Nova “obra de arte” de Niemeyer no Santuário de Aparecida.

Com 97 toneladas, estrutura do campanário é instalada em Aparecida

Estrutura de metal e concreto sustentará os 13 sinos no Santuário Nacional. Entrega da obra, com 37,5 metros de altura, será em dezembro.

G1 – Uma estrutura metálica de 97 toneladas e mais de 37 metros de altura, que sustentará os 13 sinos do campanário que está sendo construído no Santuário Nacional de Aparecida (SP), foi erguida nesta quarta-feira (4). A obra completa será concluída em dezembro, quando tem início o jubileu em comemoração aos 300 anos do encontro de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba – celebrado em 2017.

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O projeto, desenhado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi um dos últimos executados antes dele morrer, em 2012. O primeiro e maior sino do campanário ficará a 8 metros da base e pesará 2,5 toneladas. Já o último sino, o menor, ficará a 30 metros da base e pesará 162 quilos.

“Após ser montada a estrutura será colocada a ferragem, forma e a concretagem. Este é um projeto de evangelização: os 13 sinos fazem homenagem a cada um dos apóstolos e o maior é dedicado à Nossa Senhora Aparecida e Sãoo José”, contou o padre Daniel Antônio da Silva, ecônomo da basílica.

Produção

Os sinos que serão instalados no campanário foram fabricados na Holanda e chegaram ao Brasil, no Porto de Santos, de navio.

Uma das curiosidades sobre os sinos é que as badaladas serão controladas com a ajuda da tecnologia.  Os martelos no interior das estruturas serão acionados por motores e poderão tocar melodias programadas.

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* * *

Toda a obra custará a bagatela de cerca de 7,1 milhões de reais. É o pobre e humilde romeiro que sustenta esses descalabros da “Igreja dos pobres para os pobres”, do amicíssimo do Papa Francisco, Cardeal Raymundo Damasceno Assis. Com toda justiça, desabafou o artista Ezequiel Alcina em seu perfil do Facebook:

Há dias que a vontade de largar esta profissão aumenta!!! Aqueles que podem pagar, preferem traços primitivos para que haja originalidade, e assim fazer história. E tudo com pouca aceitação popular (por uma pechincha de 7,1 milhões). O Santuário oferece serviço para Holanda mas pede esmola para povo brasileiro?

E deu alguns exemplos de trabalhos seus, muito mais baratos, e que seriam considerados suntuosos pelos fariseus modernos:

1x

Com esse mesmo orçamento, “faço 80 urnas dessas, mas obras assim são luxo demais”.

 

"Com este orçamento, eu faço 140 destes altares".

“Com este orçamento, eu faço 140 destes altares”.

 

3x

“Com este orçamento, faço 14 retábulos deste”.

 

Nossa solidariedade e apoio ao artista Ezequiel Alcina. Persevere! O seu trabalho reflete a beleza eterna de Deus, ao passo que os inovadores passarão logo e não deixarão nenhum legado e nenhuma saudade.

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32 Comentários to “Nova “obra de arte” de Niemeyer no Santuário de Aparecida.”

  1. As obras de arte abaixo expostas da arquitetura que abrigará os sinos da Catedral de Aparecida, de fato são demasiado suntuosas, remetem a tempos idos da Igreja, geram imenso desperdicio financeiro e de um estilo muito afetado, além de demandarem mão-de-obra especializada e, as descartando, sobrariam mais recursos destinados aos “pobres”!
    Talvez muitos ainda não se tenham dado contas, no entanto, temos no presente mais um dogma de fé incorporado à nova religião – o pobre como teocêntrico – e a moda já pegou de tal forma que já está sendo alcunhado de “pauperlatria”!
    Não é que as estruturas depois de instaladas poderiam ser cartão-postal – logo do comuna Niemayer, devoto de Stálin – e nesse mundo esquerdizado, geraria turismo, renda, filmagens, fotos, selfies…
    Huuuuum, não pode perder uma oportunidade de unir o útil ao agradável…

  2. Enquanto isso diversas paróquias antigas e históricas seguem abandonadas.

  3. Este problema tem nome: EGO, exatamente, EGO (Egoismo, Ganância e Orgulho) dos administradores.

  4. Niemeyer é mesmo alma penada e até depois de morto volta para nos assombrar.

  5. O novo santuário, ou melhor, sé de pacha mama está quase pronto, seus sumos sacerdotes jubilam e esperam a ordenação das sacerdotisas…. 13 sinos?….
    “Lá do céu, certamente, Niemeyer ficará muito feliz. Ele que foi um ateu professo e desenhou tantas igrejas, vai deixar a sua marca aqui no Santuário Nacional”, disse dom Darci (Nicioli).
    A marca de um comunista ateu? Que está em qual céu?

  6. Tanto dinheiro para uma obra tão feia.

    Completamente em desarmonia com o todo.

    Esses padres enlouqueceram?

  7. Ô povo pra gostar de comunista, meu Deus do céu.

  8. O fascínio da esquerda católica pela feiura mereceria um estudo…

  9. A igreja de Aparecida, embora não seja uma maravilha arquitetônica, é bela e enorme. O clero progressista, não podendo demolir tudo para construir uma tão feia quanto ele próprio, começa a fazer suas aberrações ao redor do templo. Já não bastassem as aberrações na missa, agora essa. Na boa, tá difícil peregrinar para lá. Espero que se um dia houver missa tridentina lá, que seja na antiga igrejinha barroca, pois nessa eu vou com gosto. Se os hereges modernosos não destruírem ela também…

  10. Os tricentenário do início à devoção de Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida coincidirá com o centenário de Fátima… e com o cinquicentenário da maldita revolução luterana… para bom entendedor, meia palavra basta…quem viver, verá…

    Ou conversão ou castigo.

  11. “O fascínio da esquerda Católica pela feiúra mereceria um estudo…”(2)

  12. Mas tem um detalhe: O Niemeyer é comunista e o artista Ezequiel Alcina não é. A arte de Niemeyer reflete o igualitarismo marxista. A arte de Ezequiel é cristã. Este é o detalhe. O Cardeal Raymundo Damasceno Assis quer dar prestigio aos que tem identidade com a causa. Eles precisam de grana para matar a fé do bom povinho brasileiro. Nada melhor que utilizar a solidariedade da Hierarquia.

  13. Imagino o que diria Santo Afonso de Ligório destes redentoristas do Santuário Nacional… Ele, que um dia foi capaz, como superior, de interromper um pregador (o padre Alexandre di Meo) no meio do sermão que este pregava e mandá-lo se retirar do púlpito diante de todo o povo, não porque di Meo houvesse dito alguma heresia, mas simplesmente porque sua pregação daquele dia tocou um pouco demais em temas da literatura clássica e um pouco de menos em temas propriamente católicos… O que diria Santo Afonso, então, do mundanismo e das heresias espalhadas a mão cheia entre os redentoristas atuais? Após abandonarem a Regra Religiosa que Afonso lhes prescrevera (visto que, após o Vaticano II, a trocaram completamente por uma nova regra, ‘modernizada’), abandonam também a fé e cooperam antes com a perdição das almas do que com a sua salvação. Santo Afonso certamente já não os reconhece mais por filhos…
    É o caso de meditarmos sobre a seguinte (e tremenda!) oração, escrita no começo do século XIX pelo redentorista São Clemente Hoffbauer, intitulada Oração pela Conservação da Fé:
    “Ó meu Redentor, chegado estará o momento terrível, em que não restarão mais do que poucos cristãos animados do espírito de fé? O momento em que, provocado pelos nossos crimes, nos retirareis Vossa proteção? As faltas e a vida criminosa dos Vossos filhos têm, enfim, impelido irrevogavelmente a Vossa Justiça a se vingar? Autor e consumador da nossa fé, nós Vos suplicamos na amargura do nosso coração contrito e humilhado: não permitais que a bela luz da fé se extinga em nós. Lembrai-Vos das Vossas antigas misericórdias; lançai um olhar de compaixão sobre a vinha que foi plantada pela Vossa direita, regada com o suor dos Vossos Apóstolos, inundada pelo sangue de milhares de Mártires e lágrimas de tantos generosos penitentes, e fertilizada pelas orações de tantos Confessores e Virgens inocentes. Ó divino Mediador, olhai para estas almas fervorosas que num rapto contínuo para a Vossa Misericórdia, Vos imploram pela conservação do mais precioso de todos os tesouros. Diferi, ó Deus justíssimo, o decreto da nossa reprovação, voltai os Vossos olhos dos nossos pecados, e fixai-os sobre o Sangue adorável que, derramado sobre a Cruz, nos adquiriu a salvação e intercede quotidianamente por nós sobre os nossos altares. Ah! Conservai-nos a verdadeira Fé Católica Romana! Aflijam-nos, embora, as enfermidades; os pesares nos consumam; acabrunhem-nos as desgraças; mas conservai-nos a nossa santa Fé, porque, ricos deste dom precioso suportaremos de boa mente todas as dores, e nada poderá turvar a nossa felicidade. Ao contrário, sem o soberano tesouro da Fé, a nossa desgraça será indizível e imensa…”
    (Oração extraída de um antigo devocionário redentorista).

  14. “Com este orçamento, expulso todos os hereges da Igreja a tapas”

    • Adorei a proposta de “solução” do Saulo……………… Avante em sua Obra!!!!

  15. As “Novas Igrejas” da Nova Religião, se parecem, cada vez mais, com rodoviárias superfaturadas.

  16. A megalomania diz muito coisa. É sempre sinal de vulgaridade e, não raro, paga pedágio ao servilismo. E, por serem servis e vulgares, esses tais da T.L. acabam por comer na mão suja dos Niemeyers da vida. Como outro comuna imundo, um tal Saramago, Niemeyer sempre viveu nababescamente. E a padraiada safada da T.L. idem.

  17. Obra muito feia que não combina com a espiritualidade que deve inspirar! Valor absurdo que em nada atrai devotos! Pelo contrário, Niemayer era comunista! Não sabe expressar as coisas do alto! Pena que ninguém veja esse descalabro! Obra de gosto duvidoso!

  18. Esta é a Igreja do papa argentinho… aquele que se faz de pobre e humilde… esta é a Igreja que se aproxima, perigosamente, da esquerda… das alas radicais que querem destruir todos os Sagrados Dogmas de Nossa Madre Igreja… Tantos artistas religiosos, mesmo que não católicos mas cristãos, tantas pessoas abençoadas pelo dom da verdadeira arte, e essa gente escolhe um excomungado (sim, a CARTA ENCÍCLICA DIVINIS REDEMPTORIS, DE SUA SANTIDADE PAPA PIO XI, excomungou essa gente!)… esses são os caminhos abraçados pela “nova” Igreja Católica Apostólica Romana? Deus nos livre!

  19. Um lixo, como é o gosto comuna pela arte. A Igreja dos pobres para os pobres poderia gastar esse dinheiro em um sopão diário rsrsrs. Será que vão detalhar os valores na Revista dos Devotos? Deixando de lado a ironia, é realmente muito feio e sobretudo caro

  20. 13 sinos é uma homenagem ao PT?

  21. FRAGMENTO DE LA CONCLUSIÓN DEL LIBRO DE JULIO MEINVIELLE: “DE LA CABALA AL PROGRESISMO”

    Ya hemos entrado en la sexta edad del mundo, en la cual Cristo inició para nosotros el camino nuevo. Después de la ley natural y mosaica, la ley evangélica. Qué curso han de seguir los pueblos en sus desvaríos, no lo puede conocer el hombre. Porque la Revelación sólo le da a conocer “ea quae pertinent ad necessitatem salutis” (4). El hombre sólo puede vislumbrar generalidades sobre el curso de los acontecimientos y sobre la densidad de la historia. Esta densidad se ha de medir por un acercamiento más o menos grande a la norma de Cristo, que constituye el centro y el eje de la historia. La Historia se ha de acomodar a la tradición cabalística o a la tradición católica. No hace falta mucha sagacidad para ver que desde hace cinco siglos el mundo se está conformando a la tradición cabalística-El mundo del Anticristo se adelanta velozmente. Todo concurre a la unificación totalitaria del hijo de la perdición. De aquí también el éxito del progresismo. El cristianismo se seculariza o se ateíza.
    Cómo se hayan de cumplir, en esta edad cabalística, las promesas de asistencia del Divino Espíritu a la Iglesia y cómo se haya de verificar el portae in feri non prevalebunt, las puertas del infierno no han de prevalecer, no cabe en la mente humana. Pero así como la Iglesia comenzó siendo una semilla pequeñísima (5), y se hizo árbol y árbol frondoso, así puede reducirse en su frondosidad y tener una realidad mucha más modesta. Sabemos que el m ysterium iniyuitatis ya está obrando (6); pero no sabemos los límites de su poder. Sin embargo, no hay dificultad en admitir que la Iglesia de la publicidad pueda ser ganada por el enemigo y convertirse de Iglesia Católica en Iglesia gnóstica. Puede haber dos Iglesias, la una la de la publicidad, Iglesia magnificada en la propaganda, con obispos, sacerdotes y teólogos publicitados, y aun con un Pontífice de actitudes ambiguas; y otra, Iglesia del silencio, con un Papa fiel a jesucristo en su enseñanza y con algunos sacerdotes, obispos y fieles que le sean adictos, esparcidos como “pusillus grex” por toda la tierra. Esta segunda sería la Iglesia de las promesas, y no aquella primera, que pudiera defeccionar. Un mismo Papa presidiría ambas Iglesias, que aparente y exteriormente no sería sino una. El Papa, con sus actitudes ambiguas, daría pie para mantener el equívoco. Porque, por una parte, profesando una doctrina intachable sería cabeza de la Iglesia de las Promesas. Por otra parte., produciendo hechos equívocos y aun reprobables, aparecería corno alentando la subversión y manteniendo la Iglesia gnóstica de la Publicidad.
    La eclesiología no ha estudiado suficientemente la posibilidad de una hipótesis como la que aquí proponernos. Pero si se piensa. bien, la Promesa de Asistencia dé la Iglesia se reduce a una Asistencia que impida al error introdu cirse en la Cátedra Romana y en la misma Iglesia, y además que la Iglesia no desaparezca ni sea destruida por sus enemigos (7).
    Ninguno de los aspectos de esta hipótesis que aquí se propone queda invalidado por las promesas consignadas en los distintos lugares del Evangelio. Al contrario, ambas hipótesis cobran verosimilitud si se tienen en cuenta los pasajes escriturarios que se refieren a la defeccióú de la fe. Esta defección, que será total, tendrá que coincidir con la perseverancia de la Iglesia hasta el fin. Dice el Señor en el Evangelio: “Pero cuando venga el Hijo del Hombre, ¿encontrará fe en la tierra?” (8).
    San Pablo (9) llama apostasía universal a esta defección de la fe, que ha de coincidir con la manifestación del “hombre de la iniquidad, del hijo de la perdición”.
    Y esta apostasía universal es la secularización o ateización total de la vida pública y privada en la que está en camino el mundo actual.
    La única alternativa al Anticristo será Cristo, quien lo disolverá con el aliento de su boca. Cristo cumplirá entonces el acto final de liberar a la Historia. El hombre no quedará alienado bajo el inicuo. Pero no está anunciado que Cristo salvará a muchedumbre. Salvará sí a su Iglesia, “pusillus grex” (10), rebañito pequeño, a quien el Padre se ha complacido en darle el Reino.

    NOTAS:

    (4) Sólo aquellas cosas que son necesarias para la salvación (Santo Tomás, Suma Teol.. 1-2. 106, 4, ad. 2).
    (5) Mi., 13, 32.
    (6) 2 Tes., 2, 7
    (7) Las promesas están contenidas de modo particular en: Mt., 16, 13-20; 28, 1820; Juan, 14,
    16-26.
    (8) Lc., 18, 8.
    (9) 11 Carta a los cristianos de Tesalónica, 2, 3. (10) Le., 2, 32.

  22. “O fascínio da esquerda Católica pela feiura mereceria um estudo…”(3)

  23. Amor à feiura. É isso.

    • “Amor” à feiura… típica “arte” socialista/ comunista… não edifica, não inspira, não lembra as coisas do Alto, é fria, cinza…

      Curiosamente, os Padres do Concílio de Trento criam justamente o contrário: a beleza poderia servir para edificar e catequizar… mesmo os pobres!

      Trento quis dar a beleza aos pobres, enquanto aqueles que se dizem “pobres” entregam esterco socialista a todos nós… como se esse pauperismo estivesse adequado à Majestade de Deus ou à nossa salvação… como se um comunista estivesse apto a falar das coisas do Céu!

  24. Em Belo Horizonte, seremos torturados por mais uma “bola” de Niemayer: a Catedral de Cristo Rei, que como tantas igrejas modernas, parecerá mais um simples auditório…

  25. Esse campanário destoa totalmente do restante do conjunto arquitetônico do santuário, além de ser de péssimo gosto. Só não ganha da nova “catedral” de Belo Horizonte.

  26. Sou católico romano e lamento muito que tenham tido esta idéia mirabolante de ter construído uma obra de Niemeyer que não orna com o estilo românico da Basílica Nacional.A nossa Basílica já não possui nada de “original” no projeto:o arquiteto Benedito Calixto usou o projeto do Santuário da Imaculada de Washington nos EUA como obra de “inspiração”.Contudo, Aparecida diferente de Washington é quase uma Disneylandia.Há muito mais diversão do que oração e recolhimento.Teleférico,shopping e até Museu de Cera.Acredito que no recinto religioso deveria-se conservar a atmosfera de paz e reflexão como existe em Fátima e em Lourdes.

  27. Os quatro últimos andares da “Torre Brasília”, cuja estrutura foi doada pelo então Presidente Juscelino Kubitschek e inaugurada em 11 de janeiro de 1966 são o “campanário” da Basílica Nacional.
    Portanto os sinos deveriam ocupar aquele espaço como o previsto!

    Preferiram colocar na frente das janelas de saída do campanário aqueles 4 relógios desproporcionais e feios que simplesmente “mataram” a torre!

    Ficaremos então com as “foices invertidas” do comunista ateu, Niemeyer, sustentando os sinos e “matando” a frente do santuário

    A Igreja católica é a única instituição do mundo que financia e implementa projetos dos seus piores inimigos!