“Vós vos desviastes do caminho reto e fostes causa de muitos vacilarem na lei”.

O prezado dr. Jose Antonio Ureta nos envia um texto sagrado que merece muitíssimo ser meditado em nossos dias:

Malaquias, 2

http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/malaquias/2/

1.A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem:

2.Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome – diz o Senhor dos exércitos -, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens).

3.Eis que vou abater vosso braço, espalhar-vos esterco no rosto – o esterco de vossas festas – e sereis lançados fora com ele.

4.Então sabereis que fui eu que vos dei esta ordem para que subsista o meu pacto com Levi – diz o Senhor dos exércitos.

5.A minha aliança com Levi foi um pacto de vida e prosperidade e também de temor, a fim de que ele temesse o meu nome; e ele temeu-me e sempre teve reverência por meu nome;

6.sua boca ensinou a verdade, e não se encontrou perversidade nos seus lábios. Andou comigo na paz e na retidão, e afastou do mal grande número de homens.

7.Porque os lábios do sacerdote guardam a ciência e é de sua boca que se espera a doutrina, pois ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos.

8.Mas vós vos desviastes do caminho reto e fostes causa de muitos vacilarem na lei; violastes o pacto de Levi – diz o Senhor dos exércitos.

9.Por isso, eu vos tornei desprezíveis e abjetos aos olhos de todo o povo, porque não guardastes os meus mandamentos e fizestes acepção de pessoas na aplicação da lei.

10.Acaso não é um mesmo o Pai de todos nós? Não foi um mesmo Deus que nos criou? Por que razão somos pérfidos uns para com os outros, violando assim o pacto de nossos pais?

11.Judá cometeu uma infâmia, a abominação foi perpetrada em Israel e Jerusalém; com efeito, Judá profanou o que é consagrado ao Senhor, porquanto amou e desposou a filha de um deus estrangeiro.

12.Que o Senhor extermine das tendas de Jacó todo culpado, o que testemunha e o que responde, e o elimine dentre os que apresentam uma oferta ao Senhor dos exércitos.

13.Eis ainda outra maldade que cometeis: inundais de lágrimas, prantos e gemidos o altar do Senhor, porque o Senhor não dá atenção alguma a vossas ofertas e não se compraz no que lhe apresentais com vossas mãos.

14.E dizeis: Mas por quê?! É porque o Senhor foi testemunha entre ti e a esposa de tua juventude. Foste-lhe infiel, sendo ela a tua companheira e a esposa de tua aliança.

15.Porventura não fez ele um só ser com carne e sopro de vida? E para que pende este ser único, senão para uma posteridade concedida por Deus? Tende, pois, cuidado de vós mesmos, e que ninguém seja infiel à esposa de sua juventude.

16.Quando alguém, por aversão, repudia (a mulher) – diz o Senhor, Deus de Israel -, cobre de injustiça as suas vestes – diz o Senhor dos exércitos. Tende, pois, cuidado de vós mesmos e não sejais infiéis!

17.Vós sois pesados ao Senhor com vossos discursos. E perguntais: O quê? Nós o cansamos? – Sim! Porque dizeis: Aquele que faz o mal é bem visto aos olhos do Senhor, que nele se compraz; ou: Onde está Deus, para julgar?

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3 Comentários to ““Vós vos desviastes do caminho reto e fostes causa de muitos vacilarem na lei”.”

  1. 7.Porque os lábios do sacerdote guardam a ciência e é de sua boca que se espera a doutrina, pois ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos.
    50% estão adorando.as.coisas como.estão
    25% estão se matando tentando convencer o mundo que não há nada de errado -braço cleaner
    25% estão muitissimo ocupados em ficar bem quietinhos pra não arrumar encrenca pra cabeça…
    Estamos bem arranjados…

  2. 1.A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem:
    2.Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome – diz o Senhor dos exércitos -, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens).
    Os versículos acima, traduzidos para o momento atual, geram muitas reflexões, na direção de acusarem os omissos, corresponsaveis, como essa:
    estamos há quase 22 anos sob governos ideologistas, diabólicos, revolucionarios, adeptos do fermento contido no “Liberdade, Igualdade, Fraternidade” da Revolução Francesa, pervertendo ostensivamente a sociedade.
    Primeiro, do PSDB, por 8 anos, do modelo socialista, um meio de chegar plenamente ao comunismo de forma “incruenta, não traumática”, por meio da subversão, de urnas fraudadas, falsas propagandas etc. – as garras e a ferocidade desse regime serão mostradas à época certa.
    Posteriormente, veio o mais deleterio, o pérfido PT que derrubou aquele – odeiam-se entre facções – truculento e de ferocidade a toda prova, do estilo trotsky-stalinista, o que chega virando a mesa, infinitamente piorado, tudo na base do “prende e arrebenta os discordantes”, além doutros meios subversivos acima, só que aplicados em doses cavalares.
    Aí fica a pergunta sob o acima: nesses últimos 22 anos, mais precisamente depois da chegada ao poder dos conspiradores PSDB-PT e o aparecimentos de mais PCs, quais clérigos os denunciaram como perseguidores da Igreja e verdadeiras pestes que alienavam a sociedade, relativizando-a, a começar da CNBB?
    Que saiba, apenas nas redes, aqueles nomeaveis de sempre, de tão poucos!
    Nem me recordo ao acaso de interpelações nas homilias, quer de sacerdotes ou bispos, a não ser uns raros de forma vaga: “que crise seria, muita violencia, não respeitam ninguém e mais divagações”, nunca atribuindo tais descalabros a governos caóticos que entraram no poder com ajuda de muitos desses, ainda vieram para destruir a fé católica, decorrendo disso relativizar o povo, escravizá-lo e colocar a sociedade sob suas patas, à la Cuba, Coreia do Norte, Venezuela etc.!

  3. Rezemos pela Santa Igreja, confiantes que o Senhor não deixará de cumprir sua promessa: “As portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Entretanto, não há como negar que a última Exortação Apostólica é uma “catástrofe”. Em uma primeira leitura superficial, parece tratar-se apenas de algumas orientações pastorais sem grande relevância, mas, na verdade, há erros gravíssimos contra os fundamentos da moral cristã. Embora se afirme o contrário ao longo do texto, na prática a palavra clara do Cristo sobre o matrimônio e a sua condenação ao adultério são simplesmente canceladas, com um discurso falacioso no qual se contrapõem vários elementos essenciais da sã doutrina: Evangelho contra a Tradição; consciência subjetiva contra a lei moral; lei de Deus contra a vontade de Deus; mandamentos contra a disciplina canônica; misericórdia contra a verdade, etc. E tudo isso apenas para afirmar que seria possível alguém viver, ao mesmo tempo, em situação objetiva de pecado grave e em estado de graça, como se o transcorrer do tempo transformasse pecado em virtude, de tal maneira que a conversão já não seria necessária para se alcançar o perdão de Deus. Simplesmente, deseja-se cancelar a primeira palavra de Jesus no Evangelho: “CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO!” E como se não bastasse toda esta confusão, já se iniciaram os preparativos para o próximo Sínodo, cujo tema talvez seja a colegialidade e sinodalidade da Igreja, ou talvez trate-se até mesmo do celibato sacerdotal, ou seja, abre-se o caminho para transformar as Conferências Episcopais em Igrejas Nacionais, com a própria moral, disciplina, liturgia, etc.