando o menor sinal para, alegremente, entregar a Cidade de Deus aos seus inimigos, podendo agora fazê-lo, sem esperar nada.

    Mas eu me atrevo dizer que talvez não haja tanta alegria assim no céu.

    Pois afinal, o céu alegra-se com a conversão dos pecadores; e o que esta hierarquia traidora está fazendo é garantir que eles deixem de vez de se converterem.

  2. Plena comunhão!

  3. E Francisco, o que fará diante disso?

  4. A CNBB só não se antecipou a este demônio de mitra porque está muito ocupada tentando salvar Lula, seu deus, e Dilma, seu profeta…

    Nas Filipinas, bastião católico do ultramar espanhol na Ásia, nasceu e viveu dom Salvador Lazo y Lazo, bispo de San Fernando, que uniu-se a dom Lefebvre e dom Mayer no combate da tradição. Em histórica carta aberta a João Paulo II, dom Lazo disse que Roma estava nas mãos dos demônios e dos maçons. Faleceu em 2000.

  5. Agora é ladeira abaixo…outros Bispos pelo mundo farão de seu arcebispado um feudo próprio.

    E estão em plena comunhão. É claro, sabemos que aparecerão alguns prelados para dizer que “eles não entenderam e tal…”

  6. Conferências episcopais = sindicatos de bispos

  7. “O Inferno não pode esperar. O Inferno não deve esperar”.

    Quem não tem sua fé maculada com o Vaticano II e o modernismo em geral, que entenda o que esta ocorrendo e resista!

  8. “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei a vós…’ Portanto todo aquele que comer este pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor… aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para si a condenação..” (Confira 1 Cor. XI, de 23 a 31). Comer e beber a CONDENAÇÃO nunca foi nem poderá ser MISERICÓRDIA. Quando um bispo, aliás presidente duma Conferência Episcopal, ensina esta monstruosa heresia, dizendo “como o Papa nos pede que façamos”, podemos aquilatar melhor o perigo da ambiguidade, e daí a responsabilidade que pesa sobre um papa que a emprega. A ambiguidade máxime na linguagem de um papa é de consequências catastróficas para as almas. Comparo a ambiguidade à uma placa de sinalização errada. Infelizmente veio-me esta comparação à mente, porque indo de Varre-Sai para Natividade há uma curva super perigosa, e antes dela está uma placa indicando curva normal. Várias pessoas morreram ali. Esta curva é mais perigosa para os motoristas que vão de Varre-Sai para Natividade porque é uma descida. Tudo favorece o desastre. E quando se chega ver o perigo e procura frear, é tarde, e pior. Assim também uma bondade e uma misericórdia mal entendidas e que, por isso, favorecem àqueles que estão na ladeira do pecado, o desastre da condenação é quase inevitável.
    A empreiteira que pôs a placa errada, e as autoridades que a permitiram não serão culpados pelas várias mortes ali acontecidas?
    Queria escrever mais, mas está no hora da Santa Missa.

  9. Pelo jeito, S Tomás de Aquino está cada vez mais banido da Igreja na sua citação abaixo, assim como outro santos doutores, surgindo em seus lugares os aventureiros da fé, os improvisadores do Evangelho, cada qual adaptando a doutrina da Igreja de acordo com as mentalidades e costumes locais, ajudando na montagem da “igreja mundial do poder do deus-homem”, um mix de crendices, apesar de nas esquinas do modelo já termos em grande profusão!
    “A justiça e a misericordia estão tão unidas que uma sustenta a outra. A justiça sem misericordia é crueldade; e a misericordia sem justiça é ruina e destruição”.
    Admitir os recasados ainda vinculados a laços anteriores de matrimonio à S Comunhão é uma profanação do SS Sacramento, acréscimo de mais pecados de adulterio e comunhões sacrílegas, idem confissões sob os mesmos parãmetros!
    O acima, de diferentes modos, como compartilhamento e indução ao erro, em se violando as S Escrituras, poderiam ser aplicados aos concedentes dessas improvisações doutrinarias!
    Os que estivessem vivendo maritalmente nessas condições pecaminosas de adulterio, arriscando-se seriamente a serem condenados ao inferno, a começar dos maus exemplos como cristãos, ostensivos escãndalos, melhor seria que se convertessem – os riscos não compensam os momentos “felizes” ao lado do(a) concubina – e se afastassem desses sacramentos para não se complicarem ainda mais!
    O não ser rigidamente doutrinario e dar brechas a subinterpretações é uma porta aberta a essas falsificações da doutrina da Igreja, facilitação de aparecimento de infindos abusos e mesmo de sincretismos religiosos!

  10. “Motus in fine velocior”.

    A igreja conciliar, isto é, a congregação de todos os que professam as doutrinas ecumenistas, laicistas e latitudinaristas propostas pelo sínodo chamado “Concilio Vaticano II” estará completamente liquidada em duas ou três décadas. Foi em nome desse sínodo que se fizeram todas as subsequentes reformas da disciplina eclesiástica e dos sacramentos. Boa parte, senão quase todo o clero apostatou.

    Alguns conservadores que conheço já jogaram a toalha e começam a dar razão aos que os advertíamos a respeito das frágeis bases da igreja conciliar. Está desgraça ai e a cartada é alta. E quantos amam tanto a Igreja! Mas o comodismo e o repeito humano os consome. É preciso reagir abertamente à impostura do antipapa Bergoglio e suplicar aos Céus que esse cativeiro passe rápido.

  11. O veneno de Francisco começa a dar o seu efeito.

  12. Bento XVI, mesmo em silêncio, continua a ser o maior obstáculo à generalização deste tipo de loucuras. Que Deus o guarde, faz hoje 89 anos.

  13. Efeito Francisco I

  14. Esse desejo incessante por parte da hierarquia de promover a profanação da Eucaristia é o sinal mais claro de infestação demoníaca nas mais altas esferas da Igreja. Esses são os demônios encarnados que estavam na visão diabólica de Leão XIII.
    Leão XIII teve verdadeiramente a visão de espíritos infernais que se adensavam sobre a cidade eterna (Roma); e foi desta experiência que nasceu a oração que ele quis toda a Igreja rezasse. Esta oração rezava-a ele com voz viva e vibrante na Basílica de São Pedro no Vaticano:

    “São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém”.

    Mas isto não é tudo: ele escreveu também por suas próprias mãos um exorcismo especial que figura no Ritual Romano (ed. 1954, tit. XII, c.III, pág.863 e seg.). Recomendava aos bispos e aos sacerdotes que rezassem muitas vezes estes exorcismos nas suas dioceses e paróquias. Ele próprio o fazia muitas vezes durante o dia.
    Todos os sacerdotes que estão lendo o Frates, por favor comecem a rezá-la se não o fazem ainda! Pois esta notícia que nos chega das Filipinas é um claro exemplo de como os valores satânicos se disfarçam debaixo de uma máscara de compaixão.
    Soa como um verdadeiro ato de misericórdia às almas torturadas que elas devem abandonar o bom combate contra o pecado, aceitar suas paixões e abraçá-las. Mas esta é a compaixão do Inferno. Esta é a compaixão que ignora a Cruz, com suas igualmente grandes ameças de julgamento e promessas de salvação, resgate e liberdade. Dizer às almas sofrendo com alguma paixão vil, seja homossexualidade, adultério ou aborto, que elas não tem nenhuma esperança de libertação dessa condição, que sua única esperança é redefinir-se e abraçar o seu pecado, não é compaixão, afinal.
    Isso só serve para fazer com que o pecador sinta compaixão mas por si mesmo, pelos seus pecados de estimação e que crie um campo-de-força de racionalizações ao redor deles. Eles são diferentes, porque todos nós somos diferentes e nossa situação é diferente. Certamente eles não podem ser levados para Cruz! Mortificar estes pecados? Dar-lhes uma morte dolorosa? Lutar e lutar, sangrenta e incessante e impiedosamente, até que eles parem de debater-se e respirar, e sejam substituídos por atitudes e comportamentos que honram a Deus? Que Deus tenha misericórdia de nós, mas isto nunca poderá acontecer! Esse é o raciocínio desses impostores!
    Compaixão satânica, fruto da perda da fé na Presença Real, completo desvirtuamento da Cruz de Cristo,
    e perda da consciência do pecado. Só trevas no caminho desses impostores cegos!
    Da nossa parte cabe agora redobrarmos os atos de reparação por esses sacrilégios e partir para o combate, afinal foi o próprio Vaticano II em sua Apostolicam Actuositatem, que disse:

    “Grassando em nossa época gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, este Concílio exorta de coração todos os leigos que assumam mais conscientemente suas responsabilidades na defesa dos princípios cristãos”. (Apostolicam Actuositatem, 6)

    Sejam claros com amigos e parentes para que não se deixem seduzir por esse engodo de Satanás, preguem a Verdade “oportuna e inoportunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação” (2Tm ,1-4).

  15. Realmente, é espantoso! é altamente desalentador! Mas…

    Se olharmos bem para os casais em segunda união que participam da Igreja embora não comunguem, e desejam fazê-lo, pois amam Nosso Senhor… permitir-lhes recebê-lo na Eucaristia, antes de se converterem profundamente e corrigirem o que está errado, é um grande erro. Mas…

    Se a gente for numa grande Igreja, numa Paróquia, Catedral, ou mesmo numa pequena comunidade de bairro, onde os sacerdotes não sejam por demais exigentes (coisa rara), o que veremos?

    Veremos que na hora da comunhão, não fica um no banco. Vão todos. Os adúlteros, porque casaram de novo, os casados que adulteram, os abortistas, os desonestos, os caluniadores, os pervertidos sexuais, os namorados que vivem como casados, os visitantes que tão ali por acaso, etc etc.

    Eu mesma conheço dois casaisinhos jovens que vivem juntos e comungam sempre que vão a missa (ainda que não vão sempre). E nunca lhes foi dito que isso não corresponde à lei de Deus. São os melhores dos que conheço nessa situação, pois pelo menos crêem em Deus e vão a missa de vez em quando. Deus me perdoe, mas fiquei calada, não lhes disse que estão em pecado. Sei que eles não mudariam a conduta pela minha palavra. Na melhor das hipóteses, iam perguntar ao padre se o que eu disse estava certo, e o padre que nunca os alertou, diria que não. E são um casal noivo, já com um pé no altar, onde vão receber o sacramento sem confessar o que não sabem ser pecado. E talvez não seja, já que não sabem. Talvez o pecado seja só meu, que não falei, e do padre.

    Mas voltando ao que eu dizia antes… há muito tempo que o povo não é alertado para o que é pecado, para o que impede a comunhão eucarística. Há muito tempo (talvez 50 anos) que não há catequese, não há ensino de doutrina, que só se fala de pecado social. De confissão, os padres não falam. Quando muito, avisam dia e hora que estarão atendendo antes da Páscoa e do Natal, “a quem quiser se confessar”.

    Isso que está sendo feito agora, é grave pois embora negue, parece mexer na doutrina, e embasar os erros. Mas eles estão na prática a muito tempo, com a conivência da maior parte do clero. É tão livre a recepção do sacramento que aquele pervertido espanhol fez o que fêz com as Hostias Consagradas.

    Diante de tudo isso, penso: será que os casais católicos em adultério por segundo casamento, deviam mesmo ser a grande preocupação? Se o “analisar caso a caso” fosse feito de forma séria talvez não. E esse critério se fosse extendido a todos os pecados, seria mais do que o que está sendo feito agora, que nada se fala, que tudo pode. A última vez que me confessei após contar os pecados o padre me disse “mas o importante não são os erros, são os acertos”. Pode até ser, mas colocado dessa forma pra todo mundo significa que as portas estão abertas pra todos os pecados, e a comunhão pra todos os pecadores. Como se Jesus tivesse estabelecido a Eucaristia numa grande mesa comunitária, no centro da cidade, aberta ao todos, e não numa cerimônia reservada, apenas com os 12 apóstolos, após 3 anos de séria convivência e formação em meio a grande seriedade e demonstração de amor exigente.

    Simplesmente fechar a porta doutrinal pra os casais em segunda união, que muitas vezes se encontram em um lar estruturado e buscando adequar-se em tudo a lei de Deus, não iria melhorar em nada essa falta de evangelização e essa continuidade da prática perversa e indiscriminada do Corpo de Cristo.

  16. corrigindo o final: “da prática perversa da distribuição indiscriminada do Corpo de Cristo”

  17. “Oh que maravilha, o pobre, o servo humilde também recebe o Senhor.” Então, o servo humilde é o adúltero, o fornicador, e assim por diante. Pois aqueles que estão lutando por viver fora do pecado mortal, e vencendo, e os que defendem a rejeição ao pecado, esses são orgulhosos?!!!! Meu Senhor e Meu Deus, a INVERSÃO é gritante, total

  18. Cara Teresa:

    Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
    Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
    Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.
    Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
    Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.
    Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.
    Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.
    (1 Coríntios 11:23-30)

    Na minha última viagem a Roma, enquanto estava na Igreja de Santa Prudenciana ou Pudenziana, tive oportunidade de ouvir uma catequese profunda sobre essa passagem da Carta aos Coríntios. Ali naquela Igreja ficava a casa do Senador Prudencio e suas filhas, Praxedes e Prudencia.As duas irmãs mandaram construir um batistério dentro de sua própria casa, onde já havia uma capela, para que ali os catecúmenos fossem batizados. Ao contrário do que se pensa, a Eucaristia não era celebrada nas catacumbas, mas nas casas dos cristãos clandestinos.
    Era o tempo em que o imperador Marco Aurélio perseguia os cristãos e os recém- convertidos em melhor situação financeira ajudavam os fiéis com os seus recursos e seus cuidados, consolava-os e prestava-lhes todos os serviços que podiam dispensar com sua caridade.
    Para disfarçar seus encontros, eles celebravam primeiramente os ágapes que era uma forma de banquete dominical, mas na hora do Sacrifício Eucarístico só permaneciam no local os que já haviam sido batizados. Ora, em Corinto o povo convertido começou a misturar as coisas, comiam até o pão consagrado como se fosse só um banquete de ação de graças, se embriagavam com o vinho e passavam a se comportar de modo indigno.
    Tal conduta foi o que levou o Apóstolo a escrever essa passagem que ficou imortalizada nas Escrituras e tornou-se dogma da Igreja: aqueles que comem do Corpo e do Sangue de Cristo indignamente se tornam réus de sacrilégio, comem e bebem sua própria condenação.
    Ora, o que estamos vendo agora é uma corrupção sem limites. A começar pela manipulação semântica. “Casais em segunda união”, são apenas aqueles casais formados a partir da viuvez. Morreu o marido ou a esposa, o viúvo ou viúva está livre para uma ‘segunda união”. Nos casos de casamentos não sacramentais, dissolvido o vínculo civil mediante o divórcio, estão livres para uma união sacramental que será a primeira.
    Essa sempre foi a linguagem da Igreja, pois fora isso, qualquer um que tenha contraído um matrimônio sacramental válido, caso venha a se unir a outra pessoa seja lá por qual rito ou contrato, diante dos olhos de Deus se encontra em uma situação de adultério permanente.
    Não importa se a sociedade passou a ver a “Senhora Martins Costa” como “Senhora Dantas Carvalho” em seu novo registro no cartório, ou que tenha mais 5 filhos lindos e bem posicionados com seu novo companheiro. Para Deus o novo registro no cartório é apenas um papel redigido com as tintas da malícia humana. Para Deus, continua valendo o que Ele disse à Samaritana:
    _ Disseste bem: Não tenho marido. Porque tiveste vários, e o que agora tens não é teu marido; nisto disseste a verdade.(João 4:17,18)
    Uma pessoa que se encontra nessa situação, se ela realmente ama o Senhor e quer entrar em Comunhão com Ele, não tem outra alternativa senão seguir o mandamento explícito contra o adultério, pois:
    _ Quem me ama, guarda os meus mandamentos. Assim diz o Senhor!
    É interessante notar que em muitos ambientes cristãos muitos desconhecem o aspecto CONDICIONAL das Escrituras. As palavras de Jesus sempre enfatizam o “SE”, ou seja, “se” formos fiéis aos mandamentos do Senhor, então ele nos abençoará. A conjunção condicional “se” aparece 1596 vezes nas Escrituras.
    _ Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. … Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece …
    Diante do exposto, fica difícil falar em amor a Deus da parte de quem deliberadamente escolhe viver num estado de vida contrário à vontade de Deus.
    Se é verdade que alguém por fraqueza não consegue se desvencilhar dos laços do pecado, definitivamente fraqueza não é a justificativa para que tal pessoa queira receber sacrilegamente um sacramento que nenhum benefício poderá lhe trazer. Ignorância talvez, orgulho certamente e o orgulho é o princípio da queda.
    Infelizmente, se a gente for numa grande Igreja, numa Paróquia, Catedral, ou mesmo numa pequena comunidade de bairro, veremos que na hora da comunhão, a maioria se levanta e se puder leva até o cachorro como aconteceu numa certa paróquia brasileira em que a dona do cão pôs a hóstia na boca do animal . Vão todos comer e beber indignamente e para sua própria condenação, o Corpo e o Sangue de Cristo.
    Os adúlteros, porque casaram de novo e acham que o novo amor adúltero foi uma bênção de Deus, os casados que adulteram de vez enquando, porque acham que se o próprio padre sodomita e pedófilo celebra e comunga, por que ele que só dá uma pulada de cerca não poderia? Os abortistas porque acham que os deveres de sua profissão de carniceiro são separados de sua crença religiosa…aquela conversinha fiada de separação entre Estado e Igreja, os desonestos, os caluniadores, os pervertidos sexuais porque já foram convencidos de que a Eucaristia é só um banquete simbólico e por um princípio de justiça social eles não podem ser excluídos, os namorados que vivem como casados porque Bergoglio não foi o primeiro a dizer que muitas vezes os casais preferem conviver por causa das dificuldades financeiras e não porque rejeitam o Senhor e por aí vai.
    Quanto ao casalzinho que você conhece e que comungam sacrilegamente sempre que vão a missa, você peca por omissão por não advertir-lhes sobre a gravidade do pecado de sacrilégio. E quem lhe garante que eles não mudariam a conduta pela sua palavra? O nosso problema é o mesmo de Pilatos, lavamos as mãos diante do sangue do Cordeiro inocente que está sendo profanado diante de nossos olhos!
    Peça a Deus coragem porque o Espírito Santo nos foi prometido para agir nessas horas e ninguém nos prometeu que seria fácil. Seríamos perseguidos e martirizados, será que estamos dispostos a pagar o preço?
    Eu paguei! Fui perseguida e ostracizada por tudo que paróquia em que passei no Brasil, exatamente por alertar as pessoas para o pecado gravíssimo do sacrilégio contra a Eucaristia. Na primeira vez, foi no ambiente da própria RCC. Encontro de Casais e lá estava uma adúltera dando “testemunho” da obra maravilhosa que o “senhor” fez na vida dela. Depois de anos em um casamento sem amor e sexo, “Deus” cuidou do divórcio dela e ainda lhe deu um segundo marido que era uma bênção! Aplausos. Eu fui a única que tive coragem de chamá-la num canto e mostrar a ela a passagem de Marcos 10. Ainda dei uma de que estava “profetizando”! rs
    Outro caso foi com minha própria concunhada que vivia por décadas com o irmão do meu marido em concubinato e ia receber regularmente a Comunhão. Ela relatou ao padre e fui chamada. Ele me disse que eu não sabia o que Jesus Eucarístico poderia fazer na vida das pessoas que vivem em situação irregular, como Ele poderia acompanhá-las num caminho de conversão. Como vê, o que Bergoglio está fazendo é levar toda a sujeirada da igreja TL Latino Americana para a Igreja como um todo! Esse esgoto já corre há décadas e depois há quem se espante porque a América Latina se tornou essa latrina a céu aberto!
    Então eu disse a ele: “sei sim… o mesmo que aconteceu com Judas quando comeu indignamente o pão: Satanás entrou nele”.
    A partir daí fui proibida de voltar àquela igreja. Mas Jesus continuou sim o caminho de conversão do meu cunhado. Peguei ele de jeito e expliquei-lhe que Jesus poderia fazer maravilhas na vida deles, se eles provassem seu amor por Ele abstendo-se de profaná-Lo com Comunhões sacrílegas. E assim eles fizeram. Eu poderia escrever um livro pra relatar como Deus os abençoou por isso. Hoje estão sacramentalmente casados e numa situação de vida bem melhor do que a que tinham antes.
    Em outra situação, quase apanhei de uma freira chamada Irmã Inês que preparava um grupo para o Sacramento da Crisma. Lá estava uma colega de minha irmã que ia se crismar enquanto vivia em adultério com um homem casado. Eu só perguntei à freiroca TL, que garantia ela tinha que o Espírito Santo iria derramar seus dons em uma pessoa que vivia publicamente em pecado mortal.
    Sim Teresa, há muito tempo que o povo não é alertado para o que é pecado, mas existe uma Lei Moral e Natural impressa no coração de cada homem pela qual independente de uma pessoa estar lá na floresta amazônica ou em uma base espacial em órbita, ela sabe muito bem se o que ela faz está de acordo ou não com a lei de Deus.
    O índio que rouba um tacape do outro sente o mesmo que o astronauta em órbita que roubou a senha da conta online do outro astronauta. Aquela pontadinha lá dentro que avisa que você fez algo errado.
    É por isso que não existe caso a caso quando se trata de pecado mortal. O que pode atenuar a gravidade são as circunstâncias e São Tomás explica claramente no princípio da EPIKEIA.
    Existem normas morais – absolutos morais como são chamados – que, pela sua própria natureza, não permitem quaisquer exceções; é uma questão de regras cuja transgressão literal nunca pode chegar ao fim da mesma lei, que é boa, e por essa razão não pode ser aceita. Nestes casos, o princípio da epiquéia não faria sentido, porque, a violação da letra da lei, seria também transgressão da boa moral. São estes atos que a tradição moral da Igreja define como intrinsece malum “Se os atos são intrinsecamente maus, uma boa intenção ou circunstâncias particulares podem atenuar seu mal, mas não pode remover seu status de ” irremediavelmente “mau”.
    O “analisar caso a caso” é casuística dos fariseus e ainda que fosse feito de forma séria violaria o princípio da justiça, pois se fosse concedido ao casal X receber a Comunhão sacrilegamente porque ele é amiguinho do padre e do Bispo e não ao casal Y porque o padre acha que ele além de adúltero, atirou num militante do MST, que justiça haveria aí? Essa casuística abre uma porta de todo tamanho para toda a sorte de abusos. Que padre gostaria de sentar-se na Cadeira de Moisés pra analisar quem pode e quem não pode cometer sacrilégio? Esse critério é determinado pela Lei de Deus, pela Palavra de Deus e não pela análise falha de um ser humano.
    O que você precisa saber é que o mesmo Jesus que disse:
    -“ Minha carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe meu sangue permanece em mim”.
    Também pela pessoa do Espírito Santo estabeleceu que:
    _ “o que come e bebe indignamente o Corpo e o Sangue de Cristo, come e bebe para sua própria condenação”.
    É preciso que você saiba que não é a Igreja que fechou a porta dos Sacramentos para os casais que vivem em adultério, mas sim eles que saíram da Igreja batendo as portas quando decidiram romper com um compromisso assumido com Cristo, em Cristo e por Cristo.
    As portas sempre estiveram abertas, como a casa do Pai que esperava dia e noite pela volta do filho pródigo. Dar a Comunhão a qualquer um que se encontra em estado de pecado mortal só demontra que os homens que estão hoje na hierarquia perderam a fé na Presença Real e vêem a Eucaristia apenas como um banquete simbólico dos protestantes. Ou então não dão à mínima para a salvação das almas daqueles que agora a receberão sacrilegamente e o que é pior: com o selo e aval da impostura, pois ainda que um anjo do céu anuncie um Evangelho diferente:
    _ Anathema sit!

  19. Mas Gercione, eu não discordo que seja pecado separar-se de cônjuge vivo e se unir a outro. Eu mesma, cometi esse pecado. E mesmo que tivesse aprovação do padre, do bispo, não receberia, e não recebi a comunhão eucarística estando nessa condição. Ainda que sabendo que o casamento anterior do meu então marido era passível de nulidade. Fiquei longe da Eucaristia por alguns anos, enquanto aguardava o processo dele tramitar e com fundamentadas esperanças que fosse declarado nulo.
    Quando descobri que o processo estava parado por inércia do meu “marido”, que já tinha o que queria e não se importava mais com nada, acabei com o casamento físico.
    Seis anos depois, após ele ter reativado o processo e dado continuidade, quando o processo voltou de Roma com o aval do Papa João Paulo II para nos casarmos, é que me dispus a retomar a vida conjugal, assim mesmo só depois do casamento religioso que acabou não acontecendo.
    Depois de 6 anos sem vida conjugal normal, não havia mais possibilidade alguma de recompor a família, pelo menos da parte dele.
    De qualquer jeito, agradeci a Deus pois essa decisão do Papa me dava um certo conforto, ainda que não tenha atingido o objetivo, pela demora burocrática e pela falta de amor a Deus e fidelidade de um dos possíveis cônjuges.
    Tô te contando isso, e infelizmente a todos que lerem, mas vale como exemplo. Primeiro de que você tem razão: é possível se sacrificar pra ser fiel e obedecer a Deus, alguns o fazem; segundo é que o preço foi alto demais, atingiu outras pessoas, e por isso eu não me sinto na condição de exigir tanto do próximo. Eu fiz, mas não ousaria exigir o mesmo de outras pessoas. Exigi de mim que tinha uma história e um conhecimento mais profundo, e a quem mais foi dado, mais pode ser exigido.
    Vejo quem ama a Cristo e a Eucaristia como eu, mas que se encontra em situação semelhante, com bastante cuidado. E como te falei uma vez, Jesus e Paulo abriram exceções, acho que essas exceções podem ser abertas por aqueles a quem o Senhor deu poder de ligar e desligar, sem perder de vista a vontade divina, claro. Agora se o Papa tá abrindo geral, já não é por aí também, né? Mas o que eu quis dizer que mais me preocupa, e acho que você entendeu, é que o Santíssimo Sacramento está sofrendo sacrilégios muito maiores, por pecados muito maiores, e não flexibilizar pros recasados , em comparação ao que está acontecendo, seria punir o menos culpado, ainda que culpado.
    Mas entendi o que você falou sobre atos intrinsecamente maus. É que ainda sou muito modernista. E não sei se algum dia vou conseguir deixar de ser.
    Você tá certa de novo: eu errei de não falar com o casal jovem que conheço sobre o pecado de comungarem. Pequei. Mas o tio de um deles é bispo. Voce acha que vai me ouvir? Mas se tivesse falado, eles não achando que eu sei mais que o bispo, continuariam a comungar, e aí sim seu pecado seria maior, pois já teriam sido alertados. Por outro lado se por causa das minhas palavras ficassem receosos e deixassem de ir a igreja? “já que a gente talvez não pode comungar, ah deixa tudo pra lá…a gente reza em casa”. E acabaria rompendo o fino vínculo que ainda os une à religião. Uma coisa é certa: eles não iam se abster do que já se acostumaram, do que o mundo lhes apresenta como normal, e os pastores da Igreja não discordam. Eles não tem bagagem espiritual suficiente pra enfrentar isso.
    Voce pode achar que foi por amor próprio que não falei, mas foi pra preservá-los, pois não sabendo, não pecam, e não se afastam da comunhão que em breve poderão receber já que estão pra casar.
    Como disse um padre conhecido uma vez, sobre o caso de uma mulher em união ilícita que ele autorizou comungar, e alguém reclamou: “Deixa estar. Eu autorizei. O pecado é meu.”
    Uma vez eu fui bem firme no que era certo. Tinha sido escolhida para dar curso de catequese de crisma pra um grupinho de jovens. Eu tinha em mente mais ou menos como iria trabalhar com eles. Mas tinha que ir numas aulas de formação dadas por uma teóloga da TL. Ela sabia bem como era minha cabeça e tratou de exigir que mais alguém fizesse o curso junto comigo e lecionasse pro mesmo grupo junto comigo, de modo que eu teria que seguir o programa dela, com vigilância constante. Ao invés de fazer como sempre fiz: deixando rolar a baboseira e ir acertando aqui e alí, desdizendo com jeito, e passando as verdades, fiz diferente. Dessa vez, não aceitei meio termo: virei a mesa, resolvi ser clara, objetiva, dura e fiel, sim sim, não não: “Essa porcaria com que vocês querem alimentar os jovens eu não dou. Se é assim, não aceito ser a catequista da Crisma”.
    Pois é! Muito bonito! Fiquei orgulhosa de mim mesma! E o grupinho acabou debandando, inclusive meu filho que estava nele, e agora não segue mais nada, nem recebeu o Crisma. Acho que já te contei essa história. Um ano mais eu ia ter de oportunidades pra passar algo que ele precisava, mesmo que misturado com algum joio. Mas eu não aceitei. E ele perdeu o trigo, e os outros jovens também. Não me perdôo desse pecado. Desse não.
    Por isso eu não consigo ser tão dura, tão inflexível. A situação atual é tão caótica que eu acho necessário defender o certo, mas com muito jeito, pois o inimigo se aproveita de nossa fidelidade pra calar a nossa boca.
    Como te disse, eu ainda sou a mais modernista dos tradicionais. E ainda me pergunto se existe algum bem no modernismo a ser aproveitado. Pelo menos numa coisa eu concordo com o modernismo: Deus é bom, tem pena de nossa miséria, põe Seu Coração nela. O inferno existe mas tem de esforçar muito pra ir pra lá. Deus faz tudo pra evitar. E num tempo em que a fé está balançando, em que os que nos deviam confirmar, fraquejam… será Deus mesmo a nos amparar. Ninguem me convence que se vai pro inferno por causa dos pecados alheios. E se na Igreja e no mundo eles abundam, nosso divino Advogado saberá apresentar ao Pai os atenuantes que temos por estar também no erro e fora do ideal que nos propõe.

  20. Teresa e Gercione,

    Acompanhei com atenção a vossa discussão, a partir da qual se pode aprender bastante. De um lado vejo a Gercione muito coerente e correctíssima nos seus juízos à qual dou os parabéns pela coragem de denunciar o erro. Quem me dera ser como você, ter essa virtude e essa energia no combate do pecado!
    Do outro lado, vejo a Teresa com a qual me revejo totalmente. Eu ainda sou solteiro, mas sou rigoroso comigo mesmo, porque tenho conhecimento da Verdade e “bagagem espiritual” para enfrentar o meu pecado. Mas sou fraco e cobarde em denunciar o pecado nos outros, porque olho para eles como ovelhas fracas, sem bagagem espiritual, porque foram mal educados pelos pais e catequistas/padres na Fé e agora não têm armas para combater o pecado. Se eu tivesse a coragem de falar para eles e dizer o que penso, iria destruir o fio frágil que ainda existe entre eles e Deus porque ia ser incompreendido. Digo isto não para justificar a minha cobardia, mas para dizer-vos que não tenho autoridade moral para “bater com a porta” como o fazia o Padre Pio no confessionário aqueles pecadores que não se arrependiam, dada a minha condição de leigo. Creio que a responsabilidade deve ser apurada a partir da raiz, e não superficialmente. O motivo base desses “casais em segunda união” viverem no pecado é por culpa das autoridades morais que não fizeram o seu papel de educar na Fé (refiro-me a sacerdotes/bispos, pais (principalmente estes) e catequistas). Por isso, penso que o Papa Francisco erra gravemente em não denunciar o erro, porque lhe foi dada autoridade moral para isso. Se ele não o faz, quem o poderá fazer? Não quero com isto julgar ninguém, mas discordo da atual posição do santo padre. Percebo o lado dele, acho que ele pensa como eu, mas ele é a autoridade máxima na Terra em termos morais e deve ser fiel à Verdade, e dar o exemplo aos bispos e padres para fazerem o mesmo.
    Concluindo: diante de uma situação irregular concreta, não sei se devo agir como a Gercione ou como a Teresa, pois não me sinto com autoridade para tal. Que Deus me perdoe se nisto peco, mas se o faço é por ignorância pois não sei como proceder nestas situações.

  21. Obrigada pelo apoio. Concordo com voce, tanto no apoio que me deu, como nos elogios à Gercione.

    Fratres, botem de novo as mãozinhas, faz favor.